Bebê nasce com três pênis e é o primeiro caso no mundo

(Foto:Reprodução) – Saiba como os médicos trataram o caso e o estado de saúde da criança

Um caso nunca antes visto no mundo chamou a atenção nos últimos dias. Um bebê nasceu com três pênis e se tornou o primeiro caso de “triphali”.

“Até onde sabemos, este é o primeiro caso relatado com três pênis ou ‘triphalia'”, relatou o médico Shakir Saleem Jabali, que atua no Iraque, onde a criança nasceu.

Os órgãos genitais extras foram descobertos três meses após o nascimento do menino. Ele foi levada ao hospital após o aparecimento de um inchaço na região escrotal.

Ao examinarem o bebê, os médicos observaram que o garoto tinha dois pênis extras, sendo um com dois centímetros, situado próximo ao pênis principal e outro, com um centímetro, identificado junto à bolsa testicular.

Os médicos decidiram retirar os dois órgãos extras e a cirurgia foi bem sucedida

Com informações do Notícias ao Minuto

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Menino de 12 anos é sequestrado, abusado, baleado e jogado na rua

Homem na bicicleta ajudou o menino e chamou o serviço de emergência (Foto:Reprodução)

Polícia de Miami está caçando suspeito pelo crime, que estava em um sedã

Um menino de 12 anos foi agredido sexualmente e baleado em uma rua de Miami, nos Estados Unidos, na madrugada de sábado.
A criança estava andando na área de Brownsville da cidade por volta das 2h da manhã quando foi repentinamente forçada a entrar em um carro preto.O suspeito que dirigia o veículo percorreu apenas uma curta distância antes de agredir sexualmente o menino, atirando nele e fugindo, segundo o Departamento de Polícia de Miami-Dade.

Logo em seguida, o jovem foi encontrado por um homem que andava de bicicleta próximo ao local onde o menino foi despejado.

Um homem que andava de bicicleta perto da cena do crime disse a uma estação de notícias local que parou para ajudar o menino depois de ouvi-lo gritar.“Ele estava gritando. ‘alguém me ajude, por favor’”, disse o homem.“Eu o levei para uma loja enquanto chamava a polícia. Ele estava consciente, caiu na calçada e disse que havia levado um tiro.”Imagens de vigilância mostram o menino sangrando na cabeça e tropeçando antes de desabar no chão.

Um segundo transeunte também parou para ajudá-lo a beber água e uma toalha.A polícia e os paramédicos logo chegaram ao local junto com uma ambulância para levar a criança ao hospital que estava em estado crítico.

As autoridades estavam procurando por um homem alto com cabelo comprido e encaracolado e um sedã preto de quatro portas. Dizem que precisam da ajuda do público para encontrar o suspeito.

Por:Redação Integrada com informações do Daily Mail

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PF prende ‘Bebezão’, um dos líderes do PCC, na fronteira com o Paraguai

PF diz que a facção estava se reestruturando (Foto:Marcelo Camargo / Agência Brasil)

Ordem de prisão contra o bandido havia sido expedida em fevereiro, na Operação Exílio

A Polícia Federal (PF) e a Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (Senad) prenderam nesta terça feira, 23, 16 pessoas suspeitas de integrarem a cúpula do PCC na região de Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul.

Entre os detidos está um homem conhecido como “Bebezão”, que é apontado como um dos líderes do grupo. A ordem de prisão contra ele havia sido expedida no dia 6 de fevereiro de 2021, em um desdobramento da Operação Exílio – investigação que também mirou o tráfico de drogas e armas.

As prisões desta terça integraram a segunda fase da Operação Fronteira Segura, que tem como objetivo desarticular suposta organização criminosa vinculada ao PCC, que atua no tráfico internacional de drogas e de armas a partir da fronteira do Brasil com o Paraguai.De acordo com a PF, ao longo das investigações foi identificado que a facção estava se reestruturando após sofrer “perdas significativas” na Operação Exílio. A corporação indicou ainda que ao longo das diligências foram apreendidos diversos fuzis e munições de grosso calibre.

Por:Agência Estado

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OMS: câncer de mama supera o de pulmão e já é o mais comum no mundo

Informação é da Agência Internacional para a Investigação do Câncer –  (Foto:Divulgação

O número de novos casos de câncer de mama em 2020 representou 11,7% do total de todos os diagnósticos da doença no ano e superou o câncer de pulmão, que até então afetava o maior número de pessoas. No entanto, o câncer de pulmão continua a ser maior causa de mortes.

De acordo com a Agência Internacional para a Investigação do Câncer, da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2020 foram diagnosticados mais de 2,2 milhões casos de câncer de mama, 11,7% do total, sendo o que mais pessoas atinge no mundo.

A diferença para o câncer de pulmão – que era o mais diagnosticado – não é muita, segundo a agência.

Com 11,4% do total, o câncer de pulmão é o segundo mais encontrado, mas continua a ser aquele que mais pessoas mata. Em 2020 foi responsável pela morte de quase 1,8 milhão de pessoas, 18% do total de mortes por câncer. E se o da mama foi o mais diagnosticado em 2020, é apenas o quinto na lista dos que mais matam, depois do pulmão, colorretal, fígado e estômago.

Uma das razões para que o câncer de mama tenha se tornado de maior incidência pode estar relacionado, dizem os especialistas, a fatores sociais como o envelhecimento da população, a maternidade cada vez mais tardia ou outras situações como a obesidade, o sedentarismo, consumo de álcool ou dietas inadequadas.

Essas informações foram dadas ao jornal El País pelo médico Álvaro Rodriguez-Lescure, presidente da Sociedade Espanhola de Oncologia. De acordo com os dados da OMS, é possível verificar que o câncer de próstata foi, no ano passado, o terceiro mais diagnosticado. A doença é, no entanto, a oitava em relação ao número de mortes. No ano passado perderam a vida com câncer de próstata 370 mil pessoas.

Por:Agência Brasil com informações da RTP Portugal

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Homem descobre ter superanticorpos contra covid-19 e ser imune à doença

John Hollis tem superanticorpos que o tornam imune ao Sars-Cov-2 e suas variantes | Foto:Reprodução

Células de defesa de paciente conseguem atacar o vírus em diversas partes e contiveram até as novas variantes da doença

“Foram duas semanas muito assustadoras”, conta John Hollis. “Por duas semanas eu esperei a doença me atingir, mas nunca aconteceu.”

Hollis achou simplesmente que tinha tido sorte de não contrair a doença.

Mas em julho de 2020, totalmente por acaso, Hollis mencionou que morava com uma pessoa que ficou muito doente em uma conversa com o médico Lance Liotta, professor na Universidade George Mason, onde Hollis trabalha na área de comunicação.

Liotta, que pesquisa formas de combater o coronavírus, convidou Hollis para se voluntariar em um estudo científico sobre coronavírus na universidade.

Com isso, Hollis descobriu que não só tinha contraído o covid-19, como seu corpo tinha superanticorpos que o tornavam permanentemente imune à doença — ou seja, os vírus entraram em seu corpo, mas não conseguiram infectar suas células e deixá-lo doente.

Essa tem sido uma das experiências mais surreais da minha vida”, conta Hollis.

“Nós coletamos o sangue de Hollis em diferentes momentos e agora é uma mina de ouro para estudarmos diferentes formas de atacar o vírus”, afirma Liotta.

IMUNE ÀS NOVAS VARIANTES DA COVID-19

Na maioria das pessoas, os anticorpos que se desenvolvem para combater o vírus atacam as proteínas das espículas do coronavírus — formações na superfície do Sars-Cov-2 em formato de espinhos que o ajudam a infectar as células humanas.
“Os anticorpos do paciente grudam nas espículas e o vírus não consegue grudar nas células e infectá-las”, explica Liotta. O problema é que, em uma pessoa que entra em contato com o vírus pela primeira vez, demora certo tempo até que o corpo consiga produzir esses anticorpos específicos, o que permite que o vírus se espalhe.

Mas os anticorpos de Hollis são diferentes: eles atacam diversas partes do vírus e o eliminam rapidamente. Eles são tão potentes que Hollis é imune inclusive às novas variantes do coronavírus.

“Você poderia diluir os anticorpos dele em 1 para mil e eles ainda matariam 99% dos vírus”, explica Liotta.

Os pesquisadores estudam esses superanticorpos de Hollis e de alguns outros poucos pacientes como ele na esperança de aprender como melhorar as vacinas contra a doença.

“Eu sei que não sou a única pessoa que tem anticorpos assim, sou apenas uma das poucas pessoas que foram encontradas”, afirma Hollis.

Descobertas como essa, no entanto, muitas vezes não acontecem por causa de um viés racial em pesquisas científicas: a maioria delas é feita com pacientes brancos. A participação de negros em estudos tende a ser muito menor do que sua porcentagem na sociedade.
“Há um longo histórico de exploração (de pacientes negros) que faz com que a comunidade afro-americana tenha desconfiança em relação à participação em pesquisas”, afirma Jeff Kahn, professor do Instituto de Bioética da Universidade John Hopkins.

DESCONFIANÇA EM PESQUISAS

Um dos experimentos mais conhecido feito com a participação de afro-americanos é o estudo de sífilis de Tuskegee: por mais de 40 anos, cientistas patrocinados pelo governo americano estudaram homens negros que tinham sífilis no Alabama sem prover medicamentos para a doença.

“Ao longo dos anos, durante a produção do estudo, antibióticos se tornaram amplamente disponíveis e não foram oferecidos a essas pessoas. Os pesquisadores mentiram sobre o que estava sendo feito com eles e tiveram tratamento negado em nome da pesquisa”, explica Kahn.

“Quando o estudo de Tuskegee veio a público, foram criadas regras e regulamento para pesquisas em seres humanos, que estão em vigor desde os anos 1970”.

Esse histórico é um dos motivos pelos quais uma parte da população, que tem sido fortemente atingida pela pandemia, muitas vezes é relutante para participar de estudos ou tomar a vacina.
Foto em preto e branco mostra dois homens, um deles branco, usando aparelhos antigos para fazer experimentos em um homem negro deitado sem camisa

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No estudo antiético sobre sífilis em pacientes negros Tuskegee, os doentes não receberam tratamento ao longo de 40 anos. Foto: Reprodução BBC

“Queremos garantir que as comunidades que são mais afetadas estejam recebendo os benefícios das tecnologias sendo desenvolvidas”, afirma Kahn. “E, para isso, essas populações precisam também ser parte de estudos.”

“Nós devemos honrar aquelas pessoas, as vítimas do estudo de Tuskegee, através do envolvimento em um processo para garantir que aquilo não aconteça de novo. E também para salvar vidas, especialmente na comunidade afro-americana, que tem sido fortemente atingida pela pandemia”, diz Hollis.

“Protegermos uns aos outros é um dever nós mesmos e às pessoas que amamos”, afirma o escritor.

Fonte:BBC Brasil

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Sem medidas duras e apoio do governo, Brasil não reverterá pandemia, diz OMS

(Foto:Reprodução) -Diretor-geral da entidade se diz ‘profundamente preocupado’ com números da Covid-19 no Brasil e afirma que dificuldade em conter pandemia não faz jus ao sistema de saúde do país

A situação da Covid-19 no Brasil é “profundamente preocupante” e será preciso um esforço considerável para mudar de direção, afirmou nesta sexta (12) a OMS (Organização Mundial da Saúde).

“O cenário brasileiro piorou desde a semana passada, com alta taxa de positivos entre pessoas testadas, forte incidência de novos casos, elevação no número de mortes, rápido aumento na ocupação de UTIs e sistema de saúde sob estresse extremo”, afirmou o diretor-executivo da entidade, Michael Ryan.

“Começando pelo governo, todos no Brasil precisam levar a pademia a sério”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

“Estou profundamente preocupado com o aumento nas mortes. Não haverá redução significativa no contágio sem medidas sociais sérias, é preciso que haja mensagem clara das autoridades sobre a gravidade da situação e a necessidade das restrições, e o governo precisa fazer cumprir as medidas”, afirmou.

Nos últimos dias o Brasil superou 2.000 mortes diárias por Covid-19. A média móvel de mortes também permanece em níveis altíssimos e com recordes sucessivos.

Ghebreyesus se disse desconcertado com a resposta brasileira à pandemia, completamente contrária às suas expectativas. “Visitei o Brasil muitas vezes interessado em seu forte sistema de atenção básica, seu programa de medicina da família. É um sistema robusto de vigilância, que permitiria ter lidado muito melhor com a pandemia”, disse o diretor-geral.

Segundo Ryan, “cientistas, profissionais de saúde e a população do Brasil podem vencer a Covid-19, mas a dúvida é se podem contar com o apoio de que precisam para isso”.

Ele afirmou que o país sempre foi referência em medidas de saúde pública no mundo, como na erradicação de doenças como sarampo e pólio, e suas ações impactam outros países “para o bem e para o mal”.

“Gostaríamos de ver o Brasil indo em outra direção, mas antes disso será preciso um esforço considerável. Enquanto muitos países nas Américas do Sul e Central estão indo por um bom caminho, o Brasil não está”, afirmou o diretor-executivo.

A OMS têm elevado progressivamente o tom de suas declarações sobre a situação brasileira nas últimas semanas, abandonando aos poucos ressalvas como o fato de que o país e grande e complexo e citando com mas frequência a responsabilidade de autoridades e a necessidade de levar a pandemia a sério.

A líder-técnica da OMS Maria van Kerkhove disse que há indícios de que a variedade identificada no Brasil, a P.1, é mais contagiosa e também provoca mais mortes, embora seja difícil avaliar esse efeito quando os hospitais estão em colapso.

“Quando a transmissão está fora de controle, cresce o número de casos, há mais doentes graves, mais hospitalizações e a pressão sobre o sistema de saúde provoca mais mortes desencessárias”, afirmou ela.

Segundo Kerkhove, ainda que a variante P.1 represente um risco maior, ela pode ser contida com medidas básicas como uso de máscaras, redução da mobilidade e do contato físico e higiene das mãos.

As novas menções a problemas no Brasil acontecem um ano depois do registro da primeira morte por Covid-19 no Brasil: da paulistana Rosana Urbano, 57 anos, no Hospital Municipal Doutor Carmino Cariccio (zona leste).

Trezentos e sessenta e cinco dias depois, o país conta 273 mil mortos e 11,2 milhões de casos confirmados.

Fonte:ESTADÃO UOL

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Brasil será maior exportador de grãos do mundo em cinco anos, aponta a Embrapa

Ranking é liderado pelos Estados Unidos. Brasil é 2ª maior exportador (Foto:Reprodução)

Exportações do agro mineiro já superam em 9,6% vendas de 2019

Responsável por produzir uma quantidade de alimentos que atende a 800 milhões de pessoas em todo o mundo, o Brasil deve continuar ampliando sua contribuição para o abastecimento mundial a ponto de se tornar, nos próximos cinco anos, o maior exportador de grãos do planeta, superando os Estados Unidos. A informação está em levantamento feito pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa),

De acordo com a Embrapa, em apenas dez anos a participação do Brasil no mercado mundial de alimentos saltou de US$ 20,6 bilhões para US$ 100 bilhões, tendo como destaque carne, soja, milho, algodão e produtos florestais.

“Olhando os dados dos últimos 20 anos (2000 a 2020), a produção brasileira de grãos cresceu 210%, enquanto a mundial aumentou 60%, O Brasil é o quarto produtor mundial, mas o segundo exportador de grãos, basicamente de soja e milho”, disse o pesquisador Científico e Gerente de Inteligência da Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas da Embrapa, Elisio Contini.
O maior exportador de grãos em 2020 foram os Estados Unidos com 138 milhões de toneladas. O Brasil está em segundo lugar com 122 milhões de toneladas. “Nos próximos 5 anos o Brasil deverá superar os Estados Unidos em exportação. Com base neste histórico e com os elevados preços internacionais dos produtos, a produção do Brasil deverá atingir a 3% de crescimento mundial”, disse.

“E até 2050 a produção brasileira de grãos poderá superar os 500 milhões de toneladas, sendo ainda mais importante para a segurança alimentar do mundo”, acrescentou.

A afirmação tem por base o estudo “O Agro brasileiro alimenta 800 milhões de pessoas”, divulgado recentemente pela Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas da Embrapa, tendo como autores Elisio Contini e Adalberto Aragão.
Contini lembra que a contribuição brasileira para a alimentação das pessoas é expressa de forma direta e indireta, uma vez que parte da produção de soja e milho tem como destino a alimentação de gado e, consequentemente, a produção de carnes e leite.

“A produção de grãos, de 2011 a 2020, cresceu no Brasil 5,33% ao ano, enquanto a do mundo em 2,03% ao ano. Isto significa que o Brasil cresceu mais do que o dobro do mundo”, disse.

Dessa forma, acrescenta o pesquisador, o Brasil tem uma “janela de oportunidades de negócios” por, pelo menos, 20 anos, que deve ser aproveitada. “Afinal, estamos nos tornando uma economia de recursos naturais”.

A situação privilegiada do país se deve, entre outros fatores, à grande quantidade de terras aráveis que se encontram no país. “Parte dos 160 milhões de hectares de pastagens pode ser convertida para a produção de grãos, tem regime de chuvas regulares como nos cerrados, líderes mundiais em tecnologia tropical e agricultores competentes”, argumentou, ao lembrar que as terras disponíveis para agricultura em outros países, como os Estados Unidos, estão praticamente esgotadas.
Além disso, acrescenta ele, já há algumas tecnologias com potencial de aumentar ainda mais a produção nacional, como sementes melhoradas, insumos eficientes, maquinaria da melhor qualidade no mundo e sistemas de produção eficientes como o plantio direto, integração lavoura-pecuária.

“Falta-nos melhoria na infra-estrutura e marketing dos nossos produtos. A solução para a questão ambiental é vital para as nossas exportações”, complementa.

(Com informações da Agência Brasil)
13/03/2021 às 19:13
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Estados Unidos podem enviar doses da vacina AstraZeneca ao Brasil

Na Casa Branca, autoridades discutem enviar doses para o Brasil, que vive seu pior momento da pandemia, ou mesmo para União Europeia ou Reino Unido. | Foto:Reprodução

Algumas autoridades insistiram que a Casa Branca tome uma decisão nas próximas semanas.

Com dezenas de milhões de doses da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford e o laboratório AstraZeneca paradas nas fábricas americanas, enquanto aguardam resultados de um estudo clínico no país, os EUA estudam enviar injeções para o Brasil ou outros países, segundo o jornal The New York Times.
O destino dos imunizantes é assunto de um intenso debate entre a Casa Branca e autoridades de saúde do país, com alguns argumentando que a gestão Biden deveria permitir que fossem exportados para países com necessidades urgentes, enquanto outros não estão prontos para abandoná-los, segundo autoridades da administração democrata ouvidas pelo jornal.

O laboratório, porém, não está envolvido nessas conversas.

Algumas autoridades insistiram que a Casa Branca tome uma decisão nas próximas semanas. Elas discutem enviar doses para o Brasil, que vive seu pior momento da pandemia, ou mesmo para União Europeia ou Reino Unido.

Cerca de 30 milhões de doses estão engarrafadas em uma unidade do AstraZeneca em West Chester, no estado de Ohio, responsável pela fase final da produção da vacina, na qual há o envasamento do imunizante, disse ao New York Times um funcionário com conhecimento do estoque.

Já em Baltimore, no estado de Maryland, outra empresa que fabrica a vacina já produziu quantidade suficiente para mais dezenas de milhões de doses.

Apesar de ter seu uso autorizado em mais de 70 países, segundo o laboratório, nos EUA, porém, o estudo clínico ainda não teve seus resultados divulgados, e a empresa não pediu autorização para aplicação emergencial ao FDA, agência regulatória do país.
O AstraZeneca chegou a pedir à gestão Biden que empreste as doses destinadas aos EUA para a União Europeia, onde o laboratório não conseguiu cumprir seu compromisso de entrega.

“Entendemos que outros governos podem ter entrado em contato com o governo dos EUA sobre a doação de doses da AstraZeneca e pedimos ao governo americano que considerasse cuidadosamente essas solitações”, afirmou ao NYT Gonzalo Viña, porta-voz do AstraZeneca.

“Se essas doações acontecerem, vamos buscar orientação do governo americano para repor essas doses nos EUA”, complementou.

A Casa Branca não respondeu ao pedido de comentário feito pelo New York Times.

Por:FOLHAPRESS

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Novo medicamento é eficaz contra o coronavírus em estudo, dizem empresas

Estudo mostrou que o medicamento é eficaz contra as variantes do coronavírus identificadas no Reino Unido, África do Sul e Brasil (Foto:Reprodução)

Um medicamento de anticorpo monoclonal reduziu a incidência de hospitalizações e mortes por covid-19 em 85% na comparação com um placebo em um ensaio clínico, segundo a Vir Biotechnology e a GlaxoSmithKline, que desenvolvem a droga.

Com base nos resultados positivos, as empresas disseram nesta quarta-feira, 10, que vão pedir imediatamente que as autoridades dos Estados Unidos e de outros países autorizem o uso do medicamento.

As empresas disseram que um comitê de monitoramento independente recomendou que o estudo fosse interrompido mais cedo porque uma análise provisória de dados de 583 participantes mostrou que a droga, chamada VIR-7831, era altamente eficaz.

“Esperamos a oportunidade de tornar a VIR-7831 disponível para pacientes o mais rápido possível e de explorar ainda mais o seu potencial em outros cenários”, disse o diretor científico e presidente de pesquisa e desenvolvimento da Glaxo, Hal Barron.

As empresas não divulgaram resultados detalhados do estudo, como a porcentagem de pacientes que foram hospitalizados ou morreram.Os voluntários do estudo ainda serão monitorados por 24 semanas e mais dados vão ser publicados após a conclusão da pesquisa, segundo as empresas.

O estudo está avaliando pacientes com sintomas leves ou moderados de covid-19 que apresentam alto risco de progredir para um quadro grave.Segundo as empresas, um outro estudo mostrou que o medicamento é eficaz contra as variantes do coronavírus identificadas no Reino Unido, África do Sul e Brasil, que os cientistas temem que possam ser resistentes a drogas de anticorpos monoclonais.

Por:Dow Jones Newswires – AE

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Covid-19: China torna obrigatório teste anal para todos os estrangeiros que chegam ao país

Responsável por teste de Covid-19 em aeroporto na China Foto: AFP

A China tornou o teste anal para detectar Covid-19 obrigatório para todos os viajantes estrangeiros que cheguem ao país, informou um relatório oficial na quarta-feira (3/2).

O governo afirmou que esses testes fornecem um grau mais alto de precisão do que outros métodos de triagem para o vírus, relatou o “Times UK”.

Como parte da nova exigência de viagens, haverá centros de teste nos aeroportos de Pequim e Xangai.

Li Tongzeng, médico de doenças respiratórias, disse que os tetes anais são melhores porque os traços de vírus permanecem mais tempo nas amostras fecais do que no nariz ou na garganta, informou a mídia estatal.

Para coletar amostra, o cotonete precisa ser inserido cerca de três a cinco centímetros no reto e girado várias vezes. Depois de completar o movimento duas vezes, o cotonete é removido e colocado em um recipiente de amostra. O procedimento leva cerca de 10 segundos. O recolhimento de amostras com cotonete é necessário no método de diagnóstico PCR.

A medida acontece depois que o Japão pediu à China que pare de fazer os exames em seus cidadãos quando eles entram no país porque os cotonetes causam “angústia mental”. Diplomatas americanos também reclamaram ter sido obrigados a fazer o teste invasivo. Pequim negou.

“Alguns japoneses relataram à nossa embaixada na China que passaram por testes anais, o que causou uma grande dor psicológica”, disse Katsunobu Kato, secretário-chefe do gabinete do Japão, em entrevista coletiva.

Por: Fernando Moreira

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