Efeito Trump: dólar dispara, juros futuros dos EUA avançam e bitcoin bate recorde após eleições

Trump faz discurso da vitória para apoiadores na Flórida — Foto: Alex Brandon/AP

Política econômica mais protecionista defendida pelo republicano pode elevar a inflação na maior economia do mundo e gerar aumento nos juros do país, o que valoriza a moeda americana.

A vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos provocou um aumento expressivo nos juros futuros americanos nesta quarta-feira (6) e, como consequência, o dólar também dispara frente a outras moedas no mundo todo.

No Brasil, às 10h35, o dólar tinha alta de 0,63%, cotado a R$ 5,7827. Na máxima do dia, até aqui, a moeda já bateu os R$ 5,8619. O índice DXY — que mostra qual a variação do dólar em relação a uma cesta de moedas de outros países (como euro, iene, libra esterlina e dólar canadense) — tinha alta de cerca 2%.

Os juros futuros dos Estados Unidos indicam a expectativa do mercado financeiro para qual deve ser a taxa de juros definida pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) nos próximos anos.

Essas taxas, que hoje estão entre 4,75% e 5,00% ao ano, servem como referência para o rendimento das Treasuries, os títulos públicos americanos, considerados os ativos mais seguros do mundo. Para os próximos anos, havia uma expectativa de que as taxas fossem menores, mas a vitória de Trump voltou a fazer as projeções subirem.

Durante a manhã, o rendimento do Treasury de 10 anos (que representa a expectativa para as taxas americanas daqui a 10 anos), por exemplo, saltou para o maior patamar em quatro meses, em torno de 4,47%, rompendo a máxima da semana passada, de 4,388%. Os rendimentos de dois anos também avançaram, chegando a 4,31%.

Mas qual a razão para este desempenho?

O candidato republicano defende uma política econômica mais protecionista, que prioriza a produção interna nos Estados Unidos em detrimento da importação de outros países.

Isso pode criar uma guerra comercial mais rígida para a China e reduzir as exportações de outros países emergentes que são importantes parceiros comerciais americanos, como Brasil e México, por exemplo. Essa antecipação de cenário ajudou a valorizar o dólar contra outras moedas emergentes.

“Já havia um impacto da percepção do risco de vitória do Trump, com a expectativa de que ele possa colocar tarifas de importação sobre países como México e China. Exportadores de commodities, como o Brasil, também podem ser afetados”, diz o economista Luciano Costa, economista-chefe da Monte Bravo Corretora.

Além de uma possível redução das exportações, que fariam com que menos dólares entrassem em circulação no Brasil, o aumento das tarifas nos Estados Unidos também encareceria os preços dos produtos dentro do próprio país, pois quanto mais taxas, mais caros ficam os produtos e serviços.

Preços mais altos gerariam uma nova pressão na inflação americana, o que pode levar o Fed a manter os juros mais altos, por mais tempo, para controlar os preços.

“Desta forma, investidores farão a opção de investir nos EUA com as taxas das Treasuries (títulos públicos americanos, considerados os mais seguros do mundo) mais altas”, diz Alexandre Viotto, chefe da mesa de câmbio da EQI Investimentos.

No Brasil, pode ser pior

Além da força do dólar no mundo inteiro pelas expectativas de juros maiores durante o governo de Trump, no Brasil ainda pesa a questão fiscal.

O cenário das contas públicas brasileiras preocupa os investidores. Quando os gastos públicos estão elevados, acima das receitas do governo (gerando déficit público), o mercado passa a desconfiar da capacidade do país de arcar com suas dívidas no médio e longo prazo.

Esse risco mais alto faz com que investidores esperem juros também mais altos para trazerem seus recursos para o Brasil. O resultado dessa demanda por taxas maiores foi uma desvalorização ainda mais forte do real na última semana.

Havia uma grande expectativa do mercado financeiro de que a equipe econômica do governo federal apresentasse algum pacote de cortes nos gastos públicos ainda na semana passada, logo após o segundo turno das eleições municipais no Brasil. Isso não aconteceu.

A equipe econômica do governo venha afirmando que está discutindo os gastos — o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse, inclusive que o governo está na “reta final” das definições dos cortes.

Porém, enquanto não há definição de quais despesas serão cortadas, o dólar deve continuar subindo com mais força, aliado à eleição de Trump. “Quanto mais tempo passa, mais o mercado vai se protegendo”, diz Beto Saadia, diretor de investimentos da Nomos.

Bitcoin bate recorde

O bitcoin, criptomoeda mais popular do mundo, também dispara nesta quarta-feira (6) e renova seu maior patamar histórico, sendo negociado próximo dos US$ 74 mil, com a vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos.

Às 08h, o bitcoin registrava alta de cerca 6,50% e era vendido a US$ 73.863. Na máxima do dia, a moeda subiu 8,63%, ultrapassando os US$ 75 mil. No Brasil, a alta da criptomoeda era ainda mais expressiva, de mais de 11%, vendida a quase R$ 443 mil.

O efeito da vitória do candidato republicano sobre a democrata Kamala Harris também impulsiona outras criptomoedas pelo mundo, como o ethereum, a solana e a BNB, alguns dos principais criptoativos da atualidade.

Isso porque Donald Trump é um defensor mais ferrenho das criptomoedas do que Harris e investidores esperam que o político adote medidas que favoreçam esse mercado durante seu mandato.

No fim de julho deste ano, durante sua campanha eleitoral, Trump participou da conferência Bitcoin 2024 e disse aos participantes do evento que eles seriam “muito felizes” com uma eventual vitória sua.

“Se a criptografia vai definir o futuro, quero que seja extraída, cunhada e fabricada nos Estados Unidos”, disse o republicano.

Essa postura favorável às criptomoedas foi uma mudança nos discursos de Trump. Há alguns anos, ele se manifestava publicamente contra esse tipo de ativo.

Em um post no X (antigo Twitter) em 2019, Trump afirmou que não era “fã” do bitcoin e de outras criptomoedas, dizendo que esses ativos “não são dinheiro e cujo valor é altamente volátil e baseado no ar”.

“Ativos criptográficos não regulamentados podem facilitar comportamento ilegal, incluindo comércio de drogas e outras atividades ilegais”, disse o republicano à época.

A mudança de postura, segundo especialistas ouvidos em reportagem do g1, é consequência de uma mudança do perfil do eleitorado norte-americano, que tem cada vez mais criptomoedas.

Fonte: *Com informações da agência de notícia Reuters  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/11/2024/10:03:12

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique no link abaixo e entre na comunidade e no canal:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Bolsonaro parabeniza Trump pela vitória nas eleições dos EUA

Bolsonaro parabeniza Trump pela vitória nas eleições dos EUA (Foto: Alan Santos/PR

O ex-presidente encaminhou uma mensagem e publicou um vídeo em suas redes sociais.

Na madrugada desta quarta-feira (6), antes mesmo da confirmação da vitória de Donald Trump na disputa pela presidência dos Estados Unidos, Jair Bolsonaro enviou uma mensagem aos aliados no qual celebrava a vitória do republicano.Em um grupo de Whatsapp, minutos antes da confirmação da conquista do estado da Pensilvânia, o ex-mandatário escreveu: “Obrigado meu Deus. Parabéns, Donald Trump. Salmos 30:5: “O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.”

O texto foi compartilhado por volta das 4h20, no horário de Brasília, junto a um vídeo produzido para o momento. Em uma sequência de imagens, o ex-presidente aparece em encontros com Donald Trump realizados durante viagens oficiais aos Estados Unidos. O material reúne ainda imagens do ataque sofrido por Bolsonaro durante a campanha de 2018, além de elogios do republicano ao líder do PL.

Pouco tempo depois, Bolsonaro publicou uma nova mensagem parabenizando o candidato do partido Republicano.

Comitiva abastece com informações in loco

Bolsonaro foi abastecido com informações da apuração americana por uma comitiva brasileira que acompanhou o processo do comitê republicano. Ele está impedido de realizar viagens internacionais por determinação judicial.

Liderado pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro, o grupo chegou à Flórida no início da semana. Gilson Machado, ex-ministro do Turismo e seu filho, Gilson Filho, vereador eleito no Recife nas eleições municipais, acompanharam a contagem de votos direto da casa de Trump, no resort de luxo em Mar-a-Lago.

De um outro ponto do estado americano, a deputada federal Bia Kicis (PL) também monitorou o avanço dos números e compartilhou impressões com colegas bolsonaristas.

Para o entorno do ex-presidente, o retorno de Trump à Casa Branca é visto como um sinal positivo para o avanço de pautas conservadoras. Entre as mensagens compartilhadas nesta madrugada não faltaram texto de defesa da liberdade de expressão e contrárias à liberação do aborto.

Leia a íntegra da mensagem de Bolsonaro

“Hoje, testemunhamos o ressurgimento de um verdadeiro guerreiro. Um homem que, mesmo após enfrentar um processo eleitoral brutal em 2020 e uma injustificável perseguição judicial, ergueu-se novamente, como poucos na história foram capazes de fazer.Contra tudo e contra todos, Donald Trump voltará à Presidência da República dos Estados Unidos da América para completar sua missão: restaurar a grandeza de sua nação, proteger os interesses de seu povo e trabalhar por um mundo mais livre e com mais paz e tranquilidade.

Parabéns, meu amigo, por esta vitória épica que marca não apenas seu retorno à Casa Branca, mas também o triunfo da vontade popular sobre os desígnios arrogantes de alguns poucos que desprezam nossos valores, nossas crenças e nossas tradições.

Este triunfo é histórico, um marco que reacende a chama da liberdade, da soberania e da autêntica democracia. Esta vitória encontrará eco em todos os cantos do mundo, impulsionando não apenas os Estados Unidos, mas também o fortalecimento da direita e dos conservadores em muitos outros países.

Que a vitória de Trump inspire o Brasil a seguir o mesmo caminho. Que nossos compatriotas vejam neste exemplo a força para jamais se dobrarem, para erguerem-se com honra, seguindo o exemplo daqueles que nunca se deixam vencer pelas adversidades.

Que nossa nação retome o seu destino de grandeza, para que seu povo volte a se orgulhar de sua história e de seus valores, sem a mácula da censura e do abuso de autoridade, com liberdade e segurança para todos.

Talvez em breve Deus também nos conceda a chance de concluir nossa missão com dignidade e nos devolva tudo o que foi tirado de nós.

Talvez tenhamos uma nova oportunidade de restaurar o Brasil como uma terra de liberdade, onde o povo é senhor de seu próprio destino. Até lá, seguiremos firmes, de pé, cada um de nós, pelo sonho de um Brasil forte, livre e fiel aos seus valores mais elevados.”




Lula parabeniza Trump por vitória na eleição dos EUA, deseja sorte e prega diálogo

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente do Brasil, Lula, em montagem feita pelo g1 — Foto: Carlos Barria/Reuters e TON MOLINA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Na semana passada, presidente do Brasil disse que torcia pela candidata democrata Kamala Harris. ‘A democracia é a voz do povo e deve sempre ser respeitada’, declarou o petista.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) parabenizou nesta quarta-feira (6) o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump. O petista desejou sorte e pregou diálogo e trabalho conjunto pela paz.

“Meus parabéns ao presidente Donald Trump pela vitória eleitoral e retorno à presidência dos Estados Unidos. A democracia é a voz do povo e ela deve ser sempre respeitada. O mundo precisa de diálogo e trabalho conjunto para termos mais paz, desenvolvimento e prosperidade. Desejo sorte e sucesso ao novo governo”, afirmou Lula.

Lula deu as declarações em postagem em uma rede social. Na semana passada, durante entrevista a um veículo de comunicação francês, o petista declarou apoio à democrata Kamala Harris.

Na ocasião, o presidente brasileiro disse que a vitória de Kamala era um caminho mais seguro para o fortalecimento da democracia no mundo e que torcia por ela.

A vitória de Trump foi divulgada por volta das 7h35 desta quarta-feira. Conforme projeção da Associated Press, ele garantiu votos suficientes para um novo mandato como presidente dos Estados Unidos.

O resultado foi anunciado após ser atingida uma margem segura de votos em que não é mais possível que ele seja superado pela democrata Kamala Harris, ainda que a contagem de cédulas pelo país não tenha sido totalizada.

Segundo o colunista do g1 Valdo Cruz, o presidente brasileiro e assessores decidiram esperar as projeções cravarem vitória de Trump para divulgar a mensagem de Lula parabenizando o republicano.

A postura de Lula em relação à vitória de Trump foi diferente da que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) adotou quando o democrata Joe Biden foi eleito presidente em 2020.

Na ocasião, o então presidente Bolsonaro só enviou a Biden uma mensagem com cumprimentos pela vitória mais de um mês após a divulgação do resultado do pleito nos Estados Unidos.

Caminho é o pragmatismo, avaliam diplomatas

Nos bastidores, diplomatas brasileiros dizem que o caminho para o governo Lula deve ser a aposta no pragmatismo, para que os dois países mantenham uma boa relação.

Diplomatas avaliam que as declarações recentes de Lula a favor de Kamala não colaboraram para a futura relação entre Lula e Trump.

Essas fontes do Itamaraty destacam, contudo, que os dois presidentes não conviveram no exercício dos mandatos, logo, é possível reverter eventual mal-estar.

Discurso da vitória

Mais cedo nesta quarta-feira, Trump discursou como presidente eleito para apoiadores na Flórida e disse que seu novo governo será “a era de ouro da América”.

Trump subiu ao palco em um resort de luxo em Palm Beach na madrugada desta quarta-feira (6) ao lado da família e do senador JD Vance, candidato a vice-presidente.

A apuração dos votos ainda estava em andamento quando ele discursou. Trump somava 267 dos 270 delegados no Colégio Eleitoral, segundo projeções da agência AP, e superava a democrata Kamala Harris também no voto popular.

Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/11/2024/09:00:32

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique no link abaixo e entre na comunidade e no canal:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Trump é eleito presidente dos EUA: veja que Estados votaram no republicano ou em Kamala Harris

O candidato republicano Donald Trump venceu a eleição para presidente dos Estados Unidos. A vitória foi confirmada após ele obter 276 cadeiras do Colégio Eleitoral, de um total necessário de 270 para garantir a vitória.

Antes da oficialização, mas quando projeções indicavam a provável vitória de Trump, o republicano fez discurso de agradecimento aos eleitores se declarando vencedor.

Naquele momento, Donald Trump reunia 266 cadeiras do Colégio Eleitoral, de um total necessário de 270 para garantir a vitória.

Nos Estados Unidos, o chamado voto popular – número total de votos recebidos por cada candidato – não define o futuro presidente.

Isso acontece porque, no país, ele não é escolhido de maneira direta, mas eleito por delegados que representam os Estados e Washington DC no Colégio Eleitoral.

Nos EUA, os eleitores escolhem o Colégio Eleitoral — o órgão conta com 538 delegados distribuídos entre todos os Estados e Washington D.C., segundo a população e o número de parlamentares de cada Estado (incluindo a Câmara dos Deputados e o Senado).

Após a contagem de votos em cada Estado, o candidato que soma 270 delegados entre os 538 vence a eleição.

Vencidos por Donald Trump, republicano (266 delegados)

Alabama (9 votos no Colégio Eleitoral)

Alaska (3 votos)

Arkansas (6 votos)

Carolina do Norte (16 votos)

Carolina do Sul (9 votos)

Dakota do Norte (3 votos)

Dakota do Sul (3 votos)

Flórida (30 votos)

Geórgia (16 votos)

Idaho (4 votos)

Indiana (11 votos)

Iowa (6 votos)

Kansas (6 votos)

Kentucky (8 votos)

Louisiana (8 votos)

Mississipi (6 votos)

Missouri (10 votos)

Montana (4 votos)

Nebraska (4 votos)

Ohio (17 votos)

Oklahoma (7 votos)

Pensilvânia (19 votos)

Tennessee (11 votos)

Texas (40 votos)

Utah (6 votos)

Virgínia Ocidental (4 votos)

Winsconsin (10 votos)

Wyoming (3 votos)

Vencidos por Kamala Harris, democrata (219 delegados)

Califórnia (54 votos no Colégio Eleitoral)

Colorado (10 votos)

Connecticut (7 votos)

Delaware (3 votos)

Havaí (4 votos)

Illinois (19 votos)

Maryland (10 votos)

Massachussets (11 votos)

Minnesota (10 votos)

Nebraska (1 voto)

Nova Jersey (14 votos)

Nova York (28 votos)

Novo México (5 votos)

Oregon (8 votos)

Rhode Island (4 votos)

Vermont (3 votos)

Virginia (13 votos)

Washington (12 votos)

Washington DC (3 votos)

Fonte: BBC BRASIL e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/11/2024/08:32:50

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique no link abaixo e entre na comunidade e no canal:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Em discurso de vitória, Trump relembra tentativas de assassinato e diz que teve a vida poupada por Deus: ‘Missão’

Trump faz discurso da vitória para apoiadores na Flórida — Foto: Alex Brandon/AP

Trump foi alvo de duas tentativas de assassinatos durante a campanha. A primeira delas aconteceu em julho durante um comício na cidade de Butler, na Pensilvânia.

À época, o republicano foi baleado de raspão na orelha e deixou o local escoltado por agentes do Serviço Secreto. O atirador foi morto por oficial norte-americano.

Já em setembro, um outro atirador se posicionou próximo a um campo de golfe de Trump na Flórida. Disparos foram ouvidos no local, mas nenhum atingiu o republicano. O suspeito foi baleado e preso.

Sem citar diretamente os dois casos, Trump disse que foi salvo por Deus para que ele cumprisse sua missão na Presidência.

    “Deus salvou minha vida por uma razão: para salvar nosso país e restaurar a América em sua grandeza. Vamos seguir essa missão juntos. Essa tarefa não será fácil, mas trarei toda a minha energia e minha alma para conseguir”, declarou o republicano.

A apuração dos votos ainda estava em andamento quando Trump subiu ao palco. Ele liderava a disputa no Colégio Eleitoral e no voto popular. Além disso, o jornal “The New York Times” estimava chance de vitória para ele acima de 95%.

Trump classificou sua vitória como o “maior movimento político de todos os tempos”. Ele afirmou que não descansará até devolver aos americanos uma “América segura e próspera”. O republicano também fez acenos à união nacional, pedindo que todos os americanos se juntem a ele no governo.

“Nós vamos começar a colocar a América em primeiro lugar. Juntos podemos fazer com que a América seja grande novamente. Eu não vou decepcioná-los.”

Durante a fala, Trump não citou a adversária Kamala Harris. A expectativa é que a democrata faça um discurso ao longo desta quarta-feira.

Imigração ilegal

No novo governo, Donald Trump prometeu consertar tudo o que está de errado nos Estados Unidos, começando pela fronteira e pela segurança nacional.

  “E agora vamos chegar a um novo nível de importância, porque vamos ajudar nosso país a se curar. Nosso país precisa de ajuda urgente”, disse.

Ainda falando sobre imigração, Trump afirmou que os Estados Unidos precisam fechar suas fronteiras.

O presidente eleito esclareceu que isso não impede que as pessoas continuem a ir para o país, mas enfatizou que elas devem entrar de forma legal no território norte-americano.

Durante a campanha, Trump prometeu fazer a maior deportação em massa da história dos Estados Unidos. Ele também acusou países da América Central e do Sul de enviar criminosos para o território norte-americano.

Diversas vezes nos últimos meses, o republicano relacionou a imigração ilegal a um suposto aumento da criminalidade nos Estados Unidos.

No discurso, Trump prometeu que não vai descansar até devolver “a América segura e próspera que merecemos”.

Trump faz 1º discurso após votação nos EUA: ‘Maior feito político’

 Apoiadores de Trump comemoram — Foto: Evan Vucci/AP

Apoiadores de Trump comemoram — Foto: Evan Vucci/AP

Promessas e união

Donald Trump anunciou que adotará como slogan a seguinte máxima: “Promessas feitas serão cumpridas”.

O republicano prometeu que fará com que os Estados Unidos deem a “volta por cima”, com melhorias nos indicadores econômicos. Ele disse que reduzirá o déficit do governo e cortará impostos. Na área da saúde, sugeriu que o ex-candidato independente Robert F. Kennedy Jr. fará parte da gestão.

Trump também fez um aceno à união. Ele disse que recebeu uma votação expressiva de todos os segmentos da sociedade norte-americana, incluindo afroamericanos, hispânicos e árabes — que são eleitores que costumam votar nos democratas.

“Jovens, velhos, urbanos, rurais. Todos nos ajudaram hoje”, disse. “Eu peço a cada cidadão em todo o país que se junte a mim na minha jornada. É hora de unir nosso país. O sucesso vai nos unir.”

J.D. Vance e Elon Musk

Trump fez agradecimentos especiais a duas pessoas que foram essenciais na campanha republicana: ao vice na chapa, J.D. Vance, e ao bilionário Elon Musk.

Em relação a J.D. Vance, Trump disse que enfrentou certa resistência dentro do partido ao convidá-lo a ser vice-presidente na chapa republicana.

    “Eu sabia que ele era muito bom, e juntos vamos fazer esse país dar a volta por cima”, afirmou.

Vance subiu ao palco e agradeceu a Trump pela oportunidade. Ele disse que os Estados Unidos testemunharam a “mais incrível volta por cima da história política americana”.

“Sob a liderança do presidente Trump, vamos lutar pelos seus sonhos, por seus filhos. Vamos fazer a maior virada econômica dos Estados Unidos”, disse Vance.

Em seguida, Trump dedicou uma boa parte do discurso para agradecer a Elon Musk. O bilionário foi um dos grandes patrocinadores do candidato republicano e chegou a sortear dinheiro para estimular eleitores.

rump chamou Musk de “supergênio” que precisa ser valorizado. Ele citou os feitos das empresas de Musk nas áreas de pesquisa espacial e tecnologia e disse que amava o bilionário.

47º presidente

Trump faz discurso da vitória para apoiadores na Flórida — Foto: Alex Brandon/AP

Trump será o 47º presidente dos Estados Unidos. Ele será o segundo na história dos Estados Unidos a ter dois mandatos não consecutivos. O republicano governou o país entre 2017 e 2021.

Aos 78 anos, ele também deve ser o mais velho a assumir a Presidência dos Estados Unidos, superando o recorde de Joe Biden.

Também será a primeira vez que uma pessoa condenada pela Justiça governará o país. Em maio deste ano, ele foi condenado por fraude contábil ao declarar como gasto de campanha um pagamento feito a uma ex-atriz pornô.

O republicano ainda é réu em três processos diferentes, com dezenas de acusações. E, mesmo eleito, ele terá de ir a julgamento. Em um dos processos, Trump é acusado de tentar reverter de forma ilegal o resultado das eleições presidenciais de 2020.

O republicano é acusado ainda por 18 mulheres de crimes sexuais — três deles estupros — segundo um levantamento da rede de TV norte-americana ABC. Ele nega todos os casos.

Antes de chegar à Casa Branca, Trump construiu uma carreira empresarial de sucesso. O pai dele fez fortuna erguendo prédios nos bairros do Brooklyn e do Queens, em Nova York.

Em 1968, ele se formou em Economia na Escola Wharton da Universidade da Pensilvânia e, em seguida, sucedeu o pai no comando da empresa familiar.

Enquanto o pai dele construía casas para a classe média, Trump optou pelas torres luxuosas, hotéis, cassinos e campos de golfe. Já nos anos 1980, ergueu diversos empreendimentos em Nova York, incluindo a Trump Tower e o Trump Plaza.

A fama como grande empresário também fez com que ele fizesse aparições constantes na TV e no cinema. Nos anos 2000, apresentou a versão americana do programa “O Aprendiz”.

Como presidente, Trump foi criticado durante o primeiro mandato pela condução das políticas para o combate à pandemia de Covid-19 e pelo comportamento controverso.

Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/11/2024/11:41:43

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique no link abaixo e entre na comunidade:

*     Clique aqui e acesse a comunidade do JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

https://www.folhadoprogresso.com.br/moradores-de-santarem-viajam-em-carros-tematicos-no-periodo-de-halloween/




Kamala e Trump seguem empatados a menos de 24h da eleição

Trump e Kamala disputam voto a voto nos EUA. | Foto: Reprodução/Instagram

Desde 26 de outubro os candidatos oscilam, no máximo, um ponto percentual nas intenções de voto.

A atual vice e candidata democrata à Presidência dos Estados Unidos, Kamala Harris, e o ex-presidente e candidato republicano, Donald Trump, estão empatados com 48% das intenções de voto em disputa direta. A eleição ocorre nesta terça-feira, 5 de novembro.

O levantamento diário da TIPP —plataforma com a pesquisa considerada a mais precisa do último ciclo pelo jornal americano The Washington Post— aponta um empate persistente. Desde 26 de outubro os candidatos oscilam, no máximo, um ponto percentual nas intenções de voto.

Quando são considerados outros candidatos —aqueles filiados a partidos menores ou com candidatura independente—, o republicano figura ligeiramente à frente de Kamala: 48,8%, contra 48,3%.

A pesquisa ainda destaca a importância dos eleitores indecisos nesta reta final da eleição. Segundo o novo levantamento, 6% dos entrevistados dizem poder mudar de ideia até o momento do voto.

As campanhas democrata e republicana trabalham, agora, para tentar angariar esses eleitores e convencer os cidadãos a votar. Nos EUA, o voto não é obrigatório, e a população pode votar antecipadamente desde outubro.

O prazo para a participação nas eleições se encerra nesta terça, data oficial do pleito americano. Segundo pesquisa do instituto Gallup publicada na última quinta-feira (31), 54% dos eleitores devem votar antecipadamente.

A expectativa apontada pelo levantamento é de que 42% dos cidadãos aptos a votar o façam somente no dia final. Essa parcela da população é o principal alvo das campanhas neste momento, em especial, nos estados-pêndulo —aqueles que não demonstram clara tendência democrata ou republicana neste ciclo.

A pesquisa da TIPP entrevistou 1.411 pessoas por todo o país, de 1º a 3 de novembro. A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais.

Fonte:  Gabriel Barnabé/Folhapress  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/11/2024/15:51:47

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique no link abaixo e entre na comunidade e no canal:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Raio mata jogador e deixa outros feridos em jogo de futebol; VÍDEO: ATENÇÃO, IMAGENS FORTES

Após o impacto de um raio em jogador, diversos outros atletas desabaram no gramado. | Foto: Reprodução/X (antigo Twitter)

Lateral José Hugo de la Cruz Meza não resistiu após ser atingido em campo; goleiro e mais três atletas foram levados ao hospital.

Em um cenário que deveria exaltar a paixão pelo esporte, uma tarde de futebol no Peru se transformou em uma cena de desespero e luto. O Estádio Coto Coto, na cidade de Huancayo, reunia jogadores e torcedores que, como tantas outras vezes, disputavam mais um jogo em busca dos três pontos. Contudo, a intensidade do clima naquela tarde – marcada por um temporal pesado – era um prenúncio do que se tornaria um momento trágico e inesquecível para todos os presentes.

Sob um céu carregado e sob forte chuva, o confronto entre Juventud Bellavista e Familia Chocca se transformou em uma cena de horror quando um raio atingiu o lateral José Hugo de la Cruz Meza, de 39 anos, tirando sua vida.

Além de Meza, outros quatro jogadores também foram feridos e precisaram ser encaminhados ao hospital. O caso mais grave é o do goleiro Juan Choca, de 40 anos, que sofreu queimaduras e está em estado crítico. “O estado de saúde dos outros três jogadores ainda não foi divulgado pela imprensa local”, informou um porta-voz das autoridades locais.

O temporal, que já havia causado preocupação entre os presentes, levou à paralisação do jogo momentos antes do impacto fatal. De acordo com relatos, os jogadores se dirigiam para os vestiários quando o raio caiu sobre o campo, pegando a todos de surpresa.

Imagens divulgadas nas redes sociais registram o exato momento em que o raio atinge Meza. Ao seu lado, o goleiro Juan Choca, que caiu ao solo junto com outros jogadores. O impacto foi tão intenso que ao menos oito atletas foram derrubados, mas, entre eles, apenas Meza não se moveu, deixando claro o desfecho trágico do incidente.

VÍDEO: ATENÇÃO, IMAGENS FORTES

https://twitter.com/i/status/1853520863716376836

Fonte:  O Dia e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/11/2024/15:32:28

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique no link abaixo e entre na comunidade e no canal:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

 




Acidente de ônibus deixa 36 mortos na Índia

Foto: Reprodução | Acidentes são frequentes nas rodovias da Índia, conhecidas por suas condições precárias e perigosas.

Trinta e seis pessoas morreram nesta segunda-feira (4/11) no estado de Uttarakhand, norte da Índia, quando o ônibus em que viajavam caiu em um barranco, informou o governo local.

“Confirmamos 36 vítimas até o momento”, afirmou Deepak Rawat, funcionário do governo do estado de Uttarakhand, no Himalaia. Três pessoas gravemente feridas foram transportadas de helicóptero para o hospital.

Acidentes são frequentes nas rodovias da Índia, conhecidas por suas condições precárias e perigosas.

Segundo um relatório do Banco Mundial de 2021, 11% do total de mortes nas estradas no mundo acontecem na Índia, apesar de o país representar apenas 1% dos veículos do planeta.

Fonte: O liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/11/2024/14:43:08

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique no link abaixo e entre na comunidade e no canal:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Entenda como funciona o processo eleitoral dos EUA

Os Estados Unidos (EUA) não elegem seu presidente por meio do voto direto e nem sempre é eleito aquele que conquista a maioria dos votos. Entenda aqui como funciona o processo eleitoral. | Foto: RS/via Fotos Publicas

Saiba como funciona o processo eleitoral, o conceito de “the winner takes it all”, estados pêndulos, voto antecipado e prévias eleitorais

Apontados como “a maior democracia do mundo”, os Estados Unidos (EUA) não elegem seu presidente por meio do voto direto. E nem sempre o eleito é aquele que conquista a maioria dos votos. Algo difícil de ser entendido pelos brasileiros, que tiveram, como mote para a retomada da democracia, nos anos 80, o lema Diretas Já.

“Não são só eleições diretas que caracterizam uma democracia. A democracia tem outras instituições que a caracterizam, como, por exemplo, o Judiciário e os direitos do cidadão, como liberdade de expressão e direito ao voto, ainda que de forma indireta. Vejo como problema maior o fato de o sistema eleitoral dos EUA ser excludente e eivado de vícios, com um monte de problemas. Por exemplo, o fato de não haver, lá, um órgão centralizador do processo, como o nosso TSE [Tribunal Superior Eleitoral]”, explicou à Agência Brasil o pesquisador do Instituto Nacional de Estudos sobre os EUA (Ineu) Roberto Goulart Menezes.

Segundo o professor do Departamento de História da Universidade de Brasília (UnB) Virgílio Caixeta Arraes, o processo que faz a escolha indireta para a presidência norte-americana “foi assim definido como forma de evitar candidaturas demagógicas ou populistas com propostas sedutoras, porém inviáveis, ou desagregadoras. Arraes disse à Agência Brasil que, na época, avaliava-se que os delegados teriam mais experiência ou amadurecimento político que o restante do eleitorado.

As diferenças entre os processos eleitorais de Brasil e Estados Unidos têm, como ponto de partida, as cartas magnas dos dois países. Com uma Constituição bem mais simplificada do que a brasileira, os EUA delegam boa parte de suas leis às normas locais, dando, aos estados, mais autonomia, prerrogativas, poderes e responsabilidades. Dessa forma, muitas tipificações criminais e penas são estabelecidas a partir de leis estaduais.

Doutor em ciência política pela Universidade de São Paulo (USP) e professor do Instituto de Relações Internacionais da UnB, Goulart Menezes explicou que as eleições presidenciais são organizadas pelos governos estaduais, o que acaba resultando em algumas dificuldades que não ocorrem em países como o Brasil, onde o processo é centralizado.

De acordo com Menezes, há estados que trazem, para o processo eleitoral local, algumas de suas características históricas que podem ser consideradas questionáveis. “Na Geórgia, por exemplo, estado de maioria negra, uma lei local que tira o direito ao voto de pessoas com três ou mais condenações na Justiça. Com isso, muitos abusos cometidos por policiais acabam por retirar o direito a voto de negros [e latinos]”, ressaltou o pesquisador.

Como funciona o processo eleitoral

Como a votação é indireta, nenhum dos eleitores votará, nesta terça-feira (5), diretamente nos candidatos Kamala Harris, do Partido Democrata, ou em Donald Trump, do Partido Republicano. “Eles votarão em delegados de seus estados, e estes, sim, votarão nos candidatos à Presidência dos Estados Unidos”, acrescentou Menezes.

O colégio eleitoral dos EUA é formado por 538 delegados. O número de delegados por estado é proporcional ao tamanho da população, o que define também seus representantes no Legislativo.

“O número de delegados é revisto periodicamente, a cada duas eleições. A Califórnia, por exemplo, tinha, em 2016, 55 delegados. Em 2024, terá 54”, disse Menezes, referindo-se ao estado com maior número de delegados.

O segundo estado com mais delegados é o Texas (40), seguido da Flórida (30), Nova York (28 ) e de Illinois e Pensilvânia (19, cada um). Os com menor número são Dakota do Norte, Delaware, Dakota do Sul, Vermont, Wyoming, distrito de Columbia e Alasca (3 delegados, cada); Maine, Montana, Idaho, New Hampshire, Virgínia Ocidental, Rhode Island e Havaí (4 delegados, cada).

“The winner takes it all”

Todos os estados, menos Maine e Nebraska, usam o sistema de eleição de delegados conhecido como “the winner takes all”, no qual “o vencedor leva tudo”. No caso, todos os votos dos delegados do estado.

Dessa forma, o sistema oferece possibilidades reais de que seja eleito o candidato menos votado, caso tenha vencido a disputa nos estados mais populosos – portanto, com maior número de delegados.

Isso, inclusive, já ocorreu em alguns pleitos, como o de 2016, quando o republicano Trump foi eleito tendo quase 3 milhões de votos a menos que a democrata Hillary Clinton.

Situação similar ocorreu em 2000, favorecendo também o Partido Republicano, no embate que colocou, na Presidência dos EUA, George W. Bush – mesmo com seu adversário, o democrata Al Gore, tendo recebido quase 500 mil votos a mais.

As duas situações foram possíveis porque, apesar de a maior parte dos votos ter ido para os democratas, quem obteve a maior parte de votos entre os 538 delegados foram os republicanos.

Estados Pêndulo

Se, por um lado, existem estados em que o resultado da disputa costuma ser mais previsível, com eleitores historicamente apoiadores de um ou outro partido, por outro, há estados em que, também historicamente, não há maioria absoluta nas intenções de votos. São os chamados swing states – em tradução livre, “estados pendulares”, onde qualquer partido pode sair vitorioso.

Com isso, esses estados acabam sendo alvo preferencial das campanhas eleitorais, com grandes chances de definir o resultado final do pleito. Sete estados são considerados pêndulos: Arizona, Carolina do Norte, Geórgia, Michigan, Nevada, Pensilvânia e Wisconsin.

Segundo Goulart Menezes, quando as eleições são muito apertadas, os candidatos costumam focar também nos dois únicos estados onde o sistema eleitoral não segue a linha do “the winner takes it all” – Maine e Nebraska. “Mesmo sendo pequenos e com pouco peso, é possível que o voto decisivo venha dali, principalmente em caso de eleições acirradas”, destacou Goulart Menezes.

A luta pela maioria dos votos não para aí. “Uma estratégia adotada para formar maioria em algumas localidades é definir o desenho dos distritos eleitorais, de forma a formar maioria para esta ou aquela tendência e, na contabilização final, favorecer um lado, contabilizando todos os votos dos delegados para o candidato da preferência do governador estadual”, detalhou o pesquisador.

“Isso é algo aterrador porque, em muitos casos, esse desenho não segue nenhuma lógica, e tem por trás muitos interesses. O desenho do distrito eleitoral é definido pelo governador a partir de informações sobre como vota uma determinada área. O objetivo é fazer uma distribuição que resulte em maioria para seu partido”, acrescentou.

Voto antecipado

Outra peculiaridade do sistema eleitoral norte-americano é que alguns estados permitem o voto antecipado, mecanismo adotado sob a justificativa de evitar longas filas e tumulto no dia das eleições.

Pelo processo antecipado, o eleitor pode mandar seu voto pelos Correios, até mesmo do exterior, ou depositá-lo em locais predeterminados. Quase 50 milhões de eleitores já votaram dessa forma para o próximo pleito.

Goulart Menezes disse que o procedimento do voto a distância tem sido usado pelo atual candidato do Partido Republicano para disseminar desinformação e notícias falsas (fake news). “Trump tem dito que o voto pelos Correios de lá possibilita voto duplo de alguns eleitores, novamente lançando dúvidas improcedentes sobre o processo eleitoral, criando mais uma possibilidade de insurgência, caso perca as eleições.”

Segundo o professor, isso não procede porque, para enviar o voto por via postal, o eleitor, antes, tem de se registrar na internet. Para cada cédula recebida, há um código correspondente, o que inviabiliza, ao eleitor, votar mais de uma vez.

“Até mesmo essa situação de votos incendiados antes de serem contabilizados não gera problemas, porque, registrados, os eleitores que não tiveram seus votos chegando ao destino poderão fazê-lo posteriormente. Nenhum voto, portanto, é perdido”, esclareceu Menezes.

Prévias eleitorais

A definição sobre quem serão os candidatos nos partidos norte-americanos é feita por meio de uma programação complexa e demorada, denominada prévias eleitorais. Ao longo de vários meses – em geral, mais de sete meses –, dezenas de candidatos dos principais partidos, além dos independentes, disputam o voto popular.

Como se trata de uma organização cara, que exige dos partidos o funcionamento de máquina operacional em todos os estados norte-americanos, só os democratas e os republicanos conseguem concluir o processo com possibilidades reais de chegar à Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos.

As prévias têm modelos diferentes em cada estado: em alguns, qualquer eleitor pode votar em qualquer eleição primária. Outros estados exigem que o eleitor mostre a filiação partidária para votar nas primárias da área em que está registrado.

Além de escolhidos pelas prévias, os candidatos precisam, também, ter a candidatura oficializada em convenções partidárias. As convenções duram em média quatro dias e nunca ocorrem em Washington, capital norte-americana.

Resultados

A autonomia dos estados para definir suas leis eleitorais costuma gerar alguma imprevisibilidade com relação ao tempo em que o resultado do pleito presidencial é anunciado. Em 2000, devido a polêmicas na Flórida, o processo de contagem dos votos demorou mais de um mês. Já em 2008, devido à boa vantagem de Barack Obama em muitos estados, o democrata já era o presidente eleito no final do dia da votação.

 

Fonte: Pedro Peduzzi/Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/11/2024/14:58:05

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique no link abaixo e entre na comunidade:

*     Clique aqui e acesse a comunidade do JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com




Youtuber morre após ser picado por cobra mamba-verde

A espécie é uma das mais venenosas do mundo; Segundo o jornal britânico The Telegraph, o ambientalista foi picado em casa | Foto: Reprodução / Youtuber

Graham Dinkelman, conhecido como Dingo, morreu após ser picado por uma mamba-verde, espécie de cobra considerada uma das mais venenosas do mundo.

Graham “Dingo” Dinkelman, youtuber e ambientalista conhecido mundialmente por seu trabalho com a preservação da vida silvestre na África do Sul, compartilhava suas experiências com animais em suas redes sociais. No Instagram, ele acumulava mais de 645 mil seguidores.

Em seu canal no YouTube, Dingo mostrava a manipulação de cobras venenosas e experimentos com diversas espécies, promovendo a conscientização sobre a fauna africana. O youtuber era especializado em répteis.

Segundo o jornal britânico The Telegraph, Dingo morreu depois de um mês em coma após ser picado por uma mamba-verde, uma das cobras mais venenosas do mundo. A família do youtuber informou sobre a morte por meio das redes sociais dele.

O ambientalista teria sido picado em sua casa, pela espécie peçonhenta nativa da África. O animal é conhecido pelo nome científico Dendroaspis angusticeps e pode atingir até dois metros de comprimento.

É considerada extremamente perigosa devido a rapidez com que o seu veneno provoca danos. A serpente se alimenta de aves, ovos de aves e pequenos mamíferos. O veneno dessa espécie possui efeito neurotóxico, fazendo o sistema nervoso da presa entrar em colapso.

Após o incidente, Dingo foi levado imediatamente ao hospital com forte reação alérgica ao veneno. Por conta do choque anafilático, o youtuber permaneceu em coma induzido por um mês, mas não resistiu e morreu no último sábado (26). Graham deixa três filhos, sendo duas meninas e um menino.

Fonte: SBT News e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/11/2024/15:02:57

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique no link abaixo e entre na comunidade:

*     Clique aqui e acesse a comunidade do JORNAL FOLHA DO PROGRESSO

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com