São Paulo goleia Santa Cruz em último jogo sem Ceni

Fonte: Gazeta Esportiva – Vestido de preto e ostentando o escudo da Chapecoense, o São Paulo homenageou com goleada as 71 vítimas do acidente aéreo envolvendo a delegação do clube catarinense. Na tarde deste domingo, o Tricolor derrotou o já rebaixado e inofensivo Santa Cruz por 5 a 0, no Pacaembu, pela 38ª e última rodada do Campeonato Brasileiro.

Na negra camisa são-paulina, nada das logomarcas dos patrocinadores. Apenas os escudos da Chapecoense e do próprio Tricolor, além da hashtag ForçaChape. O Santa Cruz, que não contou com os atacantes Grafite e Keno, também homenagearam a agremiação catarinense com a camisa verde.

Vestidos assim, os jogadores do clube do Morumbi se despediram da atual temporada, da qual levam pouca coisa de positivo. Apenas uma vaga na pouco vista Copa Sul-Americana.

Com o resultado, o São Paulo encerra sua participação na edição 2016 do Campeonato Brasileiro no 10º lugar, com 52 pontos. Andres Chavez, duas vezes, David Neres, Gilberto e Luiz Araújo fizeram os gols da vitória. Este foi o último jogo com o auxiliar Pintado no comando.

Agora é o ídolo Rogério Ceni quem estará à frente do Tricolor. Os trabalhos em campo iniciarão no começo de janeiro, nos Estados Unidos, com a disputa da Copa Flórida, entre os dias 7 e 21. Fora das quatro linhas, o ex-goleiro já participa com a diretoria do planejamento para 2017, auxiliando, inclusive, em contratações.

O jogo – Diante de quase 18 mil pessoas, o São Paulo precisou só de um minuto para fazer sua torcida comemorar. Após ótima jogada pela esquerda de Buffarini e Cueva, Andres Chavez recebeu e cruzou rasteiro. David Neres veio de trás e, livre de marcação, finalizou com força para abrir o placar no Pacaembu.

Estava fácil de o Tricolor chegar na área pernambucana. Aos quatro minutos, após rápido contra-ataque, David Neres rolou para a passagem de Gilberto, que bateu de pé direito. A bola parou na rede pelo lado de fora. Aos 17, Buffarini avançou pela esquerda e cruzou para Neres, que, de primeira, chutou com perigo, mas por cima do gol. Logo em seguida, o Santa Cruz chegou pela primeira vez com perigo. Arthur avançou com liberdade pela direita e cruzou rasteiro para Bruno Moraes, que, nas costas de Maicon, bateu para fora, na saída de Denis.

Os pernambucanos, então, foram castigados pelo gol perdido. Aos 29, Gilberto, que já vinha fazendo boa partida, arriscou da intermediária após passe de Maicon. O chute saiu forte, com efeito e só foi parar no fundo da rede, no canto direito do goleiro Miller. Foi o segundo tento em jogos consecutivos do centroavante.

No último minuto do primeiro tempo, o lance mais polêmico da partida. Cueva recebeu de Gilberto e invadiu a área. Após choque com Derley, o peruano caiu, mas o juiz Paulo Vollkopf entendeu como simulação e expulsou o jogador, que já tinha cartão amarelo por reclamação, gerando muitas reclamações dos jogadores do São Paulo.

O segundo tempo começou em ritmo bem mais lento. Mesmo com um a mais em campo, o Santa Cruz continuou sem agressividade. Só aos sete minutos João Victor testou Denis de longe, mas o goleiro espalmou. Em seguida, Buffarini perdeu o controle da bola desperdiçou boa jogada de Neres.

O Tricolor percebeu a fragilidade da equipe de Recife e foi pra cima apesar da desvantagem numérica. E o risco deu certo. Aos 12, Chavez recebeu de João Schmidt na esquerda, dividiu com a zaga, ganhou e sai na cara de Miller. Com um toque de classe, o  argentino encobriu o goleiro e fez o terceiro do São Paulo.

A inofensividade do Santa Cruz era tamanha que o Tricolor continuou dominando as ações. Os comandados do técnico interino Pintado só não fizeram o quarto gol antes porque perderam chances incríveis, com Gilberto e David Neres. Mas Chavez, em seguida, compensaria com seu poder de finalização.

Aos 27, Luiz Araújo, que havia acabado de entrar, pegou rebote de chute de Chavez e rolou para o argentino, que dominou e mandou a bomba no ângulo de direito de Miller, anotando seu segundo gol na tarde, o quarto do Tricolor. O quinto não demorou para acontecer. Aos 36, Luiz Araújo recebeu no meio-campo, passou por dois zagueiros e bateu forte no canto esquerdo, sem chances para o arqueiro do Santa.

Ao final do confronto, a torcida são-paulina comemorou a goleada aos gritos de “Vamos, vamos, Chape”.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Inter joga mal, empata com Fluminense e é rebaixado para a Série B

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Mailson Santana/assessoria/arquivo) – O Internacional tinha uma difícil missão neste domingo: vencer o Fluminense e ainda torcer por tropeços de Vitória e Sport, mas não conseguiu nem fazer a sua parte. Na rodada final do Campeonato Brasileiro, o Colorado gaúcho atuou muito mal e não saiu de um empate em 1 a 1 contra o Fluminense, no estádio Giulite Coutinho, em Mesquita.

Os dois gols saíram no segundo tempo: Douglas abriu o placar para o Flu, e Gustavo Ferrareis empatou para o Inter. A igualdade decretou o rebaixamento inédito do Colorado à segunda divisão do Campeonato Brasileiro em 2017.

O Inter fechou a competição na 17ª posição com 43 pontos em 38 rodadas. Foram 11 vitórias, 10 empates e 17 derrotas. Já o Flu ficou em 13º com 50 pontos.

O jogo – Apesar do forte calor na Baixada Fluminense, o duelo em Mesquita começou movimentado. O Inter, como era esperado, tomou a iniciativa no início do primeiro tempo, e com apenas dois minutos já assustou a meta Tricolor. Vitinho avançou pela esquerda, penetrou na área e cruzou rasteiro. Valdívia recebeu, encarou a marcação e chutou cruzado, mas a bola saiu pela linha de fundo.

Passada a pressão inicial, o Fluminense começou a controlar melhor o jogo e, com Gustavo Scarpa com liberdade, passou a levar mais perigo para a defesa Colorada. Aos 13, o ataque Tricolor trabalhou bem a bola, com tabela entre Wellington e Douglas, que terminou no passe preciso para Scarpa livre pelo meio da área. O 10 do Flu bateu de primeira e Danilo Fernandes fez grande defesa e mandou para escanteio.

Com o crescimento do Flu, o Inter mostrava nervosismo e até uma certa apatia. Os comandados de Lisca tentavam manter o domínio da posse de bola, mas partiam pouco ao ataque.

O Inter finalmente respondeu aos 41. William recebeu na direita e cruzou, mas Henrique cortou para escanteio. Após a cobrança, Vitinho recebeu na área e bateu com força, mas Edson bloqueou.

No minuto seguinte, ataque em velocidade do Flu: Henrique Dourado foi lançado na ponta esquerda e cruzou para a chegada de Richarlison, que foi derrubado por Alex na área. Pênalti marcado por Heber Roberto Lopes. O mesmo Richarlison partiu para a cobrança, mas chutou mal e Danilo Fernandes salvou o Inter mais uma vez.

No intervalo, o goleiro Júlio César acusou dores na perna esquerda e teve de ser substituído por Marcos Felipe. Já o Inter voltou sem alterações para o segundo tempo. O panorama do jogo seguiu o mesmo. Apesar da necessidade do resultado, o Inter não mostrava a garra necessária e parecia sem forças para correr atrás do resultado.

Logo aos dois, Scarpa lançou Wellington livre no ataque e ele tentou fazer por cobertura na saída de Danilo, mas a bola não foi na direção do gol e acabou cortada pela defesa. Aos 13, Richarlison arrancou e soltou a bomba, mas a bola bateu na rede pelo lado de fora.

Aos 19, Lisca tentou mexer para dar sangue novo à equipe. Saíaram Alex e Valdívia e entraram Rodrigo e Gustavo Ferrareis. Quatro minutos depois, Vitinho deixou o campo para a entrada de Ariel.

As modificações, entretanto, não mudaram a atuação constrangedora do Inter diante dos poucos torcedores presentes em Mesquita, e só dava Flu em campo. Aos 27, Wellington recebeu na esquerda, avançou e viu Douglas na entrada da área. O volante recebeu, dominou e disparou um balaço de canhota. A bola desviou na zaga e Danilo nada pode fazer: 1 a 0 Flu.

O gol Tricolor só reforçou o clima de velório que rondava o banco do Inter durante a maior parte do jogo. Mas em campo, alguns jogadores do Colorado ainda tentavam impedir o que parecia inevitável.

Aos 41, o jovem Gustavo Ferrareis deu esperanças ao torcedor colorado ao empatar a partida. Ele ganhou a bola na intermediária e arriscou de longe. Marcos Felipe pulou atrasado e foi surpreendido.

Mesmo com quatro minutos de acréscimo, o Inter não conseguiu virar o marcador e saiu de campo rebaixado.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Corinthians cai diante do Cruzeiro e fica fora da Libertadores

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/arquivo) – A luta do Corinthians para alcançar à vaga na Copa Libertadores durou até a última rodada. A torcida, porém, terá de se contentar apenas com a Sul-Americana. O Timão não conseguiu bater o Cruzeiro, foi derrotado por 3 a 2, em duelo na tarde deste domingo, em Belo Horizonte, no Mineirão, e terminou a competição em 7º, com 55 pontos.

Era preciso vencer e ainda torcer pelo resultado na Arena da Baixada, entre Atlético-PR e Flamengo. O Furacão manteve os dois pontos a frente do clube paulista e também sonhava com a disputa. Sem a vitória, ficou impossível alcançar o adversário paranaense.

Com isso, o Corinthians fez até um confronto equilibrado com o Cruzeiro em Minas Gerais. O time de Oswaldo encarou a Raposa de frente e, por duas vezes esteve à frente do marcador, com gols de Guilherme e Marlone. Porém, no cenário geral da partida, foi mais fraco que o time da casa que sempre atrás do placar conseguiu ter forças e aproveitar os espaços deixados.

Antes de a bola rolar, Cruzeiro e Corinthians prestaram homenagens a Chapecoense. Os garotinhos que entram no gramado com os atletas, cumpriram o protocolo, mas desta vez não vestiam as cores dos times que estavam em campo, mas sim da equipe catarinense. No momento do hino nacional, bandeiras da Colômbia e Brasil faziam companhia ao escudo da Chapecoense.

O Cruzeiro providenciou ainda um grande bandeirão para que os torcedores fizessem suas homenagens. O objetivo será levado para Chapecó, em apoio ao time. Na torcida, onde sempre fica uma bandeira com o texto: “Time do povo”, um slogan adotado pela Raposa nos últimos anos, foi trocado por: “Equipe imortal. Campeões para sempre. #TodosSomosChape”. Além disso, o torcedor celeste gritou em alto e bom som “É, vamos, vamos, Chape”.

O Cruzeiro começou melhor a partida. A Raposa encontrava espaços e aproveitava o esquema criado por seu técnico, que tirou homem referência da área para dar mais mobilidade ao ataque.

O Corinthians, no entanto, com sonho de coisas maiores, que correu em busca de abrir o marcador. Aos 7 minutos, após cobrança de escanteio, tão trabalhada por Oswaldo durante a semana, resultou em gol. Guilherme, no segundo pau, só empurrou e colorou o Timão na frente.

A Raposa, porém, era mais incisiva. Mostrava que tinha mais o controle do jogo, embora levasse alguns sustos em contra-ataques do clube visitante. A derrota parcial seguiu até aos 24. O atacante Alisson dominou a bola na ponta, levou para a área e cruzou. Sóbis dominou no peito, deixou para Robinho que colocou Arrascaeta na cara do gol. O gol também demostrava o bom trabalho de Mano Menezes, apresentando a mobilidade, tendo em vista que Arrascaeta apareceu na área como elemento surpresa.

O Corinthians por precisar do resultado passou a se lançar mais ao ataque. A defesa celeste, entretanto, se mostrava bem compacta e dava poucos espaços. Com isso, a Raposa aproveitava as brechas dadas pelos paulistas e conseguia agredir. O Timão dependia bastante do meia-atacante Guilherme para conseguir se armar dentro do jogo, Romero, no entanto, tinha que se desgastar, pois cumpria funções na recomposição, auxiliando Fagner na direita.

O Corinthians voltou melhor na etapa complementar. O time precisa do resultado para sonhar com a vaga na Copa Libertadores. Para isso, Oswaldo mandou Giovanni Augusto no lugar de Romero. A mudança deu mais qualidade ao time paulista que conseguia segurar mais a bola no ataque.

O resultado das mudanças veio aos 9 minutos. Marlone aproveitou o cruzamento na área e, de cabeça, sem marcação, voltou a colocar o Corinthians na frente. O tento foi resultado de uma longa troca de passes feita pelo time visitante.

O Cruzeiro, porém, acordou para a partida. Dois minutos após sofrer o gol, a Raposa encontrou Ezequiel na área que dominou e chutou forte, não dando chances para Walter. Aos 13, Robinho fez um belo gol e desempatou o jogo. O jogador recebeu a bola na área, mais pela direita, em lance parecido a jogada anterior, driblou seu marcador e, de perna esquerda, chutou para colocar a Raposa na frente.

Nos lances seguintes, o Cruzeiro passou a espremer o Corinthians em seu campo de defesa. O time paulista, no entanto, conseguiu se segurar até recuperar o fôlego de sofrer dois gols rápidos e novamente ter alguma igualdade tática.

O jogo passou a ficar igual para os dois lados, com mais espaços, mas o time azul contente com o resultado administrava. Nos últimos minutos, o Corinthians teve mais uma chance, mas não conseguiu e foi derrotado.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Botafogo vence o Grêmio e vai à Libertadores

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Satiro Sofre/arquivo) – O golaço foi do volante Bruno Silva, mas a camisa mostrava o número 8 acima do nome de Cléber Santana, homenageado com o tento que decretou o Botafogo na próxima edição da Copa Libertadores da América. Atuando na Arena do Grêmio, em Porto Alegre, o Glorioso contou com a boa atuação do goleiro Sidão e falta de pontaria do Tricolor para vencer por 1 a 0, mesmo com um jogador a menos durante todo o segundo tempo.

Na última rodada do Campeonato Brasileiro, todas as equipes entraram em campo com homenagens à Chapecoense e aos 71 mortos na tragédia aérea que vitimou jogadores, comissão técnica e diretoria do clube. Antes de a bola rolar, os dois times prestaram um minuto de silêncio e mostraram a bandeira da Chape e da Colômbia, país que deu um show de solidariedade através do Atlético Nacional-COL, que jogaria a semifinal da Copa Sul-Americana contra o Verdão do Oeste e cedeu o título à Chapecoense.

Além disso, todos os jogadores do Botafogo usaram nomes dos atletas da Chapecoense em suas camisas. O volante Bruno Silva, com a camisa de Cleber Santana, honrou o falecido meia e anotou um golaço de voleio, aos 16 minutos, para decretar a vitória do Botafogo. O clima de solidariedade, porém, desapareceu pouco depois, quando Airton e Sassá se empurraram e o volante recebeu o segundo cartão amarelo, sendo expulso. Já o atacante foi substituído pelo técnico Jair Ventura logo em seguida.

Do outro lado, os gremistas até tentaram chegar ao empate e tiveram boas oportunidades, mas pecaram na finalização. Nas arquibancadas, a torcida parecia mais preocupada em fazer festa pelo rebaixamento do rival Internacional do que com os reservas em campo. A festa pelo título da Copa do Brasil também se fez presente na Arena gremista.

O jogo – O Botafogo mostrou que não tentaria esperar um empate para classificar à Libertadores desde o início do jogo. Camilo deu chapéu em Kannemann com um toque de cabeça e ajeitou para Sassá. Da entrada da área, o camisa 9 finalizou forte, à direita do gol de Leo, mas com muito perigo.

Com o jogo truncado no meio de campo, o Glorioso não desperdiçou chances e abriu o placar aos 16 minutos, em sua segunda boa chance. Camilo cobrou escanteio na área, Emerson Silva ajeitou e Bruno Silva dominou girando antes de emendar um voleio na entrada da área para anotar um golaço. Na comemoração, o volante mostrou os nomes das 71 vítimas da tragédia da Chapecoense.

O Grêmio criou sua primeira boa oportunidade apenas aos 31 minutos, quando Kaio perdeu uma chance clara. Everton arrancou pela esquerda e passou para Bolaños, que rolou paa Kaio chegar batendo, mas o garoto, de frente para o gol, mandou a bola por cima.

Depois de dar um bom passe, foi a vez de Bolaños finalizar, mas o atacante perdeu uma chance ainda mais clara que a de seu companheiro. Em excelente jogada gremista, Kaio recebeu de Wallace Oliveira pelo meio, arrancou e serviu o equatoriano, que ficou na cara de Sidão, mas bateu em cima do goleiro.

O clima esquentou no último minuto do primeiro tempo, quando Victor Luis sofreu falta dura de Negueba. A confusão, porém, foi entre dois atletas do Botafogo, e Sassá e Airton se empurraram em campo. Como o volante já tinha um cartão amarelo, acabou expulso e o atacante foi substituído pelo técnico Jair Ventura.

A segunda etapa começou com um ritmo de jogo parecido e o Grêmio teve sua chance aos 10 minutos. Henrique Almeida recebeu na esquerda, girou e arriscou de fora da área, mas Sidão foi firme e fez a defesa.

Os gremistas só explodiram na arquibancada aos 22 minutos, quando a torcida comemorou muito o gol do Fluminense contra o Internacional, que ia sendo rebaixado. Diversos “B” eram vistos entre os torcedores.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Empate tira o Flamengo da vice-liderança e garante Atlético-PR na Libertadores

Fonte: Gazeta Esportiva – O Flamengo não sentirá o cheirinho de R$ 3,4 milhões em 2017. O Rubro-Negro empatou sem gols com o Atlético-PR, neste domingo, na Arena da Baixada, e perdeu a vice-liderança para o Santos. Já o Furacão se beneficiou da derrota do Corinthians para o Cruzeiro e garantiu uma vaga na pré-Libertadores.

O time dirigido por Zé Ricardo subiu ao gramado sintético da Arena da Baixada com a missão de garantir a segunda posição na última rodada do Campeonato Brasileiro. O desempenho, no entanto, foi muito abaixo do que os torcedores se acostumaram a ver na competição. Foram as defesas de Alex Muralha que salvaram o time de uma derrota.

Com a vitória do Santos sobre o América-MG, o Flamengo perdeu nos critérios de desempate e se despediu deste Brasileiro na terceira posição. O Rubro-Negro receberá um prêmio de R$7,3 milhões, enquanto o Peixe terá direito a R$10,7 milhões.

Já o Atlético-PR ficou com a sexta – e última – vaga na próxima Copa Libertadores. O Furacão somou 57 pontos nas 38 rodadas do Brasileirão e jogará a fase classificatória do torneio continental. A equipe do técnico Paulo Autuori ainda levará uma premiação de R$2,6 milhões.

O jogo – Homenagens aos 71 mortos no acidente com o avião da Chapecoense antecederam a partida. A torcida do Atlético-PR preparou um mosaico e formou a inscrição “Somos Chape” durante o minuto de silêncio respeitado na Arena da Baixada. Os atletas e o trio de arbitragem se abraçaram no centro do campo e também prestaram suas homenagens.

Com a bola rolando, o Flamengo se lançou ao ataque e acertou o travessão com apenas quatro minutos de jogo. O lateral Pará fez o cruzamento da direita e Everton testou no poste superior do goleiro Weverton. Aos nove minutos, o Atlético-PR respondeu com uma cabeçada de André Lima, mas Alex Muralha saltou para praticar a defesa.

O ritmo ofensivo caiu nos minutos seguintes. E o Flamengo deixou de jogar futebol. Aos 19, Pablo carregou a bola e mandou pela linha de fundo uma finalização de fora da área. O Furacão voltou a assustar aos 33, após Otávio acertar uma bomba que passou próxima ao ângulo esquerdo de Muralha e pegou na parte externa da rede.

Nos acréscimos, o zagueiro Réver se atrapalhou ao tentar afastar uma cobrança de falta e só não fez um gol contra porque Muralha praticou a defesa. Já nos vestiários, o atacante Paolo Guerrero reclamou de dores no tornozelo e deu lugar a Leandro Damião.

Damião procurou mostrar serviço e, aos dois minutos, assustou o Atlético-PR com um chute de bico que saiu pela linha de fundo. Logo na sequência, Muralha voou para espalmar uma bomba que o volante Hernani mandou de fora da área. Pablo, aos seis, manteve o Furacão no ataque e voltou a finalizar para fora.

Melhor em campo, o Atlético-PR exigiu mais uma defesa de Muralha. Aos 12 minutos, Nikão tentou a sorte e fez o goleiro espalmar o tiro. Aos 24, o volante Márcio Araújo errou passe na intermediária e deu contra-ataque para o Furacão, que desperdiçou outra chance com Hernani.

Em rara chegada à frente, o Flamengo fez Weverton trabalhar após chute de Mancuello. Hernani respondeu para o Furacão, com chutes aos 36 e 38 minutos, mas não balançou a rede. Antes do término do jogo, aos 40, Mancuello recebeu o segundo amarelo por falta cometida e foi expulso.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Em dia de homenagens, Santos bate América-MG e fica com o vice do Brasileiro

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: arquivo/ESPN) – O Santos é o vice-campeão brasileiro de 2016. Em tarde de domingo recheada de homenagens à Chape e ao agora aposentado Elano, o Peixe não precisou fazer muito esforço para bater o já rebaixado América-MG por 1 a 0, na Vila Belmiro, na última rodada da competição. Beneficiado pelo tropeço do Flamengo, que só empatou com o Atlético-PR, na Arena da Baixada, o alvinegro garantiu a segunda colocação do nacional.

Com o único gol da partida marcado por Ricardo Oliveira, aos três minutos do segundo tempo, o Santos alcançou os 71 pontos e igualou o Rubro-Negro. Porém, a equipe de Dorival Júnior tem uma vitória a mais, e por conta disso, ficou com o vice do Brasileirão e garantiu R$ 3,4 milhões a mais na conta. O América-MG, por sua vez, se despediu com mais uma derrota e a lanterna do torneio nacional.

Agora, os santistas entram em férias e só voltam a treinar no próximo dia 11 de janeiro, no CT Rei Pelé, visando as disputas do Campeonato Paulista e da Copa Libertadores da América, competição que o clube não joga há quatro anos. O Coelho, que havia liberado 14 atletas, também entra em período de descanso e tentará voltar à primeira divisão do Brasileiro na próxima temporada.

Antes da bola rolar, a Vila Belmiro se encheu de emoção para homenagear as vítimas da tragédia com o avião da Chapecoense. Inicialmente, o telão do estádio passou vários gols do Santos na voz do narrador Deva Pascovicci, que foi uma das vítimas e era santista de coração. Na sequência, o índio Carlinhos, mascote do clube de Santa Catarina, entrou no gramado e saudou a torcida alvinegra.

Das arquibancadas saíram gritos homenageando o time de Chapecó, além do meia Cléber Santana e do zagueiro Neto, que já passaram pelo Peixe. Por fim, os jogadores do alvinegro, que vestiam uma camisa com os escudos da Chape e do Atlético Nacional, se juntaram a jornalistas e aos atletas do América-MG. Eles se abraçaram e no centro do gramado, fizeram um minuto de silêncio.

Se antes da partida começar a emoção tomou conta da Vila, o mesmo não pode ser dito quando a bola rolou. Mesmo trocando passes com facilidade e sendo pouco assustado pelo remendado Coelho, o alvinegro mostrava muita apatia e parecia que já havia antecipado as férias.

O jogo era tão monótono na Vila que a única chance que realmente animou a torcida na primeira etapa aconteceu apenas aos 31 minutos. Em boa movimentação, Victor Ferraz avançou e cruzou da direita. O colombiano Copete se antecipou a zaga e cabeceou na trave. No rebote, Zeca apareceu livre, mas bateu para fora.

Após o apito de Leandro Vuaden encerrando o primeiro tempo, o Urbano Caldeira voltou a ser palco de homenagens. Desta vez, o meia Elano, que fazia sua despedida como jogador profissional, foi até o centro do gramado e acompanhou um vídeo com vários amigos desejando sorte em sua nova carreira de auxiliar técnico. O jogador ainda teve seu nome cantado pela torcida alvinegra durante o intervalo.

Na volta para o segundo tempo, o Peixe quebrou a morosidade inicial e foi para cima do América-MG. Tanto que logo aos três minutos, Copete avançou na lateral esquerda e cruzou na medida para Ricardo Oliveira. O atacante subiu mais que a zaga rival, escorou para o gol e abriu o placar na Vila Belmiro. Na comemoração, o artilheiro deu uma ‘flechada’ no ar, prestando mais uma homenagem à Chape.

Após ficar na frente do marcador, o alvinegro apenas administrou o jogo. O Coelho, por sua vez, mostrava pouco poder de reação e não assustava o Santos. Com o resultado praticamente garantido, o técnico Dorival Júnior promoveu a substituição que todos queriam ver. Aos 33 minutos, o meia Lucas Lima saiu para a entrada de Elano, que pisava no gramado da Vila pela última vez como jogador profissional.

A entrada do ídolo, porém, pouco alterou o andamento do jogo, que seguiu monótono até o último apito do árbitro Leandro Pedro Vuaden, que garantiu o Santos na segunda colocação do Campeonato Brasileiro.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Ponte Preta vence o Coritiba e alcança melhor campanha nos pontos corridos

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: arquivo/assessoria) – Pela última rodada do Campeonato Brasileiro de 2016, a Ponte Preta recebeu o Coritiba no Moisés Lucarelli. A Macaca despediu-se do torneio com vitória de 2 a 0, e ainda alcançou uma marca importante para a equipe.

Os gols foram marcados no segundo tempo, por William Pottker, que se tornou o artilheiro da competição ao lado de Fred e Diego Souza, e Ravanelli. Com a vitória, a Ponte terminou na oitava colocação com 53 pontos, melhor campanha do time no Brasileiro dos pontos corridos. O jogo ainda marcou a estreia do técnico Felipe Moreira no comando da Macaca.

Já o Coritiba fechou com 46 pontos, na 15ª colocação. Com a derrota e a vitória do Sport diante do Figueirense, o Coxa ficou sem vaga na Copa Sul-Americana de 2017.

Antes do início do confronto, aconteceram homenagens à Chapecoense, devido ao acidente aéreo com a equipe há quase duas semanas. Crianças entraram em campo com o uniforme da Chape, carregando bandeiras do time catarinense, do Brasil e da Colômbia, país em que a aeronave caiu.

Além disso, foi respeitado um minuto de silêncio, e as duas equipes vestiram camisas personalizadas com o escudo da Chapecoense.

O jogo – Atuando em casa, a primeira boa chance foi da Ponte. Aos dez minutos, os donos da casa chegaram com perigo, após cobrança venenosa de falta de Ravanelli, mas Rafael Martins salvou os visitantes. Dois minutos depois, Nino Paraíba cruzou rasteiro, a bola queimou nas mãos do arqueiro do Coxa, mas o goleiro fez a defesa.

A Ponte seguiu pressionando. Em rápido contra-ataque, a bola chegou em William Pottker, na cara do gol. Porém, Rafael Martins cresceu e tirou o gol do time paulista.

A melhor chance do primeiro tempo aconteceu aos 37 minutos, e foi novamente da Macaca. Ravanelli recebeu dentro da área e bateu para o gol. Rafael Martins desviou e quase Rhayner alcançou no segundo pau para abrir o placar.

O arqueiro do Coxa estava em tarde inspirada, e defendeu o chute rasteiro de Matheus Jesus, que tinha endereço certo. A Ponte Preta seguiu pressionando, mas não conseguiu tirar o zero do placar.

O segundo tempo começou agitado. Aos dez minutos, o árbitro marcou pênalti de Rafael Martins em Pottker. O arqueiro acabou sentindo no lance e foi substituído por William Menezes. Na cobrança, Pottker colocou no fundo das redes, chegando a 14 gols no campeonato, empatado com Fred, do Atlético-MG e Diego Souza, do Sport, como artilheiro da competição.

A Ponte seguiu pressionando e aumentou a vantagem aos 19. O goleiro William Menezes saiu mal, e a bola sobrou para Nino Paraíba que, na linha de fundo, cruzou na medida para Ravanelli, que marcou o segundo dos donos da casa.

Com um resultado confortável, a Ponte tirou o pé, e o Coritiba tentou pressionar. Entretanto, a equipe paranaense pecava nas finalizações. Assim, a Macaca administrou o resultado e garantiu a vitória.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Grêmio encerra jejum de 15 anos e vira o maior campeão da Copa do Brasil

A Copa do Brasil de 2016 é azul, preta e branca.

Frente a mais de 55 mil pessoas na Arena, o Grêmio sagrou-se campeão do torneio mata-mata nacional pela quinta vez na noite desta quarta-feira. O fim da espera de 15 anos pela conquista de um campeonato de peso terminou depois do clube empatar com o Atlético-MG por 1 a 1 em Porto Alegre.

Uma taça para coroar uma equipe com menos pompa e estrelas do que o rival, mas que encaminhou a taça no campo adversário, ao vencer o jogo de ida por 3 a 1 há duas semanas, em Belo Horizonte.

O troféu de 2016 ainda faz com que o clube gaúcho se isole como a equipe que mais conquistou a Copa do Brasil. As quatro taças anteriores vieram em 1989, 1994, 1997 e 2001 – o primeiro ano do século estava marcado como a última temporada com uma conquista de ponta da equipe. Renato Gaúcho e companhia, portanto, passaram o Cruzeiro, que tem quatro taças: 1993, 1996, 2000 e 2003.

Fora isso, o pentacampeonato gremista do torneio, aliada com uma possível manutenção do oitavo lugar no Campeonato Brasileiro, pode render ao clube gaúcho a liderança do ranking da CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Desta forma, ele lideraria com 15.078 pontos. Caso fique em sétimo na Série A, aparecerá na ponta com 15.118. No último ranking, o Grêmio ficou na segunda posição, com 14.210 pontos.

No jogo da taça, o time gremista foi sólido na marcação e não deixou o Atlético-MG criar uma chance perigosa contra a meta defendida por Marcelo Grohe. A proposta de recuperar a bola e buscar as saídas rápidas, aliada à estabilidade, funcionou de maneira eficiente na maior parte do tempo e foi coroada com um gol no fim de Bolaños. Ainda teve tempo de Cazares fazer um gol antológico antes do meio de campo. Insuficiente, porém, para estragar a festa gremista.

HOMENAGEM À CHAPE

O jogo desta quarta foi precedido por homenagens às vítimas do acidente áereo que levava a delegação da Chapecoenses, convidados e jornalistas para Medellín, na Colômbia. Nas abarrotadas arquibancadas, faixas e gritos de “Vamos, vamo Chape!”. Dentro de campo, o minuto de silêncio teve a presença dos times titulares, da arbitragem e de alguns jornalistas. O momento contagiou. Torcedores se emocionaram e jogadores, como o goleiro Victor, também.
gremio
BOLA DO ATLÉTICO-MG, CHANCE DO GRÊMIO

A maneira de atuar do Atlético-MG foi visivelmente diferente em relação ao primeiro da decisão. Sem Marcelo Oliveira e com Diogo Giacomini no comando, o time mineiro entrou com três volantes. Rafael Carioca ficou centralizado à frente dos zagueiros e era o responsável por iniciar as jogadas. Leandro Donizete, mais à esquerda, e Júnior Urso, à direita, completavam a trinca. Luan e Robinho, mais centralizados, ficaram com a missão de tentar municiar Pratto.

Do lado do Grêmio, apesar da formação ser igual, a principal mudança estava na postura da equipe. A maior preocupação era com a marcação, personificada em Ramiro. Normalmente com liberdade para aparecer pela meia direita, ele praticamente foi um marcador no primeiro tempo.

As propostas de jogo se traduziram em um Atlético-MG com mais posse de bola (66% a 34%), mas sem conseguir uma infiltração na área ou tabelas mais ameaçadoras. As melhores chances vieram de chutes de fora. No Grêmio, as saídas rápidas eram a aposta. E o clube gaúcho teve a melhor oportunidade da primeira etapa.

Aos 40 minutos, Douglas deu um lindo passe de calcanhar, Everton apareceu por trás da zaga e, na frente de Victor, optou por um chute rasteiro do lado esquerdo. O goleiro atleticano teve ótima reação e fez uma grande defesa para deixar o placar zerado para o intervalo.

GRÊMIO SEGUE SÓLIDO

Jogadores do Grêmio comemoram na Arena após o gol de Bolaños © Edu Andrade/Fatopress/Gazeta Press Jogadores do Grêmio comemoram na Arena após o gol de Bolaños
Para a segunda etapa, o Atlético-MG buscou uma nova alternativa: saiu Júnior Urso e entrou Maicosuel para tentar melhorar a criação. Mas não deu certo. O Grêmio conitnou firme na defesa e até conseguiu manter a bola mais no campo de ataque do que no primeiro tempo. Os visitantes até tentaram chutes de fora da área, mas todos para fora.

A ineficiência contínua fez Giacomini abrir o time de vez: Cazares entrou no lugar de Leandro Donizete. Não funcionou também.

No fim, saíram dois gols. Miller Bolaños, minutos depois de entrar em campo, aproveitou asobra de bola e abriu o placar para sacramentar o título. Pouco depois, Cazares chutou do campo defensivo do Atlético-MG para encobrir o Grohe e fazer um golaço para fechar a Copa do Brasil.

FICHA TÉCNICA
GRÊMIO 1 X 1 ATLÉTICO-MG

Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)
Data: 07 de dezembro de 2016, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP)
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse (SP) e Kleber Lúcio Gil (SC)
Público: 52.233 pagantes (55.337 no total)
Renda: R$ 5.105.964,00
Cartões Amarelos: Erazo e Fábio Santos (Atlético-MG); Marcelo Grohe e Miller Bolaños (Grêmio)
Cartões Vermelhos:-

GOLS:

GRÊMIO: Miller Bolaños, aos 43 minutos do segundo tempo
ATLÉTICO-MG: Juan Cazares, aos 46 minutos do segundo tempo

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Edílson, Pedro Geromel, Kannemann e Marcelo Oliveira; Walace, Maicon, Ramiro (Jailson), Douglas (Miller Bolaños) e Everton (Fred); Luan
Técnico: Renato Gaúcho

ATLÉTICO-MG: Victor; Marcos Rocha, Gabriel, Erazo e Fábio Santos; Leandro Donizete, Júnior Urso (Maicosuel), Rafael Carioca e Luan (Lucas Cândido); Robinho e Lucas Pratto
Técnico: Diogo Giacomini
Por ESPN
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Conmebol confirma título da Sul-americana para a Chapecoense

avaio-chapeco1A Conmebol confirmou nesta segunda-feira (5) a entrega do título de campeão da Copa Sul-Americana de 2016 à Chapecoense. O time catarinense foi impedido de jogar a final do torneio após o avião em que a sua delegação viajava ter sofrido um acidentena Colômbia, vitimando 71 pessoas – entre elas 19 jogadores e toda a comissão técnica.

A decisão de dar o título à Chapecoense foi aprovada pelo Conselho da Conmebol após um pedido encaminhado pelo Atlético Nacional. A equipe colombiana seria a rival dos catarinenses na final da Sul-Americana. Por conta da postura, o clube receberá o prêmio “Centenário da Conmebol ao Fair Play”.
Chapecoense sofreu o trágico acidente de avião quando viajava para a Colômbia, onde disputaria o primeiro jogo da final da Copa Sul-americana contra o Atlético Nacional

Chapecoense sofreu o trágico acidente de avião quando viajava para a Colômbia, onde disputaria o primeiro jogo da final da Copa Sul-americana contra o Atlético Nacional
Foto: Getty Images

“No dia 30 de novembro, a Confederação Sul-Americana de Futebol recebeu uma carta do Clube Atlético Nacional, dirigida ao senhor Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol, pedindo para a entidade ‘entregar o título da Copa Sul-Americana à Associação Chapecoense de futebol como um prêmio de honra à grande perda e como uma homenagem póstuma às vítimas do fatal acidente que enluta nosso esporte’”, diz uma nota publicada pela entidade.

A entrega do título garante a Chapecoense na fase de grupos da Copa Libertadores de 2017. A equipe receberá 2 milhões de dólares (R$ 6,86 milhões) por conta da conquista.

Jornalista sobrevivente de acidente com Chapecoense fala pela 1ª vez

A Chapecoense também está com a sua presença assegurada na Recopa Sul-Americana, o que renderá mais 1 milhão de dólares (R$ 3,43 milhões) aos seus cofres. No torneio, a equipe terá pela frente justamente o Atlético Nacional, campeão da Libertadores 2016.

O Atlético Nacional, que prestou diversas homenagens às vítimas do acidente aéreo, terá direito às premiações cabíveis ao vice-campeão da Copa Sul-Americana. O time colombiano ainda ganhará uma bonificação de 1 milhão de dólares por conta do prêmio de Fair Play.

“Para a Conmebol, não há maior mostra do ‘espírito de paz, compreensão e jogo limpo’, que é o objetivo da nossa instituição, do que a solidariedade, consideração e respeito exibidos pelo Clube Atlético Nacional a seus irmãos da Chapecoense”, disse a Conmebol.

Segundo a entidade, o prêmio ao Atlético Nacional tem o objetivo de fazer “prevalecer sempre a busca dos valores desportivos sobre os interesses comerciais”.
Milhares de torcedores lotaram a Arena Condá, em Chapecó (SC), em noite de emocionante homangem nesta quarta-feira (30), no horário em que a Chapecoense enfrentaria o Atlético Nacional, da Colômbia, pela final da Copa Sul-americana
Gazeta Esportiva

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Corpo de jogador Lucas Gomes é enterrado após homenagens no Pará

Foi enterrado no final da manhã desta segunda-feira (5) o corpo do jogador Lucas Gomes, na localidade onde ele nasceu, Canindé, zona rural do município de Bragança, nordeste do Pará. Lucas é uma das vítimas do acidente que vitimou jogadores, comissão técnica, diretores e jornalistas que estavam a bordo do avião da companhia Lamia, que caiu perto de Medellín, na Colômbia, onde o time da Chapecoense disputaria a primeira partida da final da Copa Sul-Americana. O acidente deixou 71 mortos.

O corpo do atacante chegou a Belém no começo da tarde de domingo (4) e seguiu recebendo homenagens no trajeto de aproximadamente 220 quilômetros até Bragança, onde residem os pais do atleta.

Familiares, amigos e fãs de Lucas prestaram muitas homenagens ao jogador, que foi velado até o início da manhã desta segunda-feira (5) no ginásio do Senai. Ao final da manhã, o corpo de Lucas Gomes deixou o ginásio e seguiu em cortejo pelas ruas da histórica Bragança, recebendo mais homenagens por todas as esquinas.

Lucas Gomes, 26 anos, era paraense e vivia um de seus melhores momentos no futebol. Depois de defender o Bragantino, Tuna Luso e o São Raimundo, todos do Pará, o atacante ganhou o Brasil. Chegou ao Sampaio Correa, foi negociado com um grupo de investidores do Paraná, jogou no Londrina e alcançou o Fluminense. Na Chapecoense ele sonhava com o título da Copa Sul-Americana, interrompido na madrugada da última terça-feira (29), com a queda do avião.
Por G1PA
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br