Palmeiras vence o Inter, derruba tabu histórico e amplia vantagem na ponta

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Jeferson Guareze/Agif/Gazeta Press) – O Palmeiras derrubou um histórico tabu no estádio Beira-Rio e derrotou o Internacional por 1 a 0, neste domingo. O Verdão, que não vencia o Colorado em Porto Alegre desde 6 de dezembro de 1997, alcançou os três pontos graças a um gol de Erik. Para o Inter, o tropeço tem um sabor ainda mais amargo, já que se tratava da estreia do ídolo Paulo Roberto Falcão como treinador do time.

Com o empate por 1 a 1 entre o vice-líder Corinthians e o São Paulo, a equipe do técnico Cuca ampliou a vantagem na liderança para três pontos. O Palmeiras é o primeiro colocado com 32 pontos, enquanto o Timão soma 29.

O duelo foi o último dos palmeirenses Fernando Prass e Gabriel Jesus e dos colorados William e Rodrigo Dourado antes da disputa das Olimpíadas do Rio de Janeiro. Se o Brasil chegar à final do torneio, eles desfalcarão as suas equipes por seis rodadas do Brasileirão.

Embora tenha a partida tenha sido sua “despedida” do Palmeiras, o artilheiro Gabriel Jesus teve uma atuação apagada e perdeu diversas chances de gol. O único tento alviverde foi marcado pelo atacante Erik, aos dez minutos do primeiro tempo. O Verdão tem se caracterizado sob o comando do técnico Cuca como uma equipe que exerce uma pressão intensa contra os adversários no início dos jogos.

A próxima partida do Palmeiras no Brasileirão será às 11 horas (de Brasília) do domingo, contra o Atlético-MG, no Palestra Itália. Já o Inter, que acumulou neste final de semana seu sétimo jogo sem vencer – a quinta derrota consecutiva -, tentará se reabilitar diante da Ponte Preta, também no domingo, no Moisés Lucarelli. O Colorado é o décimo colocado, com 20 pontos.

O Jogo – O Inter não soube responder ao estilo de jogo fulminante do Palmeiras. Logo aos dois minutos, Gabriel Jesus foi lançado por Cleiton Xavier e tocou por cobertura ao se deparar com o goleiro Marcelo Lomba, mas a finalização saiu torta e passou raspando a trave. Com a posse de bola no campo ofensivo, o Verdão aproveitou a superioridade e chegou ao primeiro gol.

Aos dez minutos, Cleiton Xavier fez um cruzamento da esquerda e Gabriel Jesus desviou a bola para o centro da área. O atacante Erik aproveitou a inação do lateral direito William, tomou a frente na jogada e chutou no contrapé de Marcelo Lomba para colocar o time à frente no placar.

Com a vantagem, o Verdão diminuiu o ritmo, mas não deixou de ser melhor em campo. Aos 25, Jean lançou da direita e Gabriel Jesus se antecipou à marcação para concluir. A finalização, no entanto, saiu torta e mais uma vez foi para fora.

Quando acertou o gol, o atacante palmeirense teve o tento invalidado pelo bandeirinha. Aos 32, Gabriel Jesus dominou passe de Tchê Tchê e encobriu Marcelo Lomba, mas o auxiliar flagrou o jogador em posição irregular e invalidou o lance.

Diante da incapacidade do Inter de ameaçar Fernando Prass na etapa inicial, o técnico Falcão resolveu promover a entrada de Valdívia no lugar de Andrigo. Foi o Palmeiras, contudo, que criou a primeira chance de perigo da etapa complementar. Aos sete minutos, Gabriel Jesus correu mais do que o zagueiro Paulão e chutou à direita do gol colorado.

O Inter aos poucos reequilibrou as forças na partida. Valdívia deu maior mobilidade ao ataque gaúcho e abriu os espaços para que a equipe criasse os primeiros lances ofensivos. Aos dez minutos, o volante Rodrigo Dourado arriscou o chute e acertou o lado de fora da rede. Cuca, então, colocou Dudu no lugar do desgastado Cleiton Xavier. Mas, aos 14, Valdívia finalizou de fora da área e mandou à direita de Prass.

Para retomar o controle do jogo, Cuca colocou Rafael Marques no lugar de Erik. Não houve resultado. O Inter não chegou a produzir nenhum lance de perigo, mas conseguiu dominar o Palmeiras até o fim do jogo. Já o Verdão se defendeu como pôde e segurou a vitória. O time só ameaçou em uma bola desviada por Rafael Marques e defendida por Lomba, aos 45 minutos.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Corinthians empata com o São Paulo e vê vantagem do Palmeiras aumentar

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press) – O Corinthians continua sem perder para o São Paulo em Itaquera. Na tarde deste domingo, entretanto, também não venceu. Empatou por 1 a 1, com gols do peruano Cueva (de pênalti) e do volante Bruno Henrique (de cabeça), e ficou mais distante da ponta da tabela de classificação do Campeonato Brasileiro.

O resultado deixou o Corinthians com 29 pontos ganhos, contra 32 do líder Palmeiras, que derrotou o Internacional por 1 a 0 no Beira-Rio. Preocupado em ascender na competição nacional após deixar a Copa Libertadores da América, o São Paulo passou a totalizar 22.

O Corinthians irá se despedir do estádio onde acumula quatro vitórias e um empate contra o São Paulo – Itaquera será sede no torneio de futebol das Olimpíadas – no próximo sábado, diante do Figueirense. Um dia depois, o rival enfrentará o Grêmio em Porto Alegre.

O jogo – Com a lembrança da histórica goleada por 6 a 1 aplicada sobre o São Paulo em mente, em faixas e em gritos, a torcida única do clássico deste domingo tentou criar um ambiente semelhante àquele do último Majestoso do Campeonato Brasileiro de 2015. Houve até quem ameaçasse um coro de “olé” para uma troca de passes defensiva.

O Corinthians, no entanto, precisava colaborar com a euforia do seu público. Fagner até tentou, ao aplicar um belo chapéu em Cueva, o que não minimizou as dificuldades da sua equipe para envolver o adversário nos primeiros 10 minutos de partida.

Cueva ainda respondeu aos corintianos com categoria. O peruano fez grande jogada individual, passando a bola entre as pernas de Balbuena, e acabou derrubado por Yago quando entrou na área. Ele mesmo cobrou o pênalti, no canto para onde Cássio saltou, e converteu. Na comemoração, correu provocadoramente em direção à torcida organizada do Corinthians e recebeu um cartão amarelo como punição.

A desvantagem no marcador desestabilizou o Corinthians, que oferecia espaços para avançar pela esquerda e não ia além da empolgação característica de Romero pela direita. O nervosismo aumentou quando Thiago Mendes chutou a bola na cabeça de Marquinhos Gabriel com o jogo paralisado, iniciando uma pequena confusão.

Aos 21 minutos, o Corinthians se acalmou outra vez. A defesa do São Paulo vacilou ao deixar a bola com Danilo do lado direito da área. No cruzamento, Marquinhos Gabriel chegou antes do que os seus companheiros e bateu de primeira. Rodrigo Caio desviou, e Bruno Henrique estava com o reflexo apurado para cabecear para dentro.

Reanimado, o Corinthians melhorou um pouco na tentativa de se desvencilhar da forte marcação imposta por Edgardo Bauza – apesar de Giovanni Augusto continuar sem inspiração. Aos 28, por exemplo, Rodriguinho só não virou o jogo porque parou em grande defesa de Denis em um chute no canto, da entrada da área.

As investidas do Corinthians abriam a possibilidade para o São Paulo contra-atacar com mais contundência. Ytalo era eficiente nessas jogadas ao segurar a marcação, mas Centurión e Michel Bastos eram menos ágeis do que Cueva havia demonstrado ser no princípio do jogo.

Logo no princípio do segundo tempo, contudo, o São Paulo quase fez o seu segundo gol com a ajuda de Centurión. A defesa do Corinthians parou porque achou que seria assinalado impedimento do argentino, e Hudson tirou proveito para avançar e tentar driblar Cássio. O goleiro conseguiu fazer a intervenção.

O Corinthians também assustou. Com Romero, que cabeceou firme após um cruzamento da direita, livre de marcação, e viu Denis trabalhar muito bem. Quase em seguida, Cristóvão Borges resolveu apostar em Elias, recuperado de uma fratura na costela, no lugar de Rodriguinho – e o volante já tomou um cartão amarelo ao acertar Centurión.

Como Elias não se mostrou muito envolvente, Cristóvão não tardou a mudar o Corinthians novamente. Trocou Giovanni Augusto, em mais uma tarde ruim, por Guilherme. Centurión, que também não vinha bem, e Michel Bastos foram substituídos por Bauza pelo estreante Gilberto e por Luiz Araújo.

A última alteração do Corinthians não foi do gosto da sua torcida. Cristóvão sacou Marquinhos Gabriel para a entrada de Rildo e foi vaiado pela primeira vez pelo público de Itaquera. De imediato, Bauza colocou Wesley na vaga de Ytalo.

A pressão que se iniciou a partir de então foi são-paulina. Wesley chegou a ficar com o gol aberto na pequena área, mas levou a pior na dividida com Yago. Depois, o mesmo volante apareceu nem na frente de Cássio, que contou com a ajuda de Balbuena para evitar o gol.

O Corinthians até segurou as investidas do São Paulo, presente com frequência no setor ofensivo, mas também não chegou mais a incomodar o rival. Nos minutos derradeiros, boa parte da torcida que ainda festejava a goleada por 6 a 1 de 2015 silenciou. E, ao apito final do árbitro Péricles Bassols, vaiou o time de Cristóvão Borges.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Atlético-PR cede empate ao Vitória em casa e vê G4 mais distante

Fonte: Gazeta Esportiva – Atlético Paranaense e Vitória empataram em 1 a 1, na Arena da Baixada, em partida válida pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o Furacão não conseguiu embalar três vitórias seguidas e perdeu a chance de colar no G4.

Com domínio total dos donos da casa no primeiro tempo, o Atlético fez o primeiro gol da partida aos 44 minutos do primeiro tempo. Em um vacilo da zaga baiana, Pablo deu um chapéu no goleiro Caíque e balançou as redes.

Na segunda etapa, o Vitória equilibrou as coisas e conseguiu o empate aos 25 minutos. Kieza sofreu pênalti, Diego Renan foi para a cobrança e não desperdiçou.

Com o empate em casa, o Furacão chegou aos 24 pontos, no quinto lugar. Antes colado no G4, agora o clube está dois pontos atrás do Santos, quarto colocado. O Vitória, por sua vez, estacionou na 12ª colocação, com 19 pontos.

O jogo – O Atlético Paranaense começou melhor a partida, pressionando o Vitória. Aos 13 minutos, em um contra-ataque rápido, Walter recebeu lançamento de Nikão, matou no peito e rolou para Pablo, que tentou uma cavadinha, mas pegou mal na bola.

A primeira grande chegada do Rubro-Negro Baiano foi aos 23 minutos. Kieza recebeu na ponta da área, tocou para Dagobeto no meio, mas o atacante furou feio. A bola ainda sobrou para Marinho, que ajeitou e bateu colocado próximo ao gol.

O Furacão respondeu logo em seguida. Pablo cruzou direto para André Lima, que chegou a desviar a bola, mas sem força e Caíque defendeu tranquilamente. Aos 28, em cobrança de falta, Nikão surpreendeu e bateu direto para o gol e o goleiro fez grande defesa.

O Vitória estava nocauteado em campo. Aos 36, Ramon recuou errado para Caíque. A bola ia em direção ao gol, mas o goleiro conseguiu correr, chegar antes e evitar o gol contra.

A pressão dos donos da casa finalmente resultou em gol aos 44 minutos. Em outro recuo errado para o goleiro, desta vez de Diego Renan, Pablo pegou a bola, deu um chapéu em Caíque e abriu o placar para o Furacão.

O Rubro-Negro baiano voltou mais ligado para a segunda etapa. Aos 9 minutos, Dagoberto tentou surpreender em cobrança de escanteio batendo direto para o gol, mas Weverton estava ligado e conseguiu fazer a defesa.

O Furacão teve ótima chance de ampliar o placar, aos 17, quando André Lima achou Pablo livre na entrada da área. O meia saiu cara a cara com Caíque, mas mandou pela linha de fundo.

O Vitória assustava nos contra-ataque. Aos 24, Kieza foi lançado em profundidade, driblou Weverton e foi derrubado. Diego Renan bateu no meio do gol para deixar tudo empatado.

Os baianos se empolgaram com o gol e se lançaram ao ataque. Aos 30, Diego Renan passou para Serginho, que encheu o pé e a bola explodiu na trave.

Nos últimos minutos, o Atlético se lançou para frente para buscar a vitória, enquanto os baianos esperavam uma oportunidade no contra-ataque, mas os dois não conseguiram sair do empate.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Fluminense vence e joga Cruzeiro no Z4

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: ESPN) – Depois de três rodadas sem vencer, o Fluminense voltou a sentir o sabor de uma vitória no Campeonato Brasileiro. O Tricolor das Laranjeiras derrotou o Cruzeiro por 2 a 0, em partida disputada na tarde deste domingo, no estádio Edson Passos, em Mesquita, nova casa do clube carioca na competição.

O resultado fez o Fluminense chegar aos 21 pontos ganhos e subir para a nona posição. O Cruzeiro completou sua quarta partida sem vencer e caiu para a zona do rebaixamento. O time mineiro ocupa a 17ª colocação com 15 pontos ganhos.

Foi uma vitória merecida da equipe dirigida por Levir Culpi. O Fluminense se aproveitou dos erros do time mineiro para construir uma boa vantagem no primeiro tempo e depois soube administrar o resultado. O Cruzeiro voltou a mostrar uma equipe desentrosada que não conseguiu se encontrar em momento nenhum da partida. O único fato positivo foi proporcionado pelo goleiro Fábio que completou 700 jogos com a camisa da Raposa, uma marca histórica na vida do clube.

Na próxima rodada, o Fluminense vai enfrentar o Atlético-PR, na Arena da Baixada. O Cruzeiro vai receber o Sport, no Mineirão.

O jogo – A partida começou muito equilibrada. Os dois times tentando se impor diante do adversário e o Cruzeiro criou o primeiro lance de perigo aos três minutos quando Rafael Sobis tentou surpreender Diego Cavalieri e a bola passou perto da trave esquerda. A resposta tricolor foi rápida. Richarlison ganhou de Edimar e cruzou, mas Bruno Viana salvou.

O Fluminense seguiu na pressão e marcou o primeiro gol aos seis minutos. Após cobrança de escanteio, Henrique cabeceou, Fábio fez grande defesa, mas Cícero se antecipou aos zagueiros e aproveitou o rebote, empurrando a bola para as redes. O Cruzeiro tentou adiantar seus jogadores para buscar a reação, mas a bola não chegava aos atacantes e o time carioca se mostrava mais organizado.

Aos 13 minutos, Cícero lançou Richarlison em velocidade, mas o goleiro Fábio saiu com precisão e abafou a jogada. Aos 17 minutos, Edimar derrubou Jonathan no lado direito da área. A cobrança encontrou o zagueiro Gum, livre na área, mas o tricolor cabeceou para fora, perdendo uma boa chance de ampliar o marcador. Aos 20 foi a vez do volante Douglas assustar Fábio com um chute de longa distância.

O Cruzeiro continuava sem conseguir se encontrar em campo. Rafael Sobis atuava mais recuado, mas era bem marcado e não conseguia produzir boas jogadas.

Aos 25 minutos, o Fluminense ampliou a vantagem. Marcos Junior foi agarrado, dentro da área, por Bruno Viana. O mesmo Marcos Junior bateu no canto direito de Fábio e marcou o segundo gol.

O Tricolor quase marcou o terceiro aos 27 em jogada individual de Douglas, mas Fábio fez a defesa. O time dirigido por Levir Culpi continuava melhor em campo, com Douglas e Cícero ditando as ações e servindo frequentemente os companheiros de ataque.

O Cruzeiro só voltou a aparecer na área tricolor aos 34 minutos. Após cruzamento de Lucas, Bruno Rodrigo se antecipou aos marcadores, mas cabeceou por cima, sem perigo para o gol defendido por Diego Cavalieri.

Em outra tentativa do Cruzeiro, aos 39 minutos, Rafael Sobis cabeceou e Diego Cavalieri, por precaução, mandou a bola para escanteio. Logo depois, Allano sentiu a coxa direita e foi substituído por Rafinha.

No último lance importante da etapa inicial, Willian mandou a bomba, mas a bola encobriu o travessão.

O Cruzeiro voltou mais agressivo no segundo tempo e, antes do primeiro minuto, criou uma boa chance. Rafael Sobis e Ábila tabelaram e Sobis bateu para boa defesa de Diego Cavalieri que desviou para escanteio. Um minuto depois, Rafael Sobis bateu forte, mas a bola saiu. O Fluminense encontrava dificuldades para sair da defesa. Aos sete minutos, blitz mineira na área tricolor. Depois de muita confusão, a bola sobrou para Ábila, mas Diego Cavalieri abafou o chute do argentino.

A partida chegou a ser interrompida pela queda de pipas no gramado. O árbitro mostrou preocupação em retirar a linha para evitar problemas com os jogadores.

Depois da paralisação, a pressão mineira esfriou e o Fluminense voltou a equilibrar o jogo. Aos 19 minutos, o zagueiro Henrique completou na área e Fábio fez ótima defesa, evitando o terceiro gol. O time carioca voltou a ditar o ritmo do jogo e voltou a criar nova oportunidade aos 28 minutos, quando Dudu fez boa jogada pela direita e cruzou para a cabeçada perigosa de Gum. O atacante Maranhão levava vantagem no confronto direito com os zagueiros mineiros e criava muitas dificuldades para a equipe dirigida por Paulo Bento.

O Cruzeiro desistiu de lutar e o Fluminense poderia ter chegado ao terceiro gol aos 43 minutos em cobrança de falta bem executada por Cícero, mas Fábio voltou a fazer grande defesa, espalmando para escanteio.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Sport derruba Grêmio e quebra série negativa no Brasileiro

O Sport aproveitou os erros de bola aérea defensiva e venceu o Grêmio por 4 a 2 na Ilha do Retiro na noite deste domingo (17), quebrando uma série de três derrotas consecutivas no Campeonato Brasileiro. A vitória deixou o Sport na 17ª colocação, com 15 pontos, a um ponto do Figueirense, primeiro fora da zona do rebaixamento. O Tricolor Gaúcho continua na terceira posição, com 27 pontos, agora a cinco do líder Palmeiras.
A próxima partida do Grêmio será contra o São Paulo, no domingo (24) às 16h (de Brasília), na Arena em Porto Alegre. O Sport enfrenta o Cruzeiro, também no domingo (24), às 16h (de Brasília), mas em Belo Horizonte.
O jogo – Postado com uma defesa atrasada contra um Sport que precisava do resultado, o Grêmio mostrava a intenção de aproveitar a velocidade dos meias para sair em contra-ataques, e quase conseguiu o gol logo no primeiro minuto. Luan recebeu a bola de Giuliano após grande jogada em cima de Rithely e tocou na saída do goleiro Magrão. O chute só parou na trave.
Aproveitando principalmente os espaços pelo lado esquerdo do campo, o Sport tentava atacar o Grêmio. Aos 17, Renê aproveitou uma cobrança de falta ensaiada e cruzou para a área. Renê finalizou e a bola desviou para um escanteio que não foi aproveitado.
Aos 21, o Sport abriu o placar. Rithely conseguiu um bom passe para Edmílson, que tabelou com Serginho e chutou na saída de Marcelo Grohe: 1 a 0.
Com o gol, o Grêmio mudou a sua postura, passando a adiantar um pouco o meio-campo. Aos 27, Rogério perdeu uma chance ao bater por cima, depois que Renê cruzou e passou por Edílson.
A reação do Grêmio veio logo depois, com Luan. Em jogada individual, ele conduziu a bola e bateu de fora da área, por cima do gol.
Aos 31, Éverton fez boa jogada pelo lado direito e cruzou para a área, mas Luan errou por pouco. Aos 38, o Sport ampliou o placar. Em um escanteio cobrado por Éverton Felipe, Diego Souza aproveitou o espaço entre Fred e Geromel e testou forte, sem chances para Marcelo Grohe: 2 a 0.
O Grêmio ainda tentou finalizações de fora da área com Éverton e Giuliano, mas não obteve sucesso.
No segundo tempo, o Grêmio voltou determinado a acelerar o jogo e diminuir a vantagem do Sport. Aos 30 segundos, Giuliano fez boa jogada pela direita e passou para Éverton, que chutou errado e Renê tirou de escanteio. No córner, cobrado por Luan, a bola bateu em Serginho e sobrou para Geromel, que chutou forte para o fundo da rede: 2 a 1.
O Sport quase ampliou sua vantagem logo aos cinco minutos, quando um lançamento longo encontrou Éverton Felipe, que dividiu com Marcelo Grohe. A bola sobrou para Diego Souza, que não conseguiu chutar para dentro das redes, sendo bloqueado por Fred.
Aos 17 minutos, Pedro Geromel fez valer o seu status de mito da torcida tricolor. Em mais um cruzamento para a área, os zagueiros do Sport não conseguiram cortar e a bola sobrou para o zagueiro, que chutou forte no canto direito de Magrão: 2 a 2.
Precisando desempatar a partida, o Sport foi para cima do Grêmio. Aos 22, após boa jogada de Diego Souza, Éverton Felipe finalizou e a bola desviou na defesa. No minuto seguinte, Everton Felipe cruzou na primeira trave, Serginho desviou e a bola sobrou para Edmílson, que botou para dentro do gol: 3 a 2.
Aos 27, Éverton Felipe fez grande jogada pela esquerda, invadiu a área e foi derrubado por Marcelo Oliveira: pênalti. Diego Souza bateu com paradinha, forte, no canto direito de Marcelo Grohe: 4 a 2.
Roger Machado tentou colocar Pedro Rocha e Ramiro para tentar voltar a empatar a partida. Aos 34, Pedro Rocha fez grande jogada e chutou para fora. Aos 35, Luan se despediu do Grêmio até o fim da participação brasileira nos Jogos Olímpicos, para a entrada de Henrique Almeida.
Aos 41, Diego Souza quase fez o quinto gol, cobrando uma falta que passou bem perto do gol de Marcelo Grohe. O Grêmio tentava atacar, mas a transição lenta provocava erros de passe, enquanto o Sport estava bem postado com as suas linhas dentro do seu campo. Aos 45, o Grêmio teve mais uma grande chance – em cruzamento de Pedro Rocha, Douglas cabeceou para baixo, mas Magrão fez uma grande defesa e impediu o terceiro gol gremista. No último lance do jogo, Marcelo Grohe evitou o quinto gol do Sport em uma cabeçada dentro da área.
Fonte: Só Notícias/Herbert de Souza (foto: Allan Torres/Fotoarena/Lancepress)
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Figueirense e Chapecoense empatam em clássico regional no Brasileirão

Fonte: Gazeta Esportiva – O Figueirense recebeu a Chapecoense, neste domingo, no Orlando Scarpelli, fazendo o clássico catarinense da 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em jogo equilibrado, as equipes lutaram pelo gol até os minutos finais, mas ficaram somente no empate em 1 a 1.

A partida teve um nível técnico muito baixo na primeira etapa. No entanto, após bola na mão de Filipe Machado dentro da área, o Figueira conseguiu ir em vantagem para o intervalo, em gol de pênalti de Rafael Moura, aos 45 minutos. No segundo tempo, a Chape conseguiu melhorar e, em um breve momento de pressão, empatou com Dener, aos 25. No final do duelo, ambas as equipes criaram chances em busca da vitória, mas não conseguiram ser efetivas.

O resultado não foi bom para nenhum dos dois times. O Figueirense chega ao sexto jogo sem vitória e está na 16ª posição, com 16 pontos, e ainda pode terminar a rodada na zona de rebaixamento, já que o Coritiba ainda enfrenta o Atlético-MG. Já a Chape chegou à terceira partida sem um triunfo e é a 13ª colocada, com 19 pontos.

Na próxima rodada, o Figueirense vai à Arena de Itaquera visitar o Corinthians, às 16h (de Brasília) do próximo sábado. No mesmo horário, porém no domingo, a Chapecoense recebe o Botafogo, na Arena Condá.

O jogo – O clássico catarinense começou com muito equilíbrio e as duas criando muito pouco. A primeira boa chance foi o Figueirense. Aos oito minutos, Rafael Silva carregou a bola no meio-campo e chutou de fora da área. A finalização, porém, foi muito longe do gol.

Aos poucos, a Chapecoense começou a ditar o ritmo de jogo e chegou com perigo. Aos 16 minutos, Cleber Santana arriscou chute na grande área e obrigou Thiago Rodrigues a cair para defender.

A melhor chance do jogo, no entanto, veio na sequência, e foi do Figueira. Aos 21, após falta cobrada para a área, Marcelo Boeck saiu mal do gol e viu Rafael Moura chegar primeiro para completar de cabeça. A bola passou com muito perigo, mas saiu por cima.

Na parte final, o jogo apresentava muitos erros de passe das duas equipes e se encaminhava para um 0 a 0. No entanto, o Figueirense conseguiu sair em vantagem na primeira etapa em uma penalidade. Aos 44, Filipe Machado colocou a mão da bola dentro da área e o árbitro marcou pênalti. Rafael Moura foi para a cobrança e bateu firme para abrir o placar para o Alvinegro antes do intervalo.

O duelo voltou para o segundo tempo e as duas equipes seguiram abusando dos erros de passe. Com isso, o início da etapa final foi de poucas chances perigosas de gol.

A primeira oportunidade de gol acontece aos 16 minutos. Sérgio Manoel cruzou para a área e Kempes, que estava sozinho, acabou perdendo o tempo de bola e não conseguiu finalizar.

Na sequência, aos 18, foi a vez de Ananias finalizar forte e assustar o gol defendido por Thiago Rodrigues.

Melhor no jogo, a Chape não demorou para chegar ao empate. Aos 25 minutos, Lucas Gomes fez uma ótima jogada pela esquerda, passou pela marcação de Marquinhos Pedroso e cruzou para trás. Dener chegou batendo de perna direita e deixou tudo igual no Orlando Scarpelli.

Após sofrer o empate, o Figueira se lançou ao ataque em busca do gol da vitória, e chegou próximo de alcançá-lo, aos 29 minutos. Rafael Moura recebeu a bola dentro da área, bateu de perna esquerda e obrigou o goleiro Marcelo Boeck a fazer grande defesa.

Logo na sequência, aos 31, foi a vez de Rafael Silva conseguir girar dentro da área e chutar forte para balançar o travessão e quase conseguir o segundo gol do Figueira.

Aos 34, foi a vez da Chapecoense assustar por duas vezes com Lucas Gomes. Porém, o atacante não conseguiu receber em condições de finalizar a gol.

A Chape ainda teve uma última chance com Kempes, aos 43 minutos da segunda etapa, mas o atacante cabeceou para fora e decretou o empate no clássico.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Sérvia derrota o Brasil por 3 a 0 e conquista a Liga Mundial.

Foto: Alik Keplicz / AP – Não deu para o Brasil. A seleção brasileira masculina de vôlei foi dominada pela Sérvia e perdeu por 3 ses a 0, com parciais de 25-22, 25-22 e 25-21, na final da Liga Mundial de Vôlei, neste domingo (17), na Cracóvia, Polônia.

Com a derrota, o Brasil não conseguiu dar fim a um jejum de títulos que já dura seis anos. A última conquista da seleção brasileira foi no Mundial de 2010, na Itália.

Os dois primeiros sets foram parelhos, mas os sérvios foram mais eficientes na hora de fechar. A primeira parcial durou 28 minutos, a segunda, 29. No terceiro set, o Brasil errou demais e a Sérvia abriu vantagem. Contando com a força de seu bloqueio, o time do leste europeu fechou em 25 a 21, em 27 minutos, em um erro de saque de Éder, conquistando a Liga Mundial pela primeira vez. Os sérvios não vêm aos Jogos Olímpicos do Rio. Na disputa pelo terceiro lugar, a França bateu a Itália por 3 a 0, com parciais de 25-23, 25-21 e 25-20.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Santos derrota a Ponte Preta na despedida do trio olímpico

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press) -No dia em que teve a oportunidade de jogar com sua força máxima pela primeira, e talvez a única, vez no Campeonato Brasileiro, o Santos não vacilou e fez a lição de casa com autoridade. Na vitória sobre a Ponte Preta por 3 a 1, neste sábado, na Vila Belmiro, com gols de Victor Ferraz, Vitor Bueno e Gabriel, o Peixe ratificou a quarta colocação na tabela, com 26 pontos. A Macaca, que descontou com Roger, segue com 23 pontos.

O triunfo santista foi marcado pela eficiência da equipe do técnico Dorival Júnior, que não desperdiçou as chances que teve. O Peixe agora torce para os tropeços de Palmeiras, Corinthians e Grêmio, que jogam no domingo e ocupam as três primeiras colocações, respectivamente, para colar de vez na parte de cima da tabela.

Agora sem Zeca, Thiago Maia e Gabriel, que se apresentam neste domingo à Seleção Brasileira que disputa a Olimpíada, a equipe da Baixada Santista volta a campo na quarta-feira, diante do Gama, no Bezerrão, pela terceira fase da Copa do Brasil. Já a Ponte Preta retorna no mesmo dia, diante do Figueirense, também pela Copa do Brasil, em Campinas.

O jogo – Desde o início, a partida teve a postura tática exatamente como se imaginava, com o Santos dono das ações e a Ponte na espera de um contra-ataque.

Com Gabriel inspirado, o gol era uma questão de tempo para os santistas. E foi realmente o que aconteceu. Aos 20, Gustavo Henrique caprichou na cobrança de falta. A bola foi na trave direita de João Carlos. No rebote, Victor Ferraz, em falha de marcação da defesa da Macaca, só teve o trabalho de cabecear para o gol aberto.

Aos 35, em descida pela esquerda, Gabriel levou a melhor sobre o seu marcador e cruzou na medida para Ricardo Oliveira, que tocou no canto direito do goleiro campineiro, mas para fora do gol.

A Ponte Preta ensaiou uma reação nos minutos finais. Aos 43, Pottker recebeu na área e finalizou de esquerda para excelente defesa de Vanderlei e corte de Gustavo Henrique, na sequência.

Os visitantes voltaram para o segundo tempo com a proposta bem definida de empatar a partida logo nos primeiros minutos. Mas o objetivo campineiro esbarrou mais uma vez no bom desempenho do goleiro Vanderlei.

Aos 6, Maycon recebeu na entrada da área, driblou Gustavo Henrique e chutou cruzado. Vanderlei se esticou todo para fazer uma bela defesa.

O Santos poderia ter definido a partida logo na sequência, quando Gabriel disparou livre pelo campo da Ponte Preta, tirou João Carlos da jogada com um corte para a direita, mas perdeu o ângulo para definir com precisão.

Mas, aos 12 minutos, não teve jeito para a Ponte. Gabriel deu belo passe para Ricardo Oliveira, dentro da área, pela direita. O camisa 9 tocou rasteiro para o meio da área, Grolli furou e ficou fácil para Vitor Bueno tocar para dentro.

O panorama se repetiu aos 28 minutos: quando a Ponte mais rondava a área santista, o Santos novamente chegou ao gol. Após cruzamento pela direita, Ricardo Oliveira tentou o chute, mas a bola sobrou para Gabriel marcar.

Logo depois do gol, o camisa 10 protagonizou uma imagem emblemática, ao se ajoelhar atrás do gol e beijar o escudo do clube, pintado no gramado. Seria um sinal de despedida do Peixe em razão do assédio da Juventus, da Itália?

A Ponte ainda descontou aos 39, quando Rayner lançou Roger pela direita. Gustavo Henrique não acompanhou o atacante, que pôde finalizar e marcar.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Vasco sai na frente, mas Luverdense consegue empate no Passo das Emas

Fonte: Só Notícias/Herbert de Souza com Gazeta Esportiva (foto: Carlos Gregório Júnior/assessoria) – Luverdense e Vasco empataram, em 1 a 1, há pouco, no estádio Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde. A partida, válida pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B, foi movimentada, com chances para ambos os lados. O cruz-maltino abriu o placar, aos 14 minutos do segundo tempo, com Yago Pikachu. Porém, no finalzinho, aos 45, Alfredo marcou para o LEC e assegurou o empate.

O resultado mantém o Vasco em 1º lugar na competição, com 32 pontos. O Luverdense, apesar do ponto conquistado, não conseguiu subir nenhuma posição e permanece em 9º, com 22 pontos.

O Alviverde tem mais uma “pedreira” no próximo jogo e enfrentará o Bahia, no sábado (23), no estádio Fonte Nova, em Salvador (BA). O Vasco, por outro lado, tem pela frente, no mesmo dia, o Bragantino. A partida será disputada no estádio São Januário, no Rio de Janeiro (RJ).

O jogo – O Luverdense partiu para o ataque assim que a bola rolou, tentando impor seu ritmo. Aos sete minutos, a zaga carioca hesitou e Tozin penetrou e bateu na saída de Martin Silva, mas o goleiro do Vasco espalmou para escanteio. Na cobrança, Tozin subiu mais do os marcadores e cabeceou para nova defesa de Martín Silva.

O Vasco, muito modificado, tentava se posicionar melhor em campo para equilibrar as ações. E logo aos 16 minutos, o técnico Jorginho foi obrigado a fazer uma substituição. O volante William sentiu uma lesão e foi substituído por Mateus Pet. No minuto seguinte, o estreante Rafael Marques saiu jogando errado e Jomar foi obrigado a intervir para afastar o perigo.

Só aos 22 minutos é que o time carioca chegou na área do Luverdense com um chute de Pikachu que encobriu o travessão defendido por Gabriel Leite. O Luverdense era mais objetivo e obrigar o goleiro Martín Silva a duas boas defesas para salvar sua equipe aos 25 e 26 minutos.

Aos 30 minutos, após cruzamento na área, Evander cabeceou para defesa de Gabriel Leite. No minuto seguinte foi a vez de Thalles receber na área e bater forte. A bola tirou tinta da trave e saiu. Logo depois foi a vez de Caio Monteiro sentir uma lesão e pedir para sair.

O Vasco melhorou de produção e a partida ficou mais equilibrada, com os dois times se alternando na posse de bola, situação que persistiu até o final da primeira etapa. No último lance de perigo, Tozin tentou uma bicicleta, mas a bola acabou nas mãos de Martín Silva.

O segundo tempo começou de forma lenta, com as duas equipes mostrando pouca ambição ofensiva. Aos oito minutos, Mateus Pet recebeu pela esquerda e bateu cruzado. Gabriel Leite se esticou e mandou para escanteio. Na cobrança, a bola sobrou para Thalles, livre na pequena área, mas o atacante “furou” e desperdiçou uma grande oportunidade.

Aos 14 minutos, o Vasco marcou o primeiro gol.Martín Silva bateu tiro de meta, Thalles desviou de cabeça e Yago Pikachu recebeu livre para entrar na área e tocar na saída do goleiro Gabriel Leite. Foi o primeiro gol marcado por Pikachu com a camisa cruz-maltina.

O Luverdense quase chegou ao empate aos 18 minutos em cobrança de falta, executada por Jean Patrick, mas Martín Silva fez grande defesa, espalmando para escanteio. Logo depois, o Vasco perdeu o terceiro jogador por lesão. O zagueiro Rafael Marques que fazia sua estreia foi obrigado a deixar o gramado, após sentir dores na coxa direita, sendo substituido por Aislan.

O Luverdense colocou o atacante Douglas Baggio, revelado pelo Flamengo, na vaga do volante Ricardo para tentar aumentar a pressão sobre a defesa carioca. Alfredo chegou a ameaçar com um chute perigoso aos 43 minutos. No final, Paulinho cruzou e Alfredo, livre, cabeceou sem chances para Martín Silva.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Flamengo não segura resultado e cede empate ao Botafogo

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gilvan de Souza/assessoria) – Na estreia da Arena Botafogo, na Ilha do Governador, o Botafogo empatou com o Flamengo por 3 a 3, após estar perdendo por 3 a 1 na metade do segundo tempo. O movimentado clássico carioca foi disputado na tarde deste sábado e o resultado fez a equipe da Gávea chegar aos 24 pontos ganhos e ocupar a quarta colocação na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro.

O Botafogo segue com 17 pontos na 14ª posição, mas pode voltar à zona do rebaixamento no final da rodada, caso os concorrentes diretos vençam as suas partidas. Everton, Jorge e Paolo Guerrero marcaram para o Flamengo, enquanto Diogo Barbosa, Neilton e Salgueiro anotaram para o Alvinegro.

Com o técnico Tite, da Seleção Brasileira, na arquibancada, o Flamengo saiu na frente e conseguiu estabelecer uma vantagem de dois gols, mesmo sem realizar uma grande atuação. As modificações do técnico Ricardo Gomes deram resultado e o Botafogo acabou alcançando um resultado heroico para delírio da sua torcida.

Na próxima rodada, o Alvinegro visitará a Chapecoense, na Arena Condá. O Flamengo receberá o América-MG, no Raulino de Oliveira.

O jogo – Mesmo fora de casa, o Flamengo começou a partida no ataque. Antes do primeiro minuto, criou a primeira situação de perigo. Everton avançou pela esquerda e cruzou. A bola acabou sobrando para Guerrero que finalizou errado. Logo depois, Juan fez lançamento para Marcelo Cirino, mas o goleiro Sidão saiu antes e fez a defesa.

O Botafogo tentou se organizar, mas o Rubro-Negro continuou mais agressivo. O volante Willian Arão era vaiado pela torcida botafoguense cada vez que tocava na bola. O jogador teve uma saída polêmica da equipe de General Severiano.

O primeiro chute a gol do Botafogo aconteceu aos oito minutos, mas o goleiro Alex Muralha não teve trabalho para defender o chute de Aírton. O lance fez o time dirigido por Ricardo Gomes despertar e passar a determinar o ritmo da partida.

Aos 13 minutos, Camilo bateu escanteio e Rodrigo Lindoso completou de cabeça, mas a bola bateu na trave, quando Alex Muralha já estava sem ação. Logo depois, Sassá caiu na área e a torcida pediu pênalti, mas o árbitro não marcou nada.

Depois de um começo animador, o Flamengo acabou se perdendo em campo. Sem receber a bola, o atacante Guerrero se preocupava mais com a marcação e cometia muitas faltas.

Ainda assim, o Rubro-Negro saiu na frente aos 23 minutos. Mancuello cruzou na área, Guerrero não conseguiu completar e Everton aproveitou a sobra para bater forte e colocar a bola nas redes.

O Botafogo não se abalou e marcou o gol de empate aos 33 minutos. Aírton deu um chapéu em Willian Arão e levantou para Rodrigo Pimpão. A defesa cortou mal e Diogo Barbosa emendou, de primeira, para marcar um golaço.

Depois do gol, um torcedor alvinegro atirou um tênis no gramado, foi identificado e retirado da arquibancada por funcionários do Botafogo.

Com a igualdade no placar, o time dirigido por Ricardo Gomes seguiu com o controle das ações. O Flamengo errava muitos passes e não conseguia fazer a bola chegar a Paolo Guerrero.

No último lance importante do primeiro tempo, Rodrigo Pimpão recebeu de Camilo e chutou. A bola desviou em Juan e quase enganou o goleiro Alex Muralha.

Os dois times voltaram para o segundo tempo sem alterações. O Flamengo começou mais agressivo, embora sem conseguir penetrar na defesa alvinegra. A primeira conclusão foi do Botafogo aos nove minutos, mas o chute de Rodrigo Lindoso não levou perigo.

Aos 11 minutos, o Flamengo marcou o segundo gol. A defesa alvinegra saiu jogando errado e Everton tocou para Jorge bater forte e desempatar. Logo depois de alcançar a vantagem, o técnico Zé Ricardo trocou o atacante Marcelo Cirino pelo volante Canteros, reforçando a marcação e adiantando Everton. Depois de trocar o cansado Pimpão por Neilton, o técnico Ricardo Gomes decidiu promover a estreia do atacante Canales na vaga de Sassá.

Aos 20 minutos, Mancuello fez boa jogada e levantou na cabeça de Guerrero que, inteiramente livre, desperdiçou a oportunidade. Dois minutos depois, o atacante peruano marcou o terceiro gol do Flamengo. Everton roubou a bola e lançou Guerrero que tocou na saída de Sidão para colocar a bola nas redes.

O Botafogo teve a chance de reduzir a vantagem aos 25, mas Bruno Silva chutou em cima de Muralha, depois de receber bom passe de Camilo. Sem outra alternativa, o time comandado por Ricardo Gomes seguiu pressionando e conseguiu marcar o segundo gol aos 34 minutos. Neilson recebeu cruzamento de Luis Ricardo e desviou para o gol.

Empolgado, o Botafogo continuou no ataque e marcou o terceiro gol aos 37 minutos. Camilo investiu pela esquerda e tocou para Salgueiro que girou e mandou um belo chute para empatar o jogo. Foi o primeiro gol de Salgueiro com a camisa alvinegra.

Nos minutos finais, o Botafogo partiu com tudo para buscar o quarto gol, mas a defesa do Flamengo soube se defender e garantir o empate.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br