Grêmio segura pressão, vence no Beira-Rio e aumenta crise do Inter

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria) – A má fase do Internacional ganhou mais um capítulo neste domingo. No Beira-Rio, o Colorado foi superado pelo rival Grêmio por 1 a 0 no Gre-Nal de número 410, válido pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Douglas marcou o gol da vitória tricolor ainda no primeiro tempo, aos 19 minutos. O Inter tentou pressionar em busca do empate, especialmente no segundo tempo, mas o ataque colorado não viveu uma manhã inspirada e não conseguiu evitar a derrota.

O resultado mantém o Inter com 20 pontos e pode tirar a equipe do G4 do Brasileirão no decorrer da rodada. Já o Grêmio chega aos 24 pontos, na vice-liderança, e segue pressionando o líder Palmeiras, que entra em campo apenas nesta segunda-feira.

O Tricolor volta a campo no próximo domingo, novamente às 11h da manhã, contra o Figueirense, na Arena. No mesmo dia, às 16h, o Inter visita o Santa Cruz no Arruda.

Como era de se esperar, a ansiedade tomou conta de Inter e Grêmio nos primeiros minutos do clássico. Erros de passe, jogadas precipitadas e muita disputa no meio de campo marcaram o início da partida. Nos primeiros dez minutos, apenas duas finalizações: aos quatro, o tricolor Luan invadiu a área e bateu colocado para fora; aos nove, o colorado Paulão aproveitou cobrança de escanteio da direita e cabeceou por cima.

Impulsionado pela presença do seu torcedor, o Inter cresceu nos minutos seguintes e passou a frequentar mais o campo de ataque. Mesmo assim, faltava qualidade nas finalizações. Eduardo Sasha tentou duas vezes: aos 11, bateu de longe, mas pegou fraco na bola e deixou fácil para Marcelo Grohe. Pouco depois, chutou para fora após tabela com Vitinho.

Ao contrário do rival, o Grêmio aproveitou a chance que teve. Aos 19 minutos, Éverton recebeu bom passe de Luan pela esquerda na área e bateu rasteiro. A bola veio sem força, mas Muriel acabou batendo roupa para o meio da área, Douglas apareceu para conferir e abrir o placar para o Tricolor.

A formação colorada com três volantes não vinha dando resultados, a equipe pouco produzia e não conseguia pressionar pelo empate. O técnico Argel Fucks não esperou pelo intervalo e mudou a equipe no meio da primeira etapa, tirando Fernando Bob e colocando Gustavo Ferrareis para armar as jogadas ao lado de Seijas.

Mesmo assim, o Grêmio continuava mais perigoso. Aos 32 minutos, Everton recebeu mais uma vez pela esquerda, invadiu a área e rolou para Douglas. O camisa 10 chegou batendo de trás e mandou por cima do gol de Muriel, por pouco não fazendo seu segundo gol na partida.

O Internacional cresceu na reta final do primeiro tempo, dominando a posse de bola e rondando a área tricolor. No entanto, faltava qualidade no último passe e nas finalizações, especialmente para Eduardo Sasha. Mal em campo, o camisa 9 tentou um voleio após cobrança de escanteio aos 37 minutos, mas acabou furando a bola. Aos 44, Sasha errou mais um chute dentro da área, após uma bola mal afastada pela zaga do Grêmio.

Os jogadores colorados voltaram mais ligados para a etapa final e aumentaram de vez a pressão que havia se iniciado antes do intervalo. O garoto Gustavo Ferrareis, que deu outra cara à equipe desde sua entrada, chegou perto do empate aos 11, quando avançou com liberdade pela intermediária, arriscou de longe e mandou à esquerda do gol de Grohe.

Eduardo Sasha perdeu mais uma chance aos 14 minutos, após receber cruzamento de Seijas e cabecear sem força. No lance seguinte, em cobrança de escanteio, a bola sobrou dentro da área para Paulão, que tentou bater colocado e mandou muito perto da trave.

Argel Fucks apostou no banco de reservas para tentar melhorar a pontaria. Primeiro, trocou Seijas por Valdívia. Depois, tirou Eduardo Sasha para a entrada de Anderson. Enquanto isso, a pressão continuava. Aos 29, Ferrareis recebeu cruzamento de William e, na pequena área, acabou pegando mal na bola e mandando nas mãos de Grohe.

A pressão era forte e se intensificou nos instantes finais, mas o Grêmio ia se segurando. Aos 41 minutos, Vitinho entrou na área pela direita e bateu forte, mas acabou tendo seu chute desviado por Rafael Thyere, na últiam grande chance do Colorado na partida.

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Atlético-MG empata com o Figueirense e perde chance de encostar no G4

Fonte: Gazeta Esportiva -O Atlético-MG foi ao Orlando Scarpelli enfrentar o Figueirense, neste domingo, buscando ampliar uma grande sequência de quatro jogos consecutivos com vitória. O Galo, no entanto, teve dificuldades diante de um Figueira invicto dentro de casa e ficou apenas no empate em 1 a 1.

A equipe mineira até chegou a sair na frente em gol de Fred no início de jogo. No entanto, não conseguiu segurar o resultado e sofreu o empate com Ermel balançando as redes para o Figueirense no começo da segunda etapa. Após o 1 a 1, a partida teve uma queda de rendimento técnico e passou a ter jogadas mais ríspidas, com a expulsão de Fred, pelo lado do Galo, e Yago, pelo lado do Figueira. Com isso, o jogo permaneceu com a igualdade no placar.

Com o resultado, o Galo caiu para a nona colocação do Campeonato Brasileiro, com 20 pontos, e perdeu a oportunidade de encostar no G4. Já o Figueira desceu para a 16ª colocação, com 15 pontos, e completou seu quarto jogo sem uma vitória.

O Figueirense, que tem um duelo decisivo no meio de semana diante do Sampaio Corrêa, pela Copa do Brasil, volta a jogar pelo Campeonato Brasileiro somente no próximo domingo, às 11h (de Brasília), diante do Grêmio, na Arena do Tricolor Gaúcho. No mesmo dia e horário, o Atlético-MG visita o Flamengo, no Estádio Mané Garrincha.

O jogo – A partida se iniciou morna, com as duas equipes criando poucas chances. No entanto, na primeira oportunidade que teve, o Atlético-MG conseguiu balançar as redes. Aos sete minutos, Douglas Santos chegou à linha de fundo e cruzou na cabeça de Fred. O atacante testou para o chão e viu o goleiro Gatito Fernández ainda tentar a defesa. Porém, a bola foi parar dentro do gol.

Apesar de sair atrás no placar, o Figueirense não exerceu uma grande pressão em busca do empate. Com isso, o Galo conseguia controlar o jogo e chegar com perigo em algumas oportunidades.

Aos 16 minutos, Cazares arriscou de fora da área e obrigou Gatito Fernández a espalmar para fazer a defesa.

O Figueira seguiu criando poucas chances de gol. A única grande oportunidade dos catarinenses na primeira etapa aconteceu aos 34 minutos, em cruzamento despretensioso de Ayrton que quase enganou o goleiro Victor.

Com isso, o Galo continuou chegando com mais perigo e ainda teve uma última boa oportunidade antes do intervalo aos 43 minutos. No entanto, Júnior Urso não conseguiu aproveitar bem o escanteio cobrado por Cazares e cabeceou para fora.

Na segunda etapa, o Figueirense deu o troco no Atlético-MG. Também sem exercer grande pressão, os catarinense conseguiram encaixar um bom ataque e igualar o marcador. Aos sete, Ermel recebeu lindo lançamento e, cara a cara com Victor, só deu um pequeno toque na bola para deslocar o goleiro e balançar as redes.

Após sofrer o gol, o Galo ainda sofreu uma grande baixa, já que, aos 13 minutos, o árbitro viu uma cotovelada de Fred em Elicarlos e expulsou o atacante atleticano.

Apesar da expectativa por uma grande pressão dos mandantes, o jogo seguiu morno, com o Atlético-MG conseguindo controlar as ações do adversário mesmo com um a menos.

O Galo, inclusive, teve uma boa chance para fazer o segundo gol. Aos 28 minutos, Carlos aproveitou rebote e chutou firme para a meta, obrigando Gatito Fernández a defender à queima-roupa.

O Figueira respondeu em seguida, aos 33, em bela cabeçada de Yago defendida pelo goleiro Victor.

Conforme a partida se encaminhava para o final, os dois times perderam em intensidade no ataque. Ainda deu tempo para Yago ser expulso por dar um tapa nas costas de Júnior Urso. Sem grandes chances de gol, o duelo permaneceu empatado em 1 a 1 até o apito final.

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Botafogo quase se complica, mas derrota o Santa Cruz e sai do Z4

Sassá festeja o primeiro gol do Botafogo sobre o Santa Cruz, em Juiz de Fora (Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo)Foto: LANCE!-

O Botafogo enfrentou neste domingo no Mário Helênio, em Juiz de Fora, com péssimo gramado, um Santa Cruz despedaçado, com quatro derrotas seguidas e várias alterações na equipe. Saiu na frente no primeiro minuto com um gol de Sassá, ampliou com Neilton antes dos 20 minutos. Desesperado, o treinador pernambucano Milton Mendes começou a fazer substituições ainda na primeira etapa, voltando do intervalo as três mudanças. Goleada à vista? Nada disso. Depois de levar o gol de João Paulo aos três minutos do segundo tempo, o Botafogo – que deitou e rolou nos primeiros 45 minutos – se perdeu, viveu momentos de branco e só não levou o empate por sorte, pois Arthur e Keno perderam gols feitos.
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No fim das contas, o Botafogo celebrou a vitória por 2 a 1 que o levou aos 15 pontos e o tirou da zona de rebaixamento. Mas ficou claro que o time ainda está muito irregular, complicando uma partida fácil, contra o vice-lanterna Santa Cruz, que segue com 11 pontos.

O JOGO

O treinador Ricardo Gomes definiu a escalação do Botafogo com Rodrigo Pimpão desde o início,Fernandes no banco e o esquema 4-3-3. Mas a escalação mais surpreendente foi do Santinha, que vinha de quatro derrotas: Léo Moura na criação, Vitor na lateral direita e a zaga com o estreante Walter Guimarães (da base e o quarto reserva!), além de entrar não com o seu tradicional 4-3-3, mas apenas com Grafite na frente, com Keno e Arthur começando no banco.

Muita mudança significa desentrosamento e o Botafogo aproveitou logo no primeiro minuto, quando Camilo tocou para Neilton e este lançou Sassá, que entrou no meio da marcação da defesa, num erro de Walter Guimarães, para fazer 1 a 0.

O gol deu tranquilidade ao Botafogo, que foi aproveitando os espaços que a desarrumada marcação pernambucana cedia. Aos 17, Camilo encontrou Neilton bem posicionado na área. Ele tirou a marcação do lateral Roberto e fez o segundo gol. Fácil demais.

Bruno Silva quase fez um golaço num voleio de fora da área de Bruno Silva que Tiago Cardoso voou para salvar. Com o Santa Cruz perdido, desentrosado, pior do que apresentou na derrota por 3 a 0 para a Ponte em casa na rodada passada, o treinador Milton Mendes ainda no primeiro tempo resolveu recolocar Léo Moura na lateral, sacando Vitor e apostando o ex-Flamengo Arthur Maia na criação.

Mas o Botafogo era muito melhor. Tocando bem a bola e sempre rondando a área, esteve muito próximo do terceiro gol.

Mas aí veio o segundo tempo. O Botafogo voltou com Luis Henrique no lugar de Sassá e o treinador do Santa foi para o tudo ou nada, fazendo suas duas últimas substituições ainda no intervalo, sacando os dois homens mais adiantados – Fernando Gabriel e o astro Grafite. Ousadia ou suicídio?

Bem, aos dois minutos Keno fez uma jogada sensacional pela esquerda e cruzou na medida para João Paulo aparecer em velocidade e tocar de primeira, diminuindo o placar e começando a mostrar um pouco mais de presença em campo, enquanto o Botafogo – em razão da queda de produção de Camilo que se machucou após um choque e acabou sendo substituído – não conseguiu impor-se ofensivamente.

Com o jogo equilibrado, poderia dar qualquer coisa. O Botafogo ampliar – como quase ocorreu numa cabeçada de Luis Henrique – ou o Santa empatar no abafa, o que teve tudo para conseguir quando Arthur ficou com uma bola espirrada na pequena área, mas chutou em cima de Diogo Barbosa, que salvou em cima da linha.

Apesar do sufoco, os mais de cinco mil torcedores saíram felizes. Três pontos no bolso e a alegria extra de comemorar os quatro gols do Corinthians sobre o

arquirrival Flamengo. Mas ela sabe: há muito o que melhorar e o Botafogo, se quiser alguma coisa, tem de ser o time do primeiro tempo. Jamais o da etapa final.

BOTAFOGO 2 x 1 SANTA CRUZ
SÉRIE A DO BRASILEIRO – 13ª Rodada
DATA E HORÁRIO: 3/7/2016 – 16h (de Brasília)

LOCAL: Estádio Mário Helênio, Juiz de Fora (MG)
RENDA E PÚBLICO : R$ 126.920,00/ 5.033 pagantes

ÁRBITRO: Bráulio da Silva Machado (SC)

AUXILIARES: Rodrigo Correia (RJ) e Clóvis Amaral (PE)
CARTÕES AMARELOS : Bruno Silva (BOT), Vitor, Marcílio e Leandrinho (STA)
CARTÕES VERMELHOS : –
GOLS : Sassá, 1’/1ºT (1-0), Neilton, 18’/1ºT (2-0), João Paulo, 3’/2°T (2-1)

BOTAFOGO : Sidão; Luís Ricardo, Renan Fonseca, Emerson Santos e Diogo Barbosa; Bruno Silva, Rodrigo Lindoso e Camilo (Fernandes, 20’/2ºT); Neilton, Pimpão (Gervásio Núñez, 38’/2ºT) e Sassá (Luis Henrique, Intervalo).

TEC: Ricardo Gomes

SANTA CRUZ: Tiago Cardoso; Vitor (Arthur Maia, 37’/1°T), Walter Guimarães, Danny Morais e Roberto; Uillian Correia, Marcílio,Léo Moura, João Paulo e Fernando Gabriel (Leandrinho, Intervalo); Grafite (Keno, Intervalo) TEC: Milton Mendes

Por LANCE NET

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São Paulo sofre com expulsão relâmpago e perde da Ponte Preta

Fonte: Gazeta Esportiva – O São Paulo sofreu neste domingo com uma arbitragem confusa de Vinícius Furlan e, após ver Matheus Reis ser expulso aos sete minutos do primeiro tempo, perdeu por 1 a 0 pela Ponte Preta, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas. O Tricolor, que atuou com o time reserva por conta da decisão que terá pela frente na Copa Libertadores, sofreu o gol em uma das poucas jogadas de perigo da Macaca. Clayson, aos 12 minutos do segundo tempo, foi o autor do tento.

A derrota ampliou para quatro pontos a distância do São Paulo para o G4 do Brasileiro. Com 18 pontos, a equipe ocupa só a décima posição no campeonato. Mas, apesar de precisar de uma reabilitação, o Tricolor terá de virar a chave para a disputa da Libertadores. A equipe jogará a ida das semifinais nesta quarta-feira, contra o Atlético Nacional, no Morumbi. Pelo Nacional, o time volta a campo no domingo, diante do América-MG, também no Morumbi.

Já a Ponte Preta ultrapassou o São Paulo e alcançou a oitava posição no campeonato. Com 20 pontos e sem perder há três partidas, a Macaca tentará manter o embalo no próximo sábado, diante do Sport, novamente em Campinas.

O Jogo – Não foram os jogadores nem os técnicos que protagonizaram o principal lance da partida. Logo aos sete minutos, o árbitro Vinícius Furlan apitou uma falta dura de Matheus Reis em cima de Matheus Jesus, apresentando o cartão amarelo ao lateral são-paulino. Antes que a bola voltasse a rolar, Furlan atendeu aos protestos do técnico Eduardo Baptista e se aproximou do banco de reservas para avaliar a lesão de Matheus Jesus. O juiz, então, voltou atrás na decisão e expulsou Matheus Reis de campo.

A controversa postura de Furlan revoltou os jogadores e a comissão técnica do São Paulo. O treinador Edgardo Bauza invadiu o gramado para reclamar com o árbitro e também foi expulso ao indicar que ele estava “louco”. O Patón, no entanto, só foi para os vestiários alguns minutos após ser punido pelo juiz. Ele atravessou o campo por dentro e deixou o auxiliar José Di Leo no comando do time.

Com a bola rolando foram poucas as chances criadas no primeiro tempo. Antes da expulsão, a Ponte Preta ameaçou com uma cabeçada de Wellington Paulista por cima do gol, aos quatro minutos. Depois do entrevero, o meio-campista Matheus Jesus acertou um chute de fora da área, aos 20, e exigiu a defesa de Denis.

Eduardo Baptista, ciente de que Matheus Jesus corria riscos de ser expulso, optou por tirá-lo de campo para a entrada de Ravanelli, aos 22 minutos. O São Paulo, que já havia colocado o lateral Carlinhos no lugar do meia-atacante Luiz Araújo, mostrou boa organização defensiva e conteve o ímpeto do rival no restante da etapa inicial. Alan Kardec, aos 35, criou a melhor chance ao carimbar o travessão do goleiro João Carlos.

A Ponte Preta esboçou uma postura diferente no minuto inicial do segundo tempo, quando Renê Júnior finalizou de muito longe e Denis por pouco não aceitou o chute. Aos 12, o ex-são-paulino Reinaldo avançou pela esquerda e cruzou para Wellington Paulista, que concluiu com força e obrigou Denis a espalmar a bola. O rebote, no entanto, sobrou limpo para Clayson tirar do alcance do goleiro tricolor e marcar o gol.

O tento diminuiu ainda mais a qualidade técnica da partida. A Ponte Preta se retraiu no campo defensivo, enquanto o São Paulo não tinha poder de fogo para ameaçar a defesa rival. A apatia levou Di Leo a colocar Calleri no lugar de Caramelo, aos 33 minutos. No primeiro lance no duelo, o argentino levou uma cotovelada no rosto de Fábio Ferreira, mas o árbitro não deu nenhuma advertência ao zagueiro alvinegro – que já tinha o cartão amarelo.

Di Leo tentou aumentar a mobilidade do ataque são-paulino com a entrada de Ytalo no lugar de Centurión, mas o time não produziu nada que pudesse ameaçar João Carlos. Aos 41 minutos, o árbitro encontrou tempo para mais uma atrapalhada e não marcou um pênalti que Wesley cometeu em cima do lateral Reinaldo.

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Copete entra para definir a partida e ajuda a recolocar o Santos no G4

Fonte: Gazeta Esportiva – Até os 12 minutos do segundo tempo, o Santos fazia uma má exibição e encontrava muita dificuldade para chegar ao ataque. Sem inspiração e preso na eficiente marcação da Chapecoense, o Peixe se via sem alternativas. Mas, a partir daquele instante, com a entrada de Jonathan Copete, no lugar de Vitor Bueno, o panorama da partida mudou completamente. Com duas assistências e um gol, o colombiano foi o destaque da vitória santista por 3 a 0, na tarde de hoje, na Vila Belmiro.

Rodrigão, após passe de Copete, aos 17, o próprio colombiano, aos 19, e Yuri, em novo passe de Copete, aos 40, definiram mais um triunfo santista no Brasileirão – o quinto como mandante e ratificando o bom desempenho defensivo, com somente dois gols sofridos em casa em seis jogos.

A vitória recoloca o Peixe no G-4, com 22 pontos, três atrás de Palmeiras e Corinthians, que dividem a liderança da competição. Já a Chapecoense caiu para a décima primeira posição, com 19 pontos.

A equipe catarinense retorna a campo no próximo sábado, às 16h30, na Arena Condá, diante do Corinthians. O Peixe só volta a atuar no dia 12, no clássico contra o Palmeiras, às 20h30, em São Paulo

O jogo – Como já era de se esperar, o Santos começou a partida sendo o dono das ações de ataque. Com mais posse de bola, o Peixe procurava encontrar espaços na defesa adversária.

Durante quase todo o primeiro tempo o cenário foi o mesmo: o Santos rodava bem a bola no campo de ataque mas parava na marcação da Chapecoense.

O Santos encontrava bastante dificuldades em penetrar na defesa adversária e produzia muito pouco ofensivamente, sem nenhuma finalização.

Somente aos 40, em mais uma tímida chegada no ataque, Rodrigão escorou por cima do gol de Marcelo Boeck. Dois minutos depois, Vitor Bueno também tentou chegar de cabeça, mas com pouca força, naquela que foi apenas a terceira e última oportunidade santista no primeiro tempo.

No segundo tempo, sem brilhar no ataque e com sucessivos erros de Gabriel, em tarde pouco inspirada, o técnico Dorival Júnior procurou a mudança. Mas não foi o camisa 10 que deixou a equipe. Coube a Vitor Bueno ser substituído pelo colombiano Copete, aos 12 minutos.

E foi justamente através dele que surgiu o gol santista. Pela esquerda, o colombiano deu o passe atrás de Rodrigão, na marca do pênalti. Mesmo assim, o atacante conseguiu se ajeitar e finalizar no canto direito de Marcelo Boeck, para abrir o placar.

E Copete mudou realmente a história da partida. Aos 19, após cobrança de Lucas Lima pela direita, Renato desviou de cabeça na primeira trave e Copete aproveitou para cutucar com a ponta da chuteira para o gol catarinense.

Os dois gols desestruturaram completamente o bom posicionamento defensivo da Chapecoense, que passou a ser amplamente dominada

Daí em diante, o Santos teve calma para chegar ao ataque e em nova descida Copete deu o passe para que Yuri, que substituiu Renato poucos minutos atrás, acertou um belo chute de fora da área, aos 40, e sacramentou a vitória do Peixe.

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Corinthians goleia o Flamengo e segue na cola do Palmeiras

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria)-A tarde deste domingo foi de festa para a torcida do Corinthians. Com o peruano Paolo Guerrero como convidado especial no gramado de Itaquera, o time da casa comemorou uma goleada por 4 a 0 (gols de Romero [2], Guilherme e Rildo, todos no segundo tempo) sobre o Flamengo e seguiu na cola do rival Palmeiras na disputa pela liderança do Campeonato Brasileiro.

Após uma etapa inicial ruim, o Corinthians conseguiu envolver o Flamengo na Zona Leste paulistana. A mudança de postura foi comemorada pelo público com gritos de “olé” e muitas ofensas a Paolo Guerrero, que trocou de clube no ano passado, apesar da promessa de atuar apenas como corintiano no Brasil. Até o jovem e emotivo zagueiro Pedro Henrique, que anulou o peruano, com quem se desentendeu, foi celebrado.

A terceira vitória consecutiva sob o comando de Cristóvão Borges, que só perdeu em sua estreia, para o Atlético-MG, levou o Corinthians aos mesmos 25 pontos ganhos pelo Palmeiras. O rival tem um jogo a menos – entrará em campo contra o Sport apenas na noite de segunda-feira, na Ilha do Retiro. O Flamengo permaneceu com 20 pontos.

Na próxima rodada, o Corinthians enfrentará a Chapecoense no sábado, na Arena Condá. O Flamengo buscará a reabilitação no dia seguinte, contra o Atlético-MG, no Mané Garrincha.

O jogo – O Corinthians chegou a deixar a sua torcida esperançosa nos primeiros minutos. Marquinhos Gabriel mostrou boa movimentação do lado esquerdo, Balbuena incomodou o Flamengo com uma cabeçada, e Giovanni Augusto teve alguns escanteios para bater (mal) quase em sequência. Do outro lado, o ex-corintiano Willian Arão ainda colaborava com uma finalização torta e muita desatenção na saída de bola.

A animação com a equipe da casa não durou 15 minutos. O choque de realidade apareceu quando a bola ficou viva dentro da área do Corinthians, que só não sofreu o gol porque Cássio, sem sentir os efeitos dos problemas particulares com os quais justifica o seu mau momento técnico, defendeu bem os chutes de Marcelo Cirino e Rafael Vaz.

Àquela altura, sem ter com o que vibrar no ataque corintiano, os torcedores passaram a se ocupar com o antigo ídolo Guerrero. O peruano que se deixou seduzir pelo dinheiro oferecido pelo Flamengo no ano passado era vaiado a cada toque na bola. Só ouvia aplausos dos corintianos quando sofria desarmes do jovem Pedro Henrique, que fazia boa partida.

Aos 24 minutos, o Corinthians teve um lampejo ofensivo e também chamou a atenção no ataque. Romero fez boa enfiada de bola para Marquinhos Gabriel, que ficou em liberdade do lado esquerdo da área, porém concluiu em cima de Alex Muralha.

O Flamengo, no entanto, era ainda mais perigoso em suas investidas. Aos 31, por exemplo, Guerrero deixou a bola escapar dentro da área, e Ederson aproveitou a sobra (quando a torcida corintiana ainda celebrava o vacilo do peruano) para bater cruzado, na trave.

Melhor em campo, o Flamengo só se desestabilizou no restante do primeiro tempo por causa de sua irritação com o árbitro Heber Roberto Lopes, que apitava com o seu estilo canastrão característico. O técnico Zé Ricardo não se conteve após uma falta dura cometida por Fagner e acabou expulso.

No segundo tempo, o Flamengo encontrou outro motivo para estar intranquilo. O Corinthians melhorou, fazendo mais triangulações e contando com o apoio de seus laterais (que haviam errado bastante na primeira etapa). Aos 14 minutos, abriu o placar. Marquinhos Gabriel bateu escanteio da esquerda, e Bruno Henrique cabeceou para o meio da área. Após mais um desvio, a bola sobrou limpa para Romero empurrar para dentro.

Em desvantagem, o Flamengo, que pouco antes havia trocado Ederson por Everton, apostou também na entrada de Thiago Santos no lugar de Marcelo Cirino. Cristóvão Borges respondeu com a substituição do apático Luciano por Guilherme. Mais tarde, Rildo voltou a jogar após longo período afastado por contusões, no lugar de Giovanni Augusto.

Naquele momento, a torcida da casa já estava mais calma com a evolução do Corinthians. Alguns ao ponto de levantar uma faixa com a inscrição “Fora, Temer” para protestar contra o presidente da República em exercício. A maioria tinha outro alvo, que já não atacava só com vaias: “Guerrero v…!”.

Outros jogadores queriam ser idolatrados. Era o caso de Guilherme, que já chiou por ter ido para o banco de reservas. Aos 32 minutos, o meia recebeu a bola de Romero, clareou e bateu com categoria da entrada da área, acertando o canto do gol defendido por Alex Muralha.

Rildo também queria participar da festa. Aos 34 minutos, o atacante finalizou com um belo voleio dentro da área, depois de rebote do goleiro do Flamengo, e colocou a bola na rede. Emocionado, desabou no gramado e atraiu quase todo o elenco corintiano em sua comemoração.

Com o jogo definido, os minutos finais de partida serviram para a torcida do Corinthians tripudiar de Guerrero. Pedro Henrique foi ovacionado por discutir com o peruano, cada vez mais nervoso com os gritos de “olé” que ecoavam da garganta de quem um dia o idolatrou. “É mercenário! É mercenário! É mercenário!”, foi o coro final do público para ele.

E, antes do apito final, ainda houve tempo para Romero marcar mais um gol. O artilheiro paraguaio foi lançado por Rodriguinho e completou para a rede, na saída de Alex Muralha, para transformar a vitória em goleada aos 43 minutos.

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Vasco perde para o Avaí mas segue líder da Série B

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria)-O Vasco voltou a perder no Campeonato Brasileiro da Série B. Em partida disputada na tarde deste sábado, na Ressacada, em Florianópolis, o time de São Januário foi derrotado pelo Avaí por 2 a 1. Mesmo com o resultado negativo, o Vasco segue na liderança da competição com 28 pontos ganhos, empatado com o Atlético Goianiense, mas levando vantagem no número de vitórias. O Avaí subiu para 18 pontos e ocupa a 13ª colocação.
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O jogo foi nervoso e repleto de polêmicas. Os dois treinadores foram expulsos e o Avaí acabou fazendo por merecer a vitória por ser mais objetivo ao aproveitar as oportunidades surgidas durante a partida. O Vasco voltou a cometer erros primários e acabou sendo castigado.

Na próxima rodada, sábado, às 18h30, o Vasco recebe o Brasil de Pelotas em São Januário para se reecnontrar com a vitória. Nesta terça-feira, às 19h15, o  Avaí vai visitar o Paraná, em Curitiba

O jogo – O Avaí criou a primeira oportunidade logo aos quatro minutos quando, após cobrança de escanteio, a defesa carioca falhou e a bola sobrou para William que chutou fraco e desperdiçou a chance. O Vasco respondeu aos dez minutos quando Eder Luis recebeu dentro da área e bateu por cima do travessão. O jogo ficou equilibrado com os dois times disputando a bola com grande intensidade, mas sem conseguir criar grandes lances de área.

Aos 19 minutos, depois de boa jogada de Julio Cesar pela esquerda, a bola sobrou para Andrezinho que bateu forte e encobriu o goleiro Renan.

Foto: Gil Guzzo/Agência Eleven / Gazeta Press
Foto: Gil Guzzo/Agência Eleven / Gazeta Press

A partida seguiu movimentada, embora com poucos lances de área. Os dois times dividiam as jogadas com muita disposição, mas sem grande objetividade. O número de faltas era grande, mas as chances de gol eram quase inexistentes.

Aos 34 minutos, Eder Luis arrancou pela direita e lançou para Nenê que tentou a conclusão, mas jogou por cima do travessão defendido por Renan. Um minuto depois, após cobrança de falta, Renato Júnior, livre na pequena área, conseguiu perder o gol, cabeceando para fora.

Foto: Antonio Carlos Mafalda/Mafalda Press / Gazeta Press
Foto: Antonio Carlos Mafalda/Mafalda Press / Gazeta Press

A equipe dirigida por Jorginho deu a resposta aos 37 minutos quando Leandrão recebeu na área, protegeu dos marcadores e rolou para Eder Luis, mas a bola saiu com algum perigo. Foi o último lance de perigo do primeiro tempo.

O segundo tempo começou sem mudanças nas duas equipes. E o Avaí saiu na frente aos quatro minutos. Após lançamento na área, a zaga cruz-maltina marcou mal e a bola sobrou para Renato Júnior, livre, para marcar o primeiro gol. Os cariocas protestaram, mas o zagueiro Aislan dava condição de jogo ao atacante da equipe catarinense.

O Vasco partiu para o ataque e quase chegou ao empate aos oito minutos, quando Julio dos Santos fez ótimo passe para Leandrão, mas o goleiro Renan saiu muito bem e abafou a jogada. Logo depois foi a vez de Julio Cesar receber na entrada da área e chutar com muito perigo.
Depois de sofrer o gol, o técnico Jorginho colocou Yago Pikachu e Caio Monteiro numa tentativa de tornar o time mais ofensivo. Aos 12 minutos, após cruzamento na área, Eder Luis desperdiçou a chance do empate, ao cabecear para fora.

Aos 19 minutos, Lucas Fernandes fez grande jogada, entrou na área, Yago Pikachu atrapalhou o goleiro Martín Silva que saiu para tentar a defesa e a bola sobrou limpa para Rômulo empurrar para as redes, ampliando a vantagem do Avaí.

Sem alternativa, o Vasco se mandou para o ataque e foi a vez de o goleiro Renan aparecer bem. O ex-goleiro do Botafogo apareceu muito bem ao defender um chute perigoso de Caio Monteiro. Dois minutos depois foi a vez de Nenê bater falta e Renan espalmar para escanteio. Na cobrança, Aislan duas veze e Caio Monteiro acertam o travessão, em sucessivas cabeçadas.

Aos 25 minutos, Rodrigo derrubou Rômulo fora da área, mas o árbitro marcou pênalti. Na cobrança, William mandou no canto esquerdo, mas Martín Silva fez grande defesa, evitando o terceiro gol dos catarinenses.

Logo depois, os jogadores do time carioca pediram a marcação de um pênalti, alegando que a bola tocou na mão de um adversário dentro da área, após chute de Rodrigo. Alguns atletas receberam cartão amarelo e o técnico Jorginho foi expulso de campo.

O técnico Silas trocou o atacante Romulo pelo zagueiro Célio Santos para tentar segurar o resultado, enquanto o Vasco se lançou todo ao ataque para descontar a diferença.

Aos 40 minutos, o Vasco marcou o primeiro gol através de Caio Monteiro. Nenê recebeu na entrada da área e mandou uma bomba, Renan defendeu parcialmente e Caio Monteiro se aproveitou do rebote para colocar a bola nas redes.

O time de São Januário partiu para buscar o empate e o Avaí recuou para defender o resultado e o técnico Silas também foi expulso de campo, ao reclamar de uma decisão da arbitragem. A pressão cruz-maltina não deu resultado e o Avaí ficou com a vitória.

Foto: Gil Guzzo/Agência Eleven / Gazeta Press
Foto: Gil Guzzo/Agência Eleven / Gazeta Press

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Alemanha elimina a Itália após 18 pênaltis e está na semi da Eurocopa

Fonte: Gazeta Esportiva-A atual campeã mundial Alemanha precisou das cobranças de pênalti para avançar às semifinais da Eurocopa da França. Neste sábado, em Bordeaux, a equipe comandada por Joachim Low até teve o controle da partida, porém cedeu a igualdade por 1 a 1 à Itália no tempo regulamentar. No desempate, foram 18 cobranças até que a classificação alemã fosse garantida, com vitória por 6 a 5.

Apesar da alegria por avançar no torneio continental, a Alemanha não conseguiu quebrar um tabu diante da Itália, seleção que nunca derrotou em torneios oficiais. Foram quatro derrotas (nas Copas do Mundo de 1970, 1982 e 2006 e na Eurocopa de 1996) e quatro empates (nas Copas do Mundo de 1962 e 1978 e nas Eurocopas de 1988, 2012 e agora 2016) até então.

A primeira vitória quase foi alcançada neste fim de semana. Ozil abriu o placar aos 19 minutos do primeiro tempo e trouxe tranquilidade à quase toda a equipe alemã. Não a Jérôme Boateng, que ergueu demais os braços em um cruzamento de Florenzi e cometeu o pênalti aos 32. Bonucci bateu com categoria e converteu.

Classificada quando esteve novamente na marca da cal, a Alemanha descobrirá o time que enfrentará na semifinal de quinta-feira, no Vélodrome, no domingo. A anfitriã França encerrará a fase de quartas de final contra a surpreendente Islândia, no Stade de France.

O jogo – A Alemanha sofreu uma baixa em menos de 15 minutos. Khedira lesionou a virilha e precisou ser substituído por Schweinsteiger no momento em que a sua seleção ainda tentava se soltar contra a sempre comedida Itália.

Apesar de ter um time mais técnico, a Alemanha demorou a incomodar. Chegou a rondar a área italiana com troca de passes, mas não fazia a bola chegar a Thomas Muller e Mario Gómez em boas condições para eles abrirem o marcador.

Aos 27 minutos, Schweinsteiger até acertou a rede com uma cabeçada, depois de cruzamento da esquerda, porém cometeu falta em De Sciglio ao finalizar. Outra boa oportunidade, só no final da primeira etapa. Aos 42, Muller ficou com a bola dentro da área após lance confuso de Kroos e Kimmich e chutou fraco. Buffon defendeu.

Embora fosse mais cautelosa, a Itália era objetiva quando atacava. Como aos 44, quando Giaccherini recebeu lançamento na esquerda, foi à linha de fundo e cruzou com perigo para trás. Sturaro aproveitou no bico da área e bateu cruzado, com desvio. Para fora.

O lance fez a Itália criar uma passageira coragem para investir contra a Alemanha nos primeiros minutos do segundo tempo. Com o controle do jogo retomado, os alemães criaram a sua melhor jogada aos nove minutos. Gómez invadiu a área e tocou para Muller, que clareou e concluiu com firmeza. Florenzi salvou com o pé.

Disposta a acuar a Itália – e contando com o apoio de seus torcedores, que passaram a se manifestar com mais entusiasmo –, a Alemanha avançou as suas linhas. Os italianos responderam com faltas mais duras, que renderam cartões amarelos em sequência para Sturato, De Sciglio e Parolo.

Não foi possível conter a Alemanha. Aos 19 minutos, Gómez recebeu a bola em um chutão de Neuer e rolou no meio de três marcadores, na esquerda, de onde Jonas Hector cruzou. Ozil apareceu no meio da área para completar para o gol.

Empolgada, a Alemanha ainda obrigou Buffon a fazer uma grande defesa pouco depois, em uma tentativa de calcanhar de Gómez, interceptada pela marcação. Foi a última participação do centroavante na partida, já que ele foi substituído por Draxler em seguida.

O que não mudou foi o panorama da partida. Até os 32 minutos, quando a Itália já parecia inofensiva. Jérôme Boateng ergueu muito os braços em um cruzamento da direita de Florenzi e cometeu o pênalti ao tocar na bola. Bonucci cobrou com categoria, no canto, e conferiu.

O gol não apenas reanimou a Itália, como garantiu a prorrogação. No tempo extra, prevaleceu a tensão. As duas seleções tetracampeãs mundiais se arriscaram pouco – os italianos com Insigne na vaga do brasileiro Éder – demonstrando conformismo com a decisão nos pênaltis.

A primeira vibração foi da torcida italiana, mas não por causa de um gol ou de uma defesa. O público vestido de azul comemorou bastante que a disputa seria próxima do seu setor do estádio, conforme apontou o árbitro húngaro Viktor Kassai.

Os alemães, contudo, riram por último. Comemoraram os gols de Kroos, Draxler, Hummels, Kimmich, Boateng e Jonas Hector e ainda lamentaram os erros de Muller (Buffon defendeu), Ozil (chutou na trave) e Schweinsteiger (isolou a bola) antes de festejar a classificação.

Pela Itália, Insigne, Barzagli, Giaccherini, Parolo e De Sciglio converteram as suas penalidades, enquanto Zaza (isolou a bola, apesar de ter entrado em campo só para bater), Pelle (mandou para fora), Bonucci (parou em Neuer) e Darmian (outro que viu o goleiro alemão defender).

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Atlético-GO atropela Náutico e se mantém na cola do Vasco

Fonte: Gazeta Esportiva-O Atlético Goianiense venceu o Náutico por 3 a 0, estádio Serra Dourada, pela 14ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Sem dificuldade, o Dragão conquistou o triunfo e manteve a perseguição ao Vasco.

O time pernambucano mal ameaçou e o Atlético abriu o placar, aos 24 minutos, com chute de longe de Gilsinho, que contou com a falha de Júlio César. Aos 32, o Dragão ampliou em rápida jogada de contra-ataque finalizada por Alison.

Já na segunda etapa, os donos da casa fecharam o resultado com Magno Cruz, aos 24, que recebeu lançamento e bateu cruzado direto para as redes.

Com os três pontos, o Atlético-GO chegou aos 28 pontos, na vice-liderança, e segue na cola do Vasco. O Náutico, por sua vez, permaneceu com 21 pontos e caiu para a 8ª colocação.

O jogo – Depois de um começo estudado, a primeira chegada com perigo foi dos visitantes. Aos 17 minutos, Renan Oliveira deu bom passe para Bergson, que invadiu a área e bateu cruzado, mas errou o alvo.

O susto acordou o Atlético Goianiense, que respondeu abrindo o placar aos 24 minutos. Gilsinho recebeu a bola na intermediária, resolveu arriscar de longe e conseguiu encobrir o mal posicionado Júlio César.

O Dragão se animou e ampliou a vantagem logo em seguida. Aos 32, em um contra-ataque rápido, Jorginho enfiou para Magno Cruz dentro da área, que apenas rolou para Alison completar para as redes.

Na segunda etapa, Júlio César se lesionou. Depois de trombar com Eduardo, o goleiro caiu desacordado e, já consciente, foi encaminhado para o hospital. Rodolpho entrou em seu lugar.

Os mandantes, que nada tinham a ver com isso, continuavam sem tomar conhecimento do adversário e marcaram o terceiro gol. Aos 24, Magno Cruz recebeu lançamento, segurou o zagueiro nas costas e bateu cruzado para ampliar a vantagem.

Com o resultado já definido, os dois times diminuíram muito o ritmo. O técnico Marcelo Cabo aproveitou para fazer as substituições que lhe restavam a fim de poupar os seus atletas. Os jogadores do Náutico já pareciam ter aceitado a derrota e só esperaram o árbitro apitar o final.

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Paraná é pressionado, mas se segura e surpreende Bragantino fora de casa

O Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista, recebeu confronto entre os donos da casa, o Bragantino, e o Paraná, válido pela 14ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, e foram os visitantes que conseguiram a vitória, pelo placar mínimo. Lúcio Flávio foi o autor do tento em pênalti cobrado no segundo tempo.

O resultado faz com que os paulistas sigam na zona de rebaixamento, na 17ª colocação, com apenas 11 pontos. Já os paranaenses somam agora 23 pontos e sobem ao G4, na quarta posição.

O jogo – Precisando fugir da ameaça da degola, o Braga foi quem iniciou o jogo com as melhores ações e chegou a criar bons lances de perigo. O primeiro deles veio com Gabriel Dias aos 8 minutos, que chutou e exigiu boa defesa do goleiro Marcos.

Aos 23, nova chance cristalina para o Massa Bruta, que passou pertíssimo de abrir o placar. O atacante Marcos Paullo aproveitou boa sobra na área e fuzilou, carimbando a trave do time paranaense.

Na etapa final, o cenário seguiu no mesmo ritmo, com os anfitriões sendo muito mais agressivos na partida e os visitantes suportando a pressão como podiam. Logo no primeiro minuto, os paulistas chegaram intensamente com Erick, que obrigou Marcos a espalmar, e Tartá, que pegou e rebote e chutou em cima do arqueiro.

O goleiro do Paraná, inclusive, foi um dos destaques da partida, salvando sua equipe de sair atrás no placar diversas vezes. Aos 6, voltou a executar incrível defesa, em finalização de longa distância disparada por Marcos Paullo.

Apesar de ter se apresentado pouco ao ataque, o Paraná foi eficiente quando resolveu ir para cima. Isso pois Robson acabou derrubado dentro da área após tentar bonita jogada pela esquerda, e o árbitro acabou assinalando pênalti, bem cobrado por Lúcio Flávio para dar a vitória à equipe de Curitiba.

Fonte: Gazeta Esportiva

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