Atlético-MG vence Chapecoense no Horto e encosta na liderança

O Atlético-MG, junto do Corinthians e do rival Cruzeiro, esperou para concluir o primeiro turno do Campeonato Brasileiro nesta segunda-feira e contou com o apoio da torcida no estádio Independência para vencer a Chapecoense por 3 a 1. Carlos César Robinho e Maicosuel, selaram o triunfo e garantiram o Galo no G4. Bruno Rangel descontou para os visitantes no fim da partida.
Com o resultado, a equipe comandada por Marcelo Oliveira alcançou a quinta vitória consecutiva e chegou a 35 pontos, um a menos que o atual líder Palmeiras e ultrapassou o então vice-colocado Flamengo, que soma 34. Já o Alviverde estacionou na 11ª colocação com 24 pontos.
Pela abertura do returno, a equipe mineira tem um verdadeiro desafio pela frente, pois encara o Santos na Vila Belmiro, em duelo que será realizado no próximo domingo, enquanto o Verdão do Oeste volta a campo somente na próxima segunda, quando recebe o Internacional, em Santa Catarina.
O Botafogo também não entrou em campo pela 19ª rodada, mas terá que esperar ainda mais para disputar o confronto contra o Grêmio, adiado para o dia 4 de setembro.
O jogo – Apoiado pela apaixonada torcida do Horto e com moral após quatro vitórias seguidas, o Atlético-MG começou o confronto deste início de semana mostrando que estará na briga pelo título do Brasileirão. Dominando o meio-campo, emplacando boas jogadas, principalmente com o auxílio dos laterais, e enfrentando um time que teve muitas dificuldades para segurar a pressão, o Galo deu um show à arquibancada e selou a vitória logo na primeira etapa.
No entanto, por se projetar demais ao ataque, acabou cedendo espaços principalmente para o talentoso meia Hyoran e levou alguns sustos nos primeiros instantes do duelo. Aos 13 minutos, Kempes recebeu do jovem atleta e cabeceou entre os zagueiros; a bola tirou tinta da trave defendida por Victor.
Melhor no encontro, o Alvinegro não tardou a abrir o placar e o fez aos 20 minutos com o lateral direito Carlos César, que estava em noite inspirada; em bela jogada trabalhada por Robinho e Maicosuel, que contou com um lance de garra do volante, Leandro Donizete recebeu e cruzou. Fred escorou, Pratto furou, mas o defensor conseguiu anotar.
Daí em diante, o jogo esfriou e as equipes já não conseguiam ser tão incisivas na hora de concluir as ofensivas, abusando de chutes de média e longa distância, sem sucesso. A Chape quase conseguiu estragar a festa atleticana, com Thiego estufando as redes em cabeceio, mas o juiz marcou impedimento do zagueiro.
A partir dos 30 minutos, os donos da casa voltaram a embalar no confronto. Apresentar o futebol intenso dos minutos iniciais, o Galo quase ampliou com Pratto desviando de carrinho, obrigando Danilo fez grande defesa, e conseguiu o segundo tento contando com a estrela de Robinho. Após confusão na área, Fábio Santos rolou para o camisa 7, que acertou um belo chute de bico, guardando a bola no cantinho.
Com a vantagem tranquila e mais qualidade técnica, o Alvinegro fez um segundo tempo equilibrado, prezando por obter o controle da partida com bons toques, muita posse de bola, mas sem tanta garra para buscar o terceiro gol. Além disso, acabou passando por momentos de desatenção e cedeu alguns contra-ataques para os catarinense, que por sua vez, não conseguiam apresentar grandes problemas para o goleiro Victor.
Em busca de mais ação no confronto, a torcida pedia incessantemente a presença do atacante Luan. Marcelo Oliveira atendeu e a aposta rendeu. Aos 34 minutos, o “Menino Maluquinho” recebeu belo passe de letra de Robinho, acionou Maicosuel dentro da área e o volante fechou a contagem.
No entanto, apesar de estar nas graças da torcida e já colaborar para a vitória atleticana, Luan sentiu uma fisgada na parte posterior da coxa esquerda, 13 minutos depois de entrar, e acabou sendo substituído por Clayton.
Já com a vitória do Galo garantida, a Chapecoense acabou fazendo o gol de honra aos 45 minutos, com o artilheiro Bruno Rangel cabeceando após cruzamento na medida de Gil. Sem tempo para mais nada, o resultado não foi alterado: vitória do Atlético por 3 a 1 em Belo Horizonte.

Fonte: Gazeta Esportiva

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Corinthians leva o empate do Cruzeiro e vê Palmeiras levar primeiro turno

Aos gritos de burro para Cristóvão e vaias apesar do bom desempenho da equipe com as entradas de Guilherme e Marlone, o Corinthians ficou no empate por 1 a 1 com o Cruzeiro na noite desta segunda-feira, no estádio do Pacaembu, pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro. O gol da equipe alvinegra foi marcado pelo meia Giovanni Augusto, enquanto o argentino Ábila fez o tento de empate dos visitantes.
Com o resultado, os alvinegros chegaram a 34 pontos, dois a menos que o Palmeiras, detentor do título simbólico do primeiro turno da competição. O clube ainda foi ultrapassado pelo Atlético-MG, que derrotou a Chapecoense por 3 a 1. Já o Cruzeiro tem 19, ainda na zona de rebaixamento.
Na próxima rodada, os comandados de Cristóvão Borges fazem um difícil duelo contra o Grêmio, na Arena do rival, às 11h (de Brasília) do próximo domingo. Do outro lado, Mano Menezes e a sua trupe recebem a equipe do Coritiba, no mesmo dia, mas às 16h (de Brasíla), no Independência.
Gol relâmpago e péssima arbitragem
O início de jogo foi eletrizante, deiando o Corinthians em vantagem praticamentedesde o primeiro apito do juiz Dewson Fernando Freitas. Marquinhos Gabriel recebeu bela inversão de bola de Bruno Henrique após corta-luz de Elias. O meia cruzou para André dividir com a zaga dentro da área. A bola espirrou e sobrou nos pés de Giovanni Augusto. O meia chutou forte, a bola desviou em Henrique e entrou no gol sem chances de defesa para o goleiro Lucas França.
O problema para os visitantes foi que o árbitro não se limitou a apenas iniciar a partida. Após uma rápida pressão, principalmente com os habilidosos Rafael Sóbis e Ramón Ábila, a Raposa teve uma chance clara para empatar. O argentino deu um chapéu em Cássio e sofreu pênalti claro do arqueiro, ignorada pelo juiz, para desespero dos mineiros. O avante ainda tentou mostrar o joelho sangrando, talvez fruto da dividida com Cássio, mas só conseguiu um amarelo para si mesmo.
A arbitragem continuou a piorar. Em dividida no ataque, André ganhou de Lucas e levou uma solada na região da virilha, caindo no chão com muitas dores. O juiz nem falta marcou. Depois, foi alvo de constantes reclamações, principalmente de Rafael Sóbis. O avante, que chegou a classificar como “palhaçada” a arbitragem no intervalo, movimentou-se bastante e, a cada bola que o árbitro marcava a favor do Alvinegro, balançava os braços em sinal de reprovação.
Em termos de chances de gol, porém, o duelo não ofereceu muito aos presentes. Mesmo com bastante animação dos públicos e jogadas em sua maioria agudas, com direção ao gol, faltou aos dois times mais calma na hora de dar o último passe e finalizar, mantendo o 1 a 0 até a descida para os vestiários.
Na volta para o segundo tempo, o Timão poderia ter ampliado a sua vantagem logo de cara, aproveitando-se do bom momento de André e Romero, sempre ganhando as disputas de Bruno Rodrigo e Manoel. Na mais clara, aos cinco minutos, o centroavante ganhou disputa de Manoel e Romero ficou em boa condição para chutar. O paraguaio, no entanto, preferiu tocar no meio de volta para o camisa 9, mandando nas mãos de Lucas França.
O Cruzeiro, a partir dali, passou a mandar no jogo, Mano Menezes mexeu bem ao tirar o volante Cabral para a entrada do atacante Willian. Jogando quase como um armador, o ex-corintiano dominou as ações no meio-campo, rodou a bola de um lado para o outro e não demorou para, aos 21 minutos, achar Rafael Sóbis e boa condição pelo lado esquerdo. O avante ganhou de Fagner e cruzou rasteiro na entrada da área para Ábila acertar belo chute de primeira, no ângulo de Cássio.
Quando parecia que os cruzeirenses rumariam para a virada, no entanto, os donos da casa resolveram mostrar por que entraram em campo com condições de tomar a liderança do Campeonato Brasileiro do arquirrival Palmeiras. Primeiro, aos 25, Bruno Henrique recebeu boa ajeitada de André e chutou forte. Lucas França deixou a bola passar por entre as suas pernas, mas, antes de ela cruzar a linha, conseguiu se recuperar.
Depois, uma série de chances perdidas pelo time da casa. Primeiro Guilherme, aos 30 minutos. O meia recebeu passe de Fagner na marca do pênalti e, livre, conseguiu chutar por cima do gol. Depois, Uendel recebeu pelo lado esquerdo e chutou forte, exigindo boa defesa do arqueiro. Pressionado pela torcida, Cristóvão colocou Marlone no lugar de Romero. O time melhorou ainda mais nos acréscimos, mas Balbuena e depois Yago, ambos de cabeça, desperdiçaram a chance da vitória.

Fonte: Gazeta Esportiva

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Inter demite Falcão menos de um mês depois e sem vitórias

Paulo Roberto Falcão foi demitido após 27 dias e deixa Inter sem nenhuma vitória
Classificação e jogos
Depois de completar o 11º jogo sem vitória no Campeonato Brasileiro, o Internacional decidiu novamente mudar o comando da equipe. No início da tarde desta segunda-feira (8), o clube colorado anunciou a saída do técnico Paulo Roberto Falcão.
Ídolo do time gaúcho, Falcão durou apenas cinco jogos no comando do Inter, que vive uma enorme crise nesta virada de turno do Campeonato Brasileiro. O agora ex-treinador somou dois empates e três derrotas – 13% de aproveitamento.
Inter e Falcão assinaram contrato somente no último sábado; o tempo de duração era válido até julho de 2017. Antes disso, o treinador trabalhava amparado por um termo de compromisso, firmado após reunião com a diretoria em 12 de julho.
Acima dos resultados, o desempenho do time e o perfil de trabalho diário pesaram na decisão. O Inter não viu capacidade de reação sob o comando de Falcão, que encerra a terceira passagem pelo Beira-Rio – as outras foram em 1993, quando deixou o clube para dirigir o Japão, e há cinco anos, quando permaneceu apenas 99 dias e saiu após três derrotas consecutivas.
Além da demissão do treinador, o Inter deve anunciar nas próximas horas um novo departamento de futebol, com um vice-presidente, diretores políticos e até mesmo um diretor-executivo, remunerado.
O Internacional não vence há 11 jogos na Série A. De candidato à liderança, o clube do Rio Grande do Sul passou a encarar uma nova realidade: com 22 pontos, o time briga contra o rebaixamento – são apenas dois pontos de vantagem em relação ao Botafogo, primeiro clube na zona da degola.
Falcão é o segundo treinador que deixa o Internacional neste Campeonato Brasileiro. Antes dele, Argel saiu do Beira-Rio após conquistar apenas um ponto em 18.
Confira a nota oficial do Internacional:
Em conversa com o presidente Vitorio Piffero, nesta segunda-feira (08/08), foi decidida a rescisão do contrato do treinador Paulo Roberto Falcão.
O Sport Club Internacional deseja sorte ao ídolo colorado na sequência de sua carreira.

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São Raimundo decepciona e dá adeus à Série D do Brasileiro

Time do São Raimundo não se encontrou em campo e perdeu no Colosso do Tapajós
O São Raimundo está eliminado do Campeonato Brasileiro da Série D. Na tarde de domingo (7), no Estádio Colosso do Tapajós, em Santarém, o Pantera recebeu o Juazeirense-BA precisando vencer por dois gols de diferença para se classificar, mas amargou derrota em casa, por 3 x 1.
Os baianos saíram na frente no começo do primeiro tempo, com Lopes. Diego Ceará foi o responsável pelo segundo gol. O São Raimundo diminuiu de pênalti, com Diego Love. No final da partida, novamente Diego Ceará marcou e sacramentou a eliminação paraense.
No primeiro jogo, o Juazeirense-BA venceu por 2 x 1. O São Raimundo, assim como Águia, deve passar por período de reformulação do elenco e focar na disputa do Campeonato Paraense 2017.

Fonte: DOL e FolhaPress

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Atleta marroquino do boxe é preso por suspeita de estupro na Vila Olímpica

Hassan Saada, de 22 anos, foi preso na manhã desta sexta-feira.-Ele teria estuprado duas camareiras brasileiras na quarta-feira.

O atleta marroquino de boxe Hassan Saada, de 22 anos, foi preso na manhã desta sexta-feira (5) suspeito de ter estuprado duas camareiras brasileiras na Vila dos Atletas, na quarta-feira (3).

A prisão temporária do boxeador foi decretada pelo Juizado do Torcedor e dos Grandes Eventos, com base em provas reunidas por investigadores da 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes).

O atleta iria competir neste sábado (6), às 12h30, no Pavilhão 6 do RioCentro, com o turco Mehmet Nadir Unal, mas pode estar fora da competição porque estará preso por 15 dias. (Saiba mais detalhes sobre o lutador)

De acordo com a polícia, ele teria chamado as duas camareiras como se quisesse uma informação. Quando elas entraram no quarto dele para verificar o que o boxeador queria, ele as atacou e passou a apertar as coxas de uma delas e os seios da outra. Hassan Saada estava com mais dois atletas no quarto, que nada fizeram com as duas mulheres. Elas conseguiram se desvencilhar e saíram do quarto.

Natural de Casablanca, maior cidade marroquina, Saada conseguiu a classificação para a Olimpíada na categoria meio-pesado apenas em junho deste ano no torneio qualificatório em Baku, no Azerbaijão. Ele foi nono colocado no Mundial de boxe de 2015, em Doha.

O Comitê Rio 2016 afirmou que está ciente do caso, que a prisão extrapola o âmbito esportivo e que vai colaborar com as investigações no que for necessário.

Outra suspeita de estupro
No domingo (31), o segurança Genival Ferreira Mendes, funcionário da empresa Gocil, que presta serviços ao Comitê Rio 2016, foi autuado em flagrante suspeito de praticar ato libidinoso contra uma bombeiro civil dentro do Velódromo, no Parque Olímpico.

De acordo com o Comitê Rio 2016, a empresa Gocil foi notificada de que o funcionário “infringiu o código de conduta e ética do Comitê”.

hassan
Por G1
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Atlético-MG vence São Paulo e Bauza se despede com derrota

O São Paulo mais uma vez não teve forças para vencer no Morumbi, diante de seu torcedor. Depois de empatar no sufoco com a Chapecoense, nesta quarta-feira, a equipe foi ainda pior. Depois de sair na frente com uma verdadeira obra prima de Andres Chavez, o Tricolor não conseguiu segurar o ímpeto do forte e veloz ataque atleticano e acabou sofrendo a virada ainda no primeiro tempo. Victor, que falhou no gol são-paulino, foi o grande nome da segunda etapa e segurou o massacre dos mandantes no segundo tempo.
Assim, o técnico Edgardo Bauza se despede do São Paulo com 18 vitórias, 18 derrotas e 13 empates. Enquanto assume a seleção argentina, Patón ficará apenas na torcida para que sua, agora ex-equipe, consiga reagir no Campeonato Brasileiro. Já são quatro jogos sem saber o que é vitória, 23 pontos e uma incômoda 11ª colocação, podendo ainda perder mais uma posição até o fim da 18ª rodada.
Por outro lado, o Galo mostra que chega para brigar pelo título depois de um início de Brasileirão ruim. É a quarta partida consecutiva que os mineiros saem de campo com os três pontos garantidos. Assim, alcança os mesmos 32 pontos do Grêmio, primeiro clube dentro do G4.
Sem Bauza e com André Jardine no comando, o São Paulo volta a campo no domingo, quando visitará o Santa Cruz no estádio do Arruca, em Pernambuco, às 16h15. O Atlético-MG só jogará na segunda-feira. O adversário será a Chapecoense, a partir das 20 horas, no estádio Independência, em Belo Horizonte.
Golaço, virada e polêmica
Devido ao caótico trânsito paulista, muitos torcedores ainda entravam no estádio quando o placar foi aberto. E quem não viu, perdeu uma chance de ouro, porque Andres Chavez fez questão de mostrar em um só lance como pode funcionar sua principal característica. Famoso por ser “chuta-chuta” na Argentina, o atacante, que fez sua estreia como titular nesta quinta-feira, percebeu Victor adiantado e emendou um petardo de canhota, ainda antes da intermediária ofensiva, para anotar seu primeiro gol com a camisa tricolor.
O gol aos 2 minutos deixou o Morumbi, longe de receber um público parecido com o de domingo, quando o recorde do campeonato foi batido, ensandecido. O Galo, no entanto, com tantos jogadores experientes, soube administrar o início avassalador dos mandantes e, aos poucos, foi se encontrando em campo.
Não demorou e o empate aconteceu. Em contra-ataque claramente armado, Hudson não leio a jogada e deixou de acompanhar Lucas Pratto, que entrou na área para afzer a vez de Fred, que abriu para receber. Com isso, Mena, teve de abandonar a lateral e Maicossuel para fechar o miolo. Com o sistema defensivo desmontado, Fred teve tempo para dominar e servir Maicossuel que, sozinho, bateu firme para o fundo do gol.
O São Paulo forçava as jogadas pelo lado direito, com Kelvin e Buffarini, que atua quase como um ponta antigo. Dali saiam as principais jogadas são-paulinas. O Atlético ficava na espreita, aguardando a melhor oportunidade. E o momento se repetiu aos 19 minutos. Novo contra-ataque. Dessa vez Pratto levou sorte ao tentar o passe. A bola bateu em Buffarini e ficou limpa para o atacante bater forte, no ângulo de Denis. Golaço e virada no Morumbi.
O jogo era bom, de qualidade técnica elevada, o que fazia com que qualquer erro fosse mais evidenciado. Atrás do placar, os jogadores do São Paulo acabavam errando mais naturalmente. A primeira etapa ainda reservou amis dois lances de perigo. Um com Michel Bastos, que finalizou de dentro da área para defesa de Victor, e outro já os acréscimos para gerar polêmica.
Robinho e Fabio Santos deixaram Buffarini e Hudson perdidos na marcação. O Rei das Pedaladas, então, viu Fred na área e alçou a bola. Maicon falhou na marcação, como já ocorrera no domingo nos dois gols da Chapecoense, e Fred ampliou de cabeça. O problema é que a arbitragem anulou o lance assinalando impedimento, que não ocorreu.
Massacre sem recompensa
A segunda etapa mostrou que o São Paulo teria de correr atrás sob pressão, em casa. Antes mesmo dos 10 minutos, a torcida já dava sinais de impaciência, principalmente diante dos repetitivos erros de passes de Thiago Mendes. Não demorou e os gritos de “Luiz Araújo” eram ecoados.
O jogo tomou ares dramáticos e, enfim, o São Paulo cresceu e se impôs. Foram três grandes chances de empate. Thiago Mendes desperdiçou de cabeça, Victor fez um verdadeiro milagre após cobrança de escanteio e testada de Maicon, e Chvez também obrigou boa defesa do camisa 1 atleticano em chute cruzado.
Para aumentar a intensidade, o jovem Luiz Araújo entrou na vaga de Wesley. Fred saiu lesionado para Luan ir para o jogo. O Galo, no entanto, diferente da primeira etapa, tinha muita dificuldade até em superar a linha de meio campo. A torcida tricolor, a essa altura, jogava junto e empurrava o São Paulo para cima.
O grito de gol quase desentalou aos 29, quando Hudson arriscou da entrada da área. Victor espalmou, mas Thiago Mendes chegou no rebote e rolou para Chavez, embaixo da trave. Leonardo Silva, porém, se antecipou e salvou o Galo. Era ataque contra defesa. Um massacre do São Paulo, mas longe de ser eficiente.
Uma linda defesa de Vitor já aos 40 minutos mostrou de uma vez por todas de a noite não era são-paulina. Apesar da derrota, ao menos ficou o consolo da torcida ter reconhecido o esforço do time após o apito final com gritos de incentivo e muitas palmas.

Fonte: Gazeta Esportiva

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Com golaço de Reinaldo, Ponte Preta supera Botafogo em Campinas

Depois de três jogos sem vitória, a Ponte Preta voltou a conquistar um resultado positivo no Campeonato Brasileiro. Em partida disputada na noite desta quinta-feira, no Moisés Lucarelli, em Campinas, a Macaca derrotou o Botafogo por 2 a 0 e melhorou sua posição na competição.
Com a vitória, a equipe dirigida por Eduardo Baptista chegou aos 27 pontos ganhos e ocupa a oitava posição. O Botafogo segue com 20 pontos ganhos, na 15ª colocação.
A Ponte Preta não precisou fazer uma grande exibição para merecer o resultado. Diante de um Botafogo desorganizado e sem inspiração, a equipe campineira controlou a partida durante os 90 minutos e mostrou competência para conseguir a vitória. Os gols foram marcados por Pottker e Reinaldo, um em cada tempo.
Na próxima rodada, a equipe de Campinas vai enfrentar o Coritiba no Couto Pereira. Como o jogo com o Grêmio foi adiado por causa das Olimpíadas, o Botafogo só volta a jogar no dia 14, diante do São Paulo, no Morumbi.
O jogo – A Ponte Preta começou no ataque e, logo aos dois minutos, Maycon recebeu na intermediária e bateu forte. O goleiro Sidão deu rebote e a defesa carioca aliviou o perigo. Aos cinco minutos, o atacante Canales foi atingido com violência por Fábio Ferreira. O chileno não suportou as dores e acabou substituído por Vinicius Tanque. Um minuto depois, o zagueiro Renan Fonseca tentou um lançamento longo, a bola quicou no gramado e quase encobriu o goleiro Matheus que conseguiu desviar para escanteio.
O time paulista seguiu mais agressivo e, aos dez minutos, Sidão voltou a aparecer bem em chute de Pottker. O Botafogo jogava de forma cautelosa, pouco se arriscando no ataque. Muito marcados, os jogadores do meio campo do time dirigido por Ricardo Gomes não conseguiam acionar os atacantes.
Aos 24 minutos, Sidão teve que sair do gol para rebater de soco  um cruzamento de Nino.
Muito retraído, o Botafogo conseguiu chegar na área da equipe paulista em lançamento de Camilo para Vinicius Tanque, mas o centroavante não conseguiu alcançar a bola.
Aos 29 minutos,a Ponte Preta marcou o primeiro gol. Potker recebeu bom passe de Reinaldo na entrada da área. O atacante evitou a marcação e bateu no canto esquerdo. A bola ainda tocou na trave e tirou qualquer chance para Sidão.
Em desvantagem, o time dirigido por Ricardo Gomes tentou pressionar para buscar o gol do empate, mas mostrava pouca inspiração e não conseguia superar a defesa da equipe de Campinas, principalmente por errar sempre ao tentar o último passe
O time da casa voltou a ameaçar aos 40 minutos quando Roger lançou Rhayner, mas o atacante não soube aproveitar o lançamento e não conseguiu concluir para o gol.
No último lance importante do primeiro tempo, Luis Ricardo cruzou da direita. o goleiro Matheus não fez a defesa e Fernandes se esticou, mas não conseguiu tocar na bola. Aos quatro minutos, Wendel tabelou com Rhayner e bateu forte, mas Sidão espalmou para o lado e Diogo Barbosa aliviou o perigo.
Mesmo com Leandrinho no lugar do apagado Fernandes, o Botafogo não conseguiu se acertar e a Ponte seguiu pressionando. Aos 14 minutos, Emerson derrubou Nino Paraíba no lado direito da área. Reinaldo bateu direto e Sidão fez boa defesa.
O jogo ficou truncado com muitas faltas e muitos erros de passe.
O Botafogo chegou, pela primeira vez, com perigo aos 21 minutos. Diogo Barbosa investiu pela esquerda e cruzou rasteiro para a conclusão de Vinicius Tanque, mas a bola saiu sem causar problema para o goleiro Matheus.
A jogada animou a equipe carioca e, aos 23 minutos, Neilton foi derrubado na entrada. Camilo bateu forte e a bola passou nem perto da trave esquerda da Ponte Preta.
O time paulista teve uma boa chance em cobrança de falta na entrada da área, mas o chute de João Vítor não passou pela barreira. A rresposta do Alvinegro carioca veio em cobrança de falta executada por Camilo que foi completada por uma cabeçada, sem direção, de Vinicius Tanque.
A Ponte quase marcou o segundo gol aos 37 minutos em bela cabeçada de Fábio Ferreira. O zagueiro pontepretano subiu mais do a defesa botafoguense e cabeceou no canto esquerdo de Sidão, mas a bola saiu.
Aos 40 minutos, a Ponte definiu a vitória com um belo gol de Reinaldo. O lateral-esquerdo recebeu fora da área e encobriu o goleiro Sidão com um toque de muita categoria.
Rhayner ainda teve a chance de marcar o terceiro gol, através de Rhayner, mas o chuta do atacante acabou batendo na rede, pelo lado de fora. No final, o Botafogo ainda criou uma oportunidade para marcar o seu gol, mas Neilton não conseguiu completar o cruzamento de Vinicius Tanque.

Fonte: Gazeta Esportiva

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Grêmio empata com o Santa Cruz e perde a chance de assumir a liderança

O Grêmio empatou, há pouco, com o Santa Cruz e desperdiçou a chance de até assumir a liderança do Campeonato Brasileiro, em caso de tropeço do Palmeiras. O Santa Cruz comemorou o empate, apesar de o resultado não deixar a equipe coral fora da zona de rebaixamento.
A próxima partida do Grêmio será contra o Corinthians, no dia 14, às 11 horas (de Brasília) na Arena. O Santa Cruz volta a campo contra o São Paulo, neste domingo (7), no Estádio do Arruda, às 16h15 (de Brasília).
O jogo – O Santa Cruz entrou na Arena disposto a jogar: logo aos 3 minutos, a equipe recuperou a bola no campo de defesa do Grêmio, João Paulo driblou Geromel e levou a falta. Tiago Costa chutou por cima do gol.
Nos primeiros minutos, o Santa Cruz mostrou desenvoltura, trocando passes na defesa do Grêmio, mas sem concluir. Enquanto isso, o Grêmio tinha dificuldades de entrar na defesa bem fechada da equipe Coral, que estava vestida de branco.
A primeira finalização boa do Grêmio foi com Pedro Rocha, já aos 20 minutos: ele fez jogada individual e ajeitou para a perna direita, batendo rasteiro para fora. Aos 21, em bom cruzamento de Wallace Oliveira, Douglas ajeitou para Pdero Rocha, mas Neris impediu a finalização. Aos 27, Maicon bateu de fora da área e Tiago Cardoso fez boa defesa.
O Grêmio conseguia, na metade do primeiro tempo, se movimentar mais e encaixar mais finalizações. Porém, tinha dificuldades ao acertar as conclusões.
O Santa Cruz teve uma grande chance aos 44: Keno dominou a bola em contra-ataque e deu grande passe para Grafite, que não conseguiu finalizar a tempo. Ele ainda tocou na bola antes do zagueiro Wallace Reis tirar, bem perto da linha do gol. Aos 45, Jadson recebeu na frente da área e bateu colocado, obrigando Marcelo Grohe a fazer uma grande defesa.
Com o Santa Cruz mais perigoso, o primeiro tempo acabou com vaias na Arena. “A gente está chegando bem na frente, mas falta o último passe”, afirmou o volante Maicon no intervalo.
Roger Machado tirou Pedro Rocha no intervalo e colocou Guilherme, para melhorar as finalizações e a movimentação. Guilherme passou a trocar de posição com Negueba, mudando de lado constantemente. Aos 6, Negueba levou um carrinho por trás de Leo Moura. Miller Bolaños chutou a falta na trave. No rebote, com o gol vazio, Negueba cabeceou para fora.
O Grêmio tentava acelerar o jogo, mas era parado com faltas – algumas desperdiçadas por Douglas. Aos 19 minutos, Guilherme fez grande jogada pela direita e cruzou na cabeça de Douglas, que cabeceou para baixo, mas a bola bateu na trave.
Aos 22, João Paulo tentou entrar a dribles na defesa do Grêmio e sofreu falta. Ele mesmo cobrou e a bola bateu na trave de Marcelo Grohe. Aos 29, o Santa Cruz teve uma grande chance: Grafite recebeu na ponta da área e bateu para a defesa de Marcelo Grohe. No rebote, Keno não conseguiu bater para o gol. Aos 34, Geromel afastou mal e Keno encontrou Grafite dentro da área: ele chutou, a bola desviou no zagueiro e Grohe fez mais uma grande defesa.
Aos 37, em uma falta cobrada para a área, Wallace Reis cabeceou desequilibrado e a bola foi para fora. No final da partida, o Santa Cruz tocava a bola com paciência, enquanto o Grêmio tentava levantar para a área e ligações diretas sem sucesso. Geromel ainda desperdiçou um cabeceio aos 47 do segundo tempo.

Fonte: Gazeta Esportiva

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Sóbis faz três, Cruzeiro arrasa Inter e aumenta jejum colorado

De um lado do estádio Independência, o Cruzeiro, do outro, o Internacional. Em comum, a situação complicada no Campeonato Brasileiro. Diferente, a atuação da Raposa que mesmo saindo atrás com gol de Seijas, virou e garantiu a vitória por 4 a 2, na partida desta noite, válida pela 18ª rodada da competição. Os donos da casa puderam contar com a estrela de Rafael Sóbis, autor de três gols; Ábila também deixou o dele e Alex descontou.
Apesar da vitória, a equipe, que deu fim a uma sequência de seis derrotas seguidas, se manteve na zona de rebaixamento com 18 pontos, dois a menos que o 16º colocado Figueirense. Já o Inter, apesar de somente namorar com o Z4 estendeu o para 10 o jejum de partidas sem conquistar os três pontos. O time comandado por Paulo Roberto Falcão assume o 14º lugar com 21 pontos.
Pela última rodada do primeiro turno do Brasileirão, os celestes viajam para São Paulo, para encarar o Corinthians, na próxima segunda-feira. Já os colorados recebem o Fluminense no domingo.
O jogo – Nem os mais otimistas dos colorados poderiam imaginar um começo tão bom no confronto do Mineirão; logo aos 2 minutos, Seijas aproveitou cruzamento de Valdívia para abrir o placar. Apesar do começo surpreendente, os vistantes começaram a mostrar que não teriam condições de sustentar o triunfo.
Sem se abalar após o gol, a equipe comandada por Mano Menezes não demorou muito para empatar. Aos 13 minutos, Rafael Sóbis já deu o primeiro passo rumo ao hat-trick; recebeu boa bola de Robinho e não perdoou.
Logo em seguida, aos 16 minutos, os donos da casa alcançaram a virada com Ábila fazendo belo gol, pegando de primeira o cruzamento de Arrascaeta; a bola ainda tocou a trave antes de entrar.
O Cruzeiro mantinha a superioridade, propondo um jogo de posse de bola e se mantendo no campo de ataque. O inter, por sua vez, seguia apresentando problemas e só voltaram a assustar o goleiro Fábio aos 38 minutos, com Nico López recebendo livre, na entrada da área e chutando para fora.
Logo após a chance adversária, os celestes, que seguiam melhores no confronto, ampliaram a vantagem aos 40 minutos, com Sóbis aproveitando rebote do chute de Ávila que explodiu no travessão.
Com os três pontos praticamente garantidos, os mineiros administravam o resultado, mas não quiseram saber de diminuir a intensidade. Aos sete minutos da segunda etapa, Sóbis fez seu terceiro gol (quarto da Raposa); o camisa 7, após bela tabela de Edimar e Arrascaeta, recebeu do meia argentino e finalizou de pé canhoto, sem chances para Marcelo Lomba.
O duelo acabou esfriando e passou a ficar muito parado no meio campo. O Inter até que esboçou uma pressão, mas não conseguia ser tão efetivo. Até conseguiu diminuir, com Alex convertendo pênalti aos 28 minutos, mas não foi o suficiente para a reação gaúcha.
Sem tempo para mais nada e com boa vantagem, o Cruzeiro conseguiu sair com a vitória importante, respondendo ao apoio da torcida celeste. 4 a 2 no Horto.

Fonte: Gazeta Esportiva

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Palmeiras supera falha de Vagner e arranca empate contra a Chapecoense

O Palmeiras desperdiçou nesta quinta-feira a chance de reassumir a liderança do Campeonato Brasileiro. Com o lesionado Fernando Prass nas arquibancadas da Arena Condá, o Verdão teve de superar uma falha do goleiro Vagner para empatar por 1 a 1 com a Chapecoense, pela 18ª rodada. Mesmo sem vencer há três jogos, a equipe do técnico Cuca se beneficiou de outros resultados e subiu para a segunda colocação, com 33 pontos – o Santos é o líder por ter saldo de gols superior.
Com relação ao time que foi derrotado por 3 a 1 pelo Botafogo, no último domingo, Cuca promoveu a entrada de Tchê Tchê, que voltou de suspensão, e trocou Róger Guedes pelo atacante Dudu. O Palmeiras mostrou que era melhor tecnicamente que a Chapecoense, mas a falha de Vagner possibilitou que Kempes abrisse o placar, aos 29 minutos do primeiro tempo.
Pela Chapecoense, o goleiro Danilo se destacava e neutralizava as investidas dos alviverdes. O arqueiro só não conseguiu defender uma cobrança de pênalti do lateral Jean. Aos 40 minutos, o jogador aproveitou a infração duvidosa que o árbitro marcou em cima de Cleiton Xavier e empatou a partida.
O último jogo do Palmeiras no primeiro turno será disputado no próximo domingo, contra o Vitória, no Palestra Itália. Já a Chapecoense, na décima colocação, com 24 pontos, tentará surpreender o Atlético-MG, na segunda-feira, no estádio Independência.
O Jogo – O Palmeiras evoluiu tecnicamente com a volta de Tchê Tchê no meio-campo. O time iniciou a partida prendendo a bola na intermediária e trocando passes, mas foram poucas as vezes em que os atletas converteram o domínio em chances de gol. Aos 13 minutos, o Verdão fez jogada ensaiada numa cobrança de escanteio e Thiago Santos cabeceou para defesa do goleiro Danilo.
Aos 19, Dudu mandou um chute fraco e de muito longe, permitindo que Danilo praticasse a defesa em dois tempos. Três minutos depois, Dener respondeu para a Chapecoense ao receber lançamento nas costas do lateral Zé Roberto e finalizar à esquerda de Vagner.
Apesar de ter maior posse de bola e dominar a partida, o Palmeiras seguiu incapaz de furar o bloqueio defensivo da Chapecoense. A ineficiência castigou o time aos 29 minutos. Hyoran cobrou falta da direita e Vagner furou na hora de socar o cruzamento para longe. A falha do goleiro deixou Kempes livre para dominar e empurrar a bola para o gol aberto.
A desvantagem prejudicou o estilo de jogo do Palmeiras. O frango levou a torcida a demonstrar insegurança a cada toque na bola de Vagner. Já Dudu continuou sumido e apareceu poucas vezes até o fim do primeiro tempo. A única chance criada partiu da Chapecoense, após Hyoran buscar o chute colocado e mandar para fora, aos 45.
Para o segundo tempo, Cuca sacou o volante Thiago Santos para a entrada de Cleiton Xavier. A formação ofensiva fez o Palmeiras se manter por mais tempo no campo de ataque. Moisés, aos quatro minutos, arriscou de longe e parou na defesa de Danilo. O rebote caiu nos pés do lateral Jean, que finalizou de primeira e também esbarrou no goleiro da Chapecoense.
Sem alcançar o empate, Cuca tirou Erik e apostou no centroavante Lucas Barrios. Aos 17 minutos, Jean bateu bem na bola da entrada da área e viu Danilo espalmar para longe. Já Vagner seguiu atrapalhando a atuação palmeirense. Aos 18, o goleiro por pouco não cometeu um pênalti ao dar um carrinho dentro da área em Hyoran. Driblado, ele só não sofreu o gol porque Zé Roberto afastou a finalização em cima da linha.
Cansado da apatia de Dudu, Cuca fez a terceira alteração ao trocar o camisa 7 pelo argentino Allione. O Palmeiras, então, chegou ao empate com um pênalti duvidoso. Cleiton Xavier invadiu a área pela direita, foi tocado levemente pelo volante Gil e valorizou a queda para que o árbitro apontasse a infração. Na cobrança, Jean bateu fora do alcance de Danilo e acertou o canto esquerdo do gol.
O Palmeiras ainda teve duas chances nos minutos finais, mas Danilo salvou a Chapecoense de uma derrota. Aos 44, Cleiton Xavier completou cruzamento de Allione e parou nas mãos do goleiro. Na sequência, Moisés chutou da entrada da área e também teve a finalização defendida.

Fonte: Gazeta Esportiva

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