Brasileira presa com cocaína na Indonésia vira ré e pode receber pena de morte
Brasileira foi presa com drogas em aeroporto de Bali Arquivo de Relações Públicas da Polícia de Bali
Manuela Vitória de Araújo Farias, de 19 anos, foi detida no aeroporto de Bali com aproximadamente 4 quilos de cocaína
A brasileira Manuela Vitória de Araújo Farias, de 19 anos, presa na Indonésia com 3,9 quilos de cocaína, virou ré no país e pode receber pena de morte após o julgamento. Manuela aguarda, agora, uma nova audiência, segundo o advogado Davi Lira, que acompanha o caso.
— Ela passou a se tornar ré em processo judicial. O ministério ofereceu a denúncia e o processo está andando. Será designada audiência — explica Davi.
Manuela Vitória, que trabalha como vendedora de roupas e perfumes, contou aos familiares que iria passar o réveillon em Bali com um namorado, que reside em Portugal e com quem ela já havia viajado para o exterior no passado. A brasileira, no entanto, chegou à Indonésia sozinha.
Após aterrissar no aeroporto de Bali, Manuela acabou detida quando os quase 4 quilos de cocaína, distribuídos em pacotes escondidos em duas malas, foram detectados no raio-x. Quatro comprimidos de clonazepam também estavam guardados em uma bolsa. Desde então, ela está presa, tendo como advogado um defensor público.
Segundo ele, a pena mínima é de cinco anos, mas pode chegar até a pena de morte, de acordo com Davi Lira da Silva. A família chegou a tentar contratar um advogado particular especialista em casos como esse, mas o preço, que ficava acima dos US$ 50 mil, foi um impeditivo.
De acordo com o diretor de Investigação de Narcóticos de Bali, Kombes Iwan Eka Putra, Manuela relatou não saber que levava substâncias ilegais na bagagem. Conforme o seu relato, foi prometido a ela entrar em uma escola de surfe em troca do transporte das bagagens. Ainda de acordo com Kombes Putra, a polícia não conseguiu identificar quem seria o destinatário das drogas.
O advogado da família de Manuela defende que ela foi usada como “mula”.
— A Manuela foi usada. Tem um termo que a gente usa para isso, que representa bem o que aconteceu. Chama-se: mula. Os policiais da Indonésia mesmo se referiram a ela como atravessadora — explica o advogado, que atua no Pará, estado onde a jovem, moradora de Belém, tinha residência. — Ela não é narcotraficante. Ela é uma jovem que tem sonhos, esperanças.
De acordo com o advogado, ela foi aliciada por uma organização criminosa com atuação em Santa Catarina para fazer a viagem levando o carregamento, com a promessa de que passaria um mês de férias em Bali, com uma matrícula garantida na escola de surfe.
Por:Jornal Folha do Progresso/Com informações do macajubaacontece
em 14/03/2023/17:53:19
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Governo prepara MP para tributar jogos e apostas online após viagem de Lula à China
Haddad terá uma reunião com executivos das empresas que atuam no ramo (Foto:Lula Marques/ Agência Brasil).
Contribuição não foi regulada e empresas operam hoje em uma espécie de limbo regulatório
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou nesta terça-feira, 14, que o governo pretende publicar uma Medida Provisória (MP) para tributar o setor de jogos e apostas online.
A decisão será tomada após a viagem do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, à China. Haddad afirmou que as empresas do setor pagarão uma contribuição, mas a alíquota ainda não está definida, devido à falta de informações sobre o faturamento das companhias.
Haddad terá uma reunião com executivos das empresas que atuam no ramo, além de administradores de loterias. O encontro, agendado para as 17 horas, terá representantes da Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), Betano, Conta Zap e Zap Bets, BetNacional, GaleraBet, Vai de Bet e F12 Bet.
medida deve compensar perda com Imposto de Renda
No começo de março, Haddad adiantou que o aumento da isenção do Imposto de Renda de Pessoas Físicas (IRPF) será compensado pela tributação das apostas online. As estimativas sobre o potencial de arrecadação da medida variam entre R$ 2 bilhões e R$ 6 bilhões por ano.
Atualmente, as empresas de jogos e apostas online não pagam tributos e movimentam bilhões dos apostadores nacionais. As estimativas são de que o dinheiro que passa por essas companhias chegue a R$ 12 bilhões este ano. Em 2018, no governo de Michel Temer, essas apostas foram legalizadas no País, mas se estabeleceu um prazo máximo de quatro anos para que fossem regulamentadas pelo Ministério da Fazenda. Esse prazo venceu em dezembro passado e, como isso não aconteceu, elas operam hoje em uma espécie de limbo regulatório. O Liberal
Por:Jornal Folha do Progresso/Com informações do g1 Pará — Belém em 14/03/2023/15:36:27
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Homem sofre AVC e morre após combinar Viagra com bebida alcoólica
O medicamento é usado para disfunção erétil; a vítima também era hipertensa – (Foto:Divulgação).
Um homem morreu após tomar duas pílulas de Viagra e ingerir bebida alcoólica na Índia. Ele tomou o dobro da dose indicada do medicamento usado para a disfunção erétil e sofreu um AVC hemorrágico, efeito colateral incomum da combinação.
Os sintomas começaram a aparecer na manhã seguinte ao uso da medicação com álcool. O homem estava na companhia de uma mulher. Ele teria relatado um mal estar, mas se recusou a procurar um médico imediatamente. Quando o quadro piorou, a vítima chegou à unidade hospitalar já morta. A hemorragia reduziu o fluxo de oxigênio para o cérebro.
Na autópsia foi constatado que o nível de álcool no sangue do rapaz era acima do limite considerado seguro e que ele era hipertenso – os especialistas acreditam que a doença também pode ter contribuído com a morte.
De acordo com o Daily Mail, o homem não tinha receita para comprar o Viagra. O tablóide aponta que o medicamento tem sido cada vez mais utilizado de forma equivocada. A pílula pode causar dores de cabeça, de estômago, problemas de pressão arterial, vermelhidão e congestão nasal.
Por:Jornal Folha do Progresso/Com informações do O Liberal em 07/03/2023/10:35:06
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Mães vendem leite materno por até R$ 480 o litro; homens adultos são o foco dos anúncios
Em sites específicos para a venda do produto, algumas mães anunciam o leite com fotos de seus bebês no perfil. Comércio é desaconselhado por especialistas. Entenda os riscos. (Foto: Agência Brasília).
Mães britânicas estão recorrendo à venda de seu próprio leite materno na internet para complementar a renda em meio à crise de alto custo de vida no Reino Unido. De acordo com uma matéria do Daily Mail, homens adultos estão dispostos a pagar até 76 libras, cerca de R$ 480, por litro do produto, que é anunciado como “ouro líquido” e pode ser adquirido até mesmo com criptomoedas, como o Bitcoin.
Em sites específicos para a venda do produto, algumas mães anunciam o leite com fotos de seus bebês no perfil. Uma mulher identificada como Robyn, de Derbyshire, na Inglaterra, anunciou seu produto por 28 libras, cerca de R$ 175, o litro.
Ela relatou que um homem havia proposto comprá-lo diretamente de seu seio, mas que prefere vendê-lo para um banco de leite privado para evitar o desperdício. Sam, uma mãe chinesa que vive no sul do País de Gales, vendia seu leite por R$ 356 o litro para “pessoas que desejam comprar para uso alternativo/homens”.
Riscos à saúde
No entanto, a prática é desaconselhada por especialistas, que alertam para os riscos de contaminação por doenças como hepatite, HIV e sífilis, além do risco de armazenamento inadequado e adulteração do produto.
Não há comprovação científica de que o leite materno ajuda na construção de músculos, como afirmam alguns usuários das redes sociais. Os especialistas enfatizam que o uso adulto do leite materno não é recomendado e o comércio do produto deve ser evitado.
Profissionais da saúde recomendam a doação de leite materno em vez de sua comercialização. Com essa prática, bebês cujas mães não conseguem amamentá-los podem receber o alimento de forma segura.
Ainda, a origem do produto comercializado não pode ser garantida, e é possível que tenha sido manuseado de forma inadequada. O pediatra Moises Chencinski, membro da Sociedade de Pediatria de São Paulo, explica que os riscos incluem infecções e a ingestão de leite vencido.
Além disso, não há informações registradas sobre as condições de saúde das doadoras, a forma como a ordenha foi realizada ou se o alimento foi armazenado corretamente. O comércio de leite materno é proibido no Brasil.
Por:Jornal Folha do Progresso em 03/03/2023/16:21:12 (Com informações do O Liberal).
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Lula falou por videoconferência com o presidente da Ucrânia Volodymyr Zelensky
Presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Volodymyr Zelensky Ukrinform/ – ( Foto Credito Future Publishing via Getty Images / Mariana Greif/Reuters)
Presidente brasileiro reiterou a disposição de participar de esforços para reunir um grupo de nações capazes de conversar com ambos os lados do conflito para promover a paz na região
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou na tarde desta quinta-feira (2) com o presidente da Ucrânia Volodymyr Zelensky. Os dois falaram sobre a guerra e a busca da paz. O presidente Zelensky lembrou que Lula já esteve em seu país (em 2004 e 2009) e o convidou para uma visita a Kiev. Lula manifestou disposição de atender o convite, em um momento adequado, e o retribuiu, com o desejo de que o retorno da paz facilite esses encontros.
O presidente brasileiro reiterou a disposição de participar de qualquer esforço para reunir um grupo de nações capazes de conversar com ambos os lados do conflito para promover a paz.
Lula ressaltou que “o Brasil defende a integridade territorial da Ucrânia” e que por isso votou favoravelmente a recente resolução da ONU. Citou ainda conversas com os lideres da França, Alemanha e EUA nesse sentido e sua disposição de conversar igualmente com a China, em sua visita a Pequim, e também com a Rússia.
Os dois líderes ficaram de conversar novamente em um futuro próximo.
Por:Jornal Folha do Progresso em 03/03/2023/07:34:26 com informações SECOM /EBC
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Boliviano sobrevive 31 dias perdido na Amazônia comendo minhocas e insetos
Homem de 30 anos se perdeu enquanto caçava com amigos — Foto: REUTERS
Jhonattan Acosta, de 30 anos, se separou de seus quatro amigos enquanto caçava no norte da Bolívia.
Um homem boliviano contou como conseguiu sobreviver por 31 dias na selva amazônica depois de se perder.
Jhonattan Acosta, de 30 anos, se separou de seus quatro amigos enquanto caçava no norte da Bolívia.
Ele disse que bebia água da chuva coletada em seus sapatos e comia minhocas e insetos, enquanto se escondia de onças e queixadas, uma espécie de mamífero semelhante ao porco.
Acosta foi finalmente encontrado por um grupo de busca formado por moradores e amigos um mês depois de seu desaparecimento.
“É incrível, não acredito que as pessoas continuaram a busca por tanto tempo”, afirmou ele em meio às lágrimas.
“Comi minhocas, comi insetos, nem vão acreditar em tudo o que tive de fazer para sobreviver todo este tempo”, disse à emissora Unitel TV.
Jhonattan também comeu frutas silvestres semelhantes ao mamão, conhecidas localmente como gargateas.
“Agradeço muito a Deus, porque ele me deu uma nova vida.”
Seus familiares disseram que ainda estavam tentando entender como Acosta se perdeu e conseguiu se manter vivo, mas que fariam perguntas aos poucos, porque ele ainda está psicologicamente abalado após a experiência.
Jhonattan perdeu 17 kg, deslocou um tornozelo e ficou desidratado, mas ainda conseguia andar mancando, segundo os homens que o resgataram.
‘Achou que ia morrer’
Jhonattan Acosta foi levado a um posto de saúde onde teve barba e cabelo raspados — Foto: REUTERS
“Meu irmão nos disse que quando deslocou o tornozelo no quarto dia, achou que ia morrer”, disse Horacio Acosta, irmão mais novo de Jhonattan ao jornal Página Siete, da Bolívia.
“Ele tinha apenas um cartucho na espingarda, e achava que ninguém mais o procuraria”, acrescentou.
Jhonattan não tinha facão nem lanterna quando se perdeu e teve que usar as botas para recolher água da chuva para beber.
Ele também disse a seus parentes que se deparou com animais selvagens, incluindo uma onça.
Seu irmão mais novo contou que Jhonattan usou seu último cartucho para afugentar um bando de queixadas.
Após 31 dias, ele avistou um grupo de busca a cerca de 300 metros de distância e mancou em direção a eles através de arbustos espinhosos, gritando para chamar a atenção.
Horacio Acosta disse que seu irmão foi encontrado por quatro moradores. “Um homem veio correndo para nos dizer que encontraram meu irmão. É um milagre.”
Segundo ele, Jhonattan decidiu desistir da caça para sempre.
“Ele vai tocar música para louvar a Deus. Ele prometeu isso a Deus, e acho que vai cumprir sua promessa”, disse Horacio sobre seu irmão, que toca violão.
Enquanto isso, a polícia afirmou que iria interrogar os quatro amigos do sobrevivente para entender como Jhonattan se separou deles.
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A Capoeira é uma arte marcial brasileira que combina elementos de dança, acrobacia e artes marciais. A Capoeira é um movimento rápido e flexível que se assemelha a uma dança. Os principais elementos da Capoeira são pontapés, bloqueios e vários elementos acrobáticos, como flips e somersaultos. Uma parte importante da capoeira é um jogo onde dois praticantes se apresentam em duplas, tentando chutar um no outro ou esquivar-se um do outro. A capoeira também tem um significado cultural para o povo brasileiro. É parte da identidade nacional do Brasil e é uma forma de expressar cultura e tradição. A capoeira também está associada à música, pois os praticantes tocam instrumentos musicais como o berimbau e o pandeiro.
Hoje a capoeira é praticada em todo o mundo e atrai pessoas de todas as idades e nacionalidades. É considerada uma das formas mais eficazes de autodefesa e um bom treinamento físico que ajuda a melhorar a coordenação e a flexibilidade.Para ser o mais flexível possível, você precisa desenvolver não apenas seu corpo, mas também sua mente. E mais precisamente, atenção para antecipar os movimentos futuros de seu oponente. Um bom treino seria jogar brasil bingo.
História de origem e desenvolvimento
A Capoeira é uma arte marcial brasileira que tem uma história única. A arte teve origem na África e foi trazida ao Brasil como parte do tráfico de escravos nos séculos 16 a 19.
No Brasil, os escravos da África utilizavam a capoeira como um meio para se proteger e expressar sua cultura. Na época, os colonos portugueses proibiram qualquer expressão da cultura africana e os escravos brasileiros usavam a capoeira como arma oculta para escapar do castigo. Com o tempo, a capoeira tornou-se popular entre o povo pobre do Brasil, que a utilizava para proteção e como forma de expressar sua identidade nacional. Ela se tornou um meio de protesto contra a discriminação social e econômica.
Na década de 1930, a capoeira foi proibida no Brasil pelo governo do ditador Getulio Vargas. As autoridades consideravam a disciplina demasiado perigosa e associada às pessoas marginalizadas. Na década de 1950, graças aos esforços dos mestres de capoeira brasileiros e seus alunos, ela foi oficialmente reconhecida novamente.
Hoje, a capoeira é um dos esportes mais famosos e populares do Brasil. É reconhecida como o esporte nacional do Brasil e atrai adeptos e praticantes de todo o mundo. A capoeira também tem sido tema de estudo de antropólogos e historiadores culturais.
Famoso capoeiri
Há muitos capoeiristas talentosos que são reconhecidos por sua habilidade e contribuição para o desenvolvimento desta arte marcial. Aqui está uma pequena lista de alguns dos mais notáveis mestres de capoeira. Cada um deles deixou sua marca na capoeira e trouxe algo especial para ela que tornou este tipo de arte mais rica e diversificada.
Mestre Bimba (Manuel dos Reis Machado) é um criador de capoeira, que fundou sua própria escola de capoeira em El Salvador no início do século 20.
Mestre Pastinha (Vicente Ferreira Pastinha) – criador da escola de capoeira na Bahia e fundador da Capoeira Angola.
Mestre Suassuna (Pedro Ferreira) – famoso músico e capoeiraista, que foi um dos primeiros a viajar pelo mundo ensinando capoeira.
Mestre Barrao (Nestor Capoeira) é um dos mais influentes capoeiraistas do mundo, autor de vários livros sobre capoeira.
Mestre Accordion (Jose de Ribamar Viana) é um famoso mestre e músico de capoeira. Ele foi um dos fundadores da Escola Regional de Capoeira.
Mestre Barraozinho – conhecido instrutor e músico de capoeira, ele escreveu vários livros e tutoriais sobre capoeira.
Mestre Camisa é um mestre de capoeira e fundador da Capoeira Abada.
Por:Jornal Folha do Progresso em 02/03/2023/07:34:26
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Americano Kerry diz que Amazônia pertence a todos e oposição teme intervenção
Enviado especial do clima dos EUA, John Kerry, se encontra como a ministra Marina Silva, do Meio Ambiente. – (Foto: EFE)
O enviado especial dos Estados Unidos para o clima, John Kerry, se reuniu com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e disse que a Amazônia é um tesouro extraordinário que pertence a todos. A visita dele ao Brasil nesta semana e a afinidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com a agenda climática internacional vêm despertando temores entre opositores do governo em relação à soberania do Brasil.
O receio da oposição é que o governo Lula esteja colaborando com o que parte da oposição acredita ser uma articulação internacional para negar ao Brasil a possibilidade de desenvolver a Amazônia de forma sustentável.
“A Amazônia é um teste para toda a nossa humanidade”, disse o americano. Ele disse que seu encontro com Marina mostra a renovação do compromisso de preservação “desse tesouro extraordinário que pertence a todos”.
Marina disse que o governo Lula tem compromisso de zerar o desmatamento na região até 2030, mas disse a Kerry que a Amazônia pertence ao Brasil. “Entendemos o caráter que a Amazônia tem sobre o equilíbrio do planeta, mas temos a clareza da soberania sobre esse território”, afirmou em entrevista coletiva nesta terça-feira (28). Kerry estava ao seu lado e assentiu com a cabeça.
Agenda dos EUA atrela Amazônia às mudanças climáticas globais
Kerry também tocou em um ponto muito sensível à oposição brasileira. Ele disse que se a Amazônia não for protegida, “não conseguiremos manter a temperatura do mundo desta maneira”. Críticos dessa posição americana argumentam que as emissões de carbono das grandes potências por meio de combustíveis fósseis pesam muito mais na deterioração da temperatura global do que o carbono liberado em queimadas ocorridas na floresta brasileira.
A discussão acontece num contexto em que lideranças globais tentam chegar a um acordo parar reduzir emissões de carbono na atmosfera e assim evitar uma elevação superior a 1,5ºC.
O temor de opositores ao governo Lula não é de uma ação militar estrangeira na região. Mas sim de uma série de ofensivas nas áreas política, jurídica e financeira, – por parte de países como EUA e França – para supostamente tentar frear o desenvolvimento amazônico. O argumento para isso seria a suposta preservação ambiental.
Uma das ações criticadas é a doação de recursos americanos e europeus para organizações não-governamentais atuarem no norte do país na área de conservação ambiental, por meio do Fundo Amazônia. O governo do ex-presidente Jair Bolsonaro vetou essas ações argumentando que doações deveriam ser geridas pelo governo e não por ONGs internacionais sem muito controle.
Já o vice-presidente de Lula, Geraldo Alckmin (PSB), diz que o Fundo Amazônia é uma forma de preservar o meio ambiente e lutar contra a mudança climática. Segundo ele, a desconfiança em relação às ONGs não é justificada, pois o fundo é gerido pelo BNDES e passa por processos de auditoria nacionais e internacionais.
AME8491. BRASILIA (BRASIL), 28/02/2023.- El enviado especial para el clima de Estados Unidos, John Kerry, se reúne con la ministra de Medio Ambiente de Brasil, Marina Silva, hoy, en Brasilia (Brasil) hoy, martes 28 de febrero de 2023. El enviado especial para el clima de Estados Unidos, John Kerry, ratificó este martes el compromiso del Gobierno de Joe Biden con la Amazonía y aseguró que buscará los recursos necesarios para colaborar con Brasil en esa materia. EFE/ Andre Borges
Setores agropecuário e de mineração dos EUA não querem concorrência, diz deputado
O governo federal tem o objetivo de demarcar 13 terras indígenas na região da Amazônia Legal. Além disso, as sinalizações de Kerry de que os EUA estão dispostos a doar recursos para a preservação ambiental ligaram o sinal de alerta na oposição sobre o alinhamento entre as agendas ambiental de Lula e do presidente norte-americano, Joe Biden.
Kerry não revelou qual seria a quantia doada. Ele afirmou que seu partido tenta aprovar um orçamento de US$ 4,5 bilhões (R$ 23 bilhões) na Câmara e US$ 9 bilhões (R$ 47 bilhões) no Senado. Mas disse que a “luta” pela aprovação será dura no Congresso americano. Ele também não foi claro se esses recursos iriam total ou parcialmente para o Fundo Amazônia. Deu a entender que o apoio financeiro ao Brasil viria em parte dessa verba, de compra de créditos de carbono e por meio de empréstimos de bancos de desenvolvimento.
Já o deputado federal Joaquim Passarinho (PL-PA) criticou essa parceria. “Os Estados Unidos não são uma criança, não se metem só para ajudar. Quando se metem é porque têm interesse”, comenta.
Passarinho diz que a doação pode estar associada aos interesses protecionistas do agronegócio e do setor extrativista norte-americano. Ele afirma não descartar a hipótese de que a narrativa ambientalista construa condições de travar o progresso econômico na região. “O custo Brasil [de transporte de produtos] pelo Amazonas e pelo Pará é muito menor e acaba abrindo um canal de desenvolvimento e progresso naquela região. Em qualquer exportação para os Estados Unidos via porto de Barbacena [no Pará] ganhamos cinco a seis dias de navegação. E logicamente é muito mais fácil frear isso pela teoria ambientalista”, pondera.
Deputada quer fazer debate sobre fundo com sociedade
A deputada federal Sílvia Waiãpi (PL-AP) reforça as preocupações ao lançar suspeitas sobre o resgate de recursos para o Fundo Amazônia. “A reativação sem orientação [do fundo] não condiz com o que se espera em política pública. Estamos abrindo espaço para outros países adentrar e manifestar seus interesses na própria soberania do país”, comenta.
Única indígena conservadora do Congresso, Sílvia defende um melhor debate sobre o Fundo Amazônia junto à sociedade para não atender “interesses internacionais”. “Os que custearão o fundo irão querer determinar o futuro de um povo que já sofre pelo isolamento e pela segregação. Os interesses internacionais têm estado acima da dignidade do povo do norte, sejam eles indígenas, quilombolas, homens e mulheres da floresta, ribeirinhos e urbanos”, diz.
Oposição reforça suspeita sobre Fundo Amazônia e destinação a ONGs
O Fundo Amazônia foi descontinuado na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após Noruega e Alemanha, principais doadores, rejeitarem mudanças no modelo de gestão dos recursos. O então governo defendia a participação e gestão direta sobre os recursos, bem como a destinação das verbas para as políticas públicas então desenvolvidas. Sob o governo Lula, ele voltou a ser gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)
Até 2020, cerca de 61% dos recursos do fundo eram destinados à União, aos estados e municípios. Os outros 39% atendiam a organizações não-governamentais (ONGs), sendo 1% enviados a programas internacionais. O fundo já recebeu R$ 3,3 bilhões em doações, e, no total, acumula R$ 5,4 bilhões, com R$ 1,8 bilhão já contratados, informou em fevereiro o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
O deputado Joaquim Passarinho diz desconfiar que a oferta dos EUA de aportes para o fundo atende apenas as ONGs que, no entendimento dele, carecem de uma fiscalização segura e confiável. “As ONGs chegam no BNDES, apresentam seus projetos, aprovam e acabou. Inventam projetos que não sustentam nada, nem meia dúzia de famílias. Até hoje não vi um modelo dessas ONGs que servisse em larga escala”, diz.
Deputado diz que ONGs deveriam ser mais fiscalizadas na Amazônia
Em sua crítica às instituições do terceiro setor, Passarinho cita o suposto envolvimento de brigadistas de incêndio ligados a uma ONG em Alter do Chão, distrito de Santarém (PA), que foram acusados de queimar a floresta para conseguir doações. O caso ocorreu em 2019 e foi citado por Bolsonaro para lançar suspeitas sobre as ONGs em um momento que seu governo era acusado pelas queimadas na região amazônica.
Em agosto de 2020, a Polícia Federal (PF) propôs o arquivamento das queimadas em Alter do Chão após concluir que não era possível identificar os autores. Os suspeitos cumpriram medidas cautelares, que foram revogadas em dezembro.
O senador Plínio Valério (PSDB-AM), outro integrante da oposição ao governo, defendeu ao longo da última legislatura a instauração de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para examinar a forma como são liberadas os recursos do Fundo Amazônia para as ONGs e como as verbas foram utilizadas até então, bem como o desmatamento e as queimadas na região. O colegiado não foi instalado e o requerimento foi para o arquivo.
Já Alckmin defendeu o Fundo Amazônia após o encontro com Kerry. “Ele é auditado, é um fundo privado, gerido pelo BNDES, com auditoria nacional e internacional. Já abriu os primeiros projetos”, disse. Segundo ele, há projetos na “área humanitária”, para políticas públicas de renda e para atendimento a comunidades indígenas e aos povos Yanomamis. Também há projetos para o combate à desnutrição, ao desmatamento e a “organizações criminosas”.
O americano teve encontros diplomáticos no Brasil entre segunda-feira (27) e terça-feira (28).
Ricardo Salles rechaça narrativa climática e cobra recursos dos EUA
A agenda climática defendida por Kerry é rechaçada pelo deputado federal Ricardo Salles (PL-SP). Ex-ministro do Meio Ambiente na gestão Bolsonaro, ele destaca que os países ricos são os principais emissores de gases de efeito estufa e considera que as nações mais desenvolvidas usam de narrativas para desviar o foco sobre o uso de combustíveis fósseis para alardear sobre o desmatamento.
“Em vez de discutir os danos ambientais que eles mesmos causam ao planeta com seus combustíveis fósseis, eles só querem tratar de desmatamento na Amazônia para desviar o foco. O Brasil não pode aceitar essa narrativa, tem que apontar e questionar os problemas deles e, principalmente, cobrar os recursos que já temos direito por tudo que fazemos e fizemos”, comenta.
A fala de Salles sobre recursos diz respeito às reivindicações do governo Bolsonaro de recursos amparados pelos critérios previstos no Acordo de Paris, que, em 2015, previu a destinação de US$ 100 bilhões por ano, a partir de 2020, para países em desenvolvimento que propuserem projetos de compensação dos efeitos das mudanças climáticas. As doações já podem ser feitas no âmbito do que prevê o artigo 5.º do Acordo de Paris, e poderiam financiar as ações e programas da agenda climática do Planalto.
Trata-se da chamada política de créditos de carbono, onde um país ou empresa paga por ações de conservação de terceiras partes para compensar suas emissões de poluentes ou ações de desmatamento. Kerry afirmou para Marina que os EUA têm intenção de direcionar apoio econômico para o Brasil por meio de créditos de carbono, mas não deu um número concreto.
Governo Bolsonaro vetou verbas para ONGs
O governo Bolsonaro sustentava que o Brasil tinha reconhecida uma redução superior a 9 bilhões de toneladas de carbono emitidas. Os EUA são um dos países com quem a antiga gestão negociou um volume que, se transferidos, esses recursos seriam destinados a políticas ambientais de combate ao desmatamento e redução de emissões de carbono. A ideia era que o dinheiro promovesse o pagamento por serviços ambientais, de modo a remunerar quem preservasse florestas.
O governo Bolsonaro teve diferentes reuniões com o próprio Kerry, que, em 2021, por exemplo, apresentou uma proposta de US$ 150 mil ao Brasil. A proposta foi rejeitada pelo então ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, que negociava com os EUA uma doação de US$ 1 bilhão. O real problema da oferta de Kerry, porém, não era o valor oferecido, ainda que representasse 0,01% do valor pretendido. O empecilho era que a doação não seria feita ao governo, mas para fundos de investimento de capital de risco possivelmente intermediados pelo BNDES.
Salles disse ainda, que os créditos de carbono gerados pelo Brasil nos últimos 15 anos sob as rubricas do Protocolo de Kyoto, da Convenção do Clima, do Acordo de Paris e do sistema REDD+ (conceito de carbono de floresta nativa gerado a partir da redução de emissões de desmatamento e degradação) renderiam US$ 300 bilhões ao mercado brasileiro.
Salles diz que EUA não cumpriram promessa
“Mas tudo que eles [países ricos] oferecem são promessas, empréstimos e linhas ínfimas perto desses valores. Importante lembrar que Biden prometeu na sua campanha que daria US$ 20 bilhões à Amazônia e, até agora, nada!” critica o ex-ministro e integrante da bancada de oposição a Lula.
Um crédito de carbono é uma espécie de “moeda” que um país ganha ao reduzir suas emissões de gases causadores do efeito estufa. Uma nação pode vender esses créditos para empresas ou países que não conseguem reduzir suas emissões e que, por isso, não atingem suas metas – ou seja, um país ou empresa “compensa” suas emissões pagando para quem preserva em outra nação, cumprindo seus compromissos ambientais. A ideia é que, mesmo poluindo, eles estarão compensando ao preservar em outra localidade.
Contudo, os processos de quantificação e verificação da efetividade dos programas de conservação destinados ao mercado de créditos de carbono ainda não foram padronizados mundialmente. Muitos deles são foco de polêmicas em diversos países. Por isso, não é tão simples para um país ou empresa sair comprando créditos de carbono no mercado.
Oposição vai debater oportunamente a política ambiental no Congresso
A oposição a Lula promete não ficar à margem da definição da política ambiental brasileira e provocar debates com o governo. Salles entende que não está clara a estratégia da gestão Lula para política de créditos de carbono, por exemplo, e vai analisar como proceder as discussões na Câmara. “Uma vez montadas as comissões vamos avaliar quem, quando e para que chamar”, destaca em resposta à hipótese de requerimentos de audiência pública ou de convite e até convocação a membros do governo.
O deputado Joaquim Passarinho reforça as críticas de que a retórica ambientalista atrasa o debate do desenvolvimento sustentável na Amazônia. Mas entende que o atual Congresso mais conservador contribui para um debate mais profundo organizado pela oposição a Lula, a exemplo da possibilidade de ampliar a exploração em áreas já “antropizadas”, ou seja, já degradadas por ação humana.
Lei brasileira prevê preservação de 80% da vegetação em fazendas
Mesmo em áreas degradadas, Passarinho explica que os agricultores e pecuaristas precisam preservar 80% da vegetação e podem dispor de apenas 20% do terreno para atividades econômicas. “Não defendo a destruição da floresta, mas não deveria ser 80/20 [em áreas antropizadas]. Deveria ser 100% de [preservação] onde temos floresta preservada, ou seja, desmatamento zero, porém permitir entre 50% e 60% de produção em áreas antropizadas. Aí, começamos a induzir o cara que quer investir ali nessas áreas, e não nas áreas preservadas”, destaca.
O conceito defendido por Passarinho tem por intuito assegurar um desenvolvimento sustentável legalizado na região Amazônia Legal. “Não posso dizer ao amazônico que ele não pode ter uma saúde e educação boa, que ele vai ter que viver no submundo pois ninguém quer que ele corte uma árvore, e ninguém paga por ele por isso?”, comenta. “Podemos provar que a árvore ‘em pé’ pode ter mais valor do que ela ‘deitada'”, acrescenta.
A deputada Sílvia Waiãpi endossa o discurso da oposição. “Inexiste uma política pública sem levar em conta o que o homem da floresta precisa”, comenta.
Ela também se dispõe a debater o avanço do desenvolvimento na Amazônia. Diz entender que não há “efetivamente” um interesse do governo em solucionar pautas ambientais. Segundo ela, os parlamentares da Amazônia brasileira, “que são os verdadeiros representantes do povo do Norte”. sequer foram ouvidos. “Pautas que não são discutidas e difundidas entre os representantes dos povos no parlamento não possuem o condão de progresso”, comenta.
Por:Jornal Folha do Progresso em 29/02/2023/08:54:06 com informações do portal Gazeta
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Antes de viagem de Lula, governo tenta voltar a vender carne à China
O objetivo é que as relações comerciais estejam regularizadas antes de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarcar para um encontro bilateral com o presidente chinês, Xi Jinping, previsto para o dia 28 de março. (Foto:Reprodução).
O governo brasileiro tenta acelerar os protocolos sanitários para regularizar a exportação de carne bovina para a China após a suspensão das vendas em razão de um caso de mal da “vaca louca” em Marabá (PA).
O objetivo é que as relações comerciais estejam regularizadas antes de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarcar para um encontro bilateral com o presidente chinês, Xi Jinping, previsto para o dia 28 de março.
A ocorrência foi confirmada pelo Ministério da Agricultura (Mapa) e o Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA) na quarta-feira.
Imediatamente, o governo brasileiro suspendeu a exportação da carne para o gigante asiático, conforme determinam os protocolos sanitários adotados por Brasil e China desde 2015.
Segundo o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, o caso de encefalopatia espongiforme bovina (EEB), nome científico do mal da “vaca louca”, foi registrado em apenas um animal de nove anos, já abatido, e que fazia parte de um rebanho de 60. Os demais estão isolados na pequena propriedade.
Pelos exames já realizados, o touro apresentava degeneração cerebral, por ser um animal mais velho, e desenvolveu a doença.
Segundo o Mapa, não houve nenhum tipo de contaminação, até porque os animais eram criados em pastos, sem uso de ração animal. Por isso, a ocorrência tem sido tratada como um caso atípico, ou seja, isolado, e não um tipo “clássico” que envolva a contaminação de um rebanho.
Na manhã de ontem, Fávaro recebeu o embaixador da China no Brasil, Zhu Qingqiao. Ele destacou o fato de o Brasil ter cumprido imediatamente o protocolo sanitário e reforçou a intenção de promover a cooperação agrícola entre os países.
CONTRAPROVA
Amostras do animal e informações foram encaminhadas ao laboratório da Organização Mundial da Saúde Animal (Omas), localizada em Alberta, no Canadá. A expectativa do governo é de que, em cerca de cinco dias, haja uma contraprova sobre o caso. A partir daí, as relações comerciais poderiam ser regularizadas nas próximas semanas.
“Acreditamos que tudo estará normalizado antes da ida do presidente Lula à China”, disse Fávaro. “Aguardamos o resultado do teste para confirmação de caso atípico, mas, com transparência e segurança, ressalto que não há motivos para os consumidores se preocuparem”, afirmou.
Os últimos casos no Brasil foram registrados em 2021, em Minas Gerais e Mato Grosso. Na ocasião, as vendas para a China ficaram suspensas por mais de 100 dias.
A China é o maior comprador da carne brasileira, tendo respondido por 57% das exportações do produto nacional em janeiro, com a movimentação de US$ 485 milhões (cerca de R$ 2,4 bilhões).
Por:Jornal Folha do Progresso/Com informações do jornal O Estado de S. Paulo, em 24/02/2023/16:35:50
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Vaca louca: empresas de frigoríficos perdem mais de R$ 3 bilhões em valor de mercado
JBS foi a companhia que mais perdeu valor (Foto:ANDRÉ DUSEK/ESTADÃO CONTEÚDO).
Minerva, BRF, Marfrig e JBS foram afetadas com exportações para China suspensas
A suspeita de mal da “vaca louca” no Pará confirmada pela Adepará (Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará) afetou as empresas de frigoríficos, como Minerva, BRF, Marfrig e JBS, que tiveram perda de valor de mercado.
Na quarta-feira (22), as ações dessas empresas caíram, resultando em uma perda de R$ 3,07 bilhões em valor de mercado. Antes da confirmação da suspeita, as empresas eram avaliadas em R$ 60,49 bilhões, mas esse valor caiu para R$ 57,42 bilhões.
De acordo com dados levantados por Einar Rivero, da TradeMap, a queda no valor de mercado foi significativa.
A JBS, a companhia que mais perdeu com a queda de ações, recuou de R$ 41,52 bilhões para R$ 39,73 bilhões.
O Brasil suspendeu temporariamente a exportação de carnes bovinas para a China.
Por:Jornal Folha do Progresso/Com informações do O liberal 23/02/2023/17:59:10
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