Abel, Mano, Luxa e Zago: os nomes cotados para substituir Argel no Inter

Por Diego Guichard e Tomás HammesPorto Alegre -Argel já não comanda mais o Inter. Mas quem será o próximo treinador? A direção trabalha para encontrar o substituto o mais rápido possível. Após a aposta em um técnico emergente, a intenção é fechar com um consagrado. Abel Braga desponta como favorito, mas Mano Menezes, Vanderlei Luxemburgo também são opções. Porém, em caso de declínio, um outro estilo aparece entre os cotados. Antônio Carlos Zago se enquadra no perfil de “aposta”.

A diretoria, inclusive, se reuniu durante a noite deste domingo para iniciar a reformulação no vestiário que culminou com a demissão de Argel. Estiveram presentes o presidente Vitorio Piffero, o vice de futebol Carlos Pellegrini, além do vice-presidente Pedro Affatato e o diretor de futebol Marcos Marino. Os dirigentes prometeram se pronunciar no início da manhã, antes de iniciar retorno à Porto Alegre, para traçar o futuro do clube.

Abel é o principal nome. Após passagem pelo Al-Jazira, o técnico está sem clube no Rio de Janeiro. Porém, não pode acertar até o fim do mês. Apesar do ruído de comunicação do período eleitoral, quando Piffero afirmou que Tite era seu preferido, o que entristeceu Abel, há um sentimento que é possível reverter o quadro, até pelo carinho que o treinador campeão da Libertadores e do Mundial de 2006 nutre pelo Colorado. No Inter, entretanto, se diz que está próximo de ser anunciado pelo Flamengo.

Mano Menezes também permeia a lista. Após trabalhar no Shandong Luneng, da China, voltou ao Brasil. Assim como Abel, precisa ser demovido da mágoa criada na época da eleição, quando o mandatário disse que, por uma questão de perfil, entendia que não pudesse trabalhar com o ex-técnico da Seleção, Grêmio, Corinthians e Cruzeiro.

Há ainda Vanderlei Luxemburgo. Multicampeão entre o final dos anos 90 e o início dos anos 2000, sempre gozou de prestígio com Vitorio Piffero, que o tentou contratar em duas oportunidades (2010 e ano passado). Ex-jogador do Inter, também sempre deixou claro o carinho pelo clube gaúcho.

Foi, inclusive, contatado. Ocorre que, ao ser demitido do Tianjin Quanjian, também da China, ficou acordado que seria uma espécie de consultor e não poderia fechar com outro clube em razão dos valores que tem a receber até o final do ano, o que precisaria abrir mão em caso de aceitar a proposta gaúcha.

Os três técnicos têm por hábito fechar contratos de longa duração. O que surge como entrave. Afinal, no final do ano, há um pleito eleitoral e só um acerto com os candidatos da oposição para que o novo comandante do vestiário estivesse em 2017 no clube.

Por esta dificuldade, a cúpula deixa aberta a possibilidade de voltar a realizar uma aposta, com um vínculo menor. Neste quadro, surge Antônio Carlos Zago. O ex-zagueiro levou o Juventude ao vice-campeonato do Gauchão, eliminando o favorito Grêmio nas semifinais.

Enquanto não define o treinador, o auxiliar Odair Hellmann voltará a cumprir a função interinamente a partir de terça-feira.

Com o resultado, o Inter segue com 20 pontos e ocupa a oitava posição. Na próxima rodada, o time enfrenta o Palmeiras. A partida está marcada para o domingo, às 16h, no Beira-Rio.

Por globoesporte.com/rs

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Em jogo com boas chances, Vitória e Fluminense ficam no 0 a 0 no Barradão

Em confronto que reunia duas equipes do meio da tabela, Vitória e Fluminense ficaram no empate sem gols, neste domingo, no Barradão. Com o resultado, baianos e cariocas chegaram a 18 pontos e seguem longe tanto do G-4 quanto da zona de rebaixamento.

O Vitória foi melhor em boa parte dos 90 minutos, mas viu o goleiro Diego Cavalieri em uma noite inspirada. Já o Fluminense conseguiu equilibrar o confronto em alguns momento e criou alguns lances perigo, mas pecou nas finalizações.

Na próxima rodada, o Vitória vai até Curitiba para encarar o Atlético-PR, no domingo. No mesmo dia, o Fluminense vai receber o Cruzeiro no Giulitte Coutinho, no Rio de Janeiro.

O jogo – O Vitória começou a partida pressionando o Fluminense em seu campo de defesa. Os baianos criaram sua primeira chance de gol aos seis minutos. Após cruzamento pela direita, Kieza ajeitou de cabeça para Nixon finalizar para grande defesa de Diego Cavalieri. Três minutos depois, foi a vez do atacante Marinho chutar, mas parar no goleiro carioca.

O Vitória seguia tendo o domínio da partida e desperdiçou nova oportunidade aos 16 minutos. Depois de cruzamento, Kanu ajeitou para Dagoberto, só que o atacante chutou sobre o travessão de Cavalieri. O Fluminense só conseguiu criar uma boa chance dois minutos depois. Magno Alves aproveitou bola levantada na área para cabecear com perigo.

O lance animou os tricolores, que conseguiram equilibrar o confronto e passaram a chegar ao ataque com mais facilidade, só que tinha problema para concretizar as chances. O Vitória pareceu que ficou assustado com a melhora do rival e se preocupou mais com a marcação.

Somente aos 31 minutos, os donos da casa chegaram com perigo. Marinho deu um lençol em um marcador e arriscou de longe. Diego Cavalieri estava adiantado, mas conseguiu se esticar e espalmar pela linha de fundo. Sete minutos depois, Dagoberto recebeu passe na área e chutou para boa defesa do goleiro carioca.

Nos minutos finais, o Fluminense equilibrou novamente a partida e teve as melhores chances. Aos 44 minutos, Dudu aproveitou rebote e finalizou. No entanto, a bola foi pela linha de fundo. Assim, o duelo foi para o intervalo sem alteração no placar no Barradão.

No segundo tempo, as duas equipes voltaram com a intenção de marcar logo. Tanto que com um minuto, Dagoberto aproveitou falha da zaga tricolor, mas finalizou para fora. A resposta do Fluminense veio aos cinco, quando Douglas recebeu passe de Samuel, só que também chutou pela linha de fundo.

Com o duelo equilibrado, o Vitória passou a ter vantagem nas bolas levantadas na área. Em dois lances, aos 13 e 14 minutos, Kieza e Kanu cabecearam, mas viram Diego Cavalieri salvar os tricolores.

Depois disso, o jogo ficou concentrado no meio, com a marcação das duas equipes levando a melhor sobre os ataques. O Fluminense conseguiu criar boa chance somente aos 31 minutos. Em contra-ataque rápido, Maranhão foi lançado na área e finalizou para grande defesa de Caique. Na parte final, o nervosismo tomou conta, principalmente do Vitória, que passou a errar muito. O Fluminense recuou, preferiu garantir um ponto fora de casa e administrou o resultado até o fim.

FICHA TÉCNICA

VITÓRIA 0 X 0 FLUMINENSE

Local: Estádio Manoel Barradas (Barradão), em Salvador (BA)

Data: 10 de julho de 2016, domingo

Hora: 19h30 (de Brasília)

Árbitro: Marcelo Aparecido de Souza (SP)

Assistentes: Daniel Paulo Ziolli (SP) e Alberto Poletto Masseira (SP)

Cartões amarelos: Euller, Marinho e Kanu (Vitória); William Matheus, Maranhão, Cícero e Wellington Silva (Fluminense)

VITÓRIA: Caíque, Diego Renan, Victor Ramos, Kanu e Euller; Amaral (Marcelo), William Farias e Nickson (Vander); Dagoberto (David), Marinho e Kieza

Técnico: Vagner Mancini

FLUMINENSE: Diego Cavalieri, Wellington Silva, Renato Chaves, Henrique e William Matheus; Douglas, Dudu (Marcos Júnior), Cícero e Maranhão; Osvaldo (Samuel) e Magno Alves (Richarlison)

Técnico: Levir Culpi
Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva

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Marcelo Oliveira aponta erros no ataque após Atlético-MG perder para o Flamengo

Marcelo Oliveira detectou importantes falhas do Atlético Mineiro na derrota por 2 a 0 diante do Flamengo, no estádio Mané Garrincha, em Brasília. Para o treinador, o principal fator que desequilibrou o confronto foi o ataque ineficiente neste domingo.

“O nosso início de jogo foi muito ruim e o Flamengo apertou muito a saída de bola. Não conseguimos jogar pelos primeiros 20 minutos, mas depois melhoramos. No segundo tempo, aumentamos a posse de bola, mas eles se aproveitaram do nosso erro. Faltou poder de decisão para colocar a bola para dentro”, analisou o treinador, em entrevista coletiva após a partida.

Apesar de encontrar as falhas do próprio time, o técnico enalteceu o trabalho do Flamengo. Antes da partida, os dois times estavam empatados com 20 pontos e agora o Atlético acabou mais distante do grupo de classificação à Copa Libertadores.

“O Flamengo é um time qualificado e conseguiu trabalhar muito bem a bola e aproveitou a chance que teve. Temos de levantar a cabeça, pois semana que vem tem mais. Perdemos no confronto direto, mas temos de seguir trabalhando, porque o nosso objetivo é muito grande”, acrescentou o treinador.

Agora o Atlético terá uma semana completa para treinar antes de retornar a campo pelo Brasileirão. No próximo dia 18, uma segunda-feira, o time alvinegro recebe o Coritiba, no estádio Independência, em Belo Horizonte.

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Vitória para em Cavalieri e empata sem gols em casa com Flu

Kieza e ataque do Vitória pararam em goleiro do Fluminense – Foto: Lúcio Távora | Ag. A TARDE -Superior em campo, o Vitória dominou o Fluminense e poderia ter conseguido um triunfo tranquilo no Barradão, na noite deste domingo, 10, pela 14ª rodada da Série A. No meio do caminho do Leão, porém, havia o goleiro Diego Cavalieri: o arqueiro do tricolor carioca sobrou no empate sem gols que prejudica as duas equipes.

Marinho, mais uma vez, foi o destaque do Rubro-Negro em campo. Seja infernizando a vida do lateral esquerdo rival, William Matheus, ou na cobrança de faltas, o camisa 7 teve três das melhores chances no Barradão, e todas pararam no arqueiro do Fluminense. Dagoberto, em crescimento na equipe, teve as outras duas oportunidades mais claras; o veterano, porém, jogou ambas para fora.

Com o empate sem gols – o terceiro do Leão em Salvador -, o time de Vágner Mancini chega aos 18 pontos, três acima da zona de rebaixamento, em 12º na tabela. O Fluminense tem campanha similar, também com 18 pontos, em 11º.

A próxima partida do Rubro-Negro é no domingo, 17, às 16h, contra o Atlético-PR, em Curitiba. O Leão não terá o zagueiro Kanu, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Por outro lado, o técnico terá o retorno de Ramon, que cumpriu suspensão contra o Flu.

O jogo

O início do 1º tempo foi animador, com o Vitória tendo as melhores chances. Marinho, só para variar, atormentou a vida do lateral esquerdo rival – no caso, o ex-Bahia William Matheus – e foi o homem mais perigoso em campo. Aos 10, em falta sofrida e cobrada por ele na direita, a bola foi no ângulo, mas Cavalieri pegou.

Mais tarde, aos 31, o camisa 7 quase fez um gol de placa: dominou, deu um chapéu em William Matheus e chutou da intermediária; a bola quase encobriu Cavalieri, adiantado, mas ele espalmou para fora.

Outro destaque foi Dagoberto, que, em nítida ascensão física, teve outra boa participação, mas perdeu chances incríveis. Aos 16, Diego Renan cruzou da direita, Kanu ajeitou na entrada da área e o veterano, livre e de frente para o goleiro do Flu, chutou para fora. Aos 38, ele recebeu na entrada da área e chutou com estilo; Cavalieri pegou.

O goleiro do Flu vinha sendo o obstáculo para o Leão abrir o placar. Na defesa, o time de Mancini só sofreu quando o seu arqueiro, Caíque, falhou. Aos 40 de primeira etapa Osvaldo cobrou escanteio e o rubro-negro saiu mal do gol, deixando a bola escapar; Cícero quase alcançou. Quatro minutos depois, em lance idêntico, Caíque espalmou para a entrada da área e Dudu chutou raspando a trave.

A impressão que ficou do 2º tempo foi que Levir Culpi, pelo menos, conseguiu que seu time equilibrasse o jogo. Tanto, que a melhor chance do Vitória aconteceu apenas no primeiro minuto da etapa: Kieza recuperou a bola dentro da área e clareou para Dagoberto na esquerda; mais uma vez livre, o veterano mandou para fora.

Neutralizado, o Vitória não conseguiu os mesmos espaços na defesa do Flu que conseguira na etapa inicial; nem Marinho conseguiu sobressair em relação a William Matheus, que vinha ‘amarelado’ desde o 1º tempo. Sem meia – já que Nickson tem mais perfil de atacante -, o Leão só conseguiu assustar nos 30 minutos finais na bola aérea com Kanu.

Aos 15, Diego Renan cobrou escanteio da direita, Cavalieri saiu mal do gol e o zagueiro, sozinho, cabeceou meio que ‘no susto’ por cima do gol. Dois minutos depois, outro lance idêntico, mas do lado inverso: Marinho cobrou escanteio da esquerda e Kanu ganhou outra pelo alto, no segundo pau, mas mandou para fora.

A última chance foi um ‘replay’: em lance idêntico ao do 1º tempo, Marinho cobrou falta da direita, no ângulo, e Cavalieri não deixou entrar.
Vitória 0 x 0 Fluminense – 14ª rodada da Série A 2016

Local: Estádio Barradão, em Salvador
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza (SP)
Assistentes: Daniel Paulo Ziolli (SP) e Alberto Poletto Masseira (SP)

Cartões amarelos: Kanu, Euller e Marinho (Vitória); William Matheus, Wellington Silva, Maranhão e Cícero (Bahia)

Vitória: Caíque, Diego Renan, Kanu, Victor Ramos e Euller; Amaral (Marcelo), Willian Farias e Nickson (Vander); Marinho, Dagoberto (David) e Kieza. Técnico: Vagner Mancini

Fluminense:  Diego Cavalieri, Wellington Silva, Renato Chaves, Henrique e William Matheus; Douglas, Dudu (Marcos Júnior) e Cícero; Maranhão, Osvaldo (Richarlison) e Magno Alves (Samuel). Técnico: Levir Culpi

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ABC derrota Cuiabá e sobe para G-4 pelo Brasileiro da Série C

Fonte: Só Notícias/Cleber Romero (foto: assessoria/arquivo) – O Cuiabá acaba de ser derrotado, por 2 a 1 pelo ABC Futebol Clube na 8ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série C, no estádio  Frasqueirão, no Rio Grande do Norte. Com este resultado, o ABC subiu e encostou nos líderes da competição ficando na quarta colocação com 12 pontos. Já o time mato-grossense segue na oitava posição com seis.

O Dourado começou levando perigo no gol rubro-negro, com bons contra ataques. Já o time de Natal teve boas oportunidades e abriu placar e aplicou no segundo tempo de jogo. Aos 2, O ABC responde Alex Ruan, que entra livre na área, mas não finaliza. Na tentativa do passe, Alvinegro perde a bola. Aos 5, Erivélton cruza da direita, Felipe Guedes domina, mas recebe o combate e a bola sai pela linha de fundo. Aos 6, Lúcio Flávio cobra escanteio curto para Alex Ruan e a bola é alçada para Jones Carioca, que cabeceia muito pressionado. Aos 7, Lúcio Flávio cobra falta e manda na área. Aos 8, goleiro do Cuiabá corta o cruzamento de Lúcio Flávio e, na sobra, Felipe Guedes manda para fora. Aos 11, Jones Carioca arrisca batida do bico da grande área e a bola vai sem perigo. Aos 13, Gilson faz boa tabela com Julinho e chuta bomba sem direção. Aos 14, Diogo Borges bate a falta e quase manda a bola para Cuiabá. Aos 21 Tiago Amaral é lançado livre, e o goleiro Vaná sai da área para tomar a bola e mandar a bola pela lateral. Aos 25, Erivélton tenta o cruzamento pela direita e ganha escanteio. Aos 30 faltou pouco para Lúcio Flávio avança e marcar. Aos 31, Erivélton cruza da direita e Jones Carioca cabeceia para abrir o placar. Aos 43, Tiago Amaral recebe cruzamento na área, mas comete falta em Alex Ruan.

No segundo tempo, os dois times voltaram sem alterações. Aos 3, Erivélton do ABC faz a primeira subida ao ataque do Cuiabá. Aos 5, Gean bate de fora da área e Vaná defende. Aos 7, Lúcio Flávio e Erivélton tramam boa jogada pela direita, e Jones Carioca é travado na finalização. Aos 9, Filipi Sousa aplica para o ABC. Aos 16, Anderson Pedra dá ótimo passe, mas Alex Ruan bate cruzado para fora. Aos 20, Gustavo Bastos lança Nando, que é tocado por Diogo Borges. Falta é marcada e leva perigo para o Cuiabá. Aos 29, Léo Salino para a jogada do ABC com falta em Fábio Gama. Aos 40, Rubinho domina e bate com categoria de fora da área, sem chances para Vaná. Aos 46 Henal lança, mas Vaná segura a bola e ainda recebe falta de Diogo Borges.

O próximo jogo do ABC será no sábado (16), contra o ASA de Arapiraca, às 18h, no estádio municipal. Já o Dourado enfrenta o River-PI, no domingo, às 15h, na Arena Pantanal.

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Santa Cruz quebra jejum e vence Internacional

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: arquivo/assessoria) – O Internacional visitou o Santa Cruz, no estádio do Arruda e seguiu sua série de derrotas pelo Campeonato Brasileiro. Com a derrota desde domingo por 1 a 0, o Inter somou apenas um ponto em 18 disputados.

O Santa Cruz conseguiu um alívio na pressão da torcida, após cinco derrotas consecutivas e protestos da torcida no estádio. Tudo isso graças a um gol de Keno no final do primeiro tempo, após bola alçada na área.

A próxima partida do Internacional é contra o Palmeiras, no domingo (17) às 16h (de Brasília). O Santa Cruz vai até o Independência enfrentar o América-MG às 11h (de Brasília), também no domingo.

O jogo – Com Ariel em campo, o Inter teve mais motivos ainda para adotar a sua estratégia de cruzamentos e lançamentos diretos para a área, sem a bola passar pelo meio campo. Enquanto isso, o Santa Cruz se defendia com uma defesa bem atrasada, próxima à área, e apostava nas saídas rápidas com João Paulo, Arthur e Marion.

Com isso, na primeira metade do primeiro tempo as chances de gol foram escassas. Aos 2 minutos, após uma bola lançada na área e escorada por Ariel, Sasha tentou uma bicicleta para fora. Aos 9, Uilian Correia chutou forte de fora da área para uma defesa segura de Muriel. Aos 22 minutos, João Paulo prendeu a bola no meio campo e sofreu falta de Fabinho. Na cobrança, ele chutou perto do gol do Muriel, mas para fora. Aos 24, sentindo dores, Artur foi substituído para a entrada de Raphinha.

Em dois lances seguidos, Ariel e Vitinho arriscaram de fora da área sem sucesso. Enquanto isso, o Santa Cruz sentia falta de Grafite: por duas vezes Keno conseguiu a vitória pessoal pela ponta esquerda, mas não conseguiu a conclusão para o gol. Perto do final da partida, a melhor chance do Inter até então: cruzamento de William e Fabinho cabeceou de peixinho, mas Tiago Cardoso fez uma boa defesa e mandou para escanteio. Aos 41, o Santa Cruz teve uma boa chance: em um cruzamento, Muriel saltou errado na bola, mas Arthur foi enganado pelo desvio do gramado e não conseguiu o chute.

O Colorado seguiu no ataque. Gustavo Ferrareis abriu espaço a dribles, perdeu a chuteira e tentou cruzar para a área de meia, mas Tiago Cardoso mandou para escanteio. No escanteio, Ariel cabeceou nas mãos de Tiago. Aos 46, o Santa Cruz abriu o placar: João Paulo cruzou para a área, Néris desviou a bola de costas e Keno deu um belo voleio, no ângulo de Muriel: 1 a 0.

No segundo tempo, Argel posicionou Vitinho pela ponta esquerda e Gustavo Ferrareis pelo meio. O Inter conseguiu uma boa chance aos 2 minutos, mais uma vez através de um cruzamento: Ernando cabeceou e obrigou Tiago Cardoso a fazer uma grande defesa. Na sequência, em cruzamento para a área de Keno, Arthur cabeceou e Muriel salvou, espalmando a bola que ainda bateu no travessão.

O Santa Cruz puxou um contra-ataque e Keno fez uma grande jogada, driblando Raphinha. O lateral colorado parou o jogador com falta e levou cartão amarelo.

Tentando prender a bola no meio campo para criar mais oportunidades, Argel colocou Anderson no lugar de Gustavo Ferrareis. Milton Mendes, por sua vez, colocou Derley no lugar de Arthur para reforçar a marcação. O Santa Cruz teve sucesso, o Inter não, já que a criação colorada seguia nula. Aos 33, Valdívia entrou no lugar de Ariel para tentar melhorar os chutes de fora da área e a criação de jogadas.

O Inter quase conseguiu o gol de empate: após uma bola lançada na área, Fabinho passou deitado para Sasha, que chutou no canto, mas a bola bateu na trave. Aos 40, Valdívia deu um belo chapéu no marcador e lançou Vitinho, mas Tiago Cardoso saiu bem. O Inter ainda tentou vencer o jogo com mais cruzamentos para a área e lançamentos, mas sem sucesso.

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No Morumbi, São Paulo faz 3 a 0 no América-MG e se anima para decisão

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/arquivo) – O São Paulo conseguiu a tão desejada dose de ânimo para a decisão diante do Atlético Nacional-COL, pelas semifinais da Copa Libertadores da América. Na tarde deste domingo, o Tricolor passou fácil pelo América-MG, atual campeão mineiro e lanterna do Campeonato Brasileiro, por 3 a 0, num esvaziado Morumbi, em duelo válido pela 14ª rodada da competição nacional. Após o apito final, os 8.198 torcedores que compareceram ao estádio celebraram o triunfo aos gritos de “Eu acredito”, em alusão ao embate da próxima quarta-feira, na Colômbia.

O time comandado pelos auxiliares técnicos Pintado e José Di Leo – Edgardo Bauza cumpriu suspensão por conta da expulsão contra a Ponte Preta – dominou completamente a partida diante de um frágil adversário. Antes do intervalo, os reservas tricolores, com exceção de Denis e Maicon, já venciam por 2 a 0, com gols de Alan Kardec e do zagueiro de 19 anos Lyanco, que fez seu primeiro gol como profissional. Na etapa final, o centroavante voltou a balançar as redes do Coelho, chegando ao seu terceiro gol no torneio, empatando com Jonathan Calleri na artilharia tricolor no Brasileirão.

Com resultado, o time do Morumbi sobe do décimo para o sétimo lugar, com 21 pontos, apenas dois a menos que o Flamengo, primeira equipe dentro do G4. O América-MG, por sua vez, segue em situação delicada: chegou à décima derrota na competição, em que ocupa a última colocação, com apenas oito pontos.

Agora, o Tricolor volta suas atenções totalmente para a Libertadores. Ainda nesta noite, o elenco são-paulino viaja a Medellín, onde na quarta-feira, a partir das 21h45 (de Brasília), precisará bater o Atlético Nacional-COL por uma diferença superior a dois gols para atingir a final do torneio continental. Na volta, o São Paulo terá uma sequência difícil pelo Brasileirão, uma vez que enfrentará Corinthians e Grêmio, fora de casa, nos dois domingos seguintes.

O jogo – Precisando dar uma resposta à sua torcida, o São Paulo tratou de pressionar o América-MG logo nos primeiros minutos da partida. Hudson, titular pela primeira vez depois de 12 jogos, arrancou pela direita e arriscou de fora da área. O chute levou perigo ao gol de João Ricardo.

O jogo, no entanto, passou a ficar mais complicado apesar do sufoco inicial. O Coelho cresceu e ameaçou a meta de Denis principalmente através de jogadas pelas pontas. Com um time praticamente inteiro reserva, o Tricolor sofria no setor de armação, restando as jogadas individuais como arma para superar o bloqueio mineiro.

Foi assim que os mandantes voltaram a levar perigo ao gol do América-MG. Aos 27 minutos, Luiz Araújo passou pela marcação na direita e bateu forte de longe. A bola passou muito perto do travessão do Coelho, estimulando os poucos torcedores presentes, que vibrariam ainda mais pouco depois.

Aos 32, Centurión brigou pela bola com dois defensores na esquerda e sofreu a falta. Na cobrança, batida pelo próprio argentino, o centroavante Alan Kardec se posicionou bem, subiu mais alto do que a zaga adversária, e testou firme para abrir o placar no Morumbi.

Ainda antes do árbitro Dewson Freitas determinar o intervalo, o São Paulo ampliaria a vantagem por meio de um personagem improvável. O zagueiro Lyanco saiu em disparada do campo de defesa, passou pelos adversários sem a menor resistência, invadiu a área, limpou o marcador e, de direita, estufou as redes do frágil Coelho: 2 a 0 Tricolor.

Buscando desesperadamente uma reação, Sérgio Vieira promoveu as entradas de Alan Mineiro, Victor Rangel e Danilo Barcelos no começo do segundo tempo. Mas quem quase chegou ao gol foi o time da casa. Após rápido contra-ataque, o garoto Luiz Araújo recebeu completamente livre na direita, mas tirou demais do goleiro João Ricardo.

Retraído em seu campo de defesa, o atual campeão mineiro só foi finalizar aos 12 minutos, com chute de muito longe, passando muito longe de Denis, que pouco trabalhava na partida. Muito mais ligado no jogo, o São Paulo mereceu o terceiro gol: Luiz Araújo invadiu a grande área pela direita, passou fácil pela marcação e tocou cruzado. Alan Kardec, então, se esticou todo para fazer seu segundo tento no duelo.

Com a vantagem confortável no placar, os mandantes relaxaram um pouco e deixaram os mineiros crescer. O América-MG passou a rondar a área tricolor e ofereceu perigo a Denis aos 35 minutos, quando o experiente Borges subiu livre após cruzamento de Osman. O centroavante, porém, cabeceou para fora.

Antes disso, o zagueiro Maicon, principal vilão na derrota para o Atlético Nacional por conta de sua expulsão, recebeu todo o apoio da torcida ao deixar o gramado para ser substituído por Rodrigo Caio. Depois, o Tricolor só controlou o jogo à espera do apito final.

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Sem Cristiano Ronaldo, Éder decide e Portugal frustra a França para levar a 1ª Euro

Fonte: Gazeta Esportiva (Foto: Francisco Leong/AFP) – O cenário parecia perfeito para uma festa francesa, com estádio lotado, geração talentosa em campo e um rival sem o seu melhor jogador desde os 15 minutos do primeiro tempo. O que os franceses não contavam, no entanto, era com o atacante Éder, que atua no Lille. Coadjuvante durante toda a campanha portuguesa, ele fez um belo gol no segundo tempo da prorrogação, calou o Stade de France e sacramentou a vitória por 1 a 0 de Portugal sobre a França, neste domingo.

Foi a primeira conquista portuguesa na Eurocopa, coroando, apesar da ausência na decisão, a participação de Cristiano Ronaldo com o seu país. Chorando copiosamente com a conquista, ele agora celebra um patamar não alcançado por nenhum outro atleta português na sua história. Os franceses, por sua vez, desperdiçam a chance de serem tricampeões e perdem um torneio em casa pela primeira vez. Antes, haviam vencido a Euro de 1984 e a Copa de 1998, essa sobre o Brasil, com um 3 a 0 na final.

Aplausos e choro de Ronaldo roubam a cena

A etapa inicial da decisão não reservou muitas emoções aos presentes no estádio de Saint-Denis. Apesar da linda festa na execução dos hinos de França e Portugal, o mais interessante passou longe de acontecer com a bola rolando.

O primeiro lance de perigo saiu aos dez minutos, dos pés de Griezmann. O atacante do Atlético de Madrid recebeu lançamento na entrada da área e tentou surpreender com um toque de cabeça por cobertura, exigindo grande defesa de Rui Patrício, no ângulo direito. No escanteio batido na sequência, Giroud subiu mais alto que a zaga, mas o arqueiro fez defesa tranquila.

Os holofotes, no entanto, voltaram-se rapidamente para Cristiano Ronaldo, que  Após dez minutos se arrastando em campo por conta de uma trombada com Payet, Cristiano saiu de campo aplaudido de pé tanto por franceses quanto por portugueses, chorando muito na maca. Quaresma entrou no seu lugar.

Por incrível que pareça, os portugueses melhoraram sem seu astro, diminuindo bastante a pressão adversária e conseguindo segurar a bola no campo de ataque. Tanto que, até o intervalo, a única chance saiu com o volante Sissoko, o melhor dos primeiros 45 minutos, que recebeu bom passe de Payet já dentro da área, girou com facilidade sobre a marcação de Cédric e chutou forte para outra boa defesa do goleiro português.

Jogo melhora e França bate na trave

No começo do segundo tempo, o duelo continuou cercado de bastante tensão e poucos lances de perigo. Os primeiros 20 minutos passaram no mesmo roteiro da primeira etapa, com os portugueses marcando muito forte na entrada da área e os franceses mostrando bastante dificuldade.

O panorama mudou quando o técnico Didier Deschamps tirou de campo Payet, um dos xodós da torcida, e promoveu a entrada do jovem Coman. Rápido, o jogador do Bayern de Munique conseguiu criar bons lances pelo lado esquerdo e colocou companheiros na cara do gol.

O primeiro foi Griezmann, aos 20, que cabeceou livre dentro da área, mas mandou para fora. Dez minutos depois, Giroud recebeu passe rasteiro pelo lado esquerdo da área e chutou cruzado para boa defesa de Rui Patrício. Foi o último lance do centroavante, que deu lugar a Gignac na sequência.

Bem postado defensivamente, Portugal ainda se arriscou no ataque, já com Éder na função de centroavante, com Nani e Quaresma abertos pelos lados. E foi exatamente dos dois jogadores de lado que saiu o único lance de perigo, quando Nani cruzou fechado da direita, Lloris soltou e Quaresma virou uma bicicleta, exigindo boa recuperação do goleiro francês.

O principal lance de perigo, no entanto, ficou para os acréscimos. Gignac recebeu cruzamento quase dentro da pequena área. Com categoria, protegeu e girou para cima de Pepe, deixando o zagueiro do Real Madrid no chão. Na hora de finalizar, porém, carimbou a trave.

Herói improvável

O primeiro tempo da prorrogação foi de mais estudo que qualquer outra coisa, deixando tudo de melhor reservado para a parte final. E foi logo com quatro minutos que os portugueses vieram à forra. Um minuto depois de Raphael bater falta no travessão, Éder ganhou lance de Koscielny na intermediária, girou e bateu forte, rasteiro, sem chances de defesa para Lloris.

A partir dali, os portugueses conseguiram anular praticamente todas as alternativas dos anfitriões, totalmente perdidos por conta das desvantagens. Com Cristiano Ronaldo de auxiliar técnico, a taça foi mesmo para as mãos portuguesas.

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Sete de Setembro empata e elimina o Sinop do Brasileiro da Série D

O Sete de Setembro e o Sinop empataram, agora há pouco,  em 2 a 2,  pela penúltima rodada do Campeonato Brasileiro da Série D, no estádio  Douradão, em Dourados-MS. Mesmo com um jogador  a menos o time sinopense arrancou o empate, mas precisava vencer e também dependia da combinação de resultado para  se classificar.

O Sete de Setembro começou pressionado no primeiro minuto de jogo com Johny. Ele ficou com a sobra e arrematou, mas sem perigo para o goleiro do Sinop. Aos 3, Mateus do ‘Galo do Norte’ deu carrinho em Mário Lúcio e recebeu primeiro cartão amarelo. Aos 4, Fogaça comete falta dura e recebe segundo amarelo da partida. Aos 5, Cabralzinho reclama da arbitragem e recebe o vermelho o Sinop fica com um a menos. Aos 9, Fabrício soltou uma bomba e o goleiro sinopense Zé Carlos fazer uma linda defesa. Aos 20, Bruno solta uma bomba e o goleiro do Sinop evita o gol. Aos 27, Sete coloca pressão na tentativa de abrir o marcador. Aos 31, Fogaça desperdiça boa chance de finalizar para o Sinop. Aos 31, Otacílio Neto jogador do ‘Sete’ é advertido após entrada dura em jogador sinopense. Aos 41, jogada individual pela esquerda, Mário Lúcio leva o zagueiro no drible mas pega mal na hora do arremate. Aos 43, Fabrício cobra falta, aproveita falha da zaga mato-grossense e abre o marcador para o Sete de Setembro.

No segundo tempo o “Galo do Norte voltou com alteração. No lugar de Valdir Papel entrou Abner. Aos 5, Abner chega bem e cabeceia nas mãos do goleiro Fernando Hilário. Aos 6, Birigui acerta na substituição e Sinop passa a jogar mas ofensivo. Aos 08, Abner recebe na grande área e arrisca uma bicicleta, mas Hilário tira com tranquilidade. Aos 10, Johny vai à linha de fundo e cruza na cabeça de Otacílio Neto. Mesmo desequilibrado, o atacante manda com perigo ao gol do Sinop. Aos 14, Fogaça sozinho na área, desvia de cabeça e manda para fora. Aos 16, ‘Sete’ se apaga no jogo e Sinop com um a menos dentro de campo busca empate. Aos 23, Prego ganha do marcador e toca para dentro da área, Otacílio Neto estava com o gol aberto mas chutou para fora. Aos 32, Sinop empata o jogo. Abner dribla marcadores e deixa Pretinho livre para mandar para o funda da rede. Aos 36, o Sete amplia o marcador com Johny livre na área para finalizar. Aos 40, Nandinho, do Sinop, recebe amarelo por reclamação. Aos 44, o Sete pressiona em busca do terceiro gol. Aos 48,  Sinop empata com Pretinho, cobrando pênalti.

O próximo desafio do Sete de Setembro será no domingo (17), contra o Luziânia-DF, às 17h, no estádio Serra do Lago. Já o Galo do Norte recebe o Anápolis-GO, no mesmo dia e horário, em Sinop.

Grupo A11

Sete de Setembro – 10 potos

Anápolis – 8

Luziânia – 5

Sinop – 3
Fonte: Só Notícias/Cleber Romero (foto: Só Notícias/Luiz Ornaghi/arquivo)
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Novo Remo conquista 1ª vitória em Belém e volta ao G4.

Foto: O Liberal-Azulinos derrotaram o Fortaleza, um dos favoritos da competição, e saíram aplaudidos do Mangueirão

Leões entraram em disputa na noite deste domingo (10), no Mangueirão, em Belém, e a luta pelo território foi vencida pelo de coloração azul-marinho. O Remo conseguiu derrotar o Fortaleza diante da torcida azulina e, além do primeiro triunfo em casa, retornou ao G4 da Série C do campeonato brasileiro.

A partida também marcou a estreia do técnico Waldemar Lemos na capital paraense e ele foi um dos festejados aos 29 minutos do primeiro tempo, quando Eduardo Ramos tirou o zero do placar para o Remo. Já na segunda etapa, foi a vez de Edno, aos 40, guardar a redonda na rede e sacramentar a vitória remista.

Os três pontos a mais levaram o Clube de Periçá à quarta colocação do grupo A, com os mesmos 12 pontos de Salgueiro (PE) e ASA (AL), mas com um saldo de gols superior, sendo três tentos positivos contra um do Carcará e zero do ASA. Por outro lado, o Fortaleza, que vinha se acostumando com a liderança do grupo, caiu para a segunda posição, mas ainda a um ponto do primeiro lugar ocupado pelo Botafogo (PB).

Após a euforia – e alívio – pelo resultado de hoje, o Remo voltará seus esforços para enfrentar o América, às 16h deste sábado (16), na Arena das Dunas, em Natal (RN). Enquanto isso, o Fortaleza voltará para o seu território para uma disputa direta pela liderança do grupo contra o Botafogo (PB), às 19h deste domingo (17), no Castelão, em Fortaleza.

1º tempo: Eduardo Ramos marca e Remo sai aplaudido – O primeiro jogo do técnico Waldemar Lemos começou com um Remo avassalador. Os azulinos foram ao ataque e pressionaram muito o Fortaleza nos primeiros 10 minutos de partida. Aliás, as chances aconteceram a partir de alguns segundos de partida. O primeiro foi quando Eduardo Ramos recebeu de Edno e lançou Ciro, que entrou na área, tirou da marcação e chutou muito perto do canto direito de Ricardo Berna.

Aos três minutos, o Clube de Periçá atacou pelo outro lado do campo. Héricles recebeu na direita e rolou para a chegada de Eduardo Ramos, que soltou um torpedo pela linha de fundo. No minuto seguinte, o Fortaleza conseguiu uma investida, aproveitando uma falha na saída de bola remista. No lance, ocorrido aos quatro minutos, Anselmo foi acionado por Felipe e teve o chute travado. Pio tentou o chute e também foi travado. Tudo isto dentro da área remista.

Foi quando o jogo passou a ficar mais equilibrado e a equipe cearense conseguiu reter a posse de bola, mesmo que de forma improdutiva ofensivamente. A atitude do time de Marquinhos Santos serviu para deixar a partida mais lenta, mas por pouco tempo. Isto porque, aos 29, Weelington Saci escapou pela esquerda em um contra golpe e acionou Edno, que saiu para fazer a função de ponta esquerda. O camisa 9 cruzou na área e Eduardo Ramos, por trás da marcação de Elivélton, só tocou para a rede. Remo 1 a 0.

Aos 43, o Tricolor do Pici ainda tentou responder e quase contou com um vacilo de Max para isto. No lance, Yuri desarmou Railan na ponta e tocou para Max, que, ao tentar tocar para Michel Schmoller, deixou a bola no pé de Pio. O meia cearense tentou lançar Éverton na área, mas Henrique se atirou na redonda e interceptou.

2º tempo: Edno fecha a conta e torcida grita ‘Olé’ – O Fortaleza voltou assustando na segunda etapa. Ainda no primeiro minuto, Pio dominou a bola na entrada da área e cruzou para Anselmo cabecear livre de marcação da marca do pênalti. Fernando Henrique afastou com o pé direito e mandou pela linha de fundo.

Mas o Remo voltou a se impor em campo e conseguiu uma daquelas ‘blitz’ na defensiva cearense. O primeiro lance foi aos 17, quando Marcinho entrou na área e rolou para Levy, que tirou da marcação e chutou forte de esquerda para uma boa defesa de Ricardo Berna. No minuto seguinte, Marcinho – que havia entrado no lugar de Héricles – voltou a aparecer bem no ataque e cruzou na cabeça de Ciro, que cabeceou para escorar para Edno, mas Berna interceptou o passe. Depois, aos 19, foi a vez de Levy cobrar falta rápida para Eduardo Ramos. O camisa 10 entrou na área e chutou cruzado. Berna abusou da elasticidade para espalmar pela linha de fundo.

Em nova investida pela esquerda com Marcinho. A bola chegou em Eduardo Ramos, que saiu de dois, entrou na área e, cercado, tocou de calcanhar para Edno. O atacante azulino tirou de Juliano e chutou cruzado, mas a bola atravessou toda a área tricolor e saiu pela lateral do outro lado do campo.

O Fortaleza parecia entregue e seguia confuso taticamente, mas Felipe – que havia começado como meia e passou para a lateral direita – chamou a responsabilidade. Ele saiu do campo de defesa, tabelou com Juliano, driblou quatro jogadores do Remo e chutou da entrada da área pela linha de fundo. A bola passou perto da trave direita de FH.

Mas, aos 40, Marcinho voltou a puxar o Leão Azul para o ataque. Ele disparou pela direita e deixou para Murilo, que avançou e cruzou na área. O próprio Marcinho recebeu o lançamento e tentou tocar direto para o gol, mas Juliano rebateu. A redonda voltou no jovem meia azulino, que tocou para o chute de Edno sacramentar a vitória remista por 2 a 0.

O time de Waldemar Lemos ainda teve mais duas oportunidades, com Marcinho de novo aos 45 minutos e com Ciro aos 48. Em ambas, os azulinos entraram na área e chutaram colocado, mas viram Berna rebater pela linha de fundo.
Ficha técnica (Remo 2 x 0 Fortaleza)

Remo – Fernando Henrique; Levy (Murilo), Henrique, Max e Wellington Saci; Michel Schmoller (Lucas Garcia), Yuri, Héricles (Marcinho) e Eduardo Ramos; Ciro e Edno. Técnico: Waldemar Lemos

Fortaleza – Ricardo Berna; Edimar, Lima e Elivelton (Clebinho); Railan, Juliano, Felipe, Pio e Bruninho (Maranhão); Éverton (Juninho) e Anselmo. Técnico: marquinhos Santos

Gols: Eduardo Ramos 29’/1ºT e Edno 40’/2ºT (Remo)

Cartões amarelos: Michel Schmoller e Yuri (Remo)

Local: Mangueirão (Belém/PA)

Hora: 18h30

Árbitro: Emerson de Almeida Ferreira – MG (ASP-FIFA)

Assistentes: Ricardo Junio de Souza – MG (CBF-2) e Wesley Moreira de Carvalho – MG (CBF-2)

Público: 8.128 (7.992 pag. e 1.316 cred.)

Renda: R$ 149.979,00

Por ORM
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