Palmeiras vence Botafogo e fica mais perto do título

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press) – A camisa 7 do Palmeiras é um daqueles elementos que podem ser considerados entidades do futebol. Responsável por trajá-la desde o ano passado, o atacante Dudu fez jus à sua história na tarde deste domingo. Com uma atuação decisiva do seu capitão, o Palmeiras venceu o Botafogo por 1 a 0, no Palestra Itália, e poderá ser campeão brasileiro no próximo domingo. Basta que o time de Cuca empate contra a Chapecoense, no próximo domingo, dia 26.

Dudu atormentou a zaga botafoguense durante os 90 minutos de jogo. Também foi dele o único gol do duelo. Aos 17 minutos do segundo tempo, o atacante de 1,67m completou para as redes um cruzamento de Gabriel Jesus. O tento tornou o camisa 7 o maior artilheiro do reformado Palestra Itália, com 12 gols.

O Palmeiras tinha a chance de ser campeão neste domingo, mas o empate do Santos com o Cruzeiro, por 2 a 2, acabou com essa possibilidade. O Verdão, agora, depende apenas de si para encerrar o jejum de 22 anos sem títulos brasileiros. Um empate contra a Chapecoense, no Palestra Itália, confirmará o eneacampeonato para o time de Cuca. No mesmo dia 26, Santos e Flamengo, segundo e terceiro colocados, se enfrentarão no Maracanã.

Líder desde o 19º jogo disputado neste Brasileirão, o Palmeiras termina esta antepenúltima rodada com 74 pontos. O Santos está com 68 pontos. Já o Flamengo, com 66, terá de vencer o Coritiba, às 19h30, para ter chances matemáticas de alcançar o Verdão.

O Jogo – O zagueiro Yerry Mina aguentou apenas 11 minutos em campo. Escalado como titular após se recuperar de uma lesão muscular, o colombiano voltou a sentir o problema físico e teve de dar lugar a Thiago Martins. Na sequência da partida, Moisés e Dudu brindaram a torcida com uma atuação de gala.

Aos 14 minutos, Dudu cobrou uma falta da ponta esquerda e Moisés cabeceou na frente do gol. O meia só não marcou porque o goleiro Sidão se agigantou para praticar a defesa.

Aos 27, Dudu iniciou a jogada e Moisés cruzou para a lateral direita da área, onde Róger Guedes estava sozinho. Em vez de concluir a gol, o atacante preferiu o passe de cabeça para Gabriel Jesus, que desviou no susto e perdeu um gol sem goleiro.

Infernal pela esquerda, Dudu seguiu dando trabalho para os zagueiros do Botafogo. Aos 29, ele limpou a marcação dentro da área e chutou para defesa de Sidão no canto direito. Já aos 34, o camisa 7 lançou para o centro da área e Moisés pegou de primeira, jogando a bola próximo ao ângulo direito do goleiro rival.

Mesmo com o domínio completo do jogo, o Palmeiras deu espaço nos minutos finais do primeiro tempo e permitiu duas chegadas perigosas do Botafogo. Aos 39 minutos, Neilton chutou de frente para o gol e Jailson defendeu sem dar rebote. Aos 44, Joel Carli recebeu de Camilo quase na pequena área, livre de marcação, e desperdiçou com um desvio para fora.

O Palmeiras voltou para o segundo tempo com uma chance de ouro desperdiçada por Dudu. Logo aos dois minutos, o time fez boa trama pela direita e Jean cruzou na medida para o camisa 7. Ele teve tempo de dominar, mas chutou em cima de Sidão.

Nos minutos seguintes, Jailson fez duas defesas em seu canto esquerdo, em chutes de Emerson e Neílton. Sem incomodar a zaga botafoguense, Cuca resolveu trocar o inoperante Cleiton Xavier por Alecsandro, aos 10 minutos. O substituto foi posicionado no centro do ataque, o que levou Gabriel Jesus para a ponta esquerda e Dudu para a armação das jogadas.

Foi justamente uma jogada de Dudu e Gabriel Jesus que levou o Palmeiras ao gol. Aos 17 minutos, Dudu fez um lançamento para a área e o atacante não alcançou para finalizar. Jesus, no entanto, fez o domínio pela esquerda e cruzou na medida para que o próprio Dudu cabeceasse fora do alcance de Sidão.

O Palmeiras se manteve melhor com a vantagem no placar, mas foram poucas as chances que a equipe construiu até o final da partida. Na melhor delas, aos 35 minutos, Róger Guedes chutou forte e Sidão bateu roupa para o meio da área. Dudu apareceu livre para concluir, mas, dessa vez, bateu por cima do gol.

Fora de controle, o Botafogo distribuiu pancadas até o final do jogo. Nos acréscimos, o clube carioca foi punido com a expulsão justa de Leandrinho, após falta dura em Dudu.

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Santos empata com o Cruzeiro no fim e vê título do Brasileirão ficar distante

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Juliana Flister/Light Press) – O que parecia difícil ficou praticamente impossível para o Santos. A equipe de Vila Belmiro começou perdendo para o Cruzeiro, com gol de Arrascaeta, conseguiu buscar a virada com dois de Ricardo Oliveira, mas acabou levando o empate nos minutos finais, após cabeçada de Manoel.

Com a igualdade, os comandados de Dorival Júnior chegaram aos 68 pontos, viram o Palmeiras vencer o Botafogo por 1 a 0, em São Paulo, e praticamente deram adeus ao título do Campeonato Brasileiro. Além disso, faltando duas rodadas para o término da competição, o Peixe ainda pode perder a vice-liderança em caso de vitória do Flamengo sobre o Coritiba, no Maracanã.

O Cruzeiro, por sua vez, ficou com 48 pontos, eliminou qualquer chance matemática de cair para a Série B, mas também não tem mais possibilidade de alcançar uma vaga na Copa Libertadores de 2017.

Na próxima rodada, a penúltima do torneio nacional, o Santos joga suas últimas fichas para tentar a conquista do Brasileirão. Precisando vencer, o alvinegro joga contra o Flamengo, no Maracanã, no domingo que vem, às 17h (de Brasília). No mesmo horário, a Raposa, que apenas cumpre tabela, vai até Porto Alegre para encarar o desesperado Internacional, no Beira-Rio.

O jogo – Apesar do forte sol em Belo Horizonte, partida começou morna no Mineirão. O Santos até tentava impor seu estilo de jogo, com posse de bola e troca de passes, mas o Cruzeiro marcava em cima e até chegava mais na área do Peixe, mas sem assustar muito. Tanto que a primeira boa oportunidade surgiu apenas aos 15 minutos. Ariel Cabral desviou de cabeça na entrada da área e achou Robinho. O meio solta uma bomba e quase acertou o ângulo esquerdo de Vanderlei.

A Raposa seguiu melhor e abriu o placar seis minutos depois. Após cruzamento da esquerda, Arrascaeta ganhou pelo alto de Zeca. A bola quicou na frente de Noguera, mas o defensor não conseguiu cortar, e o uruguaio bateu rasteiro no canto direito de Vanderlei, deixando a equipe de Minas em vantagem.

Mesmo com o gol sofrido, o Santos seguiu muito mal no jogo. Com dificuldade para criar, os comandados de Dorival Júnior sofriam com a velocidade de Cruzeiro e quase levaram mais um. Aos 30 minutos, Arrascaeta apareceu novamente, driblou David Braz e Noguera com uma facilidade enorme e bateu forte, obrigando Vanderlei a fazer ótima defesa.

Percebendo os problemas defensivos e precisando vencer para seguir sonhando com título, Dorival não esperou o primeiro tempo acabar e trocou Noguera por Léo Cittadini. Com isso, o volante Thiago Maia foi recuado para atuar como zagueiro ao lado de David Braz. A mudança fez o Peixe melhorar na partida, mas nada que fizesse a equipe chegar ao empate antes do intervalo.

Quando o sol parou de aparecer no gramado do Mineirão, a partida começou a ficar quente. Logo no primeiro minuto do segundo tempo, Alisson chutou de fora da área e assustou o goleiro santista Vanderlei. Apesar de boa chance, quem colocou a bola na rede foi o Peixe. E se estava difícil para o alvinegro criar boas jogadas, o Cruzeiro praticamente deu o gol de bandeja. Lucas Romero recuou errado e entregou a bola nos pés de Ricardo Oliveira. Livre de marcação, o artilheiro apenas desviou na saída de Rafael para deixar tudo igual em Minas.

O empate logo cedo animou o Santos, que melhorou e passou a ter mais a posse de bola. E não demorou muito para os comandados de Dorival Júnior ficarem em vantagem. Aos 15 minutos, Copete tabelou com Léo Cittadini e e foi derrubado na área por Lucas Romero. Pênalti. Na cobrança, Ricardo Oliveira tirou o goleiro Rafael da foto e virou a partida para o alvinegro.

Após ficar na frente do placar, o Peixe recuou e conseguiu segurar o Cruzeiro, que ainda teve Arrascaeta expulso. E quando parecia que a vitória seria santista, o zagueiro Manoel apareceu livre após cobrança de falta de Bryan, e em posição de impedimento, desviou de cabeça no canto direito de Vanderlei. Empatando o duelo e praticamente acabando com as chances do Santos ser campeão brasileiro.

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De olho na Libertadores, Atlético-PR vence o Sport e se mantém no G6

Fonte: Gazeta Esportiva – O Atlético Paranaense venceu o Sport por 2 a 0, na Arena da Baixada, pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com gols de André Lima e Thiago Heleno, o Furacão consegue se manter no G6 firme na briga por uma vaga na Libertadores. O Sport segue perigosamente próximo à zona de rebaixamento.

Depois de um começo lento, o Atlético foi para cima do Sport e liquidou o jogo. Aos 21 minutos, André Lima abriu o placar em um lance de sorte, após cabecear, o rebote de Magrão bater de volta no atacante e ir para as redes. Pouco depois, aos 34, foi a vez de Thiago Heleno ampliar em cobrança de pênalti.

Na segunda etapa, o Sport tentou voltar melhor e criou algumas chances no início com Diego Souza. O Furacão, no entanto, logo retomou o controle da partida e controlou a disputa até o fim.

A vitória é muito valiosa ao Furacão, que briga ponto a ponto por uma vaga na Libertadores e agora chegou aos 55 pontos, subindo para a quinta colocação. Os times que mais o ameaçam são o Grêmio, com dois pontos a menos, e o Corinthians, que soma 51 pontos, mas tem um jogo a menos e será adversário do time paranaense na próxima rodada.

O Sport, por sua vez, segue a sua disputa na outra ponta da tabela. Apesar de não estar na zona de rebaixamento, o time pernambucano segue estacionado na 15ª colocação com 43 pontos, quatro a mais do que o Internacional, que tem um jogo a menos e no 17º lugar.

O jogo – Os primeiros minutos de partida foram marcados por muita disputa e marcação, mas poucas chances reais de gols. Aos poucos, o Atlético Paranaense foi crescendo e conseguiu chegar com perigo pela primeira vez aos 19 minutos, quando Lucho González cruzou na área, Pablo cabeceou para o meio e André Lima completou para fora.

Aos 21, o Furacão abriu o placar. Nicolas tabelou e jogou a bola na área, André Lima testou para o gol, Magrão defendeu, mas, no rebote, a bola bateu no atacante e foi para as redes. Esse foi o 14º gol do atleta na temporada, que é o artilheiro do Furacão no ano.

Atrás de uma vaga na Libertadores, o Atlético não quis dar chances para o azar e seguiu em cima do Sport até ampliar a vantagem. Aos 33 minutos, em uma jogada confusa de bate e rebate, Pablo chutou para o gol e Ronaldo desviou com o braço: pênalti. Thiago Heleno foi para a cobrança e encheu o pé no meio do gol.

Na volta para a segunda etapa, o Sport tentou crescer na partida. Aos 7 minutos, Rogério recebeu na área e rolou para Diego Souza, que bateu para fora. Pouco depois, Rithely recebeu ótimo lançamento dentro da área e bateu com a canhota, mas Weverton fez grande defesa.

O Furacão respondeu rápido. Aos 18, Nikão puxou contra-ataque e tocou para Pablo, que bateu firme, mas Magrão defendeu no canto. No minuto seguinte, Hernani recebeu no canto da área, cortou para o meio e chutou, mas o goleiro foi bem de novo.

Nos últimos 15 minutos, os treinadores fizeram todas as suas substituições, mas pouco mudou dentro do campo. O Atlético permanecia superior e controlava as iniciativas do adversário. Sem precisar se arriscar, os donos da casa apenas esperaram até o árbitro apitar o final do jogo.

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Com reservas, Grêmio bate o já rebaixado América e se aproxima do G6

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria) – Com foco total na Copa do Brasil, o técnico Renato Gaúcho mandou seu time inteiro reserva para o jogo contra o América, neste domingo, em Porto Alegre, em duelo pela 36ª do Campeonato Brasileiro. O tricolor goleou o Coelho por 3 a 0, com gols de Fred, Negueba e Bolaños e fica mais próximo do G6, com 53 pontos anotados. O grupo mineiro já está rebaixado e segue na lanterna, com 27 tentos.

A partida foi fácil para o tricolor gaúcho. O já rebaixado América não impôs qualquer dificuldade para a equipe da casa. O Grêmio construiu o placar com tranquilidade, sempre tendo as principais ações do jogo. O domínio azul, preto e branco foi coroado com os tentos em casa, sem a necessidade de utilizar seus titulares. O triunfo parou ainda uma sequência de cinco jogos sem vencer no Campeonato Brasileiro.

O Grêmio agora concentra todas as suas atenções para o Atlético, na primeira partida das finais da Copa do Brasil, na quarta-feira, no Mineirão. O América terá uma semana de folga para seguir com seu planejamento para a série B de 2017. No próximo sábado, no Independência, o time recebe o Sport.

Por jogar em casa, e mesmo com o time reserva tinha mais qualidade técnica, o Grêmio começou a partida dominando as ações. Oportunidades claras, porém, não aconteceram nos minutos iniciais. O América encontrava alguma dificuldade até pelo número de garotos em campo, pois utilizava vários atletas da base – parte do planejamento pensado pelo técnico Enderson Moreira.

Aos 10 minutos, no entanto, isso acabou, e com um gol. Após falta próximo a área, Iago cobrou e colocou o zagueiro Fred na cara do gol, sem chances para o goleiro João Ricardo. O defensor apareceu livre, chutou forte de direita e abriu o marcador na Arena Grêmio.

O gol, entretanto, em nada mudou no cenário da partida. O Grêmio criava, tinha facilidade de chegar ao ataque, mas plena dificuldade na última bola, na definição. O Coelho, seguia com dificuldades para sair. A melhor chance americana ocorreu aos 18 minutos, com um cruzamento pela esquerda, e o atacante Bruno Sávio não conseguiu alcançar a redonda.

Aos 21, o Grêmio teve uma boa oportunidade para ampliar sua vantagem. O atacante Everton recebeu a bola em condição legal, sozinho, de cara para João Ricardo, mas a finalização foi ruim e arqueiro alviverde fez a defesa. Nenhum jogador tricolor conseguiu chegar para aproveitar o rebote e a redonda morreu nos pés dos volantes mineiros.

Aos 24, Negueba tratou de ampliar a vantagem. Em cruzamento na área, a bola sobrou para Everton que chutou forte. O goleiro do América, João Ricardo, fez a defesa e o camisa 77 teve só o trabalho de bater sem chance para nenhum zagueiro, pois o arqueiro já estava batido por causa do lance anterior.

O Grêmio seguia solto no jogo, com chances e pressionava o Coelho, mas errava, ou no último passe, ou na bola final. O América ficava preso, não tinha facilidade para sair e pouco encarava a zaga reserva gaúcha.

Após sofrer o segundo gol, o técnico Enderson Moreira mudou posicionamento de sua defesa e seus volantes, dificultando a vida tricolor que passou a encontrar mais problemas para descer ao ataque. O Grêmio seguia melhor e o Coelho não tinha forças para chegar ao ataque.

As equipes voltaram iguais para o segundo tempo. O América mostrava mais vontade. O Grêmio tinha exatamente a mesma proposta, de posse de bola, de troca de passes, mas alguma dificuldade. Logo nos primeiros minutos o time da casa chegou na cara do gol e João Ricardo foi exigido. O Coelho respondeu aos 4, com boa chegada e defesa excelente do goleiro Léo.

Aos 12, o Grêmio chegou com facilidade, mas esbarrou, novamente, no passe final, na hora da definição. Em bom lançamento, Bolaños driblou Bruno Teles, mas fez o passe errado para a área e não conseguiu o gol.

Aos 14, o Grêmio voltou a infiltrar com facilidade na defesa americana. Bolaños, outra vez pela direita, nas costas do lateral, recebeu a bola e carregou para a área. Ele fez o cruzamento rasteiro para Guilherme e o atacante, de cara para o gol adversário, isolou.

Grêmio amplia

Aos 19, Tyroane Sandows puxou o contra-ataque e ficou em boas condições no campo do América. Ele levantou a cabela e deixou Bolaños na cara do gol para marcar o terceiro gol do Grêmio.

A estratégia de Enderson Moreira passou a não funcionar após os 15 minutos de jogo. Sua equipe não tinha forças para alcançar o ataque e ainda sofria muito na defesa – mesmo esta estando povoada. Com isso, o Grêmio passou a ser mais agressivo e chegava com facilidade.

Aos 27, o América jogou fora uma de suas melhores oportunidades na partida. O atacante Bruno Sávio recebeu em boas condições, mas não fez boa finalização e a bola parou na zaga. Aos 36, o América voltou a ter boa chance. Em cruzamento na área, após falta, Danilo colocou a redonda em posição perigosa, e Cardoso chutou longe.

Com o resultado garantido, o Grêmio perdeu força e não seguiu com a pressão de minutos anteriores. O Coelho não conseguia aproveitar e a contagem foi definitiva.

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Vitória goleia, rebaixa o Figueirense, e pressiona o Inter na tabela

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Francisco Galvão/assessoria) – O Vitória entrou em campo neste domingo diante do Figueirense, no Barradão, com a missão de conquistar um triunfo para se manter firme na luta contra o rebaixamento. Com grande atuação, o Rubro-Negro não só conseguiu seu objetivo como fez isso com uma goleada pelo placar de 4 a 0.

Com o resultado, o Vitória chegou aos 42 pontos e abriu três de vantagem para o Internacional, 17º colocado e primeiro time dentro da zona da degola. Já o Figueirense permaneceu na 18ª posição, com 34, e está matematicamente rebaixado para a Série B.

O Figueirense volta a campo pelo Campeonato Brasileiro no próximo domingo, recebendo o Fluminense, no Orlando Scarpelli, às 19h30(de Brasília). Já o Vitória segue sua luta contra o rebaixamento na Série B apenas na segunda-feira, às 20h(de Brasília), quando visita o Coritiba, no Couto Pereira.

O jogo – Jogando em casa e precisando do resultado para terminar a rodada fora da zona de rebaixamento, o Vitória começou a partida pressionando e quase abriu o placar aos sete minutos. Após cobrança de escanteio, Victor Ramos desviou a bola e Kieza, desequilibrado, cabeceou e carimbou a trave do Figueirense, não marcando por muito pouco.

O Figueirense, porém, conseguiu responder à altura logo na sequência. Aos oito, Lins recebeu a bola pelo lado esquerdo e finalizou. O chute desviou na marcação de Diego Renan e ficou na rede pelo lado de fora, também não entrando por muito pouco.

Nos minutos seguintes, o jogo ficou lá e cá, porém, foi o Vitória que conseguiu sair na frente. Aos 23 minutos, a bola sobrou limpa na entrada da área para Willian Farias. O volante armou o chute e mandou uma pancada para fuzilar as redes e marcar um golaço para abrir o placar.

Um minuto após o gol, o Figueirense chegou com perigo e quase estragou a festa rubro-negra. Lins invadiu a área pela esquerda, tirou a marcação e mandou um chute firme que exigiu uma grande defesa de Fernando Miguel.

Nos lances seguintes, o jogo seguiu em um ritmo alucinante. Aos 26, Victor Ramos aproveitou cobrança de falta de Cárdenas e completou para as redes. O auxiliar, no entanto, assinalou acertadamente a posição de impedindo.

Já aos 27, o Figueira perdeu um gol incrível. Everton Santos recebeu pelo lado direito da área e cruzou. Rafael Moura, dentro da pequena área, finalizou e a bola foi saindo devagar muito próxima ao gol. O Vitória respondeu logo na sequência, aos 28, em chute cruzado de Marinho que saiu tirando tinta da trave.

O jogo seguiu para os minutos finais da primeira etapa com boas chances para os dois lados, como em chute de Lins para o Figueira, aos 31, e finalizações de Diego Renan e Euller para o Vitória, aos 33 e 36, respectivamente.

A última grande oportunidade do primeiro tempo, no entanto, aconteceu aos 41 e inacreditavelmente não morreu no fundo das redes. Após contra-ataque, Kieza invadiu a área e finalizou. A bola desviou na marcação e carimbou na trave. Na sobra, Marinho cabeceou livre de marcação dentro da pequena área, mas mandou para fora, desperdiçando chance inacreditável antes do apito final da primeira etapa.

O jogo voltou para o segundo tempo e nem deu tempo para o Figueirense se armar defensivamente. Com menos de um minuto de partida, Zé Eduardo pegou sobra de bola na entrada da área e, livre de marcação, finalizou de perna esquerda para ampliar a vantagem.

Após o gol, o Figueira, que precisava do empate para não ser rebaixado, foi para o ataque e teve uma boa chance de diminuir. Aos oito, Bady arriscou de fora da área e obrigou Fernando Miguel a fazer uma grande defesa.

No entanto, a pressão não surtiu efeito e foi o Vitória quem marcou mais um. Aos 11, após boa troca de passes, Marinho deixou Kieza na cara de gol e o atacante só teve o trabalho de tirar do goleiro para fazer o terceiro.

Tranquilo após garantir uma boa vantagem, o Rubro-Negro aproveitou para ampliar ainda mais o placar. Aos 15 minutos, Marinho recebeu a bola pela direita, ajeitou o corpo e mandou um chute colocado para fazer o quarto do Vitória em outro golaço.

No restante do jogo, o Vitória naturalmente esfriou o ritmo de jogo e o Figueira passou a comandar as ações ofensivas. Com isso, quase diminuiu aos 31 minutos, em finalização de Rafael Moura de fora da área que carimbou o travessão.

O Figueira, no entanto, não conseguiu ser efetivo nas finalizações para balançar as redes. Com isso, o Vitória apenas administrou o placar até o apito final e respirou na luta contra o rebaixamento.

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São Paulo perde e Chapecoense fica perto de conseguir vaga na Libertadores

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Luis Acosta/arquivo) – O chacoalhão de Rodrigo Caio no elenco são-paulino não surtiu efeito. A desorganização da equipe, principalmente na marcação, se repetiu na noite deste domingo e o Tricolor voltou a tropeçar no Campeonato Brasileiro. Desta vez, o revés veio diante da Chapecoense, por 2 a 0, na Arena Condá. Com o resultado, o São Paulo segue para os dois últimos jogos da competição em clima de marasmo, sem ter pelo o que brigar e sem motivos para se orgulhar da campanha. Por outro lado, a Chape se enche de motivação para o duelo de quarta-feira, pela semifinal da Copa Sul-americana, contra o San Lorenzo, de novo em casa. No jogo de ida, na Argentina, o time de Santa Catarina arrancou um empate por 1 a 1.

O resultado ainda colocou a Chapecoense na briga por uma vaga na Libertadores da América do ano que vem via Brasileirão, já que os três pontos deixaram o grupo de Caio Júnior com 52 pontos, na 8ª colocação, a três pontos do G6. Enquanto isso, o São Paulo estaciona na 13ª posição na tabela de classificação, com 46 pontos.

Sem Chavez, Wesley, Kelvin, Carlinhos e Luiz Araújo, Ricardo Gomes preferiu repetir a base do time que empatou com o Grêmio na quinta, com as entradas de Robson e Pedro entre os titulares. A princípio, deu certo. Os são-paulinos controlaram bem a primeira parte da partida e chegaram com algum perigo com chutes de média distância.

O problema é que o time não conseguiu manter o nível por muito tempo e logo se viu pressionado pelos mandantes. Assim, a Chapecoense abvriu o placar logo em sua primeira chegada mais perigosa. O sistema defensivo do São Paulo se perdeu diante do toque de bola rápido dos atacantes da Chapecoense e Dener apareceu livre na esquerda para fuzilar Denis.

Para piorar, na última jogada antes do intervalo, Thiaguinho teve todo o espaço que queria para dominar, ajeitar a bola e soltar a bomba da entrada da área. O goleiro tricolor mais uma vez nada pôde fazer. 2 a 0 e a sensação de que o jogo já estava resolvido.

Na segunda etapa, Ricardo Gomes ainda tentou mexer no time, mandou a campo Jean Carlos, Gilberto e Daniel, mas quem quase balançou a rede mais uma vez foi a Chape. Lucas Gomes deixou Maicon sentado no gramado e serviu Thiaguinho, mas João Schimidt salvou em cima da linha.

Na melhor oportunidade do clube paulista, Mena e David Neres tabelaram pela esquerda e Thiago Mendes só não diminuiu o prejuízo porque Thiego também evitou o gol praticamente em cima da linha.

Mas, a reação tricolor parou por ai. É verdade que a Chapecoense se conteve em apenas administrar sua vantagem e pouco frequentou o campo de ataque na etapa final, mas não teve muito trabalho para conter as investidas do São Paulo.

Embalada quem sabe por uma história vaga na final da Copa Sul-americana, a Chapecoense volta a campo pelo Campeonato Brasileiro no próximo domingo, às 17 horas, para encarar o Palmeiras no Palestra Itália no jogo que pode confirmar o título do Verdão. Já o São Paulo visitará o Atlético-MG, no estádio Independência, em Belo Horizonte, em um clássico do futebol nacional, mas que praticamente servirá apenas para o cumprimento da tabela.

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Atlético Mineiro tropeça e Santos está garantido na fase de grupo da Libertadores

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Mayke Toscano/arquivo) – Agora é oficial: o Santos está garantido na fase de grupos da Copa Libertadores da América de 2017. Após ficar no 2 a 2 contra o Cruzeiro, neste domingo, no Mineirão, o Peixe foi beneficiado pelo empate do Atlético-MG por 3 a 3 com o Santa Cruz, no Arruda, e não tem mais possibilidade de sair do G3 do Campeonato Brasileiro.

Se a igualdade diante da Raposa praticamente acabou com a chance do alvinegro conquistar o título, o tropeço do Galo foi um alento para os santistas, que agora entrarão diretamente nos grupos da Liberta, fugindo da disputa da primeira fase da competição continental em 2017.

Como o Atlético não venceu o Santa, acabou ficando com 62 pontos, seis a menos que o Peixe. Por conta disso, mesmo que os comandados de Dorival Júnior percam para Flamengo e América-MG, o Galo precisará vencer todos os seus jogos para empatar em pontos com o alvinegro. Porém, mesmo que isso aconteça, os mineiros ainda ficarão atrás dos santistas por conta do número de vitórias.

Vale lembrar que na próxima temporada, a chamada ‘pré-Libertadores’ terá um grau de dificuldade maior que as edições anteriores. Com as novas regras da competição, será preciso passar por dois times até entrar na fase de grupos, totalizando quatro jogos a mais no calendário do próximo ano

O Peixe não disputa uma Libertadores desde 2012. Na oportunidade, ainda com Neymar e Ganso na equipe, o alvinegro acabou sendo eliminado pelo Corinthians na semifinal, após empate em 1 a 1, no Pacaembu, no dia 20 de junho daquele ano.

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Flamengo empata com Coritiba e dá adeus ao sonho de título

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Fernando Dantas/Gazeta Press) -O Flamengo perdeu a chance de reassumir a vice-liderança ao empatar por 2 a 2 com o Coritiba, neste domingo, no Maracanã. Com o resultado, os rubro-negros chegam a 67 pontos, saem de vez da briga pelo título e ainda não se garante na fase de grupos da Libertadores. Já os paranaenses, com 46, abrem mais um pouco a distância para a zona de rebaixamento.

O primeiro tempo foi muito movimentado, com o Flamengo abrindo o placar com Gabriel. Ainda na etapa inicial, os rubro-negros ampliaram com Diego, mas viram o Coritiba diminuir no fim, com Amaral. Na etapa final, as duas equipes desperdiçaram diversas oportunidades, mas os paranaenses conseguiram chegar ao empate nos minutos finais, com Kleber Gladiador.

Na próxima rodada, o Flamengo terá o confronto direto pela vice-liderança contra o Santos, no próximo domingo, no Maracanã. Na segunda-feira, o Coritiba terá duelo direto contra a degola contra o ameaçado Vitória, no Couto Pereira.

O Flamengo começou tudo a partida e abriu o placar logo aos dois minutos. Márcio Araújo cruzou pela esquerda e achou Gabriel livre. O atacante finalizou de primeira, sem chance para Wilson.

O gol empolgou a torcida e fez os rubro-negros seguirem no ataque. Tanto que aos quatro minutos, Márcio Araújo tabelou com Diego, mas se desequilibrou no momento da finalização e permitiu a zaga do Coritiba tirar o perigo.

Aos poucos, o Coritiba melhorou a marcação e conseguiu impedir a criação de boas jogadas por parte dos donos da casa. Mesmo assim, o Flamengo controlava a posse de bola e não permitia aos visitantes tocar a bola no setor ofensivo. Os paranaenses só tiveram sua primeira chance aos 19 minutos. Kleber foi lançado na área, levou a melhor sobre Réver, mas chutou em cima de Alex Muralha.

O lance animou o Coritiba, que equilibrou o jogo e passou a chegar com mais intensidade ao ataque. Os paranaenses quase empataram aos 26 minutos, quando Raphael Veiga cobrou falta na área, Ney cabeceou, mas viu Alex Muralha salvar os donos da casa.

Quando os visitantes conseguiram ser mais perigosos, o Flamengo tratou de se impor e chegou ao segundo gol, aos 28 minutos. Em contra-ataque rápido, Everton cruzou pela esquerdo e encontrou Diego na área. O meia finalizou com força, sem chance para Wilson.

Após o segundo gol, o Flamengo diminuiu o ritmo e passou a tocar mais a bola. O Coritiba sentiu o novo revés e pouco produziu no ataque. O jogo só voltou a ter emoção nos minutos finais. Os rubro-negros ainda tiveram a chance de marcar o terceiro, aos 41. Guerrero recebeu passe na área, dominou e tocou de calcanhar para William Arão. O volante chutou em cima de Wilson.

Só que no minuto seguinte, o Coritiba marcou seu gol no Maracanã. Após cobrança de escanteio, Kazim acertou o travessão. No rebote, Amaral só teve o trabalho de tocar para a rede. Assim, os paranaenses foram para o intervalo com a desvantagem mínima no placar.

No segundo tempo, após um início sem muita emoção, o jogo mudou radicalmente depois dos dez minutos. Aos 12 minutos, Guerrero recebeu passe na área, dominou a bola, mas chutou para fora. No minuto seguinte, o Coritiba desperdiçou grande oportunidade. Primeiro, Kazim chutou, mas Jorge salvou antes da linha. No rebote, foi a vez de Leandro finalizar, mas Alex Muralha fazer grande defesa.

As duas equipes continuavam em busca do ataque e aos 17 minutos, Guerrero acertou o travessão após aproveitar cobrança de escanteio. Só que o Coritiba respondeu novamente no minuto seguinte. Márcio Araújo recuou mal, Muralha foi obrigado a salvar de carrinho antes de Raphael Veiga chegar. Só que no rebote, Kleber chutou cruzado, o goleiro flamenguista espalmou e bola ainda bateu no travessão.

O Flamengo pressentiu o perigo e tratou de diminuir o ritmo com muito toque de bola. Mesmo assim, os rubro-negros continuavam com a vocação ofensiva e aos 31 minutos quase chegaram ao gol em chute de Diego que parou em boa defesa de Wilson. Já aos 38, foi a vez de Fernandinho finalizar para grande defesa do goleiro paranaense.

Nos minutos finais, o panorama da partida permaneceu o mesmo. O Flamengo perdeu mais uma chance de marcar aos 40 minutos. Guerrero foi lançado pela esquerda e cruzou para Fernandinho, mas o atacante chutou pela linha de fundo. O Coritiba parecia sem força, mas conseguiu chegar ao empate aos 42. Kleber foi lançado na área e chutou no canto, sem chance para Alex Muralha para dar números finais a partida.

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Gabriel Jesus desencanta e Palmeiras arranca empate com o Atlético

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Cesar Greco/arquivo) – O atacante Gabriel Jesus desencantou nesta quinta-feira após oito jogos sem marcar gols pelo Palmeiras. Mas a equipe dirigida por Cuca não conseguiu segurar o Atlético-MG e sair do estádio Independência com uma vitória. O argentino Lucas Pratto saiu do banco de reservas e decretou a igualdade por 1 a 1 em Belo Horizonte.

Com o empate, o líder Palmeiras termina a 35ª rodada do Campeonato Brasileiro com 71 pontos, quatro a mais do que o Santos, atual segundo colocado, e cinco à frente do Flamengo, que ocupa a terceira posição. O Atlético-MG, com 61 pontos, ocupa a quarta posição e já não tem mais chances de ser campeão nacional.

Para o Palmeiras ser campeão no próximo domingo, os comandados de Cuca terão de vencer o Botafogo, no Palestra Itália, e torcer para uma derrota do Santos diante do Cruzeiro, no estádio do Mineirão. Além disso, o Flamengo não poderá triunfar contra o Coritiba, no Maracanã. Palmeiras e Santos irão a campo às 17 horas (de Brasília), enquanto o Flamengo joga às 19h30.

Se não quiser depender de outros resultados, o Palmeiras terá de conquistar seis pontos nas próximas três rodadas do Brasileiro. Além do Botafogo, o Verdão enfrentará a Chapecoense, dentro de casa, e encerrará sua participação no campeonato em Salvador, contra o Vitória – ameaçado de rebaixamento.

Já o Atlético-MG focará na disputa da final da Copa do Brasil. O primeiro jogo contra o Grêmio está marcado para a próxima quarta-feira, dia 23, no Mineirão. A grande decisão ocorre no dia 30, na Arena de Porto Alegre.

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Internacional cede empate para a Ponte Preta e fica na zona de rebaixamento

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: arquivo/assessoria) – A três rodadas do final do Campeonato Brasileiro, o Internacional permanece na zona de rebaixamento à Série B. Na noite desta quinta-feira, jogando no Beira-Rio, o time colorado conseguiu sair na frente, mas cedeu o empate por 1 a 1 diante da Ponte Preta.

Com o resultado, o Internacional chega aos 39 pontos ganhos, mesma fica apenas na 17ª colocação, já que perde do Vitória pelo número de gols marcados no torneio. A Ponte Preta, por sua vez, contabiliza 46 pontos e figura na 12ª colocação do campeonato nacional.

Pela 36ª rodada, às 17 horas (de Brasília) deste domingo, a Ponte Preta enfrenta o Fluminense, no Estádio Moisés Lucarelli. Já o Inter pega o Corinthians às 20 horas de segunda-feira, em Itaquera. Nas últimas rodadas, o time gaúcho duela com Cruzeiro (casa) e Fluminense (fora).

O Internacional conseguiu inaugurar o marcador na noite desta quinta-feira logo aos 12 minutos do primeiro tempo. Posicionado na intermediária, Valdívia acionou Anderson pelo lado esquerdo e correu para o meio da área para completar o cruzamento com sucesso.

Sem grandes pretensões no Campeonato Brasileiro, a Ponte Preta chegou ao gol de empate aos 11 minutos da etapa complementar. Em cobrança de escanteio pelo lado direito, Clayson colocou a bola na cabeça do zagueiro Antônio Carlos, que subiu livre para marcar.

A última oportunidade do Internacional saiu cinco minutos antes do final do tempo regulamentar. Vitinho cobrou escanteio pela direita e viu a defesa adversária afastar. Nico Lopez pegou o rebote na entrada da área e bateu firme para boa defesa de Aranha.

Com uma vitória sobre a Ponte Preta, o Internacional encerraria a rodada fora da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Os mais de 30 mil torcedores presentes empurraram o time colorado, enquanto a Ponte Preta ficou armada para o contra-ataque. O placar, no entanto, permaneceu inalterado.

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