São Paulo empata com Corinthians e não garante classificação

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Sergio Barzaghi/GazetaPress) – No primeiro clássico de Rogério Ceni como treinador do São Paulo no Morumbi, o Tricolor empatou com o Corinthians por 1 a 1, pela 11ª rodada do Campeonato Paulista. Em um resultado ruim para ambos, os mandantes não garantiram sua classificação às quartas de final do Estadual, enquanto o Timão não tem mais chances de ser a melhor campanha do torneio.

Os dois tentos saíram na etapa final graças a erros defensivos dos dois times. De cabeça, Maicon abriu o placar em uma falha de Cássio para deixar a meta. 14 minutos depois, Jô empatou graças à desatenção de Rodrigo Caio, que deixou o corintiano livre para testar para as redes após cruzamento de Guilherme Arana.

A partida ainda representou o 13º jogo seguido em que a defesa do Tricolor não consegue sair de campo sem ser vazada. A última vez em que o São Paulo terminou uma partida sem sofrer gols foi no dia nove de fevereiro, em triunfo por 1 a 0 sobre o Moto Clube-MA, pela Copa do Brasil. Esta foi, inclusive, a única vez em que isto ocorreu em jogos oficiais na temporada.

Com o resultado na penúltima rodada do Campeonato Paulista, o São Paulo chegou aos 18 pontos no Estadual e ainda pode ser alcançado pelo Red Bull Brasil, que soma 12 e ainda joga nesta rodada. O Linense, com 17, é outro time que briga pela classificação, mas só tem mais um jogo restante.

Do outro lado, o Corinthians foi a 21 pontos ganhos e não pode mais se classificar como melhor campanha do Paulistão. O posto, assim, fica com o rival Palmeiras, que tem cinco pontos a mais restando apenas uma rodada na competição.

Na próxima e última rodada da fase de grupos, o São Paulo visita o São Bernardo, no Estádio Primeiro de Maio, enquanto o Corinthians recebe o Linense em Itaquera. Todos os jogos nesta rodada final ocorrem quarta-feira, às 21h45 (de Brasília).

Apesar da empolgação nas arquibancadas do Morumbi com ótimo público, o clima não se transferia para o gramado e o clássico começou morno no Morumbi. O São Paulo tomava a iniciativa das ações da partida, mas não conseguia levar perigo. Só se defendendo, o Corinthians buscava o contra-ataque, mas não conseguia sair jogando com velocidade.

Jogador mais incisivo do Tricolor na primeira etapa, Luiz Araújo era quem levava mais perigo pelos mandantes, e arriscou a primeira finalização da partida, apenas aos 18 minutos. A bola, porém, não teve direção e foi parar na arquibancada.

Apesar de o São Paulo alcançar 64% de posse de bola, contra 36% do Corinthians na metade do primeiro tempo, o jogo seguia sem fortes emoções. O primeiro lance de maior perigo aconteceu apenas aos 30 minutos, e foi do Timão. Jadson ajeitou para Rodriguinho, que chutou rasteiro de fora da área para boa defesa de Renan Ribeiro.

Cinco minutos depois, o São Paulo respondeu bem e quase abriu o placar. Araruna cobrou falta na área à meia altura, Luiz Araújo nem precisou subir para cabecear e desviou, mas a bola passou tirando tinta o gol de Cássio.

Clássico ganha emoção no segundo tempo e times balançam as redes

Logo no primeiro minuto do segundo tempo, já foi possível observar que a etapa final teria bem mais emoção. De início, Maycon ajeitou para Arana dentro da área, que chutou travado, mas mandou a bola muito perto do gol.

O São Paulo respondeu logo em seguida, mas Luiz Araújo perdeu chance clara de gol. Araruna roubou a bola pela direita e puxou contra-ataque com Wellington Nem. O meia-atacante deu ótima enfiada para Luiz Araújo, que saiu na cara de Cássio, mas bateu em cima do goleiro.

Com quatro jogados, o Tricolor finalmente acertou a finalização e mandou a bola para as redes. Araruna cobrou escanteio, Cícero chegou no segundo pau e mandou de cabeça para o meio, onde Maicon só escorou para o gol. No lance, Cássio ameaçou sair da meta no primeiro cabeceio e não conseguiu reagir a tempo para evitar o tento na segunda conclusão.

O Corinthians seguia sem criar grandes oportunidades, mas conseguiu o empate aos 18 minutos. Guilherme Arana cruzou da esquerda e encontrou Jô livre na pequena área, entre Rodrigo Caio e Júnior Tavares. Sozinho, o centroavante testou firme para as redes.

O Timão voltou a balançar as redes aos 29 minutos, mas a arbitragem já havia parado a jogada. Léo Jabá cruzou da direita, Jô se escorou em Araruna, ajeitou para trás e Rodriguinho marcou, mas o árbitro anotou falta do centroavante do Timão.

O clássico pegou fogo e o São Paulo teve boa chance aos 32 minutos. Wellington Nem bateu escanteio e Cícero subiu bem de cabeça para mandar na direção do gol. Antes, porém, Pablo fez o corte e impediu o lance.

Já aos 43, o Timão teve uma última chance, mais uma vez com Jô. O centroavante recebeu na esquerda, invadiu a área acompanhado por Maicon e bateu firme, obrigando boa defesa de Renan Ribeiro.
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Chapecoense vence clássico contra Avaí e assume a liderança

Fonte: Gazeta Esportiva – A Chapecoense venceu neste domingo o Avaí por 2 a 0, na Arena Condá. Os gols de Andrei Girotto e Arthur garantiram os três pontos e a liderança do returno do Campeonato Catarinense para a equipe de Chapecó. Somando dez pontos na tabela de classificação, mesma pontuação de Joinville, a equipe assume a liderança pelo melhor saldo de gols.

A equipe da casa pressionou o adversário por todo o primeiro tempo. Avançando seus jogadores para pressionar a saída de bola, criou três boas chances antes mesmo dos cinco minutos de partida. O começo intenso rendeu frutos para a Chapecoense, que abriu o placar aos seis minutos com Andrei Girotto. O volante recuperou a bola no ataque, passou por um defensor e acertou um chute forte sem chances para o goleiro adversário. Mesmo com o gol, a Chape continuou atuando de maneira ofensiva e, após perder ótimas oportunidades, acabou ampliando o placar aos 44 minutos, quando Arthur aproveitou o vacilo da zaga e arriscou de fora da área, superando o goleiro Kozlinski.

Para a segunda etapa, o prognóstico da partida mudou pouco. O Avaí teve mais posse de bola, mas pouco conseguia criar, muito graças à atuação apagada do meia Marquinhos. Assim, o time da casa ficou bem postado atrás buscando o contra-ataque, conseguindo segurar o resultado positivo em casa.

Metropolitano e Joinville empatam sem gols

Em outro jogo deste domingo, às 10h, o atual segundo colocado Joinville visitou o Metropolitano e a partida acabou sem gols para nenhum dos lados. O empate por 0 a 0 no estádio do Sesi, em Blumenau, fez o visitante chegar aos 10 pontos neste segundo turno do torneio, enquanto o Metropolitano soma agora o seu segundo ponto na competição.
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Bahia empata com Fla de Guanambi e termina rodada em 3º no Baiano

Fonte: Gazeta Esportiva – O Bahia perdeu a vice-colocação na tabela da primeira fase do Campeonato Baiano. Visitando o Flamengo de Guanambi neste domingo, pela 10ª rodada da competição, o Esquadrão de Aço não conseguiu desequilibrar e amargou empate em 0 a 0.

Com o resultado, o Tricolor de Salvador ficou com 18 pontos, na terceira posição, dois atrás do Fluminense de Feira de Santana que, também nesta tarde, venceu o Atlântico por 1 a 0. Já o Rubro-negro, mesmo com o ponto conquistado, não conseguiu deixar a zona de rebaixamento e segue na 10ª posição, com apenas quatro.

Pela próxima rodada, o Bahia tem um clássico pela frente, contra o líder Vitória, no dia 9 de abril. No dia 2, o Fla visita o Vitória da Conquista.

O confronto deste domingo foi muito fraco tecnicamente e o torcedor que compareceu ao estádio 2 de julho teve uma experiência no mínimo tediosa. Entrando em campo com um time misto, o Bahia pouco criou, mas em contrapartida, não teve grandes problemas na defesa e saiu do gramado como entrou: com o 0 a 0 no placar. Nem a expulsão de Joadson, aos 41 minutos do segundo tempo, ajudou o Tricolor.
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Vettel aproveita estratégia da Ferrari, derrota Hamilton e abre temporada 2017 com vitória no sonolento GP da Austrália

Foto – Fornecido por Grande Prêmio – Para quem sonhava com uma F1 mais equilibrada nesta nova temporada, o resultado do GP da Austrália pode ser considerado animador. Sebastian Vettel venceu a primeira corrida do Mundial de F1 em 2017, neste domingo (26), na base da competência e também da estratégia correta da Ferrari. Lewis Hamilton liderou a prova nas primeiras 17 voltas, quando foi aos boxes para colocar pneus macios. Vettel só fez sua parada sete giros depois e partiu para a fase fina da disputa com os supermacios, voltando à frente do rival. Daí em diante, Seb realizou uma prova absolutamente segura e não foi mais superado para ser o primeiro a cruzar a linha de chegada no circuito Albert Park, que foi palco de uma corrida com poucas emoções e ultrapassagens, como já era previsto em razão da grande pressão aerodinâmica dos novos carros.
É a primeira vez desde o GP do Japão de 2012 que um piloto da Ferrari não liderava o Mundial de F1. Naquela oportunidade, Fernando Alonso, que abandonou a corrida deste domingo com a McLaren, se colocava na ponta da temporada. A última vitória de Vettel foi no GP de Singapura de 2015.

Hamilton teve de se conformar com o segundo lugar. Um segundo lugar com gosto amargo depois de ter saboreado a pole-position no último sábado. Lewis ainda teve de segurar a pressão do seu novo companheiro de equipe, Valtteri Bottas, que apresentou um desempenho sólido e faturou um pódio na sua primeira corrida pela Mercedes. Kimi Räikkönen, extremamente apagado, bem diferente do seu colega de equipe, foi o quarto, enquanto Max Verstappen completou a prova logo depois. Felipe Massa, no seu ‘retorno’ à F1, garantiu uma boa sexta posição, à frente de Sergio Pérez, da Force India.

A Toro Rosso colocou seus dois pilotos no top-10 com Carlos Sainz em oitavo e Daniil Kvyat em nono. Esteban Ocon, parceiro de Pérez na Force India, faturou seu primeiro ponto na F1 ao terminar em décimo. Destaque também para a ótima performance do também novato Antonio Giovinazzi, que fechou em 12º com a Sauber.Saiba como foi o GP da Austrália de F1

Cerca de 20 minutos antes da largada, Daniel Ricciardo viveu um drama em Melbourne. Na volta de saída dos boxes rumo ao grid de largada, o carro do australiano apresentou uma pane e ficou parado, colocando em xeque sua participação na prova, para tristeza dos fãs que lotavam as arquibancadas no circuito Albert Park. O RB13 #3 de Daniel foi levado para os boxes para que a Red Bull conseguisse fazer os reparos necessários para colocar seu piloto de volta à pista. Com muito esforço, Ricciardo fez a alegria dos fãs, saiu dos boxes e foi para a corrida, ainda que uma volta depois da largada.

A corrida foi emblemática por vários sentidos. Primeiro, por ser a primeira em quase 40 anos de F1 sem Bernie Ecclestone como chefe supremo. Foi o debute do Liberty Media, o novo dono da categoria. E a prova também marcou o início de uma nova era com o novo regulamento técnico, que proporcionou aos pilotos carros muito mais rápidos e desafiadores, mas também trouxe corridas com menos possibilidade de ultrapassagens.

A direção de prova abortou a primeira largada, fazendo com que os pilotos completassem outra volta de apresentação, reduzindo para 57 giros a duração da corrida. Em seguida, a prova começou pra valer. Hamilton fez uma largada segura e sustentou a liderança, sendo seguido por Vettel. Bottas manteve o terceiro posto, com Räikkönen um pouco mais atrás. Max Verstappen passou em quinto, enquanto Massa ganhava a posição de Romain Grosjean, que foi superado também pela Toro Rosso de Carlos Sainz. Lá atrás, Kevin Magnussen começava mal sua jornada pela Haas e acertava a Sauber de Marcus Ericsson.

© Fornecido por Grande Prêmio No começo, Vettel não deixou Hamilton escapar, mostrando que a Ferrari tinha um ritmo de corrida muito bom. O tetracampeão já abria uma pequena vantagem perante Bottas, enquanto Räikkönen estava mais atrás, em quarto. No fim do pelotão, Ricciardo buscava ganhar quilometragem e ultrapassava o aniversariante do dia, Stoffel Vandoorne, com facilidade. O jovem belga reclamava da falta de potência do motor Honda que empurra o carro da McLaren.

Aos poucos, Hamilton começava a abrir uma pequena vantagem diante de Vettel, que dava o máximo para ficar perto e anotava 1min28s234 como melhor volta no início da prova. Vandoorne, por sua vez, entrava nos boxes para fazer uma parada não programada. Problemas e mais problemas para a McLaren, que tinha Alonso com a vida mais tranquila, seguindo em 11º lugar. Outro carro com problemas e vinha bem lento era o Renault R.S.17 de Jolyon Palmer.

Hamilton respondeu na volta seguinte e voltou a abrir vantagem perante Vettel, mas reportava um pouco de superaquecimento dos pneus ultramacios. A diferença entre os dois primeiros e Bottas, terceiro colocado, e Räikkönen, quarto, já era enorme. A única birga por posição era no fim do pelotão e valia pelo 17º entre os novatos Antonio Giovinazzi e Lance Stroll. Por outro lado, Romain Grosjean encerrava uma corrida que tinha tudo para ser promissora e entrava nos boxes com problemas no motor Ferrari quando era o sétimo. Alonso, então, subia para a zona de pontuação.

© Fornecido por Grande Prêmio Na volta 17, Hamilton entrou nos boxes para fazer seu pit-stop para a Mercedes trocar os ultramacios pelos macios. Vettel assumia a liderança da prova e tinha a missão de acelerar ao máximo para tentar voltar à frente de Lewis depois de fazer sua parada. O piloto da Mercedes, que vinha em quinto, atrás de Verstappen, reclamava que seu carro saía muito de frente com os pneus macios. Massa, que era o sexto, também fazia seu pit-stop, voltando à pista com pneus supermacios.

O grande problema de Hamilton foi ter ficado atrás de Verstappen. O tricampeão não conseguia ultrapassar o piloto da Red Bull, e isso fazia a vantagem de Vettel na liderança só aumentar. O alemão entrou nos boxes na volta 24, e a Ferrari calçou pneus macios. A estratégia da equipe italiana deu muito certo. Seb voltou à frente de Verstappen e também de Hamilton, para desespero de Toto Wolff. Era a grande virada no momento em que a corrida alcançava sua primeira metade.

© Fornecido por Grande Prêmio Com a parada de Bottas, que fez seu pit-stop na volta 26, Räikkönen assumia a liderança provisória. Até que, com a troca de pneus do carro do ‘Homem de Gelo’, Vettel retomava de vez o comando da corrida e partia com grandes chances de seguir rumo à vitória na Austrália. Hamilton estava em segundo depois que Verstappen também foi aos boxes. Lewis tinha de remar muito para tentar buscar a vitória.

Com 30 voltas completadas, Ricciardo enfrentava novo problema em seu carro, parado na curva 3, e teve de abandonar a corrida. uma corrida que não teve maiores emoções e pouquíssimas brigas diretas na pista. Vettel, que dava uma volta no bicampeão Alonso, continuava na frente e fazia uma prova muito segura, enquanto Hamilton continuava a lutar para tentar se aproximar do alemão. Lewis, aliás, tinha de se preocupar com a aproximação de Bottas, terceiro. Massa seguia em sexto e em busca de pontos para a Williams.

A expectativa era saber se Vettel conseguiria fazer todo o restante da corrida sem ter de fazer outro pit-stop. O alemão continuava a aumentar a sua vantagem perante os carros da Mercedes e parecia caminhar firme rumo à vitória na Austrália. Lewis lutava com os pneus macios bem mais desgastados em relação ao seu companheiro de equipe. Räikkönen, discretíssimo, era apenas o quarto e sequer se colocava em condições de lutar pelo pódio contra Hamilton e Bottas, sendo pressionado por Verstappen. E Stroll passeava pela área de escape antes de abandonar sua primeira corrida na F1.

Restando três voltas para o fim, Alonso abandonava a prova. Vettel, pelo contrário, não tinha problemas e partia para uma vitória consagradora na Austrália. Hamilton teve de se contentar apenas com a segunda posição, enquanto Bottas completou o pódio na Austrália. Festa da Ferrari e de Vettel no circuito Albert Park.

Por Grande Prêmio FERNANDO SILVA

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Santo André 0 x 1 Santos: Copete marca e Peixe fica muito perto da classificação

Com gol de Copete, o Santos venceu o Santo André neste sábado (25), no estádio Bruno José Daniel, e ficou muito próximo de garantir a sua classificação para as quartas de final do Campeonato Paulista. Com 19 pontos e na liderança do Grupo D, o Peixe pode ter sua vaga selada ainda hoje caso o Mirassol não vença o Novorizontino, que será o último adversário do Alvinegro praiano na fase de grupos.

Apesar do resultado positivo, o Peixe voltou a mostrar dificuldades. Na primeira etapa, as duas equipes pouco conseguiram criar e foram para o intervalo empatando em 0 a 0. Com Vladimir Hernández no lugar de Bueno e depois Copete na vaga de Bruno Henrique, o Santos melhorou e chegou ao tento do triunfo com o atacante marcando de cabeça após cruzamento de Lucas Lima aos 30 minutos do segundo tempo.

Com a derrota, o Santo André segue com 11 pontos. Na última rodada, contra o Audax, o Ramalhão terá confronto direto contra a degola.
POr OGoal
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Palmeiras fica na frente duas vezes, mas bobeia e cede empate ao Audax

Fonte: Gazeta Esportiva (Foto: Sergio Barzaghi/GazetaPress) – O Palmeiras sofreu com bobeiras defensivas e não conseguiu se confirmar como melhor time do Campeonato Paulista. Na tarde deste sábado, no Estádio Palestra Itália, o Verdão esteve duas vezes à frente no placar, mas cedeu o empate para o Audax, em partida pela 11ª rodada do Estadual. Assim, o Alviverde foi a 25 pontos, e ainda pode ser ultrapassado pelo Corinthians como melhor campanha na classificação geral do torneio.

O primeiro tempo de fato não fez jus ao futebol que credenciou o Palmeiras a liderar o Paulistão. Sofrendo para encaixar a marcação, o Verdão teve dificuldades para barrar o bom toque de bola do Audax, que só não abriu o placar pela falta de pontaria. Ao final da etapa inicial, porém, Róger Guedes mostrou oportunismo após chute forte de Michel Bastos e colocou os mandantes à frente.

Já na etapa final, o Verdão voltou mais ligado e equilibrou as ações na partida. Mesmo assim, sofreu o empate em uma desatenção defensiva, que culminou no gol de Betinho. As entradas de Willian e Erik, no entanto, surtiram efeito e, em uma tabela da dupla, Bigode colocou o Palmeiras na frente mais uma vez. Por fim, Léo Artur puxou contra-ataque e anotou um golaço, de cobertura em Jailson, para igualar de vez o marcador.

Apesar do resultado amargo, o Palmeiras ainda pode estabelecer o posto de melhor campanha nesta rodada, dependendo apenas de o Corinthians não vencer o clássico contra o São Paulo, neste domingo, no Morumbi. O time alvinegro soma 20 pontos e é o único que ainda pode alcançar o Palestra.

Do outra lado, o empate pode não ter sido o suficiente para salvar o time de Osasco do descenso. Com apenas nove pontos, o time de Osaco pode ser rebaixado mesmo em caso de vitória na última rodada, caso Santo André, São Bento e São Bernardo também vençam.

Na próxima rodada, o Palmeiras visita a Ponte Preta, quarta-feira (29), às 21h45 (de Brasília), no Estádio Moisés Lucarelli. Já o Audax joga a vida no mesmo dia e horário, contra o Santo André, no Estádio Prefeito José Liberatti.

A partida começou com o Audax sem se intimidar por estar jogando no Palestra Itália e indo para cima do Verdão. Antes de cinco minutos, a equipe visitante mostrou boa triangulação e arriscou três finalizações de fora da área, mas que não tiveram a direção da meta de Jailson.

Passado o ímpeto inicial, o Palmeiras adiantou a marcação para tentar pressionar a saída de bola do Audax, mas sofria com a falta de coordenação. A linha de quatro meio-campistas, com Keno, Tchê Tchê, Michel Bastos e Róger Guedes, avançava junto com Alecsandro para apertar os zagueiros visitantes, mas deixava um buraco entre os defensores alviverdes, por onde o time de Osasco criava suas jogadas.

Apesar de estar melhor no jogo e tocando bem a bola no meio-campo, o Audax teve suas primeiras grandes chances de marcar apenas aos 28 minutos. Rafinha dominou na esquerda e cruzou na área. A bola passou por três jogadores visitantes em condição legal, mas nenhum deles conseguiu empurrar para as redes.

Logo em seguida, Rafinha recebeu em profundidade, ganhou de Antônio Carlos na velocidade, invadiu a área e ficou de frente para Jaílson. O goleiro demorou a sair da meta, mas na conclusão, o camisa sete tocou com a parte externa do pé e mandou para fora.

O Palmeiras só conseguiu equilibrar o jogo no terço final da primeira etapa, graças a dois erros do goleiro Felipe Alves. Com 32 jogados, o arqueiro tentou sair jogando, errou o passe e mandou a bola nos pés de Michel Bastos, que tentou o chute de cobertura, mas a bola acabou batendo no travessão e impedindo o golaço.

O placar já parecia definido na primeira etapa, quando Róger Guedes mostrou oportunismo para abrir o marcador, aos 46 minutos da primeira. Michel Bastos recebeu na entrada da área pela direita, veio conduzindo para o meio e soltou a bomba. Felipe Alves rebateu nos pés de Róger, que mandou para o fundo da rede.

Palmeiras bobeia duas vezes no segundo tempo e cede empate

O segundo tempo começou exatamente como o primeiro, com o Audax pressionado pelo seu primeiro gol, que só não saía pelas finalizações erradas. Aos sete minutos, Rafinha se livrou da marcação de Fabiano, avançou pelo meio e, da entrada da área, de frente para Jailson, chutou para fora.

O Palmeiras respondeu quatro minutos depois, quando parou em defesas espetaculares de Felipe Alves. Michel Bastos cruzou na área e Alecsandro cabeceou, mas o goleiro pegou no reflexo. No rebote, Vitor Hugo mandou para o gol, mas também parou no camisa 1.

Depois de tantas chances perdidas, o Audax chegou ao empate aos 21 minutos. Em boa trama no ataque, a bola partiu da esquerda e chegou para Betinho no lado oposto, que, livre na área, concluiu para as redes.

A alegria visitante, porém, durou pouco. Dois minutos depois, Willian, que entrou pouco antes do empate, assustou com um chute muito forte, de fora da área, que explodiu no travessão. Aos 27, o atacante teve outra chance e desta vez não desperdiçou. Em tabela com Erik, Bigode recebeu na área e bateu duas vezes para vencer Felipe Alves.

O jogo ficou aberto e, na oportunidade seguinte, o Audax conseguiu o empate mais uma vez. Com 35 jogados, os visitantes armaram belo contra-ataque, Léo Arthur ganhou na velocidade de Zé Roberto e, mesmo marcado, deu lindo toque de cobertura em Jailson para anotar um golaço no Estádio Palestra Itália e definir o marcador.
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Seleção Brasileira goleia Uruguai e fica bem perto da copa do mundo

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Mowa Press) – Nem mesmo a segunda melhor seleção das Eliminatórias da Copa do Mundo, que só havia conquistado vitórias em casa, foi capaz de frear o Brasil de Tite. Jogando no histórico Estádio Centenário, na noite desta quinta-feira, a equipe nacional conquistou uma contundente virada sobre o Uruguai, por 4 a 1, e chegou ao seu sétimo triunfo consecutivo no torneio.

O resultado deixou a vaga no Mundial da Rússia bastante encaminhada – pela projeção de Tite, a classificação já está assegurada, ainda que não matematicamente. A Seleção Brasileira passou a somar 30 pontos ganhos, na liderança disparada das Eliminatórias, contra 23 do segundo colocado Uruguai.

Para triunfar novamente, o Brasil precisou provar ter poder de reação em Montevidéu. Marcelo falhou logo no começo da partida, forçando o pênalti do goleiro Alisson sobre Cavani na sequência do lance. O próprio centroavante converteu a cobrança. Paulinho, contudo, liderou a virada visitante com três gols. Neymar também contribuiu com a goleada com uma bela conclusão por cobertura.

O embalado Brasil terá o Paraguai pela frente já na terça-feira, em Itaquera, estádio do Corinthians. No mesmo dia, o Uruguai buscará a sua reabilitação diante do Peru, em Lima.

O jogo – Preocupado em não deixar o Uruguai confortável para atacar já nos primeiros minutos, o Brasil procurou manter a bola nos pés, trocando passes em seu campo defensivo. Neymar foi além. Aos três, o atacante do Barcelona arrancou de antes do meio-campo e acionou Philippe Coutinho, que cruzou da direita. Coates furou, mas Roberto Firmino também.

Pouco depois, Cavani mostrou o oportunismo que o centroavante brasileiro não teve. Marcelo foi displicente ao fazer um recuo curto, com o peito, para Alisson, e o astro uruguaio correu para ficar com a bola. Só não fez o gol porque foi derrubado pelo goleiro. Pênalti. Ele mesmo cobrou, aos nove minutos, e colocou os donos da casa em vantagem no marcador.

O gol já no princípio de partida criou o ambiente que Tite temia. Com a sua torcida inflamada nas arquibancadas do Centenário, o Uruguai ganhou tranquilidade para jogar no contra-ataque, como gosta de fazer. Do outro lado, a Seleção Brasileira viu os espaços para as suas investidas diminuírem sensivelmente.

Paulinho, então, resolveu encurtar o caminho para o gol. Aos 18 minutos, o volante do chinês Guangzhou Evergrande recebeu a bola de Neymar, carregou pelo meio e soltou o pé de fora da área, acertando o ângulo, quase sem chances de defesa para o goleiro vascaíno Martín Silva.

Com a igualdade, o Brasil voltou a se sentir à vontade para impor o estilo de jogo que havia proposto no princípio da partida, com muita movimentação de Neymar. No ataque, quem destoava era Renato Augusto, pouco participativo. E, na defesa, o Uruguai proporcionou mais um susto antes do intervalo. Aos 36, Vecino cabeceou perigosamente para fora após falta batida por Sánchez.

No segundo tempo, com o jogo mais brigado, o Brasil conseguiu se sobressair outra vez. Aos sete minutos, Firmino se redimiu da furada do início do jogo ao girar bem na entrada da área antes de finalizar. Martín Silva deu rebote, e Paulinho foi rápido para aproveitar e anotar o seu segundo gol no Centenário.

Atrás no placar, o Uruguai teve que se lançar ao ataque, acuando o time de Tite. O técnico Óscar Tabárez tentou colaborar com a pressão dos seus comandados com a troca de Rolán, jogador que escolheu para substituir o suspenso Luis Suárez, por Stuani.

Não adiantou. Aos 29 minutos, Neymar fez a diferença na hora em que a Seleção Brasileira tentava conter o ímpeto do Uruguai. Miranda deu um bico para a frente, e o atacante do Barcelona deixou Coates para trás na velocidade, invadiu a área e concluiu com muita categoria, por cobertura, na saída de Martín Silva.

Já calmo à beira do campo, sem a necessidade de berrar tanto, Tite mudou a Seleção Brasileira, que deixou de ser ameaçada pelo Uruguai. Fernandinho, Willian e Diego Souza ocuparam as vagas de Renato Augusto, Philippe Coutinho e Roberto Firmino no restante do segundo tempo. Àquela altura, o Estádio Monumental estava silenciado.

E houve tempo para transformar a vitória sobre os uruguaios em goleada. Outra vez com Paulinho, já aos 47 minutos do segundo tempo, estufando o peito para empurrar a bola para dentro depois de um cruzamento de Daniel Alves.

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Messi marca, Argentina bate o Chile e sobe na tabela das Eliminatórias

Fonte: Gazeta Esportiva – Nesta quinta-feira, a Argentina entrou no grupo de classificados diretamente para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia. Jogando no Monumental de Nuñez, estádio do River Plate, os hermanos bateram o Chile pelo placar mínimo com um gol de Lionel Messi.

O primeiro tempo foi de muita movimentação, mas pouca criatividade da Argentina. Com Messi atuando recuado, quase como camisa 10, os hermanos sofriam para criar oportunidades, mas conseguiram abrir o placar com um pênalti. Fuenzalida empurrou Di María na área e o árbitro brasileiro Sandro Meira Ricci anotou a infração. Na cobrança, Messi deslocou o goleiro e fez 1 a 0.

À frente no placar, a Argentina recuou e começou a apostar nos contra-ataques. O Chile, jogando fora de casa, tentou pressionar, mas não conseguiu assustar o goleiro Sergio Romero antes do final da primeira etapa.

No segundo tempo, a Roja começou a apertar em busca do empate e, só não igualou o placar, por conta do travessão. Sánchez cobrou falta por cima da barreira e carimbou o poste. Na sequência, Beausejour cruzou rasteiro, Castillo desviou fraco, e Romero por pouco não engoliu um frangaço.

O Chile ainda teve um pênalti não marcado aos 29 minutos. Sánchez fez uma jogadaça individual após deixada de Castillo e acabou derrubado por Otamendi na risca da grande área. Apesar dos protestos dos chilenos, Ricci marcou a infração fora.

Com o resultado, a Argentina subiu para os 22 pontos, ganhando duas posições na tabela de classificação e alcançando o terceiro lugar. O Chile, ao contrário, perdeu duas colocações, caiu para sexto e está fora da zona de classificação para a Copa do Mundo.

Na próxima rodada, a 14ª das Eliminatórias, a Argentina visita a Bolívia, terça-feira (28), enquanto o Chile recebe a Venezuela. Nove dias depois, na quinta-feira (31), os hermanos visitam o Uruguai, e o Chile recebe o Paraguai.

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Corinthians vacila no final e cede empate pelo paulistão

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/arquivo) – O Corinthians teve tudo em suas mãos para conquistar uma vitória sobre o Red Bull na tarde desta quinta-feira, no estádio de Itaquera, consagrando uma grande atuação dos garotos Maycon, autor de belo gol de falta, e Pedrinho, melhor em campo, mas um vacilo no final pôs tudo a perder. Mesmo com um a menos, o time de Campinas aproveitou falha de Léo Príncipe e viu Guilherme Lazaroni empatar o embate.

Com o resultado, o Timão, já classificado e já com o primeiro lugar do Grupo A garantido, vê muito longe a possibilidade de ficar com a melhor campanha na primeira fase da competição, agora quatro pontos atrás do Palmeiras, com apenas dois jogos a serem feitos. O Touro, por sua vez, chegou a 12 pontos no total e ainda tem boas chances de se classificar no Grupo B, apenas dois atrás do Linense, segundo colocado.

Na próxima rodada, os comandados de Fábio Carille terão o clássico contra o São Paulo, o último desta primeira fase de Campeonato Paulista. O duelo será disputado às 16h (de Brasília) do domingo, no Morumbi. Enquanto isso, os “toros lokos” recebem o Botafogo-SP, no mesmo horário, mas no Moisés Lucarelli.

Pedrinho brilha, mas Jô perde

O primeiro tempo mostrou um Corinthians disposto a dar o maior número de chances ao garoto Pedrinho dentro de campo, sempre acionando a habilidade do garoto tanto pela direita quanto pela esquerda. Logo em seu primeiro lance mais agudo, aos sete minutos, ele entortou o lateral esquerdo Thalysson dentro da área, deixou o rival no chão e tentou o cruzamento com o pé direito, mas a zaga afastou.

Pouco depois, Maycon, outro que mostrou boa movimentação, deu lindo passe de calcanhar e deixou Jabá em ótima condição dentro da área. O jogador chegou a sofrer o pênalti de Lucas Taylor, mas o bandeira assinalou um impedimento inexistente. Na resposta, o Red Bull mostrou seu poderio com o volante Nando Carandina. Ele aproveitou rebote da zaga e chutou forte, acertando as duas traves de Cássio.

Antes do intervalo, o Timão ainda viu outro lampejo de Pedrinho dar quase o gol da equipe, quando, aos 35 minutos, o garoto se deslocou até a faixa central, na intermediária, e arranjou belo lançamento para Jô, entre os zagueiros. O centroavante saiu em ótima condição e esperou até o último momento para chutar, ajudando o goleiro Saulo, que abafou. A bola sobrou para Rodriguinho, que chutou de primeira, exigindo outra boa intervenção de Saulo. No rebote, Léo Jabá marcou, mas estava em claro impedimento.

Saulo se atrapalha, mas Corinthians entrega empate no fim

O segundo tempo continuou com o Red Bull bem postado à frente da sua zaga, dando poucas chances para o Timão sair na frente. Para piorar o cenário, até os 25 minutos de bola rolando, a única grande chance havia sido dos interioranos. Após bom lance pela esquerda, Luan chegou à lateral da área e cruzou rasteiro na segunda trave. Livre, Bruno Alves chutou rasteiro e carimbou a trave esquerda de Cássio.

Em lance que parecia despretensioso,no entanto, o goleiro Saulo, até então um dos melhores em campo, resolveu por tudo a perder. Após lançamento de Maycon, Pedrinho estava bem marcado por Lucas Taylor e não chegaria na bola. Ainda assim, o arqueiro resolveu sair da área para fazer o corte e acabou encoberto pelo quique da bola. No desespero, mesmo sem nenhum corintiano por perto, pôs a mão na bola.

Como havia levado amarelo por cera minutos antes, o jogador foi advertido pela segunda vez e, consequentemente, acabou expulso de campo, promovendo a estreia do reserva Daniel na temporada. O arqueiro ainda viu sua situação ficar a pior possível quando Maycon acertou linda cobrança de falta no ângulo, sem chances de defesa, acabando com um jejum de mais de 20 meses do clube sem gols de falta.

O cenário parecia tranquilo para a consagração de Pedrinho e Maycon, mas o Timão recuou e, após levar uma bola no travessão de Luan, viu Carille colocar dois volantes em campo, além do meia Guilherme. Sem conseguir ficar com a bola no ataque, a equipe acabou levando um castigo já nos acréscimos. Em outra enfiada de bola de Luan, Guilherme Lazaroni ganhou de Léo Príncipe e chutou forte na saída de Cássio para marcar.

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Flamengo vence Bangu e garante vaga nas semifinais do Carioca

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gilvan de Souza) – O Flamengo já está garantido nas semifinais do Campeonato Carioca. Em partida disputada na noite desta quarta-feira, no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, a equipe rubro-negra derrotou o Bangu por 3 a 0 e assegurou a vaga. O time da Gávea também garantiu a vantagem de jogar pelo empate na semifinal, por ser o time de melhor campanha no Estadual, sem condições de ser alcançado por outro competidor.

Na Taça Rio, o Flamengo soma nove pontos ganhos e lidera o Grupo B. O Bangu ocupa a última colocação do Grupo C, com apenas um ponto somado. Os gols foram marcados por Renê, Leandro Damião e Matheus Sávio, todos no segundo tempo.

O Flamengo teve um domínio absoluto durante os 90 minutos e só não aplicou um placar mais elevado por causa das chances desperdiçadas por seus atacantes. Além disso, o goleiro Márcio, do Bangu, fez grandes defesas. Na próxima rodada, o Flamengo vai enfrentar o Vasco na Arena Brasília. Por sua vez, o Bangu vai receber o Botafogo, em Moça Bonita.

O jogo – Como era de se esperar, o Flamengo partiu para o ataque desde o apito inicial. Mesmo desfalcado de alguns titulares, o time dirigido por Zé Ricardo tentou imprimir velocidade e não deixar o Bangu sair da sua defesa. Aos quatro minutos, Mancuello investiu pela direita e cruzou para Felipe Vizeu, mas o atacante não alcançou a bola.

Logo depois, o meia argentino apareceu bem na área, com uma bomba que obrigou o goleiro Márcio a um grande esforço para espalmar para escanteio. Aos dez minutos, o goleiro banguense voltou a aparecer bem, desviando para escanteio um chute forte de Márcio Araújo. Um minuto depois foi a vez de Felipe Vizeu cabecear com perigo.

O Bangu não conseguia sair da defesa, e Loco Abreu era mais visto na sua área para ajudar no jogo aéreo do que no ataque do time, uma vez que a bola quase nunca aparecia na frente.

Aos 12 minutos, Lucas Paquetá achou Mancuello na área. O argentino bateu colocado e fora do alcance do goleiro, mas Daniel apareceu para salvar e evitar o gol rubro-negro. O time dirigido por Zé Ricardo continuava dominando e, aos 21 minutos, teve mais uma chance em cobrança de falta na entrada da área. Rafael Vaz bateu e a bola passou longe do gol, provocando vaias da torcida ao zagueiro.

Jogando mais adiantado, Mancuello dava muito trabalho aos zagueiros e participava de quase todas as jogadas ofensivas criadas pelo Flamengo. E o time da Gávea voltou a criar nova chance aos 32 minutos, quando Everton lançou Felipe Vizeu, mas o atacante foi prensado na hora de concluir. Um minuto depois, o goleiro do Bangu voltou a salvar sua equipe ao fazer grande defesa em chute colocado de Willian Arão. Aos 38 minutos, foi a vez de Rever. O zagueiro subiu com estilo e cabeceou com grande perigo.

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