Grêmio goleia time paraguaio e se isola na liderança do grupo na Libertadores

Diante de um público aquém de um jogo de Libertadores (pouco mais de 21.000 presentes), o Grêmio venceu , na noite desta quinta-feira, o Guraní-PAR, por 4 a 1, na Arena, e se isolou na ponta do grupo 8 da competição, com dez pontos em quatro rodadas. Em grande noite, Lucas Barrios fez três gols. Léo Moura, contra, e Geromel, deram números finais ao jogo.

O segundo lugar do grupo é justamente o próprio Guaraní, que permanece com sete. Em terceiro vem o Deportes Iquique. Com seis pontos, os chilenos são o próximo adversário do Tricolor, na próxima quarta, em Iquique. Assim, se o Grêmio empatar na próxima rodada já se classifica às oitavas de final.  O Zamora é o lanterna e não pontuou.

Contrariando as expectativas, os visitantes começaram levemente melhor, mas foi o Grêmio quem abriu o placar. Logo aos sete, Luan cruzou e Barrios, entre dois zagueiros, apenas empurrou para o gol. Ele, por sinal, que nem começaria. Isso porque Edílson se machucou no início da semana, abrindo vaga para Léo Moura ser recuado para a direita. Luan foi para o meio e o argentino naturalizado paraguaio ganhou espaço.

Votando à partida, ela estava ficando monótona quando Barrios novamente marcou. Aos 27, Marcelo Oliveira tocou para o camisa 18 limpar a marcação e ampliar.  O que se desenhava uma vitória fácil virou susto logo na sequência, quando Léo Moura tenta desviar cruzamento de Rolón, mas faz contra, de peito.

O lateral-direito viria a se redimir aos 48, quando cobrou escanteio na cabeça de Geromel, para fazer o terceiro. Um pouco antes disso, porém, o Tricolor desperdiçou pênalti. Barrios deu bom passe para Arthur, que entrou após  Bolaños deixar o campo lesionado. Bartomeus foi infantil e derrubou o jovem gremista. Penalidade clara, mas desperdiçada por Luan, que bateu fraco no canto direito do goleiro e facilitou a defesa de Aguilar. Ainda houve tempo para Camacho, que socou Arthu, receber vermelho.

Apesar do alto número de gols, faltou emoção à partida. Na maior parte dos 90 minutos, muitos chutões, muita desatenção, erros infantis de ambos os lados e bola presa no meio-campo.

Os tentos e o pênalti perdido foram ‘pontos fora da curva’ no primeiro tempo. E no segundo também. Ainda mais morno, o Grêmio só administrou e deu números finais à partida com Barrios. Ele recebeu um excelente passe de Lincoln e livre na entrada da área ampliou.

Fonte: Só Notícias.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Chapecoense é goleada pelo Nacional do Uruguai na Libertadores

A noite dessa quinta-feira nunca trará boas lembranças a Chapecoense. No estádio Parque Central, os catarinenses caíram diante do Nacional por 3 a 0 e ainda tiveram dois jogadores expulsos. Sorte do Verdão do Oeste que o Zulia conseguiu segurar um empate por 1 a 1 com o Lanús em casa e manteve a equipe brasileira viva na disputa por uma vaga nas oitavas de final da Copa do libertadores da América depois quatro rodadas pelo Grupo 7.

Agora, argentinos e uruguaios dividem a liderança com sete pontos cada um, com vantagem para o Lanús, que tem um saldo de gols melhor. Chape e Zulia estão logo atrás, também empatadas, com quatro pontos, mas, também por causa do critério de desempate, a Chape segue à frente.

Com isso, a próxima rodada se torna tudo ou nada para a Chapecoense, que fará uma verdadeira final diante o Lanús, fora de casa, dia 17, às 21h45. Na véspera, o Zulia receberá o Nacional às 19h30. Na última rodada, os brasileiros terão compromisso com o Zulia, na Arena Condá.

A Chapecoense encontrou muita dificuldade para colocar seu jogo em prática desde os primeiros minutos. O Nacional conseguiu encurralar os brasileiros no campo de defesa e a bola rondou a área do Verdão do Oeste até a bola entrar. E não demorou. Aos 16 minutos, Silveira arriscou a finalização, Grolli desviou e a bola ficou limpa para Kevin Ramírez só empurrar para o gol vazio.

Nem por isso a pressão dos uruguaios diminuiu. Arthur teve de trabalhar pelo menos duas vezes para evitar que as coisas piorassem ainda mais. Só aos 41 minutos a Chape conseguiu levar perigo real ao gol do adversário com um chute de Rossi, que sequer acertou o alvo.

Veio o segundo tempo e nada mudou. Bastaram quatro minutos para o Nacional chegar ao segundo gol e deixar claro que ficaria com os três pontos nessa quinta. Romero alçou na área e Aguirre resvalou de costas. O goleiro Arthur saiu no tempo errado e acabou vencido.

Para piorar, na sequência, o zagueiro Luiz Otávio deixou a sola da chuteira no adversário e foi expulso diretamente. Com um a menos, apesar das substituições de Vagner Mancini, o Nacional ainda marcou o terceiro gol, o mais bonito da partida. Silveira serviu Viúdez, que havia acabado de entrar, e o atacante conseguiu limpar a marcação para acertar um lindo chute no ângulo.

Com os 3 a 0 no placar, o time da Chapecoense perdeu a cabeça e ainda teve Rossi expulso por ter provocado o adversário em um lance obsceno. Após isso, restou esperar o tempo passar e evitar uma goleada histórica.

Fonte: Só Notícias.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Fluminense empata com o Brasil de Pelotas e avança na Primeira Liga

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria/arquivo) – O Fluminense garantiu a classificação para a próxima fase da Primeira Liga ao empatar por 1 a 1 com o Brasil de Pelotas, em partida disputada na noite desta quarta-feira, no estádio Los Larios, em Duque de Caxias. O Tricolor terminou empatado na classificação com a equipe gaúcha, mas acabou beneficiado pelos critérios de desempate por ter menos cartões vermelhos do que o adversário.

Mesmo representado por uma equipe reserva, o Tricolor das Laranjeiras foi superior durante a maior parte do jogo, mas desperdiçou muitas oportunidades e acabou se contentando com o empate. O Brasil foi muito lutador, mas não mostrou talento para sair com a vitória.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Furacão bate o Flamengo na Arena e assume liderança do Grupo 4 na Libertadores

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gilvan de Souza/arquivo) – O Atlético Paranaense fez valer seu força na Arena da Baixada e, com uma vitória suada, mas fundamental para seus planos, diante do Flamengo, por 2 a 1, e assumiu a liderança do Grupo 4 da Libertadores da América. Faltando duas rodadas para o fim, o Furacão chegou aos sete pontos, na ponta da classificação. Logo atrás vem o time carioca, com seis pontos ganhos.

O time da casa conseguiu abrir o placar aos 35 minutos da primeira etapa, em momento de equilíbrio da partida. Thiago Heleno aproveitou levantamento para cabecear por cima de Muralha e balançar a rede. Na segunda etapa, aos 43 minutos, Felipe Gedoz aproveitou contra-ataque para fazer o segundo. Um minuto depois, Willian Arão descontou.

O Atlético Paranaense volta a campo no dia 3 de maio, quarta-feira, diante do San Lorenzo, na Arena da Baixada. No mesmo dia o Flamengo encara a Universidad Catolica, no Maracanã, no Rio de Janeiro.

O jogo – A atmosfera, como gosta de falar o técnico Paulo Autuori, era a melhor possível para o Furacão, com a torcida lotando a Arena, com direito a festa na recepção e mosaico. Com a bola rolando, o time da casa começou tocando a bola e tentando pressionar, no embalo das arquibancadas. A defesa carioca suportava bem, mas tinha dificuldade para sair jogando.

O primeiro grande momento surgiu aos sete minutos, depois de chute de Otávio que sobrou nos pés de Nikão. O atacante invadiu a área, disparou uma bomba e carimbou a trave direita de Muralha. O Flamengo respondeu aos 11 minutos, com William Arão cruzado e Guerrero batendo travado com a zaga, ganhando o escanteio. Após a cobrança, Rômulo ganhou da defesa e testou pela linha de fundo.

O time carioca subiu de produção após o sufoco e, aos 13 minutos, Guerrero partiu em velocidade, com liberdade, abriu o espaço e finalizou no cantinho, pela linha de fundo. A animação do torcedor aos poucos dava lugar à tensão. Aos 21 minutos, Trauco chutou colocado e Weverton defendeu sem maior dificuldade. A disputa era equilibrada, com poucas chances reais.

Guerrero partiu para a jogada individual, aos 31 minutos, entrando na grande área e chutando em cima de Thiago Heleno. Mas, aos 35 minutos, após cobrança de falta, Thiago Heleno desviou de cabeça, a bola encobriu Muralha e foi para o fundo da rede. Gabriel avançou com a bola, aos 42 minutos, mas no momento do passe, entregou ao adversário.

Para a etapa final, as equipes retornaram sem modificações. Aos dois minutos, Guerrero serviu Pará, que chutou cruzado para defesa de Weverton. Na sequência, Truco arrematou e Guerrero, impedido, empurrou para o gol. O árbitro anulou o lance. Com cinco minutos, Lucho pediu para sair e Felipe Gedoz foi para o jogo pelo Atlético. Willian Arão, aos oito minutos, dominou, escolheu um canto, mas chutou no meio do gol, nas mãos de Weverton.

Eduardo da Silva conseguiu sua primeira finalização aos 11 minutos, colocado, obrigando Muralha a fazer uma boa intervenção. O Flamengo buscava mais o campo de ataque, mas o Atlético estava bem fechado, esperando pelos contra-ataques, mas com dificuldade para sair. Zé Ricardo apostou nas entradas de Leandro Damião e Matheus Sávio. A dupla criou a primeira oportunidade aos 27 minutos, mas a bola cruzou a área.

Pressão carioca, aos 29 minutos, primeiro com Damião cravando a bola no travessão e, no rebote, Guerrero testando para defesa de Weverton. Aos 32 minutos, Guerrero abriu espaço e soltou o pé para mais uma defesa do goleiro atleticano. Damião entrou bem, mas perdeu mais um de cabeça, aos 37 minutos, sem goleiro. A defesa do Furacão só assistia e torcia. O alívio veio aos 43 minutos, com Gedoz recebendo na área e, livre, batendo forte para a rede. Ainda deu tempo para um susto. Aos 44 minutos, depois de confusão na área, Willian Arão completou para o gol para descontar. Porém, desta vez a reação parou aí..

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Com dez, Botafogo vira sobre o Sport e sai em vantagem na Copa do Brasil

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria/arquivo) – Com dois gols do atacante Guilherme, já na segunda etapa, o Botafogo derrotou o Sport por 2 a 1, de virada, em partida disputada na noite desta quarta-feira, no estádio Nilton Santos, pela partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

O resultado fez justiça ao Botafogo, que atuou com dez jogadores desde o final do primeiro tempo. O Sport saiu na frente com um gol de Samuel Xavier, mas não soube aproveitar a vantagem numérica e ainda desperdiçou um pênalti, defendido por Gatito Fernandez.

Agora, para se classificar no confronto de volta com a equipe pernambucana, no dia 31 de maio, o Alvinegro precisa de um empate na Ilha do Retiro. Derrotas por um gol, a partir de 3 a 2, também servem para os cariocas.

O jogo – Os dois times começaram a partida com esquemas ofensivos. Mesmo atuando fora de casa, o Sport tentava chegar ao gol do Alvinegro pelos lados do campo, com Lenis e Rogério abertos nas extremas.

O Botafogo cadenciava mais o jogo e criou a primeira oportunidade logo aos 5. Emerson Silva cruzou, Magrão tirou de soco e Camilo tentou, de primeira, mas mandou para fora.

Aos 8, o Leão da Ilha marcou o primeiro gol. O lateral Samuel Xavier se deslocou para o meio, tabelou com Lenis e acertou um belo chute no ângulo direito de Gatito Fernández, que não teve qualquer chance de defesa.

O Botafogo foi ao ataque e, aos 14, Camilo bateu falta na entrada da área e Magrão faz grande defesa, espalmando para escanteio. Logo depois, o goleiro do time pernambucano voltou a aparecer bem, em chute cruzado de Guilherme.

O time dirigido por Jair Ventura ficava mais tempo com a bola, mas encontrava muita dificuldade para superar o esquema defensivo do Sport. Aos 33, a torcida protestou quando Camilo caiu na meia-lua, após disputa com Ronaldo, mas o árbitro considerou que não houve irregularidade na jogada.

O time comandado por Ney Franco parecia mais preocupado em segurar o resultado, mas acabou criando uma boa chance quando Bruno Silva cometeu falta ao lado da área. Fabrício bateu e Gatito Fernandez espalmou para a lateral.

Logo depois, Bruno Silva voltou a cometer falta na entrada da área, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso de campo, deixando a equipe carioca com um jogador a menos, ainda na primeira etapa.

Já na segunda etapa, aos 8, o Sport criou uma boa jogada com Lenis, que recebeu de André e cruzou para Rogério, desarmado na hora de concluir ao gol.

O Botafogo chegou ao gol do empate, aos 10. Airton desarmou Rithely e lançou Guilherme. Ele se livrou do zagueiro Matheus Ferraz e bateu cruzado, sem chances para Magrão.

O gol entusiasmou a torcida alvinegra que passou a empurrar o time para buscar a vitória, mas o Sport seguia com mais tempo de posse de bola. Aos 16, Lenis fez bom passe para André na área, mas o atacante foi bloqueado por Emerson Silva na hora da conclusão.

Aos 22 minutos, Gatito Fernandez fez grande defesa, desviando para escanteio um chute forte de Rithely. Aos 24, o Sport perdeu grande chance de marcar o segundo gol. Emerson Silva derrubou André na grande área. O árbitro marcou pênalti, batido por Diego Souza. Gatito fez grande defesa.

Aos 36 minutos, após cruzamento na área, o zagueiro Matheus Ferraz acertou a trave esquerda em chute de virada. Um minuto depois, o Botafogo desempatou. Guilherme foi lançado na corrida, se livrou de Matheus Ferraz e bateu cruzado para marcar  o segundo gol.

Nos minutos finais, o Sport ainda tentou buscar o empate, mas o Botafogo se defendeu com muito empenho e conseguiu o excelente resultado, considerando o fato de ter atuado com dez por mais de 45 minutos.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Santos faz 2 a 0 no Paysandu pela Copa do Brasil

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: AFP/arquivo) -O Santos novamente não encantou seu torcedor. Apostando mais uma vez na posse de bola, o Peixe foi lento e irritou parte dos mais de 6 mil santistas que estiveram na Vila Belmiro na noite desta quarta-feira. Porém, a equipe comandada por Dorival Júnior contou com o brilho de Bruno Henrique e de dois colombianos para largar na frente contra o Paysandu nas oitavas de final da Copa do Brasil. Buscando o jogo desde o início, o atacante titular anotou um golaço no início do segundo tempo e abriu a contagem. Já na reta final, Copete aproveitou cruzamento de Vladimir Hernández e decretou o triunfo santista por 2 a 0.

As duas equipes voltam a se enfrentar apenas no próximo dia 10 de maio, uma quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), no estádio Mangueirão, em Belém, no Pará. Com a vantagem de ter marcado duas vezes na Vila, o Peixe pode perder por até um gol de diferença na volta que mesmo assim avança para as quartas do torneio mata-mata.

Antes da partida de volta, porém, os dois clubes precisarão ‘virar a chavinha’ e esquecer a Copa do Brasil. O alvinegro concentra suas forças agora na Libertadores, onde encara o Independiente Santa Fe, no próximo dia 4, às 21h45, no Pacaembu, pela quarta rodada da fase de grupos do torneio continental.

O Paysandu, por sua vez, faz o primeiro jogo da final do Campeonato Paraense neste domingo, às 16h, contra o rival Remo, no Mangueirão.

Jogo lá e cá, mas placar zerado
Mesmo atuando fora de casa e contra uma das equipes mais ‘badaladas’ do Brasil, o Paysandu mostrou nos primeiros minutos que não ficaria apenas se defendendo na Vila Belmiro. Logo aos 4 minutos, Wesley aproveitou escanteio e cabeceou firme. A bola passou perto da trave e assustou o goleiro Vanderlei.

A resposta do Santos veio seis minutos depois. Após belo lançamento de Lucas Lima, Bruno Henrique dominou já driblando a marcação e tocou para Ricardo Oliveira dentro da área. O centroavante pegou na veia, mas Hayner desviou e salvou o Papão.

Como a equipe de Belém não limitava-se apenas a ficar no campo de defesa, o Peixe até conseguia encontrar espaços, porém, sofria com os contra-ataques. Aos 18 minutos, Victor Ferraz encontrou David Braz livre na entrada da área. O tentou bater de primeira, mas pegou mal e o goleiro Emerson pegou sem dificuldade.

O Paysandu não deixou barato e perdeu duas grande oportunidades em sequência. Na primeira, aos 24, Bergson soltou uma bomba de fora da área e assustou Vanderlei. Logo depois, Leandro Carvalho recebeu longo lançamento, aproveitou falha de Matheus Ribeiro e David Braz, e saiu na cara no goleiro santista. Porém, o camisa 1 operou um milagre e livrou o Peixe de começar atrás na Vila.

Após os dois sustos, a equipe comandada por Dorival Júnior se lançou ao ataque e fez uma pequena ‘blitz’ nos minutos finais da primeira etapa. Porém, Bruno Henrique e Ricardo Oliveira perderam boas chances e não conseguiram tirar o zero do marcador antes do intervalo.

Bruno Henrique e colombianos brilham
Mesmo após receber vaias da torcida no final da primeira etapa, o Santos voltou com a mesma proposta para o segundo tempo: manter a posse de bola e buscar os espaços com tranquilidade. Porém, Bruno Henrique, o melhor em campo pelo lado santista, anotou uma verdadeira pintura logo aos 3 minutos e acabou com o ‘marasmo’ do jogo.

Após receber lançamento de Lucas Lima, o atacante avançou pelo lado esquerdo, colocou a bola no chão e arriscou de muito longe. O chute até pareceu despretensioso, porém, a redonda foi parar no ângulo do goleiro Emerson. Golaço que colocou o alvinegro em vantagem.

O tento animou o Peixe, que chegou a ‘acuar’ o Paysandu nos primeiros momentos após o intervalo. Aos 10 minutos, Vitor Bueno recebeu na entrada da área e tocou para Ricardo Oliveira. O atacante bateu firme, mas teve o chute desviado pela zaga.

Porém, após a pressão inicial, o Santos diminuiu o ritmo e só foi atacar novamente aos 32 minutos, quando Victor Ferraz cruzou da direita, Ricardo Oliveira antecipou o goleiro, mas não conseguiu empurrar para o fundo da rede.

Quando parecia que o duelo terminaria com a vantagem mínima para o alvinegro, o técnico Dorival Júnior decidiu sacar Matheus Ribeiro e Lucas Lima para promover a entrada de Copete e Vladimir Hernández.

Em poucos minutos dentro de campo, os colombianos corresponderam logo de cara e foram decisivos para o Peixe levar uma vantagem bem melhor para Belém. Após cobrança de falta de Hernández, Copete antecipou-se aos zagueiros do Papão e anotou o segundo tento santista na Vila Belmiro no apagar das luzes.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Palmeiras vence Peñarol de virada e fica a um empate de se classificar; briga após o jogo

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/arquivo) – Os jogos do Palmeiras na Copa Libertadores testam o coração do torcedor. Na noite desta quarta-feira, o Verdão fez um péssimo primeiro tempo e foi para o intervalo perdendo por 2 a 0. Na segunda etapa, após mudanças de Eduardo Baptista, o Alviverde conseguiu a virada por 3 a 2.

Sem ter jogado com o esquema de três zagueiros nesta temporada, o Palmeiras sofreu para trocar uma sequência de quatro passes certos no primeiro tempo. Miguel Borja, isolado no ataque, também não era capaz de dominar os chutões da zaga alviverde, fazendo com que o Peñarol chegasse a emplacar 61% de posse de bola.

Com uma péssima atuação, os uruguaios não tiveram problema para abrir o placar aos 12 minutos. Yerry Mina sofreu um puxão de Affonso dentro da área e se jogou. O atacante uruguaio aproveitou cruzamento da direita e, livre, mandou para as redes.

Na marcação, o Palmeiras se desenhava em um 5-4-1, com a linha de meio-campistas muito próxima da área palmeirense, e Boja marcando no centro do gramado. Já sem a bola, o 3-6-1 de Eduardo Baptista não funcionava e, com apenas 30 minutos, Yerry Mina já subia ao ataque como atacante para tentar produzir ofensivamente.

O Verdão fazia sua pior atuação no ano e, com 39 minutos, o Peñarol ampliou. Em boa jogada trabalhada, que teve os palmeirenses apenas assistindo, o time uruguaio cruzou pela direita, Petrik desviou de cabeça para trás e a bola sobrou para Junior Arias, que emendou um voleio e fez o segundo.

Para o segundo tempo, o Palmeiras mudou seu esquema de jogo e retornou com o 4-2-3-1, tendo as entradas de Tchê Tchê e Willian nas vagas de Vitor Hugo e Egídio, com Michel Bastos sendo deslocado para a lateral esquerda.

E a nova formação alviverde precisou de apenas três minutos para diminuir a desvantagem com um golaço de Willian. Jean cruzou da direita, Borja brigou pela bola e ela sobrou para o Bigode, que dominou, chepelou um adversário, e emendou chute de primeira, que desviou e foi no ângulo.

Se no primeiro tempo Yerry MIna não teve sucesso ao se aventurara ao ataque, com 17 da segunda etapa, o colombiano foi as redes. Guerra brigou pela bola na esquerda e ela chegou a Jean do lado oposto. O lateral mandou na área e o zagueiro subiu bem de cabeça para mandar para as redes.

A postura do Palmeiras era totalmente diferente no segundo tempo e, aos 27 minutos, o Verdão virou o jogo. Tchê Tchê acionou Guerra pelo meio, e o venezuelano, totalmente livre, arriscou chute da entrada da área. Guruceaga espalmou e, no rebote, Jean cruzou rasteiro e Willian só empurrou para as redes para fazer se segundo tento e virar a partida.

Ligado no jogo, o Peñarol deu seu primeiro ataque logo aos quatro minutos. Petrik fez cruzamento na área, Villalba subiu bem e tocou de cabeça, mas a bola foi para fora.

Antes de o Palmeiras dar seu primeiro ataque, o Peñarol já abriu o placar. Yerry Mina sofreu um puxão de Affonso dentro da área e se jogou. O atacante uruguaio aproveitou cruzamento da direita e, livre, mandou para as redes.

Antes da saída de bola, Felipe Melo deu bronca em Mina, Róger Guedes e ainda pediu para Nandez voltar rápido para seu campo. Como consequência, o volante e o uruguaio foram punidos com o cartão amarelo.

O primeiro ataque do Palmeiras veio aos 18 minutos, quando Borja conseguiu fazer o pivô e girar. O centroavante abriu com Jean na direita, que cruzou errado. Na sequência, o camisa 12 cometeu falta e também recebeu o amarelo.

Antes de o Palmeiras dar seu primeiro chute a gol, o Peñarol ampliou sua vantagem. Aos 39 minutos, em boa jogada trabalhada, que teve os palmeirenses apenas assistindo, o time uruguaio cruzou pela direita, Petrik desviou de cabeça para trás e a bola sobrou para Junior Arias, que emendou um voleio e fez o segundo

Antes do fim, a defesa do Palmeiras se atrapalhou de novo e quase sofreu o terceiro. Felipe Melo cortou mal a bola cruzada por Petryk na área e Prass foi obrigado a deixar a meta para dividir a bola no limite da grande área. Na sequência, Affonso tentou encobrir o goleiro, mas o camisa 1 defendeu de novo.
Palmeiras volta ligado para o segundo tempo e viara o jogo

Para o segundo tempo, o Palmeiras mudou seu esquema de jogo e retornou com o 4-2-3-1, tendo as entradas de Tchê Tchê e Willian nas vagas de Vitor Hugo e Egídio, com Michel Bastos sendo deslocado para a lateral esquerda.

E a nova formação alviverde precisou de apenas três minutos para diminuir a desvantagem com um golaço de Willian. Jean cruzou da direita, Borja brigou pela bola e ela sobrou para o Bigode, que dominou, chepelou um adversário, e emendou chute de primeira, que desviou e foi no ângulo.

Com 12 jogados, Róger Guedes perdeu uma chance inacreditável de empatar o jogo. Guerra deu linda enfiada para Jean, que dominou na linha de fundo e cruzou para Guedes. O atacante, sem goleiro e na risca da pequena área, isolou a bola.

Se Róger Guedes perdeu sua chance clara, Yerry Mina mostrou faro de gol e empatou aos 17 minutos. Guerra brigou pela bola na esquerda e ela chegou a Jean do lado oposto. O lateral mandou na área e o zagueiro colombiano subiu bem de cabeça para mandar para as redes.

A postura do Palmeiras era totalmente diferente no segundo tempo e, aos 27 minutos, o Verdão virou o jogo. Tchê Tchê acionou Guerra pelo meio, e o venezuelano, totalmente livre, arriscou chute da entrada da área. Guruceaga espalmou e, no rebote, Jean cruzou rasteiro e Willian só empurrou para as redes para fazer se segundo tento e virar a partida.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Com dois de Guerrero, Fla elimina Bota e faz final com o Fluminense

O Flamengo conquistou a segunda vaga na final do Campeonato Carioca de 2017, aos derrotar o Botafogo por 2 a 1 na tarde deste domingo, no Maracanã. O peruano Paolo Guerrero marcou os dois gols do Rubro-Negro, e Sassá diminuiu, todos no segundo tempo.

O adversário do Fla na final será o Fluminense, que no sábado venceu o Vasco por 3 a 0, na outra semifinal. A decisão será em dois jogos, a serem disputados em dois domingos seguidos, nos dias 30 de abril e 7 de maio.

Antes da final, o Flamengo volta a campo na próxima quarta-feira, quando visita o Atlético Paranaense, na Arena da Baixada, pela quarta rodada do grupo 4 da Libertadores. O Flamengo lidera com 6 pontos, dois a mais que os paranaenses.

Já o Bota tem compromisso pela Copa do Brasil, também na quarta, no Engenhão. O adversário será o Sport, na primeira partida das oitavas de final.

O JOGO – Flamengo e Botafogo fizeram um primeiro tempo sem emoções ofensivas e com poucos lances de área. Mesmo com a vantagem do empate, foi o Rubro-Negro que assumiu a iniciativa de propor o jogo e foi mais incisivo nos 45 minutos iniciais, mas o domínio territorial não se traduziu em poderio ofensivo. Muito pelo contrário, sem contar com seu principal armador, já que Diego passou por cirurgia no joelho, o Flamengo sofreu com a falta de organização no meio de campo, e Guerrero ficou isolado na frente.

Ao contrário do adversário, que teve a semana livre para treinar, o Botafogo veio de desgastante viagem ao Equador, onde encarou o Barcelona de Guayaquil no meio da semana, pela Libertadores. Assim, Jair Ventura, embora tenha optado por escalar seus titulares, posicionou sua equipe atrás da bola e abdicou da posse de bola em busca de um lance salvador.

Só o Flamengo chegou com perigo no primeiro tempo, em três ocasiões. Aos 17, Everton fez boa jogada pela ponta esquerda e cruzou na área. William Arão ajeitou para Guerrero dominar no peito e chutar rasteiro, mas Gatito estava atento e fez boa defesa.

Aos 32, novo cruzamento da esquerda de Everton, que Gabriel tocou de cabeça para Rômulo e este tentou por cobertura, também de cabeça, mas a bola saiu à esquerda da meta Alvinegra.

Aos 40, a torcida se levantou, mas não valia mais nada. Guerrero, da intermediária, enfiou para Everton na área. Ele rolou para Gabriel completamente livre na entrada da pequena área, mas em impedimento, e o meia-atacante tocou para a rede.

O Flamengo voltou para a segunda etapa tentando imprimir mais velocidade, enquanto o Bota já dava sinais de cansaço. Não demorou e saiu o primeiro gol. Como foi rotina na partida, Everton foi acionado na esquerda e levantou na área. Víctor Luís cortou de cabeça mas a bola caiu no pé de Guerrero, que, de primeira, mandou um balaço que parou no fundo da rede de Gatito, aos 4 minutos.

O Fla continuava melhor e seguiu atacando. Aos 7, novo cruzamento de Everton da esquerda, e a bola foi na cabeça de Gabriel, na altura da marca do pênalti. O meia-atacante, porém, concluiu mal e mandou longe do gol.

Com a desvantagem no placar, Jair Ventura mudar o esquema de jogo e ir para o tudo ou nada. Aos 11 minutos, fez duas substituições de uma vez, tirando o volante Dudu Cearense e o atacante Roger, para colocar dois avantes, Sassá e Guilherme.

Aos 13, Guerrero fez boa jogada pela esquerda e rolou para o meio para a entrada de Trauco. O lateral peruano armou o chute e soltou a bomba, obrigando Gatito a espalmar a bola para evitar o segundo.

Mesmo com as substituições, o Botafogo não mostrava sinais de reação, e a situação ficou pior aos 19. Everton chutou dentro da área e a bola bateu no braço de Fernandes. Pênalti que Guerrero cobrou com força, no meio do gol, para praticamente liquidar a fatura.

Com a boa vantagem construída, Zé Ricardo fez duas substituições. Everton e Rômulo, que vêm de lesões, foram poupados para as entradas de Renê e Berrío. Trauco foi deslocado para o meio de campo e Gabriel passou a atuar mais centralizado.

O Rubro-Negro continuou mais incisivo e Guerrero perdeu gol incrível aos 38. Pará avançou pela direita e enfiou na frente para Berrío. O colmbiano tocou de primeira para o meio e achou Guerrero livre na marca do pênalti, mas o peruano demorou a concluir e Fernandes apareceu no úmtimo segundo para colocar o pé na frente da bola e afastar o perigo.

O Botafogo respondeu com Sassá, que recebeu na área, driblou Muralha, mas perdeu o ângulo e acabou chutando para fora, naquela que foi a melhor chance do Alvinegro na partida.

No minuto seguinte, o mesmo Sassá foi derrubado na área por Réver, e o árbitro assinalou a penalidade máxima. O mesmo Sassá cobrou no canto esquerdo e diminuiu para o Bota.

Fonte: Só Notícias.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Corinthians empata com o São Paulo e vai reeditar a final de 1977

Jô só enfrentou o São Paulo neste domingo porque o zagueiro Rodrigo Caio inocentou o rival em uma jogada de cartão amarelo, há uma semana, no Morumbi. E foi justamente o centroavante, em um lance com suspeita de impedimento, quem abriu caminho para o empate por 1 a 1 em Itaquera e a consequente classificação do Corinthians à decisão do Campeonato Paulista. O argentino Lucas Pratto igualou o placar.

A adversária da final será a Ponte Preta, algoz de Santos e Palmeiras nas fases anteriores, em uma histórica reedição dos três confrontos que decidiram o Campeonato Paulista de 1977. Há 40 anos, o Corinthians superou o time de Campinas com um gol do ídolo Basílio e encerrou um jejum de quase 23 anos sem a conquista de um título expressivo.

Para alcançar a decisão e acabar com estigma de quarta força do Estado, crítica decorrente da temporada ruim de 2016 e dos investimentos escassos no elenco de 2017, o Corinthians já havia derrotado o São Paulo na primeira partida das semifinais. No último domingo, fez 2 a 0 no Morumbi, com gols de Jô, de novo, e do meia Rodriguinho.

Ao São Paulo, restará esperar o jogo de volta da Copa Sul-Americana para disputar um novo mata-mata. O reencontro com o Defensa y Justicia, com o qual o time de Rogério Ceni empatou por 0 a 0 na Argentina, será em 11 de maio, no Morumbi. Um dia antes, o Corinthians visitará a Universidad de Chile, que bateu por 2 a 0 em Itaquera, em Santiago.

O jogo – A vantagem construída pelo Corinthians no Morumbi já fazia muitos projetarem a reedição da final do Campeonato Paulista de 1977. Presente em um dos setores de imprensa de Itaquera, pois comentaria o clássico para uma emissora de rádio, Basílio era um dos poucos cautelosos. Ao menos quando estava no ar. “Não posso falar que já está definido”, sorriu o autor do gol do título corintiano de quatro décadas atrás.

Nas arquibancadas, preenchidas apenas por torcedores do Corinthians, também prevalecia o otimismo. Um mosaico foi formado no setor leste de Itaquera quando o time da casa e o São Paulo pisaram no gramado: “Tu és orgulho”.

Eliminado da Copa do Brasil pelo Internacional na última vez em que esteve em Itaquera, o Corinthians tinha a missão de realmente orgulhar o seu público. Para tanto, adotou a sua postura tática habitualmente cautelosa, apesar de Guilherme Arana ter empolgado os torcedores com uma tentativa de passar a bola entre as pernas de Gilberto em sua primeira participação no clássico.

Era o São Paulo, contudo, que precisava se mostrar ousado na Zona Leste paulistana. Rogério Ceni apostou justamente em Gilberto para compor um trio ofensivo com o argentino Lucas Pratto e o peruano Cueva, com quem o atacante se alternava entre os lados direito e esquerdo do ataque, e viu a sua equipe acuar a rival.

Logo aos três minutos, o São Paulo criou grande chance para abrir o placar. Pratto recebeu a bola na direita da grande área e bateu cruzado, para fora, iniciando a pressão são-paulina. O Corinthians ainda colaborava com a iniciativa dos visitantes, com uma série de passes errados.

Quando enfim acertou algumas triangulações, os donos da casa incomodaram o goleiro Renan Ribeiro. Aos 24 minutos, Rodriguinho se inspirou no gol marcado no Majestoso passado e arriscou a conclusão de fora da área, para a linha de fundo. Mais tarde, aos 38, ele preferiu acionar Romero na esquerda, e o paraguaio chutou na trave.

A bola entrou na última oportunidade do Corinthians no primeiro tempo. Aos 46 minutos, Jadson cobrou falta na área, e Pratto subiu junto com a defesa são-paulina para tentar afastar. Jô dominou na entrada da pequena área e arrematou para dentro em posição duvidosa – logo ele, que só estava em campo porque Rodrigo Caio teve fair play no jogo de ida. O assistente Alex Ang Ribeiro não correu para o meio-campo, mas o árbitro Flávio Rodrigues de Souza confirmou o gol.

Impedido ou não, Jô permitiu que o Corinthians retornasse do vestiário com ainda mais tranquilidade para disputar o segundo tempo. Do outro lado, a paciência de Rogério Ceni durou pouco além de dez minutos, quando decidiu trocar Gilberto e Júnior Tavares por Chávez e Luiz Araújo.

O São Paulo, então, lançou-se ao ataque de maneira desesperada. Embora tivesse volume de jogo, quase não chutava a gol, tal qual no primeiro tempo. Para piorar, deixava-se irritar pela marcação corintiana. Uma confusão na ponta esquerda do ataque visitante, por exemplo, resultou em cartões amarelos para Thiago Mendes e Guilherme Arana.

O cenário agradou à torcida do Corinthians, entusiasmada nas arquibancadas, que vibrava com cada desarme e enchia-se de esperança nos contra-ataques. Caminhando de um lado a outro da área técnica, desolado, Ceni resolveu apostar sua última ficha na tentativa de reverter o panorama da semifinal com a entrada de Thomaz na vaga de Cueva.

No Corinthians, os torcedores pediram a entrada de Pedrinho. Carille preferiu mandar a campo primeiro Léo Jabá, no lugar do ovacionado Romero. Depois, Moisés substituiu Arana. Àquela altura, o público da casa já gritava “olé” para a troca de passes corintiana.

A euforia só foi brevemente interrompida aos 38, quando Pratto recebeu lançamento e finalizou na saída de Cássio para empatar o jogo. As esperanças são-paulinas de atingir uma virada heroica, entretanto, duraram pouco. Três minutos depois, quando Kazim já ocupava o posto de Jô no comando do ataque do Corinthians, Thiago Mendes foi punido com um segundo cartão amarelo e despediu-se do Campeonato Paulista mais cedo do que os seus companheiros.

Fonte: Só notícias.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Novo Hamburgo elimina o Grêmio e fará final do Gauchão com Internacional

Depois de terminar a primeira fase na liderança e se tornar a grande sensação do Campeonato Gaúcho em 2017, o Novo Hamburgo fez história na noite desse domingo ao eliminar o Grêmio e confirmar a vaga na grande final do Estadual. Em casa, no Vale do Aço, onde ainda está invicto, o Noia arrancou um empate em 1 a 1 no tempo normal, mesmo resultado do duelo de ida, na Arena, e se deu melhor nos pênaltis, com uma disputa que terminou 7 a 6 após de 18 cobranças ao todo. Com isso, o Novo Hamburgo evitou mais um Gre-Nal. No próximo domingo, o título começa a ser decidido entre a equipe do interior e o Colorado no Beira-Rio.

Ciente da necessidade de usar tudo o que podia para chegar à final, o Novo Hamburgo fez questão de jogar no seu estádio e voltar a ter a marcação e a força de vontade, aliado a um time organizado, como grande trunfo para bater de frente com uma das maiores equipes do Brasil. Dessa forma, a semifinal teve um início bastante truncado, com poucas chances reais de gol, muito por culpa de uma certa sonolência dos gremistas.

Dessa forma, a etapa inicial praticamente não teve os famosos “melhores momentos”. Aos 39, o Noia até teve uma boa oportunidade para abrir o placar após rápido contra-ataque, mas João Paulo isolou de frente para o gol.

Na segunda etapa, ciente de que o empate sem gols era tudo que o Novo Hamburgo queria, Renato Gaúcho resolveu ousar. O técnico colou Lucas Barrios no lugar do lateral Edilson e mandou seu time ao ataque. E as estrelas, tanto de Renato quando de Barrios, brilharam aos 19 minutos. Depois de jogada de Pedro Rocha, o argentino teve tranquilidade para finalizar no contrapé do goleiro Matheus para abrir o placar.

Mas, se faltava criatividade ao Noia, a solução foi a bola parada. Aos 28 no segundo tempo, Preto cobrou escanteio na área e Júlio Santos subiu sozinho para deixar tudo igual.

Na comemoração, um torcedor do Novo Hamburgo caiu da arquibancada na beira do campo e a partida teve de ser paralisada para a entrada da ambulância e o atendimento ao torcedor. Após cerca de cinco minutos, já com a confirmação de que o torcedor estava bem e foi levado ao hospital, a bola voltou a rolar.

Os últimos minutos foram de muita pressão do Grêmio. Pedro Rocha e Geromel tiveram grandes chances de marcar, mas Matheus trabalhou bem e a defesa do Novo Hamburgo conseguiu afastar o perigo. Dessa forma, a semifinal foi decidida nos pênaltis.

Na marca da cal, as duas equipes deram um show de erros. Pelo lado do Grêmio, Maicon e Barrios iniciaram convertendo duas cobranças. João Paulo, então, marcou para o Novo Hamburgo, mas Preto acertou a trave e iniciou a sequência de erros. Lincoln chutou para fora, mas viu Marcelo Grohe defender o chute de Assis. Matheus, então, entrou em ação e defendeu a cobrança de Pedro Rocha. No fim Léo e Pablo para o time da casa, e Luan, para os visitantes, enfim marcaram gols.

Já na disputa alternada, Marcelo Oliveira, Ramiro e Arthur fizeram para os gremistas. Júlio Santos, Juninho Silva e Renan Ribeiro converteram para o Noia. O rótulo de vilão sobrou para o argentino Kannemann, que parou na boa defesa de Matheus. Para fechar, Amaral mandou paras redes e confirmou o Novo Hamburgo na grande final do Campeonato Gaúcho, contra o Internacional.

Fonte: Só Notícias.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br