“Brasil está de braços abertos para receber empresários da Malásia”, diz Lula em Kuala Lumpur

Brasil e Malásia firmaram memorando de entendimento sobre biotecnologia, cultivo de algas, inovação genética e desenvolvimento de sustentabilidade – Foto: Reprodução / Canal Gov

Presidente participa de cúpulas com objetivo de atrair investimentos em áreas como semicondutores, sustentabilidade, biotecnologia e genética e ressalta. Vice-premier da Malásia afirma desejo de intensificar comércio com Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou neste domingo, 26 de outubro, da Reunião Empresarial Brasil-Malásia, em Kuala Lumpur, capital do país do Sudeste Asiático. Durante o evento, Lula ressaltou o potencial de crescimento do comércio entre os dois países, e afirmou que “o Brasil está de braços abertos para receber empresários da Malásia”.

“Precisamos que os empresários da Malásia compareçam ao Brasil, conheçam o Brasil, construam parcerias com as empresas brasileiras que estão aqui”, disse o chefe de Estado brasileiro. “E que as empresas brasileiras que estão aqui conheçam melhor a Malásia, conheçam os empresários da Malásia e possam também fazer investimento aqui, porque política comercial é uma via de duas mãos, é um jogo de ganha-ganha”.

Ao discursar para empresários, Lula afirmou que o papel de um presidente da República é criar oportunidades para que empresários possam fazer negócios. Um de seus objetivos na viagem, disse ele, é fazer com que “o comércio do Brasil e da Malásia possa crescer acima dos quase 6 bilhões de dólares que nós temos”.
Que as empresas brasileiras que estão aqui conheçam melhor a Malásia, conheçam os empresários da Malásia e possam também fazer investimento aqui, porque política comercial é uma via de duas mãos, é um jogo de ganha-ganha
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Presidente da República

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No evento, Brasil e Malásia firmaram memorando de entendimento sobre biotecnologia, cultivo de algas, inovação genética e desenvolvimento de sustentabilidade. Lula também destacou o potencial de cooperação mutuamente benéfica no setor de semicondutores, unindo a expertise tecnológica da Malásia às necessidades e ao mercado em crescimento do Brasil

“Acabei de conversar com oito estudantes brasileiros que estão aqui na Malásia estudando, se preparando, para que o Brasil possa ter empresas da Malásia fazendo investimentos no Brasil, na produção de chips”, disse ele. “É uma coisa que nós precisamos, inclusive para evitar o risco da indústria brasileira terminar ou diminuir a sua produção por falta de chip em qualquer momento de crise nacional”.

O presidente brasileiro fez menção à competência dos malásios, que se tornaram grandes produtores de borracha a partir de uma muda da seringa brasileira. “No caso do Brasil, o Henry Ford [empresário e engenheiro estadunidense], em 1912, sem consultar a engenharia florestal brasileira, tentou plantar um milhão de mudas de seringa no Brasil e não deu certo”, lembrou Lula. “Então parabéns à Malásia, que teve a competência de fazer com que as mudas que vieram para cá não tenham o fungo que ainda tem hoje no Brasil”.

FORTALECIMENTO — Na reunião, o vice-primeiro-ministro e ministro de Transição Energética e Transformação Hídrica da Malásia, Sri Haji Fadillah bin Haji Yusof, também exaltou a perspectiva de ampliação do comércio bilateral. “Para o ano de 2025, esperamos nos envolver ainda mais com o Brasil, atingindo até 7,7 bilhões de dólares. Temos uma forte vontade e energia para aprofundar as nossas relações negociais e econômicas”, afirmou.

AVIAÇÃO — Entre os líderes de empresas que participaram do evento, o presidente da Embraer, Francisco Gomes Neto, lembrou que a empresa tem mais de 300 aeronaves na região da Ásia-Pacífico. “Nós temos uma base importante em Singapura há 25 anos e tivemos excelentes oportunidades para ampliar nosso relacionamento com os países da Ásia, em especial com a Malásia. Identificamos oportunidades de cooperação em três áreas principais: aviação comercial, defesa e segurança e mobilidade aérea urbana”, relatou.

Na Cúpula Empresarial da ASEAN, Lula destacou o potencial de cooperação em áreas como sustentabilidade, transformação digital e segurança alimentar - Foto: Ricardo Stuckert / PR
Na Cúpula Empresarial da ASEAN, Lula destacou o potencial de cooperação em áreas como sustentabilidade, transformação digital e segurança alimentar – Foto: Ricardo Stuckert / PR

CÚPULA DA ASEAN — Mais cedo neste domingo, na Cúpula Empresarial da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), o presidente Lula destacou o potencial de cooperação em áreas como sustentabilidade, transformação digital e segurança alimentar. O evento, realizado no Centro de Convenções MITEC, reuniu líderes políticos e empresariais e marcou uma nova fase no fortalecimento das relações entre o Brasil e o bloco asiático, que hoje é o quinto maior parceiro comercial brasileiro no mundo.

Com uma corrente de comércio que saltou de US$ 3 bilhões (em 2002) para US$ 37 bilhões em 2024, a ASEAN representa um eixo estratégico para a inserção do Brasil na Ásia. Ao longo de seu discurso, Lula ressaltou que as duas regiões compartilham desafios e oportunidades semelhantes, o que reforça a importância da colaboração entre países do Sul Global. “Há quem questione o conceito de Sul Global, dizendo que os países que o compõem são diversos demais entre si. Mas existem muito mais interesses que nos unem do que diferenças que nos separam”, disse ele.

Segundo o presidente, a união entre os países em desenvolvimento é essencial para enfrentar desigualdades globais e garantir avanços efetivos. “Temos que trabalhar juntos para evitar que mudanças ampliem as assimetrias que existem entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento. Se não nos unirmos, falharemos com as 673 milhões de pessoas que ainda sofrem com a fome no mundo”, alertou.

Temos que trabalhar juntos para evitar que mudanças ampliem as assimetrias que existem entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento. Se não nos unirmos, falharemos com as 673 milhões de pessoas que ainda sofrem com a fome no mundo
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Presidente da República

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Ao mencionar impactos das mudanças do clima e das novas tecnologias, Lula observou que os países do Sul correm risco de serem os mais afetados pelos efeitos ambientais e econômicos de transformações que não ajudaram a causar. “Seremos os mais afetados pela mudança do clima, mesmo que não tenhamos sido, historicamente, os maiores responsáveis pelas emissões de gases do efeito estufa”, disse.
O presidente acrescentou que é necessário garantir oportunidades de desenvolvimento e regulação tecnológica justa. Além disso, defendeu uma nova ordem internacional baseada no multilateralismo e na cooperação. “Um mundo multipolar regido por regras multilaterais é o melhor caminho para a paz e a prosperidade. O Brasil e a ASEAN têm tudo para se tornarem pólos de uma ordem internacional mais justa e equilibrada. Enquanto outros apostam na rivalidade e na competição, nós escolhemos a parceria e a cooperação”, enfatizou.

ENCONTRO — No sábado (25/10), o presidente brasileiro teve reunião bilateral com o primeiro-ministro da Malásia, Anwar Ibrahim, em Putrajaya, onde fica a sede de governo e a residência oficial do governo malasiano. Essa foi a primeira visita do presidente Lula à Malásia e a segunda de um chefe de Estado brasileiro ao país, 30 anos depois da primeira.

Na ocasião, Lula afirmou que a visita marca um novo momento nas relações bilaterais, com foco no fortalecimento de parcerias em áreas estratégicas, como tecnologia e inovação, incluindo semicondutores.

Foram firmados sete instrumentos de cooperação, entre eles memorandos de entendimento nas áreas de semicondutores, ciência e inovação tecnológica, pesquisa espacial e agricultura sustentável, além de acordos entre instituições de formação diplomática e centros de pesquisa dos dois países. Também foram abertos seis novos mercados para produtos brasileiros.

COMÉRCIO BILATERAL — A Malásia é um dos principais parceiros do Brasil na Ásia, com intercâmbio crescente em áreas de tecnologia e energia. O comércio bilateral somou US$ 487,2 milhões em setembro de 2025, sendo US$ 346,4 milhões em exportações brasileiras e US$ 140,9 milhões em importações. Em 2024, o fluxo total chegou a US$ 5,8 bilhões, com aumento de 5,9% em relação ao ano anterior e superávit brasileiro de US$ 2,7 bilhões. Os principais produtos exportados foram minério de ferro (37%) e óleos brutos de petróleo (28%), volume superior ao das exportações brasileiras para países europeus como França, Itália, Portugal e Reino Unido.

ASEAN — A Malásia é um dos países da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), bloco econômico integrado por Brunei, Camboja, Cingapura, Filipinas, Indonésia, Laos, Malásia, Mianmar, Tailândia e Vietnã. Na quinta e na sexta-feira (dias 23 e 24), o presidente brasileiro esteve na Indonésia. Neste domingo (26), Lula se tornou o primeiro presidente do Brasil a participar de uma Cúpula da ASEAN. A visita ocorre a convite da Presidência do bloco, atualmente exercida pela Malásia. Em 25 anos, o comércio entre o Brasil e a ASEAN cresceu mais de 16 vezes, e no ano passado chegou a US$ 37,2 bilhões.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 27/10/2025/06:46:41

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Lula e Trump se reúnem na Malásia e avançam em negociação sobre tarifas impostas a produtos brasileiros

Presidente Lula cumprimenta o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante encontro em Kuala Lumpur, na Malásia: conversa franca e construtiva – Foto: Ricardo Stuckert / PR

Encontro abriu espaço para novas rodadas de negociação, que devem prosseguir ainda hoje. Presidente brasileiro considerou a reunião “franca e construtiva”
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu neste domingo, 26 de outubro, em Kuala Lumpur, na Malásia, com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para tratar das tarifas impostas às exportações brasileiras. Durante a conversa, descrita por Lula como “franca e construtiva”, os líderes discutiram caminhos para a suspensão das medidas e reforçaram o compromisso de aprofundar o diálogo econômico entre os dois países.

“Tive uma ótima reunião com o presidente Trump na tarde deste domingo, na Malásia. Discutimos de forma franca e construtiva a agenda comercial e econômica bilateral. Acertamos que nossas equipes vão se reunir imediatamente para avançar na busca de soluções para as tarifas e as sanções contra as autoridades brasileiras”, afirmou o presidente Lula nas redes sociais.
 
Segundo o governo brasileiro, a imposição das tarifas ao país carece de base técnica e desconsidera o fato de que os Estados Unidos mantêm superávit na balança comercial em relação ao Brasil. No encontro com Trump, Lula renovou o pedido brasileiro de suspensão das tarifas, propondo um período de negociação.

“O presidente Lula começou dizendo que não havia assunto proibido e renovou o pedido de suspensão das tarifas impostas à exportação brasileira durante um período de negociação, da mesma forma a aplicação da lei Magnitsky a algumas autoridades brasileiras, e disse que estava pronto a conversar”, relatou o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.

“A conclusão final é de que a reunião foi muito positiva, e nós esperamos em pouco tempo agora, em algumas semanas, concluir uma negociação bilateral que trate de cada um dos setores da atual tributação americana ao Brasil”

Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores

Segundo o ministro, os dois presidentes tiveram uma conversa “muito descontraída e muito alegre”, que foi aberta à imprensa por alguns minutos. O presidente Trump expressou “admiração pelo perfil da carreira política do presidente Lula, já tendo sido duas vezes presidente da República, perseguido no Brasil, provado sua inocência e vitoriosamente conquistado o terceiro mandato à frente da presidência da República”.

Durante o diálogo, Trump afirmou admirar o Brasil, e concordou com a necessidade de um processo de revisão tarifária. “A conclusão final é de que a reunião foi muito positiva, e nós esperamos em pouco tempo agora, em algumas semanas, concluir uma negociação bilateral que trate de cada um dos setores da atual tributação americana ao Brasil”, afirmou o chanceler.

NEGOCIAÇÕES — As negociações deverão prosseguir, ainda hoje, em Kuala Lumpur, entre ministros brasileiros e suas contrapartes dos Estados Unidos.

O secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Rosa, também destacou o caráter franco do diálogo. “O diálogo foi franco, o presidente Lula deixou claro que a motivação utilizada pelos Estados Unidos para impor a elevação de tarifas para o restante do mundo não se aplica ao Brasil por conta do superávit da balança comercial para os Estados Unidos”, afirmou.

Rosa ressaltou ainda o papel estratégico do Brasil na região: “O Brasil tem um papel muito importante na América do Sul, por isso também nos colocamos à disposição para colaborar com os Estados Unidos nos outros temas que possam ser pertinentes.”

LEI MAGNITSKY — Durante o encontro, Lula também citou a Lei Magnitsky, utilizada pelos Estados Unidos para impor sanções a autoridades estrangeiras. Segundo o presidente, a aplicação da lei em relação a ministros do Supremo Tribunal Federal brasileiro é “injusta”, uma vez que “respeitou-se o devido processo legal e não houve nenhuma perseguição”.

A reunião contou também com a presença do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio; do secretário do Tesouro, Scott Bessent; e do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/10/2025/08:46:41

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Ator pornô é condenado a prisão perpétua por matar e esquartejar dois homens no Reino Unido

FotoReprodução| Uma das vítimas foi golpeada na cabeça com um martelo. Já o outro homem foi esfaqueado várias vezes no torso, rosto e pescoço.

Um tor pornô colombiano acusado de matar dois homens, esquartejá-los e tentar espalhar seus restos mortais de uma ponte em Bristol, no oeste da Inglaterra, foi condenado nesta sexta-feira, 24, em Londres, à prisão perpétua, com um período mínimo de cumprimento da pena de 42 anos.

Ao proferir a sentença, o juiz do Tribunal da Coroa de Woolwich, no sudeste de Londres, advertiu o acusado, Yostin Andrés Mosquera, de 35 anos, que ele poderia passar o resto de sua vida preso.

“Insisto que os 42 anos são o mínimo (de cumprimento da pena). Pode ser que nunca seja libertado”, declarou o juiz Joel Bennathan.

Mosquera recebeu duas penas de prisão perpétua e uma condenação a 16 meses de detenção por posse de pornografia infantil. O colombiano havia sido declarado culpado em julho pelo duplo assassinato de Paul Longworth, um inglês de 71 anos, e Albert Alfonso, de 62, de origem francesa e naturalizado britânico. O casal, que vivia em união estável, residia em Londres.

“Foi uma tragédia para eles que você, Yostin Mosquera, tenha entrado em suas vidas”, afirmou o juiz, acrescentando que estava “certo” de que o acusado tinha a intenção de vender o apartamento deles após matá-los.

O caso, que ganhou as manchetes da imprensa britânica, ocorreu em julho de 2024, quando a polícia descobriu duas malas com restos humanos na famosa ponte Clifton, em Bristol. A polícia havia sido alertada por pedestres que acharam suspeito o comportamento de Mosquera, que foi preso posteriormente.Durante o julgamento em abril, o colombiano reconheceu apenas o homicídio culposo de Albert Alfonso, com quem mantinha relações sexuais, segundo a investigação. Na ocasião, Mosquera acusou Alfonso de causar a morte de Longworth.Ambas as vítimas haviam viajado com o acusado para a Colômbia.

Uma foto divulgada pela imprensa mostrava os três sorrindo em um barco no país sul-americano.Durante o julgamento, a promotoria, que descreveu o colombiano como um “ator pornô”, explicou que ele não podia negar os fatos, pois havia filmado seu ato.Uma análise do computador de Mosquera revelou que, antes do assassinato, ele havia pesquisado o valor da residência do casal em Londres. Também teria tentado acessar as economias de Alfonso para fazer transferências para sua própria conta na Colômbia.Algumas partes dos corpos das duas vítimas foram encontradas em um freezer no apartamento dos falecidos.

Segundo a acusação, Mosquera teria matado os dois homens em 8 de julho de 2024 no apartamento das vítimas em Londres e depois “teria tentado roubá-los”.

Paul Longworth foi golpeado na cabeça com um martelo, e Albert Alfonso foi “esfaqueado várias vezes” no torso, rosto e pescoço.

Fonte: o liberal e Republicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/10/2025/16:22:03

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Idoso simula o próprio funeral para testar respeito – veja se deu certo

Idoso quis testar amor da comunidade. Foto: 20164rhodi/Unsplash

Veterano indiano de 74 anos quis saber quanto era querido e organizou o próprio velório, com caixão, flores e procissão.

Um idoso de 74 anos decidiu realizar um experimento inusitado na Índia: simular o próprio funeral para descobrir quantas pessoas o amavam e o respeitavam. O caso aconteceu na aldeia de Konchi, na região de Gaya, e rapidamente ganhou destaque na imprensa local.

O protagonista da história é Mohan Lal, ex-veterano da Força Aérea Indiana, que organizou uma cerimônia completa seguindo os rituais tradicionais do país. Ele chegou a deitar em um caixão coberto por um lençol branco, adornado com guirlandas de flores, enquanto a comunidade acreditava participar de um funeral real.

A procissão percorreu as ruas da aldeia até o crematório, onde centenas de moradores acompanhavam emocionados. Foi lá que Lal se levantou do caixão, revelando estar vivo e explicando sua motivação:

“Após a morte, as pessoas carregam o esquife, mas eu queria testemunhar isso eu mesmo e ver quanto respeito e afeto as pessoas me dão”, disse o veterano à mídia local.

O Falso Velório e a Reação da Comunidade

Após a revelação, uma efígie simbólica foi queimada no local e um banquete comunitário reuniu os moradores em clima de celebração.

Conhecido por suas ações sociais, Mohan Lal é respeitado na região por iniciativas como o financiamento e construção de um crematório para facilitar os serviços funerários em épocas de chuva. Segundo os vizinhos, o grande comparecimento ao falso velório apenas confirmou o carinho e a admiração que a comunidade tem por ele.

Fonte: Diário do Pará e Republicado Por: Jornal Folha do Progresso em 22/10/2025/13:12:10

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Assassino de John Lennon revela motivo do crime após 45 anos

Mark David Chapman fala sobre o assassinato de John Lennon. | Divulgação/Vídeo/CNN e Far Out/YouTube Still

Mark David Chapman revelou o motivo do assassinato de John Lennon em audiência de liberdade condicional, refletindo sobre fama e obsessão.

Mark David Chapman, o homem que assassinou John Lennon em 8 de dezembro de 1980, aos 40 anos, voltou a falar sobre o crime que chocou o mundo durante um comitê de liberdade condicional.

Em uma declaração surpreendente, Chapman, que atualmente tem 70 anos e cumpre pena na Penitenciária Green Haven, no estado de Nova York, revelou que sua motivação para o ato violento foi puramente egoísta.

Ele afirmou que o assassinato foi uma tentativa de “ser alguém”, destacando a influência da fama de Lennon em sua decisão fatídica. Esse relato vem à tona 45 anos após a tragédia que não apenas tirou a vida de um dos ícones da música, mas também deixou uma marca indelével na cultura pop.

A revelação de Chapman não só reacende o debate sobre a natureza do crime, mas também provoca reflexões sobre a fama, a idolatria e as consequências da obsessão.

O crime que abalou o mundo

O assassinato de John Lennon ocorreu em frente ao edifício Dakota, onde o músico residia em Nova York. Naquela noite fatídica, Lennon estava voltando para casa com sua esposa, Yoko Ono, quando foi abordado por Chapman, que disparou cinco tiros, atingindo Lennon quatro vezes nas costas. O impacto da morte de Lennon foi sentido em todo o mundo, levando a uma onda de luto e protestos pela paz.

Desde então, a figura de Lennon se tornou um símbolo não apenas da música, mas também da luta pela paz e pelos direitos humanos. O legado de sua obra continua a inspirar gerações, e sua morte prematura é frequentemente lembrada como um dos momentos mais trágicos da história da música moderna.

De fã ao assassinato

Chapman, que cresceu em uma família presbiteriana na cidade de Decatur, Geórgia, era fã dos Beatles. No entanto, sua admiração se transformou em indignação diante do estilo de vida de Lennon e suas declarações controversas, como o comentário sobre a banda ser “mais popular que Jesus” e as letras provocativas das músicas “God” e “Imagine”.

Além de Lennon, Chapman também cogitou assassinar outras personalidades públicas como o comediante Johnny Carson, o beatle Paul McCartney e a atriz Elizabeth Taylor. Na época do crime, ele não tinha antecedentes criminais e havia recentemente deixado seu emprego como segurança no Havaí.

Durante sua recente audiência, Chapman também explicou que sua decisão de assassinar Lennon estava enraizada em um desejo profundo de ser reconhecido. “Isso foi por mim e somente por mim, infelizmente, e teve tudo a ver com a popularidade dele”, disse Chapman. Essa confissão revela uma faceta perturbadora da obsessão que algumas pessoas têm por figuras públicas, onde a linha entre admiração e possessividade pode se tornar perigosamente tênue.

Chapman também mencionou que, na época do crime, ele estava lutando com questões de identidade e autoestima. Ele acreditava que ao eliminar Lennon, ele se tornaria uma figura notória, alguém que seria lembrado na história. Essa perspectiva egoísta e distorcida é um lembrete sombrio de como a fama pode afetar não apenas os artistas, mas também aqueles que os cercam.

O impacto do assassinato

A morte de John Lennon teve um impacto profundo na sociedade. O assassinato não apenas gerou um luto coletivo, mas também provocou um aumento na discussão sobre a violência e a segurança das celebridades. Desde então, muitos artistas e figuras públicas têm enfrentado ameaças e ataques, levando a um debate contínuo sobre a proteção de indivíduos em destaque.

Além disso, a tragédia de Lennon trouxe à tona questões sobre a saúde mental e a necessidade de apoio para aqueles que lutam com problemas emocionais.

Atualmente, Chapman continua a cumprir prisão perpétua (com possibilidade bienal de liberdade condicional após 20 anos de pena), desde então, ele tem buscado a liberdade condicional e esta foi sua 14ª tentativa sem sucesso. Durante a audiência, ele expressou arrependimento pelos danos causados aos admiradores e amigos da lenda da música, mas o comitê não demonstrou convicção em relação à sinceridade de seu pedido de desculpas.

Fonte: Aventuras na História e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/10/2025/16:52:01

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Nicolas Sarkozy: ex-presidente francês inicia cumprimento de pena

Ex-presidente francês é o primeiro líder do país desde a Segunda Guerra a ser encarcerado; ele nega envolvimento em esquema com Gaddafi | Foto: Reprodução/Instagram

Nicolas Sarkozy, ex-presidente da França, começa a cumprir pena de cinco anos por associação criminosa no caso Gaddafi. Entenda os detalhes dessa história.

Aprisão de figuras políticas de alto escalão é um evento raro na França moderna, mas o caso de Nicolas Sarkozy marca um divisor de águas na história recente do país. O ex-presidente francês, conhecido por seu estilo enérgico e mandato turbulento entre 2007 e 2012, tornou-se o primeiro líder da nação desde a Segunda Guerra Mundial a ser preso, reacendendo o debate sobre corrupção, impunidade e justiça no sistema político francês.

Sarkozy é preso em Paris e inicia cumprimento de pena

O ex-presidente francês Nicolas Sarkozy, de 70 anos, começou nesta terça-feira (21) a cumprir uma pena de cinco anos de prisão por associação criminosa, no âmbito do chamado “caso Gaddafi”, que investiga um suposto esquema de financiamento ilegal de sua campanha presidencial de 2007 com recursos enviados pelo regime do ditador líbio Muammar Gaddafi.

A detenção, marcada por forte aparato de segurança e pela presença de apoiadores em frente à sua casa em Paris, faz de Sarkozy o primeiro ex-chefe de Estado francês encarcerado desde o fim da Segunda Guerra Mundial.

Durante a manhã, apoiadores se reuniram diante da residência do ex-presidente, que se despediu da multidão ao lado da esposa, Carla Bruni, e de seus filhos. Em mensagem publicada nas redes sociais, ele voltou a afirmar sua inocência e classificou a decisão judicial como uma “vergonha”, dizendo ser “um homem inocente preso por vingança”.

Sarkozy foi levado para a prisão de La Santé, no bairro de Montparnasse, ao sul do rio Sena. Ele ocupará uma cela de 9 metros quadrados, equipada com banheiro, chuveiro e televisão, permanecendo em isolamento por motivos de segurança, já que o local abriga detentos por tráfico e terrorismo. O político poderá solicitar liberação provisória, mas deve aguardar decisão judicial em até dois meses.

O caso Gaddafi

As investigações, que se estendem há mais de dez anos, apontam que a campanha de Sarkozy em 2007 teria recebido milhões de euros em espécie enviados por intermediários de Gaddafi em troca de favores diplomáticos. Segundo o Ministério Público, Sarkozy teria se comprometido a melhorar a imagem do ditador junto ao Ocidente.

Embora tenha sido absolvido de receber pessoalmente o dinheiro, o ex-presidente foi condenado por associação criminosa, junto a dois ex-ministros, Brice Hortefeux e Claude Guéant, que também teriam participado de reuniões com representantes do regime líbio em 2005 para discutir o suposto repasse de fundos.

A defesa de Sarkozy entrou com recurso, o que mantém sua presunção de inocência até o julgamento final. No entanto, a Justiça determinou o início imediato da pena, alegando a “gravidade excepcional do crime”, que poderia abalar a confiança dos cidadãos nas instituições democráticas.

Antes de ser levado à prisão, Sarkozy foi recebido pelo atual presidente Emmanuel Macron, em um encontro descrito pelo Palácio do Eliseu como “um gesto humano de respeito a um antecessor”.

Na cela, o ex-presidente levou dois livros simbólicos: A Vida de Jesus, de Ernest Renan, e O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas, a história de um homem preso injustamente que busca vingança.

O último líder francês a ser preso havia sido Philippe Pétain, condenado por traição em 1945 por colaborar com o regime nazista. Antes dele, apenas Luís XVI, deposto e executado em 1793, havia enfrentado destino semelhante.

Fonte: VEJA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/10/2025/16:05:55

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‘Dama de ferro japonesa’, ex-baterista de heavy metal: quem é Sanae Takaichi, 1ª premiê mulher da história do Japão

Sanae Takaichi, ao centro, líder do governante Partido Liberal Democrata, e outros parlamentares participam da sessão extraordinária da Câmara Baixa, em Tóquio, Japão, nesta terça-feira, 21 de outubro de 2025 — Foto: AP Photo/Eugene Hoshiko 

Takaichi substituirá o primeiro-ministro Shigeru Ishiba, encerrando um vácuo político de três meses e uma intensa disputa interna desde a derrota eleitoral do Partido Liberal Democrata em julho.

A conservadora japonesa Sanae Takaichi vinha repetindo nos últimos anos que gostaria de se tornar “a dama de ferro do Japão”, em referência à ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher, de quem se diz fã.

A partir de agora, ela poderá colocar seu desejo em prática: nesta terça-feira (21), Takaichi, uma política de longa data da direita japonesa, austera e que também já foi baterista de heavy metal, se tornou primeira-ministra do Japão.

Takaichi virou também a primeira chefe de governo mulher na história de um país que se destaca pouco em avanços na igualdade de gênero a ocupar o cargo.

Mas o título não parece lhe preocupar muito

Representante da ala mais à direita do Partido Liberal Democrata (PLD), Takaichi disse que não pretende fazer muito para que seu país deixe de ser dos menos avançados em políticas de gênero entre as nações desenvolvidas.

Nesta terça, em seu primeiro discurso após se tornar premiê, disse que a questão não está na primeira linha de sua agenda política.

Embora já tenha sido ministra de Economia, Assuntos Internos e Igualdade de Gênero, ela também se posicionou assim ao longo de sua vida política, na qual entrou há mais de 30 anos — o que também pode ter sido uma forma de sobreviver em um meio no qual mulheres que debatiam questões de gênero eram deixadas para trás (leia mais abaixo).

Em 1993, Takaishi foi eleita deputada no Parlamento de sua cidade natal, Nara, município perto da famosa Quito na região central do Japão.

Depois, ocupou cargos importantes dentro do PLD e nos governos dos ex-premiês Shinzo Abe — que morreu em 2022 vítima de um atentado — e Fumio Kishida, incluindo o de ministra da Segurança Econômica, Assuntos Internos e Igualdade de Gênero.

Como seus antecessores, Takaichi, admiradora de Margaret Tatcher, tem um perfil austero e conservador. Assim com a ex-premiê britânica, que governou o Reino Unido com linha dura durante três mandatos e se tornou uma das líderes mais influentes do século XX, a japonesa pretende ganhar notoriedade por uma postura forte e políticas marcantes no país oriental.

Ela defende um Exército mais forte, mais gastos fiscais para o crescimento, promoção da fusão nuclear do Japão e políticas mais rígidas em relação à imigração.

Heavy metal e moto

A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, toca bateria em imagem de arquivo. Ela já integrou uma banda de heavy metal. — Foto: Sanae Takaichi/ Redes sociais
A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, toca bateria em imagem de arquivo. Ela já integrou uma banda de heavy metal. — Foto: Sanae Takaichi/ Redes sociais

Takaichi é conhecida por ser uma trabalhadora esforçada. E em todas as áreas que atua: quando estudante, ela era baterista de uma banda de heavy metal e pilotava motocicleta.

Ela diz ser uma “workaholic” que prefere trabalhar em casa a sair e socializar. Mas, após duas tentativas frustradas de liderar o LDP no passado, ela afirma ter se esforçado para construir mais conexões com os colegas.

Nesta terça, ela pediu a todos os parlamentares do partido que “trabalhem como um cavalo”.

“Abandonarei a expressão ‘equilíbrio entre vida pessoal e profissional’. Trabalharei, trabalharei, trabalharei e trabalharei”, disse ela em uma falaque geraram fortes reações entre internautas japoneses.

Sanae Takaichi, em imagem de arquivo, com motocicleta que pilotava na juventude. — Foto: Arquivo Pessoal
Sanae Takaichi, em imagem de arquivo, com motocicleta que pilotava na juventude. — Foto: Arquivo Pessoal

Luta para se manter entre ambiente dominado por homens

Parlamentares mulheres do LDP frequentemente foram preteridas para cargos ministeriais ou deixadas de lado se falassem sobre diversidade e igualdade de gênero. As mulheres ocupam apenas cerca de 15% das cadeiras na Câmara Baixa do Japão, a mais poderosa das duas câmaras parlamentares. Apenas duas das 47 governadoras de províncias do Japão são mulheres.

Takaichi evitou falar sobre questões de gênero no passado, mantendo visões antiquadas defendidas pelos pesos pesados do partido masculino.

Ela havia prometido aumentar significativamente o número de mulheres em seu governo, mas nomeou apenas duas ministras e uma terceira mulher como uma de suas três assessoras especiais.

Ela apoia a sucessão exclusivamente masculina da família imperial e se opõe tanto ao casamento entre pessoas do mesmo sexo quanto à emenda à lei do século XIX que exige que casais tenham o mesmo sobrenome.

“As políticas da Sra. Takaichi são extremamente agressivas, e duvido que ela consideraria políticas que reconhecessem a diversidade”, disse Chiyako Sato, comentarista política e redatora sênior do jornal Mainichi.

Takaichi apoiou o apoio financeiro à saúde da mulher e ao tratamento de fertilidade como parte da política do PLD de fazer com que as mulheres cumpram seus papéis tradicionais de boas mães e esposas.

Mas ela também reconheceu suas dificuldades com os sintomas da menopausa e enfatizou a necessidade de educar os homens sobre a saúde feminina para ajudar as mulheres na escola e no trabalho.

Visões de extrema direita da primeira-ministra sobre história e segurança

Espera-se que Takaichi mova o governo para a direita, especialmente após formar uma aliança com o Partido da Inovação do Japão, de direita, ou Ishin no Kai. O parceiro anterior, o moderado Komeito, apoiado por budistas, deixou a coalizão em protesto contra as visões ultraconservadoras de Takaichi.

Ela resistiu a reconhecer as agressões e atrocidades japonesas durante a guerra e negou que tenha havido uso de coerção contra trabalhadores coreanos e mulheres mantidas como escravas sexuais pelas tropas japonesas. Ela participou de uma campanha para remover referências à escravidão sexual durante a guerra dos livros escolares.

Suas visões revisionistas podem complicar os laços com Pequim e Seul, dizem analistas. Na semana passada, aparentemente para evitar tensões, Takaichi enviou um ornamento religioso para marcar o festival de outono de Yasukuni, em vez de visitar o santuário pessoalmente.

Ela disse que planeja manter laços estáveis com a China e fortalecer ainda mais a parceria de segurança com a Coreia do Sul.

Uma defensora da China, ela frequenta o Santuário Yasukuni, visto pela China, pelas duas Coreias e por outras vítimas asiáticas da agressão japonesa na Segunda Guerra Mundial como um lugar que glorifica o passado de guerra do país.

“Agora que o PLD tem sua primeira presidente mulher, o cenário mudará um pouco.”

Uma defensora da China, ela é frequentadora assídua do Santuário Yasukuni, visto pela China, pelas duas Coreias e por outras vítimas asiáticas da agressão japonesa na Segunda Guerra Mundial como um lugar que glorifica o passado de guerra do país.

Economia

O desafio agora será como a nova premiê vai fazer frente ao aumento expressivo no custo de vida dos japoneses. A expectativa é que ela lance mão de um pacote de austeridade para estabilizar a economia do Japão, a quarta maior do mundo.

Mas as medidas devem também encarecer ainda mais a vida das pessoas.

Takaichi, de 64 anos, foi eleita líder do enfraquecido Partido Liberal Democrata (PLD) no início de outubro. Agora, ela substitui o ex-premiê Shigeru Ishiba, que foi forçado a renunciar após duas derrotas eleitorais desastrosas.

A recém-eleita líder do Partido Liberal Democrata (PLD), Sanae Takaichi, comemora após vencer a eleição para a liderança do PLD em Tóquio, Japão, em 4 de outubro de 2025. — Foto: Kim Kyung-Hoon/Pool/REUTERS
A recém-eleita líder do Partido Liberal Democrata (PLD), Sanae Takaichi, comemora após vencer a eleição para a liderança do PLD em Tóquio, Japão, em 4 de outubro de 2025. — Foto: Kim Kyung-Hoon/Pool/REUTERS

Fonte: Fonte: g1  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/10/2025/13:17:09

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Vídeo: Brasileira sofre tentativa de estupro no metrô de Paris

Foto: Reprodução | Jhordana Dias, de 26 anos, estava voltando para casa. O irmão relatou o caso.

A goiana Jhordana Dias, de 26 anos, sofreu uma tentativa de estupro no metrô de Paris. A brasileira está na França há alguns meses. Uma passageira que ajudou a socorrer a jovem filmou o momento em que o suspeito ainda estava no vagão (assista acima).

As informações foram dadas ao g1 pelo irmão da jovem, Cícero Júnior, que também mora na França. Ele contou que a agressão aconteceu na manhã de quinta-feira (16). De acordo com ele, Jhordana estava sozinha no trem voltando para casa quando tudo aconteceu.

“Por volta das 8h30, ela me ligou desesperada com a cara toda ensaguentada dizendo que alguém agarrou ela”, contou Cícero.

Enquanto os dois estavam na ligação, uma senhora que estava no metrô perguntou para Jhordana se ela conhecia o agressor, contou Cícero.

Como Jhordana não fala francês, ela não conseguiu responder. Foi o Cícero quem falou com a mulher, relatou. De acordo com o rapaz, ele pediu que a mulher, que não foi identificada, chamasse a polícia.

Segundo o irmão, Jhordana ficou em choque após a agressão, com mordidas nos lábios e cortes no rosto. “Ela gritou por socorro e tentou se defender,” contou ainda.

Foto mostra como está Jhordana Dias após agressão em metrô de Paris — Foto Arquivo pessoalCícero Junior
Foto mostra como está Jhordana Dias após agressão em metrô de Paris — Foto Arquivo pessoalCícero Junior

Passageira ajudou goiana

Em vídeo, Cícero contou o que aconteceu à irmã (assista abaixo). Ele disse que uma mulher que estava em outro vagão ouviu os gritos e foi até onde Jhordana estava para ajudar.

Segundo o irmão, ele registrou um boletim de ocorrência, mas o agressor ainda não foi encontrado. Ao g1, Cícero contou que Jhordana é estudante de contabilidade. “Desde a agressão ela não consegue dormir direito. Tem medo de ficar sozinha,” contou.

Veja vídeo:

Fonte: Fonte: g1  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/10/2025/13:17:09

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Vídeo: Trump publica vídeo de IA com ataque de fezes a manifestantes

Vídeo criado por IA debocha de manifestantes – (crédito: Reprodução/Truth social)

Em publicação na Truth Social, presidente publica vídeo lançando bomba de fezes sobre manifestantes.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou neste domingo (19/10) um vídeo feito por inteligência artificial em que aparece pilotando um avião militar, usando uma coroa de rei e lançando “bombas” de fezes sobre manifestantes dos protestos “No Kings” (“Sem reis”). A publicação foi feita na rede social, a Truth Social.

O vídeo foi a primeira reação pública de Trump às manifestações que tomaram as ruas de diversas cidades americanas e europeias no sábado (18/10). Em entrevista à Fox News, o presidente comentou o episódio e tentou afastar as críticas de autoritarismo. “Estão se referindo a mim como rei. Eu não sou um rei”, afirmou.

Antes disso, o Partido Republicano havia minimizado os protestos, classificando-os como “movimentos antiamericanos”. A mobilização foi uma das maiores desde o retorno de Trump à Casa Branca e ocorre em meio à paralisação do governo federal, o chamado shutdown, provocada pela falta de acordo no Congresso sobre o orçamento.

Veja vídeo:

Fonte: Correio Brasiliense e Republicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/10/2025/16:48:56

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Chef paraense Saulo Jennings “rejeita convite” para preparar jantar de evento promovido pelo príncipe William

Foto: Reprodução | Saulo Jennings e Príncipe William.

O chef paraense Saulo Jennings, de 47 anos, da renomada Casa do Saulo, recusou o convite do Príncipe William para assinar o jantar do Prêmio Earthshot, que será realizado em novembro, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. O motivo da desistência foi uma exigência do príncipe britânico: o cardápio da cerimônia teria que ser 100% vegano.

“Estou fora. Não faz sentido para mim deixar os peixes da Amazônia de lado”, afirmou o chef paraense, conhecido por valorizar ingredientes regionais da Amazônia e pela defesa da gastronomia tapajônica.

Jennings havia sido convidado ao lado da chef Tati Lund, do restaurante Org Bistrô, responsável por culinária natural e sustentável.

O jantar faz parte da cerimônia do Prêmio Earthshot, criado por William para celebrar iniciativas ambientais inovadoras. O evento deve reunir cerca de 700 convidados e antecede a participação do príncipe na COP30, em Belém, onde ele estará presente na reunião de líderes globais.

Mesmo após recusar o convite para o evento no Rio de Janeiro, Saulo não ficará de fora da cúpula do clima. Em Belém, ele comandará as cozinhas das delegações da China e da Dinamarca, levando os sabores da Amazônia ao centro das discussões mundiais sobre o meio ambiente.

Fonte: Tapajos Notícias e Republicado Por: Jornal Folha do Progresso em 20/10/2025/15:55:13

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