Romero repete Goycochea, Argentina bate Holanda nos pênaltis e vai à final

Xará do herói da classificação para decisão há 24 anos, goleiro para Vlaar e Sneidjer nos pênaltis, e hermanos encaram a Alemanha, no Maracanã

Independência, Chiquito! Independência! A Argentina está na final da Copa do Mundo graças a um herói improvável. Um herói que chegou ao Brasil criticado, contestado, e repetiu Goycochea 24 anos depois. No dia em que completam 198 anos de independência, os hermanos bateram a Holanda nos pênaltis graças a Sergio Romero e estão na decisão de domingo, contra a Alemanha, no Maracanã. Chamado de Chiquito por ser o mais baixo de  quatro irmãos na infância, o goleiro foi gigante e parou as cobranças de Vlaar e Sneidjer. Brasileiros, não teve jeito, eles estão na final – nos 120 minutos, ninguém fez gol na Arena Corinthians nesta quarta-feira.

Desta vez, Louis van Gaal não aprontou, não guardou a última substituição para colocar Krul nas cobranças de pênaltis e se deu mal. O máximo que Cillessen conseguiu foi tocar na bola após chute de Maxi Rodriguez, o derradeiro, que garantiu a Argentina na grande decisão. Em 1990, na Itália, foi outro Sergio, o Goycochea, que parou os donos da casa em outra decisão por penalidades máximas e garantiu os hermanos em outra final contra a Alemanha. A história se repete.

Será a terceira final de Copa entre alemães e argentinos. Em 1986, Maradona garantiu o bi para os hermanos. Quatro anos depois, o futebol coletivo do time germânico comandado por Beckenbauer no banco e Matthäus no campo foi responsável pelo tri. Agora, o tira-teima. Messi ou Müller? Romero ou Neuer? Os europeus chegam embalados pelo 7 a 1 no Brasil, jogam melhor, mas a Argentina tem se mostrado o time do improvável, um time de vitórias no fim.

Aos holandeses resta um encontro com o Brasil, sábado, às 17h (de Brasília), no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, para decidir o terceiro lugar. Um jogo com cara de melancolia para os donos da casa e também para a Laranja, que chegou perto mais uma vez e novamente refugou. Dificilmente a geração comandada por Robben, Van Persie e Sneidjer terá outra chance.

Sergio Romero defesa pênalti jogo Argentina x Holanda (Foto: Getty Images)
Sergio Romero vibra com defesa de pênalti na Arena Corinthians (Foto: Getty Images)

Precaução e pouca emoção

Muita marcação, muito toque para o lado e pouco futebol. Holanda e Argentina entraram em campo tão preocupados com o que o outro ia fazer, que esqueceram de jogar. O 7 a 1 da Alemanha sobre o Brasil e o risco de um novo vexame parecem ter deixado as duas equipes mais precavidas. Mas não precisavam ser tão precavidos. Ao término dos 45 minutos iniciais, foram apenas quatro finalizações – três para os hermanos e uma dos holandeses. Romero e Cillessen, no entanto, desceram para o vestiário sem muito trabalho.

Na ausência de Di María, Alejandro Sabella optou por escalar Enzo Pérez e uma formação mais defensiva. Era como se dissesse: “Vamos nos defender aqui, e Messi e Higuaín que se virem lá na frente”. No lado esquerdo da defesa, Rojo sempre tinha a ajuda de um companheiro na marcação a Robben. Como o treinador já tinha alertado na véspera, não podia deixar o atacante pegar velocidade. E assim foi. Quando o carequinha flutuava pelo campo, Mascherano o acompanhava, e a atuação apagada de Van Persie facilitava o trabalho dos argentinos.

Com o rival controlado, a Argentina tentou sair e propor o jogo. Enzo Pérez e Lavezzi trocaram de posição, e o segundo impôs correria no lado direito do campo. As melhores jogadas do primeiro tempo saíram de seus pés, com avanços até a linha de fundo. Nada, porém, que empolgasse muito. Messi, na mesma banda do campo, mas um pouco mais recuado, aparecia mais para tabelas do que em jogadas individuais. De Jong o perseguia, e o craque não conseguia fazer a diferença. O jogo era monótono. Chato, na verdade.

Robben jogo Argentina x Holanda (Foto: Reuters)
Robben lamenta: craque holandês perdeu grande chance no fim da partida (Foto: Reuters)

Higuaín e Robben assustam, e só

O medo de perder continuou ditando o ritmo do jogo no segundo tempo. A diferença é que foi a Holanda que passou a ter mais a bola e tentar criar alguma coisa. Tentar, e só, porque nada acontecia. Era bola para esquerda, bola para direita, e desarme argentino. Van Persie sequer aparecia para fazer graça, enquanto Robben e Sneidjer erravam quase tudo, até lances de bola parada. Van Gaal até tentou dar um gás, trocando Martins Indi por Janmaat e colocando Kuyt na esquerda. E tudo seguia da mesma maneira.

A partir dos 20 minutos, a Argentina deixou de ser passiva e adiantou a marcação. Pegando forte no meio-campo, obrigava a Holanda a trocar passes no campo defensivo, e o jogo ficou mais monótono ainda. Sem pressa, os zagueiros tocavam de um lado para o outro em busca de espaços. Mas o primeiro bom espaço da partida quem encontrou foram os argentinos.

Aos 30 minutos, Enzo Pérez aproveitou dividida de Messi com dois holandeses, ficou com a sobra, avançou pela direita e cruzou na medida. Higuaín se esticou e tocou com a pontinha da chuteira. Grito de gol na arquibancada, mas a bola ficou na rede pelo lado de fora. Com o time desgastado pela forte marcação imposta o tempo todo, Sabella mudou e tornou a Argentina mais ofensiva: saíram Enzo e Higuaín para as entradas de Palacio e Agüero.

A prorrogação desde o minuto inicial parecia inevitável. Ninguém se expunha, ninguém arriscava. A posse de bola era quase idêntica: 51% x 49% para Holanda. Mas no lance final por muito pouco a genialidade de Sneidjer não decidiu a favor da Holanda. O camisa 10 deixou de calcanhar, Robben invadiu a área com espaço, demorou para chutar e foi travado por Mascherano quase na pequena áera. Não tinha jeito, seriam necessários mais 30 minutos.

Messi e Sneijder jogo Argentina x Holanda (Foto: Reuters)
Messi e Sneijder disputam lance: argentino teve sua pior atuação nesta Copa (Foto: Reuters)

Gás de Robben e boas chances da Argentina não impedem pênaltis

Na prorrogação, Arjen Robben, enfim, apareceu. Mostrou aquele fôlego extra que só ele parece ter e passou a correr. Arrancava pela esquerda, pela direita, tentava. Tentava evitar os pênaltis. Mascherano, do outro lado, impedia que o rival conseguisse. Em lindo lance, o holandês se livrou de três, com direito a caneta em Demichelis, mas foi travado pelo volante. Quando teve espaço, arriscou de longe e parou em Romero.

Apesar da proximidade das penalidades, Van Gaal abriu mão de sua arma que não é mais secreta. Huntelaar entrou na vaga de Van Persie: era a terceira substituição. Krull não poderia ser herói dessa vez. Na Argentina, Messi até tinha a bola. Timidamente, mas tinha. Arrancava e sempre era desarmado facilmente. O craque tinha sua pior atuação no Mundial, talvez abalado pela morte do amigo jornalista Jorge “Topo” Lopez, em acidente de trânsito na madrugada desta quarta.

Nos 15 minutos finais, a Holanda cansou. Nem Robben tinha mais pernas para atacar, e a Argentina ganhou duas boas oportunidades. As finalizações, no entanto, foram pífias. E não tinha jeito: os pênaltis eram inevitáveis. Primeiro, Palacio recuou de cabeça na frente de Cillessen. Em seguida, Messi fez sua melhor jogada na partida, deixou três para trás e cruzou no segundo pau. Maxi Rodriguez, livre, pegou mal na bola. Era hora das penalidades.

Jogadores da Argentina comemoram vitória sobre Holanda (Foto: Marcos Ribolli)
Jogadores da Argentina correm para vibrar com Romero após disputa por pênaltis (Foto: Marcos Ribolli)

Chiquito gigante: Romero coloca Argentina na final

Nas penalidades, a teoria de que a pressão está nos jogadores de linha já tinha ido por água abaixo. Depois de toda a polêmica nas quartas de final, contra a Costa Rica, Krul permaneceu no banco, e era a hora de Cillessen provar que merecia, sim, ser mantido. Antes mesmo de poder fazer sua parte, a responsabilidade já tinha dobrado. Na primeira cobrança, Vlaar chutou para defesa de Romero. O estádio explodiu em sotaque castelhano.

Na penalidade de abertura da Argentina, Lionel Messi. Bola de um lado, Cillessen para o outro, e gol. Em seguida, Robben e Garay fizeram, até que Romero novamente se agigantou. Chute de Sneidjer, defesa do goleiro. Daí em diante, a festa dos hermanos foi quase que uma contagem regressiva. Agüero fez, Kuyt também, e Maxi Rodriguez garantiu a vaga na final.

Não teve Messi, não teve Di María, muito menos Higuaín ou Agüero. O herói foi o improvável, o criticado Romero. Assim como um outro Sergio 24 anos atrás. Desta vez, como um grito de independência. Independência, Chiquito! No dia em que a Argentina se libertou, Romero fez o mesmo.

Fonte: Globo Esporte.

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Nos pênaltis, Argentina bate a Holanda e chega à final

São Paulo, 09 (AE) – Se os donos da casa não fizeram o seu papel para chegar ao mais aguardado clássico de todos os tempos, no estádio do Maracanã, no Rio, seu rival fez. Nesta quarta-feira, após uma partida sofrível, que ficou em 0 a 0 por 120 minutos, a Argentina eliminou a Holanda nos pênaltis por 4 a 2, no estádio Itaquerão, em São Paulo, e se classificou para a final da Copa do Mundo pela quinta vez.

 O goleiro Romero foi o grande herói da partida. Se não precisou trabalhar durante a partida, o reserva do Monaco pegou as cobranças de Vlaar e Sneijder para colocar a Argentina na decisão. Do lado holandês, Krul não pôde entrar porque o técnico Louis Van Gaal já havia feito as três substituições. Cillessen, que nunca pegou um pênalti como profissional, foi vencido nas quatro cobranças argentinas.

 Depois de ficar 24 anos sem conseguir se classificar para uma semifinal de Copa do Mundo, a Argentina vai reencontrar a Alemanha, time contra quem jogou nas últimas duas finais que disputou. Ganhou de 2 a 1 no México, em 1986, mas levou 1 a 0 na decisão do Mundial de 1990, na Itália. Agora, vai tentar manter o retrospecto de sempre um sul-americano ter vencido os Mundiais jogados no continente americano.

Foto: Murillo Constantino / Agência O Dia
Foto: Murillo Constantino / Agência O Dia

Antes de ver a Alemanha, algoz na pior derrota da sua história, e sua maior rival se enfrentando no Maracanã, neste domingo, às 16 horas, o Brasil vai buscar uma revanche insossa contra a Holanda, time que o eliminou da Copa da África do Sul, há quatro anos. A partida, que vale o terceiro lugar, será neste sábado, às 17 horas, no estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília.

 Um dia depois da derrota do Brasil, o Itaquerão novamente teve a presença de muitos brasileiros, mas camisas amarelas eram raridade nas arquibancadas, muito diferente dos outros 61 jogos desta Copa. As músicas provocativas à Argentina deram lugar ao silêncio de quem foi humilhado na véspera. No fim, muita festa dos milhares de argentinos presentes no estádio.

O JOGO – Depois de sentir lesão na coxa logo no início da partida contra o México, pelas oitavas de final, De Jong foi considerado fora da Copa do Mundo. Mas o volante, que ficou marcado pela solada em Xabi Alonso na final do último Mundial, teve uma recuperação surpreendente e foi escalado como titular pelo técnico Van Gaal. A função: marcar Lionel Messi.

 A formação escolhida pelo treinador deixava a Holanda com três zagueiros, dois laterais (um deles, Blind, foi zagueiro em outros jogos) e dois volantes marcadores. Para jogar no ataque, só Sneijder, Robben e Van Persie.

 A postura conservadora neutralizou o jogo. Quando a Argentina atacava, a Holanda marcava com 11 jogadores no campo de defesa, a partir de Van Persie, postado quase sempre na linha de meio de campo. Messi, bem marcado, participava pouco da partida e os únicos espaços encontrados pelos argentinos eram pela direita, com Lavezzi.

 O atacante do Paris Saint-Germain criou as únicas jogadas relevantes do primeiro tempo, mas só duas se tornaram perigo real de gol. Aos 13 minutos, ele achou espaço para tocar para Enzo Perez, que foi derrubado na entrada da área. Messi cobrou tirando da barreira, mas Cillessen, muito bem posicionado, segurou. Depois, aos 23, bateu escanteio na cabeça de Garay, que mandou por cima.

 Bastante estudado pelos dois times, o primeiro tempo terminou com apenas quatro chutes a gol, sendo que só a falta cobrada por Messi teve direção correta. A Holanda finalizou com Sneijder, aos 12, mas o chute passou à direita. Principal nome do time, Robben deu apenas três passes em 45 minutos.

 No intervalo, Van Gaal trocou Martins Indi por Janmaat, mas manteve exatamente a mesma postura. Por causa disso, o jogo seguiu o mesmo. Em 20 minutos, só mais um chute a gol, em falta que Sneijder mandou por cima. A Argentina chegou, como sempre, com Lavezzi, que deu ótimo cruzamento para Higuaín. Janmaat, porém, conseguiu o corte perfeito.

 Aos poucos, o que poderia ser definido como um jogo estudado foi se tornando, sem meias palavras, uma partida ruim. Até Messi e Sneijder, já sob chuva forte, cometiam erros que não combinam com uma semifinal de Copa. Emoção, só quando Perez cruzou e Higuaín, de carrinho, mandou pelo lado de fora da rede.

 Sabella até mexeu para tentar resolver os jogo em 90 minutos, com as entradas de Agüero e Palácio. Mas foi Robben que quase ganhou a partida. Quando o cronômetro zerou, ele tabelou com Sneijder entrando na área, mas deu um passo a mais com a bola e acabou travado por Mascherano na hora do chute.

 A Holanda tinha melhor preparo físico e parecia ter jogado o tempo todo pensado na prorrogação, guardando gás. Nos últimos 30 minutos, passou a dominar a partida, comandada por Robben. A Argentina é que passou a depender de uma única bola, parando, porém, na atuação apagada de Messi e na péssima condição de Agüero, visivelmente sem ritmo.

 No finalzinho, a Argentina melhorou e quase marcou com Palácio. Em linda enfiada de bola de Maxi Rodríguez, o atacante errou o tempo do chute, deu de cabeça, e recuou nas mãos de Cillessen.

 FICHA TÉCNICA

 HOLANDA 0 (2) x (4) 0 ARGENTINA

 HOLANDA – Cillessen; Kuyt, Vlaar, De Vrij, Martins Indi (Janmaat) e Blind; De Jong (Clasie), Wijnaldum e Sneijder; Robben e Van Persie (Huntelaar). Técnico: Louis van Gaal.

 ARGENTINA – Romero; Zabaleta, Demichelis, Garay e Rojo; Mascherano, Biglia e Enzo Pérez (Palacio); Lavezzi (Maxi Rodríguez), Messi e Higuaín (Agüero). Técnico: Alejandro Sabella

 CARTÕES AMARELOS – Martins Indi e Huntelaar (Holanda); Demichelis (Argentina).

 ÁRBITRO – Cuneyt Cakir (Fifa/Turquia).

 RENDA – Não disponível.

 PÚBLICO – 63.267 pessoas.

 LOCAL – Estádio Itaquerão, em São Paulo (SP).

Por: Redação ORM News

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Famosos se manifestam sobre derrota da Seleção

Com a derrota da seleção brasileira pela Alemanha na semifinal da Copa do Mundo 2014, nesta terça-feira (8),  pelo placar de 7 a 1, as manifestações nas redes sociais foram muitas, e os famosos também usaram a internet para lamentar a saída do evento esportivo, mas também para mostraram apoio aos atletas.

Xuxa escreveu: “David Luiz, que lindo,pediu desc .. “Só queria ver o povo feliz”… Gente , vamos abraçar essa galera , já gritamos, xingamos , agora é lembrar que ninguém gosta de perder DESCULPA minhas brincadeiras , agora falando serio , eles precisam do nosso carinho, é feio ? É! Mas vamos em frente, que Deus abençoe a todos . E que vença o melhor .

Gaby Amarantos declarou: “Continuosendo brasileira com muito orgulho e muito amor!”.

Já o apresentador Roberto Justus escreveu: “O desastre acabou…nosso sonho tbm….temos que reconhecer que com esse time fomos longe demais, mas não precisava ser assim…preferia não ter presenciado isso… triste!”

O ator Murilo Rosa também se manifestou: “Querido David, vc foi um herói do início ao fim, um grande atleta e uma pessoa exemplar, bola pra frente. Grande abraço!!!!”

A jornalista Rosana Jatobá também deu a sua opinião: “Rosana Jatobá – No futebol, na política, na vida…vence quem tem UNIDADE e EFICIÊNCIA coletiva. Somos uma NAÇÃO em que cada um tem que fazer sua parte! Vamos Brasil! #copadomundo #universojatoba”

A cantora Roberta Miranda declarou: “Vamos lá Brasil !!!ainda somos! Ganhar é bom ! Mas a vida continua.faz parte.”

Fonte:DOL.

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Felipão: “A responsabilidade pelo resultado catastrófico é minha”

Após goleada histórica para a Alemanha, técnico da seleção brasileira admite que time se perdeu após o primeiro gol, pede desculpas e elogia postura da torcida

Explicar o inexplicável. Luiz Felipe Scolari foi para a entrevista coletiva após a histórica goleada sofrida pela seleção brasileira com essa missão.  Na conversa com os jornalistas, Felipão assumiu a culpa pelas escolhas e pela derrota por 7 a 1 para a Alemanha, em jogo válido pelas semifinais da Copa do Mundo, mas afirmou que a vida não acaba após o time canarinho perder a chance de disputar a final da competição no Maracanã, no Rio de Janeiro. (veja os melhores momentos da partida).

– Vamos ter uma sequência de vida normal porque a vida não acaba com essa derrota. Vamos trabalhar no vestiário, na Granja Comary, para pensarmos no próximo jogo – disse o treinador, que vai precisar levantar o astral do grupo para a decisão do terceiro lugar, no próximo sábado, em Brasília, com o perdedor do duelo entre Holanda e Argentina.

O treinador comentou ainda o clima no vestiário após a derrota para a Alemanha.

– Horrível. Claro que o clima não era bom. Não tenho nada para neste momento, nessas primeiras horas. Temos que mudar o nosso comportamento. Mudar o ambiente. Vamos seguir fazendo o nosso trabalho, sabendo que a história continua.

Felipão afirmou também que é o culpado pelo desempenho da equipe na Copa do Mundo. Foram três vitórias, dois empates e uma derrota.

– Quem é o responsável pelas escolhas? Sou eu. A responsabilidade pelo resultado catastrófico é minha. Eu fui o responsável.

Felipão lamentando jogo Brasil x Alemanha (Foto: Reuters)Felipão lamenta durante a trágica derrota do Brasil para a Alemanha (Foto: Reuters)

 

O treinador deixou uma mensagem para o povo brasileiro, mas não crê que o futebol do país tenha que ser alterado pelo resultado desta terça-feira. Segundo o treinador, a goleada alemã foi fruto de uma pane em sua equipe.

– A minha mensagem aos torcedores e ao povo é que tentamos fazer aquilo que tínhamos para fazer. Fizemos o que era o nosso melhor. Perdemos para uma grande equipe, que teve a qualidade de, em seis minutos, definir o jogo com três ou quatro gols. Deu uma pane depois do primeiro gol. Eles se aproveitaram de uma maneira que não tínhamos como reagir. Peço desculpas pelo resultado negativo.

principais trechos da coletiva de felipão

FUTEBOL BRASILEIRO REVISTO
– Não concordo. O México teve qualidade e nós empatamos. Empatamos com o Chile. A Colômbia era uma das equipes comentadas como revelação e nós ganhamos. O que aconteceu neste jogo foi diferente. Até o primeiro gol, o jogo era idêntico, e nós éramos melhores do que a Alemanha. A Alemanha fez o gol num escanteio e houve um descontrole. Acontece. Depois de estar perdendo por 5 a 0, você precisa arriscar. Tivemos algumas chances e não aconteceu. Perdemos para uma grande seleção. Foram cinco lances e eles fizeram cinco gols.

DÍVIDA COM O POVO BRASILEIRO
– Minha dívida? Não tenho dívida. Fiz o meu trabalho como sempre faço em qualquer lugar. Fiz aquilo que eu achei que era o mais correto e o melhor. Da forma como trabalhamos, nós tivemos apenas uma derrota. De um ano e meio para cá, essa foi a terceira derrota. Foi horrível pelo resultado, 7 a 1. Não é dívida e nem crédito. Em 2002, nós ganhamos. Agora, nós perdemos. Só não podemos esquecer que teremos um jogo no sábado. Ainda não encerramos a nossa participação.

MUDANÇA NO FUTEBOL BRASILEIRO
– Por quê? Por que perdemos um jogo hoje? Essa equipe terá doze, treze jogadores na próxima Copa, em 2018. É um caminho que está sendo feito. Essa equipe da Alemanha jogou o Mundial de 2010. Disputou a Eurocopa de 2008 e está aí agora. Dos jogadores que estão aí, no mínimo, uns doze estarão em 2018. É a pior derrota do mundo, mas é um caminho que temos que aprender com isso tudo. Foi um branco que deu no time. Tentamos organizar para fechar um pouco mais. Foi uma pressão da Alemanha e deu tudo certo. E deu errado naquele momento para a nossa equipe. Quando estamos em pane, não adianta trocar um ou dois num determinado momento.

Felipão no jogo Brasil x Alemanha (Foto: Reuters)Felipão durante a derrota do Brasil para a  Alemanha no Mineirão (Foto: Reuters)

ESCALAÇÃO ERRADA
– Não me arrependo. Não é assunto para conversar agora. Foi um resultado. Vou me arrepender do quê? Tivemos oportunidades. Imaginava que com a volta do Oscar, do Hulk e do Bernard, nós tivéssemos como fechar o meio de campo. Até a hora do primeiro gol, tudo estava organizado. Após o gol, o nosso time ficou desorganizado e ficamos em pânico. As coisas foram acontecendo para eles e dando errado para nós. A escolha é o técnico quem faz e ele precisa arcar com as consequências.

PRESSÃO PELO TÍTULO

– Eles sabiam desde o início que jogando em casa era nossa obrigação chegar à final, se campeão. Não era pressão nenhuma sobre eles. Eles fizeram o que estava ao alcance. Chegando ao quinto jogo, sexto jogo, em condição de chegar à final. Não tem arrependimento. Deu errado. Dez minutos de jogo, hoje. Não adianta ficar buscando alguma situação, que não é a realidade. Deu errado por dez minutos. A equipe da Alemanha foi fantástica. Não vai acontecer para a Alemanha e para nós nunca mais.

AUSÊNCIA DE NEYMAR
– Poderia acontecer com o Neymar em campo. Ele não poderia defender aquelas jogadas trabalhadas. Não tem porque imaginar que com o Neymar  seria diferente. Levaríamos o gol porque ele é um atacante e tem uma função diferente.

LADO EMOCIONAL
– Não vamos arranjar uma desculpa sobre Neymar, sobre emoção, sobre o hino. O que aconteceu foi que a Alemanha em determinado momento impôs um ritmo maravilhoso, conseguiu em dois ou três lances os gols para definir o jogo. Além de influenciar positivamente a Alemanha, que já é boa, influenciou negativamente o meu time. Não tem nada a ver com hino, com Neymar, com mão no ombro…

GOLEADA HISTÓRICA
– Quando levamos o terceiro, o quarto e o quinto gols… 5 a 0, no primeiro tempo, é quase impossível de virar ainda mais diante de uma equipe como a Alemanha. Tínhamos que causar dano ao time deles. No segundo tempo, nós tivemos duas ou três chances, poderíamos ter feito os gols. Quando estávamos mais perto, não fizemos o gol, e eles marcaram mais um. O emocional vai embora.

 Thomas Muller gol jogo Brasil x Alemanha (Foto: Reuters)Para Felipão, gol de Thomas Muller desestabilizou a Seleção (Foto: Reuters)

LIÇÕES PARA O BRASIL
– A lição é sentar com o grupo, olhar de novo, analisar novamente o que aconteceu. Trabalhar com eles porque muito deles estarão nas próximas convocações da Seleção e poderão estar no Mundial. Temos que mostrar que foi um jogo atípico. Que a qualidade da Alemanha é boa, mas que não é uma situação normal. Temos que saber como vamos assimilar essa derrota. É uma derrota que é a pior do Brasil. Até em amistosos. Aconteceu. A vida deles vai continuar, a minha vai continuar e vamos buscar o melhor para a nossa vida. Vamos examinar os detalhes e ver o que podemos mudar.

PIOR DERROTA DA CARREIRA
– Provavelmente tenha sido a pior. Já perdi outros jogos. Quando se perde de um, de quatro ou de cinco é sempre igual porque fica o sentimento de não ter conseguido mudar o panorama do jogo. Se pensar na minha vida como técnico, como jogador, foi o pior dia da minha vida. Mas continua a vida. Vou ser lembrado por ter perdido por 7 a 1. Mas era um risco que eu sabia que eu corria. Os riscos que nós assumirmos, nós temos que assimilar e seguir em frente a nossa vida. É o que eu vou fazer.




Em estatísticas da Fifa, Brasil teve 55 chances de gol contra 34 da Alemanha

Um número chama a atenção nas estatísticas oficiais do site da Fifa sobre a derrota do Brasil por 7 a 1 para a Alemanha, nesta terça-feira, pela semifinal da Copa do Mundo: a Seleção de Felipão teria tido 55 chances de gol contra “apenas” 34 do time de Joachim Löw.

Fonte: Globo Esporte.

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Daniel Alves desabafa no Instagram e chama críticos da seleção de ‘perdedores do jogo da vida’

Para o lateral-direito da seleção, ‘os que fazem chacota nunca serão campeões’

BELO HORIZONTE — O lateral-direito Daniel Alves, que começou a Copa no time titular, mas perdeu a posição durante o torneio por causa das más atuações, usou o Instagram na noite desta terça-feira para elogiar os jogadores e criticar o que ele chamou de “perdedores do jogo da vida”. Daniel Alves classificou o momento após a eliminação com goleada como “duro, difícil e complicado” e chamou de “babacas” as pessoas que estão fazendo chacota da situação.

Leia a mensagem na íntegra:

“Eu quero aproveitar esse momento duro, difícil, complicado para todos nós que escolhemos o futebol como profissão e que fomos escolhidos, para representar nosso país, nessa copa do mundo. Gostaria de dizer que, Para mim poder compartilhar todos esse tempo com vocês foi prazer inigualável, sei que um monte de babacas vão fazer chacota, sei que um monte de perdedores do jogo mais importante do mundo, que é o da vida, vão se alegrar por isso, mas, gostaria de dizer publicamente que vocês são fodas, que sou um privilegiado de formar parte desse grupo, que vocês são os melhores, que vocês são campeões, onde todos esses babacas nunca serão, pois vocês se superaram e conseguiram vencer na vida, vocês hoje são respeitados, aqui pode que não, mas, no resto do mundo tenho certeza que sim. Dias ruins, vem nas nossas vidas, para aprendermos a valorizar os dias bons de uma maneira que somente quando temos os dias ruins nos damos conta disso!”




Seleção tenta juntar os cacos para disputa de 3º lugar

‘É difícil até a gente ter condição emocional’, diz Thiago Silva

Ainda haverá jogo no sábado (12), mas, para a seleção brasileira, a Copa do Mundo acabou na terça-feira (8). A disputa do terceiro lugar, contra Holanda ou Argentina, em Brasília, virou um castigo. Se forem consultados pelo técnico Luiz Felipe Scolaria, alguns jogadores vão preferir não entrar em campo.

O zagueiro Thiago Silva, que cumpriu suspensão, admitiu que o grupo estará abalado psicologicamente:

— É difícil até a gente ter condição emocional para esse jogo. Sempre falei que o nosso objetivo era o título. Não era o segundo, o terceiro ou o quarto lugar. Mas é o que nós temos — destacou.

Um dos mais emocionados, David Luiz não conseguia, ao sair do vestiário, imaginar um confronto de tão pouco valor:

— Dói, porque a gente tinha em mente outra coisa — resumiu.

O lateral Daniel Alves, que perdeu a posição para Maicon, parecia indiferente à possibilidade de retomá-la no confronto válido pela terceira colocação:

— Para mim, o importante é o primeiro lugar. Se não for isso, para mim não tem importância. A gente veste uma camisa por um escudo, por milhões de pessoas,.por uma nação. E, na minha vida toda, eu jogo para ser o primeiro — afirmou o lateral, abatido com a tragédia.

Fonte: ORMNews.

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Holandeses e argentinos buscam vaga nesta quarta

Os alemães enfrentaram a Argentina nas finais de 1986 e 1990, com uma vitória para cada lado

As seleções da Holanda e Argentina entram em campo hoje (9), às 17h (horário de Brasília), no Estádio Itaquerão em São Paulo, para decidir quem enfrentará a Alemanha na final da Copa do Mundo. Independentemente do vencedor, uma final será reeditada. Os alemães enfrentaram a Argentina nas finais de 1986 e 1990, com uma vitória para cada lado. Holandeses e alemães decidiram o título em 1974 e os germânicos levaram a taça.

Para conseguir a revanche, a Holanda aposta nas jogadas em velocidade com Robben. O camisa 11 holandês tem como principal arma a corrida em disparada pelo lado direito do campo para, em seguida, passar a bola ou chutar com a perna esquerda. As jogadas com Robben, Sneijder e Van Persie são uma grande ameaça à defesa argentina que, apesar de contestada, teve bom desempenho na última partida, contra a Bélgica. O primeiro título mundial passa antes pelos argentinos.

Eles contam com Messi, precisam dele. Sem Di Maria, machucado, o camisa 10 argentino é a esperança, quase solitária, dos nossos vizinhos de chegarem à final. Os torcedores também esperam boa atuação de Higuaín. O centroavante argentino conseguiu, finalmente, marcar um gol e ter boa atuação contra a Bélgica.

Os dois times vêm de jogos difíceis. Os holandeses só conseguiram a vaga para as semifinais nos pênaltis, quando superaram a Costa Rica. Os argentinos venceram a Bélgica por 1 a 0, em partida difícil, mas que mostrou evolução do time do técnico Alejandro Sabella. A defesa holandesa teve trabalho com os costa-riquenhos e pode ter ainda mais com os argentinos. Em compensação, os contra-ataques do time europeu são, muitas vezes, decisivos.

Fonte: ORMNews.

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Brasil enfrenta a Alemanha nesta terça-feira, pela nação e por Neymar

Belo Horizonte – De uma vértebra fraturada de Neymar, o técnico Luiz Felipe Scolari criou a seleção brasileira, à sua imagem e semelhança: otimista e obstinada. Sem seu maior ídolo, o Brasil será mais raça do que talento, nesta terça-feira, contra a Alemanha, às 17h, no Mineirão, onde estará em jogo uma vaga para a final da Copa do Mundo, contra o vencedor de Holanda x Argentina, que medem forças nesta quarta-feira, no Itaquerão, em São Paulo.

A página de Neymar foi virada com a ajuda da psicóloga Regina Brandão, num trabalho motivacional mais árduo do que o realizado nos treinamentos de campo. Na ausência do camisa 10, Felipão garante ter despertado nos seus 22 jogadores a conscientização em relação à importância de cada um na semifinal que já não tem mais o Brasil como franco favorito.

— O Neymar deixou muito dele conosco. Ficamos tristes desde o momento em que soubemos que não teríamos mais o Neymar, mas agora é a nossa parte que tem de ser feita. A minha, a dos jogadores, a do povo brasileiro. Esse jogo pode nos levar a uma final. Vamos estar jogando pelo nosso país, por tudo o que imaginamos e sonhamos, mas também pelo Neymar, por tudo o que ele fez pela gente — disse o treinador.

A joelhada, que quebrou Neymar e o encanto da seleção brasileira, não foi o único golpe duro sofrido pelo técnico Felipão. Seu capitão, Thiago Silva, suspenso pelo segundo cartão amarelo, cederá a braçadeira para David Luiz e a vaga, para Dante.

— Em uma semifinal de Mundial, acho que o diferencial é o grupo — afirmou Thiago Silva. — Se você jogar bem compacto, se tiver a forma defensiva bem sólida, quanto menos errar, melhor. Estou sofrendo desde já. Se depender de mim, vou estar com o coração dentro de campo. Esse pode ser o diferencial do nosso time: o meu coração estará dentro de campo junto ao do Neymar .

Entra o coração dos ausentes, saem a técnica diferenciada e, sobretudo, a genialidade do craque. Até Felipão sabe que, nesta terça-feira, nada será como antes.

— Vamos sentir muito a competitividade. Vamos sentir falta do Neymar, da alegria. Mas temos um grupo em condição de superar as dificuldades e seguir em frente. Vamos jogar com o objetivo traçado no início: a classificação para a final — encerrou Felipão, pronto para o milagre da transformação do talento em suor.
Fonte: EXTRA.

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Entre glórias e lágrimas, Julio César completa 10 anos de Seleção

Goleiro fez sua primeira partida pelo Brasil no dia 8 de julho de 2004 contra o Chile: entre conquistas e fracassos, busca agora seu maior feito, o título de uma Copa.

O que você fazia há exatos 10 anos? Faculdade ou colégio? Namorava? Estava viajando? Julio César tem a resposta na ponta da língua. Ele estreava pela Seleção em Arequipa, cidadezinha do Peru. Vestia a camisa 1 contra o Chile, adversário mais habitual de sua década. 8 de julho de 2004, um dia tão especial quanto pode vir a ser este 8 de julho de 2014. Diante da Alemanha, na semifinal da Copa do Mundo, o goleiro só quer poder comemorar 10 anos de seleção brasileira.

A trajetória de Julio tem glórias, dissabores, sorrisos e lágrimas. Títulos e fracassos. Nesta terça-feira, a partir das 17h, no Mineirão, ele tentará justamente o maior de todos os feitos: disputar a final do Mundial em casa e apagar a maior de todas as más lembranças: a falha na eliminação para a Holanda, quatro anos atrás, na África do Sul.

Em 2004, Carlos Alberto Parreira, atual coordenador, era técnico e não teve os três principais jogadores da posição na Copa América: Dida, Rogério Ceni e Marcos. Apostou no jovem Julio César, que já brilhava no Flamengo. Logo na primeira partida, o herdeiro viveu situação curiosa. Pênalti para o Chile. González bateu e fez, mas o árbitro viu invasão da área e mandou voltar. Na segunda cobrança, isolou. Sorte de principiante.

Quem diria que 10 anos depois, Julio César se veria novamente frente a frente com os chilenos na marca do pênalti. No épico duelo das oitavas de final da Copa do Mundo, ele pegou duas cobranças, de Pinilla e Alexis e eliminou o Chile. Um de seus momentos inesquecíveis na meta nacional. O GloboEsporte.com listou 10.

Confira a lista abaixo e assista a todos no vídeo acima.

01

Estreia (Brasil 1×0 Chile – 8/7/2004)

Há 10 anos, escapou de sofrer gol de pênalti na vitória por 1 a 0 sobre o Chile.

02

Rival (Brasil 2×2 Argentina – 25/7/2004)

Pegou pênalti de D’Alessandro e ajudou o Brasil a vencer a Copa América sobre a Argentina.

Julio Cesar defesa pênalti Copa América 2004 (Foto: Arquivo AP)Julio Cesar em grande defesa de pênalti contra a Argentina na Copa América 2004 (Foto: Arquivo AP)

 

03

Parede (Brasil 2×1 Uruguai – 21/11/2007)

Com grandes defesas contra o Uruguai, no Morumbi, fez a Seleção arrancar nas Eliminatórias.

04

Copa (Brasil 2×1 Coreia do Norte – 15/6/2010)

Estreou em Copas do Mundo contra a Coreia do Norte: primeira vez no torneio mais importante.

05

Queda (Brasil 1×2 Holanda – 2/7/2010)

Errou no primeiro gol de Sneijder e se abateu muito com a eliminação para a Holanda nas quartas da Copa-2010.

Julio Cesar falha jogo Holanda Copa 2010 (Foto: Getty Images)Goleiro teve falha importante na partida que definiu a eliminação do Brasil em 2010 (Foto: Getty Images)

 

06

Falha (Brasil 2×1 Bósnia – 28/2/2012)

Levou gol estranho contra a Bósnia e, a partir de então, não voltou a ser chamado por Mano Menezes.

07

Volta (Inglaterra 2×1 Brasil – 6/2/2013)

Retornou logo no primeiro jogo de Felipão, contra a Inglaterra, e se firmou como goleiro para 2014.

08

Herói (Brasil 2×1 Uruguai – 26/6/2013)

Defendeu pênalti de Forlán quando a semifinal da Copa das Confederações, contra o Uruguai, estava 0x0.

09

Tetra (Brasil 3×0 Espanha – 30/6/2013)

Festejou o título das Confederações ao vencer a Espanha e teve a companhia do filho ao levantar a taça.

julio cesar filho seleção brasileira brasil x espanha (Foto: EFE)Julio César vibra com sua volta por cima na Seleção, coroada com o título da Copa das Confederações (Foto: EFE)
10

Choro (Brasil 1×1 Chile – 28/6/2014)

Antes dos pênaltis contra o Chile, nas oitavas da Copa, chorou. Pegou duas cobranças e salvou o Brasil.

Fonte: Globo Esporte.