Cruzeiro goleia o Fluminense em casa e ganha tranquilidade no Brasileirão

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Light Press/Washington Alves) – Para se livrar do risco de rebaixamento para a série B, o Cruzeiro foi forte para o jogo contra o Fluminense, na tarde deste domingo, no Mineirão, em partida válida 34ª rodada do Campeonato Brasileiro, e conseguiu colher os frutos da intensidade. O time de Mano Menezes aplicou uma bela goleada, por 4 a 2, em Belo Horizonte.

O largo placar do Cruzeiro começou com bastante dificuldade. O Fluminense iniciou a partida com uma proposta de jogo voltada para os contra-ataques e, assim, marcou o primeiro gol, com Richarlison. A Raposa, no entanto, conseguiu mudar sua postura, ser mais forte no meio campo, e buscou a virada ainda no primeiro tempo com Sobis e Willian. Na etapa complementar, ainda melhor, Arrascaeta e Alisson ampliaram a contagem azul. No finalzinho do jogo, Ábila fez contra e deu números finais a contagem.

O resultado deixa o Cruzeiro em situação confortável no Campeonato Brasileiro, com 44 pontos. Já o Fluminense ainda corre atrás do G6, mas vê seu sonho cada vez mais distante, com 48 tentos alcançados. O primeiro time dentro do grupo dos seis primeiros tem 54.

O Cruzeiro agora terá um descanso de 10 dias. No dia 16, o time de Mano Menezes vai até a Ilha do Retiro duelar com o Sport, numa quarta-feira, às 21h45 (de Brasília).O Fluminense recebe o Atlético-PR, um dia antes, no Maracanã, às 17h.

O alterado Cruzeiro, por contusões ou opções técnicas de Mano Menezes, encontrou dificuldade para sair jogando nos primeiros minutos de jogo. O meio campo azul não conseguia fazer a transição corretamente e parava em seus erros. O Fluminense, por sua vez, buscava dominar o meio campo.

Aos 6, a primeira boa chegada do Fluminense. Cícero recebeu a bola no meio e decidiu arriscar. Ele levou perigo a Rafael que se esticou todo para tirar para escanteio.

Aos 9, Richarlison abriu o marcador no Mineirão. Após vacilo na saída de bola, o atacante recebeu o lançamento, deslocou o zagueiro e colocou no canto direito do goleiro Rafael.

Depois do tento, o Fluminense seguiu melhor em campo. O time de Levir Culpi era comandado por Scarpa e Cícero no meio campo, além de Richarlison que incomodava bastante a zaga celeste.

Passados 20 minutos de jogo, o Cruzeiro tentou equilibrar a partida, dando mais igualdade e combate no meio campo, mas o Fluminense, com o resultado a seu favor tinha mais cautela para buscar o ataque.

O crescimento em campo do Cruzeiro surtiu efeito aos 26 minutos. A Raposa tentava o tento trocando passes ao redor da área. Com uma boa chegada, Rafael Sóbis, finalizou bem e tirou o goleiro Júlio César.

O gol deu mais ânimo aos jogadores cruzeirenses. Aos 29, Alisson recebeu a bola na entrada da área, bateu obrigando o arqueiro adversário fazer uma boa defesa.

A saída do atacante Richarlison, na metade do primeiro tempo, por uma contusão, atrapalhou os planos do técnico Levir Culpi. A entrada de Magno Alves não deu o mesmo ritmo ao ataque e o tricolor passou a esperar em seu campo de defesa e não ter forças para fazer um bom contra-golpe.

Aos 44, Willian recebeu a bola na área, após cruzamento de Alisson, e, de cabeça, mandou para o fundo das redes para desempatar e confirmar a melhora do Cruzeiro em campo.

O Cruzeiro voltou querendo definir logo o resultado. Logo no primeiro minuto de jogo, Arrascaeta em contra-ataque, tirou do goleiro e marcou o terceiro gol celeste.

O Cruzeiro seguiu superior em campo. A Raposa dominava totalmente a partida e não dava espaços para o Fluminense tentar alguma coisa em campo. Aos 5, foi a vez de Alisson. Ele recebeu a bola na área, chutou no cantinho e ampliou a vantagem

O Cruzeiro seguiu o restante do segundo tempo melhor. Embora não tivesse tanta criatividade para chegar a meta adversária, não levava sustos e via o Fluminense aceitando o resultado.

Aos 16, Sóbis recebeu a bola na ponta direita e finalizou forte. A bola pegou na zaga e por pouco não confunde o goleiro Júlio César. A partida terminou com o Cruzeiro superior em campo, sem sofrer sustos.

Aos 44, Alex, recebeu boa bola, na entrada da área, mas finalizou mal e o goleiro fez boa defesa. Já nos acréscimos, escanteio do Fluminense e gol de Magno Alves.

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Chapecoense vence e afunda o Figueirense na zona de rebaixamento

Fonte: Gazeta Esportiva – A Chapecoense venceu o Figueirense por 1 a 0, na Arena Condá, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro. A vitória fez a Chape respirar aliviada, afastando praticamente todas as chances contra o rebaixmaento. Por outro lado, a derrota custou caro ao time alvinegro, que se vê a possibilidade de sair das últimas colocações cada vez mais distante.

O Figueira chegou a começar melhor a partida, tendo chances de abrir o placar, mas tomou um banho de água fria após a expulsão de Marquinhos Pedroso, que recebeu dois cartões amarelos.

No fim da primeira etapa, a Chape já começou a melhorar o seu rendimento, mas foi no segundo tempo que os mandantes assumiram controle total da partida. Com um a mais, o Verdão criou diversas oportunidades até marcar com Kempes, aos 30 minutos.

Com a derrota, o Figueirense permanece na 18ª colocação com 33 pontos, seis a menos que o Vitória, primeiro time fora da zona de rebaixamento. A Chapecoense, por outro lado, vive situação mais tranquila. O clube chegou aos 46 pontos e subiu para o 10º lugar.

O jogo – Mesmo fora de casa, foi o Figueirense quem conseguiu criar a primeira chance de perigo na partida. Aos 6 minutos, Lins avançou bem pela esquerda, cortou para o meio e bateu firme de fora da área e a bola saiu próxima à trave de Danilo.

Com bom início, o Alvinegro seguiu no ataque e quase abriu o placar. Aos 13, Rafael Moura cruzou da esquerda, a bola passou por todo mundo dentro da área e sobrou para Ferrugem, que passava livre por trás da zaga e chegou batendo forte de primeira, mas erra o alvo.

Aos 25 minutos, no entanto, o Figueira tomou uma ducha de água fria. Depois de receber cartão amarelo por falta em Gil aos 17 minutos, Marquinhos Pedroso voltou a cometer falta em Ananias e recebeu o segundo amarelo, sendo expulso.

Apesar de estarem com um a menos, os visitantes não deixaram de atacar. Inclusive, aos 38, Danilo teve papel crucial para segurar o zero no placar. Lins enfiou ótima bola para Ferrugem, que ficou cara a cara com o goleiro, mas bateu em cima de Danilo, que se jogou em cima da bola.

O susto pareceu ter acordado a Chapecoense. Logo em seguida, Thiaguinho achou Hyoran dentro da área e o meia deu uma cavadinha, mas Gatito Fernández fechou bem a meta e evitou o gol. Antes de descer para os vestiários, o Verdão do Oeste perdeu outra ótima oportunidade com Tiaguinho, que demorou para finalizar na área e foi bloqueado por Josa.

Já na segunda etapa, a Chape mudou de postura e assumiu controle do jogo. Aos 6 minutos, Hyoran recebeu na entrada da área, ajeitou para a perna esquerda e mandou uma pancada com a canhota, que explodiu no travessão de Gatito.

Aos 14, Hyoran desperdiçou uma chance claríssima de gol. Dener cruzou na área e encontrou o meia livre na altura da pequena área, mas Hyoran cabeceou mal e a bola saiu por cima da meta.

Depois de diversas oportunidades perdidas, a Chape conseguiu finalmente abrir o placar aos 30 minutos. Dener cruzou da esquerda, Lucas Gomes finalizou fraco e Gatito não alcançou. A bola foi no travessão e Kempes aproveitou para mandar para o fundo das redes.

Com um a menos desde a metade do primeiro tempo, os jogadores do Figueirense não tinham mais perna para correr atrás de um empate fora de casa e acabaram sendo derrotados na Arena Condá, ficando cada vez mais distante de uma salvação contra o rebaixamento.

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Atlético-MG vacila, perde para o Coritiba e fica mais longe do título

Fonte: Gazeta Esportiva -Se já estava difícil, agora é quase impossível. O sonho atleticano de conquistar o título do Campeonato Brasileiro ficou mais longe com a derrota da equipe alvinegra para o Coritiba, por 2 a 0, na noite deste domingo, no Couto Pereira. O resultado deixa o Atlético-MG a 10 pontos do Palmeiras, líder do torneio nacional. Já o Coxa alcançou os 42 pontos e respira aliviado na luta contra a queda.

Para piorar, um dos objetivos do técnico Marcelo Oliveira, de manter a equipe na terceira colocação para ir direto para a Copa Libertadores, também corre o risco de não acontecer, já que os últimos resultados, empate com o Flamengo e derrota neste domingo, deixam o Galo na quarta colocação.

A partida entre Atlético-MG e Coritiba mostrou o time mineiro com muita posse de bola, mas pouca efetividade, sem criatividade e pouco risco a meta adversária. O Coxa foi inteligente em campo, aproveitando os espaços dados e utilizando os contra-ataques para buscar o jogo.

O Atlético-MG agora terá 11 dias para se preparar para o jogo contra o Palmeiras, no Independência. Já o Coritiba recebe o Santa Cruz, no dia 16 de novembro, também em casa.

O técnico Marcelo Oliveira deixou como opção no banco de reservas jogadores considerados importantes para o grupo como Fred e Robinho. A ideia é preservar atletas que estão cansados, ou, nestes dois casos, que estão pendurados com dois cartões amarelos, tendo em vista que o próximo confronto será contra o Palmeiras, em Belo Horizonte.

Mas a equipe que foi a campo, entretanto, não era fraca. Isso porque sem os dois artilheiros, o ataque atleticano tinha Luan, Cazares, Otero e Pratto. A força alvinegra mostrava ainda dificuldades para a equipe da casa. O Coritiba começou a partida com bom ritmo de jogo, mas não tinha facilidades para penetrar na defesa mineira, parte por seu grande número de desfalques – sete no total – além da formação tática que ainda não tinha efeito.

Os primeiros minutos mostraram superioridade do Galo, que conseguia trocar passes e avançar ao campo de ataque com qualidade. A melhor chegada nos primeiros 15 minutos, porém, foi do Coritiba. Kleber chutou forte de fora da área e Victor encontrou dificuldades, mas jogou a redonda para escanteio.

O Galo respondeu minutos depois. Aos 22, Fábio Santos fez boa jogada na área, deixou para Pratto, mas Amaral tirou e evitou o primeiro gol alvinegro. No lance seguinte, com Juan, o Coxa respondeu e levou perigo. Os lances mostraram a velocidade do jogo – que era bom.

Após os 20 minutos, a Coxa passou a ter mais intensidade na partida, com comando de Kleber em campo. E assim terminou a etapa inicial. O time da casa jogava com inteligência, segurando as melhores jogadas do Galo e saindo com velocidade, complicado a equipe visitante. O Atlético tinha a posse de bola, mas não tinha efetividade e criatividade.

A volta do intervalo mostrava basicamente o retrato do fim do primeiro tempo. O Atlético tinha mais posse de bola, mas pouco alcançava a meta adversária. O Coritiba se defendia e descia em velocidade.

E foi desta maneira que Raphael Veiga abriu o placar. O Coxa chegou rápido ao ataque, a bola sobrou para ele que soltou o pé para marcar o primeiro gol: Indefensável para o goleiro Victor.

O gol não mudou a partida. O Coxa seguia sendo inteligente para atuar e o Galo sem forças ao chegar ao ataque. Para mudar esse panorama, o técnico Marcelo Oliveira optou por mandar Robinho ao jogo no lugar de Luan. Em seguida, foi a vez de Maicosuel entrar na vaga de Cazares.

As mudanças deixavam o Galo ainda com a posse de bola, mas o Coritiba mais perigoso. Aos 22, Iago fez boa jogada e kazim chutou forte. Victor fez ótima defesa e a bola ainda tocou a trave antes de ir para escanteio.

O resultado contrário forçou Marcelo colocar Fred em campo. Ele tirou Otero e manteve Lucas Pratto na tentativa de agredir mais o adversário. O segundo tempo atleticano mostrava que a equipe tinha chegado apenas uma vez, com Robinho, em chute para fora.

As mudanças não fizeram diferença em campo. O Galo seguia tendo a bola nos pés, mas não aproveitava esse tipo de superioridade. O Coxa passou a se segurar mais e não se lançava ao ataque com a agressividade que teve momentos anteriores.

Aos 43, um dos momentos de chegada com perigo do Galo ao ataque. Após boa jogada, Pratto lançou Fred, mas Wilson saiu bem para ficar com a bola.

Já nos acréscimos, Kazim aproveitou o vacilo de Patric e roubou a bola. Na sequência da jogada, ele foi derrubado na área e o árbitro marcou pênalti. Na cobrança, Kleber deslocou Victor e ampliou a vantagem.

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Palmeiras derrota o Internacional e se aproxima do título brasileiro

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/Djalma Vassao) – O Palmeiras está cada vez mais próximo de encerrar o jejum de 22 anos sem títulos brasileiros. O time dirigido por Cuca venceu o Internacional por 1 a 0, neste domingo, no Palestra Itália, e abriu seis pontos de vantagem para o vice-líder Santos. O Verdão, que ocupa a ponta do Campeonato Brasileiro desde a 19ª rodada, soma 70 pontos e caminhará para uma conquista antecipada se mantiver a regularidade. Faltam só quatro jogos para o fim da competição.

Com o cancelamento do show da cantora Mariah Carey, que estava previsto para a última terça-feira, o gramado do Palestra Itália teve tempo para se recuperar, mas as condições do campo continuam longe do ideal. Uma forte chuva também atingiu a cidade de São Paulo na hora da partida, mas o sistema de drenagem funcionou bem e evitou o acúmulo de água na superfície.

Para driblar os problemas com o gramado, Cuca modificou o meio-campo e escalou o volante Thiago Santos e o meia Cleiton Xavier como titulares. As alterações tiveram de ser feitas por conta da suspensão de Moisés. E o resultado não poderia ter sido melhor. Foi justamente Cleiton Xavier que balançou a rede, aos 16 do primeiro tempo, após passe de Thiago Santos.

O próximo passo do Palmeiras rumo ao título só poderá ser dado no dia 17, já que o Brasileirão será interrompido para a disputa das Eliminatórias à Copa do Mundo de 2018. Na retomada da campeonato, o time enfrenta o Atlético-MG, atual quarto colocado, no estádio Independência.

O Inter, que corre sérios riscos de ser rebaixado, também irá a campo no mesmo dia, contra a Ponte Preta, no Beira-Rio. O Colorado caiu para a 17ª posição, na zona da degola, e soma apenas 38 pontos – um a menos do que os concorrentes Coritiba e Vitória.

O Jogo – Foi debaixo de chuva que Palmeiras e Internacional deram o pontapé inicial. Os alviverdes, que tinham a pretensão de segurar a bola no meio-campo, foram obrigados a mudar de estratégia devido às condições climáticas. Nos minutos iniciais, tudo se resumiu a tentativas de encontrar Gabriel Jesus. O atacante brigou a todo instante com a zaga, mas foi pouco efetivo.

O Colorado tentou se beneficiar da desorganização do Palmeiras e buscou jogadas de ataque pelas laterais, mas a ausência do lesionado Vitinho foi sentida pelos gaúchos. A situação só melhorou para o Verdão aos 16 minutos. Após escanteio cobrado por Dudu, Thiago Santos desviou a bola para o centro da área e Cleiton Xavier só teve o trabalho de concluir para o gol.

Acomodado com a vantagem, o Palmeiras não precisou se esforçar muito para conter o Inter. A única chance de perigo que os gaúchos criaram foi uma falta batida por Alex à direita do gol de Jailson, aos 30 minutos. Mas a tranquilidade defensiva não foi sinônimo de pressão no campo de ataque.

O Palmeiras sofreu com as atuações apagadas de Dudu e Róger Guedes, que sentiu um problema físico e foi substituído por Alecsandro no intervalo. A equipe só voltou a levantar os torcedores nos acréscimos da etapa inicial, após Danilo Fernandes defender uma cabeçada no ângulo de Vitor Hugo.

No segundo tempo, a primeira chance de perigo foi do Inter. Anderson foi acionado em contra-ataque, aos oito minutos, e perdeu grande chance ao finalizar para fora. Ele foi atrapalhado por Thiago Santos na entrada da área e não conseguiu acertar o chute.

Nos minutos seguintes, a entrega dos defensores foram os únicos motivos para a torcida do Palmeiras comemorar. O time teve uma atuação fraca no campo ofensivo e pouco produziu para ameaçar Danilo Fernandes. Uma boa chance surgiu só aos 24 minutos, após Fabiano mandar um chute cruzado para fora.

O Inter, aos 35 minutos, assustou com uma finalização de Diego que passou próxima ao ângulo de Jailson. Já o Palmeiras ficou perto do segundo gol, mas um chute de Gabriel Jesus, aos 41, carimbou a trave de Danilo Fernandes. Com a chance perdida, o camisa 33 chegou ao oitavo jogo sem balançar as redes.

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Santos vira sobre a Ponte, assume segundo lugar e segue vivo no Brasileirão

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/Denny Cesare) – O sonho do Santos ainda não morreu no Campeonato Brasileiro! Mesmo após começar perdendo para a Ponte Preta em Campinas, o Peixe foi valente no segundo tempo, buscou a virada aos 43 minutos, com Ricardo Oliveira e Copete, assumiu a segunda colocação e segue sonhando com a conquista do título da competição nacional.

Agora, os comandados de Dorival Júnior chegaram aos 64 pontos, ultrapassaram o Flamengo e encostaram no líder Palmeiras, que tem 67. Para os santistas, resta secar o Verdão, que encara o Internacional neste domingo, às 17h (de Brasília), no Allianz Parque. Na próxima rodada, o Peixe encara o Vitória, na Vila Belmiro, às 19h30 (de Brasília) do dia 17.

Já pelo lado da Macaca, a derrota deixou o sonho de entrar no G6 mais distante. Com 45 pontos, a equipe está na 10ª colocação e pode ver os rivais abrirem vantagem no grupo de classificação para a Libertadores da América de 2017. Na próxima rodada, a Ponte pega o Internacional, também no dia 17, às 21h (de Brasília), no Beira-Rio.

O jogo começou intenso em Campinas. Apesar de estar fora de casa, o Santos começou mandando na partida e ditando o ritmo. Nos primeiros momentos, os comandados de Dorival Júnior trocavam passes com facilidade e rodeavam a entrada da área da Ponte. Porém, os santistas pouco arriscavam.

O primeiro chute do Peixe acabou morrendo no fundo da rede, mas foi anulado pela arbitragem. Aos seis minutos, Ricardo Oliveira recebeu dentro da área depois de a bola tocar em Noguera e mandou para o gol. O lance, porém, não valeu, pois zagueiro santista estava impedido.

Com o passar do tempo, a Macaca foi melhorando no jogo e acabou sendo recompensada após uma falha defensiva do alvinegro. Aos 19 minutos, Rhayner fez  um belo lançamento para Wendel. O volante ganhou de David Braz na corrida e ficou na cara do goleiro Vanderlei. Estabanado, o defensor do Peixe chegou tarde e derrubou o ponte-pretano. Pênalti claro. Na cobrança, William Pottker marcou e abriu o placar em Campinas.

O Santos sentiu o tento sofrido e pouco assustou a Macaca no restante do primeiro tempo. A melhor oportunidade caiu justamente nos pés de David Braz, que falhou no lance do gol. O meia Vitor Bueno limpou a jogada e encontrou o zagueiro livre na entrada da área. O camisa 14, porém, finalizou muito mal e perdeu a chance de deixar tudo igual antes do intervalo.

Precisando da vitória para seguir brigando pelo título do Brasileirão, o técnico Dorival Júnior começou o segundo tempo sacando Fabián Noguera e promovendo a entrada de Yuri. A ideia era adiantar o volante na hora que o Peixe atacasse. Porém, isso demorou para acontecer.

Os santistas começaram em ritmo lento e não ameaçavam a Macaca. Dorival percebeu isso e tirou o apagado Vitor Bueno para colocar Léo Cittadini. Segundos depois de entrar em campo, o meia recebeu ótimo passe de Copete e finalizou cruzado. O goleiro Aranha defendeu pra frente e o rebote caiu no pé de Ricardo Oliveira. Matador, o centroavante não vacilou e empatou no Moisés Lucarelli.

O gol acordou de vez o Peixe, que foi pra cima com tudo e perdeu três ótimas chances de virar o marcador. Na primeira, Copete fez boa jogada dentro da área, se livrou da marcação e finalizou. A bola bateu na zaga e voltou para Jean Mota, que bateu firme, novamente em cima da defesa.

No lance seguinte, o próprio Copete desviou cobrança de escanteio e bateu no travessão. Na continuidade da jogada, o colombiano teve mais uma oportunidade, mas parou no goleiro Aranha. No rebote, assim como no primeiro tempo, a bola ficou limpa para David Braz. Desta vez, nem goleiro tinha na frente dele. O defensor, porém, pisou pisa na bola e despediçou uma chance inacreditável.

Após a grande pressão exercida pelo Peixe, o árbitro Braulio da Silva Machado promoveu a parada técnica, por conta do calor, aos 30 minutos do segundo tempo. A pausa foi ruim para o Santos, que diminuiu o ímpeto, mas seguiu em cima da Macaca.

Porém, quando parecia que o duelo em Campinas terminaria empatado, Léo Cittadini apareceu livre na área e tocou para Copete. Completamente sozinho, o colombiano só escorou para o gol e virou o placar, aos 43 minutos do segundo tempo, garantindo a vitória santista.

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Grêmio empata com Cruzeiro e está na final da Copa do Brasil

Fonte: Lance (foto: Lucas Uebel/assessoria/arquivo) -No duelo entre os maiores vencedores da Copa do Brasil (tetracampeões) e que valia vaga para a final do torneio nacional, o Grêmio levou a melhor. Atuando em casa e administrando a boa vantagem construída no Mineirão na ida (2 a 0) o time gremista conseguiui segurar o Cruzeiro. Com isso mantém vivo o sonho de tornar-se o primeiro pentacampeão e pôr fim a longo jejum de títulos nacionais (desde a conquista da Copa do BR-2001 que só foi campeão de Estaduais).

O jogo foi de bom nível e leal (nenhum cartão), mas com tensão entre os dois treinadores. Renato Gaúcho e Mano Menezes discutiram em vários lances nos dois tempos. E o cruzeirense reclamou demais de lances que considerava que eram cera dos gaúchos. Já Renato, nos minutos finais contou com o apoio familiar da filha Carol Portaluppi, que ficou no banco tirtando fotos e abraçou o pai coruja após o apito do juiz.

Esta será a oitava final de Copa do Brasil do Grêmio, campeão em 1989, 1994, 1997 e 2001 e vice nos anos de 1991, 1993 e 1995. Nenhum time decidiu mais esta competição do que os gremistas.

O Cruzeiro entrou com uma escalação surpreendente, já que precisava da vitória mas entrou com os atacantes Rafael Sobis e Ábila no banco. Já o Grêmio contava com a volta de Maicon – recuperado da tendinite – no setor de armação e começou muito melhor postado em campo, comandando as ações, nem parecia que era ele que tinha grande vantagem. Douglas centralizava as jogadas  e dava boas assistências. Faltava apenas arrematar mais a gol.  O Cruzeiro, mesmo chegando bem menos, ao menos arriscou chutes a gol, como um de Robinho que obrigou o goleiro Marcelo Grohe a fazer boa defesa, um belo chute de Ariel Cabral que bateu no travessão e uma falta de Willian que passou raspando.

No segundo tempo o Cruzeiro buscando o ataque, deixando espaços. E um ótimo contra-ataque puxado por Pedro Rocha que tocou para Luan, recebeu na frente, dentro da área, tirou a marcação e chutou para defesa fantástica do goleiro Rafael.

Na reta final, Sóbis e Ábila entraram no Cruzeiro, mas nada de gol ou de lances de perigo para o Cruzeiro.  Já o Grêmio reclamou da não marcação de um pênalti de Bruno Rodrigo em cima de Luan e da marcasção de impedimento num gol de Luan aos 43. O atacante estava na mesma linha da zaga. Mas os erros não comprometeram a classificação.

Ônibus apedrejado

O fato lamentável da noite: ao chegar na Arena do Grêmio, o ônibus que levava a delegação do Cruzeiro foi apedrejado. O vidro à esquerda do motorista foi estilhaçado. A direção do Cruzeiro fez boletim de ocorrência relatando a agressão.

PRÓXIMOS JOGOS

O Grêmio volta a atuar na próxima segunda-feira, quando receberá o Sport, às 20h, novamente atuando na Arena, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro. Já o Cruzeiro, um dia antes, receberá o Fluminense. O duelo será às 17h, no Mineirão.

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Internacional consegue empate mas Atlético avança e faz final da Copa do Brasil com Grêmio

Fonte: Lancenet (foto: Ricardo Duarte/arquivo) – O Atlético-MG tem enfileirado títulos desde 2012: Copa Libertadores, Recopa Sul-Americana, Copa do Brasil e três Campeonatos Mineiros. E se a situação está difícil para conquistar o Campeonato Brasileiro, o Galo terá, com a Copa do Brasil, a chance de chegar ao quinto ano consecutivo levantando ao menos uma taça. Após ter derrotado o Internacional em Porto Alegre, o Galo sofreu, mas buscou o 2 a 2 com o Colorado nesta quarta-feira, na Arena Independência, se garantindo na final. E a decisão será entre Galo e Grêmio, que eliminou o grande rival atleticano, o Cruzeiro.

E a classificação do Galo à decisão da Copa do Brasil-2016 (que será disputada nos próximos dias 23 e 30) fez Marcelo Oliveira se tornar o segundo treinador a alcançar cinco finais na história da competição. E isso em apenas seis anos. Ele soma os vices de 2011 e 2012 à frente do Coritiba, o vice de 2014 com Cruzeiro e o título do ano passado comandando o Palmeiras. Felipão, com quatro títulos e um vice era o recordista e, agora, divide tal condição com o técnico atleticano.

PRÓXIMOS JOGOS

O Atlético voltará a atuar no próximo domingo, quando visitará o Coritiba, no Couto Pereira, às 19h30, pela 34ª rodada do Brasileirão. Já o Internacional, no mesmo dia, visitará o Palmeiras, às 17h, no Allianz Parque. Ambos os jogos serão no horário de Brasília. O Inter passa a ter apenas o Brasileirão para lidar nesta reta final de temporada, com a missão de seguir na elite.

EFICIÊNCIA COLORADA, BRILHO DE ROBINHO E FALHA DE VICTOR

O foco do Internacional é, inegavelmente, o evitar aquele que seria seu primeiro rebaixamento no Brasileirão. Mas o Colorado, mesmo sem força máxima, não entrou em campo para esperar o Atlético e tratou de buscar o jogo desde o início. Valdívia, aos 11 minutos, obrigou Victor a fazer ótima defesa. Era um prenúncio do que estava por vir.

Bem postado na defesa e tendo Anderson inspirado, o eficaz Inter abriu o placar aos 26. Lançamento da defesa, participação de Valdívia, passe do camisa 8 e gol de Ayson. Gol que escancarou a dificuldade do Galo de acertar sua marcação – um problema crônico visto com frequência no Brasileirão.

O Galo não inspira confiança defendendo, mas atacando tem predicados de sobra. Pratto, em seu jogo de número 100 pelo clube, teve ótima chance aos 30 e, quinze minutos depois, ele deixou Robinho na boa. Foi o 25 gol do camisa 7 do ano, que alcançou a melhor marca da carreira desde 2005. Mas coube ao Inter ir para o intervalo com o placar que levaria a decisão para os pênaltis. Recuo de Erazo, falha gritante de Victor e gol de Anderson, sendo premiado pelo bom jogo.

PRATTO EMPATA NOVAMENTE PARA O GALO, FINALISTA DA COPA DO BRASIL

Jogo aberto, com o Inter mantendo sua postura de buscar o jogo e o Atlético tentando ser eficiente na marcação para tentar o empate novamente. Foram boas chances de gol para os dois lados com Luan e Valdívia até a vocação ofensiva atleticana conseguir transpor a marcação colorada. Após ser agraciado com a assistência para o seu gol, Robinho serviu Pratto, que deixou tudo igual novamente aos 16 minutos, marcando pela 39ª vez com a camisa do Galo em seu 100º jogo.

A entrada de Cazares, que passou a ser novidade antes mesmo de Pratto marcar, tornou o Galo mais criativo e incisivo. Danilo Fernandes fez três intervenções fundamentais praticamente em sequência. O Atlético conseguia levar vantagem contra a marcação rival. O Inter bem que tentou pressionar nos minutos finais, em busca do gol que garantiria sua classificação, mas não conseguiu ser eficiente. Não faltou luta ao Colorado, que se queixou muito de um possível pênalti após Robinho tentar dominar a bola na pequena área – o que foi pauta na confusão entre os dois bancos de reservas por conta de um copo atirado por um torcedor colorado.

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Hamilton vence GP do México, iguala marca de Prost e adia decisão do título para Interlagos. Rosberg é segundo

Nico Rosberg terá de esperar pelo menos até o GP do Brasil para soltar o grito de campeão da garganta. Assim como aconteceu na semana passada, nos Estados Unidos, o alemão não foi páreo para o rival Lewis Hamilton, que arrancou para uma grande vitória no GP do México, neste domingo (30), a partir da largada. Desde então, o britânico controlou a prova e evitou a aproximação de Nico, ganhando sobrevida na briga pelo título. Depois do triunfo diante de uma multidão de mais de 100 mil pessoas nas arquibancadas do Autódromo Hermanos Rodríguez, Hamilton agora soma 330 pontos, 19 a menos que Rosberg, que teve de secontentar em segundo lugar. Restam o GP do Brasil, dentro de duas semanas, e a etapa derradeira da temporada 2016, em Abu Dhabi, no dia 27 de novembro.

O triunfo de Hamilton neste domingo foi histórico porque o colocou empatado em segundo lugar na lista dos maiores vencedores da história da F1. Agora Lewis soma as mesmas 51 vitórias de Alain Prost, porém ficando a nada menos que 40 de igualar o maior vitorioso do esporte em todos os tempos, Michael Schumacher.

Rosberg segurou bem um impetuoso Max Verstappen, que lutou como nunca pelo segundo lugar, inclusive arriscando tudo em uma manobra de ultrapassagem que levantou a torcida que lotou as arquibancadas no Autódromo Hermanos Rodríguez, mas o jovem holandês não conseguiu equilibrar sua Red Bull e permitiu que Nico retomasse o segundo lugar para se manter ainda em boas condições de ganhar o título.

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Lewis Hamilton evitou os problemas e largou bem na frente do pelotão no GP do México. O britânico segurou a pressão de Nico Rosberg, retardou a freada e acabou passando reto na primeira (e apertada) curva do Hermanos Rodríguez.  Max Verstappen também retardou a freada e dividiu a primeira curva com Rosberg, com as rodas dos dois carros se tocando, mas sem grandes problemas para os pilotos. O incidente entrou sob investigação pouco depois, mas sem consequências. Nico Hülkenberg também largou muito bem e subiu de quinto para quarto.

Na ‘zona da confusão’, Esteban Gutiérrez acabou tocando no carro de Pascal Wehrlein. O alemão perdeu o controle da sua Manor e acertou a Sauber de Marcus Ericsson. Wehrein abandonou, Ericsson foi para os boxes, mas se manteve na pista, e a direção de prova acionou o safety-car virtual. Pouco depois, a corrida entrou em regime de safety-car. Daniel Ricciardo aproveitou a oportunidade para entrar nos pits e trocar os pneus supermacios pelos médios, claramente adotando uma estratégia diferente. © Fornecido por Grande Prêmio Precisando vencer para adiar a definição do título em pelo menos mais duas semanas, Hamilton andava forte e já conseguia abrir 2s de vantagem para Rosberg na sétima volta da corrida. Verstappen andava próximo de Nico, bem próximo, já que o piloto da Red Bull contava com pneus supermacios, contra os macios do piloto da Mercedes. Hülkenberg continuava em quarto, seguido por Kimi Räikkönen, Felipe Massa e Sebastian Vettel. Felipe Nasr vinha em 16º.

Aos poucos, Rosberg abria perante Verstappen e deixava a corrida bastante previsíve entre os três primeiros colocados. Hülkenberg também fazia uma corrida isolada, enquanto Vettel pressionava Massa na briga pelo sexto lugar. Em seguida, Sergio Pérez lutava ferozmente com Valtteri Bottas pelo oitavo posto da prova. Ricciardo buscava a recuperação e já estava em 12º lugar na volta 12 da corrida, enquanto incidentes entre Fernando Alonso e Carlos Sainz e o choque entre Gutiérrez, Wehrlein e Ericsson também entravam sob investigação. Sainz acabou sendo punido por ‘jogar’ o compatriota para fora da pista.

Verstappen abriu oficialmente a janela de pit-stops para quem havia largado com os pneus supermacios. O holandês parou na volta 14. No giro seguinte, foi a vez de Massa parar. Mas antes o brasileiro foi alvo de mais uma reclamação de Vettel, que o chamou de “estúpido” por considerar que o piloto da Williams estava devagar de propósito. E Aonso, antes de sua primeira parada, bradou via rádio com o engenheiro da equipe, que pediu para apertar o ritmo nas voltas antes de trocar os pneus. “Estou acelerando desde a primeira volta. Por 15 voltas, no tráfego. Faça o seu trabalho que eu faça o meu”, esbravejou o bicampeão.

A primeira Mercedes a fazer sua parada foi a de Hamilton, na volta 18. O britânico abriu o segundo stint com pneus médios, indicando claramente uma estratégia de duas paradas. Rosberg, por sua vez, esticava um pouco o primeiro stint antes de parar na 21ª volta, assim como Räikkönen. Vettel, que continuava na pista, vinha em primeiro em seu stint com pneus macios, seguido por Hamilton e Rosberg em terceiro. Ricciardo aparecia em quarto lugar, mas tinha ritmo mais lento por estar com os pneus mais desgastados. Assim, o australiano abriu passagem para Verstappen fazer a ultrapassagem.

© Fornecido por Grande Prêmio Vettel esticou ao máximo o seu stint e só fez a parada na volta 33. A estratégia do alemão era clara, de tentar fazer o restante da corrida sem realizar outro pit-stop. Assim, Hamilton retomava a liderança da corrida, seguido por Rosberg e Verstappen, que se aproximava muito do piloto da Mercedes. Era uma disputa claramente marcada pela estratégia no México.

O início da segunda metade da corrida tinha Rosberg buscando acelerar para sair um pouco da alça de mira de Verstappen. Pérez ainda lutava com Nasr pela nona colocação, e o brasileiro conseguia se defender com tranquilidade em uma disputa limpa, com a torcida asteca apoiando muito o piloto da Force India. Já a batalha interna na Sauber entre Ericsson, que estava em 11º, e Felipe Nasr, que vinha logo atrás, estava quente, com a escuderia suíça tendo uma grande chance de enfim chegar aos pontos pela primeira vez na temporada.

Com o passar dos carros na pista e o alto índice de desgaste dos pneus, a reta dos boxes já mostrava um trilho de asfalto limpo, e a sujeira já ficava bastante à vista.  As equipes mostravam preocupação com a condição dos compostos na reta final da prova. Rosberg, por exemplo, completava 22 voltas com os pneus médios, enquanto Verstappen chegava a 30 após o giro 43 da corrida. © Fornecido por Grande Prêmio Mas antes da segunda parada, na volta 50, Rosberg e Verstappen protagonizaram uma bela briga pelo segundo lugar. O holandês foi agressivo, bem ao seu estilo, forçou a ultrapassagem na entrada da curva 4, mas saiu de frente e permitiu a Nico retomar a segunda colocação. Mas foi uma bela manobra, aplaudida pela Red Bull e pelo público nas lotadas arquibancadas. Em contrapartida, Esteban Gutiérrez e Romain Grosjean voltavam a sofrer com problemas nos freios da Haas.

Enquanto Pérez continuava atrás de Massa na luta pelo nono lugar, Nasr fazia sua primeira e única parada na vota 50 e se colocava em 16º lugar, logo atrás da McLaren de Fernando Alonso. Ericsson seguia na pista e estava em 11º, na posição imediatamente atrás da zona de pontuação.

As voltas finais do GP do México mostravam Hamilton e Rosberg tranquilos em suas colocações. Nico não tinha mais a ameaça de Verstappen, que por sua vez passava a ver cada vez maior nos retrovisores a Ferrari de Vettel, que contava com pneus bem menos desgastados. Ricciardo vinha mais atrás, em quinto, à frente de Hülkenberg, que fazia uma corrida bastante estável, mas tinha a pressão de Räikkönen. As outras posições continuavam as mesmas: Bottas em oitavo, com Massa em nono e Pérez fechando em décimo, além de Ericsson perto da zona de pontuação.

No fim da corrida, Verstappen não conseguiu segurar a melhor performance de Vettel com seus pneus. O holandês se defendeu, mas passou reto pela grama e se manteve na frente. Só que Ricciardo também vinha rápido e emparelhou lado a lado com o tetracampeão, que conseguiu segurar o quarto lugar. Mais atrás, Räikkönen ganhava de Hükenberg a sexta posição da prova. O piloto da Force India acabou rodando, mas conseguiu permanecer no top-10.

Por Grande Prêmio FERNANDO SILVA
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Palmeiras perde para o Santos e vê Flamengo encostar

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Sérgio Barzaghi/Gazeta Press) – O Santos colocou, de vez, fogo no Campeonato Brasileiro. Na noite deste sábado, em uma lotada Vila Belmiro, o Peixe recebeu o líder Palmeiras e fez valer o apoio de sua torcida para vencer o clássico, por 1 a 0, com gol do atacante colombiano Jonathan Copete, em duelo válido pela 33ª rodada da competição.

Com o resultado, o Palmeiras perdeu uma invencibilidade que durava 15 rodadas, se mantém com 67 pontos e, pior, vê a distância para o segundo colocado Flamengo, que mais cedo empatara com o Atlético-MG, diminuir para cinco pontos. Já o Santos, agora com 61, ultrapassa o Galo e entra no G3, o trio de equipes que se classificam de modo direto para a Copa Libertadores da América 2017.

Agora, o Santos volta a campo no próximo sábado, às 21 horas (de Brasília), para enfrentar a Ponte Preta, em Campinas. O Palmeiras, por sua vez, recebe o Internacional no dia seguinte, no Palestra Itália, às 17 horas, quando tentará buscar a reabilitação.

Clássico disputado, mas Verdão melhor

Os primeiros quinze minutos do clássico foram de intensa disputa e alguns lances ríspidos. Logo na saída de jogo, Dudu roubou bola de Victor Ferraz no meio e passou para Gabriel Jesus, que avançou e arriscou da meia-lua. O chute, contudo, saiu fraco e o goleiro Vanderlei caiu no chão para defender. O Santos respondeu com dois cruzamentos perigosos pela esquerda, mas que a defesa palmeirense afastou bem.

Mesmo atuando fora de casa, o Verdão apresentava postura de mandante ao controlar as ações ofensivas no início do confronto. Tanto que o Peixe só foi chegar com perigo aos 20 minutos, quando Luiz Felipe aproveitou rebote de cruzamento e concluiu com força e rasteiro. No entanto, Vinicius Silvestre foi bem em seu primeiro teste e realizou firme defesa.

.A resposta alviverde veio no lance seguinte. Com forte marcação no meio-campo, o Palmeiras roubou a bola com Moisés, que passou para Allione na direita. O argentino avançou e cruzou à meia altura para Gabriel Jesus, que não contava com a interceptação providencial de Vanderlei, evitando com um tapa o que seria o primeiro gol do jogo.

Jean, aos 27 minutos, teve a última grande chance de gol na primeira etapa. O lateral, que atuou como meio-campista, recebeu ótimo lançamento de Mina e saiu na cara de Vanderlei pela direita. Novamente, o arqueiro santista caiu bem para defender. Até o intervalo, ambas as equipes pouco criaram em termos de jogadas. Muito em função da forte marcação sobre Dudu e Lucas Lima, principais armadores do duelo.

Peixe volta com tudo e tira o zero do placar

Ao contrário do que se passara na primeira etapa, foi o Peixe que começou melhor a segunda. Logo aos quatro minutos, o colombiano Copete perdeu grande chance ao bater por cima do gol após receber cruzamento perfeito de Zeca pela esquerda.

Depois disso, o ritmo continuou intenso, mas o mesmo não acontecia com as oportunidades de gol. À ambas as equipes não faltavam disposição e organização tática, porém os erros de passes atrapalhavam na construção de jogadas. Pelo lado palmeirense, Dudu e Moisés eram bem marcados, enquanto Lucas Lima e Jena Mota estavam apagados pela parte santista.

Até que o Peixe decidiu ir com tudo para cima. E a estratégia deu certo. Victor Ferraz ganhou de Zé Roberto na direita e cruzou à meia altura para o meio da área. Vinicius Silvestre cortou de soco, a bola voltou na perna de Vitor Hugo e sobrou para Copete empurrar para a rede: 1 a 0 para o Santos, aos 22 minutos.

Na busca pelo empate, o técnico Cuca lançou mão de seus jogadores reservas. Colocou Leandro Pereira, Rafael Marques e Cleiton Xavier, tirando Fabiano, Allione e Dudu, respectivamente.

Na base do abafa, o Palmeiras subiu ao ataque, mas sem nenhuma organização ofensiva não conseguiu ameaçar a meta de Vanderlei. Coube ao Santos segurar a pressão e apostar nos contra-ataques, que só não culminaram em mais gols por conta dos erros de passes. Assim, o Peixe encerrou uma invencibilidade do Verdão de 15 rodadas.

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Justiça nega liberdade a corintianos presos

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou dois pedidos de libertação dos torcedores do Corinthians que estão detidos desde domingo (23), após confusão no estádio do Maracanã. Eles tiveram a prisão preventiva decretada e, por enquanto, mantida.

Acusados de lesão corporal, dano qualificado, resistência qualificada à ação policial, associação criminosa e promoção de tumulto em evento esportivo, 30 corintianos estão encarcerados em Bangu. Outro, menor de idade, está em um centro de custódia específico.

Um dos pedidos de habeas corpus negados é de André Luis Tavares da Silva, que ganhou campanha por sua liberação na internet. Ele mostra fotos que teriam sido tiradas fora do estádio enquanto ocorria o confronto.

Os demais torcedores são representados por um grupo de advogados. Não era a estratégia desse grupo pedir o habeas corpus, mas um advogado independente, Valter Pereira Nunhezi, fez a solicitação, que foi negada.

Enquanto o caso não é apreciado por outro juiz, os corintianos fazem campanha pela libertação e mostram imagens de ferimentos, que seriam resultado de maus-tratos dos policiais.

(Folhapress)

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