Descoberta de flechas envenenadas há 60 mil anos muda o que se sabia sobre os primeiros homens

  • Arqueólogos descobriram pontas de flechas envenenadas de 60 mil anos atrás em Umhlatuzana Rock Shelter, África do Sul.
  • Análise revelou resíduos tóxicos da planta Boophone disticha, usada como veneno, em flechas de quartzo.
  • A descoberta antecipa em 53 mil anos o registro mais antigo do uso de veneno em armas de caça.
    Estudo indica pensamento complexo e conhecimento ecológico avançado dos primeiros Homo sapiens.
  • Quando os humanos desenvolveram formas de ataque sofisticadas? A arqueologia lança luz sobre uma das ocorrências mais antigas já descobertas de armas equipadas com veneno, o que demonstra a proficiência dos humanos ancestrais em formas complexas de ataque.

Pesquisadores identificaram pontas de flechas datadas de cerca de 60 mil anos atrás num sítio arqueológico da África do Sul. Umhlatuzana Rock Shelter, na província de KwaZulu-Natal, é um dos locais com os registros mais ricos do Pleistoceno tardio (entre 126.000 e 11.700 anos atrás, no último ciclo glacial, quando surgiram os Homo sapiens).

A descoberta de um conjunto formado por 216 pontas de flecha em quartzo enterrado na região levou a uma análise publicada no periódico Science Advances em janeiro de 2026.

Dez das flechas escavadas pelos pesquisadores na região revelaram resíduos microscópicos ainda preservados e, dentre essas, cinco carregavam substâncias vegetais tóxicas consideradas venenosas.

Os compostos detectados foram os alcaloides buphanidrina e epibuphanisine, substâncias associadas à planta Boophone disticha, conhecida por suas propriedades altamente tóxicas e ainda usada por caçadores da África Austral como veneno de armamentos.

Fonte:  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/01/2026/10:25:32

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Navio que teria saído de Vila do Conde (PA) é interceptado no Atlântico com quase 10 toneladas de cocaína

A ação é considerada a maior apreensão de cocaína em alto-mar da história da Polícia Nacional da Espanha | Foto: Reprodução/Polícia Nacional da Espanha

Um navio mercante que teria partido do Porto de Vila do Conde, em Barcarena (PA), Região Metropolitana de Belém, foi interceptado no último domingo (11), no Oceano Atlântico transportando quase 10 toneladas de cocaína escondidas em meio a uma carga de sal. A ação resultou na maior apreensão de drogas em alto-mar já realizada pela Polícia Nacional da Espanha.

A embarcação foi abordada por agentes do Grupo de Operações Especiais (GEO), que prenderam os 13 tripulantes a bordo. Ao todo, foram apreendidos 9.994 quilos de cocaína, distribuídos em 294 fardos, além de uma arma de fogo usada para proteger o carregamento.

Segundo o site paraguaio La Política Online, o navio apreendido, identificado como M/V United S, se enquadra no perfil de um chamado “navio zumbi” – embarcações antigas e obsoletas frequentemente usadas por cartéis sul-americanos para o tráfico internacional de drogas. De acordo com a publicação, o navio teria deixado Vila do Conde em 20 de dezembro de 2025. O porto paraense é apontado como área de influência do narcotráfico internacional.

A operação contou com apoio internacional da DEA (EUA), da NCA (Reino Unido), da Polícia Federal do Brasil, do Centro Nacional de Contraterrorismo (CITCO), do Maritime Analysis and Operations Centre – Narcotics (MAOC), além de autoridades da França e de Portugal. A investigação foi coordenada pela Procuradoria Especial Antidrogas do Tribunal Nacional da Espanha e pelo Tribunal Central de Instrução nº 4.

Batizada de Operação Maré Branca, a ação é considerada a maior apreensão de cocaína em alto-mar da história da Polícia Nacional da Espanha.

O Portal Barcarena entrou em contato com a assessoria da Polícia Federal para confirmar oficialmente se o navio interceptado no Oceano Atlântico havia partido do Porto de Vila do Conde, em Barcarena (PA).

Em resposta, a Polícia Federal não confirmou a origem da embarcação e informou que “a ação foi desencadeada a partir do compartilhamento de informações de inteligência entre a Polícia Federal e autoridades estrangeiras, o que permitiu a identificação, a localização e a abordagem da embarcação em alto-mar”.

A PF acrescentou ainda que o navio “havia realizado escalas em portos brasileiros em dezembro de 2025”, sem especificar quais.

Polícia Nacional da Espanha apreende 10 toneladas de cocaína em operação internacional com apoio da PF, DEA e autoridades europeias. Detidos 13 tripulantes. | Foto: Polícia Nacional da Espanha
Polícia Nacional da Espanha apreende 10 toneladas de cocaína em operação internacional com apoio da PF, DEA e autoridades europeias. Detidos 13 tripulantes. | Foto: Polícia Nacional da Espanha

Fonte: Portal La Política Online e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/12/2025/17:21:29

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Governo Trump congela emissão de vistos de imigrantes para cidadãos do Brasil e de mais 74 países

Medida começaria a valer em 21 de janeiro e não atinge os vistos de turismo e de negócios.

O governo dos Estados Unidos congelou a emissão de vistos para 75 países, segundo anunciou nesta quarta-feira (14) o Departamento de Estado.

Brasil entrou na lista, que também inclui países como Irã e Rússia, segundo a rede de TV norte-americana Fox News, que teve acesso ao memorando do Departamento de Estado com o plano.

O departamento disse na rede ‘X’ que congelará os vistos de imigrantes (veja abaixo). A suspensão não se aplica às categoria de não imigrantes, como os vistos de turismo e de negócios, segundo a agência Associated Press.

“O Departamento de Estado suspenderá o processamento de vistos de imigrantes de 75 países cujos migrantes recebem benefícios sociais do povo americano em taxas inaceitáveis. O congelamento permanecerá em vigor até que os EUA possam garantir que os novos imigrantes não irão extrair riqueza do povo americano”, disse o departamento.

O departamento ainda não havia divulgado a lista de todos os países que fazem parte da nova restrição, mas afirmou que o governo de Donald Trump inclui nações “cujos imigrantes frequentemente se tornam um encargo público para os Estados Unidos ao chegarem ao país”.

O governo norte-americano ainda não havia detalhado o plano até a última atualização desta reportagem. Mas, segundo o memorando ao que a Fox News disse ter tido acesso, a medida deve entrar em vigor a partir de 21 de janeiro e não tem data para terminar.

A reportagem diz ainda que a pausa será temporária e servirá para que o governo dos EUA reavalie os critérios atuais de concessão de vistos a estrangeiros.

Além do Brasil, outros 74 países também entraram no congelamento de vistos, diz a Fox News. A lista inclui, de acordo com a reportagem, Irã, Rússia, Afeganistão, Iraque, Somália e Tailândia.

Impacto para obesos e pessoas mais velhas

A busca pelo visto EB-2 NIW nos EUA. — Foto: Divulgação

O memorando afirma ainda que Washington pode começar a barrar pessoas mais velhas e com sobrepeso, segundo a TV — em novembro, a agência de notícia Associated Press afirmou que o governo de Donald Trump considerava uma nova diretriz para restringir a entrada de pessoas obesas.

Visto para estudantes

Em junho do ano passado, uma nova exigência foi implementada para concessão de vistos de estudantes: todos os candidatos devem desbloquear seus perfis em redes sociais para análise do governo americano.

Segundo o comunicado divulgado à época, a medida visava identificar conteúdos considerados hostis aos Estados Unidos, seu governo, cultura, instituições ou princípios fundadores.

Nova estratégia

A nova estratégia de defesa e política externa dos EUA, publicada pelo governo de Donald Trump em dezembro de 2025, previa o aumento de restrições de entrada de imigrantes.

A expectativa de analistas é que, ao longo de 2026, Trump volte suas políticas anti-imigração para restrições à entrada de estrangeiros e à concessão de vistos.

“Ele basicamente vai desativar o sistema de imigração legal dos Estados Unidos”, prevê a diretora de relações governamentais da Associação de Advogados de Imigrantes dos EUA, Shev Dalal-Dheini.

Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/12/2025/16:44:17

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Fim do mundo acontecerá em 2026, segundo cientistas americanos

Segundo os cálculos matemáticos apresentados, o planeta chegaria a um ponto de ruptura quando a demanda por recursos superasse totalmente a capacidade de oferta. | Reprodução / Columbia Pictures

Pesquisa alertou sobre riscos do crescimento populacional.

Uma pesquisa científica realizada há mais de seis décadas estabeleceu uma data específica para um possível colapso planetário. O trabalho apontou uma data específica como marco crítico para a humanidade.

Cientistas norte-americanos da Universidade de Illinois desenvolveram em 1960 um estudo que projetou consequências graves para o planeta. Os pesquisadores Heinz von Foerster, Patricia Mora e Lawrence Amiot utilizaram cálculos matemáticos para determinar que a Terra enfrentaria condições insustentáveis em uma data específica: 13 de novembro de 2026.

O trabalho partiu da análise do ritmo acelerado com que a população humana crescia naquela época.

Os cientistas concluíram que, se a taxa de expansão demográfica se mantivesse, os recursos naturais não seriam suficientes para garantir a sobrevivência de todos.

Base populacional e recursos alimentares

Em 1960, cerca de três bilhões de pessoas habitavam o planeta. Atualmente, esse número ultrapassa oito bilhões de indivíduos.

O estudo destacou que o principal problema seria a disparidade entre a produção de alimentos e o número de bocas para alimentar.

Os pesquisadores identificaram pontos críticos:

  • Incapacidade de ampliar a produção agrícola no mesmo ritmo do crescimento populacional;
  • Esgotamento progressivo dos recursos naturais disponíveis;
  • Avanços médicos que prolongaram a vida, mas intensificaram a pressão demográfica.

Segundo os cálculos matemáticos apresentados, o planeta chegaria a um ponto de ruptura quando a demanda por recursos superasse totalmente a capacidade de oferta. Esse cenário provocaria uma crise social e ambiental sem precedentes.

Contexto histórico de previsões

Diversas teorias ao longo da história humana anunciaram o fim da civilização. Desde o ano 1000, várias datas foram apontadas como marcos do apocalipse.

A maioria dessas projeções teve origem em interpretações religiosas ou especulações sem embasamento científico sólido.

O diferencial do estudo da Universidade de Illinois reside na metodologia empregada.

Os pesquisadores basearam suas conclusões em dados concretos e modelos matemáticos, não em profecias ou interpretações místicas. Nomes como Nostradamus aparecem frequentemente em discussões sobre previsões apocalípticas, mas carecem de fundamento científico comprovável.

A pesquisa de 1960 representa um marco na análise científica sobre os limites da capacidade de suporte do planeta.

Embora outras previsões catastrofistas tenham surgido e desaparecido ao longo dos séculos, este trabalho acadêmico mantém relevância por seu rigor metodológico e pela urgência do tema abordado.

Fonte: CNN Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/12/2025/09:45:50

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Idoso tenta pegar voo com a mulher morta em cadeira de rodas

Idoso foi detido após agente perceber que mulher não respirava.

Um incidente inusitado chamou atenção no Aeroporto de Tenerife Sul, nas Ilhas Canárias, quando um octogenário tentou embarcar em um voo com a esposa morta.

O caso, revelado nesta terça-feira (13) pelo jornal local Diario de Avisos, gerou mobilização imediata das autoridades aeroportuárias e da Guardia Civil. O casal de idosos já havia passado pelo detector de metais quando uma agente de segurança notou algo estranho.

A mulher, de 75 anos, estava em uma cadeira de rodas e não demonstrava qualquer reação aos estímulos ao redor.

Ao tocar a mão da passageira, a funcionária constatou temperatura corporal anormalmente baixa e ausência de respiração.

Questionado, o marido octogenário negou inicialmente, mas depois admitiu que a esposa havia morrido horas antes, ainda nas dependências do aeroporto.

Mobilização das autoridades

O protocolo de emergência foi ativado rapidamente. Em poucos minutos, o local recebeu:

  • Equipes de segurança do aeroporto;
  • Oficiais da Guardia Civil;
  • Peritos especializados.

Conforme relato de um funcionário do terminal, a operação foi conduzida com agilidade para preservar a cena e iniciar os procedimentos investigativos.

O homem foi detido para prestar esclarecimentos e colaborou plenamente com as autoridades.

Investigação e desfecho

Durante o depoimento, o idoso negou qualquer participação na morte da companheira. A versão apresentada indicava que o falecimento teria sido súbito, dentro do próprio aeroporto.

O Instituto Médico Legal realizou autópsia completa no corpo da vítima. O laudo pericial confirmou a versão do marido e apontou morte por causas naturais, sem qualquer indício de violência.

Com base nos resultados da perícia, a Guardia Civil liberou o homem. Ele não responderá a nenhum processo criminal relacionado ao caso.

Casos semelhantes

O jornal El Día menciona que a situação apresenta similaridades com outro episódio recente. Uma família britânica foi acusada de embarcar em um voo da easyJet com uma parente já falecida.

A companhia aérea negou a versão e afirmou que a passageira morreu após o embarque na aeronave.

Os dois casos ilustram situações delicadas que envolvem morte súbita em ambientes aeroportuários.

As autoridades do Aeroporto de Tenerife Sul não comentaram publicamente sobre possíveis mudanças nos protocolos de segurança após o incidente.

Fonte: Notícias ao Minuto e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/12/2025/08:26:02

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Irã marca para amanhã primeira execução de manifestante, diz ONG

Erfan Soltani, manifestante preso no Irã — Foto: Reprodução/Instagram

Erfan Soltani, de 26 anos, foi preso na última quinta (8) em conexão com os protestos na cidade de Karaj. ONU se disse ‘horrorizada’ com repressão a manifestações no país do Oriente Médio que pedem o fim do regime dos aiatolás.

O manifestante Erfan Soltani, de 26 anos, preso por sua conexão com protestos contra o regime dos aiatolás na cidade de Karaj, deverá ser executado na quarta (14) pelas autoridades iranianas. A informação foi divulgada pela organização humanitária curdo-iraniana Hengaw nesta terça-feira (13).

Segundo a Fox News, Erfan será enforcado – método mais comum nas execuções no Irã.

As autoridades informaram à família que a sentença de morte era definitiva, relatou a Hengaw. De acordo com a família, ele foi preso em sua casa na última quinta-feira (8).

Seus parentes afirmam também que Soltani não teve permissão para acessar um advogado, nem houve qualquer audiência em um tribunal para julgar seu caso.

“O tratamento apressado e pouco transparente deste caso aumentou as preocupações sobre o uso da pena de morte como instrumento para reprimir protestos públicos”, disse a Hengaw.

O chefe do Judiciário iraniano, subordinado aos aiatolás e ao líder supremo, Ali Khamenei, já havia dito que que tribunais especializados foram designados para lidar com os protestos.

A ONG Iran Human Rights (IHRNGO) diz estar “extremamente preocupada com a situação no país e alerta para “o risco de execuções em massa de manifestantes”.

2.000 mortos

Carros são incendiados durante protesto em Teerã, capital do Irã, no dia 8 de janeiro de 2026 — Foto: West Asia News Agency/Reuters
Carros são incendiados durante protesto em Teerã, capital do Irã, no dia 8 de janeiro de 2026 — Foto: West Asia News Agency/Reuters

A repressão aos protestos que ocorrem no Irã já deixaram cerca de 2.000 pessoas mortas, afirmou nesta terça um membro do governo iraniano à agência de notícias Reuters.

A fonte ouvida pela Reuters culpou os manifestantes, que chamou de “terroristas”, por mortes de cidadãos e agentes de segurança durante os protestos.

As manifestações, que começaram em dezembro, tinham como foco a má situação econômica do país, mas a repressão violenta a elas levou os manifestantes a pedir o fim do regime dos aiatolás, que goveram o Irã desde a Revolução de 1979.

Também nesta terça, o alto comissário da Organização das Nações Unidas (ONU) para os Direitos Humanos, Volker Türk, se disse “horrorizado” com o que chamou de repressão das forças de segurança iranianas aos protestos pacíficos.

Oficialmente, o Irã não havia confirmado o novo balanço até a última atualização desta reportagem. Na segunda-feira (12), o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, declarou que a situação o país estava “sob controle total” após o aumento da violência ligada aos protestos durante o fim de semana.

O chanceler iraniano acrescentou que a ameaça do presidente dos EUA, Donald Trump, de uma nova ofensiva contra Teerã caso a repressão violenta aos protestos continuasse, motivou “terroristas” a atacar manifestantes e forças de segurança, para justificar essa intervenção.

“Vamos atingi-los com muita força onde mais dói”, disse Trump, em relação ao Irã, na semana passada.

O presidente norte-americano já havia dito que faria uma intervenção anteriormente. Em 2 de janeiro, ele declarou que os EUA estavam “prontos para agir” se pessoas que protestam de forma pacífica forem mortas.

No sábado (10), Trump renovou as ameaças ao dizer que o Irã está “buscando a liberdade” e que os norte-americanos estão “prontos para ajudar”.

O grupo de direitos humanos HRANA, com sede nos EUA, afirmou às agências de notícias Reuters e Associated Press que o número de mortos subiu para 538, entre eles 490 manifestantes e 48 policiais. Além disso, mais de 10.670 pessoas teriam sido presas, segundo a organização neste domingo (11).

Outras ONGs de direitos humanos que monitoram a situação no Irã também têm reportado nas mortes dos protestos. O país está isolado do resto do mundo após Khamenei ter cortado a internet, então não se sabe ao certo quantas pessoas realmente morreram, porém, as organizações têm recebido relatos de que as forças de segurança iranianas dispararam contra os manifestantes.

O governo iraniano não está divulgando regularmente números oficiais da atuação policial nos protestos e acusa os EUA e Israel de se infiltrarem nos protestos e os culpam pelas mortes ocorridas nos movimentos.

O chefe da polícia do Irã, Ahmad-Reza Radan, afirmou neste domingo que as forças de segurança “escalaram o nível de confronto contra os manifestantes”. A Guarda Revolucionária do Irã, um importante ator militar no país, afirmou que proteger a segurança nacional é um ponto inegociável.

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, pediu neste domingo que a população iraniana mantenha distância do que chamou de “terroristas e badernistas” e tentou buscar uma via de diálogo com os manifestantes. Ao mesmo tempo, Pezeshkian acusou os Estados Unidos e Israel de “semear caos e desordem” no país.

Onda de protestos no Irã — Foto: Bruna Azevedo/Editoria de Arte g1

Onda de protestos no Irã — Foto: Bruna Azevedo/Editoria de Arte g1

Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/01/2026/20:27:25

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Espanha apreende 10 toneladas de cocaína em navio que fez escala no Brasil

 Polícia Nacional da Espanha apreende 10 toneladas de cocaína em operação internacional com apoio da PF, DEA e autoridades europeias. Detidos 13 tripulantes. | Foto: Polícia Nacional da Espanha

É a maior apreensão de drogas feita pelo país em alto-mar.

Agentes da Polícia Nacional da Espanha apreenderam a cerca de 10 toneladas de cocaína escondidas a bordo de um navio que navegava em águas internacionais, com destino à Europa, após fazer escala em portos brasileiros.

Segundo a Polícia Nacional espanhola, a ação contou com a colaboração da Polícia Federal (PF) brasileira; da Agência Antidrogas (DEA) dos Estados Unidos (EUA) e de autoridades da França e de Portugal, resultando na maior apreensão de drogas já realizada pela Espanha em alto-mar.

A PF confirmou, em nota, a participação no que classificou como “operação internacional de combate ao tráfico transnacional de drogas”, levada a cabo entre os dias 6 e 7 de janeiro, próximo ao arquipélago das Canárias.

De acordo com o Ministério do Interior da Espanha, 13 tripulantes do navio (cujo nome e procedência não foram informados) foram detidos pelos agentes do Grupo de Operações Especiais da Polícia Nacional que interceptaram a embarcação.

A operação, batizada de Maré Branca, foi resultado de investigação coordenada pela Procuradoria Especial Antidrogas do Tribunal Superior Nacional da Espanha, que apontou que o navio mercante estaria sendo usado por uma “organização multinacional” para transportar “enormes quantidades” de cocaína da América do Sul para a Europa.

As quase dez toneladas de cocaína apreendida estavam embaladas em 294 pacotes escondidos entre a carga de toneladas de sal que o navio transportava licitamente para a Europa. Já retido, o navio ficou sem combustível e, após quase 12 horas parado, teve que ser rebocado até o arquipélago canário por embarcações da Sociedade de Salvamento e Segurança Marítima (Sasemar) da Espanha.

Para a PF, o resultado da operação evidenciou a importância das forças de segurança internacionais atuarem de forma integrada no enfrentamento às organizações criminosas transnacionais. “Os procedimentos legais serão conduzidos na Espanha, enquanto a Polícia Federal brasileira acompanha as investigações, mantendo o intercâmbio de informações e o apoio às ações de repressão ao crime organizado transnacional”, informou a corporação.

Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/01/2026/14:19:31

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Ex-piloto brasileiro da F1, Antonio Pizzonia é preso nos EUA

A pena pode chegar a um ano de prisão. Além da reclusão, a Justiça pode aplicar multa de até 4 mil dólares, valor que equivale a aproximadamente 21,5 mil reais. | Reprodução

Ex-piloto foi detido após incidente em pista de kart, no estado do Texas.

O brasileiro Antonio Pizzonia, que participou da Fórmula 1 no início dos anos 2000, foi detido pela polícia estadunidense. A prisão ocorreu após uma briga em uma pista de kart no Texas.

A polícia do Condado de Montgomery, no Texas, prendeu o ex-piloto Antonio Pizzonia no sábado (10). O registro policial aponta agressão com lesão corporal como motivo da detenção. O brasileiro ainda não comentou o caso publicamente.

O incidente aconteceu no Speedsportz Racing Park, local que recebia uma etapa do Superkarts USA Winter Series.

O filho de Pizzonia competia no evento de kart quando a confusão começou. A polícia foi chamada e levou o ex-piloto para a delegacia.

Possíveis consequências legais

A legislação do Texas estabelece punições severas para casos de agressão com lesão corporal.

A pena pode chegar a um ano de prisão. Além da reclusão, a Justiça pode aplicar multa de até 4 mil dólares, valor que equivale a aproximadamente 21,5 mil reais.

Os tribunais locais também têm autoridade para combinar as duas penalidades. Isso significa que o condenado pode cumprir pena de prisão e ainda pagar a multa estabelecida.

Trajetória na Fórmula 1

O manauara Antonio Pizzonia estreou na categoria máxima do automobilismo em 2003. A equipe Jaguar, que não existe mais, deu a primeira oportunidade ao piloto brasileiro. No ano seguinte, ele vestiu o macacão da tradicional Williams.

Ao longo de sua passagem pela F1, Pizzonia disputou 20 corridas. Seu melhor resultado foi um sétimo lugar, marca que ele alcançou em quatro provas diferentes pela equipe inglesa. Os resultados não garantiram sequência na categoria.

Carreira no automobilismo

A experiência de Pizzonia no automobilismo vai além da Fórmula 1. O piloto competiu em diversas categorias ao longo de sua trajetória profissional:

  • Fórmula Vauxhall;
  • Fórmula Renault;
  • Stock Car brasileira.

Essas passagens marcaram diferentes fases da carreira do piloto brasileiro, que construiu seu nome em competições nacionais e internacionais.

Fonte: Folhapress e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/01/2026/07:16:39

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Joesley Batista atuou como emissário informal de Trump e propôs asilo a Maduro na Turquia

Foto: Ayrton Vignola / Estadão Conteúdo | Bilionário se encontrou com Maduro e Cília Flores em novembro na capital Caracas para propôr acordo com garantia de não extradição para os Estados Unidos.

O bilionário Joesley Batista atuou como emissário informal da administração de Donald Trump durante viagem à Venezuela em novembro quando propôs asilo diplomático a Nicolás Maduro e Cília Flores na Turquia. Fontes do alto escalão da Casa Branca relataram ao Washington Post o papel do magnata da JBS na tentativa de negociação para saída de Maduro da presidência.

A reportagem expõe as articulações estrangeiras que articularam uma rota de fuga para Maduro, possibilitando que ele evitasse a captura pelos Estados Unidos como ocorreu no último dia 3. O cardeal Pietro Parolin, segundo na hierarquia papal, teria oferecido ao então presidente da Venezuela e à primeira-dama asilo na Rússia com garantias dadas pelo presidente Vladimir Putin. Parolin, conforme o Post, teria procurado o secretário de Estado norte-americano Marco Rubio para pedir tempo para convencer Maduro a aceitar a proposta.

Batista agiu em outra frente de negociação. O bilionário com negócios nos Estados Unidos e na Venezuela embarcou em novembro para Caracas com reunião marcada com Maduro e Cília Flores. A missão do empresário era convencer o venezuelano a deixar o poder. Batista chegou ao país com uma lista de pontos de interesse dos Estados Unidos, incluindo o acesso às terras raras e ao petróleo e o rompimento das relações da Venezuela com Cuba. Trump também exigia a saída de Maduro do país.

Fontes relataram ao Washington Post que Joesley detalhou o encontro ao governo Trump. “Ele não estava trabalhando a mando dos Estados Unidos”, disse um oficial do alto escalão, mas, as conclusões do brasileiro foram consideradas. A reportagem ainda classifica Joesley como um dos emissários não-oficiais da Casa Branca.

Recentemente, o proprietário da JBS também apareceu em destaque no noticiário internacional. Joesley Batista era um dos empresários brasileiros que contribuíram na articulação para a derrubada das sobretaxas aplicadas por Donald Trump às exportações brasileiras. Ele intermediou a aproximação entre o norte-americano e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/01/2026/10:30:03

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Países da UE confirmam aprovação do acordo com o Mercosul e criam maior zona de livre-comércio do mundo

Os países da União Europeia (UE) confirmaram a aprovação do acordo comercial com o Mercosul, criando a maior zona de livre comércio do mundo. A previsão é que o acordo seja assinado em 17 de janeiro, no Paraguai, que está à frente da presidência rotativa do bloco sul-americano.

Mais cedo, os embaixadores de países que formavam a maioria qualificada dos 27 Estados-membros da UE já haviam dado aval à parceria. Os governos tinham até 17h (13h no horário de Brasília) para confirmar seus votos por escrito.

Segundo o jornal espanhol El País, França, Polônia, Áustria, Hungria e Irlanda mantiveram-se contrárias ao acordo, enquanto a Bélgica decidiu se abster.

O que mudou foi a posição da Itália, que se deu por satisfeita com as concessões feitas aos agricultores nos últimos dias. Com isso, foi possível garantir a maioria qualificada de 55% dos países que representem ao menos 65% da população da União Europeia. São dos dois requisitos para a aprovação do pacto comercial pelos europeus.

 — Foto: Arte O GLOBO

— Foto: Arte O GLOBO

Merz: ‘marco na política comercial europeia’

O tratado é resultado de mais de 20 anos de negociações e é considerado histórico porque criará uma zona de livre-comércio de mais de 720 milhões de consumidores. Combinadas, as economias somam US$ 22,3 trilhões em Produto Interno Bruto (PIB).

— É um acordo fundamental para a União Europeia, no plano econômico, político, estratégico e diplomático — disse Olof Gill, um dos porta-vozes da comissão, braço executivo do bloco europeu.

— É um marco na política comercial europeia e um sinal importante da nossa soberania estratégica e da nossa capacidade de agir. Mais de 25 anos de negociações é tempo demais. Agora é importante concluir rapidamente os próximos acordos de livre-comércio — afirmou Merz, após a reunião dos embaixadores.

Mais cedo, o ministro das Finanças da Alemanha, Lars Klingbeil, também comemorou o acordo como um sinal da vitória do multilateralismo. “Enquanto outros estão se fechando e adotando políticas comerciais cada vez mais agressivas, nós estamos apostando em novas parcerias”, disse Klingbeil em comunicado.

 — Foto: Arte O Globo

— Foto: Arte O Globo

Próximos passos

O acordo se divide em dois: o Acordo de Parceria UE–Mercosul (Empa, na sigla em inglês) e o Acordo Comercial Temporário (iTA, também pela sigla em inglês). Ambos precisam de consentimento do Parlamento Europeu antes de entrarem em vigor, após a assinatura em Assunção.

No Parlamento Europeu, é necessária apenas maioria simples para aprovação. Mas isso pode demorar semanas. Por isso, as novas regras comerciais não entrarão imediatamente em vigor mesmo que o tratado seja assinado em 17 de janeiro.

Além disso, a ratificação por todos os Estados-membros da UE será necessária para que o Empa seja validado. Este abrange o diálogo político entre os parceiros, que vão reforçar áreas como desenvolvimento sustentável, meio ambiente e ação climática, transformação digital, direitos humanos, mobilidade, combate ao terrorismo e gestão de crises.

No caso do Mercosul, cada nação precisa ratificar o acordo em seu próprio Congresso Nacional. No Brasil, isso significa a aprovação pelo Congresso Nacional, explica Roberto Jaguaribe, conselheiro do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri) e ex-embaixador do Brasil na Alemanha.

Segundo ele, como o acordo na UE foi desmembrado em dois, fica mais fácil a parte comercial e tarifária serem aprovadas primeiro. A Comissão Europeia tem competência para negociar em nome do bloco.

— Isso faz com que a expectativa de que ele entre em vigor seja mais realista. Se tivesse que passar por cada Parlamento (europeu), sabemos que isso não aconteceria. Mas não é o caso — diz Jaguaribe, que projeta a assinatura como um primeiro passo simbólico significativo para os países envolvidos.

Oposição ao acordo

A maior oposição vem da França. Nesta quinta-feira, o presidente do país, Emmanuel Macron, disse que votaria contra o tratado e pediu “rejeição política unânime” ao pacto. Disse ainda que a etapa da assinatura do acordo não seria “o fim da história”.

Deputados franceses apresentaram nesta sexta-feira uma moção de censura contra o governo Macron. Eles consideram que a França foi “humilhada” nas negociações com o Mercosul.

Vários agricultores protestaram ao longo desta semana contra o acordo, em Paris e em Bruxelas, temendo a competição com produtos sul-americanos. As manifestações continuaram hoje e se esperalharam por Itália, Polônia e França.

Agricultores poloneses protestam contra o acordo UE-Mercosul em Varsóvia, Polônia, em 9 de janeiro de 2026 — Foto: Wojtek RADWANSKI / AFP

Agricultores poloneses protestam contra o acordo UE-Mercosul em Varsóvia, Polônia, em 9 de janeiro de 2026 — Foto: Wojtek RADWANSKI / AFP

Em dezembro, a UE adiou a tentativa de assinatura após Macron e a premiê italiana, Giorgia Meloni, terem se recusado a apoiar o texto até que fossem aprovadas garantias para proteger o setor agrícola europeu.

Nesta semana, Bruxelas intensificou as negociações para tentar remover os últimos obstáculos. Na quarta-feira, ministros da Agricultura da UE se reuniram para discutir medidas de reforço ao apoio aos produtores rurais,

Na reunião, foi anunciado o adiantamento de até € 45 bilhões de euros em subsídios previstos no próximo orçamento da Política Agrícola Comum (PAC). Ao todo, o orçamento garantido da PAC soma 293,7 bilhões de euros. A medida foi elogiada pela Itália, que indicou ter retirado sua objeção.

Salvaguardas para produtores europeus

Além disso, a Comissão Europeia já havia anunciado uma série de garantias para seus setores de carne, aves, arroz, mel, ovos e etanol, limitando a cota de produtos sul-americanos isentos de tarifa e intervindo em caso de desestabilização do mercado.

Outra medida acertada em dezembro foram as salvaguardas caso as importações do Mercosul crescessem demais após o acordo. Ficou acertado que a comissão abrirá uma investigação se o preço de um produto do bloco sul-americano cair 8% em relação à média de três anos anteriores.

O mesmo será feito se o volume de importações aumentar mais de 8%, também em relação ao à média anterior de três anos. As investigações deverão ser concluídas em, no mínimo, seis meses no caso de produtos não sensíveis e o mais rapidamente possível — mas certamente após três meses — no caso de produtos sensíveis.”

O Executivo europeu comprometeu-se ainda a legislar sobre os resíduos de pesticidas nas importações, um aspecto que os agricultores denunciam como indício de “concorrência desleal”.

Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/01/2026/10:30:03

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