Paraná é pressionado, mas se segura e surpreende Bragantino fora de casa

O Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista, recebeu confronto entre os donos da casa, o Bragantino, e o Paraná, válido pela 14ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, e foram os visitantes que conseguiram a vitória, pelo placar mínimo. Lúcio Flávio foi o autor do tento em pênalti cobrado no segundo tempo.

O resultado faz com que os paulistas sigam na zona de rebaixamento, na 17ª colocação, com apenas 11 pontos. Já os paranaenses somam agora 23 pontos e sobem ao G4, na quarta posição.

O jogo – Precisando fugir da ameaça da degola, o Braga foi quem iniciou o jogo com as melhores ações e chegou a criar bons lances de perigo. O primeiro deles veio com Gabriel Dias aos 8 minutos, que chutou e exigiu boa defesa do goleiro Marcos.

Aos 23, nova chance cristalina para o Massa Bruta, que passou pertíssimo de abrir o placar. O atacante Marcos Paullo aproveitou boa sobra na área e fuzilou, carimbando a trave do time paranaense.

Na etapa final, o cenário seguiu no mesmo ritmo, com os anfitriões sendo muito mais agressivos na partida e os visitantes suportando a pressão como podiam. Logo no primeiro minuto, os paulistas chegaram intensamente com Erick, que obrigou Marcos a espalmar, e Tartá, que pegou e rebote e chutou em cima do arqueiro.

O goleiro do Paraná, inclusive, foi um dos destaques da partida, salvando sua equipe de sair atrás no placar diversas vezes. Aos 6, voltou a executar incrível defesa, em finalização de longa distância disparada por Marcos Paullo.

Apesar de ter se apresentado pouco ao ataque, o Paraná foi eficiente quando resolveu ir para cima. Isso pois Robson acabou derrubado dentro da área após tentar bonita jogada pela esquerda, e o árbitro acabou assinalando pênalti, bem cobrado por Lúcio Flávio para dar a vitória à equipe de Curitiba.

Fonte: Gazeta Esportiva

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Brasil de Pelotas vence e amplia crise do Joinville na Série B

Fonte: Gazeta Esportiva-Seis jogos sem vencer, quatro derrotas seguidas e mais uma rodada na zona de rebaixamento. Essa é a situação do Joinville, que neste sábado caiu diante do Brasil de Pelotas por 2 a 0 no Estádio Centenário, em Caxias do Sul (RS), pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B.

O resultado mantém o Tricolor em 18º, com apenas 11 pontos, cada vez mais afundado no Z4. Já o Brasil chega à sexta colocação, com 22 pontos, e fica mais perto do G4 da competição.

O Xavante precisou de cerca de dez minutos para confirmar o favoritismo e construir a vitória. Aos cinco do primeiro tempo, Marcos Paraná abriu o placar e, aos 16, Felipe Garcia aumentou e deu números finais ao duelo. Com Lisca, técnico contratado durante a semana, assistindo à partida das tribunas, o JEC não conseguiu render e não criou nenhuma boa chance de gol durante os 90 minutos.

O Joinville tenta se recuperar na Série B no próximo sábado, quando recebe o Sampaio Corrêa, na Arena, na estreia de Lisca. Já o Brasil de Pelotas terá pela frente o líder Vasco em São Januário.

O jogo – Se acostumando cada vez mais a atuar no Centenário, em Caxias do Sul, o Brasil de Pelotas iniciou a partida impondo pressão. O bom início deu resultado logo aos cinco minutos. Marcos Paraná recebeu na área, “sambou” em frente à defesa do JEC, levou para a perna esquerda e mandou no canto de Oliveira para fazer 1 a 0.

O domínio xavante persistiu. Aos 16 minutos, Weldinho cruzou com precisão da ponta direita para Felipe Garcia subir, tocar de cabeça e balançar a rede do Joinville para aumentar a vantagem do Brasil.

Por pouco o time da casa não transformou o placar em chocolate ainda na etapa inicia. Aos 23, Diogo Oliveira cobrou falta na área, a bola foi desviada e sobrou para o zagueiro Leandro Camilo, que mostrou pouca intimidade com o posto de atacante e mandou para longe do gol, mesmo livre de marcação.

Aos 28 minutos, foi a vez de Oliveira salvar o Joinville de sofrer o terceiro gol. Ramon recebeu nas costas da defesa pela esquerda, invadiu a área e estava totalmente livre, mas acabou batendo em cima do goleiro e desperdiçando a oportunidade.

O Joinville não conseguia criar e mostrava o porquê de estar vivendo tamanha má fase. O técnico interino Fabinho Santos promoveu duas trocas logo no intervalo: saíram Dodô e Paulinho Dias, e entraram Juninho e Bertotto.

As mudanças pouco acrescentaram. O JEC continuava com pouquíssima produção ofensiva, sem levar perigo ao time da casa. Depois do intenso primeiro tempo, o Brasil diminuiu um pouco o ritmo na etapa final, mesmo assim, tinha sua vantagem bem protegida.

A melhor chance veio aos 17 minutos, quando Ramon fez bela jogada individual, mas acabou batendo cruzado para fora. O JEC tentou com Gabriel Vasconcelos, aos 24, mas o garoto bateu para fora após partir em velocidade pelo meio da área.

O time visitante tentou partir para o ataque nos minutos finais, mas não conseguiu criar nenhuma boa oportunidade e saiu de campo com a derrota.

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Seleção masculina de vôlei vence e fica perto da fase final da Liga Mundial

POR Folhapress -A seleção brasileira masculina de vôlei conquistou a sexta vitória em sete jogos na Liga Mundial. Nesta sexta-feira (1º), o time comandado pelo técnico Bernardinho venceu a Polônia por 3 sets a 0, com parciais de 30/28, 25/21 e 25/16, em Nancy, na França, pela terceira etapa da competição.

Com o resultado, a seleção manteve a segunda colocação na classificação geral agora com 18 pontos -mesma pontuação da Sérvia, que tem um jogo a menos.Com o triunfo, o time também fica muito próximo da classificação para a fase final, que reunirá as cinco primeiras colocadas, além da Polônia, que será o país-sede. Atualmente, Bélgica e Rússia dividem a sexta colocação com nove pontos e disputarão ainda três jogos podendo chegar aos 18 pontos.

Se belgas ou russos tropeçarem, o Brasil obtém a classificação mesmo que seja derrotado nas duas últimas partidas.

No sábado (2), a seleção brasileira pega a Bélgica. Um dia depois, encerra a participação na fase classificatória contra a França. Com informações da Folhapress.

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Ponte Preta goleia o Santa Cruz em pleno Arruda

O Santa Cruz largou bem no Brasileirão-2016 em seu retorno à elite após nove anos nas divisões inferiores. Mas a má fase veio, levando o time para a zona de rebaixamento. Má fase que não foi amenizada na noite desta quinta-feira. A Ponte Preta, transbordando eficácia diante de um adversário sem inspiração, goleou o Tricolor por 3 a 0, em pleno Arruda, pela 13ª rodada da competição. William Pottker, duas vezes, e Felipe Azevedo marcaram os gols do time campineiro. Clique aqui e confira como foi o lance a lance da partida.

Graças ao seu segundo triunfo na condição de visitante, a Ponte Preta foi aos 17 pontos e, ao mesmo tempo em que se afastou da zona de rebaixamento, ficou próxima do G4. Já o Santa Cruz segue com apenas 11 e na 19ª colocação. Foi a quarta derrota consecutiva do Santinha no Brasileirão.

PRÓXIMOS JOGOS

Santa Cruz e Ponte Preta voltarão a atuar pelo Campeonato Brasileiro no próximo domingo, dia 3. E no mesmo horário. O Tricolor visitará o Botafogo, no Mário Helênio, em Juiz de Fora. Já a Ponte receberá o São Paulo, no Moisés Lucarelli.

EFICAZ, PONTE MARCA DUAS VEZES COM POTTKER

O Santa Cruz tentou propor o jogo. Mas faltava inspiração para Grafite & Cia. no Arruda. Inspiração que a Ponte teve. Atuando com três volantes e bem postada em campo, a equipe de Campinas soube ser eficaz quando teve chances. A primeira veio aos 21. Lançamento preciso de Vitor Júnior e finalização de William Pottker. Ponte 1 a 0 em Recife.

A posse de bola era tricolor. Ma sem a mobilidade necessária e com dificuldade para transpor a marcação da Ponte, o Santa Cruz não oferecia perigo ao gol de João Carlos. A Ponte, por sua vez, seguia letal. A cobrança de falta de Reinaldo parou na trave esquerda. Mas, aos 38, não teve trave para ajudar. Erro de Lelê, recuperação de William Pottker, disputa com Danny Morais e segundo gol do camisa 9. Segundo gol da Ponte. Vitória parcial mais do que justa.

GOLEADA DA PONTE NO ARRUDA

O Santa voltou com Mário Sérgio e Wallyson nas vagas de Léo Moura e Lelê. Mudanças que não surtiram o efeito imaginado por Milton Mendes em um primeiro momento. O time seguia com mais posse de bola, mas sem objetividade. A primeira chance só veio aos 15, com Arthur. Sete minutos depois, Grafite ficou cara a cara com João Carlos, mas não passou pelo goleiro rival. Nem o agora vice-artilheiro do Brasileirão fazia a diferença.

Já a Ponte Preta, a eficaz Ponte Preta, continuava letal. Clayson armou contra-ataque preciso e quem concluiu a jogada foi Felipe Azevedo, aos 24. Virou goleada. Milton Mendes garantiu a entrada de mais um atacante, Bruno Moraes – o quinto do Santa em campo. Quem saiu? O zagueiro Danny Morais. O Tricolor, então, passou a ter a zaga sendo formada pelo volante Uillian Corrêa e o lateral-esquerdo Allan Vieira, que já havia iniciado o jogo no setor.  O Santa seguiu tentando e até levou perigo para João Carlos. Mas não era dia do Santinha. Melhor para a Ponte que, com justiça, goleou o rival em Recife.

Fonte: Gazeta Esportiva

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Galo goleia o Botafogo em jogaço no Mineirão

Já ouviu fala naquela expressão futebolística “pegou o elevador”. Pois, o Atlético-MG parece estar numa subida que não parece ter fim no Campeonato Brasileiro. Nesta quinta-feira, o Galo bateu o Botafogo por 5 a 3, no Mineirão e emendou a quarta vitória seguida na competição, colando de vez no G-4, que agora se encontra a apenas um ponto de distância do clube mineiro, agora sétimo colocado.

E pensar que há exatas duas semanas, o Galo estava na zona de rebaixamento. Mas tudo mudou, e tamanha mudança passa pelos pés do meia Cazares. Destaque nas últimas vitórias do Atlético-MG no Brasileirão, o equatoriano novamente roubou a cena nesta quinta e, além de marcar dois, sendo um deles marcado com apenas 12 segundos de jogo e outro um golaço por cobertura, o camisa 11 ainda deu as assistências para Robinho e Fred marcarem.

Pelo lado do Botafogo, a equipe comandada por Ricardo Gomes teve uma boa atuação e chegou a equilibrar o jogo em alguns momentos, porém se mostrou incapaz de parar o ímpeto ofensivo do Galo, liderado por um Cazares inspiradíssimo. Diante da derrota fora de casa, o Fogão tem freada a empolgação gerada pela vitória sobre o Inter, no Sul do país, na rodada passada, e retorna à zona de rebaixamento do Brasileirão, ficando na 18ª colocação.

O Jogo – O Galo precisou de apenas 12 segundos para abrir o placar no Mineirão. Em lançamento após a saída de bola, Leonardo Silva desviou de cabeça e Fred ajeitou bonito de chaleira para Cazares mandar para o fundo das redes. Passado o gol, o Botafogo se recompôs em campo e chegou a equilibrar as ações.

Apesar da melhora da equipe carioca, o Galo quase marcou com Cazares, em cobrança de falta espetacularmente defendida por Sidão. Pouco depois, Júnior Urso levou perigo de cabeça, mas quem teve as melhores chances no restante do primeiro tempo foi o Botafogo, sendo que a melhor delas se deu na cabeçada de Bruno Silva, que passou perto do gol de Victor.

A maior presença do Fogão no campo ofensivo, contudo, era um convite para o Galo apostar nos contra-ataques e foi assim que Robinho marcou o segundo gol alvinegro aos 46 minutos, em jogada que Cazares só rolou para o camisa 7 fuzilar para o gol.

Com a vantagem no placar, o Galo não puxou o freio no segundo tempo e, assim como na etapa inicial, marcou logo no começo, aos 2 minutos, em nova jogada de Cazares, que deu assistência precisa para Fred guardar o seu. O Botafogo, porém seguiu valente, dando trabalho para a defesa atleticana em diversos lances. Num deles, Victor fez bela defesa em falta cobrada por Camilo.

O Galo, porém, se mantinha ligado na partida e chegou próximo de marcar novamente em três oportunidades, sendo duas delas com Cazares e outra com Júnior Urso. Pouco depois, Victor também mostrou estar em uma noite inspirada e operou um milagre em chute de Sassá de dentro da pequena área. O goleiro, contudo, não conseguiu impedir que o atacante diminuísse o placar aos 28 minutos, em cobrança de pênalti.

Para a frear a reação botafoguense, o Galo, contudo, tinha Cazares e, pouco depois de carimbar a trave de Sidão, o equatoriano marcou mais um aos 32 minutos, quando, de fora da área, encobriu o goleiro botafoguense, marcando um golaço no Mineirão.  Ainda no final da partida, houve tempo para Núñez descontar para o Botafogo, Carlos anotar o quinto do Galo, e Bruno Silva ainda marcar mais um para a equipe carioca.
Fonte: Gazeta Esportiva
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Palmeiras goleia Figueirense, segue 100% em casa e abre três pontos

O Palmeiras manteve os 100% de aproveitamento como mandante no Campeonato Brasileiro na noite desta quinta-feira. A vitória por 4 a 0 sobre o Figueirense, alcançada no Estádio Palestra Itália, faz o time alviverde abrir três pontos de vantagem como líder do Campeonato Brasileiro.

Com gols de Moisés, Dudu e Gabriel Jesus (2), o Palmeiras alcançou seu sétimo triunfo dentro de casa e chegou aos 25 pontos, três a mais que o arquirrival Corinthians, segundo colocado no torneio nacional. Já o Figueirense segue com os mesmos 14 pontos, na 15ª posição.

Na 13ª rodada do Campeonato Brasileiro, tentando melhorar seu desempenho na condição de visitante, o Palmeiras encara o Sport às 20 horas (de Brasília) de segunda-feira, na Ilha do Retiro. Já o Figueirense enfrenta o Atlético-MG às 19 horas de domingo, no Orlando Scarpelli.

O Jogo – A totalidade do público ainda não havia entrado no Palestra Itália no momento em que o Palmeiras abriu o placar. Logo aos sete minutos, em escanteio do lado direito, Dudu cobrou curto e Roger Guedes levantou na área para cabeçada certeira de Moisés. O Figueirense reclamou de impedimento de Gabriel Jesus, inexistente.

O Palmeiras quase aumentou a vantagem aos 36 minutos do primeiro tempo. Dudu desceu pela direita e cruzou para cabeçada de Gabriel Jesus na segunda trave. Com o goleiro Gatito Fernandez já vencido, Marquinhos Pedroso conseguiu salvar em cima da linha.

Jogando sem correr grandes riscos no campo de defesa, o Palmeiras marcou o segundo três minutos antes do final do primeiro tempo. Após cruzamento de Roger Guedes pela direita, Cleiton Xavier acabou travado pela marcação dentro da área. A bola sobrou para Tchê Tchê, que rolou para Dudu fuzilar Gatito Fernandez.

Aos 10 minutos do segundo tempo, pouco depois de Moisés sair com dores para a entrada de Matheus Sales, o Palmeiras marcou seu terceiro gol na partida. O lateral Zé Roberto recebeu de Dudu pela esquerda e cruzou para cabeçada de Gabriel Jesus na primeira trave.

Aos 19 minutos da etapa complementar, com o jogo sob controle, Cuca resolveu tirar Cleiton Xavier para a entrada de Lucas Barrios, com quem viveu polêmica ao longo da semana. Em seguida, o ex-palmeirense Ayrton cobrou falta com perigo para Fernando Prass, na rede pelo lado de fora.

Em sua terceira alteração, Cuca sacou o atacante Dudu e colocou o jovem Vitinho. O Palmeiras fechou o placar diante do Figueirense já nos acréscimos. Após cruzamento da direita feito por Roger Guedes, Lucas Barrios não conseguiu completar na primeira trave e a bola sobrou para Gabriel Jesus marcar seu nono gol no Brasileiro, assumindo a artilharia do torneio.
Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria/arquivo)
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Chapecoense vence e interrompe reação do Cruzeiro

Quando abriu o placar na Arena Condá, aos seis minutos de jogo, o Cruzeiro parecia dar prosseguimento a sua reação no Brasileirão. Mas não foi bem assim. Bastante recuado, o time celeste levou a virada da Chapecoense e, quando parecia conseguir um ponto importante com um gol marcado no final da partida, acabou por falhar logo depois na defesa, permitindo que a equipe da casa vencesse por 3 a 2, na estreia do técnico Caio Júnior

Apesar de começar mal o jogo e mostrar dificuldade para furar o bloqueio defensivo adversário, a Chapecoense mereceu o placar, mesmo não mostrando tantos predicados ofensivos contra um Cruzeiro burocrático e muito lento na transição para o ataque.

Com o resultado, a Chape reage da derrota por 5 a 1 para o Sport na rodada passada e sobe para a oitava colocação, com 18 pontos. Já o Cruzeiro interrompe a sequência de duas vitórias e fica na 13ª posição, com 14 pontos, permanecendo muito próximo da zona de rebaixamento.

O Jogo – Apesar de começar a partida pressionando a Chape no campo de ataque, o Cruzeiro abriu o placar aos seis minutos em um lance iniciado por Romero no campo de defesa. Após lançamento de antes do meio-campo do volante argentino, De Arrascaeta invadiu a área e fez o cruzamento em cima de Marcelo Boeck. O goleiro, porém, rebateu nos pés de Pisano, surpresa de Paulo Bento na escalação, que mandou para o fundo das redes.

Com o gol, o Cruzeiro recuou e a Chapecoense passou a aparecer mais no ataque, especialmente em lances de bola parada. Ainda assim, o domínio da equipe catarinense se mostrava estéril, e a defesa cruzeirense seguia levando a melhor sobre os atacantes adversários.

Mesmo sem levar perigo no ataque, a Chape empatou aos 41 minutos com Silvinho. O atacante aproveitou a bobeada de Gino e bateu entre as pernas do goleiro Fábio. Ainda no final da esta inicial, Silvinho quase marcou em um cruzamento que, por pouco, não encobriu o goleiro cruzeirense.

Diferentemente do primeiro tempo, a Chapecoense fez uma pressão mais ativa sobre o adversário nos primeiros minutos da etapa final e acumulou boas chegadas pelas laterais, que resultaram em cruzamentos perigosos na área. Com o tempo, o Cruzeiro, porém, colocou a bola no chão e chegou a ter uma boa chance com o atacante Willian.

Apesar da boa chegada cruzeirense, quem quase marcou foi a Chapecoense. Em bola cruzada na área, a sobra ficou com Ananias que limpou o lance e bateu colocado, porém Fábio fez bela defesa, salvando o Cruzeiro. Poucos minutos depois, aos 23, o goleiro cruzeirense nada pode fazer em belíssima cobrança de Arthur Maia, que entrou na gaveta.

Passada a virada catarinense, a Raposa se lançou ao ataque e exerceu uma forte pressão, porém não conseguia finalizar a gol. Após algumas tentativas sem sucesso, o Cruzeiro empatou com o zagueiro Fabrício Bruno que, jogando de centroavante, aproveitou a sobra na área para colocar as equipes novamente iguais no placar.

Quando o empate parecia certo, a zaga cruzeirense falhou feio e, aos 43 minutos, Kempes foi mais esperto para se antecipar a Lucas e confirmar a vitória da Chape na Arena Condá.
Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria/arquivo)
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Após derrota para o Chile, Messi afirma que encerra carreira na seleção

Lionel Messi disse após a derrota para o Chile, neste domingo (26), que não joga mais pela seleção argentina.

“É muito difícil, é um momento duro para qualquer análise. No vestiário pensei que a seleção acabou para mim, não é para mim”, afirmou o jogador na zona mista do estádio em Nova Jersey, nos EUA.

Esta foi a sétima vez que Messi falhou com a camisa Argentina. Nas Copas do Mundo, o atacante perdeu em 2006, 2010 e 2014. Na Copa América já foram quatro decepções —2007, 2011, 2015 e 2016.

“É para o bem de todos. Não estamos satisfeitos com chegar à final e não ganhar. Eu tentei muito ser campeão com a Argentina. Não deu”, completou.

Goleiro da seleção, Sergio Romero acredita que a afirmação do companheiro de equipe foi um impulso. “Creio que Leo [Messi] falou no calor do momento, porque nos escapou uma clara possibilidade”, disse. “Trataremos de levantar a cabeça e estar inteiros paro o que vier. Não penso na seleção sem Messi”, finalizou.

O astro do Barcelona perdeu um pênalti que foi crucial para o placar final. Messi foi o primeiro a bater pela Argentina logo depois que o Chile havia desperdiçado a cobrança. O argentino poderia ter colocado a Argentina na frente e dado confiança para os próximos batedores.

“Lamentavelmente o que mais dói é por Leo [Messi] pelo pênalti. É a pior vez que o vi em um vestiário”, revelou Sergio Aguero, atacante do Manchester City.

Pela seleção Argentina, Messi fez 113 partidas e marcou 55 gols. Nesta Copa América Centenário, o jogador se tornou o maior artilheiro da história da Argentina, ultrapassando Batistuta.
Repercussão do título do Chile na Copa América
Olé, da Argentina, diz que “é para chorar”

DESCLASSIFICAÇÕES DE MESSI PELA SELEÇÃO

COPAS DO MUNDO:
2006 – Caiu nas quartas para a Alemanha;
2010 – Caiu nas quartas para a Alemanha;
2014 – Foi derrotado pela Alemanha na final e ficou com o vice-campeonato.

COPA AMÉRICA:
2007 – Foi vice após ser derrotado para o Brasil;
2011 – Eliminado nas quartas de final para o Uruguai;
2015 – Foi derrotado na final para o Chile e ficou em segundo.
2016 – Foi derrotado na final para o Chile e ficou em segundo.

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Saiba o que foi destaque na rodada do Brasileirão deste domingo

A rodada deste domingo foi de clássicos regionais e resultados improváveis. No Pacaembu, o Santos atropelou o São Paulo por 3 a 0 e, em Natal, o Fluminense engoliu o Flamengo por 2 a 1. O resultado mais emblemático, no entanto, foi a vitória do Botafogo sobre o Inter, em pleno Beira-Rio. Confira no resumo da rodada.

FLAMENGO 1 x 2 FLUMINENSE

Debaixo de muita chuva na Arena das Dunas, em Natal, o zagueiro Willian Arão marcou contra e abriu o placar para o Fluminense. O jogo ficou empatado após gol de Guerrero e voltou a ficar com o Tricolor na frente após o lance mais emblemático da partida: a falha de Rafael Vaz no recuo para Alex Muralha, que foi driblado por Richarlison e acabou indo buscar a bola no fundo da rede.

SANTOS 3 x 0 SÃO PAULO

Qualquer estratégia pensada no vestiário vai por água abaixo quando, aos 41 segundos de jogo, o goleiro falha e abre a vitória para o adversário. Foi o que aconteceu com Denis, do Tricolor, que mais uma vez fez jus à fama de “mão de alface” e possibilitou o início da goleada do Santos, com gol de Vitor Bueno. Também marcaram Rodrigão e Lucas Lima, em bela cobrança de falta.

INTER 2 x 3 BOTAFOGO

No fundo, é provável que nem a minoria que apostou na vitória do criticado Botafogo contra o Inter, em pleno Beira-Rio, acreditava que o time carioca pudesse sair de campo com o resultado positivo. Mas foi o que aconteceu. Jogando na milenar tática dos contra-ataques, o Botafogo ganhou com gols de Fernandes, Neilton e Camilo – Sasha e Ernando descontaram para o Colorado.

ATLÉTICO-PR 2 x 0 GRÊMIO

Superior nos 90 minutos, o Furacão não deu chances ao Tricolor Gaúcho e poderia até ter goleado. Com o resultado, a equipe de Curitiba chega à quarta vitória seguida na Arena da Baixada. Os gols da tarde foram anotados por Hernani e André Lima.

VITÓRIA 1 x 1 PONTE PRETA

O Vitória saiu de campo reclamando muito de dois gols mal anulados que acabaram contribuindo para o empate por 1 a 1. O time de Campinas saiu na frente mas, pouco depois, Kieza empatou para os donos da casa.

SPORT 5 x 1 CHAPECOENSE

Jogando na Ilha do Retiro, o Sport não tomou conhecimento da Chapecoense ao aplicar um sonoro 5 a 1, com gols de Rithlely, Diego Souza, Ronaldo e Rodney Wallace, duas vezes – o gol de honra da Chape foi anotado por Ananias.

FIGUEIRENSE 0 x 0 CORITIBA

Num jogo com diversas finalizações e falta de pontaria, o Figueirense conseguiu manter a invencibilidade em casa e o Coxa, pontuar pela primeira vez fora do Couto Pereira.

AMÉRICA-MG 0 x 1 ATLÉTICO-MG

O América-MG não perdia para o rival há dois anos, em retrospecto que não valeu de nada na manhã deste domingo. Embora não tenha sido espetacular, o Galo marcou o gol solitário da partida logo no começo, com Robinho, e segurou o resultado até o final.
Por Noticia ao Minuto
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Santos dá lição em mistão do Tricolor e entra no G4 do Brasileiro

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria/arquivo) – O Santos aproveitou os desfalques do São Paulo e venceu por 3 a 0 o San-São de número 300 da história, na tarde deste domingo, no Pacaembu, em duelo válido pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. Sem ter a ver com os problemas do rival, o Peixe mostrou mais talento, velocidade e posse de bola. Por isso, conquistou a vitória em seu 500º jogo no gramado municipal, com gols de Vitor Bueno e Rodrigão, ambos feitos no primeiro tempo, e Lucas Lima, em cobrança de falta, nos minutos finais da partida.

De quebra, o time da Baixada chegou aos 19 pontos entrou no G4, assumindo a terceiro lugar da competição, atrás somente de Palmeiras (22) e Internacional (20), mas à frente do Corinthians. O Tricolor, por sua vez, amplia sua série sem vitórias para três jogos e cai da sétima para a nona posição, com 15 pontos.

Já pensando nas semifinais da Copa Libertadores da América, o técnico Edgardo Bauza cortou o meia Paulo Henrique Ganso, com fadiga muscular, do chamado “Clássico da Paz” – as duas equipes chegaram no mesmo ônibus ao estádio. A exemplo do camisa 10, o volante Thiago Mendes também foi preservado, enquanto Kelvin esteve fora por lesão na coxa esquerda e o atacante Centurión foi liberado para ir à Argentina visitar sua avó hospitalizada. Por isso, o Patón lançou mãos dos garotos Mateus Caramelo, Artur e Luiz Araújo.

Agora, o Santos buscará melhorar ainda mais sua colocação na próxima quarta-feira, a partir das 19h30 (de Brasília), quando enfrentará o Grêmio, em Porto Alegre. Já o Tricolor, que tentará retomar o caminho das vitórias, receberá o Fluminense no mesmo dia, mas às 21h45, no Morumbi.

O jogo – O São Paulo começou a partida como desembarcou do ônibus que o levou ao Pacaembu junto ao Santos: na paz. O Peixe, por sua vez, aproveitou a moleza do time tricolor e abriu o placar logo em seu primeiro ataque. Aos 44 segundos de jogo, Gabriel fez cruzamento na segunda trave, Thiago Maia apareceu sozinho e chutou para o gol. Denis não segurou e, no rebote, Vitor Bueno empurrou para o fundo das redes, fazendo a única torcida presente no estádio municipal comemorar o gol .

O time comandado por Edgardo Bauza, então, se viu obrigado a atacar e ameaçou o gol de Vanderlei aos dez minutos. Ytalo se infiltrou pelo meio e de fora da área arriscou o chute, obrigando o goleiro santista a espalmar para escanteio. Na cobrança, porém, o Peixe armou bom contra-ataque com Lucas Lima, que disparou pela direita e finalizou para defesa de Denis.

Com Michel Bastos e Ytalo apagados, ficou a cargo do jovem Luiz Araújo a criação das principais jogadas do São Paulo. O veloz garoto, atuando pela direita, dava trabalho para Gustavo Henrique e Renato. Tanto que aos 25, o meia limpou e chutou rasteiro com muito perigo a Vanderlei, que desviou para escanteio.

Percebendo a dificuldade na movimentação do ataque de sua equipe, Patón pediu para Michel e Ytalo trocar de posições, com o primeiro assumindo o meio e o segundo a ponta esquerda. A medida surtiu efeito e o Tricolor quase chegou ao empate em uma sequência de lances perigosos. Primeiro com Ytalo, que girou e bateu forte para defesa do goleiro rival. No escanteio, Zeca e Gustavo Henrique quase jogaram contra o próprio gol.

Como quem não faz, toma, o castigo chegou ao São Paulo. Com marcação na saída de bola tricolor, o Peixe fez triangulação rápida entre Lucas Lima, Gabriel e Victor Ferraz. O lateral recebeu na ponta direita e passou na medida para o centroavante Rodrigão empurrar para redes: 2 a 0, placar merecido para quem atacou mais e manteve a posse de bola.

Já no início da etapa final, o São Paulo deu mostras de que poderia incomodar mais o Santos. Logo aos cinco minutos, Calleri disparou em contra-ataque, invadiu a área, mas parou em Vanderlei, que fez sua defesa mais difícil até então. Logo em seguida, os mandantes responderam com Rodrigão, que desviou escanteio e quase fez o terceiro do Peixe.

Sem conseguir com que sua equipe agredisse o Santos, o Patón promoveu as entradas de Carlinhos e Hudson nos lugares de Luiz Araújo e Artur, respectivamente. O jogo, no entanto, ficou mais nervoso em função da irritação dos jogadores tricolores pelas jogadas de Lucas Lima e do carrinho de Calleri em Vanderlei, quando o goleiro saía com a bola. O argentino por pouco não recebeu o segundo cartão amarelo e, consequentemente, o vermelho. Já Hudson não escapou da advertência por empurrão em Zeca.

As alterações de Bauza não surtiram efeito e o Santos continuou controlando a partida. Com boa posse de bola, o time de branco provocou o “olé” de sua torcida na parte final do confronto. Por outro lado, o São Paulo errava muitos passes e não conseguia propor o jogo ou sair em contra-ataque.

Satisfeita com o desempenho de sua equipe, os torcedores santistas acenderam as lanternas de seus aparelhos celulares. Foi com esse clima que, aos 44, Lucas Lima cobrou falta com excelência e pregou o último parafuso no caixão tricolor.
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