Coritiba e Figueirense não tiram o zero do placar no Couto Pereira

No dia em que completou 107 anos, o Coritiba não conseguiu passar de um empate sem gols diante do Figueirense, em pleno estádio Couto Pereira, desperdiçando uma chance de se afastar um pouco mais das proximidades da ZR e reencontrar o caminho das vitorias. Com o resultado, o Alviverde chegou aos 37 pontos, na 12ª colocação. Cada vez mais preocupado, o Figueira segue na 18ª colocação, com 32 pontos.
Na próxima rodada, o Coritiba terá o clássico diante do Atlético Paranaense, domingo, em partida marcada para a Vila Capanema. Já o Figueirense encara no mesmo dia o Palmeiras, no estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis.
O jogo – O time coxa-branca começou a partida em alta velocidade. Logo no primeiro ataque, lançamento para Iago, que carimbou a trave, mas já com o jogo parado por impedimento. O time da casa pressionava e rondou a área em duas oportunidades, conseguindo escanteio. A resposta veio aos seis minutos, com Josa, que apareceu na área para testar firme e acertar o travessão.
A disputa era equilibrada, mas concentrada no meio-campo, com as defesas trabalhando forte. Aos 14 minutos, Rafael Moura tentou um toque de efeito no meio da defesa alviverde e ficou sem a bola. Ataque em velocidade do Coritiba, aos 20 minutos, Juan cruzou pressionado para a área, mas Kazim não conseguiu alcançar. Aos 26 minutos, Joao Paulo bateu forte e Gatito defendeu com firmeza, sem dar rebote.
O jogo era pegado, com muitas faltas. Aos 30 minutos, lançamento em profundidade para Everton Santos, mas Wilson deixou a meta para interceptar. Aos 39 minutos, Marquinhos, de bola parada, fez Wilson trabalhar bem. Novamente uma oportunidade em cobrança de falta, desta vez par ao Coxa, aos 41 minutos, com Juan acertando abarreira e ganhado escanteio Depois da cobrança, a bola sobrou para Iago soltar o pé e parar em Gatitito. Nos acréscimos Kazim chegou a balançar as redes, mas o árbitro anulou.
Para a etapa final, o Alviverde retornou com Wallisson Maia no lugar de Nery Bareiro. Aos dois minutos, Juan cobrou falta na área e Rafael Moura apareceu no meio da área para afastar o perigo. O troco veio na sequência, do Dodô, chutando de longe, mas assustando após desvio de Benitez no meio do caminho.
Os chutes de fora da área e as bolas paradas eram as únicas oportunidades de gol criadas pelos dois times. Aos 10 minutos, Rafael Moura partiu para cima da defesa catarinense em direção ao gol, mas o árbitro enxergou um toque de mão do atacante. Aos 17 minutos, Juan teve a chance de servir Kazim, que entrava com liberdade, mas o passe saiu alto demais. Uma chuva forte apareceu no Alto da Glória para a reta final da partida.
Carpegiani optou pela entrada de Vinicius no lugar de Kazim, tentando dar novo fôlego ao ataque. Aos 26 minutos, Veiga cobrou falta fechada e Gatito agarrou. Dodô, respondeu, aos 28, com uma bomba que passou a direita da meta. Juan fez a jogada aos 36 minutos e serviu Veiga, que bateu desequilibrado pela linha de fundo. O campo olhado dificultava ainda mais as equipes, já cansadas. Aos 45 minutos, Iago marcou, mas novamente o gol foi anulado por falta de ataque.

Fonte: Gazeta Esportiva

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Corinthians reage com vitória sobre o Santa Cruz em Cuiabá

O Corinthians conquistou a sua primeira vitória no Campeonato Brasileiro desde a demissão de Cristóvão Borges. Na noite desta quarta-feira, na Arena Pantanal, a equipe que ainda é dirigida por Fábio Carille e prepara-se para recepcionar Oswaldo de Oliveira como o seu novo comandante enfim reagiu e derrotou o vice-lanterna Santa Cruz por 4 a 2. Os gols foram de Guilherme (2), Marlone e Lucca para o time paulista e de Grafite e Keno para o pernambucano.
O triunfo no provável jogo de despedida de Carille como treinador foi o primeiro do Corinthians na competição desde 8 de setembro. Na ocasião, o Sport, então comandado por Oswaldo de Oliveira, acabou batido por 3 a 0 em Itaquera. A partir de então, seguiram-se derrotas para Santos (2 a 1), Palmeiras (2 a 0), Fluminense (1 a 0) e Botafogo (2 a 0), além de empates com Coritiba (1 a 1) e Atlético-MG (0 a 0).
Mesmo com a reabilitação, o Corinthians ainda não ingressou na zona de classificação para a Copa Libertadores da América. Ficou na oitava posição, com 45 pontos ganhos. O Santa Cruz totaliza somente 23 e está cada vez mais próximo da segunda divisão nacional.
Os dois times voltarão a entrar em ação no domingo. Talvez já com Oswaldo de Oliveira no banco de reservas, o Corinthians receberá o lanterna América-MG em Itaquera, enquanto o Santa Cruz irá ao Moisés Lucarelli para enfrentar a Ponte Preta.
O jogo – Contando com a maioria do público a seu favor na Arena Pantanal, para onde o Santa Cruz levou a partida com a intenção de lucrar, o Corinthians ficou próximo de satisfazer o seu público logo no primeiro minuto. Marquinhos Gabriel avançou pela direita e fez ótima enfiada de bola para Marlone, que, livre do outro lado, chutou para fora.
O Corinthians até tentou aproveitar o susto que deu no Santa Cruz para assumir o controle do jogo. Não conseguiu. Em pouco tempo, a equipe pernambucana conteve as triangulações entre Giovanni Augusto, Rodriguinho, Marquinhos Gabriel e Marlone e passou a incomodar principalmente com a movimentação de Keno, que sempre procurava Grafite dentro da área.
O problema era que o veterano centroavante do Santa Cruz e o próprio Keno não pareciam estar em uma noite inspirada para finalizar a gol. Eles batiam fraco ou sem direção quando tinham a oportunidade. Aos 26 minutos, contudo, Grafite recebeu uma enfiada de bola na esquerda, ganhou de Pedro Henrique (que pediu falta no lance) na força, levou para a linha de fundo e soltou o pé. Parou no goleiro Walter e na trave.
O gol sairia três minutos mais tarde. Em outra investida pela esquerda, Keno foi bem lançado em profundidade por Uillian Correia e concluiu colocado. Walter deu rebote, e, desta vez, Grafite não perdoou. O centroavante arrematou firme, acertando o travessão e a rede, para inaugurar o marcador na Arena Pantanal.
O pouco criativo Corinthians se lançou ao ataque a partir de então, empurrado pelos berros de um frenético Fábio Carille. Reclamou de um pênalti de Danny Morais em Léo Príncipe aos 36 e achou o gol de empate no minuto seguinte. Marlone recebeu um passe de calcanhar de Giovanni Augusto na lateral direita, correu em direção à área e cruzou. Lá dentro, o até então apagado Guilherme dominou a bola e bateu no canto, certeiro.
A igualdade reanimou o Corinthians, que foi para o vestiário confiante no intervalo. Do outro lado, havia abatimento entre Grafite e seus companheiros. A frustração aumentaria logo aos dois minutos do segundo tempo. Acionado por Camacho na ponta direita, Marlone fez bela jogada ao puxar a bola para dentro e chutar cruzado, na rede.
Com a sua torcida em êxtase, o Corinthians não diminuiu o ritmo e aumentou a vantagem sobre o Santa Cruz rapidamente. Aos nove, Giovanni Augusto levantou a bola na área, e Guilherme mostrou o oportunismo de um centroavante de origem para cabecear, de peixinho, para dentro.
O Santa Cruz se desestabilizou ainda mais. O técnico Doriva procurou recuperar o seu time com as entradas de Marion, Bruno Moraes e Wagner nos lugares de Jadson, Grafite e João Paulo. No Corinthians, Fábio Carille irritou a torcida ao promover alterações defensivas, com o contestado Willians e Cristian nas vagas de Camacho e Giovanni Augusto.
Chamando o Santa Cruz para o campo de ataque, o time corintiano acabou castigado. Aos 35, Keno tirou proveito de uma sobra de bola na entrada da área, depois de boa troca de passes, e calibrou o pé para colocar no canto da meta defendida por Walter. A reação pernambucana, contudo, parou aí, apesar da pressão que o Corinthians aceitou nos minutos finais de partida.
Aos 46 minutos, veio o alívio para o time de Fábio Carille. Após Marlone cobrar uma falta da direita, a bola sobrou para Marquinhos Gabriel cruzar do outro lado. Lucca, que havia substituído Guilherme, esticou-se com um carrinho para fechar a contagem na Arena Pantanal.

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Rodrigo Gazzanel/assessoria)

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Botafogo derrota o Internacional e entra no G6 do Campeonato Brasileiro

O Botafogo segue firme na briga por uma vaga na Libertadores. Em partida disputada na noite desta quarta-feira, na Arena Botafogo, na Ilha do Governador, o Alvinegro carioca derrotou o Internacional por 1 a 0, gol marcado por Sassá, de pênalti. O resultado fez o Botafogo chegar aos 47 pontos ganhos e agora ocupa a quinta posição na classificação do Campeonato Brasileiro. A derrota manteve o Inter na zona do rebaixamento. O time gaúcho ocupa a  17ª colocação com 33 pontos ganhos.
O resultado fez justiça ao Botafogo que mostrou mais ambição ofensiva do que o adversário e procurou o gol durante os 90 minutos. O Inter entrou disposto a não perder, mas acabou sofrendo mais uma derrota na competição.
Na próxima rodada, o Botafogo vai receber o Atlético-MG, na Arena Botafogo, na Ilha do Governador.  O Inter vai encarar o Flamengo, no Beira Rio, em Porto Alegre.
O jogo – Os primeiros minutos foram marcados por muita disputa no meio-campo e poucos lances da área.O primeiro ataque do Botafogo aconteceu aos cinco minutos quando Neilton investiu pela esquerda e cruzou para a entrada de Vinicius Tanque, mas o atacante não conseguiu chegar na bola. O Inter mantinha apenas Vitinho na frente, muito preocupado em bloquear as investidas da equipe carioca. Aos 11 minutos, Rodrigo Lindoso arriscou de longe e a bola encobriu o travessão de Danilo Fernandes.
O Botafogo seguia controlando as ações, mas não conseguia criar condições para concluir. Só depois dos 15 minutos é que o Inter  passou a adiantar seus jogadores e passar  a trocar passes no campo adversário, mesmo sem qualquer profundidade.
O atacante Vitinho, revelado pelo time carioca, era muito vaiado sempre que tocava na bola.
O primeiro chute da equipe gaúcha só aconteceu aos 22 minutos em conclusão de Rodrigo Ferrareis, mas a bola desviou na zaga e saiu para escanteio.
Aos 30 minutos, o Botafogo criou a primeira chance de gol em chute forte de Dudu Cearense que obrigou Danilo Fernandes a uma grande defesa, espalmando para escanteio. Na cobrança, o time alvinegro teve a chance de marcar, mas Dudu Cearense, de costas, acabou salvando o Inter, ao desviar, involuntariamente, um chute de Joel Carli que tinha a direção do gol.
O Inter respondeu com um chute muito perigoso de Valdívia que passou muito perto da trave esquerda de Sidão. Aos 36 minutos, o Alvinegro de General Severiano desperdiçou outra grande oportunidade. Alemão lançou Neilton que ganhou de Ceará, entrou na área e chutou para fora, na saída do goleiro colorado.
O Botafogo voltou para o segundo tempo com Rodrigo Pimpão e Sassá nas vagas de Dudu Cearense e Vinicius Pimpão. O time carioca passou a atuar com três atacantes. O primeiro momento de perigo foi causado pelo Internacional quando Vitinho recebeu na intermediária e arriscou de fora da área, mas a bola encobriu o travessão defendido por Sidão.
O jogo ficou mais equilibrado com as duas equipes buscando o gol, apesar da pouca inspiração dos atacantes. Aos onze minutos, William chutou rasteiro e Sidão fez boa defesa.
Apesar das mudanças, o Botafogo não conseguia chegar na área do Inter com troca de passes, porque Camilo recebia marcação individual e não conseguia distribuir o jogo.
Aos 20 minutos, Vitinho arrancou desde o meio de campo, se livrou de dois marcadores e bateu rasteiro, mas Sidão fez grande defesa e impediu o primeiro gol do Inter. O time gaúcho teve outra chance aos 25 minutos quando Sassá falhou ao tentar chutar na entrada da área e a bola sobrou para Vitinho que bateu por cima. O Botafogo respondeu com um contra-ataque rápido e a bola acabou nos pés de Rodrigo Pimpão que teve o seu chute bloqueado pelo goleiro Danilo Fernandes, que usou o  pé direito para salvar a sua equipe.
A partida ficou aberta com os dois times procurando o gol, mas encontrando pela frente defesas
Aos 39 minutos, o Botafogo marcou o primeiro gol. Sassá foi lançado na esquerda e acabou derrubado por Eduardo na pequena área. O árbitro marcou pênalti que Sassá converteu, sem dar chance ao goleiro Danilo Fernandes. O atacante alvinegro marcou seu 11º gol na competição.
Desesperado, o Inter partiu para buscar o empate, mas o Botafogo soube segurar o resultado.

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Satiro Sodré/assessoria)

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Santareno é convocado para a seleção brasileira de canoagem

O canoísta santareno Hericles Scoot de Sousa Miranda, de 20 anos, foi convocado pela Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa) para disputar o Campeonato Pan-Americano de Canoagem Maratona, que será realizado entre os dias 10 e 13 de novembro na cidade de Tigres, na Argentina. Hericles foi chamado para integrar o barco K2 Sênior Masculino para a prova dos 20km, ao lado de Alberto Oliveira do Carmo Junior.
Segundo a CBCa, o critério de convocação foi baseado nos resultados obtidos no Campeonato Brasileiro de Canoagem Maratona 2016, que foi disputado em maio na praia da Graciosa, em Palmas, no Tocantins. Na prova de K1 25 km Masculino Hericles ficou na quinta colocação. Hericles é atleta da Associação Santarena de Canoagem e Ecologia (Ascae) e recebeu apoio da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel) para a disputa do torneio nacional.
O canoísta de Santarém treina diariamente no rio Tapajós e afirma que está fazendo preparação específica para a prova de maratona: “A expectativa é sempre boa, o nosso trabalho vem sendo realizado diariamente, a gente entrou em recesso depois do Campeonato Brasileiro de Velocidade e agora a gente está voltando com um trabalho mais apurado de maratona, já que saiu esta convocação. Então, a gente está esperando, se Deus quiser, uma boa participação neste Pan. Eu estou fazendo preparação para resistência, já que a prova terá 20 quilômetros. Então é bastante puxado, a gente está trabalhando bastante isto”, disse Hericles Miranda. Ele afirma que, desta vez, vai estar pronto para enfrentar condições adversas de tempo, para não ser surpreendido como aconteceu no Campeonato Brasileiro de Canoagem em Londrina, no Paraná, quando a temperatura estava negativa: “Estou me preparando para não chegar a acontecer o que aconteceu no Campeonato Brasileiro de Velocidade, que estava super frio e acabou atrapalhando o nosso rendimento e o nosso resultado lá”, revela.
Décimo primeiro colocado no ranking nacional, Hericles espera conseguir um bom resultado no Pan para subir de posição e ser convocado para a seleção brasileira. Apenas os oito melhores canoístas do ranking integram na equipe nacional que irá disputar os Jogos Olímpicos de Tóquio em 2020. “É prioridade, sim, estar na seleção brasileira para poder participar dos campeonatos mundiais. E o meu sonho é o de todo atleta, representar o Brasil não só nos campeonatos mundiais, no Sul-Americano e no Pan, mas também nas Olimpíadas.”
Hericles Miranda embarcou pela primeira vez num caiaque aos oito anos, incentivado pelo pai. Aos 12 anos começou a competir em Santarém e há três anos participa de competições nacionais. Neste período, já conseguiu quatro convocações pela Confederação Brasileira de Canoagem, para disputar dois campeonatos sul-americanos e dois mundiais, em Duisburg, na Alemanha, e em Oklahoma, nos Estados Unidos.

Fonte> RG 15/O Impacto e Seel

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Brasil bate Venezuela com golaço de Jesus e vira líder das Eliminatórias

Por LANCE! -Venezuela x Brasil © (Foto: JUAN BARRETO/AFP) Venezuela x Brasil – Finalmente a Seleção Brasileira conseguiu assumir a liderança das Eliminatórias da Copa-2018. Como o Uruguai tropeçou, coube ao Brasil vencer a frágil e lanterna Venezuela, nesta terça-feira, em Mérida, por 2 a 0, chegando aos 21 pontos. A vitória teve direito a um golaço de Gabriel Jesus, que balançou as redes pela quarta vez em quatro jogos com a Seleção.

Apesar do triunfo e da ascensão na tabela, não foi o melhor jogo do Brasil com Tite. Levando em conta a ausência de Neymar, que traz um dinamismo característico a qualquer equipe na qual esteja, o Brasil teve pouca intensidade durante o primeiro tempo.

Talvez a “culpa“ tenha sido do goleiro Dani Hernández, que logo aos sete minutos de jogo deu um presentaço a Gabriel Jesus. O passe muito errado na saída de bola ficou nos pés do atacante. Dois toques depois – entre eles uma cavada que encobriu o goleiro –, a bola morreu no fundo da rede. Uma frieza excepcional do rapaz de 19 anos.

Aí o Brasil ficou mais lento em campo, sem colocar pressão nos venezuelanos, apesar do domínio territorial. Mas a intensidade não foi tão alta. Teve até brecha para arrancadas de Peñaranda. Mas os sustos não foram tão grandes porque a Venezuela tem um time muito fraco.

O segundo tempo teve um roteiro parecido. De novo aos sete minutos, gol brasileiro. Desta vez com quem estava em baixa, mas, pela suspensão de Neymar, recuperou a posição de titular. Gol de Willian, que não vinha fazendo um jogo brilhante, aproveitando cruzamento de Renato Augusto. Se tinha alguém que precisava do gol era ele, pela situação profissional de pressão na Seleção e pela pessoal, já que a mãe dele está doente.

Aí Venezuela ficou mais “irresponsável” defensivamente. O time se abriu, passou a tentar jogar mais no campo ofensivo. Ou seja, mais espaço para contra-ataques brasileiros. Mais chances foram criadas por ambos os lados, mas o placar não foi alterado.

Nem o apagão nos refletores do Estádio Metropolitano, fato frequente na Venezuela em crise, aos 28 minutos do segundo tempo, mudou a história.

O jogo ficou mais chato, o gramado mais cheio de lama, mas a vitória e liderança foram asseguradas para o Brasil.

Venezuela x Brasil (Foto:AFP)

VENEZUELA 0 X 2 BRASIL

Local: Estádio Metropolitano de Mérida, em Mérida (VEN)

Data/Hora: 11/10/2016, às 21h30 (de Brasília)

Árbitro: Victor Carrillo (PER)

Auxiliares: Jonny Bossio e Raúl Lopez (PER)

Gols: Gabriel Jesus, 7’/1ºT (0-1); Willian, 7’/2ºT (0-2)

Cartões amarelos: Ángel, Velázquez, Herrera (VEN); Paulinho (BRA)

VENEZUELA: Dani Hernández, Rosales, Wilker Ángel, José Velázquez e Feltscher; Tomás Rincón, Arles Flores (Herrera, 38’/2ºT), Juanpi (Guerra, 14’/2ºT), Peñaranda (Otero, 27’/2ºT) e Josef Martínez; Rondón. Técnico: Rafael Dudamel.

BRASIL: Alisson, Daniel Alves, Marquinhos, Miranda e Filipe Luís; Fernandinho, Paulinho e Renato Augusto; Willian (Taison, 44’/2ºT), Coutinho (Giuliano, 37’/2ºT) e Gabriel Jesus.

Técnico: Tite.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




PSG vai tentar novamente a contratação de Neymar.

Nasser Al-Khelaifi, proprietário do clube, tem verdadeira obsessão pela contratação
O Paris Saint-Germain (PSG) não desistiu de contar com Neymar em seu elenco, segundo informações do jornal “A Bola”.
De acordo com o diário, os franceses vão tentar novamente a contratação do brasileiro na próxima janela de tranferências, no início do ano que vem.
Nasser Al-Khelaifi, proprietário do clube, tem verdadeira obsessão pela contratação do brasileiro, que renovou com o Barcelona até 2021. Caso queira tirar Neymar do Barça, o PSG terá de desembolsar 222 milhões de euros (R$ 795,5) referentes à multa.
Khelaifi crê que o clube catalão vai precisar se desfazer de algum de seus astros, já que precisa de dinheiro em caixa para tocar a reforma do Camp Nou.
Neste ano, o PSG já tentou levar Neymar para o clube, mas a negociação não avançou, embora o Barcelona tenha recebido uma proposta oficial para se desfazer de seu camisa 11.

ORMNEWS

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Brasil pega a Venezuela pelas Eliminatórias da Copa.

A seleção brasileira enfrenta hoje (11) a Venezuela, no estádio Metropolitano de Mérida, com a expectativa de chegar à liderança das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, que será na Rússia. Com três vitórias consecutivas no comando, o técnico Tite aposta em Willian como substituto de Neymar, suspenso, para superar a equipe lanterna do torneio na partida, que começa às 21h30 (de Belém), além de contar com um tropeço do Uruguai contra a Colômbia fora de casa. O jogo terá transmissão ao vivo pela Rede Globo/TV Liberal.
O Uruguai, de Luis Suárez e Edinson Cavani, fechou o primeiro turno das Eliminatórias com 19 pontos em nove jogos, seguido pelo Brasil, com 18, e Equador, Colômbia e Argentina, com 16. A lanterna Venezuela não venceu ainda na competição. Em nove partidas, conseguiu apenas dois empates, um deles contra os argentinos (2 a 2).
Tite, porém, evitou fazer prognósticos sobre o duelo. “Desempenho, jogar bem, não dá para falar antes de resultado. A coisa é decidida lá dentro de campo”, comentou. “Temos de fazer um grande jogo. Sabemos das dificuldades, independentemente de local e posição”.
A seleção treinou ontem no estádio Metropolitano para reconhecer o gramado e fazer os últimos ajustes. Willian terá mais uma chance como titular, após ter perdido a vaga para Philippe Coutinho no duelo contra a Bolívia, em Natal. O meia Giuliano retorna ao banco de reservas para dar lugar ao volante Paulinho, de volta ao time após cumprir suspensão.
Fernandinho vai ter a missão de proteger a zaga formada por Daniel Alves, Miranda, Marquinhos e Filipe Luís, que será o capitão desta vez. A escolha de Tite deixou o lateral-esquerdo feliz e emocionado. “É uma honra muito grande, um orgulho e uma responsabilidade”, definiu o jogador, que está desde 2004 na Europa, teve convites para defender outras seleções, mas não aceitou. “Eu escolhi jogar pelo Brasil desde 2009. Você tem de jogar pelo país em que nasceu”.
Na segunda parte do treino em Mérida, Tite trabalhou a posse de bola dos titulares, pedindo precisão nos passes. Enquanto isso, os reservas treinavam bola aérea. Em um outro momento da atividade, os passes e a movimentação dos jogadores que estarão em campo desde o início eram ensaiados sem a presença dos reservas, com o treinador mais uma vez pedindo precisão e posicionamento.
Tite minimizou a ausência de Neymar, suspenso pelo segundo cartão amarelo. “Todo mundo vai sentir a ausência dele. Mas se a gente depender do Neymar, tem alguma coisa errada. Respeito, mas não concordo com ‘Neymardependência’. A individualidade só aparece quando o coletivo está bem”, defendeu.
Tite conseguiu tirar a seleção da incômoda sexta posição das Eliminatórias herdada de Dunga após apostar no 4-1-4-1, esquema com o qual obteve sucesso no Corinthians campeão brasileiro de 2015, e em Gabriel Jesus como o camisa 9 da equipe. Artilheiro do Brasileirão, o atacante do Palmeiras marcou dois gols nos últimos três jogos do torneio e será municiado por Philippe Coutinho, Willian e Renato Augusto. Em três partidas sob o comando do treinador, a seleção marcou 10 gols e Alisson, o titular desde os tempos de Dunga, levou apenas um.
Do lado venezuelano, o desafio maior é sair da incômoda lanterna sem vitórias na tabela de classificação. A defesa, bastante criticada, terá caras novas. Vizcarrondo e González estão suspensos. Os substitutos devem ser Velásquez e Rosales. No ataque, o técnico Rafael Dudamel tem como principal nome o veterano Rondon.

ORMNEWS

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Paraense brilha no exterior lutando Muay Thai

O paraense Jos Rodrigues Mendonça, 28, saiu de Belém – e do Brasil – há sete anos em busca de um sonho. Faixa preta de karatê e praticante de várias outras artes marciais, se encontrou numa delas, o Muay Thai. Assim, rumou para a Tailândia, berço do esporte, para se aperfeiçoar e se apresentar ao lado dos maiores representantes da luta. E em meio a tantas feras, Jos conseguiu se destacar.
O engenheiro José Rodrigues, pai do atleta, relembra a trajetória de Jos com muito orgulho, quando ele iniciou a carreira ainda criança. “Ele começou a treinar karatê com 4 anos, com o professor Florentino Brito, e se tornou um faixa preta. Logo depois, Jos começou a treinar boxe com o professor Ulisses Pereira, aqui em Belém, daí fez taekwondo com o professor Lucivaldo, e finalmente se fixou no Muay Thai, com o professor Luciano”, relembrou o engenheiro.
Com vários títulos já conquistados, o atleta precisou interromper a carreira em 2015, quando se acidentou, e voltou a treinar em agosto deste ano, quando foi convidado a participar de um evento no Japão. “Hoje, meu filho conseguiu o maior número de vitórias de todos os tempos na Tailândia e é bastante conhecido por lá. No final do ano vem para Belém visitar a família”, finalizou.
O ESPORTE E O ATLETA
– O esporte é disputado por dois oponentes que se atacam com chutes, socos, joelhadas e cotoveladas. Estima-se que essa arte marcial tenha nascido de técnicas de ataque usadas pelos soldados do reino do Sião, atual Tailândia, em batalhas do século 14.
– Em 2012, Jos Mendonça manteve o seu cinturão de campeão mundial pela WPMF, em Ayutthaya, na Tailândia. Jos é campeão do Rajadamnern Stadium, o estádio mais antigo de Bangcoc e um dos mais respeitados ringues do planeta. Para quem não tem ideia do tamanho desse feito, lutadores como Ramon Dekkers, Danny Bill, Jean Charles Skarbowsky, nunca venceram um título dessa importância na Tailândia.

Jos conquistou o título máximo no Muay Thai: o do estádio Rajadamnern (Foto: Divulgação)
Jos conquistou o título máximo no Muay Thai: o do estádio Rajadamnern (Foto: Divulgação)

(K.L. Carvalho/Diário do Pará)

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Palmeiras joga mal, mas faz o mínimo e mantém sobra na liderança

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press) – A nove rodadas do fim do extenso Campeonato Brasileiro, o torcedor do Palmeiras, que não sabe o que é erguer a taça de campeão desde 1994, já não deve estar preocupado com a atuação de seu time de coração, e sim com os resultados. Neste cenário, o palmeirense com certeza ficou feliz depois da vitória por 2 a 0 na tarde deste domingo. Os três pontos em cima do América-MG, lanterna da competição, mantém o Verdão na liderança com a sobra de uma rodada em cima do Flamengo.

Mas certamente aqueles mais racionais e principalmente a comissão técnica alviverde devem ter deixado Londrina, palco do confronto, no mínimo incomodados com o futebol apresentado pelo Palmeiras nesta 29ª rodada.

A venda de mando tornou o estádio do Café em casa palmeirense. E o time parecia disposto a retribuir tanto carinho. Em três minutos, Roger Guedes obrigou o goleiro João Ricardo a fazer um verdadeiro milagre e Tchê Tchê abriu o placar ao se posicionar com inteligência na entrada da área e acertar um chute rasteiro.

Cara de goleada, certo? Não. O Palmeiras era soberano no jogo e ciente de que poderia resolver a partida a qualquer momento. Essa diferença técnica, no entanto, tornou a equipe de Cuca desinteressada e displicente. Ao fim do primeiro tempo, os mineiros tinham mais posse de bola e haviam errado menos passes, enquanto o líder do Brasileirão há 20 rodadas abusava dos cruzamentos novamente. Foram 13, sendo 11 sem o destino certo.

Quem esperava um chacoalhão de Cuca no intervalo se decepcionou mais ainda. O segundo tempo foi um verdadeiro marasmo. Dono da última colocação na tabela há 19 rodadas seguidas, o América-MG chegou a ter 85% de posse de bola em determinado momento do jogo. o Palmeiras parou e se acomodou.

Mas a fragilidade de seu adversário era maior do que o ímpeto de reação e, mesmo sem grandes esforços, o Palmeiras matou a partida aos 42, em contra-ataque que Alecsandro não desperdiçou. Muita festa para o centroavante que viveu um grande imbróglio nos últimos meses por causa de um ‘falso doping’.

Desta forma, mesmo sem um futebol de campeão, o Verdão segue firme na sua caminhada pelo título. Já são 12 jogos de invencibilidade e 60 pontos marcados. Três a mais que o Flamengo, que também venceu neste domingo, mas não conseguiu diminuir a vantagem dos paulistas, que na quinta-feira recebem o Cruzeiro, na Fonte Luminosa, em Araraquara, às 19h30.

Para o América-MG, a derrota não chega a surpreender e é só mais um capítulo na história desse rebaixamento que já é inevitável diante dos 21 pontos somados até aqui. No mesmo dia e horário que seu algoz deste domingo, o Coelho fará clássico com o Atlético-MG, no Mineirão.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Flamengo faz 3 a 0 sobre o Santa Cruz e mantém caça ao líder Palmeiras

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria/arquivo) – O Flamengo não encontrou grandes dificuldades para conquistar a sua 17ª vitória no Campeonato Brasileiro e seguir como o principal concorrente do Palmeiras na disputa pelo título. Enfrentando o penúltimo colocado Santa Cruz, o time carioca fez a alegria dos seus milhares de torcedores que estiveram no Pacaembu na tarde deste domingo com um triunfo por 3 a 0. Os gols foram de Felipe Vizeu, no primeiro tempo, e Willian Arão e Marcelo Cirino, no segundo.

O resultado levou o Flamengo aos 57 pontos ganhos, ainda três atrás do líder Palmeiras, que ganhou por 1 a 0 do lanterna América-MG também neste domingo. Cada vez mais próximo do retorno à segunda divisão, o Santa Cruz totaliza apenas 23 pontos.

Flamengo e Santa Cruz voltarão a entrar em ação no meio de semana. O vice-líder fará clássico contra o Fluminense na quinta-feira, no Raulino de Oliveira, enquanto o vice-lanterna enfrentará o Corinthians um dia antes, na Arena Pantanal.

O jogo – Quando o locutor do estádio municipal de São Paulo impostou a voz para recepcionar o público com o seu tradicional bordão – “o seu, o meu, o nosso Pacaembu” – a torcida do Flamengo já se sentia em casa. Em grande número, os rubro-negros só deixaram de entoar as suas canções nos minutos que antecederam a partida contra o Santa Cruz para ofender Léo Moura, fazendo aquecimento.

O veterano lateral direito, que fez história no Flamengo e virou inimigo após ingressar na Justiça trabalhista contra o clube, tinha maiores motivos para preocupação no início do jogo. O time dirigido por Zé Ricardo aproveitou a atmosfera favorável para pressionar o Santa Cruz já nos primeiros minutos, com bastante rotação entre Diego, Everton e Alan Patrick no meio-campo.

A primeira boa oportunidade de gol, contudo, foi da equipe pernambucana. Aos cinco minutos, Keno recebeu ótima enfiada de bola, correu entre a defesa do Flamengo e apareceu diante de Paulo Victor para abrir o placar. O goleiro saiu bem até a entrada da área e ficou com a bola, fazendo o público rubro-negro vibrar nas arquibancadas do Pacaembu.

No minuto seguinte, quando a torcida ainda gritava o nome de Paulo Victor, a comemoração foi maior. Everton recebeu a bola de Chiquinho na ponta esquerda e fez o cruzamento para a área, onde Felipe Vizeu se esticou para completar para dentro antes de se ajoelhar no gramado para celebrar, emocionado.

Com a vantagem no marcador e o passar do tempo, o Flamengo se acomodou e perdeu o seu ímpeto ofensivo. Os torcedores mais impacientes começaram a se manifestar contra a monótona troca de passes defensiva da equipe. A irritação aumentou quando os zagueiros falharam por desatenção, deixando Grafite em alerta. O centroavante assustou com um chute do lado de fora da rede e chegou a tentar uma conclusão quase do meio-campo, defendida por Paulo Victor.

Já próximo do intervalo, o Flamengo melhorou. E a melhor chance para ampliar o marcador foi inesperada, aos 39 minutos. Chiquinho emendou de primeira após uma inversão de jogo, na ponta esquerda, e quase surpreendeu a si mesmo ao perceber a bola ir na direção do gol. Edson Kolln fez uma defesa providencial para salvar o Santa Cruz.

Na segunda etapa, o Flamengo entrou em campo disposto a explorar melhor justamente as jogadas pelas laterais do campo. E não demorou a anotar o seu segundo gol. Aos 11 minutos, Alan Patrick cobrou escanteio da esquerda, e a cabeçada de Diego parou no goleiro Edson Kolln e na trave. Na sobra de bola, Willian Arão estufou a rede.

Com o público em êxtase – pulando freneticamente aos berros de “sai do chão, sai do chão, a torcida do Mengão” e com as lanternas de seus telefones celulares acesas –, Zé Ricardo teve tranquilidade para fazer uma alteração que muitos torcedores já pediam. Trocou Alan Patrick por Fernandinho, tentando combater o comodismo que havia acometido o seu time depois do gol do primeiro tempo.

Àquela altura, o Santa Cruz já não oferecia tanta resistência. O técnico Dorival ainda tentou reanimar o time visitante com as entradas de Mazinho, Marion e Bruno Moraes nos lugares de Uillian Correia, Arthur e Grafite, porém o abatimento com as situações complicadas na partida e na tabela de classificação já pesavam contra os seus comandados.

Do outro lado, o Flamengo jogava solto. Tudo era motivo para festa – a substituição de Felipe Vizeu por Emerson Sheik, um cruzamento de letra de Everton, uma disputa de bola que Léo Moura perdeu para Chiquinho e agora até um longo recuo do mesmo lateral rubro-negro para o campo defensivo. Com esse clima, bastava à equipe de Zé Ricardo administrar o resultado, mesmo com uma e outra investidas do Santa Cruz, nos minutos finais.

Mas houve tempo para mais um gol. Aos 40 minutos, Marcelo Cirino foi lançado por Emerson Sheik, fintou Edson Kolln com categoria e só empurrou para a meta vazia, fechando a contagem no Pacaembu e fazendo o “cheirinho de hepta” ser sentido por alguns também na cidade onde mora o concorrente Palmeiras.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br