Remo estreia na Série C com empate diante do Cuiabá.

Leão saiu na frente mas permitiu o empate do Cuiabá. Time remista somou seu primeiro ponto na competição

O Remo somou seu primeiro ponto na Série C de 2016. O Leão que disputa a Série C pela terceira vez a competição na sua história conseguiu um empate, fora de casa, diante do Cuiabá-MT, na noite deste sábado (21), em Cuiabá. A equipe azulina saiu na frente com Fernandinho, mas permitiu o empate do Dourado nos acréscimos do primeiro tempo, terminando a partida em 1 a 1.
Veja como foi a partida lance a lance

A equipe remista estreou na Série C, em um local e contra um adversário que não traziam boas lembranças, já que o Leão perdeu o título da Copa Verde de 2015 para o Cuiabá, após ser goleado por 5 a 1, na Arena Pantanal. Com as lembranças do passado, mas projetando o futuro, o time remista começou muito bem o primeiro tempo. O leão dominou a equipe cuiabana nos primeiros minutos, envolvendo a defesa adversária e perdendo boas chances de gols.

O primeiro lance de perigo remista foi com Ciro, mas o atacante não conseguiu concluir o cruzamento. O leão continuou em cima e não demorou muito para o Remo abrir o placar. Boa troca de passes entre Eduardo ramos e Ciro, que tocou para Fernandinho, que dentro da área, teve calma para tirar a marcação e chutar no canto, a bola ainda bateu na trave do goleiro Henal, mas morreu no fundo do gol. Remo 1 a 0 aos 13 minutos.

A equipe do Cuiabá sentiu bastante o gol e não conseguia articular jogadas. Por outro lado o Remo seguia no ataque. Em cruzamento na área de Fabiano, o meia Eduardo Ramos entrou livre na área, mas chutou para fora, desperdiçando ótima chance de ampliar para o Remo.  A equipe do Cuiabá só “gostou do jogo” a partir dos 25 minutos, quando dominou o meio de campo e passou a pressionar a equipe do Remo. Os cruzamentos na linha de fundo eram constantes, mas a zaga remista afastava o perigo.

Mas o time azulino mais uma vez sofreu com as bolas paradas na área. O problema crônico visto no Parazão e Copa Verde, se repetiu na Série C. Escanteio cobrão na área e Gilson, sozinho, cabeceou para as redes azulinas, já aos 48 minutos do primeiro tempo. Tudo igual na Arena Pantanal, 1 a 1.  A etapa inicial terminou mesmo empatada.

No segundo tempo as equipes voltaram sem alterações, mas o Cuiabá retornou muito melhor em campo. A equipe do Dourado pressionou o Remo desde o inicio do segundo tempo e o Leão se defendia como podia . O Remo explorava os contra-ataques e em um deles, Ciro rolou para Eduardo Ramos na entrada da área, mas o meia remista mandou para fora, desperdiçando boa chance.

O Cuiabá seguia sua saga de bolas na área do Remo e Henrique Brinner se viravam e afastavam todas, porém, aos oito minutos, o volante Lucas derrubou o jogador do Cuiabá na área e o árbitro Wanderson Alves assinalou pênalti. Na cobrança o atacante Tito, ele deslocou o goleiro Fernando Henrique, mas pegou muito em baixo da bola e mandou para fora a chance da virada do Cuiabá. O Remo ganhou moral na partida e tentou com Fernandinho, mas na hora da conclusão foi travado pela zaga do Dourado.

Marcelo Veiga tentou mudar a equipe com as entradas de Yuri no posto de Lucas, além das entrada de Héricles no lugar de Fernandinho. As mudanças melhoraram o desempenho do Remo em campo, que ganhou mais movimentação, principalmente com Héricles, mas o Leão Azul errava bastante no último passe.  O Cuiabá tentava também pelas pontas, mas esbarrava na defesa remista, que soube se recompor na segunda etapa. No final da partida o Cuiabá foi só pressão com o famoso “chuveirinho”, mas o goleiro Fernando Henrique por três vezes saiu do gol e segurou o primeiro ponto remista na competição. Final de jogo na Arena Pantanal, Cuiabá 1 x 1 Remo.

O próximo compromisso do Clube do Remo na Série C é na segunda-feira, dia 30, contra a equipe do ASA-AL, no mangueirão, em Belém.  Já o Cuiabá encara o Botafogo-PB, no dia 28, fora de casa.
Ficha técnica

Local: Arena Pantanal – Cuiabá-MT

Hora: 19h

Data: 21.05.2016

Árbitro: Wanderson Alves de Sousa – MG

Auxiliares: Luiz Antônio Barbosa – MG e Ricardo de Souza – MG

Cartões amarelos:

Cuiabá: Samuel

Remo: Fernando Henrique; Henrique, Brinner, Lucas, Yuri e Fabiano

Gols:

Cuiabá: Gilson (48’/1T)

Remo: Fernandinho (13’/1T)

Cuiabá:

Henal; Chiquinho, Samuel, Joilson e Julinho; Léo Salino, Gilson, Marcelo Oliveira (Diogo) e Rubinho (Cabralzinho); Uederson (Giovani) e Tito – Técnico: Flávio Araújo

Remo:

Fernando Henrique; Murilo, Henrique, Brinner e Fabiano; Lucas (Yuri), Michel Schmoller, Allan Dias e Eduardo Ramos; Fernandinho (Héricles) e Ciro (Sílvio) – Técnico: Marcelo Veiga
Por ORMNEWS
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Vasco sofre para empatar com CRB, mas segue invicto e avança na Copa do Brasil

O sufoco foi maior do que o esperado, mas o Vasco está na terceira fase da Copa do Brasil. Na base da insistência em um jogo longe do ideal na noite desta quarta-feira, os vascaínos arrancaram o empate por 1 a 1 com o CRB, em São Januário, e se manteve no torneio.

Mesmo com a vantagem por 1 a 0 conquistada no confronto de ida, fora de casa, os vascaínos penaram para confirmar a vaga e quase se viram forçados a disputarem a permanência nos pênaltis.

O alívio veio apenas aos 46 minutos da etapa final. Em desvantagem e longe de apresentar o futebol digno de campeão carioca, o clube do Rio de Janeiro conseguiu marcar em um lance de puro oportunismo de Rafael Vaz. Diego, que curiosamente começou a carreira com a camisa do Vasco, fez para os visitantes.

Com o resultado, o time cruz-maltino segue adiante e terá pela frente o Santa Cruz na terceira fase da competição nacional.

Invencível!

Além da vaga, o Vasco também manteve a série invicta, que dura desde o dia 1º de novembro. Desde então, foram 28 partidas sem uma derrota sequer. A conta persiste há exatos 199 dias.

Sufoco!

E quem esperava um CRB acanhado em São Januário se deu muito mal. Os alagoanos foram para jogo e não se intimidaram com o caldeirão vascaíno. Certo que a partida não foi um primor técnico, muito por conta da forte chuva que castigou a região no primeiro tempo.

Mesmo sem pressionar de forma significativa, o time alagoano mostrou a técnica necessária para abrir o placar. Diego bateu falta da direita com muito efeito e mandou a bola no ângulo, sem qualquer chance para Martín Silva.

Não bastasse marcar o primeiro gol, o CRB ainda teve chance de marcar o segundo na etapa inicial. Luidy fez linda jogada, mas pecou na hora de tentar o drible sobre Martín Silva, que se esticou e tirou a bola dos pés do adversário.

Até então o torcedor vascaíno acreditava em uma reação rápida de uma equipe que não perde desde novembro. Mas não foi o que aconteceu. Mesmo em seus domínios, o Vasco não fez nenhuma espécie de blitz. Teve chances? Sim. Só que parou nas defesas de Juliano.

Se não dá na inspiração, vai na raça. A torcida só respirou aliviada aos 46 da etapa final. Após cruzamento da direita, a bola cruzou a área e sobrou para Rafael Vaz empurrar e definir a classificação.

Por ESPN

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Fim da maldição! São Paulo segura o Galo no Horto e está na semi da Copa

Maicon marcou o gol que deu a classificação às semifinais para o São Paulo.© Foto: DOUGLAS MAGNO/AFP –
O roteiro é de cinema. O São Paulo estreou na fase de grupos da Libertadores com derrota para o The Strongest (BOL) por 1 a 0 em casa, um resultado que deixava o time já ameaçado de cair de maneira precoce na competição. Pois é, o tempo passou, o Tricolor se reconstruiu e hoje está do tamanho do Morumbi na busca pelo tetra. O time de Edgardo Bauza resistiu ao Horto e com a derrota de 2 a 1 para o Atlético-MG está na semifinal do torneio mais importante da América.

Um roteiro que teve novamente o zagueiro Maicon como grande herói. O jogador que atuou até no gol nesta Libertadores fez o gol da classificação. Um cabeçada valiosíssima para sua pretensão, a do São Paulo e de todo a torcida são-paulino de vê-lo no clube por mais tempo. Maicon tem contrato até 30 de junho e o vínculo precisará ser renovado para ele disputar a semifinal. Mas isso agora pouco importa. O Tricolor foi herói, com emoção até o último minuto, numa cobrança de falta desperdiçada por Pratto. Quem resistiu, não cai mais.

Aos 11 minutos de jogo, com gols de Cazares e Carlos, fulminantes, o Atlético-MG já tinha tirado a vantagem conquistada pelo São Paulo no Morumbi. Também pudera. Em toda a Copa Libertadores, o máximo que o Atlético-MG demorou para abrir o placar dentro de casa foi 16 minutos contra o Racing (ARG), no segundo jogo das oitavas de final. Resistir ao ímpeto inicial do Galo no Horto é missão ingrata e não foi o bravo São Paulo do bravo Patón a quebrar o paradigma. Mas fez o mais importante.

O problema é que o time de Aguirre não voltou com a mesma disposição para o segundo tempo, e isso comprova ainda mais quão difícil é repetir o rolo compressor a partir do momento que o árbitro autoriza a bola rolar no Independência. O valente São Paulo conseguiu algo que poderia ser determinante: equilibrar as forças diante de um cenário emocional desfavorável.

A Libertadores agora dá uma pausa para a disputa da Copa América. Que as emoções voltem com tudo. A competição sul-americana de clubes deixará saudade no torcedor. Principalmente no são-paulino, que tem um mês para comemorar a vaga, o fim da maldição de cair para brasileiros na Libertadores (foi assim nas últimas seis que disputou) e a reconstrução de um time que voltou a ser grande. À torcida do Galo, resta saudade de quando o time fazia valer o lema “Eu acredito”.

FICHA TÉCNICA

ATLÉTICO-MG 2 X 1 SÃO PAULO

Local: Independência, Belo Horizonte (MG)

Data-Hora: 18/5/2016 – 21h45

Árbitro: Andrés Cunha (URU)

Auxiliares: Carlos Pastorino (URU) e Horácio Ferrera (URU)

Público/renda: Não divulgados

Cartões amarelos: Eduardo e Leonardo Silva (AMG), Michel Bastos e Maicon (SAO)

Cartões vermelhos: Leandro Donizete (AMG)

Gols: Cazares (6’/1ºT) (1-0), Carlos (11’/1ºT) (2-0) e Maicon (14’/1ºT) (2-1)

ATLÉTICO-MG: Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Erazo e Douglas Santos; Leandro Donizete, Eduardo (Dátolo, aos 40’/2ºT), Patric (Clayton, aos 24’/2ºT), Cazares e Carlos (Carlos Eduardo, no intervalo); Pratto. Técnico: Diego Aguirre.

SÃO PAULO: Denis; Bruno, Maicon, Rodrigo Caio e Mena; Hudson, Thiago Mendes (Wesley, aos 24’/2ºT) e Ganso; Kelvin, Michel Bastos (Matheus Reis, aos 32’/2ºT) e Calleri (Alan Kardec, aos 42’/2ºT). Técnico: Edgardo Bauza.
Por LanceNet – LanceNet

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Flamengo perde do Fortaleza e dá vexame histórico

O Flamengo decepcionou mais uma vez sua torcida e foi derrotado por 2 a 1 pelo Fortaleza, nesta quarta-feira, no Raulino de Oliveira. Com o resultado, os rubro-negros foram eliminados na segunda fase da Copa do Brasil, tendo feito sua pior participação na história da competição.

Sem poder contar com o técnico Muricy Ramalho, que sofreu um problema no coração, a equipe foi comandada por Jayme de Almeida. Os rubro-negros sofreram com a marcação do Fortaleza durante os 90 minutos. Para piorar, viram os cearenses abrirem o placar no início do jogo. No segundo tempo, os visitantes ampliaram a vantagem. Os flamenguistas só marcaram no fim, com Alan Patrick.

Na próxima fase, o Fortaleza vai encarar o América-MG. Já o Flamengo vai se concentrar somente no Campeonato Brasileiro no restante da temporada.

O jogo – O Flamengo começou a partida com a intenção de pressionar o Fortaleza em busca do gol. No entanto, logo aos três minutos, os cearenses abriram o placar após contra-ataque rápido. Após cruzamento de Everton, a bola passou por Anselmo e chegou para Pio finalizar para a rede.

O revés não desanimou os rubro-negros, que passaram a pressionar os visitantes em seu campo de defesa. Tanto que aos 13 minutos, o Flamengo quase empatou em Volta Redonda. Após cruzamento de Rodinei, Ederson escorou para Emerson chutar, mas a finalização foi em cima da zaga. Depois, foi a vez de Jorge arriscar de fora da área e obrigar Ricardo Berna a fazer boa defesa.

No entanto, aos poucos, o Fortaleza melhorou a marcação e impediu as boas jogadas do Flamengo. A torcida começou a se irritar e deixou os jogadores rubro-negros nervosos em campo. Com isso, os erros aumentaram e os lances de perigo desapareceram. Somente nos minutos finais, os donos da casa pressionaram em busca da igualdade, mas sem sucesso. Assim, os cearenses foram para o intervalo com a vantagem no placar.

No segundo tempo, o Flamengo pressionou o Fortaleza desde os primeiros minutos. No entanto, os rubro-negros tinham dificuldade em passar pela forte marcação adversária. Os cariocas chegavam com mais facilidade pela direita, com Rodinei, mas em nenhum momento levou real perigo ao gol de Ricardo Berna.

Com o passar do tempo, os flamenguistas foram ficando mais nervosos e passaram a dar espaços ao Fortaleza. Os cearenses acabaram com as chances dos rubro-negros aos 19 minutos. Em contra-ataque rápido, Felipe levou a melhor sobre a marcação e tocou para Pio finalizar para a rede e fazer seu segundo gol na partida.

O Flamengo só conseguiu criar sua primeira chance na etapa final aos 22 minutos. Marcelo Cirino chutou cruzado e a bola sobrou para Ederson na pequena área. No entanto, o meia conseguiu finalizar por cima do travessão.

A chance desperdiçada acabou com o ânimo dos rubro-negros, que perderam força e, mesmo ainda tendo mais posse de bola, não levaram mais perigo ao gol de Ricardo Berna. O Fortaleza passou a administrar o resultado.

Somente aos 43 minutos, o Flamengo conseguiu marcar seu gol, com Alan Patrick, de falta. Só que não havia tempo para os cariocas buscarem uma reação e tiveram que sair de campo sob as vaias da torcida em Volta Redonda após mais uma eliminação.

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO-RJ 1 X 2 FORTALEZA

Local: Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ)
Data: 18 de maio de 2016 (Quarta-feira)
Horário: 21h45(de Brasília)
Árbitro: Diego Almeida Real (RS)
Assistentes: Rafael da Silva Alves (RS) e Elio Nepomuceno de Andrade Junior (RS)
Renda: R$ 77.550,00
Público: 4.390 pagantes
Cartões amarelos: Ederson e Everton (Flamengo); Anselmo (Fortaleza)

GOLS
FLAMENGO: Alan Patrick, aos 43min do segundo tempo
FORTALEZA: Pio, aos 3min do primeiro tempo e 19min do segundo tempo

FLAMENGO: Paulo Victor, Rodinei, Léo Duarte, Juan e Jorge; Gustavo Cuéllar, Willian Arão, Federico Mancuello (Alan Patrick) e Everton (Marcelo Cirino); Ederson e Emerson Sheik (Fernandinho)
Técnico: Jayme de Almeida (interino)

FORTALEZA: Ricardo Berna, Felipe (Elivelton), Edimar, Lima, William Simões; Dudu Cearense, Juliano, Pio, Jean Mota e Everton (Juninho); Anselmo (Corrêa)
Técnico: Marquinhos Santos
Por Terra
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Brasileirão começa com pior número de gols em uma 1ª rodada na era dos pontos corridos

Luciano lamenta chance desperdiçada em empate sem gols contra o Grêmio© SERGIO BARZAGHI/Gazeta Press

O Campeonato Brasileiro de 2016 começou com uma marca negativa. A competição registrou o pior número de gols em uma primeira rodada desde que passou a ser disputada por pontos corridos. Em 10 jogos, a rede balançou apenas 14 vezes.

Apenas dois confrontos tiveram mais de um gol. O Palmeiras abriu o nacional com um 4 a 0 sobre o Atlético-PR, no sábado, e o Santa Cruz goleou o Vitória por 4 a 1 neste domingo.Corinthians x Grêmio, Figueirense x Ponte Preta e Internacional x Chapecoense não saíram do 0 a 0. Todos os demais resultados foram definidos pelo placar mínimo.

O único ano que chega perto da marca é 2014, quando os times anotaram apenas 16 tentos. 2006 vem logo na sequência: 18.

Veja o desempenho em outras primeiras rodadas:

2003 – 36 gols
2004 – 29 gols
2005 – 30 gols
2006 – 18 gols
2007 – 29 gols
2008 – 26 gols
2009 – 25 gols
2010- 19 gols
2011 – 29 gols
2012 – 25 gols
2013 – 26 gols
2014 – 16 gols
2015 – 28 gols
2016 – 14 gols

Por ESPN

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Com golaço, Rosario Central vence e acaba com invencibilidade do Atlético Nacional

Jogadores do Rosário Central comemoram gol na vitória sobre o Atlético Nacional© Getty Jogadores do Rosário Central comemoram gol na vitória sobre o Atlético Nacional

O Rosario Central-ARG saiu na frente do Atlético Nacional-COL nas quartas de final da Copa Libertadores da América. Nesta quinta-feira, a equipe argentina bateu o adversário por 1 a 0 no Gigante Arroyito.

Montoya fez o único gol do jogo. E foi um golaço. Com cinco minutos de partida, ele aproveitou erro na saída de bola e bateu da intermediária: a bola foi no ângulo do goleiro Armani.

Foi a primeira derrota do clube de Medellín na competição continental. Na fase de grupos, o time passou com cinco vitórias e um empate. Nas oitavas, empatou um e venceu o outro no duelo contra o Huracán-ARG.

A partida de volta será na próxima quinta-feira, às 22h45 (horário de Brasília), no estádio Atanasio Giradot. Um empate classifica o Rosário, que avança até mesmo se perder por um gol de diferença, desde que marque – triunfo por 1 a 0 do Atlético Nacional-COL leva o jogo para os pênaltis.

O jogo

A equipe argentina precisou de apenas cinco minutos para abrir o placar. Montoya aproveitou falha da defesa do Atlético Nacional na saída de jogo, roubou a bola e bateu do meio da rua, acertando o ângulo e marcando um golaço.

O Rosario quase marcou mais um aos 25 minutos, mas Copete bateu em cima de Sosa após bela jogada de Mejía. A resposta dos colombianos veio nos minutos finais da primeira etapa, quando ensaiaram uma pressão, mas acabaram parando na defesa adversária.

O segundo tempo também foi repleto de boas jogadas e chances de gol. O Rosario chegou aos 16 minutos, quando o goleiro Armani fez um verdadeiro milagre para os colombianos, salvando três finalizações seguidas da equipe da casa. Depois, aos 29, foi a vez de Herrera acertar a trave em chute da entrada da área.

O Atlético tentou com Bocanegra, aos 34 minutos, mas o goleiro Sosa fez boa defesa e evitou o gol de empate. No entanto, a equipe colombiana não vivia seus melhores dias e acabou derrotada.
Por ESPN

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Com golaço de Henrique, Cruzeiro resolve no 1º tempo e elimina Londrina na Copa do Brasil

Mais organização, menos nervosismo. Uma atuação mais segura, sobretudo no primeiro tempo. E a classificação adiantada na Copa do Brasil. Nesta terça-feira, o Cruzeiro venceu o Londrina no estádio do Café por 2 a 0 para avançar no torneio nacional.
Bruno Rodrigo, de cabeça, inaugurou o placar. Henrique, com um golaço em chute de fora da área, fez o segundo.
A vitória por dois gols de diferença eliminou o jogo de volta. Agora, o Cruzeiro espera o vencedor do duelo entre Portuguesa e Vitória para conhecer seu adversário na terceira fase – a partida de ida entre time paulista e o baiano será nesta quarta-feira, às 21h45, no Canindé.

Sem luz
Quase cinco meses, foi esse o tempo que Walter demorou para voltar a balançar as redes em um jogo oficial. E o gol aconteceu no momento mais importante. Neste domingo, diante do maior rival – o Coritiba -, o atacante abriu o placar no Couto Pereira para a vitória que apenas confirmou o título do rubro-negro, o 23º na história do clube. A vitória por 3 a 0 na Arena, na última semana, já tinha encaminhado a conquista. Além de marcar o primeiro gol da vitória por 2 a 0, neste domingo, Walter deu assistência para Ewandro, no último minuto da primeira etapa, ampliar a vantagem. O placar agregado de 5 a 0 veio a coroar uma campanha de recuperação, já que na primeira fase o Atlético-PR terminou atrás do próprio Coritiba.
Pouco antes da partida, dois refletores do estádio apagaram por causa de um transformador, que pegou fogo. O Londrina precisou mandar geradores para fazer a luz voltar. Com 18 minutos de atraso, os refletores se acenderam e a partida pôde ser iniciada.

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Pisano no comando

Na primeira etapa, o Cruzeiro rapidamente conseguiu controlar a partida. Com dificuldades na saída de bola, o Londrina foi praticamente inofensivo e apostava mais nas bolas longas.

Com presença no campo e encostando toda hora nos companheiros, o meia Matías Pisano se destacava. E foi ele que deu a assistência do primeiro gol. Aos 22 minutos, da esquerda, ele cruzou para Bruno Rodrigo ganhar pelo alto e cabecear para o fundo do gol.

Doze minutos mais tarde, um golaço. Depois da zaga do Londrina afastar um cruzamento, Henrique, de fora da área, dominou e chutou forte para superar o goleiro Marcelo e ampliar.

Londrina cresce, Cruzeiro segura

Para a segunda etapa, o Londrina mudou de atitude e de esquema. No 4-1-4-1, em vez do 4-2-3-1, o time conseguiu controlar melhor o meio de campo e anular de vez o meia Pisano.

Com mais dificuldades, o Cruzeiro sofreu mais com as investidas do time paranaense. Na melhor delas, Fábio espalmou boa tentativa de Batata e ajudou a garantir a vaga antecipada na terceira fase.

Por ESPN

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América-MG arranca empate, surpreende Atlético-MG e fica com título mineiro

Fim do jejum! Na fila desde 2001, o América-MG aprontou neste domingo, no Mineirão, arrancou empate em 1 a 1 com o Atlético-MG no fim e ficou com o título estadual pela primeira vez em 15 anos. Não teve para Robinho, que foi deixado entre os reservas por Diego Aguirre, mas voltou do intervalo em campo e embalou o time alvinegro em seu flerte com a taça.

Foi dele a assistência para Lucas Pratto invadir a área aos 12 minutos do segundo tempo, deixar o volante Leandro Guerreiro no chão e chutar para defesa parcial de João Ricardo. No rebote, a revelação Clayton, trazida do Figueirense, apenas completou para as redes.

Golaço.

Robinho dava toda pinta de que mudaria a história da partida.

Não mudou.

Pratto comemora gol do Atlético contra o América no Mineiro© Gazeta Press Pratto comemora gol do Atlético contra o América no Mineiro
Pressionando na etapa final, o América-MG surpreendeu aos 38 minutos. Osman mandou bola na área, o veterano Borges apenas escorou e o meia Danilo Barcelos acertou chute cruzado aos 38 minutos para empatar.

É o herói do título americano. Ele já havia marcado os dois gols do Coelho na vitória de 2 a 1 no jogo de ida, na Arena Independência.

O Atlético-MG teve de superar a expulsão do zagueiro Tiago em lance surreal, no fim do primeiro tempo, aos 44 minutos, com o segundo cartão amarelo. Ele recebeu bola na fogueira, se atrapalhou e fez falta na região do meio-de-campo.

O técnico Aguirre decidiu ir para tudo ou nada na volta do intervalo.

América-MG se sagrou campeão mineiro neste domingo© Gazeta Press América-MG se sagrou campeão mineiro neste domingo
Pôs Carlos César ao lado de Erazo na defesa e trouxe Marcos Rocha para a lateral. O comandante uruguaio evitou, assim, queimar a sua última substituição – antes de Robinho, ele havia sido obrigado a substituir Carlos por Clayton.

Funcionou inicialmente, mas, com um a menos, não deu para segurar o abafa dos visitantes.

Foram 47,928 mil pessoas para uma renda de R$ 1,228 milhões.

Com o vice-campeonato estadual, o Galo agora se concentra nas quartas de final da Libertadores. O time alvinegro faz o primeiro jogo com o São Paulo na próxima quarta-feira, no Morumbi, e decide a vaga na outra na quarta, diante de sua torcida, em Belo Horizonte.

O América-MG, por sua vez, se concentra em sua estreia no Brasileiro, contra o Fluminense, domingo que vem, no Independência.
Por ESPN

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Ricardo Oliveira decide, Santos supera pressão do Audax na Vila e é bicampeão paulista

E deu Santos de novo no Paulistão!

Contra a sensação do torneio, o Grêmio Osasco Audax, o time alvinegro suou neste domingo. Levou sufoco, foi dominado durante quase todos os mais de 90 minutos de jogo na Vila Belmiro e poderia ter saído de campo com a derrota. Mas Ricardo Oliveira estava em campo. E, com golaço que teve direito a bola entre as pernas de um zagueiro rival, o camisa 9 aproveitou praticamente a única chance da equipe alvinegra para decidir: 1 a 0.

O gol do bicampeonato veio aos 44 minutos do primeiro tempo, após o Audax ter feito 70% de posse de bola. Uma dominância poucas vezes vista por um clube visitante dentro do alçapão da Vila Belmiro, que recebeu o maior público da temporada: 16.018 pagantes.

Se antes o time treinado por Fernando Diniz havia vencido Palmeiras (2 a 1), São Paulo (4 a 1) e eliminado o Corinthians dentro da Arena em Itaquera (2 a 2 no tempo normal e vitória nos pênaltis), ficou agora no quase contra aquele que faltava dos quatro grandes paulistas.

Foto© Gazeta Press Lucas Lima deixou o campo chorando
Foto© Gazeta Press Lucas Lima deixou o campo chorando

E foi no “quase” mesmo. O Audax carimbou a trave de Vanderlei duas vezes, foi extremamente superior nos dois tempos de jogo e poderia ter vencido. Não deu.

Mas foi diante de ninguém menos que o maior campeão paulista deste século: o Santos conquistou seu sétimo título desde 2006, sendo o quinto nos últimos sete anos. Com direito a oito finais consecutivas desde 2009. O Estado de São Paulo é, mais do que nunca, alvinegro praiano.

Foi também o 22º troféu paulista do Santos ao longo da história, deixando o São Paulo para trás, com 21, e igualando o Palmeiras. O Corinthians ainda lidera, com 27 conquistas.

Agora, o time da Vila Belmiro prepara-se para a disputa do Campeonato Brasileiro, que começa na semana que vem. A estreia é sábado, contra o Atlético-MG, fora de casa.

O Audax, por sua vez, vai disputar a Série D, mas com desmanche: Tchê Tchê está indo para o Palmeiras, e Bruno Paulo e Camacho para o Corinthians. Outros também devem sair.

Lucas Lima deixou o campo chorando© Gazeta Press Lucas Lima deixou o campo chorando
A decisão na Vila Belmiro

O primeiro minuto de jogo mostrou como seria o primeiro tempo.

Por quase 60 segundos, o Audax trocou passes até chegar perto do gol do Santos, quando Ytalo arriscou de pé esquerdo e quase abriu o placar.

Desde então, o domínio foi total do time de Osasco. Foram 70% de posse de bola ao longo dos 45 minutos iniciais.

Dominado, o Santos ficava acuado no campo de defesa. E viu o Audax chegar. Sempre em trocas de passe que resultavam em chutes de perto da área.

Para piorar, o clube praiano viu Lucas Lima, com dores, deixar o gramado ainda com 23 minutos.

Juninho tentou duas vezes. Aos 31, Tchê Tchê bateu de pé esquerdo na trave de Vanderlei.

O goleiro ainda fez ao menos mais duas defesas em finalizações da equipe visitante.

Aos 44, contudo, veio o castigo por não aproveitar as chances.

Santos comemora a conquista do Campeonato Paulista 2016© Gazeta Press Santos comemora a conquista do Campeonato Paulista 2016
Em contra-ataque rápido, Vitor Bueno lançou Ricardo Oliveira. O camisa 9 partiu para cima da defesa, deu entre as pernas de Bruno Silva e tocou na saída de Sidão, deixando o Santos na frente na primeira e única chance no primeiro tempo.

Apesar do gol santista, o Audax continuou superior na etapa final. Dominou a posse de bola e só mantinha o time da casa acuado no campo de defesa.

Mesmo assim, esbarrou na marcação do Santos, e arriscava apenas em finalizações de longe. Vanderlei, seguro, não viu sua meta levar sustos antes dos 20 minutos.

Aos 22, o Santos puxou contra-ataque parecido com o que resultou no gol. Gabriel correu todo o campo e tocou para Ronaldo Mendes, que arriscou o chute, em cima da zaga.

Pouco depois, o Audax quase empatou. Ytalo desviou cruzamento com a cabeça e acertou o travessão, para alívio de Vanderlei.

O time da casa respondeu com bola na rede. Joel, que entrou na vaga de Ricardo Oliveira, invadiu a área e bateu cruzado, mas a arbitragem invalidou o gol.

A sequência da partida foi nervosa. O Audax seguiu com a posse de bola, só que sem efetividade.Para alívio dos mais de 16 mil santistas na Vila Belmiro, que viram o Santos ser campeão paulista pela 22ª vez em sua história.

Santos comemora a conquista do Campeonato Paulista 2016© Gazeta Press Santos comemora a conquista do Campeonato Paulista 2016

FICHA TÉCNICA
SANTOS 1 X 0 AUDAX

Local:Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 08 de maio, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Assistentes: Anderson José de Moraes Coelho e Alex Ang Ribeiro (ambos de São Paulo)
Cartões amarelos: SANTOS: Victor Ferraz, Gustavo Henrique, Thiago Maia, Gabriel. AUDAX: Velika, Bruno Paulo.
Renda: R$ 934.920,00.
Público: 16.018

GOL:
SANTOS: Ricardo Oliveira, aos 44 minutos do 1T.

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, David Braz e Zeca; Renato, Thiago Maia, Lucas Lima (Paulinho) e Vitor Bueno (Ronaldo Mendes); Gabriel e Ricardo Oliveira (Joel).
Técnico: Dorival Júnior

AUDAX: Sidão; Francis (Rodolfo), Yuri, Bruno Silva (Felipe Rodrigues) e Velicka; Tchê Tchê, Camacho e Juninho (Wellington); Bruno Paulo, Mike e Ytalo
Técnico: Fernando Diniz

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Com direito a valsa, Inter bate Juventude no Beira-Rio e é hexa do Gauchão

Nem uma, nem duas, nem três, nem quatro, nem cinco. Seis títulos seguidos. O Inter venceu o Juventude por 3 a 0, no Beira-Rio, sacramentou a conquista do Campeonato Gaúcho e chegou ao hexa no estadual. A equipe já havia se sagrado campeã em 2011, 2012, 2013, 2014 e 2015.

3x hexa

Este foi o terceiro hexa na história do clube colorado. A última vez que isso aconteceu faz tempo. Foi em 1974. Há 42 anos, o Inter venceu as 18 partidas que disputou e acabou invicto para levantar a taça.

Já na partida deste domingo, o time comandado por Argel Fucks só precisava de um empate depois de vencer o duelo de ida por 1 a 0. Na volta, o resultado foi melhor ainda, mas com uma diferença: a presença da torcida no Beira-Rio.

Os gols do título

O primeiro gol foi marcado por Eduardo Sasha. Aos 14 minutos do primeiro tempo, o atacante aproveitou cruzamento de Willian e cabeceou firme para o fundo do gol. Na comemoração, teve dança. O camisa 9 pegou a bandeirinha de escanteio e dançou uma “valsa de 15 anos” para provocar o rival Grêmio, que não vence um título de expressão desde 2001.

Já aos 24 do segundo tempo, Willian deu nova assistência, desta vez para Paulão, que apareceu no segundo pau e completou de cabeça para aumentar a vantagem.

Mais tarde, Gustavo Ferrareis sacramentou a vitória. Aos 36, o garoto aproveitou cruzamento de Artur e fez o terceiro dos donos da casa.

Pós-festa

Hexacampeão, o Inter terá alguns dias para comemorar o título antes da estreia no Campeonato Brasileiro. No próximo domingo, a equipe colorada encara a Chapecoense no Beira-Rio pela 1ª rodada da competição.

Enquanto o Juventude só volta a campo daqui duas semanas. No domingo, dia 22 de maio, o time de Caxias do Sul recebe o Ypiranga-RS na estreia da Série C do Brasileiro.

FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL 3 X 0 JUVENTUDE

Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data: 08 de maio de 2016, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Assistentes: Rafael Alves e Júlio César Santos (ambos do RS)
Cartões amarelos: William e Paulão (Inter); Lucas, Pará, Heverton, Hugo e Bruno Ribeiro (Juventude)

GOLS:
INTERNARCIONAL: Eduardo Sasha, aos 14 minutos do primeiro tempo, Paulão, aos 24 do segundo tempo, e Gustavo Ferrareis, aos 37 do segundo tempo

INTERNACIONAL: Alisson; William (Paulo Cezar), Paulão, Ernando e Artur; Fernando Bob (Jair), Fabinho, Anderson (Gustavo Ferrareis) e Andrigo; Aylon e Eduardo Sasha

Técnico: Argel Fucks

JUVENTUDE: Elias; Hélder (Wallacer), Klaus, Heverton (Sassá) e Pará; Wanderson, Lucas, Bruno Ribeiro (Felipe Lima) e Hugo; Dieguinho e Roberson
Técnico: Antônio Carlos Zago

Por ESPN
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