Corinthians resolve no segundo tempo, vence a Chape e chega a quatro vitórias seguidas

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/arquivo) -O Corinthians sofreu para jogar nos primeiros 45 minutos, mas foi o senhor do jogo na etapa final e conseguiu uma importante vitória na tarde deste sábado, por 2 a 0 sobre a Chapecoense, na Arena Condá, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols do triunfo, o quarto consecutivo da equipe pela competição (somado a Santa Cruz, América-MG e Flamengo), foram marcados por Rodriguinho e Marquinhos Gabriel, esse já nos acréscimos.

Com o resultado, os alvinegros alcançam os 28 pontos conquistados, mesmo número do líder Palmeiras, que entra em campo apenas na terça-feira, contra o Santos, no Palestra Itália. O arquirrival ainda lidera, no entanto, por conta do melhor saldo de gols (16 a 14). A Chape, por sua vez, estaciona nos 18 pontos, no meio da tabela.

Na próxima rodada, os comandados de Cristóvão Borges terão pela frente o clássico contra o São Paulo, às 16h (de Brasília) do próximo domingo, no estádio de Itaquera. Os alviverdes, por sua vez, têm um duelo regional com o Figueirense, nos mesmos dia e horário, no Orlando Scarpelli.

Jogo ruim, arbitragem no mesmo nível

O duelo em Chapecó mostrou muita dificuldade dos dois times em conseguir criar lances, principalmente pela forte marcação dos dois lados. O único armador de ofício entre os 22 atletas em campo era Giovanni Augusto, que não conseguiu dar prosseguimento nas ações ofensivas do Alvinegro. Para piorar, o árbitro Ricardo Marques Ribeiro parou o jogo insistentemente, sempre demorando a autorizar cobranças de falta e até interrompendo o embate por cinco minutos para tirar a faixa “CBF da corrupção do meio da torcida do Corinthians.

A primeira chance de gol foi dos donos da casa. Aos 17 minutos de bola rolando, Gil ganhou a jogada pelo lado esquerdo e cruzou rasteiro na primeira trave. Ananias se antecipou ao garoto Pedro Henrique e bateu com o pé esquerdo, exigindo boa defesa de Cássio. Depois, em novo lance pela esquerda, Ananias novamente ganhou de Pedro e cruzou para Bruno Rangel. O centroavante, na marca do pênalti, subiu sem ser incomodado por Uendel, mas mandou para fora.

Sem conseguir criar e vendo o adversário criar certo perigo, o Timão resolveu ficar mais com a bola e parou de esticar o jogo para Luciano e Romero, sempre em desvantagem. O clube teve uma baixa ainda na etapa inicial quando Pedro Henrique conseguiu o corte em investida de Ananias, mas esticou demais a coxa esquerda. O defensor urrou de dor e logo foi substituído para a entrada de Yago.

Os visitantes reservaram seus melhores lances para o intervalo. No primeiro, Luciano recebeu na intermediária ofensiva e, mesmo muito próximo da bola, arriscou de longe. A bola quicou e o goleiro Marcelo Boeck espalmou para o lado. Romero chegou a tempo de chutar, mas mandou na lateral da rede. Depois, Giovanni Augusto recebeu dentro da área e rolou para o mesmo Luciano, que, mesmo sem ângulo, chutou e jogou pela linha de fundo.

Bronca de Cristóvão faz Timão engrenar

O Corinthians foi para o intervalo já ao som de muitas críticas do técnico Cristóvão Borges, que não gostou dos diversos erros de passe e das dificuldades na armação. O papo quase teve resultado logo de cara, mas foi atrapalhado por outro membro do trio de arbitragem. Uendel cobrou falta pelo lado esquerdo e Balbuena subiu mais alto que a zaga adversária para cabecear no canto direito, sem chances para Marcelo Boeck. O auxiliar Pablo Almeida Costa, no entanto, viu impedimento inexistente do corintiano.

A melhora, no entanto, ficou evidente com o domínio territorial dos paulistas. Sempre com a bola, os alvinegros acabaram ajudados pela falta de esforço ofensivo da Chape, que deu quatro “chutões” seguidos em lances nos quais poderia sair jogando. No último, a bola foi trabalhada pelo Timão da esquerda para a direita até cair nos pés de Giovanni Augusto, na meia-lua ofensiva. O meia, que fazia partida ruim, achou Rodriguinho na linha da grande área. O volante teve calma para limpar a bola com a direita e, de esquerda, tocar no canto esquerdo, sem chances para o goleiro.

Ainda sem ficar plenamente satisfeito, apesar da vantagem no placar, Cristóvão promoveu mais duas mudanças no ataque: saíram Luciano e Giovanni para as entradas de Danilo e Guilherme, com o objetivo de reter com mais facilidade a posse de bola. Mesmo com alguns erros de Rodriguinho na saída de bola, as alterações realmente ajudaram o time e deixaram a Chape bem longe da meta defendida por Cássio.

No fim, ainda deu tempo dos alvinegros ampliarem. Depois de saída de bola arrisca, porém bem executada por Yago, Fagner recebeu pela direita e enxergou a movimentação de Marquinhos Gabriel. O meia se aproveitou da bobeira da zaga adversária e tocou com o pé esquerdo na saída de Boeck, selando o triunfo aos 47 minutos do segundo tempo.

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Vasco vence e reassume liderança do Brasileiro da Série B

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: arquivo/assessoria) – Vasco da Gama venceu o Brasil de Pelotas na noite deste sábado em São Januário por 2 a 0, gols de Nenê e Luan, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. A vitória traz alívio ao Cruzmaltino, que perdeu os últimos dois jogos, e viu a folga na liderança se evaporar.

Com dez vitórias em 13 rodadas, o Vasco é líder isolado com 31 pontos, seguido do Atlético-GO, que empatou na rodada e soma 29 pontos. O Brasil de Pelotas tem 22 pontos e ocupa posição intermediária.

Na próxima rodada, o Vasco visita o Luverdense em Lucas do Rio Verde (MT), no sábado. No mesmo dia, o Brasil recebe o Vila Nova-GO.

O Jogo – Após duas derrotas seguidas em casa, contra Paysandu e Paraná, o Vasco iniciou a partida deste sábado a todo vapor. A pressão vascaína encurralou a equipe do Rio Grande do Sul, e o primeiro gol não demorou a sair. Antes, porém, aos 4 minutos, uma falta cobrada por Rodrigo da intermediária fez a torcida se levantar. O zagueiro acertou um balaço e obrigou Luiz Müller a voar para mandar para escanteio, pois a bola iria entrar no ângulo superior direito.

O gol saiu cinco minutos depois numa jogada que começou despretensiosa. Bola para o alto na intermediária, Thalles cabeceia para o alto sem direção mas ela cai nos pés de Nenê, que penetrava em velocidade. O meia deu apenas dois toques na bola enquanto corria, um para matar e jogar na frente e outro já dentro da área para acertar o canto direito de Luiz Müller. A pressão e o gol pareciam prenúncio de goleada, mas o Vasco caiu de ritmo após o ímpeto inicial dos primeiros 15 minutos. Já o Brasil de Pelotas cresceu em campo e teve duas chances incríveis de marcar ainda na primeira etapa.

Aos 21, Weldinho é lançado na ponta direita e em cima da linha de fundo consegue o cruzamento para a área. Felipe tentou o chute de primeira e a bola bateu em Rodrigo. Luan pegou o rebote e chutou para trás, acertando a própria trave. Com Jordi vendido no lance, a bola sobrou para Ramon livre na pequena área, mas o atacante demorou a concluir para o gol vazio e Luan se recuperou e cortou mandando pela linha de fundo.

Já nos acréscimos, em contra-ataque rápido do Brasil, Felipe conduziu até a entrada da área e tocou para Ramon. O atacante tentou o chute cruzado mas Jordi fez a defesa. O segundo tempo começou com o Brasil buscando o gol de empate, e sua principal estratégia era o cruzamento para a área. Aos 5, Marlon cruzou da esquerda e Felipe Garcia, sem marcação no segundo pau, não conseguiu colocar a cabeça na bola e perdeu boa oportunidade.

No minuto seguinte, falta na intermediária, que Diogo Oliveira levantou do outro lado e o volante Washington cabeceou pela linha de fundo. O Brasil dificultava a vida do Vasco com uma marcação bem aplicada. Aos dezenove, um lance polêmico. Nenê recebeu na direita beirando a área e cruzou. A bola resvalou na mão do defensor e o árbitro assinalou o pênalti, mas depois de conversar com o assistente, voltou atrás.

O Vasco respirou aos 26. Nenê cobrou falta com perfeição da intermediária pela esquerda. O meia levantou a bola, que atravessou a área e foi cair no bico da pequena área. O zagueiro Luan apareceu e bateu com a parte de dentro do pé sem defesa para Luiz Müller. O terceiro gol quase saiu aos 33 na cobrança de um escanteio pela direita do ataque. Nenê cobrou e William desviou de cabeça na pequena área, mas não acertou o gol.

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Diante do Botafogo, Coxa empata mais uma sem gols

Fonte: Gazeta Esportiva – Pela terceira vez nas últimas quatro partidas do Campeonato Brasileiro, o Coritiba empatou sem gols, desta vez diante do Botafogo, no estádio Couto Pereira, em um duelo direto contra a zona de rebaixamento. Com o resultado, o Coxa chegou aos 15 pontos, provisoriamente fora da ZR. Os cariocas, com 16 pontos, estão na 14ª colocação.

O jogo começou com emoção já o primeiro lance, em um recuo atrapalhado para o goleiro Sidão, que por pouco não perde a bola para Kazim. O turco voltou a aparecer com perigo aos três minutos, em cruzamento do estreante Emerson Conceição complementado pela linha de fundo. Aos sete minutos, Kazim recebeu na área, mas foi fominha e arrematou mal.

O Alvinegro apareceu pela primeira vez com força no ataque aos 12 minutos, com Neilton partindo em velocidade em direção ao gol, parando apenas na intervenção precisa de Luccas Claro. Aos 16 minutos, foi a vez de Camilo recebeu, girar o corpo e parar em Wilson, que desviou o chute para salvar. Depois de um inicio com domínio coxa-branca, os visitantes equilibraram as ações e já eram mais perigosos.

Mais um lançamento em profundidade para Camilo, aos 26 minutos, e tenta vez Wilson deixou a meta para interceptar. Aos 29 minutos, Diogo Barbosa desceu em alta velocidade, chegou ao fundo e cruzou, carimbando a trave. O Coritiba acordou e aos 36 minutos, Leandro deixou a marcação para trás e serviu Kléber, que bateu fraco. Aos 39 minutos, confusão na defesa carioca, a bola foi para trás e Sidão e recuperou para pegar.

Depois do intervalo, o Botafogo voltou com Leandrinho no lugar de Neilton. Aos quatro minutos, Luis Ricardo teve a chance de servir Sassá, que entrava com liberdade, mas o passe saiu totalmente torto. Na resposta, aos seis, Leandro tentou encobrir Sidão, que ficou com a bola sem maiores problemas. Cobrança de falta de João Paulo, aos oito minutos, e Juninho desviou para acertar o travessão.

O jogo era bastante movimentado até por volta dos 11 minutos, quando Emerson Conceição desviou contra o próprio patrimônio e acertou a trave, assustando a torcida. O técnico Pachequinho aproveitou para queimar suas três alterações, colocando em campo Vinícius, Evandro e Dodô. O ritmo da partida caiu bastante, especialmente pelo forte trabalho das defesas.

O Alvinegro tinha maior posse de bola, enquanto o Coxa parecia confuso em campo. Aos 31 minutos, Kléber recuperou bola no ataque e cruzou para Evandro desviar na rede, mas pelo lado de fora. O torcedor mostrava impaciência nas arquibancadas. Para os últimos minutos, a aposta de Ricardo Gomes foi a entrada de Vinícius Taque, mas sem a efetividade esperada. Aos 45 minutos, Vinícius ainda tentou um chute, mas nas mãos de Sidão.

Na próxima rodada, o Coritiba enfrenta o Atlético Mineiro, na outra segunda-feira, dia 18 de julho, no Estádio Independência, em Belo Horizonte. Já o Botafogo entra em campo no sábado, diante do Flamengo, no clássico que será disputado no estádio Luso Brasileiro, no Rio de Janeiro.

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Betinho perde pênalti e Paysandu empata com o Londrina .

Foto: Akira Onuma / O Liberal- Em uma partida bastante disputada pela Série B do Campeonato Brasileiro, mas tecnicamente fraca no estádio da Curuzu, em Belém, Paysandu e Londrina ficaram no empate sem gols, com direito a penalidade perdida pelo Papão. Com o resultado, o time bicolor chegou aos 19 pontos, nas 15ª colocação. Já o Tubarão, somou 21 pontos, fechou a rodada em décimo.

O JOGO

O Papão tentou encaixar o primeiro ataque aos quatro minutos, em descida de Ricardo Capanema, que levantou para a saída de Marcelo Rangel da meta. Aos seis, o Tubarão saiu errado com a bola e Edson Ratinho, quase do meio-campo, tentou encobrir o goleiro, mas sem sucesso.

O Paysandu arriscou seu primeiro chute aos 10 minutos, com Jô, que obrigou Emerson a espalmar e a defesa bicolor afastar o perigo. O jogo era bem movimentado e as duas defesas mostravam disposição. Aos 15 minutos, Rafael Costa cobrou falta na área e a bola passou por todo mundo.

O Londrina teve mais uma boa oportunidade, aos 26 minutos, de bola parada. Zé Rafael cobrou falta e Emerson defendeu. Aos 34 minutos, Maílson recebeu lançamento e arriscou o chute que carimbou a trave esquerda de Marcelo. Falta para o Tubarão na entrada da área, mas Rafael Gava acertou a barreira e desperdiçou a chance.

Foto: Akira Onuma / O Liberal
Foto: Akira Onuma / O Liberal

SEGUNDO TEMPO

Na etapa complementar, o Paysandu foi para cima do Londrina. Aos quatro minutos, após cobrança de falta, a bola sobrou para Maílson que chutou e errou o alvo. Dez minutos mais tarde, Maílson fez uma linda jogada individual e passou por três marcadores e, ao chutar, errou o alvo e desperdiçou excelente oportunidade de abrir o marcador.

Aos 29, a arbitragem anotou pênalti para o Paysandu. Depois do cruzamento, a bola desviou no braço de Matheus. Na cobrança, Betinho chutou e Marcelo Rangel conseguiu fazer a defesa. O Londrina apenas conseguiu responder aos 44. Depois do cruzamento, Jô desviou e chutou fraco para a defesa fácil do goleiro Emerson. Três minutos mais tarde, após cobrança de falta, Germano cabeceou e a bola passou muito perto do gol do Papão.

PRÓXIMA RODADA

Os dois times voltam a campo nesta terça-feira (12) pela 16.ª rodada. O Paysandu visita o Paraná, às 21h30, no estádio Durival de Britto, em Curitiba, enquanto o Londrina encara o Atlético Goianiense, às 19h15, no estádio Serra Dourada, em Goiânia.
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Por ORM
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São Paulo perde para o Atlético e vê longe chance de chegar à final da Libertadores

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria/arquivo)-O São Paulo não foi páreo para o melhor ataque da Copa Libertadores. Dominada durante boa parte do jogo, a equipe sucumbiu após a expulsão do zagueiro Maicon e perdeu por 2 a 0 do Atlético Nacional, nesta quarta-feira, no Morumbi. O resultado obriga o time a vencer por três gols de diferença no duelo da volta para avançar à final. Além disso, a equipe terá de arcar com a ausência do capitão Maicon, que custou 5 milhões de euros (R$ 20 milhões) e 50% dos direitos dos jovens Lucão e Ítalo só para jogar as semifinais do torneio.

O técnico Edgardo Bauza apostou novamente na improvisação do centroavante Ytalo na vaga do lesionado Ganso, mas a invenção não surtiu o efeito esperado. O atleta só correu em campo e não exerceu nem sombra do protagonismo do camisa 10 – tanto que foi substituído por Alan Kardec, aos 17 minutos do segundo tempo. O volante Wesley, substituto de Kelvin na ponta direita, foi outro jogador com atuação apagada e que comprometeu a armação do ataque.

Michel Bastos, encarregado das cobranças de bola parada, era o principal destaque ofensivo da equipe. Mas a atuação do meia também deixou a desejar. Sem companheiros que pudessem servir o ataque, o artilheiro Jonathan Calleri praticamente não encostou na bola durante os 90 minutos de jogo.

Se já era difícil, o jogo ficou ainda mais complicado com a expulsão de Maicon, aos 28 minutos do segundo tempo. Bauza não soube ajustar o sistema defensivo da equipe e viu Borja aproveitar os espaços para anotar os dois gols, aos 36 e 43 minutos. Com os tentos, o Atlético Nacional chegou aos 19 gols na competição continental.

O duelo que decidirá o primeiro finalista da Libertadores ocorrerá às 21h45 (de Brasília) da próxima quarta-feira, dia 13, na cidade colombiana de Medellín – onde o Atlético Nacional está 100%. O São Paulo precisará de uma vitória por dois gols de diferença para levar a decisão aos pênaltis. Só um triunfo por três gols de diferença garante a classificação direta para a final.

O Jogo – A ausência de Ganso comprometeu o estilo de jogo com o qual o São Paulo se habituou na Copa Libertadores. Os primeiros minutos da etapa inicial ficaram marcados por uma série de cruzamentos que não resultaram em chances de gol. Para o Atlético Nacional, que começou o duelo retraído, a aposta era no toque de bola e na velocidade do setor ofensivo. Aos 10 minutos, Macnelly Torres soltou para Ibarguén na esquerda, mas o atacante lançou muito forte para a área e Borja não conseguiu alcançar.

O São Paulo se saiu melhor a partir do primeiro susto. Aos 12 minutos, Wesley recebeu na ponta direita, dentro da área, e isolou uma das melhores oportunidades de sair à frente no marcador. Aos 15, Thiago Mendes recuperou a bola após saída errada dos defensores e chutou de fora da área, mas o goleiro Armani caiu para a esquerda e espalmou o tiro.

O restante do primeiro tempo foi de domínio completo do Atlético Nacional. Os colombianos usavam uma tática baseada única e exclusivamente na troca de passes no meio-campo. Foi assim que os jogadores de ataque escaparam da marcação pelos lados do campo, embora nenhuma chance clara tenha sido criada pela equipe.

Aos 35 minutos, os visitantes utilizaram uma falta no lado esquerdo para alçar a bola na área, mas Bocanegra não chegou a tempo de concluir para o gol. Antes do intervalo, aos 43, Michel Bastos teve um lampejo ao pegar de primeira uma sobra de bola na meia-lua da área. Armani, bem colocado no centro do gol, praticou a defesa na melhor chance da etapa inicial.

Apesar das dificuldades para armar as jogadas de ataque, Bauza voltou para o segundo tempo sem mudanças. Aos seis minutos, Bruno cruzou da direita e Ytalo só não concluiu ao gol porque Bocanegra tomou a frente e desviou para fora. A chance foi a última antes de uma forte pressão do Atlético Nacional ter início.

Aos 12 minutos, Marlos Moreno partiu em velocidade e tocou para o centroavante Borja, que buscou o chute colocado e viu a bola ir para fora após leve desvio de Maicon. Na cobrança do escanteio, Sánchez saltou no miolo da área e cabeceou no travessão de Denis. Borja, aos 14, finalizou novamente para o gol e parou em defesa segura do goleiro são-paulino.

Aos 17 minutos, o Patón viu a necessidade de mexer no time e colocou Alan Kardec para atuar como um armador, no lugar do apagado Ytalo. Sem diagnosticar resultados imediatos, Bauza tirou o amarelado João Schmidt para a entrada do meia Daniel. Dessa vez, o São Paulo se encontrou na frente e Michel Bastos, aos 27, finalizou mais uma vez em cima do goleiro Armani.

A reação, no entanto, cessou aos 28 minutos. Maicon colocou a mão no rosto do atacante Borja, que aproveitou a situação para se atirar no gramado. O árbitro argentino Mauro Vigliano entendeu que o lance caracterizava uma agressão do zagueiro e apresentou o cartão vermelho direto para o são-paulino.

Bauza, então, colocou Hudson no lugar de Wesley. A alteração de nada adiantou. O Atlético Nacional foi tocando a bola até que a defesa tricolor fosse envolvida. O buraco na zaga permitiu que Borja aproveitou saísse na frente de Denis para tocar com classe, no canto esquerdo do gol, aos 36 minutos. Atordoado, o Tricolor voltou a sofrer com Borja. Aos 43, ele recebeu assistência de Marlos Moreno e praticamente selou a classificação colombiana à final.

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Fluminense evita vexame e empata com Ypiranga

Fonte: Lancet Net (foto: assessoria/arquivo) – A pressão feita pela torcida durante a semana não fez nada bem ao time do Fluminense. Ao contrário. Inseguros e sem apoio – apenas 432 pagantes no Raulino de Oliveira –, os comandados de Levir Culpi foram dominados pelo Ypiranga-RS, mas evitaram um vexame maior ao empatar em 1 a 1, após sair atrás no placar nesta quarta-feira.

Agora, a definição da vaga para as oitavas de final da Copa do Brasil será em Erechim, no dia 27. Para o clube gaúcho basta um empate sem gols para garantir a classificação inédita. O Fluminense precisa de uma vitória simples ou qualquer empate a partir de 2 a 2.

A PARTIDA

As primeiras vaias surgiram no momento do apito inicial. O Flu ainda tentou controlar a partida nos primeiros minutos, mas logo se perdeu no nervosismo. A bola parecia estar queimando nos pés dos tricolores.

Se a missão já estava complicada para Levir Culpi, só piorou a partir dos 18 minutos. Wellington Silva se lesionou e deu lugar a Jonathan. Aos 24, foi a vez de Gustavo Scarpa sentir o joelho direito e sair. Dudu entrou, mas não viu a cor da bola. O Ypiranga cresceu e abriu o placar com João Paulo, que tabelou com Túlio Renan e marcou um belo gol.

Desde momento em diante, Diego Cavalieri foi bombardeado e evitou que os gaúchos transformassem o placar em goleada. Um dos alvos da ira da torcida tricolor, o camisa 12 fez boas defesas em finalizações de Róbson, Túlio e Danilinho. Fim do primeiro tempo e alívio para o Flu.

Levir Culpi não mexeu na equipe, mas o Tricolor voltou do intervalo com uma postura mais ofensiva e, mesmo sem apresentar grande futebol – longe disso –, foi recompensado. Jonathan fez boa jogada pela direita e achou Cícero dentro da área. O volante escorou e Magno Alves fez o papel de centroavante: 1 a 1 no placar.

Como era de se esperar, o Fluminense foi atrás da virada. Levir demorou, mas abriu mão dos três volantes e colocou Richarlison no jogo. Em lance duvidoso, o árbitro deu pênalti em cruzamento de Jonathan, que tocou no braço de Mikael. Cícero chamou a responsabilidade e fez feio. Cobrou mal, viu Carlão defender e ainda escorregou na hora de conferir o rebote. Se fizesse, seria uma injusta vitória do Fluminense.

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Final com Alemanha vale presença de Portugal na Confederações’2017

Por Maisfutebol.iol.pt-Uma vitória da Alemanha sobre a França nesta quinta-feira garante uma presença inédita de Portugal na Taça das Confederações, que vai realizar-se na Rússia no próximo ano.

A explicação é simples. A Alemanha já tem a presença assegurada em virtude de ter vencido o Mundial 2014. Abre-se assim mais uma vaga para um representante da UEFA, que é ocupada pelo vencedor do Campeonato da Europa. Ora, se a Alemanha for à final, essa vaga passa para o adversário da «Mannschaft» no jogo do título, independentemente do resultado que se registar.

Esta situação já se verificou, por exemplo, há três anos, quando a Itália chegou à competição depois de ter perdido a final do Euro 2012 com a Espanha, vencedora do Mundial 2010.

Mas, se a Alemanha cair aos pés de França, isso significa que o representante da UEFA na Taça das Confederações será o vencedor do Euro 2016. Neste cenário, Portugal está mesmo «condenado» a erguer a Taça no próximo domingo.

Equipas já confirmadas na Taça das Confederações:

Rússia (país organizador)

Alemanha (vencedor do Mundial)

Austrália (vencedor da Taça da Ásia, AFC)

Chile (vencedor da Copa América, CONMEBOL)

México (vencedor da Gold Cup, CONCACAF)

Nova Zelândia (vencedor da Taça da Oceânia, OFC)

* faltam ainda atribuir duas vagas: uma à UEFA e outra à Confederação Africana de Futebol

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Cruzeiro bate o Vitória com um a menos

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria/arquivo) – O Cruzeiro mostrou ao Vitória que também sabe jogar com um homem a menos. Pareceu até replay do jogo último domingo, quando o clube baiano, em desvantagem numérica, buscou um empate por 2 a 2, no Mineirão. A diferença é que, nesta quarta, no Barradão, o time mineiro, desta vez com 10 atletas em campo, venceu por 2 a 1, levando uma boa vantagem para o jogo de volta da terceira fase da Copa do Brasil, em Belo Horizonte, no próximo dia 20 de julho.

Após um primeiro tempo equilibrado, com leve vantagem para o Cruzeiro, que terminou empatado por 1 a 1, o Vitória teve tudo para vencer a partida, quando Allano foi expulso aos 14 minutos do segundo tempo. Apesar do domínio baiano, quem mostrou mais eficácia foi o time celeste, que anotou o gol da vitória com Willian, artilheiro da partida com duas bolas nas redes, e segurou a pressão da equipe da casa para sair com um importante o triunfo fora de casa.

O Jogo – Mais equilibrado, apesar das diversas alterações, o Cruzeiro começou melhor a partida e logo abriu o placar, com Willian, que deu corte seco na defesa e finalizou forte, no canto, aos sete minutos. A resposta do Vitória veio apenas sete minutos depois e, em pênalti marcado pela arbitragem, Diego Renan bateu bem, empatando a partida.

Após o empate, o Cruzeiro parou de atacar, e o Vitória passou a dominar as ações ofensivas, apesar de não criar nenhuma chance mais contundente. Diante da pouca criatividade baiana, o time celeste cresceu na partida e criou duas boas chances com De Arrascaeta e Willian.

A melhora cruzeirense na partida se baseava na eficiência defensiva da equipe combinada aos velozes contra-ataques, bem armados por Robinho. E foi exatamente desta forma que o Cruzeiro teve duas excelentes oportunidades no final do primeiro tempo, porém Alisson e Willian não conseguiram colocar o time celeste à frente no placar.

Recuperado dos sustos no primeiro tempo, o Vitória voltou bem do intervalo, utilizando bastante as jogadas com Marinho pela direita. Em duas dessas jogadas, o camisa 7 colocou na cabeça de Kieza, que perdeu ambas as chances. O Cruzeiro, porém, teve duas chances claras com Willian, que, na primeira, parou em Caíque e na segunda, mandou para fora.

Bem na partida, o Cruzeiro teve o domínio interrompido com a expulsão de Allano, que recebeu o segundo cartão amarelo aos 14 minutos. O Vitória melhorou na partida, porém Kieza, em duas cabeçadas, não soube aproveitar as chances que teve, sendo que, em uma delas, Fábio fez excepcional defesa.

Diante das chances perdidas, valeu o velho ditado de “quem não faz, toma”. Aos 26 minutos, o Cruzeiro armou belo contra-ataque, e a bola chegou aos pés de Willian, que tocou na saída do goleiro. Na sequência da partida, o Vitória se lançou todo ao ataque e, apesar de muito pressionar, não conseguiu furar o bloqueio defensivo da Raposa.

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Figueirense vence Sampaio Corrêa e carimba classificação

Fonte: Gazeta Esportiva-O Figueirense venceu o Sampaio Corrêa por 1 a 0 na noite desta quarta-feira no Orlando Scarpelli, em Florianópolis, pelo jogo de volta da segunda fase da Copa do Brasil. Com o resultado, o Alvinegro carimba a classificação para a próxima etapa do torneio, já que na ida também havia triunfado por 2 a 1.

A partida começou equilibrada. O Figueirense mantinha a posse de bola, mas o Sampaio Corrêa apostava nos contra-ataques para agredir em busca da vitória. Aos oito minutos, o Tricolor assustou em chute de Henrique que passou perto da trave de Thiago Rodrigues.

O Figueira era mais presente no ataque e teve uma grande chance quando Morassi bateu e obrigou o goleiro Rodrigo Ramos a salvar o Sampaio aos 32 minutos. O gol que confirmou a classificação catarinense veio aos 45 minutos da etapa inicial: Dodô cruzou da ponta esquerda e o atacante Everton Santos tocou de cabeça para o fundo das redes.

No segundo tempo, o time da casa passou a administrar o placar sem muita pressa. Mesmo assim, levou um grande susto aos 22 minutos, quando Paulo Marcelo recebeu de Lucas Sotero e perdeu um gol feito, de frente para Thiago Rodrigues. O goleiro do Figueirense voltou a ter trabalho já nos minutos finais, defendendo chute de Felipe Baianoe garantindo a vitória.

Na terceira fase da Copa do Brasil, o Figueirense terá pela frente a Ponte Preta. A ida está marcada para a próxima quarta-feira, às 19h30, no Orlando Scarpelli. A volta, em Campinas, acontece no dia 27.

Paysandu vence e reverte vantagem do Operário-PR – O Paysandu conquistou a classificação de maneira heroica nesta quarta-feira. O Papão venceu o Operário por 2 a 0 no estádio da Curuzu, reverteu a desvantagem da derrota de 1 a 0 na ida e passou para a terceira fase.

Gilvan foi grande nome da vitória bicolor, marcando os dois gols da partida, aos 37 e aos 43 minutos da primeira etapa. Na próxima fase, o Paysandu terá pela frente o Juventude.

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Oito etnias disputam 10 modalidades no I Jogos Indígenas do Baixo Tapajós

Por Dominique CavaleiroSantarém, PA-Mais de 220 atletas de oito etnias passaram pelas eliminatórias dos Jogos Indígenas do Tapajós e vão participar da fase final que será nos dias 9 e 10, na Vila Balneária de Alter do Chão, em Santarém. No total, 10 modalidades serão disputadas.

Os jogos começaram no dia 19 de abril, no dia do Índio. A cerimônia de abertura, realizada em Santarém, já era uma prévia do que o evento iria proporcionar entre a comunidade indígena da região. Danças, rituais e a alegria característica dos povos foram os principais ingredientes da primeira fase das competições. No total, quatro eliminatórias foram realizadas em várias regiões do Baixo Tapajós, onde essas comunidades ficam localizadas.

Os atletas classificados vão disputar dez modalidades: futebol, peconha, lança, arco e flexa, corrida com Tora, corrida de resistência, corrida de velocidade, cabo de invira, natação e canoagem. O evento atraiu olhos curiosos das pessoas que apreciam a cultura indígena e nem imaginavam que ações do cotidiano pudessem virar modalidades esportivas.

Para a final, as etnias classificadas foram convocadas para o congresso técnico, nesta sexta-feira (8) às 16h na Escola Borari, em Alter do Chão. Na ocasião, a coordenação do evento vai esclarecer todas as dúvidas quanto às modalidades.

As disputas finais serão no dia 9 e 10 em Alter do Chão. No sábado (9) às 8h haverá um ritual, como já é de costume, em seguida serão iniciadas as disputas aquáticas – canoagem e natação. O cenário não poderia ser mais exuberante para a ocasião: a praia de Alter do Chão.

No domingo (10) as disputas continuam, desta vez no Clube Santo Antonio, também na Vila de Alter do Chão, onde as demais modalidades serão disputadas a partir das 10h da manhã.

Esta é a primeira vez que o evento é realizado e a coordenação já pensa na próxima edição dos Jogos, que deverá ser realizado de dois em dois anos, mas a principal dificuldade é a ausência de apoio financeiro para a disputa das modalidades. Uma “força-tarefa” foi feita para a logística das viagens durante as eliminatórias e para a final, os responsáveis pelo evento estão buscando apoio para contribuir com os gastos dos jogos.
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G1 SantarémINDIOS
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