São Paulo ‘amarela’ no Morumbi contra o Botafogo e mantém jejum

Fonte: Gazeta Esportiva – O São Paulo estreou seu uniforme amarelo para homenagear as glórias que a equipe ostenta em sua história. Mas, a vestimenta não caiu bem em seu primeiro jogo. Depois de pressionar muito durante 90 minutos, o Tricolor acabou sofrendo um gol aos 48 minutos da etapa final na única finalização que o Botafogo acertou na meta de Denis em toda a partida. O placar de 1 a 0 para os cariocas mantém o jejum dos paulistas em seu território. Desde o dia 10 de julho, quando superou o América-MG, o São Paulo não conquista três pontos como mandante. Agora já são 16 pontos desperdiçados diante do torcedor (quatro derrotas e dois empates), que compareceu em baixo número (14.399) nesta tarde e não poupou vaias ao time diante do apito final.

O gol se Sassá tira o Botafogo da zona de rebaixamento. Com 23 pontos, o Glorioso salta da 17ª para a 13º colocação. Enquanto isso, o São Paulo segue na 11ª posição na tabela de classificação, com 26 pontos, depois de 20 rodadas do Campeonato Brasileiro.

As duas equipes terão toda a semana para se preparar para a segunda rodada do segundo turno a partir de agora. Jair Ventura, filho do ídolo Jairzinho e que assumiu o Fogão neste domingo justamente em função da contratação de Ricardo Gomes por parte do São Paulo, buscará uma nova vitória no sábado, às 21 horas, diante do Sport Recife, no estádio Mário Helênio, em Juiz de Fora (MG).

Já sem André Jardine, que se despediu com o revés em casa, e com seu novo treinador, o Tricolor paulista visitará o Internacional, em Porto Alegre, no estádio Beira Rio, às 16 horas do domingo.

A tarde ensolarada no Morumbi evidenciou ainda mais o novo e alarmante uniforme são-paulino. E assim como era fácil notar os jogadores tricolores em campo, também não era difícil perceber que os mandantes dominavam o jogo. Com a mesma formação que superou o Santa Cruz na última rodada, o São Paulo encurralou o Botafogo em seu campo de defesa.

Não fosse um vacilo infantil de Maicon, que tentou driblar Neilton perto de sua área e acabou sendo salvo pelo companheiro Lyanco, o Glorioso passaria todo o primeiro tempo sem sequer ameaçar a meta defendida por Denis.

Por outro lado, mesmo ainda buscando o melhor entrosamento, o que ficava nítido nas diversas discussões dos atletas em campo, o time paulista foi melhor e teve chances reais de inaugurar o marcador. Aos 11, parte do estádio soltou o grito de gol devido a uma cabeçada de Andres Chavez que passou com perigo e iludiu alguns torcedores. Aos 26, Sidão foi espetacular ao defender chute forte de Thiago Mendes e ainda ter agilidade para se recuperar e pegar também o rebote do centroavante argentino. A pressão persistiu, mas, esbarrou nos excessivos erros de passes dos jogadores são-paulinos, que desceram para o vestiário com 61% de posse de bola.

Na segunda etapa, os times inverteram apenas suas posições no campo, pois o panorama seguiu igual. Em menos de 10 minutos, Sidão já havia evitado o gol de Kelvin em cobrança de falta e Thiago Mendes desperdiçado uma chance incrível depois de cruzamento de Chavez. A pressão era intensa e, cinco minutos depois, foi a vez de Thiago Mendes servir o argentino, mas a bola imprecisa do volante acabou com uma grande oportunidade de gol do São Paulo.

O confronto se tornou um teste de ataque contra defesa. A equipe de André Jardine jogava com seus dez homens de linha dentro do campo adversário e o Botafogo, já sem Ricardo Gomes, tentava apenas sair à base de lançamentos para Neilton, que sozinho era inofensivo.

Com o passar do tempo, a torcida que apoiava, já não escondia mais seu nervosismo e a impaciência era compartilhada pelos jogadores, em campo. Mais cansado, o São Paulo lutou até o fim pelo gol, mas, sem sucesso. E para piorar, o castigo veio no último lance do jogo. Rodrigo Lindoso recebeu pela esquerda e cruzou rasteiro para Sassá tocar para as redes, quase embaixo do travessão. O gol foi um verdadeiro balde de água fria e culminou em vaias após o apito final.

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Fluminense bate América-MG no Espírito Santo e sobe na tabela

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria) – O Fluminense derrotou o América-MG por 1 a 0, em partida disputada na manhã deste domingo, no estádio Kléber Andrade, em Cariacica, no Espírito Santo. O único gol da equipe das Laranjeiras foi marcado pelo atacante Henrique Dourado que quebrou o seu jejum com a camisa tricolor. O resultado fez o Fluminense chegar à nona posição do Campeonato Brasileiro com 28 pontos ganhos, ainda com um jogo a menos. O América segue na última colocação com 13 pontos ganhos.

O resultado refletiu o desempenho das duas equipes em campo. O time dirigido por Levir Culpi procurou a vitória desde o primeiro minuto, enquanto o América entrou com a intenção apenas de se defender e acabou castigado com o gol que garantiu a vitória do Tricolor carioca.

Na próxima rodada, o Fluminense vai enfrentar o Santa Cruz, no Arruda. O America vai encarar a Chapecoense, no Independência.

O jogo – O Fluminense começou a partida no ataque. Aos cinco minutos, Marcos Junior se livrou de dois marcadores e foi derrubado na entrada da área. Gustavo Scarpa bateu e a bola encobriu a barreira. Logo depois, Scarpa foi ao fundo e cruzou, mas Claudinei desviou para escanteio. O América não conseguia sair da defesa e se limitava a tentar bloquear as investidas da equipe carioca.

Gustavo Scarpa e Cícero se movimentavam por todo o campo, procurando espaços na defesa mineira, mas o América que mantinha apenas Michael no ataque, continuava fechando os caminhos do time tricolor.

Aos 16 minutos, Gustavo Scarpa foi lançado por Wellington e cruzou fechado, mas Claudinei desviou para escanteio. Na cobrança, a zaga aliviou o perigo. Logo depois, o lateral Wellington Silva deu um belo drible em Danilo Barcelos e cruzou para Henrique, mas a zaga salvou. A pressão do Fluminense continuou forte e a defesa se esforçava para impedir a conclusão dos atacantes cariocas.

Aos 23 minutos, Gustavo Scarpa recebeu antes da linha do meio de campo e tentou encobrir o goleiro João Ricardo, mas a bola saiu, dando um grande susto no goleiro americano e arrancando muitos aplausos da torcida tricolor.

Aos 27 minutos, Gustavo Scarpa cruzou e Henrique Dourado cabeceou, mas João Ricardo fez grande defesa. O rebote ficou com Marcos Junior que furou e perdeu a chance de colocar a bola nas redes.

O time dirigido por Levir Culpi seguia dominando completamente as ações, mas não conseguia criar condições para a conclusão por causa da boa marcação do América.

A primeira finalização do time visitante só aconteceu aos 36 minutos quando Juninho recebeu na esquerda e chutou, mas a bola passou bem longe do gol defendido por Diego Cavalieri. Aos 40 minutos, Jonas arriscou e obrigou Diego Cavalieri a fazer a primeira defesa.

Aos 43 minutos, Wellington recebeu lançamento e colocou a bola nas redes, mas a arbitragem, de forma equivocada, marcou impedimento do atacante.

Logo no primeiro minuto do segundo tempo, o Fluminense marcou o primeiro gol. William Matheus cruzou da esquerda e Henrique Dourado pegou de primeira para colocar a bola nas redes de João Ricardo. Foi o primeiro gol marcado pelo atacante com a camisa tricolor.

Sem alternativa, o América partiu para o ataque e aos sete minutos, Danilo Barcelos bateu falta, Diego Cavalieri desviou e mandou para escanteio, evitando o gol do empate. O goleiro tricolor voltou a aparecer bem em nova cobrança de Danilo Barcelos.

Aos nove minutos, Marcos Junior e Juninho se desentenderam após jogada dividida e foram advertidos com o cartão amarelo.

Aos 14 minutos, Henrique Dourado foi derrubado na entrada da área. Marcos Junior bateu e a bola ficou na barreira.

O jogo ficou muito truncado e só aos 25 minutos é que a torcida voltou a vibrar quando o zagueiro Renato Chaves subiu mais do que a zaga e cabeceou com grande perigo.

Aos 29 minutos, o Fluminense desperdiçou uma grande oportunidade de marcar o segundo gol. Wellington fez ótimo lançamento para Henrique Dourado que, diante do goleiro João Ricardo, chutou para fora.

Depois dos 30 minutos, o técnico Enderson Moreira decidiu dar mais força ofensiva ao time e trocou o meia Claudinei pelo atacante Danilo Dias. Logo depois o time mineiro criou uma boa chance em cobrança de escanteio de Danilo Barcelos que passou perto da trave defendida pelo goleiro Diego Cavalieri.

O Fluminense passou a tocar a bola nos minutos finais para administrar o resultado e conseguiu seu objetivo sem ser incomodado pelo adversário.

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Santa Cruz arranca empate contra o Vitória

Fonte: Gazeta Esportiva – Não foi a estreia que Doriva esperava, mas graças ao gol do também estreante Pisano e por estarem perdendo em duas oportunidades neste domingo, o empate por 2 a 2 do Tricolor com o Vitória no Barradão até pôde ser comemorado. Quem não se decepcionou foi o público de quase 7 mil pessoas, que viu Diego Renan abrir o placar, Tiago Costa empatar com um golaço, Willian Farias colocar o Rubro-Negro à frente com mais um belíssimo gol, e Pisano decretar a igualdade.

Com o resultado, o Santa Cruz foi aos 19 pontos, permanecendo na vice-lanterna do Brasileirão, à frente apenas do América-MG. Além disso, o time já amarga cinco jogos sem vitórias, sendo quatro derrotas e um empate. Já o Vitória chegou aos 23 pontos, ocupando a 13ª colocação.

Na próxima rodada, o Santa Cruz recebe o Fluminense, domingo, às 16h (de Brasília), no estádio do Arruda. Já o Vitória tem um confronto complicado contra o Corinthians, na Arena de Itaquera, segunda-feira (22), às 20h (de Brasília). Ambos os jogos são válidos pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro.

A partida começou quente no Barradão e o placar foi aberto logo aos cinco minutos. Após uma saída errada do Santa Cruz, Flávio deixou Diego Renan na cara do gol. Dentro da área, o lateral mostrou muita calma e categoria para tirar do goleiro Tiago Cardoso e inaugurar o marcador.

O Vitória estava muito mais ligado no jogo e teve nova boa oportunidade aos 11 minutos. Marinho recebeu ótimo lançamento, dominou na área e chutou na saída de Tiago Cardoso. A bola desviou na perna do goleiro e saiu pela linha de fundo.

Após vinte minutos de pouco futebol no Barradão, os donos da casa criaram mais uma boa chance aos 34 minutos. Diego Renan cruzou na área e Danny Morais afastou de cabeça. A bola sobrou para Cárdenas, que arriscou de fora da área e mandou uma bomba no travessão, assuntando o goleiro Tiago Cardoso.

Tendo perdido algumas boas chances de ampliar o placar, o Vitória acabou punido aos 36 minutos, quando o Santa Cruz empatou o jogo com um golaço de fora da área. Tiago Costa dominou do meio da rua e arriscou um chute de esquerda. A bola foi muito forte e entrou no ângulo de Fernand Miguel, que só observou o lance.

Se o primeiro tempo foi de bastante emoção para os presentes no Barradão, a segunda etapa não começou diferente e o Vitória voltou à frente do placar logo aos dois minutos, em mais um golaço na partida. Cárdenas bateu escanteio curto e tabelou com Marinho antes de mandar para a área. Danny Morais afastou mais uma e novamente foi punido, desta vez com um chutaço de Willian Farias, de fora da área, no ângulo direito do goleiro, que só observou o lance.

Quando o resultado já parecia definido, o Santa Cruz chegou ao empate aos 36 minutos do segundo tempo. Wallyson avançou pelo lado direito, tentou o cruzamento, mas foi travado. Na segunda tentativa, o argentino Pisano mandou de cabeça para as redes.

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Cruzeiro não sai do empate com Coxa e fica na zona de rebaixamento

Fonte: Gazeta Esportiva – Cruzeiro e Coritiba empataram em 2 a 2, no Estádio Independência, neste domingo, em partida válida pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. O resultado não é bom para nenhuma das duas equipes. Na luta para fugir das últimas posições, o Cruzeiro perdeu a chance de sair da zona de rebaixamento, enquanto o Coritiba segue perigosamente perto dos quatro últimos.

A Raposa entrou ligada na partida e conseguiu abrir o placar logo aos dois minutos, com uma boa cabeçada de Rafinha. O Coxa não se abalou, mesmo jogando fora de casa, e conseguiu a virada aos 19, com Kazim, e aos 27 minutos, com boa cobrança de falta de Juan.

Mais uma vez, o Cruzeiro voltou bem para a partida e deixou tudo igual aos quatro minutos do segundo tempo. Esperto no rebote do chute de Sóbis, Ábila venceu a zaga adversária e sentenciou o empate no confronto.

Com o resultado, o clube mineiro chegou aos 20 pontos, na 18ª colocação, e perdeu a chance de sair da zona de rebaixamento. Dois pontos na frente, o Coritiba também não vive situação confortável, apenas duas posições acima dos quatro últimos colocados.

O jogo – A bola mal havia rolado e o Cruzeiro já tirou o zero do placar. Aos dois minutos, Sóbis tocou para Arrascaeta, que fez boa jogada individual, foi até a linha de fundo e cruzou na cabeça de Rafinha. O meia apareceu bem por trás da zaga e apenas concluiu para as redes.

Pouco depois, Kazim e Fábio trombaram em uma disputa de bola. O jogo ficou parado para atendimento do goleiro, que não conseguiu se recuperar e viria a ser substituído por Lucas França antes do final da primeira etapa.

Depois do baque inicial, o Coritiba conseguiu se reestabelecer e rapidamente empatou a disputa. Aos 19 minutos, depois de cobrança de escanteio de Raphael Veiga, Amaral desviou e a bola sobrou para Kazim, que finalizou e contou com desvio na defesa adversário para vencer Fábio. Logo depois, o atacante pediu para sair e Carpegiani o substituiu por Vinícius.

Empolgado, o Coxa foi para cima e conseguiu a virada aos 27 minutos. Neto Berola sofreu falta frontal próxima a área. Juan foi para a cobrança e bateu com perfeição no ângulo de Fábio, que nem tentou pular em direção a bola.

Nos últimos minutos do primeiro tempo, a disputa virou ataque contra defesa. O Cruzeiro rodava a bola no campo ofensivo, tentando achar uma forma de se infiltrar na zaga adversária, enquanto o Coxa mantinha todos os seus onze jogadores atrás da linha da bola para ir para os vestiários com a vantagem no placar.

A segunda etapa começou igual a primeira. Logo aos quatro minutos, a Raposa balançou as redes. Ezequiel cruzou para Sóbis, que finalizou de primeira, mas Wilson defendeu. No rebote, Ábila dividiu com o zagueiro adversário e chutou para o gol.

O Coxa voltou para os últimos 45 minutos disposto apenas a marcar. Mesmo tendo sofrido um gol, o time não mudou de postura e parecia ver o empate fora de casa como um bom resultado. O Cruzeiro, por sua vez, mantinha alta intensidade de jogo em busca da vitória.

Sem conseguir superar a retranca do adversário, a Raposa se lançou com tudo para o ataque. Aos 38, Rafael Sóbis tabelou com Willian e cruzou na medida para Ábila, que dominou e chutou, mas Wilson fez defesa espetacular.

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Neymar desencanta, Seleção bate a Colômbia e vai à semi da Olimpíada

Mais uma vez o Brasil teve a Colômbia pela frente nas quartas de final, e novamente Neymar foi o protagonista. Desta vez, porém, a classificação para a semifinal da Olimpíada veio sem o choro e a tristeza da Copa do Mundo de 2014, quando o camisa 10 da Seleção teve uma grave lesão. Mesmo caçado pela defesa adversária, o atacante resistiu (também revidou) e abriu o caminho para a vitória por 2 a 0 na Arena Corinthians. Luan marcou o segundo, que deixou a equipe a dois jogos do inédito ouro olímpico.

Confusão no fim do primeiro tempo após entrada dura de Neymar sobre colombiano (Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Confusão no fim do primeiro tempo após entrada dura de Neymar sobre colombiano (Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Antes dúvida para a decisão, por conta de dores no tornozelo direito, Neymar pôs fim a um jejum quase um ano e oito jogos sem gols pela Seleção. Em ótima cobrança de falta, que contou com a colaboração da barreira mal formada pelo goleiro Bonilla, ele balançou as redes aos 11 minutos e fez com que o Brasil jogasse mais leve.

O carrasco Zuñiga não estava em campo, mas assim como há dois anos o craque também apanhou. Prova disso é que só no primeiro tempo ele cavou três dos quatro cartões amarelos da Colômbia. Impaciente, também bateu, foi advertido e provocou uma confusão generalizada no fim da etapa inicial.

O clima era quente entre os jogadores, mas a partida caminhava em ritmo morno. Novamente com quatro atacantes, o Brasil pecava em passes e finalizações quando chegava próximo à área, mas também não levava sustos.

Se na frente Neymar desequilibrava o placar e os adversários psicologicamente, atrás quem brilhava era a discreta e eficiente dupla de zaga formada por Marquinhos e Rodrigo Caio, que garantiu o quarto jogo do Brasil sem sofrer gols na Rio-2016.

Com a melhor defesa da Olimpíada, a Seleção cozinhou a classificação e selou o placar no fim, com gol de Luan.

Agora, enfim o Brasil encontrará o Maracanã. A volta à “casa” será na quarta-feira, contra Honduras. O penúltimo passo em busca do sonho dourado.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 2 x 0 COLÔMBIA

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)

Data: 13 de agosto de 2016, sábado

Árbitro: Cuneyt Çakir (TUR)

Assistentes: Bahattin Duran e Tarik Ongun (ambos da TUR)

Cartões amarelos: Neymar (BRA); Palacios, Lerma, Barrios, Preciado, Borja e Teo Gutiérrez (COL)

Público: 41.560 pessoas

GOLS: Neymar, 12’/1ºT (1-0); Luan, 37’/2ºT (2-0)

BRASIL: Weverton; Zeca, Rodrigo Caio, Marquinhos e Douglas Santos; Walace e Renato Augusto; Luan, Gabigol (Thiago Maia, 21’/2ºT), Neymar e Gabriel Jesus (Rafinha, 43’/2ºT). Técnico: Rogério Micale

COLÔMBIA: Bonilla; Palacios, Tesillo, Balanta e Borja; Lerma, Barrios (Perez, intervalo) e Roa (Rodriguez. 34’/2ºT) ; Pabón, Teo Gutiérrez e Preciado (Borja, intervalo). Técnico: Carlos Alberto Restrepo

Por LANCE! Bruno Cassucci
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Boxeador marroquino responderá por tentativa de estupro em liberdade

Hassan Saada terá que entregar o passaporte.
Ele não poderá deixar o Rio sem autorização nem se aproximar das vítimas.

O ministro Rogerio Schietti Cruz, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), concedeu liminar para colocar em liberdade o boxeador Hassan Saada, da delegação do Marrocos nos Jogos Rio 2016. O atleta está preso desde o dia 4 de agosto pela suspeita de tentar estuprar duas camareiras na Vila Olímpica.

Segundo o site do STJ, a decisão do ministro impõe ao marroquino uma série de medidas cautelares diversas da prisão: ele não poderá frequentar a Vila Olímpica nem se aproximar das supostas vítimas ou das testemunhas do caso, não poderá deixar o Rio de Janeiro sem autorização judicial e terá de entregar o passaporte.

As camareiras disseram à polícia que a tentativa de estupro ocorreu no dia 2, quando faziam a limpeza no alojamento da delegação marroquina na Vila Olímpica.

Ao decretar a prisão temporária do boxeador, a juíza de primeiro grau afirmou que ele poderia interferir nas investigações e que outras funcionárias da vila correriam o mesmo risco. Disse ainda que o atleta poderia deixar o Brasil e frustrar eventual aplicação da lei penal.

Medidas alternativas
Ao analisar pedido de habeas corpus apresentado pela defesa, Rogerio Schietti observou que o fato de se tratar de um atleta reconhecido mundialmente, que disputa os Jogos Olímpicos do Rio, não é impedimento à prisão cautelar. Para ele, “não importa se nacional ou estrangeiro, famoso ou desconhecido; releva analisar se sua segregação cautelar é amparada em lei e se é necessária, à luz dos dados constantes dos autos”.

De acordo com o ministro, a prisão temporária só é cabível quando imprescindível para as investigações. “Não se trata de conveniência ou comodidade para o bom andamento do inquérito, mas de verdadeira necessidade”, afirmou.

No entanto, assinalou, nem a juíza nem o desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), que negou a liberdade para o atleta, examinaram a possibilidade de adoção de medidas cautelares alternativas à prisão, como manda a lei.

“Não houve indicação de que sua periculosidade seria tão exacerbada a ponto de não poder ser ilidida ou controlada por outras medidas cautelares idôneas e suficientes à proteção das vítimas e de terceiros”, disse Schietti, acrescentando que a prisão provisória é excepcional e “só deve ser imposta quando outras medidas se mostrarem inadequadas ou insuficientes”.

Por G1
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Brasil goleia a Dinamarca e vai às quartas no futebol

Jesus não conteve a emoção ao afastar a má fase.
Neymar comandou a criação da Seleção, com ótimos passes.
Repito: quarenta e seis chutes a gol bloqueados, para fora ou que pararam nos goleiros adversários.

Se preferir, foram mais de 200 minutos até que a seleção olímpica desencantasse e, enfim, estufasse as redes em chegada de Douglas Santos pela esquerda, cruzamento rasteiro e desvio de Gabigol no segundo pau para abrir o placar na goleada de 4 a 0 sobre a Dinamarca, nesta quarta-feira, na Arena Fonte Nova, em Salvador.
Com o resultado, o time comandado por Micale afastou o risco de um fiasco histórico e de dar adeus precoce ao sonho do inédito ouro.

O Brasil assegurou o primeiro lugar do grupo A, deixou o Iraque em segundo e agora enfrentará a Colômbia nas quartas de final dos Jogos Olímpicos, no próximo sábado, às 22h (de Brasília), na Arena Corinthians, em São Paulo.

Não resta dúvida após a exibição desta noite: chegará com outra aura.

Foi outra equipe. A iniciar por sua entrada em campo, saudando, ao contrário do que aconteceu nas duas rodadas anteriores, mais de 50 mil torcedores que, em resposta, jogaram ao seu lado e tiveram participação decisiva no placar.

Desculpe repetir, mas o desempenho nas partidas anteriores foi tão decepcionante que a confirmação da vaga soava tão distante quanto a distância que separava a Dinamarca de sua casa.

Mas ela veio – e com estilo.

Com o volante Thiago Maia suspenso, Micale promoveu a entrada Walace no meio-campo e sacou Felipe Anderson para lançar Luan, do Grêmio, formando um quarteto na linha de frente com Neymar, Gabriel Jesus e Gabigol. O caos defendido pelo treinador baiano de 47 ano finalmente se materializou.

Com Douglas Santos e Zeca avançando, Renato Augusto chegando e finalização de Gabigol, o Brasil deu o recado logo nos primeiros 10 minutos de que seria diferente.

E foi.

Não sem antes, claro, cumprir a sua dose de chances desperdiçadas com Rodrigo Caio, duas vezes, e Gabriel Jesus.

Não foi exatamente numa bola trabalhada, mas o gol, enfim, saiu aos 26 em tentativa de cruzamento de Douglas Santos, bloqueio e insistência do lateral esquerdo do Atlético-MG, que passou rasteiro para Gabigol completar no contrapé. Ele é o artilheiro da era Micale, com oito gols.

Pouco depois, aos 40, Gabriel Jesus, que havia deixado passar outras três oportunidades, aproveitou tabela entre Gabigol e Luan para tirar todo o peso de suas costas e ampliar.

Na comemoração, o artilheiro palmeirense chegou a se emocionar e abraço ou colegas.

O Brasil manteve o ritmo na volta do intervalo e chegou ao terceiro, aos quatro minutos do segundo tempo, em belíssima enfiada de Neymar para Douglas Santos cruzar e encontrar Luan sozinho para conferir.

Golaço.

A seleção olímpica diminuiu o ritmo e cozinhou o jogo na sequência.

Ainda houve espaço, no entanto, para Gabigol fechar a conta aos 35, transformando o vareio em goleada após combinação brilhante entre Neymar e Gabriel Jesus.

No estádio ao lado do presidente Marco Polo Del Nero e do diretor Edu Gaspar, o técnico do time principal, Tite, deve ter ficado satisfeito com o que viu.

Os donos da casa fecham a fase de grupos na liderança, com 5 pontos, um a mais que a Dinamarca, 4, que também se classifica para as quartas de final mesmo com a derrota. Iraque, 3, e África do Sul, 2, se despedem mais cedo.

FICHA TÉCNICA:
BRASIL 4 X 0 DINAMARCA

Local: Arena Fonte Nova, em Salvador (BA)
Data: 10 de agosto de 2016 (Quarta-feira)
Horário: 22h (de Brasília)
Árbitro: Alireza Faghani (Irã)
Cartões amarelos: Gabriel Jesus (Brasil) e Andreas Maxsø (Dinamarca)
GOLS: Gabigol, duas vezes, Gabriel Jesus, Luan

BRASIL: Weverton; Zeca (William), Rodrigo Caio, Marquinhos e Douglas Santos; Walace e Renato Augusto; Neymar, Luan Gabriel Jesus e Gabigol. Técnico: Rogério Micale

Dinamarca: Højbjerg; Desler (Kasper Larsen), Edi Gomes, Pascal Gregor e Blåbjerg; Andreas Maxsø e Jens Jønsson; Frederik Børsting (Nielsen), Lasse Vibe, Jacob Larsen e Nicolai Brock-Madsen. Técnico: Niels Frederiksen
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Em dia de atuação de gala, Brasil bate Japão e se classifica no vôlei

Garay e Fabiana na tentativa de bloqueio (Foto: Johannes Eisele/AFP)© Fornecido por Areté Editorial S/A.
Três partidas, três vitórias sem perder sets, liderança do Grupo A e classificação garantida para as quartas de final com duas rodadas de antecipação. A Seleção feminina de vôlei segue com campanha perfeita na Rio-2016. Nesta quarta-feira, 3 a 0 no Japão, parciais de 25-18, 25-18 e 25-22.

Entre os 12 participantes do torneio olímpico feminino, o Brasil é o único a contar com tais números. Não deixa de ser animador, ainda mais quando a equipe é capaz de mostrar evolução em vários fundamentos, como o acontecido diante das asiáticas.

Em vários momentos do jogo o Brasil defendeu como Japão. E isso é um grande elogio, visto que a escola nipônica é reconhecida mundialmente por ser especialista no fundamento. Léia, Fernanda Garay e Dani Lins deram show no fundamento, propiciando vários contra-ataques. E aí cabe outro elogio. Se este Brasil defendeu como o Japão, ela atacou como Brasil. Sheilla e Natalia. neste caso, merecem elogios, anotando 13 e 16 pontos, respectivamente.

É difícil ignorar ainda os nove pontos de bloqueio. E os seis de saque. E os 60% de aproveitamento de Léia no passe. Mais três provas de uma atuação coletivamente acima da média.

No fim do segundo set, José Roberto Guimarães aproveitou para dar ritmo para as reservas. E o time terminou com Fabíola, Gabi, Jaqueline e Thaisa, estreando nos Jogos após se recuperar de lesão na panturrilha, em quadra. As duas últimas foram muito aplaudidas. Na parcial parcial, depois de abrir vantagem, o time deu uma acomodado, deixando o Japão sonhar. Serve como lição.

Rodada após rodada, o time bicampeão olímpico demonstra evolução e parece dar um recado claro para os rivais. É a equipe a ser batida! Na sexta-feira, novamente na sessão coruja das 22h35, a Coreia do Sul será a adversária.
Por Lance

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Paraense conquista medalha em torneio no AP

O karateca Evanildo Pereira trouxe para o estado do Pará, a medalha de prata no Torneio Internacional Tsuru-Kau, em Macapá, no último final de semana. A medalha veio apósm dificuldades enfrentadas ao longo da competição.
O karateca lutou lesionado, com dores no joelho e superou atletas de alto nível de todo o país para ficar com a segunda colocação.
“Lutei lesionado e infelizmente não pude trazer a medalha de ouro, mas coloquei a bandeira do Pará no pódio”.
O atleta paraense se prepara para a disputa do Campeonato Brasileiro de Karatê, em Brasília (DF) e em outubro, o Campeonato Mundial da modalidade.

(DOL)

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Celso Roth volta a ser técnico do Internacional

Se tem uma notícia que invariavelmente o torcedor colorado ou gremistalê de tempos em tempos é que o técnico Celso Roth está de volta à casamata de seu clube. Pois bem, agora é a vez do Inter. O treinador acertou seu retorno ao clube nesta segunda-feira horas após a demissão de Paulo Roberto Falcão e assumirá o comando do time, que não vence há 11 partidas e flerta com a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.
A comunicado oficial de Celso Roth vai ocorrer na manhã desta terça-feira, quando será anunciado os novos integrantes do departamento de futebol. O ex-presidente Fernando Carvalho vai assumir o comando do futebol, com Ibsen Pinheiro como assessor.
A estreia de Roth está marcada para a próxima segunda-feira, quando o Inter visita a Chapecoense na Arena Condá em jogo válido pela 20ª rodada do Brasileirão.
Esta será a quinta passagem de Roth no Inter. Foi no clube colorado que ele começou a sua carreira como treinador propriamente dita. Em 1993 e 1994, após algumas experiências no exterior, ele trabalhou com o time júnior do Inter. Saiu para trabalhar em clubes menores até ser chamado de volta. Em 1997, comandou o Inter no título gaúcho e na vitória no Gre-Nal dos 5 a 2 no estádio Olímpico. Em 2002, já com Fernando Carvalho na presidência, voltou para uma passagem de apenas quatro meses à frente da equipe, que corria risco de rebaixamento.
Na mais recente, Celso Roth alcançou o auge de sua carreira, quando comandou o Inter na semifinal e final da Libertadores, em 2010. Ao fim da mesma temporada, porém, ficou marcado pela derrota no Mundial, para o Mazembe. Ainda assim, seguiu em 2011, mas a paciência foi menor e acabou demitido ainda na primeira fase da Libertadores e, coincidentemente, foi substituído por Paulo Roberto Falcão.

Fonte: Correio do Estado

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