Rodrigo Paz é eleito presidente da Bolívia em meio a crise econômica

Rodrigo Paz é eleito presidente da Bolívia em meio a crise econômica. | ( Reprodução/ Instagram )

Candidato de centro-direita prometeu buscar acordos com EUA.

Após anos de instabilidade política e intensas disputas ideológicas, a Bolívia voltou às urnas em um momento decisivo para o futuro do país. As eleições presidenciais de 2025 foram marcadas por debates acalorados, promessas de renovação e o desejo de grande parte da população por mudanças profundas no cenário político nacional. Nesse contexto de transição, o segundo turno realizado neste domingo (19) trouxe uma reviravolta significativa.

O senador de centro-direita Rodrigo Paz venceu o segundo turno das eleições na Bolívia neste domingo (19), derrotando seu rival conservador Jorge “Tuto” Quiroga e marcando o fim de quase duas décadas de governos do Movimento ao Socialismo (MAS).

Paz, senador do Partido Democrata Cristão (PDC), obteve 54,5% dos votos, à frente dos 45,5% de Quiroga, com 97% das urnas apuras pelo tribunal eleitoral boliviano. No entanto, o PDC não conseguiu obter a maioria legislativa, o que vai obrigar o novo presidente a firmar alianças para governar.

O novo presidente tomará posse em 8 de novembro. “Precisamos abrir a Bolívia para o mundo”, disse Paz durante seu discurso de vitória em La Paz, após Quiroga rapidamente admitir a derrota.

Rodrigo Paz Pereira nasceu em 1967 na cidade espanhola de Santiago de Compostela, a milhares de quilômetros do Altiplano, quando sua família estava exilada durante as ditaduras militares na Bolívia. Ele tinha 12 anos quando seu pai foi o único sobrevivente de um suposto ataque aéreo.

Paz é filho do ex-presidente boliviano Jaime Paz Zamora (1989-1993), que governou sob os auspícios do ditador Hugo Banzer após o chamado “Acordo Patriótico”. Esse acordo permitiu a Paz Zamora receber o apoio do Congresso e ser empossado presidente.

Durante seu mandato, aprovou a lei de privatização e defendeu o uso comercial e medicinal da coca. Foi acusado de corrupção e ligação com tráfico, mas não chegou a ser condenado. Parte do seu legado político foi transferido para o filho, Rodrigo Paz, agora eleito presidente da Bolívia.

Mudança

A vitória do senador de 58 anos, pai de quatro filhos, marca uma mudança política para o país sul-americano, governado quase ininterruptamente pelo Movimento ao Socialismo (MAS) desde 2006, que antes contava com o apoio da maioria indígena do país.

A plataforma aparentemente moderada de Paz, que promete manter programas sociais e promover o crescimento do setor privado, parece ter repercutido entre os eleitores de esquerda desiludidos com o MAS, fundado por Evo Morales, mas cautelosos com as medidas de austeridade de Quiroga.

Ambos os candidatos fizeram campanha com base na reversão de elementos do modelo estatal da era do MAS, mas divergiram quanto à natureza drástica das medidas.

Paz defendeu uma reforma gradual, incluindo incentivos fiscais para pequenas empresas e autonomia fiscal regional, enquanto Quiroga propôs cortes drásticos e um resgate do Fundo Monetário Internacional (FMI).

“Estamos caminhando para uma nova etapa da democracia boliviana no século XXI”, disse Paz em entrevista à Reuters dois dias antes das eleições na fazenda de sua família na região produtora de gás de Tarija, no sul do país.

“Vamos tentar construir uma economia para o povo”, disse ele, na qual “o Estado não seja o eixo central”.

Assim como seu oponente, Paz prometeu melhorar as relações diplomáticas com os países ocidentais, incluindo os Estados Unidos, após anos de alinhamento da Bolívia com a Rússia e a China.

No final de setembro, ele revelou planos para um acordo de cooperação econômica de US$ 1,5 bilhão com autoridades dos EUA para garantir o fornecimento de combustível.

Movimentos

O apoio eleitoral a Paz no primeiro turno foi impulsionado por seu companheiro de chapa, Edman Lara, um ex-policial conhecido por seus vídeos virais no TikTok denunciando a corrupção.

Lara foi dispensado da Polícia Nacional em 2024 devido a um processo disciplinar, mas seu apelo populista ajudou Paz a se conectar com eleitores mais jovens e da classe trabalhadora.

O principal sindicato da Bolívia, a Central de Trabalhadores da Bolívia (COB), alertou que se oporia a qualquer ameaça aos ganhos sociais e econômicos que obteve, enfatizando que o novo governo precisará de habilidade política para evitar o espectro de protestos de rua.

Os movimentos sociais e indígenas do país se preparam para iniciar uma nova etapa de resistência em defesa das conquistas sociais e da soberania nacional.

Biografia

Em 2002, Rodrigo Paz ingressou no Congresso como representante do departamento de Tarija, mas entre 2010 e 2020, retornou à cidade de mesmo nome, onde atuou primeiro como vereador e depois como prefeito. Vários projetos que ele promoveu naquela cidade foram questionados por supostos superfaturamentos e falha na execução.

Nos últimos cinco anos, o novo presidente da Bolívia atuou como senador nacional pela aliança Comunidade Cidadã, liderada pelo ex-presidente Carlos Mesa. Segundo o especialista Hugo Moldiz, o perfil político de Paz foi construído a partir daquela casa legislativa, onde manteve intervenções críticas, porém construtivas, em relação ao governo de Luis Arce.

Em 2019, Rodrigo Paz integrou a Coordenadoria para a Defesa da Democracia, que desempenhou um papel fundamental na crise política da Bolívia. O grupo pressionou ativamente por um segundo turno eleitoral, argumentando a existência de suposta fraude. As acusações apresentadas pela Coordenadoria foram fundamentais para a subsequente anulação das eleições gerais e o subsequente golpe que derrubou o presidente Evo Morales.

Fonte: Agência Brasil e Republicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/10/2025/14:53:56

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Brasileiros se destacam com grande vitórias no UFC Canadá

UFC Vancouver: Brendan Allen brilha com nocaute técnico e brasileiros se destacam em grande evento no Canadá | Divulgação

UFC Vancouver teve grandes lutas e vitórias brasileiras. Brendan Allen brilha com nocaute técnico, enquanto Mike Malott entra no Top 15. Confira os resultados!

OUFC Vancouver, realizado neste sábado (18), no Canadá, foi marcado por grandes atuações, nocautes impressionantes e vitórias importantes para os brasileiros. Na luta principal, Brendan Allen superou o holandês Reinier de Ridder por nocaute técnico no 4° round, consolidando sua posição entre os melhores do peso-médio (84 kg) do UFC.

Atual número 9 do ranking, Brendan Allen mostrou força, técnica e preparo físico para virar uma luta que começou complicada. Após sofrer no primeiro round com o jogo de chão do holandês, o norte-americano se recuperou, dominou o duelo no solo e impôs um forte ground and pound.

No intervalo entre o 4° e 5° rounds, de Ridder desistiu do combate, decretando o triunfo de Allen por nocaute técnico (interrupção médica). Essa foi a segunda vitória consecutiva do norte-americano, que agora se aproxima de uma possível disputa de cinturão contra Khamzat Chimaev.

“Estou pronto para quem vier. Quero o cinturão em breve”, declarou Allen após o combate.

Mike Malott vence Kevin Holland e entra na mira do Top 15

Na co-luta principal do UFC Vancouver, o canadense Mike Malott venceu o veterano Kevin Holland por decisão unânime (29-28, 29-28, 29-28).O lutador da casa controlou bem a distância e garantiu a terceira vitória seguida, entrando na mira do Top 15 dos meio-médios (77 kg).

Brasileiros brilham no card preliminar

O Brasil teve excelente desempenho no UFC Vancouver, com três vitórias no card preliminar:

  • 🐺 Bruno “Bulldog” Silva finalizou Hyun Sung Park com um mata-leão no 3° round.
  • 💥 Djorden Santos derrotou Danny Barlow por decisão unânime, conquistando sua primeira vitória no UFC.
  • 🥋 Stephanie Luciano finalizou Ravena Oliveira no duelo entre brasileiras, também com um mata-leão no 3° round.

As vitórias mantêm o bom momento dos atletas brasileiros no cenário internacional do MMA.

Destaques internacionais do UFC Vancouver

Além das vitórias brasileiras, o evento teve outros grandes momentos:

  • 🇫🇷 Manon Fiorot nocauteou Jasmine Jasudavicius em apenas 1 minuto de luta e se recoloca na disputa pelo cinturão peso-mosca.
  • 🇨🇦 Charles Jourdain finalizou Davey Grant no 1° round e fez a Rogers Arena explodir.
  • 🇨🇦 Kyle Nelson superou Matt Frevola por decisão unânime.
  • 🇳🇱 Yousri Belgaroui, parceiro de treinos de Alex “Poatan” Pereira, estreou com vitória por nocaute técnico sobre Azamat Bekoev.

Resultados completos do UFC Vancouver

🏆 Card Principal

  • Brendan Allen venceu Reinier de Ridder por nocaute técnico (R4)
  • Mike Malott venceu Kevin Holland por decisão unânime
  • Aiemann Zahabi venceu Marlon Vera por decisão dividida
  • Manon Fiorot venceu Jasmine Jasudavicius por nocaute técnico (R1)
  • Charles Jourdain venceu Davey Grant por finalização (guilhotina) (R1)
  • Kyle Nelson venceu Matt Frevola por decisão unânime

💥 Card Preliminar

  • Drew Dober venceu Kyle Prepolec por nocaute técnico (R3)
  • Aoriqileng venceu Cody Gibson por nocaute (R1)
  • Bruno “Bulldog” Silva venceu Hyun Sung Park por finalização (mata-leão) (R3)
  • Djorden Santos venceu Danny Barlow por decisão unânime
  • Stephanie Luciano venceu Ravena Oliveira por finalização (mata-leão) (R3)
  • Yousri Belgaroui venceu Azamat Bekoev por nocaute técnico (R3)
  • Melissa Croden venceu Tainara Lisboa por nocaute técnico (R3)
Fonte: Diário do Pará e Republicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/10/2025/13:21:32

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Italiano vende escultura invisível por R$ 87 mil e vira fenômeno nas redes

O artista italiano Salvatore Garau afirma que sua escultura invisível é feita de “ar e espírito”. | Divulgação

Escultura de Salvatore Garau reacende debate sobre os limites da arte contemporânea.

Em tempos nos quais o conceito de arte desafia cada vez mais as fronteiras do visível, o artista italiano Salvatore Garau voltou a ocupar espaço nas redes sociais e na imprensa internacional por uma criação que ninguém jamais viu – literalmente. Sua obra “Io Sono” (“Eu Sou”), uma escultura invisível vendida por cerca de R$ 87 mil, reacendeu o debate sobre a materialidade da arte e o valor simbólico das ideias no mercado artístico contemporâneo.

Leiloada em 2021 por 15 mil euros, a peça voltou aos holofotes depois que o perfil britânico Pubity, com mais de 40 milhões de seguidores, republicou imagens da (exposição”, um espaço vazio de 1,5m x 1,5m, em uma postagem que já se aproxima de 1 milhão de curtidas. O comprador recebeu apenas um certificado de autenticidade, sem qualquer objeto físico.

Segundo Garau, a obra é “imaterial”, feita de “ar e espírito”. O artista defende que não vendeu um nada, mas um vácuo dotado de energia e significado. “O vácuo nada mais é do que um espaço cheio de energia, mesmo que o esvaziemos, e ali não resta nada, de acordo com o princípio da incerteza de Heisenberg, que nada tem peso. Portanto, tem energia que se condensa e se transforma em partículas, ou seja, em nós”, afirmou.

DENSIDADE DE PENSAMENTOS

Ele acrescenta que a obra existe na mente e no campo de percepção do público. “Quando decido ‘expor’ uma escultura imaterial num dado espaço, esse espaço vai concentrar uma certa quantidade e densidade de pensamentos num ponto preciso, criando uma escultura que, pelo meu título, só vai assumir as mais variadas formas. Afinal, não moldamos um Deus que nunca vimos?”, explicou.

O certificado recebido pelo comprador especifica que a “escultura imaterial” deve ser colocada em um espaço livre de qualquer obstáculo, com dimensões aproximadas de 200 x 200 cm. A peça é registrada sob o número IM5 e inclui recomendações técnicas incomuns: iluminação especial e controle de temperatura são opcionais, já que a obra “não pode ser vista de forma alguma”.

Assinada e carimbada por Garau, a documentação é o único elemento tangível da criação que transformou o vazio em um espetáculo viral, e reacendeu o eterno debate entre o que é arte e o que é apenas provocação.

Fonte: Metrópoles e Republicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/10/2025/13:51:55

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Veja como foi e o que foi levado no roubo do Museu do Louvre em Paris

Coroa da imperatriz francesa Eugênia, uma das peças roubadas do museu do Louvre em 19 de outubro de 2025 | Foto: Museu do Louvre/Divulgação

De acordo com autoridades francesas, pelo menos quatro criminosos estiveram diretamente envolvidos.

Em uma manhã que parecia comum em Paris, no domingo do dia 19 de outubro de 2025, o que deveria ser mais um dia de visitação no Museu do Louvre acabou entrando para a história por um motivo alarmante. Um dos museus mais famosos e vigiados do planeta foi palco de um roubo audacioso digno de filme, que durou apenas sete minutos, mas deixou um rastro de perplexidade e perguntas sem resposta.

Sem disparar um único tiro ou ferir qualquer pessoa, um grupo de criminosos conseguiu invadir a Galeria de Apolo, onde ficam guardadas algumas das joias mais valiosas da realeza francesa, e fugir com peças avaliadas em milhões de euros.

Enquanto o museu era evacuado e a polícia mobilizava esforços para iniciar as investigações, o mundo assistia, estarrecido, ao desenrolar de um caso que parecia impossível — até acontecer.

Como foi o roubo?

A ação teve início por volta das 9h30 da manhã, apenas meia hora após a abertura ao público. De acordo com autoridades francesas, pelo menos quatro criminosos estiveram diretamente envolvidos.

Dois deles utilizaram um caminhão com guindaste para acessar a fachada do Louvre voltada para o Rio Sena. Com a estrutura, conseguiram arrombar uma janela e invadir o prédio, entrando diretamente na galeria onde estavam expostas as joias.

Lá dentro, quebraram vitrines de segurança, recolheram rapidamente as peças de valor, e fugiram de moto, com o apoio de outros dois comparsas que aguardavam do lado de fora.

O museu foi fechado imediatamente e os visitantes, retirados às pressas.

O que foi levado — e o que ficou?

De acordo com o Ministério Público francês, nove peças foram roubadas. Uma delas, no entanto, foi recuperada pouco depois, abandonada e danificada em uma rua próxima ao museu.

Trata-se de uma das mais icônicas:
  • A coroa da imperatriz Eugênia, esposa de Napoleão III — feita com 1.354 diamantes e 56 esmeraldas.

Outros itens ainda desaparecidos incluem:

  • Uma coroa com safiras e quase 2.000 diamantes;
  • Um colar com oito safiras do Sri Lanka e mais de 600 diamantes, pertencente à rainha Maria Amélia;
  • Um conjunto de colar e brincos da imperatriz Maria Luisa, com 32 esmeraldas e 1.138 diamantes;
  • Um broche com 2.634 diamantes de Eugênia, comprado pelo Louvre em 2008 por € 6,72 milhões (cerca de R$ 42,2 milhões).
  • O item mais valioso da coleção, no entanto, não foi levado: o lendário diamante Regent, de 140 quilates, avaliado em US$ 60 milhões (cerca de R$ 377 milhões).

O que se sabe sobre os criminosos?

Até o momento, ninguém foi preso ou identificado. As autoridades francesas trabalham com várias hipóteses, incluindo:

  • Uso de coletes amarelos como disfarce para se misturarem a trabalhadores;
  • Possível ajuda interna de funcionários do museu;
  • Suspeita de que o roubo tenha sido encomendado por um colecionador privado;
  • E, mais amplamente, envolvimento do crime organizado — com as joias sendo usadas para lavagem de dinheiro, como indicou a promotora Laure Beccuau.

“As somas envolvidas são altíssimas. Tudo hoje pode estar ligado ao narcotráfico”, afirmou.

As câmeras de segurança do museu e depoimentos de funcionários e visitantes serão fundamentais para o avanço das investigações.

O que dizem as autoridades?

A repercussão política foi imediata. O presidente Emmanuel Macron declarou que o roubo foi um ataque ao patrimônio francês e prometeu recuperar as peças e punir os responsáveis:

“O roubo do Louvre é um ataque a um patrimônio que prezamos porque faz parte da nossa história. Recuperaremos as obras e os responsáveis serão levados à Justiça.”

O ministro do Interior, Laurent Nuñez, afirmou que o grupo parecia “muito experiente” e que houve um “claro reconhecimento prévio” da área. “As peças tinham um valor inestimável”, declarou.

Já a ministra da Cultura, Rachida Dati, destacou que, apesar da ousadia do crime, ninguém ficou ferido — algo que alivia, mas não diminui o impacto do ocorrido.

Fonte: DOL e Republicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/10/2025/13:08:53

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EUA bombardeiam nova embarcação na costa da Venezuela e matam três

Foto: Reprodução | Segundo Hegseth, o barco atingido transportava “quantidades substanciais de narcóticos” e pertencia ao Exército de Libertação Nacional (ELN)

Os Estados Unidos realizaram mais um ataque a uma embarcação perto da costa da Venezuela, informou neste domingo (19) o secretário de Guerra americano, Pete Hegseth. Três pessoas morreram no bombardeio, que faz parte da ofensiva marítima iniciada pelo governo de Donald Trump contra o tráfico de drogas no Caribe. É o quinto ataque anunciado pelos EUA desde o início da operação.

Segundo Hegseth, o barco atingido transportava “quantidades substanciais de narcóticos” e pertencia ao Exército de Libertação Nacional (ELN), grupo armado colombiano classificado pelos EUA como organização terrorista. “Esses cartéis são a Al-Qaeda do Hemisfério Ocidental. Eles serão caçados e mortos como os terroristas que são”, declarou.

O governo venezuelano reagiu, acusando os EUA de violar sua soberania e tentar criar um pretexto para invadir o país. A Procuradoria da Venezuela pediu à ONU que investigue os ataques, que classificou como “crimes contra a humanidade”, alegando que as vítimas seriam pescadores e não traficantes.

A tensão aumentou após Trump autorizar operações secretas da CIA em território venezuelano. Em resposta, o presidente Nicolás Maduro criticou as ações americanas e pediu “paz, não guerra”, citando intervenções fracassadas dos EUA no Afeganistão e no Iraque.

Na véspera, Trump publicou vídeo mostrando a destruição de um submarino que, segundo ele, levava fentanil e outras drogas em direção aos EUA. O presidente afirmou que dois “narcoterroristas” foram mortos e dois presos, acrescentando que “nenhum militar americano ficou ferido na operação”.

“Os Estados Unidos não tolerarão narcoterroristas traficando drogas ilegais por terra ou mar”, escreveu Trump na rede Truth Social.

Desde setembro, as forças americanas já destruíram cinco embarcações no Caribe, com ao menos 17 mortes, segundo dados divulgados pelo próprio governo dos EUA. As operações vêm sendo justificadas como parte de um “conflito armado contra os cartéis de drogas”.

Críticos, porém, afirmam que os ataques não têm autorização do Congresso americano nem respaldo internacional. A Venezuela sustenta que os bombardeios têm motivação política e buscam desestabilizar o regime de Maduro e controlar o petróleo do país.

O embaixador venezuelano na ONU, Samuel Moncada, declarou que entre as 27 vítimas de ataques recentes há cidadãos da Colômbia e de Trinidad e Tobago, incluindo pescadores. O episódio amplia a crise diplomática entre Caracas e Washington e reacende temores de uma escalada militar na região.

Fonte: Jornal Folha do Estado e Republicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/10/2025/11:57:01

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Milhões de pessoas saem às ruas em protestos contra o autoritarismo de Trump

(Foto>Direitos de autor Armando Franca/Copyright 2025 The AP. All rights reserved)

Milhões de manifestantes marcharam e reuniram-se em cidades dos EUA no sábado, participando nas manifestações “No Kings” (Sem Reis ou Não há Reis, na sua tradução livre), condenando o que os participantes vêem como a rápida deriva do governo para o autoritarismo sob o presidente Donald Trump.

As pessoas carregavam cartazes com slogans que diziam “Nada é mais patriótico do que protestar” ou “Resistir ao fascismo”, enquanto se aglomeravam na Times Square, em Nova Iorque, e se reuniam aos milhares em parques de Boston, Atlanta, Chicago e outras metrópoles.

Os manifestantes marcharam por Washington e pelo centro de Los Angeles e fizeram piquetes à porta das capitais de vários estados liderados pelos republicanos, de um tribunal em Billings, Montana, e em centenas de espaços públicos mais pequenos.

Muitos manifestantes chegaram mesmo a fazer manifestações à porta de edifícios com o nome de Trump, como em Nova Iorque e Chicago, onde o presidente dos EUA – sob as suas organizações Trump – possui e gere vários imóveis nobres no centro da cidade.

O Partido Republicano de Trump menosprezou as manifestações como comícios “Hate America”, mas em muitos lugares os eventos pareciam mais uma festa de rua.

Havia bandas a marchar, enormes faixas com o preâmbulo da Constituição dos EUA “Nós, o Povo”, que as pessoas podiam assinar, e manifestantes com fatos insufláveis, em particular sapos, que surgiram como um sinal de resistência em Portland, Oregon.

Foi a terceira mobilização em massa desde o regresso de Trump à Casa Branca e teve como pano de fundo um encerramento do governo que não só encerrou programas e serviços federais, como está a testar o equilíbrio central do poder, à medida que uma ala executiva agressiva confronta o Congresso e os tribunais de uma forma que os organizadores do protesto advertem ser um deslize para o autoritarismo.

“Lutei pela liberdade e contra este tipo de extremismo no estrangeiro”, disse Shawn Howard, um antigo fuzileiro naval da Guerra do Iraque, que também trabalhou na CIA durante 20 anos em operações de combate ao extremismo.

“E agora vejo um momento na América em que temos extremistas por todo o lado que estão, na minha opinião, a empurrar-nos para uma espécie de conflito civil”, acrescentou.

Trump, por sua vez, estava a passar o fim de semana na sua propriedade de Mar-a-Lago, na Flórida.

“Dizem que se estão a referir a mim como um rei. Eu não sou um rei”, disse o presidente numa entrevista à Fox News que foi para o ar na sexta-feira, antes de partir para uma angariação de fundos MAGA (Make America Great Again) de 1 milhão de dólares por cabeça (857 600 euros) no seu clube.

 O presidente Donald Trump acena depois de chegar no Air Force One, sexta-feira, 17 de outubro de 2025, no Aeroporto Internacional de Palm Beach, em West Palm Beach, Flórida Mark Schiefelbein/Copyright 2025 The AP. All rights reserved.
O presidente Donald Trump acena depois de chegar no Air Force One, sexta-feira, 17 de outubro de 2025, no Aeroporto Internacional de Palm Beach, em West Palm Beach, Flórida Mark Schiefelbein/Copyright 2025 The AP. All rights reserved.

Os manifestantes – maioritariamente democratas – dizem que vão continuar a sair às ruas para garantir que a democracia do seu país não “escorregue pelas fendas” e proteger a Constituição, que acusam a administração Trump de subverter.

Os deputados criticaram Trump por tentar revogar a cidadania americana por nascimento, um direito protegido pela 14ª emenda, que ainda não foi decidido pelo Supremo Tribunal.

Criticaram também a forma como a sua administração tem visado os imigrantes ilegais, as rusgas de imigração em massa em cidades maioritariamente democratas, como Los Angeles e Chicago, que dividiram e separaram famílias, detiveram e deportaram muitas pessoas, por vezes sem julgamento ou processo legal.

Os manifestantes também exigiram o fim do destacamento de tropas da Guarda Nacional para as cidades americanas para realizar operações de policiamento civil, que Trump considera desnecessárias e inconstitucionais, e apelaram à restauração do poder local para as autoridades estaduais.

Americanos mobilizam-se no estrangeiro

Também se realizaram vários protestos nas principais cidades europeias. As manifestações foram em grande parte organizadas e assistidas por imigrantes norte-americanos que vivem no estrangeiro, que se dizem cada vez mais preocupados com o facto da administração Trump estar a minar a posição global do seu país.

Centenas de pessoas reuniram-se em Madrid, segurando cartazes e sinais que diziam “nenhum homem está acima da lei” e “Não aos tiranos, defendam a democracia!”

“O Governo Trump não está a respeitar as instituições que todos os presidentes anteriores sempre respeitaram. O Partido Republicano está a permitir que isso aconteça. O Supremo Tribunal parece estar a decidir a seu favor em tudo, e estamos muito preocupados com tudo isso”, disse William Kotes, um consultor de admissões de MBA de 66 anos.

“Há outra agenda em curso e penso que é preciso fazer alguma coisa para nos mantermos vigilantes, activos e para nos manifestarmos contra o que está a acontecer”, disse Miss Dawn, funcionária pública internacional.

A manifestação também aconteceu em Lisboa. Na Praça do Comércio, dezenas de imigrantes norte-americanos ergueram cartazes com palavras de ordem contra o autoritarismo da Administração Trump, como “No Kings, No crowns” (Não aos reis, não aos reinos, numa tradução livre).

Os organizadores deste protesto em Lisboa, os Americans in Portugal United in Protest – AMPT, pedem a “Democracia de volta” ao seu país.

Muitos também protestaram contra as mensagens contraditórias do Presidente dos EUA no seu apoio à Ucrânia, após a visita do líder ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, à Casa Branca, na sexta-feira.

Zelenskyy, que visitou Washington para apresentar o caso do seu país e convencer Trump a vender-lhe mísseis Tomahawk de longo alcance, saiu sem as armas que desejava, o que muitos suspeitam ter sido devido ao facto de Vladimir Putin, da Rússia, ter dissuadido Trump de as fornecer.

Alguns manifestantes também criticaram o seu apoio inabalável a Israel e acusaram a atual administração de cumplicidade no que descreveram como um genocídio em Gaza, antes de um acordo de cessar-fogo, mediado por Trump, que entrou em vigor na semana passada.

Fonte:  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/10/2025/15:29:58

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Janja anuncia que governo enviará ajuda humanitária para Faixa de Gaza

Instagram/@janjalula | O anúncio foi feito durante o encerramento do Fórum Mundial da Alimentação

A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, anunciou nesta sexta-feira, 17, que o governo brasileiro enviará ajuda humanitária à Faixa de Gaza nos próximos dias. O anúncio foi feito durante o encerramento do Fórum Mundial da Alimentação, realizado na sede da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, na Itália.

“Aproveitei a oportunidade para anunciar que o presidente Lula, que desde o início denunciou o genocídio na Faixa de Gaza, determinou que o governo brasileiro se junte aos esforços de outros países para enviar ajuda humanitária à região. Um ato urgente de solidariedade e humanidade que representa esperança e recomeço para milhares de famílias”, escreveu Janja nas redes sociais.

A primeira-dama cumpre agenda oficial em Roma a convite da FAO e participa de encontros e painéis sobre segurança alimentar e combate à fome. Hospedada na Embaixada do Brasil, instalada no Palácio Pamphilj, na Piazza Navona, Janja participou de cerca de dez atividades oficiais desde terça-feira, 14.

A agenda de Janja está alinhada à Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, iniciativa lançada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a presidência brasileira do G20 e que vem sendo promovida pela primeira-dama em fóruns internacionais. Lula também cumpriu compromissos na capital italiana, onde abriu o Fórum Mundial da Alimentação e encerrou a segunda reunião do Conselho de Campeões da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza.

Após a passagem por Roma, a primeira-dama seguirá para Paris, onde representará o Brasil no Seminário Internacional “Diálogos Transatlânticos: Transição Energética, Educação Ambiental e ODS”, promovido pela Associação Autres Brésils, entre 19 e 21 de outubro, na Universidade de Sorbonne. Segundo o decreto que designa Janja a representar o Brasil, a viagem não terá ônus aos cofres públicos, incluindo despesas de deslocamento.

 

Fonte: Estadão Conteúdo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/10/2025/07:00:00

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Modelo bielorrussa é assassinada e tem órgãos retirados após cair em golpe de falso emprego na Tailândia

Após um período sem contato, a família de Vera foi informada de sua morte e que seus órgãos haviam sido vendidos no mercado negro. | Reprodução

Vera Kravtsova, 26 anos, foi atraída por proposta de trabalho em Bangkok, mas foi sequestrada e levada para Myanmar, onde foi forçada a atuar em esquema de fraude online e teve seus órgãos vendidos no mercado negro.

A jovem bielorrussa Vera Kravtsova, de 26 anos, foi atraída por uma falsa proposta de trabalho como modelo em Bangkok, Tailândia. Após sua chegada, ela foi sequestrada e levada para Myanmar, onde foi forçada a atuar em um esquema de fraude online. De acordo com relatos, ela foi mantida em cativeiro e submetida a condições de trabalho forçado, sendo ameaçada de morte e de ter seus órgãos removidos.

Após um período sem contato, a família de Vera foi informada de sua morte e que seus órgãos haviam sido vendidos no mercado negro. Os sequestradores exigiram uma quantia significativa para liberar o corpo, mas posteriormente informaram que ela havia sido cremado.

Ajovem bielorrussa Vera Kravtsova, de 26 anos, foi atraída por uma falsa proposta de trabalho como modelo em Bangkok, Tailândia. Após sua chegada, ela foi sequestrada e levada para Myanmar, onde foi forçada a atuar em um esquema de fraude online. De acordo com relatos, ela foi mantida em cativeiro e submetida a condições de trabalho forçado, sendo ameaçada de morte e de ter seus órgãos removidos.

Após um período sem contato, a família de Vera foi informada de sua morte e que seus órgãos haviam sido vendidos no mercado negro. Os sequestradores exigiram uma quantia significativa para liberar o corpo, mas posteriormente informaram que ela havia sido cremado.

Esse caso destaca o crescente problema do tráfico humano na região, com vítimas sendo atraídas por ofertas de emprego falsas e forçadas a trabalhar em condições desumanas. Organizações internacionais alertam para a necessidade de maior vigilância e cooperação entre países para combater essas redes criminosas.

A tragédia de Vera Kravtsova serve como um alerta para os riscos associados a ofertas de trabalho suspeitas e a importância de verificar a legitimidade de oportunidades antes de aceitá-las.

Fonte: Metrópoles e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/10/2025/08:12:52

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Zelensky pede mísseis Tomahawk a Trump para atacar Rússia; americano evita se comprometer

Presidente dos EUA, Donald Trump, recebe o ucraniano Volodymyr Zelensky na Casa Branca, em 17 de outubro de 2025 — Foto: Win McNamee/Getty Images/AFP

Um dia antes do novo encontro, o presidente americano passou mais de 2 horas em ligação com o líder russo, Vladimir Putin. Os dois acertaram uma reunião em Budapeste, na Hungria, que ainda não tem data marcada.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebe o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, na Casa Branca, nesta sexta-feira (17).

É a terceira vez que o ucraniano vai à sede do governo americano, em Washington D.C., para negociar com Trump um possível acordo de paz que dê fim à guerra de seu país com a Rússia, que começou em fevereiro de 2022.

Zelensky vem pressionando Trump a vender mísseis Tomahawk para Kiev. O armamento, um míssil guiado para ataques a longa distância e com alto grau de precisão, permitiria que as forças ucranianas realizassem ataques em alvos mais distantes do território russo. Trump foi evasivo.

“Esse é o problema. Nós precisamos dos Tomahawks”, disse Trump, ao ser questionado por repórteres. “É uma escalada [da guerra], nós discutiremos isso. Nós gostaríamos muito mais de que eles não precisassem dos Tomahawks”.

Trump também foi evasivo ao comentar sobre a possibilidade de a Ucrânia ceder território à Rússia para obter um acordo de paz: “Nunca se sabe. A guerra é muito interessante. Nunca se sabe”, comentou o presidente.

O encontro começou tranquilo, com Trump elogiando o paletó de Zelensky — ao ser recebido em fevereiro, o ucraniano não usava o item.

“É uma honra estar com um líder muito forte, um homem que passou por muita coisa e um homem que conheci muito bem, e nos demos muito bem”, disse o americano, em um almoço antes da reunião.

A relação dos líderes sofreu altos e baixos ao longo do ano. Em 28 de fevereiro, o primeiro encontro de Trump e Zelensky na Casa Branca terminou de forma desastrosa, com bate-boca e o presidente americano e seu vice, J.D. Vance, levantando a voz.

Com o passar do meses, apesar de manter relações com o russo Vladimir Putin e até recebê-lo no Alasca, o tom de Trump em relação à Ucrânia mudou, defendendo até a recuperação integral do território perdido por Kiev durante a guerra há algumas semanas.

Zelensky argumenta que ataques mais poderosos com o uso de Tomahawks ajudariam Putin a levar mais a sério os apelos de Trump por negociações diretas entre a Rússia e a Ucrânia para encerrar a guerra entre os dois países.

Dois meses após uma cúpula que reuniu os presidentes americano e russo no Alasca, nenhum avanço efetivo para um cessar-fogo foi feito.

Telefonema com Putin

Um dia antes, nesta quinta-feira (16), Trump conversou com o líder russo, Vladimir Putin, por telefone.

Em sua rede Truth Social, Trump anunciou que os dois combinaram de voltar a se encontrar pessoalmente em Budapeste, na Hungria. Na semana que vem, em um local ainda não confirmado, assessores de ambos irão se reunir para voltar a tentar chegar a um acordo que leve à paz entre a Rússia e a Ucrânia.

“Acabei de concluir minha conversa telefônica com o presidente Vladimir Putin, da Rússia, e foi muito produtiva. O presidente parabenizou a mim e aos Estados Unidos pela grande conquista da paz no Oriente Médio, algo que, segundo ele, era sonhado há séculos. (…) Também passamos bastante tempo conversando sobre o comércio entre a Rússia e os Estados Unidos após o fim da guerra com a Ucrânia. (…) Acredito que a conversa telefônica de hoje tenha sido um grande progresso”, contou.

O enviado especial de Putin, Kirill Dmitriev, também elogiou o resultado da ligação. Disse que foi “produtiva e positiva, e definiu os próximos passos das negociações claramente”.

Um porta-voz da Casa Branca revelou a repórteres que a conversa durou mais de duas horas e que o presidente americano acredita que ainda é possível reunir os presidentes russos e ucraniano.

A promessa de acabar com as guerras na Ucrânia e em Gaza foi fundamental para o discurso de campanha de Trump em 2024, quando ele criticou duramente o então presidente Joe Biden pela forma como lidou com os conflitos.

No entanto, tal qual seu antecessor, Trump também teve suas ambições de mediar um acordo frustradas por Putin até o momento.

 

Fonte: Redação g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/10/2025/16:23:45

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Anitta se encontra com Rei Charles 3º em cerimônia na Inglaterra

Foto: Divulgação / Ian Jones | Anitta participou do do 13º Prêmio Cultural Liberatum, que celebra a trajetória e o ativismo do líder indígena Kayapó, referência mundial na luta pela preservação da Amazônia
Anitta se encontra com Rei Charles 3º em cerimônia na Inglaterra

Anitta marcou presença ao lado do Rei Charles 3º e do Cacique Raoni em um evento voltado a soluções sustentáveis, realizado na quarta-feira (15), em Londres.

A cerimônia fez parte do 13º Prêmio Cultural Liberatum, que celebrou a trajetória e o ativismo do líder indígena Kayapó, referência mundial na luta pela preservação da Amazônia.

A artista brasileira participou como coanfitriã da premiação, representando o país ao lado de nomes de peso do cenário internacional. O encontro, promovido pela organização Liberatum -fundada pelo próprio monarca britânico em 2020-, reuniu cientistas, empresários, celebridades e representantes de comunidades tradicionais para discutir a transição rumo a uma bioeconomia circular baseada na natureza.

Durante o evento, Anitta cumprimentou o Rei Charles e destacou a relevância da causa ambiental.

A noite foi marcada por homenagens a Raoni, reconhecido por sua atuação internacional em defesa dos povos originários e das florestas. Entre os convidados estavam nomes como Martin Scorsese, Bianca Jagger, Paris Jackson, Chioma Nnadi (editora-chefe da British Vogue) e Rossy de Palma, embaixadora da UNESCO para Diversidade Cultural.

 

Fonte: Folhapress e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/10/2025/14:35:08

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