Coritiba empata e se sagra campeão paranaense

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: arquivo/assessoria) – Deu a lógica e o Coritiba é o campeão paranaense pela 38ª vez em sua história. Neste domingo, o Coxa poderia até mesmo perder por dois gols de diferença no Couto Pereira, mas não deu chances ao Atlético-PR, jogou melhor durante todo o jogo e conquistou o título com um empate sem gols.

Com a vantagem pelo 3 a 0 imposto na Arena da Baixada, o Couto Pereira estava cheio de confiança pela conquista do campeonato estadual pelo Coxa. Antes dos 25 minutos da segunda etapa, a torcida alviverde, fazendo grande festa com luzes e bandeiras, já gritava “Olé” e “É campeão”.

Com moral pelo título, o Coritiba terá uma semana para treinar após a comemoração, focando na estreia do Campeonato Brasileiro. O primeiro desafio do Alviverde será na segunda-feira (20), às 20h (de Brasília), contra o Atlético-GO no Couto Pereira.

Além do título do Coxa, o jogo deste domingo marcou ainda a primeira final transmitida pela internet por meio de canais oficiais dos dois clubes envolvidos no Brasil. Atlético-PR e Coritiba deram acesso livre ao jogo ao vivo por meio de suas contas no Youtube e Facebook.

O vice-campeonato paranaense e a apatia durante os 90 minutos complicam ainda mais a sequência do Atlético-PR. Antes deste domingo, o Furacão já havia amargado duas derrotas em casa, contra o próprio Coritiba, no jogo de ida da final estadual, e contra o San Lorenzo, pela Copa Libertadores, ambas por 3 a 0.

Como consolo a um dos atleticanos, o goleiro Weverton pode celebrar não ter sido vazado na partida. Sem participar tanto do jogo, o goleiro apareceu bem quando foi exigido e mostrou serviço a Taffarel, auxiliar de Tite na Seleção Brasileira e responsável pela indicação dos arqueiros convocados para a amarelinha.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Atlético Mineiro acaba com jejum de dois anos contra o Cruzeiro e é campeão mineiro

Fonte: Só Notícias (foto: assessoria) – O Atlético-MG é o Campeão Mineiro de 2017. O título foi garantido após vitória sobre o Cruzeiro, na tarde deste domingo, por 2 a 1, no estádio Independência. Além da taça, o triunfo acaba com a sequência sem vitórias: mais de dois anos sem bater o maior rival, algo que incomodava o torcedor.

O título foi conquistado após dois jogos bem feitos pelo Atlético. No primeiro, o Galo se segurou, jogando no Mineirão, com maioria da torcida adversária nas arquibancadas. O alvinegro então montou sua estratégia de se defender e atacar nas melhores oportunidades, algo que foi bem feito.

Na partida final, o Galo foi para o seu estádio, local que gosta de jogar e seus atletas preferem ter seus jogos. Com a maioria de seus torcedores e podendo jogar por um empate, por ter feito melhor campanha na primeira parte do Campeonato Mineiro, o Galo montou novamente se estilo de jogo e não facilitou a vida cruzeirense.

Roger Machado mandou a campo um time com três volantes, mas isso não fazia do Atlético um time retrancado. Aliás, em comparação ao primeiro confronto, o Galo foi até mais solto. Diante disso, o Atlético foi superior e garantiu a vitória, o fim do jejum e a taça do Campeonato Mineiro.

O Galo volta a campo na quarta-feira, contra o Godoy Cruz, no Independência, pela Copa Libertadores. Já o Cruzeiro vai até o Paraguai jogar contra o Nacional, pela Copa Sul-Americana.

Primeiro tempo

O Galo entrou em campo com uma postura diferente que teve no jogo passado. Interessante é que o técnico Roger Machado escalou sua equipe com três volantes. Isso, no entanto, dava mais liberdade para Elias e mais qualidade na saída de bola.

O comportamento atleticano era de sair mais para o jogo, mas a recomposição era feita com velocidade. Isso dificultava a vida azul, que via perigo nas saídas do Galo, mas também não tinha facilidade para penetrar na zaga preto e branca.

O primeiro gol preto e branco saiu no começo do jogo. Em boa roubada de bola, no meio campo, Fred foi lançado na ponta direita e fez o cruzamento na área, deixando Robinho na cara do gol para marcar o tento.

Mesmo após o gol, o Galo seguiu bastante superior. A postura atleticana fazia com que o Cruzeiro ficasse com poucas oportunidades. O Atlético, enquanto isso, aproveitava que o time adversário precisava sair e encontrava mais espaços. Para se ter uma ideia, a primeira etapa já caminhava para o fim e o Cruzeiro não tinha dado qualquer trabalho ao goleiro Victor.

Segundo tempo

O Cruzeiro voltou com outra postura na etapa complementar. O técnico Mano Menezes percebeu o estilo de jogo atleticano e resolveu mandar seu time pra cima. Ele tirou Hudson para colocar Ramon Ábila.

Surtiu efeito rapidamente. Aos 7 minutos, Ramon Ábila recebeu na frente, dominou bonito e marcou um belo gol. Mais que isso, a mudança tática do Cruzeiro dava superioridade numérica a Raposa em vários pontos do campo.

O técnico Roger Machado, no entanto, percebeu isso cedo. Rapidamente ele tirou Otero e Robinho, ambos mal na partida, e colocou Maicosuel e Cazares.

E Cazares mudou o jogo. O passe com mais qualidade no meio fez com que a velocidade de Maicosuel fosse levada em consideração. O segundo gol atleticano partiu dos pés dele, que colocou Elias na frente, em condições, para marcar.

O Galo passou então a administrar o resultado. A equipe se defendia bem e saia apenas com segurança. No fim do jogo, Rafinha fez falta para parar o contra-ataque e recebe o amarelo. Minutos depois acontece o mesmo com Adilson.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Cuiabá vence Sinop nos pênaltis e é campeão mato-grossense

Fonte: Só Notícias (fotos: Só Notícias/Vanessa Fogaça) – O Cuiabá é o campeão mato-grossense 2017. O título acaba de ser conquistado, no estádio sinopense. Nos pênaltis venceu o Galo do Norte por 5 a 4. O Sinop está venceu Cuiabá por 1 a 0, no tempo normal, resultado que levou a decisão para as penalidades. É o segundo título consecutivo que o Sinop perde, em casa. Ano passado foi para o Luverdense.

Na cobrança das penalidades, Cabralzinho foi o primeiro e marcou para o Sinop. Bruno Veiga empatou. Andrezinho fez o segundo do Galo. Gabriel voltou a empatar: 2 a 2. Maycon acertou marcando terceiro gol para o Sinop. Juba bateu e fez o terceiro para o Cuiabá. Alex fez a quarta cobrança e perdeu. O goleiro Henal pegou e deixou o time da capital em vantagem. Douglas Mendes cobrou o quarto pênalti para o Cuiabá: 4 a 3. Preá fez a quinta cobrança e marcou o quarto gol sinopense. A esperança era Jamilton defender. Mas o goleiro estreante, que foi muito bem no tempo normal com lindas defesas, não conseguiu segurar  Betinho marcou e fez o gol do título.

O Sinop entrou em campo precisando vencer e o gol só saiu aos 19 do segundo tempo. Andrezinho mandou no cantinho depois que o goleiro Henal não segurou a bola lançada na grande área. Andrezinho aproveitou e marcou.

Conforme Só Notícias informou lance a lance, O goleiro Jamilton foi muito bem no primeiro tempo. Estreante (Naldo levou vermelho) e motivado também por uma mensagem enviada por Rogério Ceni, que começou no Galo do Norte, também estreando na final, ele fez belas defesas. A primeira delas foi aos 10 minutos. Dakson entrou na grande área e a zaga do Sinop tirou. Aos 11, linda defesa do goleiro Jamilton, do Sinop. Dakson cobrou falta para o Cuiabá, Everton cabeceou forte e a bola iria entrar no ângulo. Aos 16 Robinho, do Cuiabá, sentiu pancada na perda esquerda e saiu. Bruno Veiga entrou. O time da capital chegou com perigo novamente aos 19 minutos. Everton mandou para a grande área e o goleiro Jamilton, do Sinop, defendeu. Aos 21, foi a vez do Sinop ameaçar. Preá recebeu na grande área, se enroscou com zagueiro e caiu. O juiz manda seguir o jogo. Aos 23 o  Cuiabá mandou mais uma bola pra grande área do Sinop e o goleiro Jamilton defendeu.  Em seguida, um grande susto para a torcida do Galo. Na cobrança de escanteio, Jamilton saiu, a bola entrou mas o árbitro já sinalizou falta de ataque e anulou gol do Cuiabá.  Aos 27 houve parada técnica de 5 minutos. O técnico Birigui manda os volantes avançarem mais.  Aos 33, o  Cuiabá chegou com perigo e o goleiro Jamilton defende mais uma. Na sequência do lance, o Sinop atacou, Maycon chutou e a bola passou muito longe.

Aos 37 quase saiu o gol do Sinop. Alex cobrou faltan, mandou para a grande área, passou por Tayron e Andrezinho não aproveitou. Aos 42, Dourado é derrubado pela direita. Falta para o Sinop. Maycon cobrou, o goleiro do Cuiabá, Henal, cortou mas o árbitro marcou falta de ataque do Galo. Aos 46  Maranhão lançou para Andrezinho que não conseguiu dominar e o Sinop perde grande chance de marcar. Ele estava praticamente cara a cara com goleiro.

No segundo tempo, logo com 2 minutos, quase o Cuiabá marcou. Tiarinha mandou para trás e Bruno Veiga chutou na trave. Aos 5, bola na grande área, Jamilton, do Sinop, defendeu e acerta joelhada em Tiarinha.  Aos 10, Jamilton fez linda defesa. Na cobrança de falta por Dakson ele deu eu tapa e mandou para escanteio. Aos 18 minutos, Birigui faz duas mudanças no Sinop. O meia Jean Chera e o lateral Portela entram e logo em seguida saiu o gol.  A bola foi lançada na área, o goleiro Henal saiu, não seguro e Andrezinho chutou e marcou o gol do Galo, resultado que levava a decisão para as penalidades. Aos 33, o Sinop chegou com perigo. Andrezinho recebeu na esquerda, chutou e a zaga mandou para escanteio. Na sequência, Tayron subiu e fez falta. O técnico Roberto mudou o Dourado aos 34. Betinho entrou e Tiarinha saiu.  O Sinop continuou pressionando em busca do segundo gol que lhe daria o título e aproveitou que o Cuiabá passou a se arriscar mais em busca do gol para conseguir o empate e ficar com título. O Galo ainda criou duas chances mas não conseguiu marcar e a decisão foi para as penalidades.

Nos pênaltis, o Sinop acabou perdendo o título e agora vai para o Campeonato Brasileiro da Série D, com estreia marcada para o dia 21, e, ano que vem, disputará novamente a Copa do Brasil.

(Atualizada às 17:56h)

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Novo Hamburgo vence Inter nos pênaltis e fica com o título do Gauchão

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press) – O Novo Hamburgo é o campeão do Campeonato Gaúcho de 2017. Neste domingo, o Anilado enfrentou o Internacional, no Estádio Centenário, no jogo de volta da final do Estadual, e conseguiu passar pelo Colorado ao vencer por 3 a 1 nos pênaltis após empate em 1 a 1 no tempo normal.

Com o resultado, o Novo Hamburgo, que surpreendeu a todos e foi a grande sensação do torneio, conquistou o primeiro Campeonato Gaúcho de sua história.

Com o encerramento do Campeonato Gaúcho, o Inter agora foca suas atenções para a disputa da Série B na tentativa de retornar à elite do futebol nacional. A estreia colorada será no próximo sábado, às 16h30(de Brasília), quando visita o Londrina, no Estádio do Café.

Já o Novo Hamburgo disputará a Série D do Campeonato Brasileiro. O Anilado estreia em confronto diante do São Bernardo, em casa, no próximo dia 21 de maio.

O jogo – A partida começou movimentada e o Novo Hamburgo teve boa oportunidade logo aos dois minutos, em cabeçada de João Paulo para fora na entrada da pequena área.

Logo na sequência, aos seis, o Inter reclamou de um lance polêmico. Nico López escapou pela esquerda e cruzou para a área. O lateral direito Léo e o atacante Brenner se enroscaram dentro da área e os jogadores colorados ficaram pedindo o pênalti. O árbitro, porém, mandou o jogo seguir.

Após o lance, o jogo ficou lá e cá. Aos sete, D’Alessandro cobrou falta em direção ao gol e obrigou Matheus a se esticar para salvar. Já aos 11 foi a vez de Preto assustar na bola parada pelo lado do Novo Hamburgo.

Apesar do equilíbrio, o Noia aproveitou de uma infelicidade do zagueiro Ernando para sair na frente. Aos 21 minutos, Assis cruzou a bola para a área e o zagueiro, que foi escalado improvisado na lateral esquerda, acabou mandando contra a própria rede na tentativa de afastar, dando a vantagem ao Novo Hamburgo no placar.

Nos minutos seguintes, o Inter passou a pressionar em busca do empate, mas conseguiu criar poucas chances efetivas. Aos 29 minutos, Brenner recebeu cara a cara com o goleiro, mas o árbitro marcou posição de impedimento. Já aos 36, foi a vez de Nico López tentar finalização, mas mandar longe do gol. Ainda deu tempo para um última oportunidade, aos 45, mas novamente Brenner recebeu em condição irregular. Com isso, o duelo foi para o intervalo com vantagem de 1 a 0 para o Novo Hamburgo.

Se não marcou durante o primeiro tempo, o Inter não demorou para balançar a rede na segunda etapa. Aos três minutos, D’Alessandro cruzou a bola para a área, Brenner e Léo se enroscaram na disputa e a bola ficou com Rodrigo Dourado. O volante finalizou para o gol e deixou tudo igual no Estádio Centenário.

Após marcar, o Inter passou a tomar conta do jogo em busca da virada. Aos 10 minutos, D’Alessandro bateu falta direto para o gol e quase fez o goleiro Matheus de complicar. Já aos 16, foi a vez de Carlos mandar uma bomba por cima e assustar os jogadores do Anilado.

Na sequência, aos 19 e 21, o Inter assustou em oportunidades de D’Alessandro e Uendel. No entanto, a principal chance veio aos 23. Brenner aproveitou passe de Nico López e rolou para D’Alessandro. O meia argentino recebeu livre dentro da área, mas chutou para fora.

Nos minutos seguintes, o Novo Hamburgo equilibrou o jogo e teve chances para marcar. Aos 26, Lucas Santos aproveitou cruzamento e mandou de cabeça, porém, a bola foi para fora. Já aos 27, novamente o atacante teve a oportunidade, mas finalizou pela linha de fundo.

Nos instantes finais, as equipes atacaram com menos força para evitar surpresas. O Inter ainda teve as melhores chances para sair com a vitória, mas não foi efetivo para balançar as redes.

O Colorado ainda teve uma última chance aos 46 minutos. D’Alessandro dominou pelo meio e acionou William. O lateral recebeu livre dentro da área, mas se enroscou com a bola. Com isso, o goleiro Matheus se recuperou e fez a defesa, em incrível chance perdida pelo Inter. Após este lance, não houveram mais oportunidades e o árbitro apitou para o título ser decidido na disputa por pênaltis.

Na disputa por pênaltis, o Internacional perdeu três cobranças com D’Alessandro, Nico López e Víctor Cuesta, e o Novo Hamburgo conseguiu ser mais efetivo para vencer por 3 a 1 e se sagrar campeão do Campeonato Gaúcho.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Flamengo arranca virada do Fluminense e fica com o título carioca

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gilvan de Souza/arquivo) – O Flamengo conquistou o Campeonato Carioca de forma invicta, ao derrotar o Fluminense por 2 a 1, de virada, em partida disputada na tarde deste domingo, no Maracanã. Como havia vencido o primeiro jogo por 1 a 0, o Rubro-negro entrou com vantagem , mas soube reagir depois de ter saindo atrás no marcador e garantiu o troféu. Foi o 34º título estadual conquistado pelo Flamengo que é o maior vencedor entre os clubes do Rio de Janeiro. Henrique Dourado marcou para o Fluminense, enquanto Paolo Guerrero e Rodinei anotaram para o time da Gávea.

Quase 70 mil pessoas assistiram a um jogo muito equilibrado. E o resultado fez justiça ao desempenho da equipe rubro-negra. O Fluminense saiu na frente, logo no início do primeiro tempo, e o Flamengo precisou lutar muito diante de um adversário valente para alcançar o empate e depois a virada, transformando o Maracanã num palco de uma grande festa.

O jogo – o Fluminense começou a partida a todo vapor e logo aos três minutos, marcou o primeiro gol. Após cobrança de escanteio, Léo desviou e Henrique Dourado cabeceou sem chances de defesa para Alex Muralha.

Só depois de sofrer o primeiro gol é que o Flamengo começou a assumir uma postura ofensiva. O time rubro-negro atacava preferencialmente pela direita, para usar a velocidade do colombiano Berrio. Aos oito minutos, um novo susto para a torcida rubro-negra. Willian Arão recuou mal para Alex Muralha que teve que se livrar de Henrique Dourado para aliviar o perigo.

Dois minutos depois, Trauco lançou Guerrero, Renato Chaves aliviou mal e Pará completou, de primeira, mas mandou para fora. Logo depois, Everton bateu falta e a bola acabou sobrando para Renê que chutou para fora.

O Fluminense recuou para defender a vantagem e o Flamengo controlava as ações em busca do gol de empate. Só aos 13 minutos é que o Tricolor reapareceu na área adversária, mas o cruzamento de Léo encobriu o travessão.

Os laterais do Flamengo subiam constantemente ao apoio e , aos 18 minutos, Renê avançou e tentou encontrar Guerrero, mas o atacante peruano não aproveitou o lançamento que ficou nas mãos de Cavalieri.

A pressão rubro-negra continuava e, aos 22 minutos, foi a vez de Willian Arão arriscar. A bola desviou em Renato Chaves e saiu para escanteio. O Fluminense não conseguia ficar com a bola e se limitava a tentar barrar as investidas do adversário.

A partir dos 30 minutos, o jogo ficou truncado com as duas equipes abusando das faltas para interromper as jogadas. Só aos 31 minutos é que o time das Laranjeiras voltou a ameaçar. Léo levantou na área, a zaga não cortou e Henrique Dourado cabeceou com perigo. O Flamengo respondeu com uma arrancada de Renê que cruzou, Orejuela furou e Everton chutou, para ótima defesa de Diego Cavalieri. No Fluminense, só Henrique Dourado dava trabalho aos zagueiros. Ele aproveitou um lateral executado por Léo para concluir com perigo.

Aos 41 minutos, após jogada confusa na área do Flamengo, a bola sobrou para Wellington Silva que chutou e Rafael Vaz desviou de ombro, mandando para escanteio. No último lance do primeiro tempo, Henrique Dourado fez bom passe para Wellington Silva que chutou forte, mas a bola foi bloqueada por Rafael Vaz.

Os dois times voltaram sem modificações para o segundo tempo. E o Flamengo partiu para o ataque. Logo no primeiro minuto, Trauco levantou a bola na área e Cavalieri saiu com precisão para afastar de soco. No primeiro avanço do Tricolor, a bola foi lançada por Wellington Silva para Henrique Dourado, mas Renê fez a cobertura e conseguiu evitar que a bola chegasse ao seu destino. Aos sete minutos, Léo tabelou com Richarlison, invadiu a área, mas se enroscou com Berrio e caiu, mas o árbitro nada marcou. Um minuto depois, Henrique Dourado investiu pelo lado e cruzou para a entrada de Wellington Silva, mas Alex Muralha se antecipou e ficou com a bola.

O técnico Zé Ricardo decidiu trocar Berrio por Gabriel para tentar dar mais força ofensiva ao time, mas o Fluminense seguia pressionando. Aos 12 minutos, após cruzamento na área, Muralha hesitou na saída e Henrique Dourado cabeceou, mas não conseguiu acertar a direção do gol. Dois minutos, o goleiro do Flamengo apareceu bem para defender um chute de Sornoza.

O time dirigido por Abel Braga voltou melhor para o segundo tempo enquanto o Flamengo encontrava dificuldades para armar jogadas de ataque. O lateral Rodinei entrou no lugar de Trauco para atuar aberto pela direita, formando dupla com Pará. Já o Fluminense trocou o apagado Wellington Silva por Maranhão.

Aos 24 minutos, o Flamengo voltou a criar boa chance. Guerrero foi lançado, mas Léo apareceu na cobertura e bloqueou o chute do peruano. Aos 30, Everton foi lançado na esquerda por Gabriel e cruzou para a entrada de Guerrero, mas Cavalieri se antecipou e impediu que a bola chegasse ao atacante. O Fluminense respondeu com um cruzamento de Léo para Henrique Dourado, mas Réver conseguiu desviar para escanteio. Na cobrança, Renato Chaves cabeceou e Muralha fez boa defesa.

Aos 38 minutos, Willian Arão chuta, a bola desvia em Henrique e sai para escanteio. Na cobrança, o Flamengo empatou. Réver cabeceou, Diego Cavalieri espalmou e Guerrero, de pé esquerdo, empurrou para as redes.

O Fluminense se desesperou e ainda teve o goleiro Diego Cavalieri expuldo. Ele recebeu cartão vermelho ao derrubar Rodinei que entrava livre. O volante Orejuela foi para o gol e o Flamengo acabou marcando o segundo gol, aos 50 minutos, com Rodinei.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Corinthians empata com Ponte e é campeão Paulista

Fonte: Gazeta Esportiva (foto Gazeta Press)- Corinthians é a primeira força do Estado de São Paulo. Neste domingo, o antes contestado time dirigido por Fábio Carille contrariou de vez as análises de quem o via abaixo dos rivais Palmeiras, Santos e São Paulo em 2017. Empatou por 1 a 1 com a Ponte Preta, adversária que havia derrotado por 3 a 0 na semana passada, e sagrou-se campeão paulista em sua centésima partida em Itaquera. Os gols foram do atacante paraguaio Ángel Romero e do zagueiro Marllon.

A supremacia do Corinthians no torneio estadual também é histórica. Com mais uma conquista, o clube do Parque São Jorge passou a contabilizar 28, bem à frente de Palmeiras (22), Santos (22) e São Paulo (21). De quebra, arrecadou os R$ 5 milhões do prêmio oferecido pela Federação Paulista de Futebol (FPF) – a Ponte receberá R$ 1,650 milhão pelo vice-campeonato –, importantes em época de crise financeira.

O Corinthians só terá pouco tempo para comemorar. O campeão paulista será colocado à prova em outras duas competições ainda nesta semana. Irá a Santiago para enfrentar a Universidad de Chile na quarta-feira, pela Copa Sul-Americana – ganhou o jogo de ida por 2 a 0. E, no sábado, atuará contra a Chapecoense outra vez em Itaquera, onde ganhou o seu primeiro título, pela rodada inaugural do Campeonato Brasileiro.

Do outro lado, a Ponte Preta, que perderá alguns dos seus destaques ao término do Estadual, viu novamente adiado o seu sonho de enfim angariar o troféu de um torneio expressivo para a sua esvaziada galeria. A derrota para o Corinthians de 2017 se soma às quedas para o mesmo oponente nas finais estaduais de 1977 e 1979. No próximo domingo, o time de Campinas buscará a reabilitação emocional contra o Sport, no Moisés Lucarelli, pelo Brasileiro.

O jogo –Um enorme bandeirão que valorizava a “fé alvinegra”, campanha publicitária da fornecedora de material esportivo do Corinthians, foi aberto no setor leste do estádio quando os dois finalistas do Campeonato Paulista entraram em campo.

Já houve ocasiões, no entanto, em que a fé se mostrou mais necessária aos corintianos. Com a vitória por 3 a 0 obtida no jogo de ida, em Campinas, o time dirigido por Fábio Carille tinha tranquilidade para colocar em prática o seu futebol seguro na defesa e não muito vistoso no ataque.

Do outro lado, a Ponte Preta não podia perder tempo. O técnico Gilson Kleina cobrou movimentação dos seus três homens de frente – William Pottker, Clayson e Lucca –, na esperança de minimizar a desvantagem de sua equipe na decisão.

A princípio, a estratégia deu volume de jogo à Ponte, mas não chances de gol. A torcida visitante só se levantou mesmo para reclamar de pênalti de Paulo Roberto sobre Clayson após cobrança de falta, aos quatro minutos. O árbitro Leandro Brizzio Marinho já havia assinalado impedimento na jogada.

O Corinthians não se assustou com o ímpeto da Ponte. Enquanto o motivado Lucca repetia algumas conclusões precipitadas dos tempos em que defendia o clube do Parque São Jorge de um lado, Jadson buscava organizar o meio-campo corintiano do outro. Ele contava com a liberdade concedida a Maycon, já que Rodriguinho cumpria suspensão, na missão.

Aos 29 minutos, Jadson teve a ajuda não do seu parceiro de armação, mas da própria defesa da Ponte, para aproximar o Corinthians do gol. Aranha e Kadu saíram jogando mal, e o meia aproveitou para alçar a bola na área. Romero escorou de cabeça para Maycon, que chutou na trave. Na sobra, Jô carimbou a marcação.

O lance entusiasmou a torcida do Corinthians, que viu o time da casa passar a fazer triangulações com mais facilidade, e enervou um pouco mais a Ponte Preta. Aos 40, surgiu outra grande chance para abrir o placar. Jô avançou bem pela intermediária, abriu a bola para Fagner e correu para a área para receber o cruzamento. Finalizou torto.

Agora com pouco mais de 45 minutos para fazer ao menos três gols e não sofrer nem um, a Ponte Preta foi ao vestiário de Itaquera desanimada. Saiu de lá com Ravanelli na vaga de Jadson – para desespero dos cronistas esportivos de Campinas, que queriam a entrada de Renato Cajá.

Ravanelli se esforçou para provar que o técnico Gilson Kleina estava certo com alguns chutes de longa distância, porém sem direção. Aos 17 minutos, após Yuri substituir Lucca, foram para os ares também as esperanças da Ponte. Jadson fez belo passe da direita para Romero, que apareceu sem marcação no meio da área. O paraguaio bateu em cima de Aranha, pegou o rebote e concluiu de novo para anotar o seu 18º gol em Itaquera, um recorde.

“É campeão! É campeão! É campeão!”, começou a gritar a torcida da casa. Na iminência do vice-campeonato, Kleina gastou a sua última ficha com a entrada de Lins no lugar de Clayson, jogador que poderá disputar o Campeonato Brasileiro pelo Corinthians. Carille, por sua vez, havia trocado Camacho por Clayton.

Com as mudanças – principalmente a do placar –, o Corinthians se acomodou e permitiu que a Ponte Preta, sem nada a perder, levasse perigo ao gol defendido por Cássio. Como aos 35 minutos, quando Ravanelli ajustou a pontaria em outra tentativa de fora da área. Acertou a trave.

A torcida do Corinthians não deu importância à melhora da Ponte. Enquanto o seu time se preocupava em tirar proveito de contra-ataques, o público acendia sinalizadores em quase todos os setores do estádio para festejar. No telão, a mensagem para que os artefatos fossem apagados acabou alterada pela imagem do ídolo Wladimir, campeão paulista de 1977, ovacionado em Itaquera.

A Ponte Preta ainda amenizou – muito pouco – tamanha alegria nas arquibancadas. Aos 40 minutos, logo após Jadson ceder espaço ao novato Pedrinho, Ravanelli cobrou falta da direita, e Marllon teve liberdade para finalizar de primeira e igualar o marcador. Ele correu para recolocar a bola em jogo, mas com a consciência de que anotar outros três gols era bem improvável.

Sendo assim, os corintianos continuaram a comemorar. Foi assim até o apito final de Leandro Brizzio Marinho, que selou a primeira conquista de um título em Itaquera do Corinthians, a primeira força do Estado de São Paulo.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Flamengo vence Universidad Católica e fica perto da vaga na Libertadores

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: arquivo/assessoria) – O Flamengo encaminhou a sua classificação para a próxima fase da Libertadores na noite desta quarta-feira. O Rubro-Negro mostrou força e venceu a Universidad Católica, por 3 a 1, no Maracanã, num jogo “encardido” e complicado. O técnico Zé Ricardo teve papel fundamental no resultado, com alterações que mudaram o panorama da partida.

Na próxima rodada, o Flamengo encara o San Lorenzo, na Argentina. O Rubro-Negro jogará pelo empate para avançar às oitavas. Já a Católica recebe o Atlético-PR, no Chile.

O primeiro tempo teve chances claras para ambos os times. O Flamengo começou pressionando, como já era esperado, e esteve perto do gol com Guerrero. Voraz para balançar a rede, o peruano lutou muito, mas vacilou numa oportunidade clara, cara a cara com o goleiro Toselli.

A Universidad mostrou-se mais organizada do que no jogo da ida, no Chile, e criou a melhor chance da primeira etapa. Maripán deu um lindo passe para Fuenzalida, entre os zagueiros do Flamengo. O atacante ficou sozinho com Muralha, teve tempo para pensar, mas chutou, incrivelmente, para fora. Os visitantes assustaram ainda em outra jogada, num cruzamento, mas Santiago Silva não conseguiu completar para o gol.

Com um coro de mais de 50 mil vozes, qualquer lance de perigo ganhava um ar dramático. A luta de Guerrero em busca do gol era até comovente, mas faltava capricho. O peruano lutava muitas vezes sozinho, num dia em que o Flamengo atuou desfalcado de alguns jogadores importantes, como Diego e Berrío.

Zé Ricardo percebeu a baixa produtividade do setor de criação rubro-negro no primeiro tempo e lançou Rodinei no lugar de Mancuello. Avançado, na ponta direita, o camisa 2 mostrou estrela ao sair do banco de reservas e abriu o placar aos cinco minutos do segundo tempo, em rebote de falta cobrada por Guerrero.

Mesmo com a vantagem, o Flamengo seguiu em busca do segundo gol. Guerrero chegou perto em chute que bateu primeiro no chão e depois encobriu a meta. A Católica, por outro lado, demorou um pouco para se reorganizar. Na base do toque de bola, com paciência, os chilenos chegaram ao empate. Fuenzalida foi ao fundo, na direita, e cruzou para Santiago Silva deixar tudo igual aos 22 minutos. Rafael Vaz falhou no lance e não conseguiu evitar a chegada do adversário.

O Rubro-Negro respondeu aos 28, com gol de Guerrero. Decisivo, ele recebeu na área e chutou cruzado: 2 a 1. Mesmo em vantagem, o Flamengo não tinha tranquilidade. A Católica era perigosa e ameaçava em bolas aéreas. O alívio só veio aos 41 minutos, quando Trauco estufou o barbante em jogada de insistência, no segundo chute seguido ao gol. O curioso é que o camisa 13 passou a jogar mais avançado somente no segundo tempo, após uma alteração de Zé Ricardo. No fim das contas, o treinador foi decisivo.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Palmeiras decepciona, perde na Bolívia e não garante classificação na Libertadores

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Esportiva/arquivo) – O Palmeiras só precisava de um empate contra o Jorge Wilstermann, para garantir a classificação às oitavas de final como primeiro colocado do Grupo 5, mas acabou derrotado pelos bolivianos por 3 a 2. No duelo em Cochabamba, à 2.600 metros de altitude, o Verdão teve atuação apática, esteve atrás no placar desde que o marcador foi aberto, e perdeu a invencibilidade no torneio.

O Palmeiras entrou em campo com a escalação modificada, mas sem alterações táticas. Apesar da entrada de Willian como centroavante e Michel Bastos na lateral esquerda, o Verdão não abandonou o 4-1-4-1 de Eduardo Baptista e encontrou dificuldades para criar oportunidades na primeira etapa.

Foram apenas duas chances do Alviverde no primeiro tempo antes de o Jorge Wilstermann fazer 2 a 0. Primeiro, Morales aproveitou falha de Vitor Hugo após cobrança de falta na área e, sozinho, mandou para as redes. Pouco depois, aos 40 minutos, Machado teve muito espaço e tranquilidade para conduzir a bola e acertar um chute no ângulo de Fernando Prass, sem chances para o goleiro.

Antes do intervalo, já aos 45, o Verdão diminuiu com Guerra, que aproveitou sobra da zaga após cobrança de falta de Dudu. O Palmeiras voltou para o segundo tempo com Miguel Borja no lugar do apagado Willian, mas o colombiano também não conseguiu produzir no Verdão. Buscando o empate, Eduardo Baptista sacou Thiago Santos, recuou Tchê Tchê para primeiro volante e colocou Keno em campo

Logo em seguida à alteração, porém, aos 23 minutos, a defesa alviverde falhou de novo e sofreu o terceiro gol, de pênalti. Jean falhou na marcação e Fernando Prass derrubou Saucedo. Na cobrança, Rudy Cardozo converteu. Quatro minutos depois, Keno cruzou da esquerda e Cabezas mandou contra o próprio gol, mas o Palmeiras não conseguiu pressionar pelo empate.

Como todas as partidas do Palmeiras na Libertadores, o confronto teve emoção desde o início. Logo no primeiro minuto, Ríos recebeu cruzamento na área, antecipou Jean e, sozinho, cabeceou para fora com muito perigo.

O Verdão respondeu com bola na rede, aos nove minutos, mas a arbitragem anulou corretamente o lance. Jean cruzou na área, Thiago Santos desviou de cabeça, e Róger Guedes acertou um lindo voleio no canto. O camisa 23, no entanto, estava impedido.

No minuto seguinte, o Palmeiras ficou novamente perto de abrir o placar com um golaço. Guerra viu Olivares adiantado e arriscou chute de muito longe, quase do meio campo. O goleiro correu de volta para a meta, e abola acabou indo para fora, triscando a trave.

A partida ficou morna até os 35 minutos, quando o Wilstermann, em uma de suas primeiras chegadas ao ataque, abriu o placar. Chavez cobrou falta na área, Vitor Hugo falhou no corte, e Morales mandou de cabeça para o gol.

Cinco minutos depois, os bolivianos surpreenderam de novo e ampliaram a vantagem. Machado roubou a bola de Guerra no meio-campo, avançou sem marcação nenhuma e, com extrema tranquilidade, bateu de fora da área. A bola fez uma curva acentuada e morreu no ângulo de Fernando Prass, que só olhou o lance.

Ao final do primeiro tempo, o Palmeiras conseguiu diminuir a desvantagem para a segunda etapa. Aos 45, Dudu cobrou falta na área, Alex Silva desviou de cabeça entre diversos jogadores, e Guerra completou de primeira para estufar as redes.

O Palmeiras voltou do intervalo com Miguel Borja no lugar do apagado Willian, mas o colombiano também não conseguiu produzir no Verdão. Buscando o empate, Eduardo Baptista sacou Thiago Santos, recuou Tchê Tchê para primeiro volante e colocou Keno em campo.

Logo em seguida à alteração, porém, a defesa do Palmeiras falhou de novo e o Wilstermann marcou o terceiro, de pênalti. Morales cruzou para Saucedo nas costas de Jean, que ficou procurando a bola. O boliviano matou no peito e foi derrubado por Fernando Prass. Na cobrança de pênalti, Rudy Cardozo chutou firme no meio do gol e estufou as redes.

Sem conseguir pressionar, o Palmeiras só balançou as redes graças a um gol contra de Cabezas. Com 27 jogados, Keno dominou na ponta esquerda, limpou dois marcadores e cruzou na área. Sozinho, o boliviano mandou de cabeça para o próprio gol.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Grêmio perde de virada na Libertadores e adia classificação

Fonte: Lancenet (foto: Lucas Uebel/arquivo) – O Grêmio saiu na frente do Deportes Iquique graça ao gol de Lucas Barrios, que voltou a atuar no local em que marcou 18 vezes com a camisa do Cobreloa entre 2006 e 2007. Mas o Deportes Iquique, de virada, derrotou o Tricolor por 2 a 1, na noite desta quarta-feira, atuando no Estádio Zorros del Desierto, em Calama. E o revés em solo chileno, pela quinta rodada do Grupo 8 da competição, impediu que o Tricolor – prejudicado com um pênalti mal marcado pelo árbitro Germán Delfino – garantisse a sua classificação antecipadamente às oitavas de final.

O Tricolor segue na liderança da chave com dez pontos e, agora, cinco gols de saldo. O Iquique, com o terceiro triunfo seguido, foi aos nove. Já o Guaraní, que soma sete pontos e zero de saldo, visitará o Zamora, que ainda não pontuou, nesta quinta.

O Grêmio volta a atuar pela Libertadores apenas no fim deste mês, no dia 25, quando receberá o Zamora, na Arena, às 21h45. Já o Iquique visitará o Guaraní no mesmo dia e horário.

O Grêmio tentou tomar para si as rédeas do jogo desde o início no Zorros del Desierto. O Tricolor trabalhava a bola, trocava passes e tentava transpor a marcação adversária. O Iquique, por sua vez, tinha como primeira meta conter o ímpeto gremista. Ímpeto que quase resultou em gol aos cinco minutos, mas Barrios estava em posição de impedimento e a sua cabeçada foi no travessão.

Superior tecnicamente, o Grêmio chegaria ao merecido gol aos 19 minutos. Cobrança de escanteio com Luan, desvio de Kanemann e gol de Lucas Barrios, o quarto do camisa 18 na Libertadores. Mas a vantagem tricolor durou pouco. O árbitro Germán Delfino marcou, erroneamente, pênalti de Ramiro em D’Ávila – o volante gremista não acertou um chute no rival. Bielkiewicz deslocou Grohe e deixou tudo igual aos 23.

O empate fruto de um pênalti mal marcado desestabilizou o Grêmio em Calama. Sem a mesma desenvoltura para trabalhar a bola, os comandados de Renato Portaluppi. Faltou inspiração, principalmente para Luan. O time chileno, precisando vencer para seguir com chances de classificação, não mostrou futebol suficiente para buscar uma virada, o que decretou o 1 a 1 no primeiro tempo.

Com apenas três minutos de segundo tempo, o Iquique conseguiu virar. Germán Delfino viu falta de Pedro Rocha e, na cobrança, Diego Torres venceu a barreira e o goleiro Marcelo Grohe. Um belo gol do time chileno. O Grêmio, já com Fernandinho na vaga de Jaílson, tentou ser mais agressivo e ficar com a bola no campo de defesa rival.

Renato tentou mudar o panorama do seu time com os ingressos de Arthur e, já nos minutos finais, Everton. Mas faltou inspiração ao Grêmio. A pressão até veio, mas o Iquique soube se fechar. Barrios e Fernandinho tiveram as melhores chances, mas faltou capricho no momento das conclusões.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Atlético Paraense perde para o ‘time do papa’ e se complica na Libertadores

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: AFP/arquivo) – O Atlético Paranaense tropeçou na Arena da Baixada, desperdiçou a chance de se classificar antecipadamente no Grupo 4 da Libertadores da América e pode se complicar após perder por 3 a 0 para o San Lorenzo, da Argentina, que após um inicio ruim se recuperou na competição. O Furacão, com sete pontos ganhos, mas vai perder a primeira posição após o outro jogo da rodada, além de ganhar a companhia do adversário, que agora soma os mesmos sete pontos.

O time visitante conseguiu abrir o placar aos 13 minutos da primeira, com Paulo Díaz aproveitando cruzamento para testar firme ao fundo do gol. Também de cabeça, aos 21 minutos do segundo tempo, Blandi ampliou. Ainda deu tempo para Botta fazer o terceiro.

Na próxima rodada, a última da fase de grupos, o Atlético Paranaense, que ainda se recupera da derrota no Atletiba e tem mais um jogo da decisão estadual diante do rival, enfrenta a Universidad Católica, no dia 17 de maio, em Santiago, no Chile. Já o San Lorenzo encara o Flamengo, no mesmo dia, no Nuevo Gasómetro.

O jogo – O jogo começou com forte marcação argentina e o Furacão não conseguindo impor o ritmo que costuma tentar impor na Arena. Aos quatro minutos, lançamento para Douglas Coutinho na área, mas a bola passou por cima do atacante. Os argentinos chegaram pela primeira vez aos 10 minutos, com Blandi, em liberdade, arriscando da entrada da área, por cima da meta, com perigo.

Pressão do San Lorenzo e, aos 13 minutos, em um belo toque de bola, Paulo Díaz recebeu na área e testou forte para o fundo das redes, abrindo o placar. O Rubro-Negro tentou responder aos 14 minutos, com Eduardo da Silva fazendo a jogada e servindo Douglas Coutinho, que novamente não alcançou. O time brasileiro se mostrava nervoso, assim como o técnico Paulo Autuori na lateral do gramado.

Os argentinos eram mais perigosos quando chegavam ao ataque, como aos 33 minutos, com Merlini batendo forte em direção ao gol, mas parando no desvio de Otávio. O Furacão teve uma grande chance, em cobrança de falta quase na linha da grande área, aos 36 minutos, mas Thiago Heleno bateu mal demais, na barreira. Lançamento para Nikão, aos 39 minutos, mas faltou alguns centímetros para o atacante pegar a bola.

Depois do intervalo, o Atlético voltou com Felipe Gedoz e Pablo para as saídas de Douglas Coutinho e Matheus Rosseto. Com maior posse de bola, o Furacão tentava apertar, mas do outro lado os visitantes recuaram, apenas esperando um erro para contra-atacar. Aos cinco minutos, Sidcley dominou com categoria na área e fuzilou na rede, pelo lado de fora.

O tempo passava e o time brasileiro nãoconseguia se aproximar da meta de Navarro. Aos 17 minutos, a bola sobrou para Eduardo da Silva dentro da área, mas o chute foi travado por Angeleri. Aos 21 minutos, Gedoz cobrou falta direto nas mãos de Navarro. Porém, na resposta, o banho de água fria. Blandi recebeu cruzamento na medida para cabecear e marcar o segundo.

Autuori apostou então na entrada de Grafite no lugar de Lucho. Aos 32 minutos, Gedoz cobrou falta e Thiago Heleno subiu para testar, nas mãos de Navarro. O Atlético não conseguia concluir em gol. Aos 39 minutos, já no desespero, Gedoz chutou de longe e isolou. A torcida atleticana gritava por Léo, André Lima e Walter, jogadores dispensados pelo clube. Já nos acréscimos, Botta fez o terceiro.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br