Remo arranca empate com o América-RN na Arena das Dunas.

Foto: América- No confronto de reencontros, o Remo conseguiu arrancar um empate com o América de Natal, sobre o gramado da Arena das Dunas, na capital potiguar. A partida foi válida pela 10ª rodada da Série do campeonato brasileiro e marcou o término do primeiro turno desta fase classificatória da competição.
Saiba com foi a partida lance a lance!

O América comandou a partida nos minutos iniciais e conseguiu abrir o placar ainda aos seis minutos, quando Luiz Eduardo aproveitou uma falha na defesa azulina para bater noc anto de Fernando Henrique e marcar. O Remo conseguiu equilibrar a partida e cheegou ao empate aos 32 da mesma etapa, com um bonito chute de Edno.

O resultado manteve o Remo no G4 do grupo A da Série C, com 13 pontos, e deixou o América à beira da zona de classificação à segunda fase, com 12 pontos. Vale destacar que a rodada só será encerrada neste domingo (17). Isto significa que Salgueiro e ASA, que também possuem 12 pontos, ainda podem avançar.

Na próxima rodada, o Remo receberá o Cuiabá, às 19h15 da outra segunda-feira (25), no Mangueirão, em Belém, contra o Cuiabá, com transmissão lance a lance pelo ORM News. O América/RN, por outro lado, visitará o ABC, em um clássico marcado para o sábado (23), no Frasqueirão, em Natal.

1º tempo: América começa a mil e Remo encontra gol – A bola foi tirada pelo América e demorou até que o Remo pudesse usá-la. O primeiro grande lance do Mecão aconteceu ainda no primeiro minuto de jogo, quando Felipe Macena saiu pelo meio e deixou para Thiago Potiguar. O camisa 10 alvirrubro soltou uma pancada e Fernando Henrique espalmou pela linha de fundo.

O Remo não se encontrava em campo e o zagueiro Henrique resolveu inovar. Ele disparou pelo meio com a bola dominada, mas recebeu a marcação de Felipe Macena, que tomou a bola e lançou Thiago Potiguar, que serviu Luiz Eduardo. O camisa 9 do Mecão chutou no cantinho de Fernando Henrique, que não alcançou e teve de buscar a redonda na rede.

O América seguia melhor em campo, mas falhava nas finalizações. O ímpeto americano foi diminuindo à medida que o Remo se organizava. Foi quando o Leão encontrou um gol. No lance, Max soltou um lançamento de antes do meio de campo. Ciro disputou com Cleber e rolou para Edno, que, de fora da área, soltou uma pancada. Camilo não alcançou a redonda foi na rede, aos 32 minutos.

Três minutos depois, o América chegou perto de um golaço, quando Everton cruzou da direita e Luiz Eduardo dominou no peito. O atacante ficou de costas para o gol e acertou uma bicicleta. Fernando Henrique espalmou pela linha de fundo.

2º tempo: chances perdidas e placar inalterado – As equipes retornaram do intervalo em ritmo menos acelerado que o que foi mostrado no primeiro tempo. A primeira boa chance aconteceu aos 15 minutos e foi para o Remo. Levy escapou pela direita e cruzou rasteiro para Edno, que se jogou na bola, mas sem sucesso.

Dois minutos depois, o Mecão respondeu na descida de Richardson pela esquerda. Ele tentou cruzar e jogou a bola na parte lateral da cabeça de Reis, que ainda aproveitou o lance para colocar a redonda na área para Luiz Eduardo. O centroavante cabeceou e Fernando Henrique se esticou todo para espalmar.

Já aos 26 minutos, o time de Francisco Diá saiu para  tentar encurralar o Leão. Wellington Saci tocou errado e Reis cruzou na área para Junior Mandacaru, que estava sozinho. ELe tentou cabecear e mandou pela linha de fundo dentro da pequena área.

Então, o Mecão ficou desorganizado o Remo encontrou os espaços para atacar. Aos 33, Eduardo Ramos dominou a sobra da zaga sozinho dentro da área e chutou colocado para a bela defesa de Camilo, que voltou a trabalhar bem aos 43. Na ocasião, Michel Schmoller se valeu de uma indecisão da zaga americana para testar da linha da pequena área para o gol. Camilo espalmou pela linha de fundo.
Ficha Técnica (América/RN 1 x 1 Remo)

América/RN – Camilo, Everton (Alex Henrique), Cleber, Lucas Bahia e Richardson; Memo, Macena, Reis (Arthur Henrique) e Thiago Potiguar; Luiz Eduardo e Raul (Junior Mandacaru). Técnico: Francisco Diá.

Remo – Fernando Henrique, Levy, Henrique, Max e Wellington Saci; Michel Schmoller, Lucas, Hericles (Marcinho) e Eduardo Ramos; Edno e Ciro (Ítalo). Técnico: Waldemar Lemos.

Gols: Luiz Eduardo 6’/1ºT (América/RN); Edno 32’/1ºT (Remo)

Cartões amarelos: Henrique, Hériclis e Ciro (Remo)

Local: Arena das Dunas, Natal-RN.

Árbitro: Rodrigo Nunes Sá – RJ.

Auxiliares: Andrea Izaura Maffra Marcelino de Sá-RJ e Bruno César Chaves Vieira-PE

Renda: R$ 83.550,00

Público: 7.600 (5.883 pag. e 1.717 cred.)

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br
Foto: AméricaFoto: América

No confronto de reencontros, o Remo conseguiu arrancar um empate com o América de Natal, sobre o gramado da Arena das Dunas, na capital potiguar. A partida foi válida pela 10ª rodada da Série do campeonato brasileiro e marcou o término do primeiro turno desta fase classificatória da competição.
Saiba com foi a partida lance a lance!

O América comandou a partida nos minutos iniciais e conseguiu abrir o placar ainda aos seis minutos, quando Luiz Eduardo aproveitou uma falha na defesa azulina para bater noc anto de Fernando Henrique e marcar. O Remo conseguiu equilibrar a partida e cheegou ao empate aos 32 da mesma etapa, com um bonito chute de Edno.

O resultado manteve o Remo no G4 do grupo A da Série C, com 13 pontos, e deixou o América à beira da zona de classificação à segunda fase, com 12 pontos. Vale destacar que a rodada só será encerrada neste domingo (17). Isto significa que Salgueiro e ASA, que também possuem 12 pontos, ainda podem avançar.

Na próxima rodada, o Remo receberá o Cuiabá, às 19h15 da outra segunda-feira (25), no Mangueirão, em Belém, contra o Cuiabá, com transmissão lance a lance pelo ORM News. O América/RN, por outro lado, visitará o ABC, em um clássico marcado para o sábado (23), no Frasqueirão, em Natal.

1º tempo: América começa a mil e Remo encontra gol – A bola foi tirada pelo América e demorou até que o Remo pudesse usá-la. O primeiro grande lance do Mecão aconteceu ainda no primeiro minuto de jogo, quando Felipe Macena saiu pelo meio e deixou para Thiago Potiguar. O camisa 10 alvirrubro soltou uma pancada e Fernando Henrique espalmou pela linha de fundo.

O Remo não se encontrava em campo e o zagueiro Henrique resolveu inovar. Ele disparou pelo meio com a bola dominada, mas recebeu a marcação de Felipe Macena, que tomou a bola e lançou Thiago Potiguar, que serviu Luiz Eduardo. O camisa 9 do Mecão chutou no cantinho de Fernando Henrique, que não alcançou e teve de buscar a redonda na rede.

O América seguia melhor em campo, mas falhava nas finalizações. O ímpeto americano foi diminuindo à medida que o Remo se organizava. Foi quando o Leão encontrou um gol. No lance, Max soltou um lançamento de antes do meio de campo. Ciro disputou com Cleber e rolou para Edno, que, de fora da área, soltou uma pancada. Camilo não alcançou a redonda foi na rede, aos 32 minutos.

Três minutos depois, o América chegou perto de um golaço, quando Everton cruzou da direita e Luiz Eduardo dominou no peito. O atacante ficou de costas para o gol e acertou uma bicicleta. Fernando Henrique espalmou pela linha de fundo.

2º tempo: chances perdidas e placar inalterado – As equipes retornaram do intervalo em ritmo menos acelerado que o que foi mostrado no primeiro tempo. A primeira boa chance aconteceu aos 15 minutos e foi para o Remo. Levy escapou pela direita e cruzou rasteiro para Edno, que se jogou na bola, mas sem sucesso.

Dois minutos depois, o Mecão respondeu na descida de Richardson pela esquerda. Ele tentou cruzar e jogou a bola na parte lateral da cabeça de Reis, que ainda aproveitou o lance para colocar a redonda na área para Luiz Eduardo. O centroavante cabeceou e Fernando Henrique se esticou todo para espalmar.

Já aos 26 minutos, o time de Francisco Diá saiu para  tentar encurralar o Leão. Wellington Saci tocou errado e Reis cruzou na área para Junior Mandacaru, que estava sozinho. ELe tentou cabecear e mandou pela linha de fundo dentro da pequena área.

Então, o Mecão ficou desorganizado o Remo encontrou os espaços para atacar. Aos 33, Eduardo Ramos dominou a sobra da zaga sozinho dentro da área e chutou colocado para a bela defesa de Camilo, que voltou a trabalhar bem aos 43. Na ocasião, Michel Schmoller se valeu de uma indecisão da zaga americana para testar da linha da pequena área para o gol. Camilo espalmou pela linha de fundo.
Ficha Técnica (América/RN 1 x 1 Remo)

América/RN – Camilo, Everton (Alex Henrique), Cleber, Lucas Bahia e Richardson; Memo, Macena, Reis (Arthur Henrique) e Thiago Potiguar; Luiz Eduardo e Raul (Junior Mandacaru). Técnico: Francisco Diá.

Remo – Fernando Henrique, Levy, Henrique, Max e Wellington Saci; Michel Schmoller, Lucas, Hericles (Marcinho) e Eduardo Ramos; Edno e Ciro (Ítalo). Técnico: Waldemar Lemos.

Gols: Luiz Eduardo 6’/1ºT (América/RN); Edno 32’/1ºT (Remo)

Cartões amarelos: Henrique, Hériclis e Ciro (Remo)

Local: Arena das Dunas, Natal-RN.

Árbitro: Rodrigo Nunes Sá – RJ.

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Por ORM
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Homem tenta apagar tocha olímpica com extintor em Joinville

Um homem tentou apagar a tocha olímpica na noite desta quarta-feira (13) em Joinville (SC), com o auxílio de extintor de incêndio. Segundo informações do jornal O Globo, o incidente ocorreu no trecho final da condução da pira e o homem foi detido pela Força Nacional rapidamente.

No total, 88 pessoas participaram da condução da tocha na cidade. Entre os participantes, houve bailarinos da conceituada escola de dança russa Ballet Bolshoi, a atleta paralímpica Ádria Santos e o ex-nadador Eduardo Fischer. Agora, a tocha olímpica segue para a cidade de São José dos Pinhais (PR).

Notícias ao Minuto
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Borja brilha novamente, Atlético Nacional-COL elimina São Paulo e vai à final

RAUL ARBOLEDA Images-Borja comemora gol do Atlético Nacional-COL sobre o São Paulo pela Libertadores

Foi uma campanha cheia de momentos emocionantes e de reviravoltas improváveis, mas que termina de forma triste para o torcedor tricolor na noite desta quarta-feira. O São Paulo se apresentou de forma melhor do que na semana passada, mas não conseguiu reverter o placar do Morumbi, perdeu por 2 a 1 para o Atlético Nacional-COL e foi eliminado na semifinal da Copa Libertadores da América. A partida aconteceu no estádio Atanasio Girardot, em Medellín.

 'Borja brilha novamente, Atlético Nacional-COL elimina São Paulo e vai à final'
‘Borja brilha novamente, Atlético Nacional-COL elimina São Paulo e vai à final’

Os são-paulinos ainda tiveram um momento de esperança, quando Jonathan Calleri abriu o placar logo aos oito minutos. Mas o carrasco Borja empatou logo na sequência e dificultou ainda mais a missão tricolor na Colômbia.

A situação ainda poderia ter sido diferente se o árbitro Patricio Polic assinalasse pênalti na trombada sobre Hudson no final do primeiro tempo, mas o juiz entendeu o lance como normal. Borja também anotou o segundo dos donos da casa, depois do intervalo, de pênalti.

No segundo tempo, os colombianos demonstraram superioridade absoluta e perderam muitos gols.
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Exaltados, dirigentes do São Paulo xingaram muito a arbitragem após o jogo

A atuação brasileira foi mais equilibrada do que a da última quarta, mas a impressão é de que a equipe pagou caro pelos erros cometidos dentro de casa. O time tricolor ainda perdeu dois jogadores expulsos após o segundo gol colombiano. Diego Lugano e Wesley receberam o vermelho por reclamação.

LANCE A LANCE

Veja no tempo real os lances, comentários e estatísticas de Atlético Nacional-COL 2 x 1 São Paulo

O Atlético Nacional agora vai atrás do segundo título de Libertadores da sua história. Os colombianos, que foram campeões em 1989, esperam o vencedor do duelo entre Boca Juniors-ARG e Independiente Del Valle-EQU. O confronto de volta acontece nesta quinta-feira, em Buenos Aires. Na ida, o time do Equador venceu por 2 a 1.
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Antero esperava ‘mais intensidade’ do SP e fica em dúvida sobre suposto pênalti em Hudson

Ao São Paulo, resta pensar no segundo semestre. No domingo, o time entra em campo pelo Campeonato Brasileiro, contra o Corinthians, em Itaquera.
No Bate Bola Debate de terça, Faccioli disse que Bauza seria o maior culpado pela eliminação; reveja

FICHA TÉCNICA:
ATLÉTICO NACIONAL 2 X 1 SÃO PAULO

Local: Estádio Atanasio Girardot, em Medellín (Colômbia)
Data: 13 de julho de 2016, quarta-feira
Horário: 21h45 (horário de Brasília – 19h45 hora local)
Árbitro: Patricio Polic (CHI)
Assistentes: Marcelo Barraza e Christian Schiemann (ambos do CHI)
Cartões amarelos: ATLÉTICO NACIONAL: Mejía, Bocanegra.SÃO PAULO: Hudson, Centurión, Thiago Mendes, Lugano, Wesley.
Cartões vermelhos: SÃO PAULO: Lugano e Wesley.
GOLS:
ATLÉTICO NACIONAL: Miguel Borja, aos 15 minutos do 1T e aos 32 minutos do 2T.
SÃO PAULO: Calleri, aos 8 minutos do 1T.

ATLÉTICO NACIONAL: Armani, Bocanegra (Aguilar), Sanchez, Henriquez (Diego Arias) e Díaz; Mejía e Pérez (Guerra); Berrío, Macnelly Torres e Marlos Moreno; Borja. Técnico: Reinaldo Rueda.

SÃO PAULO: Denis; Bruno, Lugano, Rodrigo Caio e Mena (Carlinhos); Hudson (Alan Kardec), Thiago Mendes, Wesley, Centurión (Luiz Araújo) e Michel Bastos; Jonathan Calleri. Técnico: Edgardo Bauza.

Poe ESPN
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Vasco empata com time misto do Santa Cruz

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria/arquivo) – O Vasco se complicou na busca pela classificação às oitavas de final da Copa do Brasil ao empatar por 1 a 1 com o Santa Cruz, nesta quarta-feira, em São Januário. Com o resultado, os cruzmaltinos vão ter que fazer gols no Arruda, na próxima semana, para conseguir avançar na competição.

Mesmo poupando vários titulares, o Santa Cruz teve boa atuação e conseguiu fazer o gol logo no início da partida, com Bruno Moraes. O Vasco criou algumas oportunidades de empatar, principalmente no primeiro tempo, mas sofreu com o nervosismo. Somente no fim, em lance chorado, os donos da casa chegaram ao empate, com o zagueiro Luan.

As duas equipes voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira, dia 20, às 21h45 (de Brasília), no Arruda. Para o Santa Cruz, basta um empate sem gols. Para o Vasco, será preciso uma vitória mínima ou um empate com dois gols ou mais.

O jogo – O Vasco iniciou a partida tentando pressionar o Santa Cruz, mas acabou sofrendo o primeiro gol logo aos dois minutos. Bruno Moraes recebeu passe, entrou na área e tocou na saída de Martín Silva.

Os donos da casa sentiram o gol e viram o Santa Cruz ter o domínio da partida. No entanto, os pernambucanos tentavam administrar o resultado sem sofrer pressão. Somente aos 18 minutos, o Vasco chegou com perigo. Nenê recebeu passe na área e tocou na saída de Tiago Cardoso. Para azar dos cruzmaltinos, o zagueiro Neris salvou os visitantes em cima da linha.

O lance fez os cariocas acordarem. Com isso, o Vasco passou a pressionar o Santa Cruz em busca do empate. Aos 19 minutos, após cobrança de lateral na área, Andrezinho cabeceou próximo ao gol. No minuto seguinte, foi a vez de Leandrão ter a bola na área, mas parar em grande defesa de Tiago Cardoso. Em seguida, escanteio, Jorge Henrique cabeceou para mais uma defesa do goleiro pernambucano.

Com o passar do tempo, o duelo ficou nervosos, principalmente por parte dos vascaínos, que reclamavam muito da arbitragem. O Santa Cruz recuou e impedia qualquer bom avanço dos donos da casa. O Vasco quase empatou somente aos 43 minutos. Madson recebeu lançamento na área, mas finalizou em cima de Tiago Cardoso. Com isso, os cariocas foram para o intervalo atrás no placar em São Januário.

No segundo tempo, o Santa Cruz quase aproveitou o nervosismo do Vasco ampliar o placar aos seis minutos. Bruno Moraes recebeu a bola na área e chutou para grande defesa de Martín Silva. O susto fez os cruzmaltinos melhorarem na marcação, mas lance de perigo dos donos da casa só aconteceu aos 15, em chute de Nenê que passou por cima do travessão.

Com a busca pelo empate dos donos casa, o Santa Cruz aproveitava o espaço para surpreender nos contra-ataques. Tanto que aos 18 minutos, após cruzamento de Marcílio pela direita, João Paulo apareceu livre para cabecear, mas cima de Martín Silva.

Na parte final do jogo, o Vasco pressionou e conseguiu o empate aos 43 minutos, em lance chorado. Após escanteio, Thalles cabeceou e viu Tiago Cardoso fazer grande defesa. No rebote, Luan chutou sem ângulo, o goleiro pernambucano tentou nova defesa, mas acabou colocando a bola para dentro.

Nos acréscimos, os vascaínos aumentaram a pressão em busca da virada e quase chegou ao segundo gol com Jorge Henrique. O atacante recebeu passe de Nenê dentro da área, mas acertou o travessão de Tiago Cardoso. Assim, o duelo terminou empatado em São Januário.

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Botafogo-PB vence Ceará no Almeidão e leva boa vantagem para a volta

Fonte: Gazeta Esportiva -O Botafogo-PB não deu chances para o Ceará nesta quarta-feira. Recebendo o Vovô no Estádio Almeidão, no jogo de ida do duelo válido pela terceira fase da Copa do Brasil, o Belo conseguiu aproveitar bem suas chances e uma expulsão adversária e conquistou uma grande vantagem no confronto mata-mata, vencendo pelo placar de 3 a 0.

Apesar da vitória com larga vantagem, a partida foi equilibrada no primeiro tempo, possuindo até momentos de superioridade do Ceará. No entanto, o Botafogo-PB aproveitou bem suas oportunidades e conseguiu marcar duas em vez, em gol contra de Sandro e finalização de Plínio. No final da etapa inicial, o Vovô ainda teve Tiago Cametá expulso e acabou não resistindo ao adversário, sofrendo grande pressão no segundo tempo e ainda vendo Plínio fazer mais um para consolidar o triunfo da equipe paraibana.

Com o resultado, o Ceará terá uma difícil missão no jogo de volta, marcado para a próxima quarta-feira, às 19h30 (de Brasília). Para avançar para as oitavas de final da Copa do Brasil, o Vovô terá que golear a equipe paraibana por no mínimo quatro gols de diferença no Estádio Presidente Vargas. A repetição do resultado leva a partida para os pênaltis.

O jogo – O Ceará começou melhor na partida. No entanto, foi o Botafogo-PB que saiu na frente do placar. Aos cinco minutos, João Paulo cruzou pela direita e, dentro da área, Sandro se atrapalhou sozinho na marcação e acabou mandando contra o próprio gol, colocando o Belo em vantagem.

Após o gol dos mandantes, o jogo ficou completamente aberto. Porém, o Ceará criava as melhores chances. As duas principais foram com Bill, aos 24 e aos 25 minutos. O atacante do Vovô, no entanto, desperdiçou as duas, mandando a bola para fora.

Com a falta de pontaria dos visitantes, o Botafogo-PB aproveitou para ampliar. Aos 29 minutos, a zaga do Ceará falhou na linha de impedimento e Plínio recebeu livre para ajeitar, deslocar o goleiro e fazer o segundo gol dos mandantes.

O Vovô sentiu o baque do segundo gol e pouco pressionou até o intervalo. Para piorar, Tiago Cametá acabou expulso e deixou a situação do Ceará ainda mais complicada para o segundo tempo.

Com um a mais em campo, o Botafogo-PB sobrou na etapa final e só parava nas boas defesas feitas pelo goleiro Éverson. Com isso, o Ceará não conseguiu resistir por muito tempo. Após cruzamento de Pedro Castro para a área, aos 17 minutos, Plínio apareceu para dar um toquinho na bola e fazer mais um para o Belo.

Após marcar o terceiro gol, o Botafogo-PB se aproveitou de um Ceará entregue e só administrou o resultado. Temendo uma derrota ainda maior, o técnico Sérgio Soares ainda tirou o atacante Bill e colocou o volante João Marcos para segurar o placar.

Com isso, o Belo só precisou tocar a bola e esperar o apito final para fazer a festa.

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Bragantino e Botafogo empatam em 2 a 2

Fonte: LanceNet (foto: assessoria/arquivo) -O time era quase todo reserva. Até por isso, a falta de entrosamento ficou visível. Mas, dentro do que se propôs, o Botafogo sai tranquilo de Bragança Paulista. Com o empate em 2 a 2, com o Bragantino, no Abi Cheid, o Alvinegro pode até empatar em 1 a 1 no jogo da volta pela terceira fase da Copa do Brasil, na Arena, para se classificar. Dierson e Núñez marcaram os gols do time.

Os dez minutos iniciais foram de pressão do Bragantino, que criou oportunidades com Erick e Watson. O Botafogo demonstrava certo nervosismo por conta da falta de entrosamento. Natural e esperado pelo técnico Ricardo Gomes. O que ele não contava era que o juiz marcaria pênalti de Carli em falta fora da área sobre Jefferson Baiano. Bruno Pacheco na bola e 1 a 0 no marcador aos 20 minutos de jogo para o Massa Bruta.

Depois, o Alvinegro esbarrou nas forte marcação do mandante, que recuou e apostou nos contra ataques. Quando o placar parecia que iria permanecer o mesmo até o intervalo, a bola parada salvou o Botafogo: Salgueiro cobrou escanteio na cabeça de Dierson que, sozinho, aos 39, empatou a partida.

Na etapa final, o Bragantino até começou incomodando. Eliandro, logo no primeiro minuto, chutou de longe, perto da meta de Sidão. Mas logo a superioridade técnica do Botafogo veio à tona. Diego cruzou na área, o goleiro Felipe afastou mal a bola e Luis Henrique ajeitou para o argentino Núñez fuzilar: virada do Botafogo.

Depois, a intenção do Alvinegro era a de administrar o jogo. Com o Bragantino criando muito pouco – chegando mais no abafa dentro da área – o Botafogo buscou dar a bola ao adversário para explorar os espaços deixados atrás. Contudo, a tática não teve sucesso.

Aos 30 minutos, a defesa alvinegra falhou feio, Emerson Silva ficou assistindo Eliandro dominar livre e empatar. A bola ainda desviou em Carli, tirando qualquer chance de defesa de Sidão: 2 a 2 no placar.

No final, o empate com gols ficou de bom tamanho. O Botafogo traz a vantagem para o Rio de Janeiro. A volta é no dia 27, na Arena Botafogo.

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Palmeiras cede empate ao Santos e vê vantagem diminuir para o Corinthians

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Cesar Greco) – O Palmeiras não conseguiu segurar uma vantagem construída no início do primeiro tempo e cedeu o empate por 1 a 1 ao Santos, nesta terça-feira, no Palestra Itália. Diante de 40.035 torcedores – o maior público desde a reforma do estádio, o Verdão viu sua estratégia ruir após as lesões de Moisés e Mina. A igualdade nesta 14ª rodada do Campeonato Brasileiro manteve o time na liderança, mas diminuiu para um ponto a distância do rival Corinthians. No momento, o time de Cuca está com 29 pontos.

As contusões de Moisés e Mina são novas dores de cabeça para Cuca, já que eles poderão desfalcar a equipe nas próximas rodadas. O caso do colombiano é mais sério, pois se trata de uma lesão no músculo posterior da coxa. Como levará ao menos três semanas para se recuperar o zagueiro de 21 anos deverá ser cortado da seleção colombiana que disputará as Olimpíadas do Rio de Janeiro.

O gol palmeirense foi marcado justamente por Mina, em uma cabeçada aos seis minutos do primeiro tempo. O Santos, contudo, ganhou terreno no segundo tempo e igualou com Gabriel. Aos dez, ele arriscou um chute de fora da área e superou o goleiro Fernando Prass graças a um desvio no zagueiro Vitor Hugo. O empate fez o Verdão perder os primeiros pontos em casa sob o comando de Cuca. O time havia vencido os sete jogos anteriores em seus domínios.

O Palmeiras tentará recuperar a vantagem para o vice-líder Corinthians às 16 horas (de Brasília) do próximo domingo, diante do Internacional, no Beira-Rio. Já o Santos, que se manteve no G4 com o ponto conquistado, enfrentará a Ponte Preta, às 18h30 de sábado, na Vila Belmiro. O time comandado por Dorival Júnior é o quarto colocado, com 23 pontos conquistados.

O Jogo – Os telões do Palestra Itália marcavam apenas seis minutos quando Mina colocou o Palmeiras à frente no placar. Dudu cobrou escanteio da direita e viu o colombiano de 1,95m subir no centro da área e cabecear para o gol sem ser incomodado pela defesa santista. Na comemoração, o zagueiro cumpriu a promessa feita à torcida e mostrou uma de suas famosas – e desengonçadas – danças.

Pouco tempo se passou até a alegria de Cuca dar lugar à preocupação. O meia Moisés sentiu uma lesão, aos dez minutos, e teve de ser substituído pelo volante Arouca. Ele era dúvida antes do jogo e só foi escalado porque apresentou melhoras após fazer um tratamento intensivo durante a última semana.

No lance seguinte, o Santos assustou com um chute de Victor Bueno que passou rente à trave esquerda de Prass. Barrios, aos 19, respondeu ao se antecipar em um recuo de bola e concluir antes da chegada de Vanderlei, à direita do gol. Aos 26, o lateral alvinegro Victor Ferraz fez um cruzamento perigoso à meia altura, obrigando Prass a praticar uma defesa com os pés.

A disputa seguiu aberta até o intervalo. Lucas Lima, aos 40, apareceu pela primeira vez no jogo ao cobrar uma falta da direita. A tentativa de cruzamento passou por toda extensão da área e quase entrou no gol alviverde. Aos 45, o Palmeiras sofreu um duro golpe com a contusão de Mina. O zagueiro sentiu uma lesão no músculo posterior da coxa e saiu de campo chorando.

Cuca, então, colocou Edu Dracena em campo. O Santos aproveitou a baque no time palmeirense e quase empatou o jogo, após Lucas Lima surgir na frente do gol e desviar para fora. Na volta do intervalo, o Verdão começou melhor e assustou duas vezes no primeiro minuto. Erik e Dracena, em finalizações defendidas por Vanderlei, levantaram a torcida nas arquibancadas.

Mas aos poucos o Santos recuperou o domínio do jogo. Foi numa jogada despretensiosa, aos dez minutos, que Gabriel empatou o duelo. Após pegar a sobra de uma cobrança de falta, o atacante arriscou de longe e contou com um desvio em Vitor Hugo para superar Prass. O revés levou Cuca a mexer pela última vez no Verdão, tirando Barrios para promover a reestreia de Leandro Pereira.

Na primeira vez em que pegou na bola, aos 15 minutos, Leandro Pereira arrancou pela direita e chutou por cima do gol. Para não deixar o Palmeiras crescer, Dorival Júnior sacou Vitor Bueno para a entrada de Copete. Foi Dudu, no entanto, quem levou perigo ao gol. Aos 24, ele sambou na frente da defesa e arriscou a finalização, defendida com segurança por Vanderlei.

Em rápido contra-ataque, aos 33 minutos, Victor Ferraz cruzou da direita e Gabriel furou ao tentar concluir de letra. No mesmo lance, Thiago Maia tentou a conclusão e mandou por cima do gol. A jogada foi a última de perigo na partida. O Palmeiras tratou de se defender para evitar uma derrota, enquanto o Santos não teve competência para converter em gols a superioridade em campo.

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Com um a menos, Paysandu arranca outro empate fora de casa.

Foto: Futebol ParanaenseFoto: Futebol Paranaense – Com um a menos e altas doses de apreensão, o Paysandu manteve sua sina na Série B e arrancou o seu quinto empate consecutivo no placar de 0 a 0. O adversário da noite desta terça-feira (12) foi o Paraná, que, além da vantagem numérica em campo, ainda teve o apoio do seu torcedor, no estádio Durival de Britto, em Curitiba (PR).
Saiba como foi a partida lance a lance!

O empate ainda representou ao Bicola de Gilmar Dal Pozzo o ingresso no quadro dos 20 clubes que ficaram mais jogos sem sofrer gols em toda a história do campeonato brasileiro. Por outro lado, alcançou a escrita de 15 partidas sem gols de atacantes.

Na tabela de classificação da Segundona, o ponto único somado hoje fez o Paysandu subir duas posições, saindo da 15ª para a 13ª colocação, com 20 pontos. Já o Paraná se manteve em quinto lugar, tendo, agora, 25 pontos ganhos. Vale destacar que esta 16ª rodada da competição seguirá até este sábado. Outros oito jogos ainda acontecerão até lá e tais posições do Bicola e do Rubro-anil devem mudar.

Papão e Paraná só voltarão a jogar pela competição na outra semana. Os paranistas visitarão o Criciúma (SC), às 19h15, do dia 22 deste mês, em uma sexta-feira, no estádio Heriberto Hülse. O Paysandu voltará a Belém para receber, no dia seguinte, o CRB (AL), às 16h, no Mangueirão, em Belém, com transmissão lance a lance pelo ORM News.

Foto: Fernando Torres / Ascom PaysanduFoto: Fernando Torres / Ascom Paysandu1º tempo: equilíbrio e entrega dos dois times – Paysandu e Paraná entraram em campo com propostas de um jogo em velocidade, com uso contínuo das pontas. Deu certo, apesar do gramado escorregadio por conta de um temporal que antecedeu a partida. Mas o Papão começou melhor e conseguiu criar a primeira boa chhance de gol. No lance, Maílson recebeu de Lucas na esquerda e, da intermediária, mandou um chute forte. O goleiro Marcos saiu para tentar defender e a bola passou rente à trave direita, aos 11 minutos.

Os donos da casa conseguiram responder seis minutos depois, quando uma bola na área foi afastada pela zaga bicolor e sobrou no pé de Murilo Rangel. O camisa 7 bateu forte no cantinho de Emerson, que se esticou todo para espalmar pela linha de fundo.

O jogo seguia em alta intensidade. Foi após uma sequência de desarmes que Jhonnatan arrancou com a bola pela direita e encontrou a chegada de Tiago Luís, sozinho na área. O volante cruzou na cabeça do novo camisa 10 do Papão, que mandou a redonda pela linha de fundo, aos 26. Três minutos depois, Róbson conseguiu um lance parecido com o de Jhonnatan e cruzou para Lúcio Flávio, que bateu de esquerda na entrada da pequena área. Fernando Lombardi se jogou de carrinho e travou o arremate.

Já aos 47 minutos, Jhonnatan voltou aparecer no corredor canhoto e deixou a bola para Maílson, que saiu da marcação e chutou forte. O goleiro Marcos foi na bola e a espalmou pela linha de fundo.

2º tempo: Augusto Recife é expulso e Paysandu se segura – O Paraná voltou com mais ímpeto para o segundo tempo e, logo aos 14 minutos, produziu a primeira grande oportunidade. No lance, Diego Tavares recebeu no corredor direito e cruzou na medida para Válber. O camisa 10 testou dentro da área e viu Emerson, no reflexo, espalmar pela linha de fundo.

O Paysandu equilibrou as ações, mas, aos 24 minutos, presenciou a expulsão infantil de seu capitão. Augusto Recife, de 32 anos, já tinha um cartão amarelo quando perdeu a bola ao tentar driblar na intermediária de ataque e resolveu puxar a camisa de Murilo Rangel. O árbitro Luiz César de Oliveira Magalhães não titubeou e o expulsou. Logo em seguida, Marcelo Martelotte colocou o centroavante Robert no Paraná, enquanto que Dal Pozzo lançou o zagueiro Gualberto no Papão.

A equipe paranista se lançou totalmente ao ataque e acabou deixando espaços na defesa. Aos 30, Rafael Costa cobrou falta na cabeça de Gualberto, que escorou para Glvan. O camisa 4 do Bicola tentou finalizar e o goleiro Marcos salvou o que poderia ter sido o gol do Paysandu.

Cinco minutos depois, porém, foi a vez de Emerson volta a sujar o uniforme. Isto porque o garoto Henrique, de 20 anos, recebeu a bola dentro da área paraense, girou e chutou no ângulo. O ‘São’ Emerson mostrou elasticidade e espalmou pela linha de fundo.

Mergulhado em uma pressão absoluta dos donos da casa, o Papão se retraiu e ainda foi surpreendido em outras duas oportunidades. Aos 41, Robson arriscou de fora da área e jogou a bola muito perto do ângulo esquerdo de Emerson, que só observou. Mas, aos 47, a tensão foi ainda maior. Henrique dominou na ponta direita e cruzou à meia altura para Robert, que estava sozinho, na pequena área. O experiente atacante, ex-Palmeiras, tentou completar para a rede, só que não acertou a redonda e protagonizou um lance bizarro.
Ficha técnica (Paraná 0 x 0 Paysandu)

Paraná – Marcos; Diego Tavares, Leandro Silva, Alisson e Rafael Carioca; Basso, Murilo Rangel, Válber (Henrique) e Nadson (Robert); Róbson e Lúcio Flávio. Técnico: Marcelo Martelotte

Paysandu – Emerson; Edson Ratinho, Fernando Lombardi, Gilvan e Lucas; Ricardo Capanema (Domingues), Augusto Recife, Jhonnatan e Tiago Luís (Gualberto); Maílson e Alexandro (Rafael Costa). Técnico: Gilmar Dal Pozzo

Cartões amarelos: Nadson e Lúcio Flávio (Paraná); Gilvan, Lucas, Augusto Recife e Maílson (Paysandu)

Cartão vermelho: Augusto Recife (Paysandu)

Local: Durival de Britto (Curitiba/PR)

Árbitro: Luiz César de Oliveira Magalhães – CE (CBF-1)

Auxiliares: Arnaldo Rodrigues de Souza- CE (CBF-1) e Armando Lopes de Sousa – CE (CBF-2)

Público: 3.148 (2.303 pag. e 845 cred.)

Renda: R$ 42.865,00
Por ORMNEWS

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Ídolo colorado Paulo Roberto Falcão volta a ser técnico do Internacional

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Alexandre Lops/assessoria) – Paulo Roberto Falcão está mais uma vez de volta ao Internacional. Após a saída de Argel Fucks no último domingo, o Colorado anunciou oficialmente nesta terça-feira o nome do treinador para comandar a equipe em sua terceira passagem como técnico do clube.

O contrato de Falcão será válido até julho de 2017 e o treinador já deve estar presente no CT do Parque Gigante na manhã desta quarta-feira para início de trabalho. A apresentação oficial acontecerá às 14h (de Brasília), na Sala de Conferências do Estádio Beira-Rio e, logo em seguida, o técnico já comanda seu primeiro treino com a equipe.

Chegando a sua terceira passagem como treinador pelo Internacional, Falcão soma 33 partidas como técnico colorado. Sua principal conquista foi a do Campeonato Gaúcho de 2011, vencendo a final diante do Grêmio atuando no Olímpico, ex-estádio do rival.

Se a carreira como treinador do clube não apresenta um longo currículo, como jogador Falcão foi um dos maiores da história do Internacional, estando presente em conquistas como de três campeonatos brasileiros em 1975, 1976 e 1979.

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Atlético-PR bate Cruzeiro e chega ao G-4 do Brasileirão

Fonte: Lancet Net (foto: assessoria/arquivo) – O Atlético Paranaense visitou o Cruzeiro na noite desta segunda-feira e com uma ótima atuação no segundo tempo conseguiu vencer por 3 a 0, dentro do Mineirão. Os visitantes contaram com gols de Pablo e André Lima, duas vezes, para faturarem os três pontos e entrarem no G-4 da competição. Raposa deixou o campo com muitas vaias da torcida. Rafael Sóbis e Edimar fizeram seu primeiro jogo com a camisa celeste.

Com a derrota, o Cruzeiro ocupa a 15ª posição com 15 pontos conquistados, enquanto o Furacão é quarto, com 23. Na próxima rodada, o time mineiro visita o Fluminense, no Estádio Giulite Coutinho, no Rio de Janeiro, às 16h de domingo. No mesmo dia e horário, o Atlético-PR recebe o Vitória, na Arena da Baixada.
O jogo
Os donos da casa começaram a partida indo para cima dos paranaenses e aos quatro minutos quase conseguiram abrir o placar com Willian. Após bela jogada do estreante Rafael Sóbis, o camisa 9 bateu para o gol e parou nas mãos de Weverton. Pouco tempo depois, o atacante teve outra oportunidade, porém mandou para fora.
Rafael Sóbis também levou perigo ao gol do Atlético Paranaense, aos 31. Cinco minutos depois, Weverton praticou uma linda defesa para evitar que Robinho marcasse o primeiro gol do jogo. Meio-Campo bateu forte de fora da área e o camisa 1 do rubro-negro se esticou todo para salvar o time visitante. O Furacão só conseguiu chegar no final da etapa inicial, mas Nikão e Vinícius não aproveitaram as chances que apareceram.

Equipes voltaram para o segundo tempo buscando mais o gol e antes dos cinco minutos, conseguiram criar uma chance cada. Com sete, a bola sobrou para Sóbis, que bateu cruzado, mas ninguém chegou para empurrar a bola para o fundo das redes. O camisa 7 ainda teve outra oportunidade de marcar, porém Weverton saiu e abafou o atacante.

O time do Atlético Paranaense conseguiu mudar o destino na partida em um período de dois minutos. Aos 20, Bruno Rodrigo errou o corte de cabeça e a bola sobrou nos pés de Pablo, para o atacante abrir o placar. Aos 22, Nikão fez boa jogada pela direita, rolou para o meio da área e André Lima só concluiu para ampliar. O Cruzeiro respondeu com Allano, mas Weverton salvou mais uma vez.

O time da casa se mandava ao ataque e em uma saída rápida o Furacão conseguiu fazer mais um. Marcos Guilherme arrancou, cruzou na cabeça de André Lima e o atacante fez o segundo dele no jogo. Com o resultado positivo, Autuori fechou sua equipe e esperou o apito final para garantir o triunfo em Belo Horizonte.

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