Vasco empata com Tupi e segue em jejum de vitórias

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Carlos Gregório Jr./assessoria) -O Vasco obteve o terceiro empate consecutivo no Campeonato Brasileiro Série B. Em partida disputada na tarde deste sábado, no estádio Mário Helênio, em Juiz de Fora, a equipe de São Januário ficou no 2 a 2 com o Tupi. O resultado manteve o Vasco na liderança da competição com 41 pontos ganhos. O Tupi segue na penúltima colocação com 19 pontos ganhos. Luan e Andrezinho, de pênalti, marcaram para o Vasco, enquanto Octávio e Renan Teixeira anotaram para a equipe mineira.

O resultado foi justo para o futebol apresentado pelas duas equipes. O Vasco não conseguiu se mostrar superior ao adversário e sentiu muito a falta do meia Nenê, destaque da equipe no torneio. A estréia de Fellype Gabriel não foi suficiente para que o time dirigido por Jorginho conseguisse superar a equipe de Minas Gerais.

Ambas as equipes voltam a campo na próxima terça-feira. Às 20h30, o Vasco recebe o Vila Nova-GO, em São Januário. Um pouco antes, às 19h15, o Tupi visita o Paysandu, em Belém.

O jogo – Mesmo atuando fora de casa, o Vasco iniciou a partida com maior disposição ofensiva do que o Tupi. Na ausência de Nenê, o meia Andrezinho centralizava as jogadas de ataque, enquanto o estreante Fellype Gabriel atuava mais recuado. Nos primeiros minutos, a equipe mineira se preocupava apenas em bloquear as investidas do time de São Januário e os goleiros quase não participaram do jogo por causa da ineficiência dos ataques. Só aos nove minutos é que aconteceu o primeiro momento de perigo quando o atacante Ederson recebeu na entrada da área, girou e bateu, mas a bola saiu.

Logo depois, o Vasco criou a melhor oportunidade quando Andrezinho fez ótimo lançamento para Yago Pikachu, mas o goleiro Rafael Santos saiu com precisão, dividiu com o lateral e conseguiu afastar o perigo.

O Tupi chegou com perigo aos 14 minutos. Após ótima troca de passes, o lateral Luiz Paulo cruzou e Giancarlo cabeceou com perigo para o gol de Martín Silva. O time dirigido por Jorginho ficava mais tempo com a bola, mas encontrava muita dificuldade para ultrapassar o sistema defensivo do Tupi.

Mesmo sem jogar bem, o Tupi marcou o primeiro gol, aos 20 minutos. Giancarlo recebeu um cruzamento e escorou para Octávio acertar um belo chute, sem chances para o goleiro Martín Silva.

Depois de sofrer o gol, o Vasco tentou aumentar a pressão em busca do gol do empate, mas os erros de passe dificultavam a tarefa da equipe carioca. Só aos 31 minutos é que a equipe carioca voltou a ameaçar em chute longo de Rodrigo, em cobrança de falta. O goleiro Rafael Santos precisou se empenhar para evitar o gol de empate. Logo depois, a equipe cruz-maltina criou outro momento de perigo. Andrezinho cruzou e Diguinho pegou de primeira, mas a bola saiu perto da trave esquerda.

O time dirigido por Estevam Soares preferia atuar recuado para manter a vantagem, mas, aos 42 minutos, o time mineiro apareceu no ataque em chute de Pedrinho que encobriu o travessão da equipe carioca.

Quando tudo indicava que o Tupi sairia com vantagem para o intervalo, o Vasco marcou o gol do empate aos 46 minutos. O zagueiro Luan partiu para o ataque, driblou o zagueiro Bruno Costa e colocou na saída do goleiro Rafael Santos.

No segundo tempo, o Vasco partiu para o ataque e acabou marcando o segundo gol logo aos quatro minutos. Andrezinho lançou Ederson que se enroscou com Jonathan dentro da área e o árbitro marcou pênalti. Os jogadores mineiros protestaram muito, mas a decisão foi mantida. Andrezinho bateu pelo alto, no canto esquerdo, sem chances de defesa para Rafael Santos. Logo depois do gol, os torcedores do Vasco acenderam sinalizadores e o árbitro interrompeu a partida durante dois minutos até que eles fossem apagados.

Depois de estabelecer a vantagem, o Vasco reduziu o ritmo e passou a administrar o resultado. Para tentar consertar uma substituição equivoca, o técnico Estevam Soares tirou o volante Marcel que havia entrado no intervalo e colocou o meia Hiroshi para tentar aumentar o poder de ataque da sua equipe.

A mudança deu certo e o Tupi empatou aos 23 minutos através de Renan Teixeira,de cabeça, após cruzamento de Serrato. Depois de igualar o resultado, o time da casa passou a pressionar em busca do desempate.

Ainda atordoado pelo gol sofrido, o Vasco demorou a se reorganizar e só aos 30 minutos voltou a aparecer na área do time mineiro. Yago Pikachu cruzou e Eder Luis cabeceou para fora, desperdiçando uma boa oportunidade. Logo depois, Ederson arriscou de fora da área e a bola encobriu o travessão defendido por Rafael Santos.

Jorginho jogou a última cartada para aumentar a capacidade ofensiva da sua equipe, trocando o volante Diguinho pelo atacante Caio Monteiro, mas foi o Tupi que voltou a criar uma boa chance para marcar, aos 39 minutos. Vinicius Kiss investiu pela lateral e cruzou para a entrada de Giancarlo, mas o atacante concluiu, de canela, e mandou a bola para fora, quando estava livre, diante de Martín Silva.

Nos acréscimos, o Vasco teve uma grande chance para marcar o terceiro gol, mas o goleiro Rafael Santos fez grande defesa na conclusão de Douglas Luiz.

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Com um jogador a menos, Corinthians é dominado e perde para a Ponte Preta

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press) -O Corinthians foi completamente dominado pela Ponte Preta na tarde deste sábado, no Moisés Lucarelli. Atuando com um jogador a menos desde o princípio da partida, quando Balbuena recebeu o cartão vermelho, a equipe dirigida por Cristóvão Borges acabou derrotada por 2 a 0. Roger, no primeiro tempo, e Clayson, no segundo, marcaram os gols.

O resultado deverá distanciar o Corinthians, com 37 pontos ganhos, da ponta da tabela de classificação do Campeonato Brasileiro e ainda deixou a vaga na zona de classificação para a Copa Libertadores da América ameaçada. A Ponte totaliza 34 e, em boa fase, já começa a sonhar com a disputa do torneio continental no ano que vem.

Nesta semana, o Corinthians adiará momentaneamente a preocupação com a sua irregularidade nos pontos corridos para se concentrar na Copa do Brasil. A estreia na competição nacional de mata-mata será contra o Fluminense, na quarta-feira, em Edson Passos. Pelo Brasileiro, o time paulista enfrentará o Sport em 8 de setembro, em Itaquera.

Já a Ponte Preta terá compromisso no dia 7, diante do Flamengo, em Cariacica. Na Copa do Brasil, o time de Campinas iniciou o confronto com o Atlético-MG com um empate por 1 a 1 em Belo Horizonte e reverá o adversário somente em 21 de setembro, no Moisés Lucarelli.

O jogo – A Ponte Preta não demorou a perceber que teria facilidade para propor a partida dentro do Moisés Lucarelli. Já aos nove minutos, Roger foi lançado à frente da defesa adversária, apareceu diante de Cássio e só não abriu o placar porque o goleiro do Corinthians defendeu o chute com a perna.

A partir de então, o jogo passou a ser disputado apenas no campo de ataque da Ponte. Aos 18 minutos, a pressão rendeu uma grande vantagem para os donos da casa. Roger voltou a avançar em direção à área pelo meio e caiu ao encontro de Balbuena. O árbitro Luiz Flávio de Oliveira resolveu expulsar o zagueiro paraguaio, para a revolta do Corinthians.

Com um jogador a mais, o panorama da partida ficou ainda melhor para a Ponte. Cristóvão Borges recompôs a sua zaga com a entrada de Pedro Henrique no lugar de Guilherme, que exercia a função de um falso centroavante e mal encostava na bola, conformando-se com o jogo de ataque contra defesa naquele momento.

Aos 35 minutos, a Ponte Preta marcou o seu primeiro gol. Cristian desviou para o alto um cruzamento vindo da esquerda, e a bola sobrou limpa para Roger empurrar para dentro já na pequena área.

Com a sua torcida em êxtase, a Ponte fez o possível para ampliar o marcador ainda na etapa inicial. Aos 41 minutos, Clayson tirou proveito de um rebote e soltou o pé de média distância, acertando a trave de um já abatido Cássio. “Precisamos nos organizar. Com um a menos, é complicado”, lamentou o goleiro, no intervalo.

Para organizar o Corinthians, Cristóvão recorreu a Romero no posto de um muito apagado Marquinhos Gabriel no segundo tempo. Antes de a bola rolar, os jogadores também cobraram o árbitro Luiz Flávio de Oliveira, ainda indignados com o cartão vermelho mostrado a Balbueba.

Não adiantou. Logo aos cinco minutos, a Ponte Preta mexeu no placar outra vez. Rhayner fez uma boa enfiada de bola para Clayson, que girou na frente de Pedro Henrique e concluiu no ângulo oposto, marcando um golaço no Moisés Lucarelli.

O Corinthians se mostrou resignado com a derrota já àquela altura. Sem esboçar qualquer reação, a formação visitante assistia calmamente à troca de passes da Ponte Preta, ritmada por gritos de “olé”. Cristóvão, então, gastou a sua última ficha – Lucca na vaga do apático Rodriguinho.

A alteração não mudou a passividade do Corinthians, que permanecia acomodado, como se vencesse a partida. A Ponte Preta também não tinha mais motivos para se esforçar. Com o resultado positivo assegurado, o técnico Eduardo Baptista trocou Roger, Abuda e Rhayner por William Pottker, Matheus Jesus e Léo Cereja e só esperou o tempo passar.

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Com um a menos, Luverdense “massacra” Bragantino e se reabilita na Série B

O Luverdense acaba de golear o Bragantino, por 4 a 0, no estádio Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde, em partida válida pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. Com o resultado, a equipe mato-grossense, que não vencia há 8 jogos, subiu 3 posições na tabela, se afastou da zona de rebaixamento e agora ocupa o 11º lugar, com 28 pontos. O Bragantino, por outro lado, permanece no Z4, com 21 pontos. O time de Bragança Paulista está na 17ª colocação.

O primeiro gol da partida foi anotado por Luiz Otávio, aos 8 minutos do primeiro tempo. Aos 37 da primeira etapa, Paulinho foi expulso e ainda desfalcou o LEC durante todo o segundo tempo. No entanto, apesar da desvantagem numérica, a equipe de Lucas foi para cima do adversário e, logo aos 7 da segunda etapa, ampliou o placar com Hugo. O atleta precisou de mais 3 minutos para anotar o terceiro gol dos donos da casa. Aos 26, em cobrança de pênalti, Hugo, em noite de hat-trick, fechou o marcador.

A próxima partida do Luverdense será contra o Avaí, na terça-feira (30), no estádio Ressacada, em Florianópolis (SC). Na mesma noite, o Bragantino volta a campo contra o Brasil de Pelotas (RS), no estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista (SP).

O jogo – O Bragantino não se intimidou por jogar fora de casa e teve a primeira chance clara de gol logo aos 6 minutos. Luiz Otávio afastou mal o cruzamento na área e a bola sobrou para Gabriel Nunes, que, livre na marca do pênalti, desperdiçou. Porém, bastou 2 minutos para o Luverdense fazer valer o mando de campo. Em cruzamento na área, a bola ficou com Luiz Otávio, que bateu forte e acertou o ângulo do goleiro Pablo, abrindo o placar no Passo.

O Bragantino quis “dar o troco” logo em seguida. Bruno Pacheco cobrou falta da intermediária. A zaga do Alviverde tentou afastar e quase marcou contra. A bola saiu tirando tinta da trave. O Luverdense voltou a ameaçar aos 14 minutos. Jean Patrick chutou de fora da área e a bola desviou no meio do caminho. O goleiro Pablo, já caído, conseguiu tocar e jogar para escanteio.

Aos 23, o arqueiro da equipe paulista foi acionado, mais uma vez em chute de Jean Patrick. A bola tinha endereço do gol, mas o goleiro se esticou e jogou pela linha de fundo. Aos 33 minutos, Paulinho recebeu o primeiro cartão amarelo. 4 minutos depois, recebeu o segundo e foi expulso de campo, deixando o Luverdense com um jogador a menos.

Na volta do intervalo, o Bragantino não conseguiu tirar proveito da vantagem numérica. Isso porque foram necessários apenas 7 minutos para Hugo aproveitar cruzamento de Raul Prata e, de carrinho, ampliar o placar para os donos da casa. Sem tempo para comemorar, 3 minutos depois, o próprio Hugo aproveitou uma falha incrível do goleiro Pablo e empurrou para a rede. O Braga tentou reagir aos 23. Eliandro cruzou rasteiro da ponta direita e Léo Jaime desviou. A bola passou perto da trave.

Aos 26, Hugo chutou para o gol e a bola explodiu na mão de Rodrigo Sam. O árbitro apontou a marca da cal e deu pênalti para os donos da casa. Na cobrança, Hugo deslocou Pablo e marcou o quarto gol do Luverdense. A partir de então, o LEC administrou o resultado e conseguiu se reabilitar na Segundona.

Fonte: Só Notícias/Herbert de Souza (foto: assessoria)
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Morre o ex-jogador e treinador Lúcio Santarém

Uma notícia muito triste para o esporte santareno. Segundo informações, Lúcio Santarém começou a passar mal, ainda na manhã de ontem, sexta-feira (26). Procurou atendimento no Pronto Socorro Municipal (PSM). No período da tarde, ele foi liberado e voltou para sua residência. À noite, voltou a passar mal e retornou ao PSM, onde faleceu por volta de 5h15, deste sábado (27), na sala de reanimação.
O ex-jogador e 1º Campeão Brasileiro da Série “D”, – como treinador – Lúcio atualmente era o responsável pela administração do Estádio Colosso do Tapajós. Entre os amigos a comoção é geral. Familiares parecem não acreditarem, e  procuram uma explicação para uma partida tão repentina.
O corpo de Lúcio Santarém será velado em sua residência,  Beco José Almeida, entre as travessas D.Frederico Costa e Rosa Passos, no bairro da Prainha.
Lúcio Santarém foi um grande centroavante do futebol do Pará nos anos 70. Valente, artilheiro e raçudo, representava para o Pará mais ou menos o mesmo que Bife para o Mato Grosso e Sima para o Piauí.
Eles foram artilheiros maravilhosos, mas sem a mídia dominadora do sul, que sempre privilegiou o Rio, São Paulo, Minas e o Rio Grande do Sul; e também um pouquinho de Paraná, Bahia, Pernambuco e Santa Catarina.
Lúcio Santarém, Sima e Bife não tiveram satélite, Embratel, Internet ou boa vontade da mídia.
Nascido em 08 de novembro de 1956, na cidade de Santarém/PA, também atuou com grande sucesso no futebol português, defendendo o Vitória de Guimarães e o Portimonense entre 1981 e 1984.
Regressou ao Brasil para jogar pelo Bahia, onde conquistou o campeonato estadual de 1984. Encerrou sua carreira pelo Atlético de Rio Negro, de Manaus, após sofrer um grave acidente. Ele estava no ônibus de seu time, que despencou em uma perigosíssima ribanceira paraense. Lúcio Santarém foi o mais afetado, com múltiplas fraturas nas pernas, joelhos, clavícula, braços e rosto.
Foi administrador do principal estádio de Santarém, o “Barbalhão”  e como treinador dirigiu o Tuna Luso e o São Raimundo, onde, em 2009, dirigiu esta equipe na épica conquista da série D do Campeonato Brasileiro, em grande virada na finalíssima contra o Macaé, do Rio de Janeiro por 2 a 1.
O “Colosso do Tapajós” estava lotado e Lúcio Santarém conquistou mais uma glória em sua brilhante carreira. Mas ele quer mais:
“Que Santarém saia do domínio do Pará, precisamos criar o Estado de Tapajós, como foram criados os dois estados do Mato Grosso e como Tocantins deixou de ser goiano”, sonha o ex-artilheiro às margens do Amazonas. (Texto por Milton Neves).

 DOL

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Cuiabá derrota Chapecoense e conquista vitória histórica na Sul-Americana

Na estreia da Copa Sul-Americana, Cuiabá e Chapecoense duelaram, esta noite, na Arena Pantanal. Participando pela primeira vez da competição, os mato-grossenses pressionaram no primeiro tempo e venceram com um gol de Dakson, em cobrança de falta. O placar foi finalizado em 1 a 0 para os donos da casa, em uma vitória histórica para os mato-grossenses que larga na frente por uma vaga nas oitavas de final do torneio continental. Quem avançar pegará o vencedor do duelo entre argentinos, protagonizado por Lanús e Independiente, que jogam ainda nesta quinta.
O jogo de volta entre Cuiabá e Chapecoense será na próxima quarta-feira, na Arena Condá, às 20h45. Antes, porém, as equipes voltarão seus esforços para seus respectivos compromissos nas ligas nacionais. Na 10ª posição da Série A, a Chape recebe o Flamengo no domingo, às 16h. No mesmo dia e horário, os cuiabanos enfrentarão o ASA, em busca de reabilitação na Série C.
A equipe da casa começou pressionando os visitantes. Nos minutos iniciais, uma jogada boa do Cuiabá, culminando em escanteio. A zaga da Chape precisou afastar, e na sequência, a resposta. Aos quatro minutos, Nenén, no rebote, chutou bola que tirou tinta da trave mato-grossense.
O jogo passou a ficar equilibrado. Ambos os times não conseguiam chegar ao gol, até que o Cuiabá conseguiu uma excelente oportunidade. Matheus Biteco cometeu falta na entrada da área. Dakson cobrou perfeitamente, aos 19 minutos do primeiro tempo, e abriu o placar para o Dourado. Foi o primeiro gol do Cuiabá em competições internacionais.
O segundo tempo foi morno até sua metade. Buscando conquistar ao menos um empate fora de casa, Caio Júnior fez suas três substituições antes dos 35 minutos. Mesmo com o time mais ofensivo, a Chape tentava agredir nas bolas aéreas, mas não foi efetiva. Aos 49 minutos, o argentino Jorge Baliño apitou o fim de jogo e primeira vitória, inédita, dos cuiabanos em uma competição internacional.

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Nelson Almeida/AFP)

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Atlético-PR perde para o Grêmio em Curitiba e torcida se revolta

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Geraldo B./Gazeta Press Digital) – As oitavas de final da Copa do Brasil 2016 começaram mal para o Atlético Paranaense, que foi derrotado por 1 a 0 para o Grêmio, em plena Arena da Baixada. Com a vitória, o Tricolor conquistou a vantagem de poder empatar na volta e seguir na competição.

A equipe gaúcha marcou logo, aos seis minutos do primeiro tempo, com Bolaños, que recebeu de Douglas e tocou na saída do goleiro para abrir o placar e garantir um grande resultado.

As duas equipes voltam a campo no dia 21 de setembro, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre.

O jogo – O Furacão entrou em campo com algumas modificações, táticas, as principais sendo Rafael Galhardo atuando como meia e a estreia do atacante Luan. A partida começou movimentada, com os dois times procurando jogo. Mas quem saiu na frente foi o Tricolor. Depois de um ataque desperdiçado pelo rubro-negro, o contra-ataque sobrou para Bolaños tocar na saída de Weverton e marcar.

O gramado parecia muito escorregadio e atrapalhava o próprio time da casa. Aos 13 minutos, o estreante Luan tentou partir para a jogada individual, mas o arremate ficou travado na defesa gremista. A resposta veio com o Luan do Grêmio, que apareceu meio da defesa e fuzilou para defesa de Weverton. Só dava Tricolor e, aos 26 minutos, Edílson chutou de longe pra intervenção do arqueiro atleticano.

O torcedor estava impaciente, especialmente pela sequência de resultados ruins no Brasileirão e pela saída de alguns jogadores, como Walter, que teve o nome gritado. Aos 30 minutos, Douglas tentou encontrar Ramiro na área, mas Weverton deixou a meta para segurar a bola. Aos 37 minutos, Luan partiu para cima da defesa rubro-negra, abriu espaço, e soltou o pé, pela linha de fundo.

Para a etapa final, o Furacão voltou com João Pedro e Juninho nos lugares de Rafael Galhardo e Marcos Guilherme. Logo aos dois minutos, Douglas serviu Bolaños, que entrou na área e conseguiu chutar para fora. Na resposta, aos quatro minutos, cruzamento de João Pedro e Luan arrematou de primeira, por cima da meta. O Atlético voltou mais acordado e tentava pressionar.

João Pedro, que entrou bem na partida, encontrou André Lima entrando na área, aos 12 minutos, mas o atacante desviou direto pela linha de fundo. Aos 26 minutos, Walace voltou a aparecer, mas o chute saiu raseiro , fácil para Weverton. O troco veio aos 30, com André Lima atestando para grande defesa de Grohe. O torcedor, nas arquibancadas, revoltados com a diretoria.

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Em jogo de seis gols, Figueirense abre vantagem sobre o Flamengo

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gilvan de Souza/assessoria/arquivo) – Em sua quarta participação na Copa Sul-Americana, o Figueirense conseguiu sua primeira vitória. Nesta quarta-feira, os catarinenses fizeram valer o mando de campo e venceram por 4 a 2 o Flamengo, no Orlando Scarpelli. Com o resultado, os alvinegros vão para o duelo de volta, na próxima semana, em Cariacica, podendo perder por um gol de diferença que vai avançar à próxima fase.

Os donos da casa fora superiores durante a maior parte da partida, que foi muito movimentada. Tanto que o primeiro tempo terminou 3 a 1 para o Figueirense. Na etapa final, cada equipe fez mais um gol para dar números finais ao confronto. O destaque do jogo foi o atacante Rafael Moura, autor de três gols dos catarinenses. Marquinhos fez o outro gol da equipe. Pelo lado rubro-negro, Alan Patrick e Marcelo Cirino marcaram.

O jogo – A partida começou movimentada, com as duas equipes em busca do ataque. O Figueirense teve um gol anulado logo com três minutos, quando Rafael Moura, em impedimento, colocou a bola para a rede. O Flamengo chegou com perigo aos sete, quando Cuéllar arriscou de fora da área e obrigou Gatito Fernández a fazer boa defesa.

No entanto, na segunda vez que chegou com qualidade ao ataque, o Figueirense abriu o placar, aos nove minutos. Após boa troca de passes, Ayrton cruzou rasteiro para Rafael Moura. O atacante finalizou colocado, no canto esquerdo de Paulo Victor.

O Flamengo não desanimou com o revés e respondeu em grande estilo aos 12 minutos. Depois de duas finalizações em cima da zaga, a bola sobrou para Alan Patrick. O meia chutou colocado, sem chance para Gatito Fernández.

O panorama da partida seguiu o mesmo e o Figueirense chegou ao segundo gol aos 17 minutos. Após bola levantada na área, Marquinhos cabeceou sozinho, sem chance para Paulo Victor para deixar os donos da casa a frente no placar.

Novamente, os rubro-negros foram para cima em busca do empate e desperdiçaram chance de igualar o marcador novamente aos 19 minutos. William Arão recebeu passe na área, mas escorregou ao chutar e acertou a rede pelo lado de fora. Com os dois times mais preocupados com a parte ofensiva, os espaços permaneciam e o Figueirense aproveitou melhor para ampliar a vantagem aos 26. Donatti pisou na bola a perdeu para Rafael Moura. O atacante ficou livre e tocou por cima de Paulo Victor.

Com a vantagem no placar, o Figueirense recuou e viu o Flamengo pressionar em busca do gol. Aos 31 minutos, os visitantes assustaram em chute colocado de Cuéllar. A resposta do Figueirense veio em contra-ataque aos 39. Marquinhos Pedroso foi lançado pela esquerda e chutou cruzado para grande defesa de Paulo Victor. Nos minutos finais, os rubro-negra aumentaram a pressão e desperdiçaram boa oportunidade em chute de Mancuello que parou em boa defesa de Gatito Fernández, que garantiu a boa vitória parcial dos donos da casa.

No segundo tempo, o Figueirense não deixou o Flamengo tentar uma reação e marcou o quarto gol logo com dois minutos. Após falta cobrada na área, Rafael Moura cabeceou, Paulo Victor não conseguiu fazer a defesa e a bola acabou indo para a rede.

O Flamengo só conseguiu levar perigo aos 12 minutos. Guerrero aproveitou bate e rebate e finalizou próximo ao gol. Mesmo após o lance, os rubro-negros não mostravam força e viam o Figueirense dominar o confronto. Tanto que aos 28 minutos, Marquinhos Pedroso chutou da entrada da área e quase fez o quinto dos catarinenses.

No entanto, os cariocas chegaram ao segundo gol após bola parada. Depois de falta cobrada na área, Juan escorou e Marcelo Cirino, de cabeça, empurrou para a rede.

O gol animou o Flamengo, que quase marcou o terceiro aos 32 minutos. Alan Patrick cobrou falta e acertou o travessão de Gatito Fernández. Quando os visitantes pressionavam, parte da iluminação do Orlando Scarpelli apagou, o que fez com que jogo ficasse paralisado por alguns minutos.

Nos minutos finais, o Figueirense aproveitou a paralisação para administrar o resultado. O Flamengo perdeu o embalo e não teve força pára diminuir a desvantagem.

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Ponte Preta arranca empate com Atlético-MG fora de casa

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Bruno Cantini/assessoria/arquivo) – Quem esperava uma partida fácil para o Atlético-MG por fazer sua estreia pela Copa do Brasil em casa se enganou. O duelo disputado na noite desta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), no Mineirão, foi duro para a equipe mandante, e o empate por 1 a 1 com a Ponte Preta teve sabor de vitória para um dos gigantes de Belo Horizonte.

A Ponte chegou a Belo Horizonte com uma proposta de jogo que se mostrou bastante eficiente. A equipe do técnico Eduardo Baptista esperou o Galo, boa parte do tempo, atrás da linha da bola – em momentos com os 11 atletas no campo de defesa. Isso deixava a partida com pouca criatividade, o Atlético em busca de infiltrações na defesa adversária e a Macaca esperando o momento certo de sair.

E aconteceu: em vários momentos a equipe de Campinas conseguiu surpreender o Atlético e chegar com rápidas saídas. Em uma delas, na sequência da jogada, a Ponte abriu o placar ainda no primeiro tempo. Na volta do intervalo, porém, Marcelo Oliveira fez uma boa substituição, e Maicosuel foi o diferencial para o Galo conseguir o empate.

A Ponte agora leva vantagem para Campinas, por ter feito gol fora de casa. O duelo de volta será no dia 21 de setembro, às 19h30 (de Brasília), no Moisés Lucarelli.

O jogo começou com um balde de água fria para os torcedores que foram ao Mineirão. O goleiro Victor, que ficou fora dos treinamentos do clube na última terça-feira acusando dores lombares, voltou a sentir e ficou fora da partida. O medalhista olímpico, Uilson, foi para a vaga.

O Atlético-MG iniciou o jogo com bastante cautela, trocando vários passes. A equipe alvinegra trabalhava a bola, pois encontrava dificuldades para encarar a dura retranca montada pelo técnico Eduardo Baptista que se defendia com todos os jogadores atrás da linha da bola no campo defensivo.

Logo aos cinco minutos do primeiro tempo, em uma saída errada de bola da Ponte, Carlos recebeu bom passe de Robinho, conseguiu fazer o drible no goleiro Aranha, mas a finalização passou por cima do gol.

Aos oito, em boa jogada de Otero pela esquerda, a bola sobrou para a ótima finalização do volante Leandro Donizete que apareceu como elemento surpresa.

Apesar das duas oportunidades do Galo logo nos primeiros minutos, a partida não apresentava calor técnico: o desenho tático seguia o mesmo, com a Ponte se defendendo e o Atlético-MG em busca de infiltrar em sua barreira. Em alguns momentos, por abusar das ligações diretas da defesa para o ataque, os donos da casa erravam bastante.

Isso durou até os 22 minutos. O camisa 80, Otero, fez bom cruzamento na área para a finalização do zagueiro Ronaldo. Aranha teve certa dificuldade para fazer a defesa, mas segurou firme a redonda.

Otero, aliás, mostrou nas faltas uma de suas virtudes: primeiro no cruzamento a área e depois em duas cobranças que assustaram o goleiro Aranha, a primeira tirada de cabeça pela barreira e a segunda que passou tirando tinta da trave.

Aos 37 minutos a Ponte Preta tratou de acabar com a sonolência da partida. Após cruzamento na área, Roger aproveitou a bobeira da defesa alvinegra e abriu o placar.

Aos 44 minutos, já aproveitando a vantagem no placar, a Macaca buscava o ataque apenas nos contra-ataques. Em jogada de velocidade, Rayner encontrou Roger no ataque que ficou de frente para o goleiro Uilson. A bola passou perto e a Ponte por pouco aumenta sua vantagem em pleno Mineirão.

No último minuto, o Atlético teve grande oportunidade com Carlos, mas a zaga da Ponte tirou quase em cima da linha. Na sequência da jogada, Carlos César tentou o cruzamento, mas a defesa tirou com um chutão.

O Atlético-MG voltou para o segundo tempo com Maicosuel – que vinha de boa sequência de jogos e foi poupado pelo técnico Marcelo Oliveira.

A substituição surtiu efeito, pelo menos nos primeiros minutos. Aos 2, Maicosuel encontrou Pratto na entrada da área que finalizou sem dominar. A bola passou perto da meta defendida por Aranha.

Aos oito minutos, um incrível gol perdido pelo Atlético. Em bom lançamento para Carlos, o camisa 13 tirou o defensor e finalizou, a bola desviou no zagueiro e enganou o goleiro Aranha que ficou batido. A bola, no entanto, bateu na trave e voltou nas mãos do arqueiro da Macaca.

Aos 19, após bela jogada individual, Maicosuel confirmou que entrou para dar melhor ritmo ao Atlético. O meia saiu pelo centro do gramado, driblou dois marcadores e entregou a bola para Robinho que empatou a partida para o Galo.

Aos 36, o Galo ainda buscava a vitória, e em boa jogada de Pratto, pela direita, a bola foi para Robinho que finalizou bem. A bola passou próximo ao gol de Aranha.

Para piorar a vida atleticana, quando o jogo já caminhava para o fim, Rafael Carioca sentiu dores no tornozelo e saiu de campo, deixando o Galo com 10 jogadores em campo por já ter feito todas as substituições.

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São Paulo perde para o Juventude, sai vaiado e se complica na Copa do Brasil

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Luis Acosta/AFP/arquivo) – O técnico Ricardo Gomes mexeu no time para a estreia do São Paulo na Copa do Brasil, mas a equipe não correspondeu dentro de campo e perdeu para o Juventude, por 2 a 1, em pleno Morumbi, na fria noite desta quarta-feira, pelo jogo de ida das oitavas de final. A derrota para o time da terceira divisão do futebol nacional irritou a torcida tricolor que compareceu em pequeno número no estádio e os jogadores deixaram o gramado sob vaias e protestos.

Buscando armar um São Paulo mais agressivo diante do time gaúcho, Gomes começou com Carlinhos e Bruno nas laterais esquerda e direita, já que ambos são considerados mais ofensivos que seus respectivos titulares. Michel Bastos iniciou o confronto no banco de reservas, entrou durante o segundo tempo e pouco pôde fazer para ajudar a equipe da casa.

Com um 4-1-4-1 ainda desorganizado, o Tricolor viu o atacante Roberson aproveitar bobeada de Bruno e Maicon para abrir o placar logo aos oito minutos do primeiro tempo. Após tanto insistir nas bolas aéreas, o argentino Andres Chavez deixou tudo igual antes do intervalo. O São Paulo voltou melhor para a segunda etapa, mas quando tinha o maior domínio da partida viu Thiago Mendes cometer pênalti desnecessário, convertido por Roberson, o algoz tricolor da noite.

Agora, o São Paulo precisa vencer o Juventude por dois gols de diferença na partida de volta, marcada para o dia 21 de setembro, em Caxias do Sul, no estádio Alfredo Jaconi. Caso devolva o placar sofrido em casa, o Tricolor definirá a vaga às quartas de final na disputa por pênaltis.

Como mandava o roteiro da partida, o São Paulo começou tomando a iniciativa e empurrou o Juventude para o campo de defesa. Hudson e Thiago Mendes apareceram bem abertos, auxiliando Kelvin e Cueva, que procuravam fazer as jogadas pelas pontas. Em uma delas, aos oito minutos, o peruano cruzou rasteiro, a bola atravessou toda a área e, por pouco, Kelvin não alcançou de carrinho para abrir o placar no Morumbi.

No minuto seguinte, o time gaúcho saiu para o jogo pela primeira vez. E não perdoou a falha defensiva do Tricolor. Em um rápido contra-ataque, o lateral direito Bruno não acompanhou e viu Roberson receber livre na esquerda. O atacante invadiu a área sem a resistência do zagueiro Maicon e bateu rasteiro no canto direito de Denis. O goleiro não conseguiu espalmar a bola, que morreu no fundo do gol.

A derrota parcial fez com que parte da pequena torcida tricolor presente no gelado estádio perdesse a paciência, insinuando algumas vaias a cada erro de passe dos anfitriões. Paralelamente, parecia ocorrer o mesmo com o time dentro de campo, atacando de maneira desordenada e apelando para as bolas aéreas, afastadas pela alta zaga gaúcha. A equipe da casa só foi assustar mesmo aos 22, quando Cueva cobrou falta sofrida por ele mesmo, passando rente à trave direita do goleiro Elias.

Mas de tanto insistir nas jogadas aéreas, o São Paulo conseguiu o empate, evitando a provável chuva de vaias no caminho aos vestiários durante o intervalo. Aos 39 minutos, Carlinhos cruzou, Chavez se antecipou à zaga e testou firme no canto esquerdo do goleiro Elias. Na comemoração, o lateral esquerdo cobrou aplausos da torcida são-paulina, que acabara de vaiá-lo por um cruzamento errado no lance anterior ao gol. Certo é que por pouco o atacante argentino não marcou o da virada, aos 44, em forte chute de cobrança de falta.

O São Paulo começou a segunda etapa como terminou a primeira: pressionando. Em menos de dez minutos, Kelvin e Michel Bastos, que entrara no lugar de João Schmidt, perderam boas chances de gol. O segundo, principalmente, após receber bom lançamento do primeiro e, da pequena área, chutar forte pelo lado de fora da rede.

Os mandantes continuaram ocupando o campo de defesa do Juventude, mas abusando da troca de passes e sem criar grandes oportunidades de gol. O que irritou boa parte da torcida, que protestou solicitando “raça” aos comandados de Ricardo Gomes. No entanto, quem chegou perto do desempate foi o time visitante, através de cobrança de falta do lateral Pará.

Pouco depois, a irritação dos poucos torcedores aumentaria ainda mais. Isso porque o volante Thiago Mendes calçou Lucas, que acabara de entrar no lugar de Felipe, dentro da área. Aos 28 minutos, Roberson cobrou o pênalti no meio do gol, deslocou Denis, que pulou para a direita, e anotou seu segundo gol na partida. O Juventude retomara a liderança no placar do Morumbi.

Ricardo Gomes, então, promoveu as entradas de Gilberto e Luiz Araújo nos lugares de Kelvin e Hudson, respectivamente, na tentativa de conseguir ao menos o empate. A retranca gaúcha, porém, continuou firme mesmo após a expulsão do zagueiro Ruan, e os jogadores do São Paulo deixaram o gramado do Morumbi sob uma chuva de vaias.

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Santa Cruz e Sport empatam em jogo de ida da Sul-americana

Fonte: Gazeta Esportiva – Santa Cruz e Sport iniciaram o confronto regional válido pela segunda fase da Copa Sul-americana com um monótono empate sem gols na Arena Pernambuco, na noite desta quarta-feira. Com o resultado, a decisão fica aberta para o jogo de volta, na próxima quarta-feira, na Ilha do Retiro. O vencedor do duelo pernambucano enfrentará o classificado do confronto entre Independiente Medellín, da Colômbia, e Sportivo Luqueño, do Paraguai, na próxima fase do torneio continental.

Antes, contudo, haverá preocupação com o Campeonato Brasileiro. Na penúltima colocação, o Santa Cruz buscará se reabilitar diante do Cruzeiro, no domingo, no Mineirão. No mesmo dia, o Sport voltará à Arena Pernambuco para enfrentar o Internacional.

Em melhor momento do que o Santa Cruz, o Sport começou a partida deste meio de semana com mais posse de bola, mas não chegou a criar boas oportunidades de gol. O rival se soltou com o passar do tempo, embora finalizasse mal diante do goleiro Magrão.

Na etapa complementar, disposto a não dar novas brechas ao Santa Cruz, o Sport demonstrou maior ímpeto. Oswaldo de Oliveira não se contentou e trocou Edmilson por Luis Ruiz, enquanto Doriva respondeu com a entrada de Danilo Pires no lugar de João Paulo.

O jogo, no entanto, voltou a ser truncado, sem chances claras de gol. As últimas apostas de Oswaldo foram Lenis e Mark González, incapazes de evitar o 0 a 0. Assim como Wallyson e Marion, mandados a campo por Doriva.

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