Jogador francês tem parte da orelha arrancada em amistoso

Menez reclama depois de ter parte da orelha arrancada em pisão
O atacante francês Jeremy Menez, do Bordeaux, mal começou sua trajetória no clube e já teve um grande prejuízo.
Ao vestir a camisa do time pela primeira vez, no amistoso contra o Loriente, nesta quarta-feira (3), o jogador teve uma parte da orelha direita arrancada após uma disputa de bola com o volante Didier Ibrahim N’Dong.
No lance, N’Dong pisou – aparentemente sem intenção – na orelha de Menez após o atacante cair no gramado, o que gerou o assustador ferimento.
Não há informações sobre a recuperação de Menez e o tempo em que ficará afastado dos campos.
Por meio de uma nota oficial no site do Lorient, N’ Dong pediu desculpas ao atacante e ao Bordeaux.
“Ofereço minhas desculpas a Jeremy Menez e ao Bordeaux. Foi uma ação totalmente involuntária e teve consequências negativas para o atacante. Eu dou o meu total apoio ao Menez e espero vê-lo muito rapidamente nos gramados do Campeonato Francês”.

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Do UOL, em São Paulo

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Coritiba perde de virada para o Vitória e segue na zona de rebaixamento

O Coritiba saiu na frente, mas cedeu a virada por 3 a 1 para Vitória, no Estádio Joia da Princesa, em Feira de Santana, e agora segue na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro 2016. O Leão, com 22 pontos, conseguiu subir para a 12ª colocação, deixando as proximidades da ZR.
Depois de um primeiro tempo sem bola na rede, o Coxa voltou com força depois do intervalo e, aos dois minutos, Raphael Veiga, completando um levantamento perfeito de Carlinhos, estufou as redes para abrir o placar. Juninho, espanando para trás, marcou o gol contra que deixou tudo igual. Marinho e Kieza decretaram a virada.
Na próxima rodada, o Vitória encara o Palmeiras, domingo, no Allianz Parque, em São Paulo. Já o Coritiba encara a Ponte preta, no mesmo dia, no Estádio Couto Pereira.
O jogo – O Leão começou a partida pressionado e, aos seis minutos, Dagoberto fez o cruzamento fechado e ninguém conseguiu desviar. Aos oito minutos, Kieza recebeu no meio da área, com total liberdade, mas conseguiu chutar para fora, sem goleiro. A reposta veio com Kléber ganhando da defesa, na raça, mas o chute saiu torto, direto pela linha de fundo
O Alviverde começou a buscar espaço, com Kazim, que aos 12 minutos rentou o chute cruzado, mas ninguém apareceu para desviar no caminho. Aos 17 minutos, novamente o turco, que protegeu a bola, rolou para Kléber, que girou o corpo e chutou para fora. O jogo era equilibrado, com a equipe coxa-branca saindo um pouco mais. Aos 25 minutos, Dodô arriscou de longe, com veneno, e Fernando fez grande defesa.
O Vitória tentou novamente uma chegada ao ataque, aos 30 minutos, com Dagoberto, que só conseguiu raspar a cabeça na bola, para fora. A troca quase foi fatal, em contra-ataque rápido puxado por Iago, que invadiu a área e chutou forte, no ângulo, carimbando o travessão baiano. Aos 42 minutos, Kazim rolou para Raphael Veiga que, no entanto, não conseguiu o domínio para entrar na área com liberdade.
Para a segunda etapa, as equipes retornaram sem novidades. Mas, logo aos dois minutos, Carlinhos fez a assistência e Raphael Veiga subiu para desviar de cabeça e abrir o placar em Feira de Santana. Aos seis minutos, Kazim cruzou fechado, Fernando Miguel espalmou e, na sobra, Raphael Veiga acertou a zaga.
A equipe baiana não estava bem na partida, mas contou com a ajuda da zaga coxa-branca. Aos 16 minutos, Juninho foi cortar o cruzamento e empurrou para dentro das próprias redes, encobrindo Wilson. O técnico Pachequinho colocou em campo Neto Berola para sua estreia pelo Coxa. Aos 26 minutos, Keiza partiu para a jogada individual, mas não conseguiu o último corte.
O joo se encaminhava par ao fim com as duas equipes ainda procurando o gol. Aos 39 minuots, Wilson saiu errado, o gol ficou vazio e Joao Paulo apareceu para afastar. Até que, aos 42 minutos, Marinho decretou a virada, com um belo gol. A defesa coxa-branca abriu de vez. Kieza, aos 47 minutos, fechou acontagem.

Fonte: Gazeta Esportiva

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América-MG para o Sport na Ilha do Retiro, mas leva empate no final

Desde 18 de junho o América não vence no Campeonato Brasileiro. Fora de casa o retrospecto dos mineiros é ainda pior. Do outro lado, o Sport Recife jogava em casa, diante de sua fanática torcida e embalado pelas três vitórias seguidas no nacional por pontos corridos. Mas, o futebol sempre faz questão de nos mostrar sua essência. Na noite desta quarta-feira, mais uma vez não teve essa de favoritismo. O Coelho lutou bravamente e só não findou seu jejum porque a emoção, que também encanta nesse esporte, foi ao pico com um gol dos donos da casa a um minuto do apito final na Ilha do Retiro.
Com o empate por 1 a 1, o América termina a 18ª rodada do Brasileirão com 10 pontos, ainda na lanterna. Enquanto isso, o Sport alcança os 22 pontos e freia a empolgação da torcida em chegar mais perto do pelotão que briga por uma vaga no G4. No próximo domingo, as duas equipes voltam a campo. O América recebe o Santos, às 11h, no Independência, em Belo Horizonte. Já o Leão vai à Florianópolis encarar o Figueirense, às 18h30, no Orlando Scarpelli.
O atacante Danilo, que teve uma boa passagem pelo Sport, por pouco não foi o carrasco da ex-equipe com um lindo gol de canhota, aos 38 minutos de jogo, após tabela com Matheusinho. O lance fatal foi a única jogada de perigo dos visitantes no confronto que teve o Leão dominando as ações desde o início.
O goleiro João Ricardo era exigido a todo momento e mesclava momentos de brilhantismo, como quando utilizou os pés para vencer o duelo com Edmilson, que finalizou cara a cara, e momentos de susto, como levou ao seu time ao demorar demais para repor a boal em jogo. Diego Souza, em noite apagada, não soube aproveitar o tiro livre indireto de dentro da área.
A posse de bola do Sport, que chegou a 68% no primeiro tempo, subiu até 72% na etapa final. A pressão era grande e o América, ciente de sua limitação, jogava como se defendesse o prato de comida. E quando a situação já parecia controlada, com alguns torcedores tomando o caminho de casa, o chileno Mark González recebeu cruzamento em posição irregular, mas não desperdiçou, já que o auxiliar nada marcou. A cebeçada aos 47 minutos decretou a igualdade, aliviou o prejuízo do Sport e caiu como um balde de gelo sobre os atletas extenuados do América.

Fonte: Gazeta Esportiva

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Corinthians cai diante do Atlético-PR em Curitiba

Com a Arena da Baixada lotada, o Corinthians não resistiu à pressão do Atlético Paranaense e foi derrotado por 2 a 0, vendo a liderança do Campeonato Brasileiro escapar em um anoite do atacante Walter. Com o grande resultado, o Rubro-Negro chegou aos 30 pontos, na sexta colocação. O Timão estacionou em 33 pontos.
Depois de um primeiro tempo sem gols, o Furacão chegou ao gol aos 31 minutos da segunda etapa, com Walter, que aproveitou lançamento de Paulo André, corta luz de Pablo e, com tranquilidade, ajeitou e fuzilou para marcar. Aos 41 minutos, o atacante aproveitou contra-ataque para fechar a contagem.
Na próxima rodada, o Atlético Paranaense enfrenta o Flamengo, sábado, no Estádio Kleber Andrade, em Cariacica, no Espírito Santo. Já o Corinthians encara o Cruzeiro, na segunda-feira, no retorno do time ao Estádio do Pacaembu.
O jogo -O Furacão tentou impor seu ritmo desde os primeiros movimentos. Aos dois minutos, bom lançamento para Pablo, que estava um pouco à frente, em impedimento. O Timão tocava em seu campo, sem conseguir progredir. Aos sete minutos, Lucca ficou no chão após trombada com Paulo André, mas foi só o susto. Os times tinham dificuldade na criação e não chutavam em gol.
Marcos Guilherme tentou quebrar o gelo, aos 14 minutos, arrancado com a bola e chutando fraco, fácil para Cássio. Mais uma chegada do Rubro-Negra, aos 20 minutos, com Hernani cruzamento na medida para Marcos Guilherme, que simplesmente furou. O Atlético tentava se soltar e, aos 25 minutos, Hernani, cobrando falta, obrigou Cassio a fazer boa defesa e afastar o perigo.
O técnico Cristóvão Borges foi obrigado a queimar a primeira mudança aos 28 minutos, com Marquinho Gabriel saindo de campo lesionado para a entrada de Guilherme. A partida era equilibrada e, aos poucos os times buscavam mais o ataque. Aos 35 minutos, Fagner enganou a defesa atleticana, partiu com a bola, cruzou na área, e Bruno Henrique finalizou para grande defesa de Santos. Elias, que fazia sua 250ª partida com a camisa do Corinthians, pegou sobrou da e bola, aos 44 minutos, e isolou.
Depois do intervalo as duas equipes retornaram sem mudanças. Logo no primeiro minuto, Lucca arriscou o chute de fora da área e a bola passou à direita de Santos. Sem consegui entrar na defesa rubro-negra, o Timão tentava usar a chegada de Elias, que aos sete minutos tirou Pablo da jogada e bateu com muito perigo, raspando o poste de Santos.
Santos começou a fazer a diferença no jogo, substituindo a altura Weverton. Aos 19 minutos, Lucca cobrou escanteio, Bruno Henrique desviou para trás, Romero tocou de joelho e o goleiro atleticano tirou em cima da linha, operando um milagre na Arena. Cristóvão optou pela entrada de Marlone para tentar fazer o ataque funcionar. Porém, que chegou ao gol foi o Furacão. Walter, aos 31 minutos, aproveitou lançamento de Paulo André e, com tranquilidade, ajeitou e fuzilou para marcar.
O Timão tentou começar uma pressão e se abriu. Com isso, o Furacão passou a apostar no contra-ataque para matar o jogo. E a chance veio aos 41 minutos, novamente com Walter, que aproveitou cochilo da zaga alvinegra, a corrida e o cruzamento de Lucas Fernandes para marcar e fechar a contagem.

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Daniel Augusto Jr./assessoria)

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Santos empata com o Flamengo em Cuiabá e assume liderança do Brasileiro

O torcedor santista viveu uma noite especial nesta quarta-feira. O Peixe assumiu a liderança do Campeonato Brasileiro após 10 anos de jejum. A última vez que a equipe havia ocupado a primeira colocação havia sido em maio de 2006, na quinta rodada daquela edição. A ponta da tabela, com 33 pontos, foi alcançada após a equipe empatar em 0 a 0 com o Flamengo, na Arena Pantanal, em Cuiabá.
A liderança santista, ainda que provisória – Palmeiras e Grêmio jogam nesta quinta-feira e podem superar o Peixe -, foi construída graças a uma grande atuação do goleiro Vanderlei, que parou o ímpeto flamenguista, muito mais presente no ataque que o time santista.
Desfalcado de muitas peças, o Peixe valorizou a posse de bola e os contra-ataques, até teve chance de fazer o seu gol, mas o Flamengo foi mais agressivo e poderia até ter vencido a partida. Com a informação de que o Corinthians havia tropeçado em Curitiba, diante do Atlético-PR, o Peixe cadenciou a partida nos minutos finais e assegurou o empate.
Na próxima rodada, o Santos vai a Belo Horizonte encarar o lanterna América-MG, no domingo, as 11h (de Brasília). O Flamengo, ainda na quinta colocação, com 31 pontos, recebe o Atlético-PR, no sábado, as 18h30.
O jogo – Com muita disposição, o Flamengo começou a partida partindo para cima do Santos. As descidas do rubro-negro carioca ocorriam na maioria das vezes pelo lado esquerdo da defesa santista, onde Caju tinha bastante dificuldade na marcação. Pela esquerda, Copete não recompunha bem, Leo Cittadini não marcava bem e por isso lateral-esquerdo santista ficava sobrecarregado.
Embora o Flamengo chegasse mais ao ataque, foi o Peixe quem teve a chance mais perigosa, quando aos 34 minutos, Caju tocou para Vitor Bueno, na direita. O meia pegou na bola de primeira e acertou a trave direita de Alex Muralha.
Com a pressão flamenguista, o Santos não conseguia manter a posse de bola. Jean Meia, o armador, quase não participava da partida.
O Flamengo seguia a sua sina de estar mais presente no ataque, mas foi o Santos quem novamente criou uma melhor oportunidade, quando Copete, aos 44, percebeu Alex Muralha um pouco adiantando e tentou surpreender com um chute do meio de campo. A bola caiu atrás do travessão rubro-negro.
No segundo tempo, o Santos voltou ainda mais precavido, sempre no aguardo das ações do adversário.
E mais uma vez a história se repetiu. O Flamengo mais entusiasmado no ataque, mas o Santos é quem chegou perto do gol, quando, aos 14, Rodrigão recebeu dentro da área, cortou Réver e chutou forte com boa defesa de Alex Muralha.
Os cariocas finalmente responderam, aos 17, com Everton acertando chute rasteiro, nono canto esquerdo, para intervenção de Vanderlei para a alinha de fundo.
Aos 24, Everton recebeu na esquerda, dentro da área, e chutou para nova defesa de Vanderlei.
Aos 43, o Santos que conservava o empate e a provisória liderança, passou por um enorme susto, quando Mancuello acertou o travessão, depois de finalizar de fora da área.
E ainda teve tempo para mais sufoco do Flamengo. Aos 46, Vanderlei fez nova defesa, quando Mancuello chutou para mais uma defesa do goleiro santista. Aos 48, no último lance do jogo, Fernandinho cabeceou e Caju desviou a bola com a mão dentro da área, mas o árbitro apitou o final da partida.

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria)

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Morre aos 73 anos o ex-piloto Chris Amon, que correu na F-1

O neozelandês Chris Amon, que foi considerado um dos melhores pilotos de Fórmula 1 na sua geração, morreu aos 73 anos, anunciou sua família nesta quarta-feira (3). Um câncer foi a causa do seu falecimento. Ele competiu na Fórmula 1 entre 1963 e 1976 largou em 95 corridas, tendo cinco pole positions e 11 pódios, mas sem nenhuma vitória.
Amon venceu a edição de 1966 das 24 Horas de Le Mans em um Ford GT40 com o compatriota Bruce McLaren, que mais tarde morreu em um acidente de corrida. Agora, o falecimento de Amon ocorre menos de dois meses após o 50º aniversário desse triunfo.
Ele sempre refutou a fama de “azarado” que marcou a sua carreira, dizendo que teve
a sorte de sobreviver em uma das eras mais perigosas do automobilismo. “Um monte de gente dizia que eu era muito azarado e acho que em termos de resultados, eu era”, afirmou Amon. “Mas uma coisa que eu sempre digo para as pessoas é que tenho muita sorte de estar aqui. Sou eternamente grato por estar aqui”.
Amon passou os primeiros quatro anos de sua carreira na Fórmula 1 nas equipes Lola, Lotus, Brabham, Cooper e McLaren antes se transferir para a Ferrari em 1967, onde passou três temporadas.
Na primeiras delas, em 1967, subiu quatro vezes ao pódio, mas sem conseguir vencer “Foi muito frustrante às vezes. Estava tão perto e depois tão longe em tantas ocasiões durante a minha carreira. Mas eu tive um sucesso razoável com carros esportivos e isso equilibra um pouco as coisas”.
Depois de trocar a Ferrari pela March, Amon também correu pelas equipes Matra, Tecno, Tyrrell, BRM, Ensign e Williams nos seus últimos anos na Fórmula 1. Seu último GP foi no Canadá, em 1976. Seus maiores sucessos, então, ocorreram em provas longas, que incluiu triunfos nos Mil Quilômetros de Monza e nas 24 Horas de Daytona. Com informações do Estadão Conteúdo.

Notícias ao Minuto

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Cadeirante despenca em barranco na corrida do Sal

A 13ª edição da Corrida do Sal, realizada no dia 23 de julho, durante o verão de Salinópolis, no nordeste paraense, foi marcada por um acidente inusitado e surpreendente.
Um dos participantes da competição – um cadeirante – saiu da pista e caiu em um barranco, após estar em alta velocidade e não conseguir manobrar em uma curva. A informação foi confirmada ao DOL, por telefone, pelo tenente coronel Vasconcelos, da Polícia Militar do Pará.
No vídeo, é possível ver e ouvir o momento em que outras pessoas tentam alertar o cadeirante sobre o desvio: “Olha a curva, olha a curva!”.
É possível ver ainda, o tumulto após o acidente e o cadeirante sendo socorrido por policiais militares e pelo Corpo de Bombeiros.

https://youtu.be/omY6tXOq2TQ

(DOL)

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Com golaço, Papão goleia o Criciúma dentro de Santa Catarina.

Foto: Caio Marcelo/www.criciuma.com.br – O estigma do técnico interino voltou a marcar presença no futebol. O favorecido foi o Paysandu que foi a Santa Catarina para encarar o Criciúma, no Heriberto Hülse, pressionado por uma sequência de empates, e conseguiu vencer por goleada. A partida aconteceu na noite desta terça-feira (2), pela 19ª rodada da Série B do campeonato brasileiro.

O primeiro gol do jogo foi marcado aos 27 minutos iniciais pelo volante artilheiro do Bicola na Segundona, Lucas. Já no segundo tempo, Tiago Luís acertou uma pancada da intermediária em um golaço que ampliou o marcados aos 15 minutos. No finalzinho, aos 45, Leandro Cearense recebeu de Celsinho e sacramentou o placar.
Saiba como foi a partida lance a lance!

A vitória imponente do Papão o fez avançar quatro posições na tabela, somando 25 pontos e assumindo, portanto, o 11º lugar. A derrota, puxou o Criciúma, que estava invicto em Santa Catarina, para a oitava colocação com somente um ponto a mais que o Bicola.

A delegação alviazul voltará a Belém no início da tarde desta quarta-feira (3) para se preparar para o início do segundo turno da competição, que só acontecerá no dia 16 deste mês. O confronto será contra o Ceará, às 20h30, em Belém, provavelmente na Curuzu. O Criciúma, por sua vez, irá a Recife para encarar o Náutico, na Arena Pernambuco, às 16h do dia 20 de agosto.

1º tempo: Paysandu se sobressai e abre o placar – Na ausência de meias que saibam fazer recomposição defensiva, o técnico interino Rogerinho Gameleira resolveu lançar Lucas e Jhonnatan para formar um pentágono no meio-campo do Paysandu. A dupla atacava como meias com a bola no pé e defendiam cumprindo suas funções de origem, que é de volantes.

Foto: Caio Marcelo/www.criciuma.com.brFoto: Caio Marcelo/www.criciuma.com.br

A proposta bicolor encaixou melhor que a do Criciúma, que sentiu dificuldade na transição da defesa para o ataque. Nos primeiros 10 minutos, o Papão ainda adiantou a marcação e, em uma roubada de bola no campo ofensivo, conseguiu criar sua primeira oportunidade de gol. Aos 7 minutos, Jhonnatan recebeu de Tiago Luís e, em seguida, lançou o camisa 10 na cara do goleiro Luiz, que fechou o ângulo e conseguiu impedir a finalização alviazul.

O Criciúma apostava na velocidade de Roberto pela esquerda e nas saídas do garoto Marlon pela esquerda, mas ambos esbarravam em marcações duplas. Por outro lado, o Paysandu aproveitava os espaços em contra ataques. Aos 18 minutos, João Lucas foi acionado pela esquerda e lançou Lucas na ponta. O volante – que atuou várias vezes na temporada como lateral – cruzou para a chegada de Alexandro na área, mas o zagueiro Diego Giaretta conseguiu cortar pela linha de fundo.

Já aos 27 minutos, a tentativa de sair pela esquerda com cruzamento na área terminou com festa bicolor. No lance, João Lucas recebeu e cruzou rasteiro. A bola passou por Alexandro e ficou ‘limpa’ para Lucas, que tocou na saída de Luiz para abrir o placar no Heriberto Hülse.

A partir de então, o Criciúma, que chegara com retrospecto invicto jogando em casa nesta Série B, demonstrou nervosismo e abusava de errar passes. A busca pelo empate estava tão desordenada que até faltas do setor de meio-campo já estava sendo endereçadas diretamente para a área.

Fim de primeiro tempo e o Tigre deixou o gramado vaiado pela sua própria torcida, enquanto que o Papão seguiu para o intervalo com a missão de montar estratégia para garantir a vitória na segunda etapa do confronto.

2º tempo: Paysandu aproveita desepero do Tigre e goleia – Se o Criciúma voltou do intervalo com substituição para lançar o time para o ataque de uma vez, o Paysandu retornou com a missão de colocar a bola no chão para manter a vitória, mas conseguiu fazer além e goleou.

Foto: Caio Marcelo/www.criciuma.com.brFoto: Caio Marcelo/www.criciuma.com.br

Enquanto o jogo estava morno, o Bicola ganhou uma falta na intermediária de ataque. Tiago Luís encarnou de vez a camisa 10 do Papão, foi para a cobrança e mandou uma pancada no ângulo direito de Edson, que só saltou para aparecer na foto. Golaço aos 15 minutos.

Dois minutos depois, o Tigre saiu pela esquerda e Gustavo ajeitou para a chegada de Elvis. O camisa 10 dominou na risca da pequena área e chutou para a grande defesa de Emerson. Mas quem ficou mais próximo de marcar foi o Paysandu, quando o árbitro marcou o pênalti em Alexandro. O próprio atacante do Bicola pediu a bola e bateu, mas acabou ficando na defesaça de Edson.

A defesa de Edson na penalidade gerou um gás a mais para a equipe carvoeira. Aos 28 minutos, Roberto recebeu na ponta direita e cruzou na cabeça do artilheiro da Série B, Gustavo. O camisa 9 do Criciúma cabeceou com estilo e mandou a redonda na trave.

Os donos da casa passaram a jogar totalmente para o ataque. Aos 32, o cruzamento de Niltinho encontrou Gustavo na marca do pênalti. Sem equilíbrio, o atacante escorou para Roberto, que tentou cabecear e acabou fazendo um passe para Diego Giaretta, que colocou o joelho na frente da bola e a jogou pela linha de fundo.

Após um dos inúmeros chutões da defesa bicolor para afastar o perigo, João Afonso dominou mal na intermediária de defesa e Leandro Cearense o desarmou. Ele passou para Lucas, que deixou para Celsinho lançar Leandro Cearense dentro da área. O camisa 9 do PSC mostrou categoria e tocou por cima de Edson para fechar a vitória por goleada do Bicola.
Ficha técnica (Criciúma 0 x 3 Paysandu)

Criciúma – Luiz (Edson); Ricardinho, Raphael Silva, Diego Giaretta e Marlon (Niltinho); João Afonso, Douglas Moreira, Juninho (Andrew) e Elvis; Roberto e Gustavo. Técnico: Roberto Cavalo

Paysandu – Emerson; Roniery, Fernando Lombardi, Gilvan e João Lucas; Ricardo Capanema, Augusto Recife, Lucas e Jhonnatan (Domingues); Tiago Luís (Celsinho) e Alexandro (Leandro Cearense). Técnico: Rogerinho Gameleira (interino)

Gols: Lucas 27′ 1T, Tiago Luis 15′ 2T, Leandro Cearense 45′ 2T (Paysandu)

Cartões amarelos: Alexandro, Augusto Recife e Ricardo Capanema (Paysandu)

Local: Heriberto Hülse (Criciúma/SC)

Data: 02/08/16

Hora: 19h15

Árbitro: Pablo dos Santos Alves – PB (ESP)

Auxiliares: Luis Filipe Gonçalves Correa – PB (CBF-1) e Oberto Santos da Silva – PB (CBF-1)

Público: 3.218 pagantes

Renda: R$ 35.820,00
Por Orm News

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São Paulo leva dois da Chape, mas arranca empate no Morumbi lotado

A Chapecoense não se assustou com os 54.966 torcedores que acordaram cedo para apoiar o São Paulo neste domingo e precisou de apenas 11 minutos de jogo para mostrar a que veio e abrir 2 a 0. O resultado só não foi tão ruim para os donos da casa porque, no segundo tempo, a pressão surtiu efeito e, com dois gols do peruano Cueva, aos 5 e aos 40 minutos da etapa final, o Tricolor evitou a derrota e garantiu o empate no Morumbi. Assim, o time do Sul confirmou a freguesia tricolor no confronto direito. Agora são três jogos entre as duas equipes, com um vitória do time de Chapecó e dois empate.
A igualdade no confronto da 17ª rodada do Campeonato Brasileiro expos muitas falhas da equipe de Edgardo Bauza. Maicon, o zagueiro de R$ 22 milhões, foi decisivo, mas, pelo lado negativo. O capitão tricolor falhou nas duas jogadas que culminaram nos gols da Chapecoense. Primeiro, logo aos 5 minutos, o jogador ficou na indecisão com Carlinhos e só assistiu o cruzamento de Martinuccio, que Lugano não conseguiu interceptar. Mais esperto, o centroavante Kempes subiu e cabeceou no ângulo de Denis.
Aos 11, de novo pela esquerda, mas agora em cobrança de falta de Cléber Santana, Maicon e Carlinhos voltaram a bater cabeça e foi a vez do zagueiro Willian Thiego aproveitar para marcar, também de cabeça.
Os 2 a 0 no placar mexeram com a equipe de Patón Bauza, que abusou dos cruzamentos na área para correr atrás do prejuízo, mas viu a jogada ser facilmente bloqueada pela linha de defesa da Chape em todas as oportunidades. Os erros de passes e a lentidão do time nada lembrava o esquadrão aguerrido na Libertadores. Por isso, as vaias deram o tom no estádio no intervalo do confronto.
A segunda etapa teve outra cara. Os visitantes voltaram decididos apenas a marcar e segurar o resultado, enquanto o Tricolor partiu de vez para a pressão, com Chavez no lugar de Thiago Mendes. O atacante argentino entrou em campo para fazer sua estreia e já teve o nome gritado pelos torcedores na arquibancada.
O gol do São Paulo parecia questão de tempo. Aos 8, Centurión, em sua provável despedida, exigiu boa defesa do goleiro Danilo. Mas, aos 15, não teve jeito. Logo na sequência da entrada de Luiz Araujo na vaga de Carlinhos, Centurión voltou a costurar a zaga verde e rolou para o peruano Cueva bater firme e estufar as redes.
O gol colocou fogo no jogo. Os zagueiros do São Paulo já se posicionavam na linha do meio de campo, com todo o time em cima da Chapecoense. Chavez, Centurión e Luiz Araújo por pouco não empatar em finalizações perigosas.
Aos 33, Patón tentou sua última cartada ao colocar o jovem Pedro na vaga de Kelvin. A substituição, no entanto, não agradou e o técnico argentino ouviu as vaias vindas das arquibancadas. Mas, o alívio veio aos 39 minutos, quando a bola tocou no braço de Josimar dentro da área. Cueva cobrou o penal sem chances ao goleiro Danilo e levou o Morumbi a loucura com o empate.
Apesar do sentimento de ter buscado um resultado adverso, o empate ainda saiu no lucro para o São Paulo, já que a Chapecoense teve suas grandes chances de marcar o gol da vitória nos acréscimos da partida. Nas duas oportunidades, o goleiro Denis foi brilhante e, por isso, acabou ovacionado pela torcida após o apito final.
Com um ponto para cada um, a tabela de classificação do Campeonato Brasileiro ficou com São Paulo e Chapecoense nas 11 e 11ª posição, respectivamente, com os mesmos 23 pontos. Agora, as duas equipes aguardam o complemento da rodada para descobrirem suas verdadeiras posições na competição.
Na próxima quinta-feira, o São Paulo busca a reação diante do Atlético-MG, de novo no Morumbi, às19h30. No mesmo dia, a Chapecoense recebe o Palmeiras em casa, na Arena Condá, às 21h30 (ambos em horário de Brasília).

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Rubens Chiri/arquivo)

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Corinthians volta a vencer e retoma liderarança; série negativa do Internacional aumenta

Após dois empates por 1 a 1 em Itaquera, com São Paulo e Figueirense, o Corinthians voltou a vencer e ainda assumiu a liderança do Campeonato Brasileiro. Neste domingo, a equipe comandada por Cristóvão Borges contou com um gol do volante Elias, de volta ao time titular, para fazer 1 a 0 sobre o Internacional no Beira-Rio.
O resultado deixou o Corinthians com 33 pontos ganhos, um de vantagem sobre o rival Palmeiras, que perdeu por 3 a 1 para o Botafogo também neste domingo e caiu para a terceira colocação, com os mesmos 32 do Santos. Já o Inter aumentou a sua série negativa para nove jogos sem vitória e permaneceu com 21 pontos.
Corinthians e Internacional voltarão a campo no meio de semana. Na quarta-feira, a equipe paulista jogará novamente longe de casa diante do Atlético-PR, na Arena da Baixada. A gaúcha tentará se reabilitar no dia seguinte, contra o Cruzeiro, no Beira-Rio.
O jogo – Iniciando uma série de jogos longe de Itaquera, já que cedeu o seu estádio para o torneio de futebol dos Jogos Olímpicos, o Corinthians não se intimidou na casa do Internacional. Ao contrário. Com mais mobilidade ofensiva, como queria Cristóvão Borges, a equipe visitante não demorou a incomodar Marcelo Lomba.
Para colaborar, o goleiro do Internacional estava atrapalhado. Lomba foi enganado pela curva da bola em um lançamento e saiu mal do gol no início da partida, por exemplo, acabando salvo porque Marquinhos Gabriel finalizou para fora. Mais tarde, furou o chute em um recuo de Fabinho.
Em mais uma tarde de pouca inspiração também no ataque, o Inter se conformava com os contra-ataques puxados por Valdívia para reagir emocionalmente no campeonato a partir do confronto com o Corinthians. Era pouco, contudo, para fazer o goleiro Cássio suar a camisa.
Aos 18 minutos, o Inter ainda sofreu uma baixa. Anselmo lesionou a coxa direita e precisou ser substituído pelo jovem Jair. No Corinthians, as mudanças eram apenas de posicionamento, com Giovanni Augusto e Marquinhos Gabriel se revezando pelos lados do campo e Romero com bastante liberdade para criar.
Aos 26, o atacante paraguaio do Corinthians fez boa jogada pela direita e cruzou para André, que, destoando tecnicamente dos seus companheiros, não conseguiu concluir. Pouco depois, o mesmo centroavante cabeceou para fora, sem marcação, depois de um levantamento da esquerda de Marquinhos Gabriel.
O Corinthians abriu o placar aos 41 minutos. Uendel cobrou lateral para André, que ajeitou a bola para Romero. O paraguaio fez boa tabela com Giovanni Augusto dentro da área e rolou para Elias, revivendo os seus melhores dias de homem-surpresa, bater no canto.
Em desvantagem no marcador, Falcão não hesitou em gastar as suas alterações restantes no intervalo. E mandou o Inter ao ataque com o estreante uruguaio Nico López e Eduardo Sasha nas vagas de Valdívia e Vitinho. Deu resultado.
O Inter precisou de pouco tempo para começar a acuar um assustado Corinthians e reanimar a sua torcida, que havia vaiado o time ao final do primeiro tempo. Logo no minuto inicial do segundo, Ariel ficou com a bola depois de um vacilo de Balbuena e só não marcou o gol porque foi bloqueado por Cássio.
Após suportar a pressão durante cerca de dez minutos, o Corinthians se reencontrou e quis tirar proveito do ímpeto adversário para buscar o segundo gol. Cristóvão tentou colaborar com a entrada do veterano Danilo no lugar de Giovanni Augusto. Depois, trocou André, machucado, por Luciano.
Se não aumentou o volume de jogo do Corinthians, que errava muitos passes, ao menos Cristóvão conseguiu esfriar os ânimos do Inter. Aos 29, o técnico entrou em ação novamente, sacando o desgastado Elias e colocando Rodriguinho em campo.
Nos minutos finais de partida, o Inter se lançou desesperadamente ao ataque. O Corinthians investiu nos contragolpes e não ampliou o placar porque Luciano concluía mal, como tem feito no decorrer de toda a temporada, e Romero estava hesitante. A vitória por 1 a 0 do novo líder do Campeonato Brasileiro, contudo, já satisfazia Cristóvão, os seus comandados e a torcida visitante.

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/arquivo)

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