Stipe Miocic nocauteia ‘Cigano’ no primeiro round e mantém cinturão do UFC

Grande atração da noite deste sábado (13) no UFC 211, a luta entre os pesos-pesados Stipe Miocic e Junior ‘Cigano’ liderou com razão o estrelado card do evento programado para a cidade de Dallas (EUA). Em revanche da disputa realizada em dezembro de 2014, e que contou com o triunfo do brasileiro na ocasião, a vitória mudou de mãos, e de forma rápida.

Ao contrário dos cinco rounds de intensa trocação travados no primeiro duelo, o domínio territorial e precisão nos golpes em linha reta do americano ditaram os poucos minutos de ação deste reencontro. E, com nocaute-relâmpago, o americano descendente de croatas se vingou de seu último tropeço no MMA.

Partindo para cima, Miocic não deu chances do oponente se encontrar no octógono e o pressionando na grade não demorou para que um direto no queixo levasse o ex-campeão Cigano à lona, em momento que marca sua carreira de forma negativa.

Com este triunfo, o campeão anota cinco vitórias por nocaute em sequência na organização: Cigano, Alistair Overeem, Fabrício Werdum, Ben Rothwell e Mark Hunt.

Confira os resultados do UFC 211:

Stipe Miocic nocauteou Junior ‘Cigano’ no 1º round;

Demian Maia venceu Jorge Masvidal por decisão dividida;

Dave Branch venceu Krzysztof Jotko por decisão dividida;

Jason Knight nocauteou Chas Skelly no 3º round;

James Vick nocauteou Marco Polo Reyes no 1º round;

Enrique Barzola venceu Gabriel Benítez por decisão unânime;

Gadzhimurad Antigulov finalizou Joachim Christensen no 1º round.
Por Ag. Fight Ag. Fight

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Chapecoense é goleada e perde título da Recopa

Fonte: Gazeta Esportiva – Em partida carregada de emoção, pela tragédia ocorrida em 2016, a Chapecoense voltou à Colômbia e acabou derrotada por 4 a 1 pelo Atlético Nacional, nesta quarta-feira, na partida de volta da Recopa Sul-Americana. Com isso, os colombianos conquistaram mais um título continental. Os gols foram de Dayro Moreno, que fez dois, e Ibarguen, que também marcou duas vezes. Túlio de Melo descontou.

A derrota impediu a equipe brasileira de comemorar seu segundo título internacional. O primeiro foi justamente a Copa Sul-Americana de 2016, vencida após o Atlético Nacional ceder o troféu por conta do trágico acidente que matou 71 pessoas na Colômbia.

Agora, a Chapecoense, campeã catarinense, foca na disputa do Campeonato Brasileiro. A equipe de Vagner Mancini estreia no próximo sábado às 19 horas (de Brasília), diante do Corinthians, fora de casa, em Itaquera.

O jogo – Logo no primeiro lance, saiu o gol dos mandantes. Dayro Moreno recebeu e bateu. O goleiro Artur caiu atrasado e a bola entrou, deixando os colombianos em vantagem rapidamente.

Mesmo vencendo, o Atlético Nacional se manteve no campo de ataque, deixando os contra-ataques para a Chapecoense, que não conseguiu aproveitar nos primeiros momentos.

Aos poucos, a partida perdeu emoção, sem grandes oportunidades. Por conta da chuva, o gramado foi se tornando cada vez mais rápido, aumentando o número de erro de passes. Mesmo assim, chegou o segundo tento dos donos da casa.

Aos 30, em boa troca de passes perto da área, Ibarguen finalizou com categoria, no canto esquerdo, no alto, superando o arqueiro brasileiro e aumentando a vantagem aos colombianos.

Nos minutos finais da primeira etapa, a Chape até tentou manter a bola no campo de ataque, mas não criou o suficiente para assustar. Assim, os times foram para o vestiário com o placar de 2 a 0 para o Atlético Nacional.

No início do segundo tempo, os brasileiros quase marcaram. Em boa jogada pela esquerda, a bola sobrou limpa para Arthur. Sozinho, o atacante até tirou do goleiro Armani, mas Henríquez tirou em cima da linha, evitando o gol.

A Chape seguiu melhor, criando. João Pedro e Wellington Paulista também tentaram, mas pecaram nos arremates. Com isso, o tempo foi passando e os visitantes seguiram precisando do gol para tirar a vantagem. Para piorar, foi o Atlético que achou o caminho do gol.

Aos 21, Ibarguen fez ótima jogada pela esquerda e cruzou. Rodríguez ajeitou de cabeça e, também em cabeçada, Dayro Moreno fez seu segundo na partida, tirando de Artur Moraes com tranquilidade.

Os comandados de Mancini foram com tudo ao ataque, precisando de dois gols. Assim, deram espaço para os contra-ataques. Em um deles, aos 35, Ibarguen cortou para o meio, ainda escorregou na hora da finalização, mas fez o quarto gol, transformando a vitória em goleada: 4 a 0.

Dois minutos depois, o time de Chapecó ainda fez o gol de honra. Túlio de Melo recebeu sozinho na área, conseguiu girar e finalizou na saída de Armani, diminuindo o prejuízo da equipe brasileira.

Aos 42, para acabar com qualquer chance de reação, Andrei Girotto fez falta dura e acabou expulso, deixando a equipe da Arena Condá com dez. Depois disso, bastou aos colombianos administrarem o placar e conquistarem o título.
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Corinthians vence Universidad e se classifica na Libertadores

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/arquivo) – O Corinthians jogou como campeão paulista na noite desta quarta-feira, no estádio Nacional, em Santiago, no Chile, voltou a vencer a Universidad de Chile e avançou para a segunda fase da Copa Sul-Americana. Com grande atuação de Rodriguinho, autor de um dos gols, o Timão ainda marcou com Jadson e só viu o placar final ser 2 a 1 porque Paulo Roberto destoou ao levar lindo drible de Beausejour no gol de Mora. O primeiro jogo, em Itaquera, havia sido 2 a 0 para os paulistas.

O adversário da próxima fase ainda não está definido, já que a primeira jornada ainda terá jogos no final deste mês e precisa esperar a definição dos oito terceiros colocados da fase de grupos da Libertadores da América, que ganharão uma segunda oportunidade no torneio. O mais provável é que essa próxima disputa ocorra entre junho e julho.

Dessa forma, o Timão agora se foca no Campeonato Brasileiro, que se inicia no sábado, às 19h (de Brasília), no estádio de Itaquera, contra a equipe da Chapecoense. Do outro lado, os chilenos, que ocupam a segunda colocação no Chileno, têm um duelo importante na briga pelo título do Clausura, no domingo, contra o O’Higgins, fora de casa.

Cássio e Rodriguinho abrem vantagem para o Timão

O primeiro tempo da partida mostrou um jogo com duas equipes procurando trocar passes e criar jogadas de ataque, apesar da vantagem adquirida pelo Alvinegro dentro de casa. Depois de levar um susto com duas faltas perigosas para os donos da casa nos primeiros minutos, ambas batidas sem precisão pelo zagueiro Jara, o Alvinegro achou uma brecha para criar seus lances.

Em investida pela direita de Léo Príncipe, a bola rodou até achar Jadson, no mano a mano com o defensor. O camisa 10 esperou a passagem de Guilherme Arana pela esquerda, trouxe para o pé direito e bateu colocado, no canto direito. Johnny Herrera nem pulou e viu a bola bater na trave, assustando os 30 mil torcedores presentes ao Nacional.

O jogo poderia ter ficado mais fácil para os visitantes se o árbitro expulsasse Espinoza, que deu um carrinho forte em Guilherme Arana pouco depois de levar um amarelo. Como o juiz Daniel Fedorczuk poupou o meio-campista do vermelho, coube a Cássio segurar a cabeçada de Mora, aos 15, e um potente chute de Ontivero, aos 29 minutos, para manter o zero no placar.

Não contente com o bom desempenho debaixo das traves, o arqueiro ainda conseguiu uma participação ofensiva. Após cobrar falta no campo de defesa, Jô disputou com os zagueiros, não encostou na bola e ela ficou com Rodriguinho. O meia dominou com perfeição na intermediária, encarou a marcação de Rodríguez e Vilches, invadiu a área e bateu de esquerda, sem chances para Herrera.

Ataque resolve e segura força da torcida

A segunda etapa da partida começou com os anfitriões apostando na entrada do veterano Pizarro, ex-jogador da Inter de Milão, na tentativa de ter mais qualidade de passe para furar a defesa corintiana. Ao mesmo tempo, porém, a subida desenfreada dos laterais acabou abrindo ainda mais espaço para o ataque alvinegro, algo que tem sido fatal para os rivais do clube do Parque São Jorge.

Em escapada que surgiu por meio de toques no lado direito, Rodriguinho saiu com muito espaço para atacar. O meia, então, tabelou com Jô, ainda na entrada da área, e saiu cara a cara com Johnny Herrera. O armador demorou um pouco para chutar e foi travado por Vilches. A bola, então, sobrou para Jô, que, mesmo dentro da área, teve a calma para rolar de lado e dar o gol para Jadson.

O que poderia ser um golpe forte na reação chilena pareceu apenas dar mais combustível para a torcida local, que aumentou o volume da cantoria e não deixou o time se abater. Em forma de prêmio para os presentes, Beausejour deu um “rolinho” em cima de um desesperado Paulo Roberto, afobado na marcação, e cruzou na medida para Mora. O centroavante cabeceou e Cássio, desequilibrado, não conseguiu defender.

O gol chegou a animar os anfitriões, apostando sempre na boa participação de Beausejour pela esquerda. Um pouco cansado e bastante relaxado pela vantagem, o Timão deu mais espaços. Paulo Roberto pareceu nervoso pelo drible que levou no gol e deu ao menos mais duas chances claras para os rivais. Com Cássio e a boa organização dos outros defensores, porém, os comandados de Carille seguraram o rival. No fim, Jara e Reyes ainda foram expulsos, facilitando o triunfo.
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Cruzeiro perde nos pênaltis e está fora da Sul-Americana

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Geraldo Bubniak/arquivo) – Três dias depois de perder o Campeonato Mineiro para o maior rival, o Cruzeiro sofreu mais uma queda. A Raposa foi eliminada da Copa Sul-Americana para o Nacional do Paraguai, na noite desta quarta-feira, em confronto em Assunção, após perder por 3 a 2 nos pênaltis – 2 a 1 no tempo normal.

O Cruzeiro venceu o primeiro jogo, no Mineirão, há pouco mais de um mês, por 2 a 1. Mesmo com a vantagem na volta, a Raposa não conseguiu segurar o ataque do Nacional e perdeu no tempo normal pelo mesmo placar. Na disputa de pênaltis, o time celeste teve a chance de ficar duas vezes na frente, mas errou e viu a eliminação escapar com um cobrança displicente de seu camisa 10, Arrascaeta.

O Cruzeiro fez um jogo que parecia ser fácil se transformar em difícil. A equipe celeste abriu o placar no começo do primeiro tempo, mas perdeu forças e viu o Nacional ganhar espaço até o empate. Quando era melhor na etapa complementar, a Raposa levou mais um gol. Em quase nenhum momento do jogo o time celeste conseguiu aproveitar a superioridade técnica.

O grupo de Mano Menezes volta a campo no próximo domingo, no Mineirão, contra o São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro.

Primeiro tempo

O Cruzeiro começou melhor a partida. O técnico Mano Menezes mandou o que tinha de melhor para o campo. O atacante Rafael Sóbis precisou ficar de molho, com dores na coxa esquerda.

Não demorou muito para a Raposa abrir o marcador. Aos 11 minutos, em bola lançada na área, Thiago Neves aproveitou o vacilo da zaga adversária, que o deixou livre, para marcar seu quinto tento com a camisa celeste.

O gol, porém, deixou o Nacional em péssimas condições, tendo em vista que, no primeiro jogo, foi derrotado por 2 a 1. Com isso, a equipe da casa partiu para cima da Raposa.

Aos 16, Villagra aproveitou o erro infantil de Mayke para garantir o empate. Depois do gol, o Cruzeiro caiu de produção, não conseguindo mais avançar nas linhas e levar perigo ao time adversário.

O time de Mano Menezes encontrava grande dificuldade em trocar passes. O Nacional também não era um grande time tecnicamente. Isso transformou o jogo em um duelo fraco.

Segundo tempo

A etapa complementar mostrou que o Cruzeiro investiria mais nos contra-ataques, enquanto o Nacional, com a necessidade de pelo menos mais um gol, buscaria o resultado.

A equipe da casa, no entanto, tinha problemas para chegar ao ataque. O Cruzeiro, por sua vez, não conseguiu aproveitar a falta de técnica e a recomposição lenta dos adversários.

Aos poucos, o Cruzeiro foi ganhando campo para tentar mais gols. Isso, no entanto, fez com que o Nacional conseguisse seu segundo gol, aos 17 minutos, com um contra-ataque rápido e um vacilo da defesa azul. Em cruzamento na área, Adam Bareiro, de cabeça, colocou no canto.

Após o tento, o técnico Mano Menezes precisou investir em seu ataque e em ter velocidade no setor. Ele colocou Alisson no lugar de Thiago Neves, que não vivia uma noite inspirada. A nova situação criada pelo treinador celeste deu mais campo de ataque para a Raposa.

Ele não contava, no entanto, com a expulsão do zagueiro Léo, com o segundo cartão amarelo. Isso atrapalhou os planos de Mano Menezes, que precisou tirar seu atacante para colocar o zagueiro Dedé. Com este cenário do jogo, Menezes ainda perdeu um cobrador de pênaltis.

Pênaltis

Salgueiro abriu as cobranças. O atacante, no entanto, mandou longe. O atacante Alisson foi para a primeira batida do Cruzeiro, mandou no canto direito e perdeu. O goleiro Rojas bateu a segunda do Nacional e converteu, com chute a meia altura, no canto esquerdo. O volante Henrique foi para a bola e mandou quase no ângulo para confirmar o empate nas penalidades.

Miranda foi para a terceira, colocando no canto esquerdo do goleiro Rafael, com muita capacidade. O volante Hudson também converteu, no cantinho direito, sem chances para o arqueiro, que foi para o lado contrário. Rodriguez foi para a batida, mas mandou longe.

Quando a Raposa teve a oportunidade de ficar à frente, Fabrício mandou na trave. Dávalos foi para a última bola do Nacional e marcou. A responsabilidade caiu nas costas de Arrascaeta. Ele não conseguiu converter e o Cruzeiro foi eliminado da Copa Sul-Americana.
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Santos vence Paysandu e se classifica na Copa do Brasil

Fonte: Gazeta Esportiva com Só Notícias (foto: Gazeta Press/arquivo) – O Santos vê em Ricardo Oliveira sua grande fonte de gols desde 2015. O centroavante, porém, foi discreto e passou em branco na noite desta quarta-feira, no duelo contra o Paysandu. Coube aos outros atacantes da equipe brilharem e garantirem a vitória por 3 a 1, no estádio do Mangueirão, em Belém, no Pará, fazendo o Peixe avançar com facilidade para as quartas de final da Copa do Brasil. Bruno Henrique, com dois gols, e Vitor Bueno, com duas assistências, foram os grandes destaques. Na reta final, ainda sobrou tempo para Kayke, substituto do camisa 9, decretar o triunfo santista.

Com a classificação, o Santos agora vai ter um ‘descanso’ da Copa do Brasil. A equipe comandada por Dorival Júnior assistirá de camarote a definição dos outros confrontos das oitavas de final e só voltará a se preocupar com a competição no início de junho, quando acontece o sorteio das quartas.

Apesar disso, o Peixe segue uma maratona durante esta semana. Após o duelo contra o Papão em Belém, o alvinegro terá pela frente o Fluminense, no próximo domingo, às 11h (de Brasília), no Rio de Janeiro, na estreia do Campeonato Brasileiro. Três dias depois, os santistas viajam até La Paz, onde encaram o The Strongest, pela quinta rodada da fase de grupos da Libertadores.

O Paysandu, por sua vez, concentra suas forças na disputa do Brasileirão da Série B. A estreia do time bicolor acontece já neste sábado, às 21h (de Brasília), contra o Oeste. Depois, na próxima terça, o time de Belém faz a decisão da Copa Verde diante do Luverdense, no Mangueirão.

Peixe segura pressão e ‘mata’ o jogo
Jogando com a vantagem debaixo do braço, o Santos começou o primeiro tempo esperando o Paysandu. Podendo perder por até um gol de diferença, o Peixe não arriscou nos minutos iniciais e apenas esperava o momento certo para dar o ‘bote’.

O Papão, por sua vez, apostava na velocidade para chegar na defesa santista e tentar igualar o placar agregado do duelo. A primeira boa oportunidade surgiu aos 15 minutos, quando Diogo Oliveira entortou Lucas Veríssimo e bateu forte, obrigando Vanderlei a fazer bela defesa.

Dez minutos depois, foi a vez de Cleber ser entortado por Wesley. Mas após passar pelo defensor, o volante bicolor não conseguiu vencer o arqueiro do Peixe, que foi buscar no cantinho e salvou a equipe comandada por Dorival Júnior mais uma vez.

E aquela famosa frase “quem não faz, toma” deu o ar da graça no Mangueirão. Depois de desperdiçar as duas ótimas oportunidades, o Paysandu viu o Santos abrir o placar aos 26 minutos. Lucas Lima dominou a bola no meio de campo e fez lançamento primoroso para Vitor Bueno. O camisa 7 tocou de primeira para Bruno Henrique. Livre dentro da área, o atacante apenas empurrou para o fundo das redes e ampliou a vantagem do alvinegro.

Com o tento santista, o Papão deu uma ‘murchada’ no jogo, afinal, a equipe de Belém agora precisava de quatro gols para avançar. Com isso, o Peixe controlou os últimos minutos da primeira etapa com facilidade.

Papão assusta, mas Bruno Henrique ‘fecha o caixão’
Precisando de um ‘milagre’ para avançar, o Paysandu voltou de forma arrasadora após o intervalo. Logo aos 3 minutos, Rodrigo Andrade avançou com tranquilidade pelo lado direito e cruzou para Diogo Oliveira pegar de primeira e deixar tudo igual no Mangueirão.

O gol logo no início deixou o duelo aberto em Belém. Ainda necessitante de mais três tentos para ficar com a vaga na quartas de final, o Papão seguiu em cima do Santos. Por conta disso, a equipe comandada por Marcelo Chamusca deixava a defesa aberta para o Peixe chegar nos contra-ataques.

E foi justamente em uma jogada de velocidade que o alvinegro matou de vez o confronto. Aos 15 minutos, a dupla Vitor Bueno e Bruno Henrique funcionou mais uma vez. O camisa 7 driblou Hayner com facilidade no lado esquerdo e rolou para o atacante, que teve tempo de dominar e escolher o canto para colocar a equipe santista novamente em vantagem.

Com a classificação praticamente definida, já que o Paysandu precisaria fazer quatro gols para avançar, o técnico Dorival Júnior pensou na maratona de jogos e sacou Ricardo Oliveira, Renato e Bruno Henrique do time. Kayke, Leandro Donizete e Thiago Ribeiro entraram na reta final do confronto.

O Papão, por sua vez, viu que não conseguiria mais operar o ‘milagre’ e diminuiu completamente o ritmo. Tanto que ainda sobrou tempo para o Santos ampliar o marcador. Aos 33 minutos, Jean Mota deu lindo cruzamento da esquerda para Kayke. O atacante chutou de primeira para fazer 3 a 1 e definir de vez a classificação santista.

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Flamengo empata com Atlético na estréia pela Copa do Brasil

Fonte: Gazeta Esportiva – Flamengo e Atlético-GO empataram por 0 a 0, em partida disputada na noite desta quarta-feira, no Maracanã, na estreia das duas equipes na Copa do Brasil, nas oitavas de final do torneio.

O campeão carioca atuou com uma equipe mista e encontrou muita dificuldade para superar o time goiano, que veio armado com um eficiente esquema defensivo.

O Rubro-Negro ficou mais tempo com a bola, mas não mostrou inspiração para quebrar a marcação adversária. Agora, os dois times voltam a se enfrentar no dia 24, no Serra Dourada, e o Flamengo vai precisar de um empate com gols, ou vitória, para se classificar às quartas.

O jogo –  A partida começou em ritmo lento, com as duas equipes alternando a posse de bola, sem criar situações de perigo. Aos 12, o Flamengo chegou na área em investida do lateral Rodinei, mas a defesa do Dragão conseguiu bloquear.

O time dirigido por Zé Ricardo ficava mais tempo com a bola, mas encontrava dificuldades para penetrar na defesa adversária, enquanto a equipe de Goiás se preocupava apenas em tentar barrar as tentativas da equipe carioca.

Aos 16, a torcida vibrou quando Lucas Paqueta acertou uma bela bicicleta, defendida por Kléver, mas o árbitro invalidou a jogada, anotando posição de impedimento do jovem das categorias de base do Fla.

Os visitantes chutaram pela primeira vez aos 20, com Ricardo Silva, mas a bola passou muito longe da trave defendida por Alex Muralha. Dois minutos depois, o Flamengo respondeu. Após cruzamento na área, Leandro Damião escorou de peito, e Matheus Sávio bateu para fora, com perigo para o gol do time visitante.

Logo na sequência, Gabriel quase marcou ao concluir, por cima do travessão, um rebote concedido pela zaga, após chute forte de Matheus Sávio.

O Flamengo seguia dominando e quase marcou o primeiro gol aos 29. O zagueiro Rafael Vaz lançou da intermediária e Leandro Damião cabeceou. O goleiro Kléver saiu mal, mas, para sua sorte, a bola passou perto da trave esquerda. O time rubro-negro dominava e aos 33 minutos Kléver fez boa defesa em chute de Matheus Sávio.

Aos 44 minutos, Renê cruzou e, de costas para o gol, Matheus Sávio, girou e chutou forte para mais uma grande defesa do arqueiro do Atlético-GO, mantendo o 0 a 0 no placar.

O Flamengo voltou para o segundo tempo com o lateral Pará no lugar de Gabriel. O Atlético-GO voltou mais agressivo, mas foi o time carioca que criou a primeira grande jogada de perigo, aos 8. Após lançamento de Rafael Vaz, Matheus Sávio desviou e Rodinei acertou a trave.

A torcida vibrou muito quando o meia Ederson foi chamado para entrar no lugar de Matheus Sávio. O jogador ficou dez meses afastado se recuperando de uma grave lesão, sofrida em julho de 2016, em duelo contra o Corinthians.

O time goiano respirou um pouco e, aos 25 minutos, conseguiu uma sequência de escanteios, mas não conseguiu levar perigo ao gol defendido por Muralha. Aos 30, Zé Ricardo atendeu aos pedidos da torcida e colocou Felipe Vizeu no lugar de Leandro Damião.

A substituição não surtiu efeito e, aos 40, o Atlético-GO teve a sua melhor chance, quando Cuéllar cortou errado e a bola sobrou para Walterson, que isolou quando tinha tudo para tirar o zero do placar, o que não aconteceu até o fim do jogo.

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Vídeo – Atlético luta e vence no Calderón, mas Real avança à final da Champions

 Classificação e jogos

O Atlético de Madri lutou, incendiou a torcida no Vicente Calderón e assustou o Real Madrid com dois gols logo no início, mas não foi suficiente para reverter a desvantagem de 3 a 0 sofrida no jogo de ida. Mesmo perdendo por 2 a 1 nesta quarta-feira (10), a equipe de Cristiano Ronaldo e companhia se garantiu na final da Liga dos Campeões pela terceira vez em quatro anos.

Saúl e Griezmann marcaram nos primeiros 15 minutos e deram esperança aos torcedores, mas Isco, após jogada brilhante de Benzema, descontou para o Real no fim do primeiro tempo. A missão do Atlético ficou então quase impossível, precisando de mais três gols para avançar.

O adversário do Real Madrid na decisão será a Juventus, em Cardiff, no País de Gales, em 3 de junho. O time espanhol buscará seu 12º título, enquanto os italianos tentarão levantar a taça pela terceira vez.
Saúl abre o placar para o Atlético

https://youtu.be/jr7gQBL78JA
O Real Madrid foi o primeiro time a ter chance de gol na partida, logo aos 6 minutos, em cabeçada de Casemiro defendida por Oblak no canto esquerdo baixo da meta. Depois disso, os mandantes reagiram e imprimiram ritmo forte de jogo na metade inicial. Aos 12, Saúl venceu disputa pelo alto com Cristiano Ronaldo, após cruzamento de Koke em escanteio, e testou forte para abrir a contagem no Vicente Calderón.
Griezmann amplia em pênalti irregular

Com 1 a 0 no placar, Torres recebeu bola na área, girou para cima de Varane e foi derrubado pelo zagueiro. Pênalti. Griezmann, que na decisão da temporada passada desperdiçou cobrança justamente contra o Real, assumiu a responsabilidade. Bateu muito mal, mas a bola entrou. O atacante escorregou no momento da cobrança, acabou chutando contra o próprio pé de apoio – o que invalidaria o lance se o árbitro tivesse visto – e Navas até encostou na bola, mas não teve força para espalmá-la para fora.
Em lance mágico, Benzema resgata o Real

https://youtu.be/wNhh6V25Vnk

Dominando totalmente a posse de bola, mas encontrando dificuldades para superar a barreira defensiva de 11 homens do Atlético, o Real Madrid enfim conseguiu seu gol graças a um momento de brilhantismo de Benzema. Com dribles curtos, o francês se livrou de três adversários na ponta esquerda e cruzou rasteiro para Kroos, que bateu forte, de primeira. Após grande defesa de Oblak, Isco aproveitou o rebote para balançar a rede.
Após três jogos de brilho, CR7 é discreto

Com oito gols nos últimos três jogos do Real na Liga dos Campeões (cinco nas duas partidas contra o Bayern nas quartas, e três no jogo de ida contra o Atlético na semi), Cristiano Ronaldo desta vez foi discreto. O português, cada vez um definidor puro no ataque do Real, até teve chances de gol, como em um cruzamento de Marcelo desviado por ele para fora. Mas não conseguiu marcar e alcançar os 11 gols de Lionel Messi, que por enquanto ainda é o artilheiro da atual Liga dos Campeões.
Keylor Navas garante sossego do Real

https://youtu.be/wNhh6V25Vnk
Mesmo precisando de mais três gols no segundo tempo para se classificar, o Atlético não chegou a pressionar o Real Madrid, que teve controle do jogo na maior parte do tempo. Mas quando o time da casa conseguiu finalizar, Keylor Navas apareceu. Se não foi tão bem no lance do gol de pênalti de Griezmann, o goleiro costa-riquenho fez intervenções importantes depois, especialmente em uma defesa dupla em um chute de Carrasco seguido de uma cabeçada de Gameiro à queima-roupa.
Calderón se despede da Champions
Pierre-Philippe Marcou/AFP

Com vitória e eliminação, o Vicente Calderón se despediu da Liga dos Campeões e do clássico de Madri nesta quarta. A partir da próxima temporada, o Atlético mandará seus jogos no Estádio Olímpico de Madri, que foi reformado pelo clube. O Calderón, por sua vez, será demolido e dará lugar a um parque com o nome do Atlético.
FICHA TÉCNICA

Atlético de Madri 2 x 1 Real Madrid

Local: Estádio Vicente Calderón, Madri (Espanha)
Data: 10/05/2017
Horário: 15h45 (de Brasília)
Árbitro: Cuneyt Cakir (Turquia)

Gols: Saúl, aos 12, Griezmann, aos 16, e Isco, aos 42 minutos do 1º tempo
Cartões amarelos: Savic, Godín, Gabi e Correa (Atlético de Madri); Danilo e Sergio Ramos (Real Madrid)

Atlético de Madri: Oblak; Giménez (Partey), Savic, Godín e Filipe Luís; Carrasco, Gabi, Saúl e Koke (Correa); Griezmann e Fernando Torres (Gameiro). Técnico: Diego Simeone

Real Madrid: Navas; Danilo, Varane, Sergio Ramos e Marcelo; Modric, Casemiro (Lucas Vázquez) e Kroos; Isco (Morata); Cristiano Ronaldo e Benzema (Asensio). Técnico: Zinedine Zidane
Por UOL
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Rodada desta terça tem jogão que vale vaga na final da Champions

Juventus e Monaco se enfrentam pelo jogo de volta da semifinal da Liga dos Campeões da Europa

Um jogão vai agitar a rodada do futebol nesta terça-feira (9). Juventus e Monaco se enfrentam na Itália, em partida que vale vaga na final da Liga dos Campeões da Europa. No jogo de ida, o time italiano venceu o duelo por 2 a 0 e está com um pé na decisão.

Pela Sul-Americana, a Ponte Preta entra em campo para enfrentar o Gimnasia La Plata, da Argentina.

Confira os principais jogos desta terça:

Liga dos Campeões da Europa

Juventus x Monaco – 15h45

Copa Sul-Americana

Sport Huancayon x Nacional Potosí – 19h15

Gimnasia La Plata x Ponte Preta -21h45

Sportivo Luqueño x Deportivo Cali – 21h45

Fonte: ORMNews.
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Bérgson marca dois, Papão vence Re-Pa e é bicampeão

Título foi confirmado com gol aos 45 minutos do segundo tempo. Assista aos melhores momentos aqui!
Foto: Carlos Fellip / Portal ORM – O Paysandu conquistou o bicampeonato paraense neste domingo (7), no Mangueirão. O Papão venceu por 2 a 1 o Clube do Remo. Bérgson abriu o placar para a equipe bicolor, ainda no primeiro tempo. Na etapa final, Fininho empatou para o Leão, mas Bérgson voltou a recolocar o Papão em vantagem e fechou a conta.

Confira os melhores momentos da partida:

Primeiro tempo

O primeiro lança de perigo aconteceu aos 13 minutos.Edgar fez jogada individual pela esquerda, ganhou de Ayrton na velocidade e cruzou da linha de fundo. Perema fez o corte, mas a bola passou tirando tinta do travessão bicolor

Aos 20, foi a vez do Paysandu assustar o time remista. Durante cobrança de escanteio, Diogo Oliveira mandou a bola no centro da área e a defesa azulina cortou. Na sobra, Hayner tentou encobrir o goleiro André Luís, e a bola bateu na rede pelo lado de fora,

O Papão teve nova chance de gol aos 27. Em bola alçada na área do Remo, Bergson raspou de cabeça para a pequena área e Alfredo cabeceou para o gol, mas André Luís fez grande defesa

A partida daí, as subidas bicolores começaram a ser mais perigosas. Até que aos 30, o Paysandu consegui chegar a meta azulina. Em contra-ataque fulminante, Diogo Oliveira lançou Bérgson dentro da área, que bateu cruzado e André Luís não alcançou! 1 a 0 Papão.

O Remo tentou a resposta aos 36. Em bola alçada da área do Paysandu, Gabriel Lima desviou para o segundo pau e Edgar apareceu para o cabeceio, mas mandou por cima do gol!

Segundo tempo

A segunda etapa começou com o Paysandu no ataque. Alfredo recebeu na área, Henrique errou na marcação e o jogador bicolor finalizou, mas goleiro do Leão fez grande defesa. Aos 10, em cobrança de falta, Ayrton bateu colocado, no alto, mas André Luís espalmou pra fora.

Após as subidas bicolores, o time azulino se jogou mais ao ataque. A primeira tentativa aconteceu aos 14, em cobrança de falta de Fininho. Ele cobrou com veneno, a bola tocou no travessão e saiu pela linha de fundo. A segunda foi aos 15, em jogada de João Victor que recebeu na área e enfiou no segundo pau para Fininho, que só empurrou para dentro do gol! Tudo igual no Mangueirão!

O Paysandu voltou a criar jogadas perigosas ao 28. Em bola é alçada na área do Remo, André Luís saiu muito mal do gol e a bola sobrou para Diogo Oliveira, que batee fraco para o gol e Zé Antônio tirou a bola na pequena área. Aos 45, Bérgson marcou o gol do bicampeonato do Papão. O atacante bicolor recebeu na entrada da área do Remo e chutou com categoria no canto esquerdo,  André Luís não alcançou e o Paysandu garantiu o titúlo.
Ficha técnica (Paysandu 2 x 1 Remo)

Paysandu: Emerson, Ayrton, Perema, Gilvan, Hayner, Wesley, Rodrigo Andrade, Diogo Oliveira (Daniel Sobralense), Leandro Carvalho (Augusto Recife), Bérgson, Alfredo (Leandro Cearense). Técnico: Marcelo Chamusca

Remo: André Luís, Léo Rosa (Rodrigo Miranda), Henrique, Igor João, Tsunami, Zé Antônio, Marquinho (Fininho), Jayme, Gabriel Lima, Edgar, João Victor (Val Barreto). Técnico: Josué Teixeira

Gols: Bérgson 30’/1ºT e 45’/2ºT (Paysandu); Fininho 15’/2ºT (Remo)

Cartões amarelos:  Perema e Bérgson (Paysandu); Edgar (Remo)

Local: Mangueirão (Belém/PA)

Hora: 16h30

Árbitro: Vágner Reway (Fifa/PR)

Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis (Fifa/SP) e Neuza Inês Back (Fifa/SC)
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Chapecoense perde clássico para o Avaí, mas conquista o título catarinense

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Guilherme Hahn/AGIF) – A Chapecoense perdeu na Arena Condá neste domingo, mas conquistou o título catarinense neste momento de reconstrução de sua história. Depois de ter vencido o Avaí fora de casa por 1 a 0 no primeiro jogo, a Chape travou um difícil embate como mandante nesta decisão. O Leão venceu o jogo de volta por 1 a 0, com gol do lateral Leandro Silva, mas não aumentou a diferença e perdeu o título para a Alviverde, que festejou o hexacampeonato catarinense.

O Estadual foi o primeiro título da Chapecoense desde a tragédia do ano passado, em que a equipe de Chapecó perdeu seus jogadores, comissão técnica e funcionários do clube num acidente de avião. Coroada campeã da Sul-Americana após o episódio, a Chape teve que se reerguer neste ano e conseguiu montar um elenco vitorioso, que trouxe o sexto troféu do Estadual para a história do clube.

O jogo foi bastante apertado. Durante o primeiro tempo, a Chape conseguiu impor seu ritmo e chegou mais vezes ao gol do que os visitantes, porém, o lateral do Avaí Leandro Silva soube aproveitar uma boa oportunidade e abriu o placar com o único gol da partida.

O jogo – O início da partida estava bem equilibrado, e foi somente aos 17 minutos de jogo que a primeira oportunidade de gol apareceu. A equipe da Chape avançou num contra-ataque e criou uma boa chance de marcar com o volante Luiz Antonio. O meio-campista furou a zaga do Avaí e arriscou do começo da pequena área adversária, mas o goleiro Kozlinski conseguiu salvar e evitar que a Alviverde abrisse o placar.

Por muito pouco, mais uma vez, a Chapecoense quase fez o primeiro aos 24 minutos, quando Reinaldo cobrou lateral para dentro da área e Wellington Paulista cabeceou com força. O arqueiro do Avaí estava bem atento ao lance e salvou novamente. No rebote, Arthur Caike tentou assinalar, mas errou a mira e chutou para fora.

Diferentemente da Chape, o Avaí praticamente não criou oportunidades nesta primeira metade da etapa, mas aproveitou uma ótima chance aos 27 minutos. O lateral Leandro Silva saiu da defesa para tabelar com o atacante Romulo e, de longe, mandou forte para o gol chapecoense. O goleiro Artur Moraes não conseguiu defender e deixou o Leão abrir o placar.

Apesar do gol sofrido, os donos da casa fizeram um bom primeiro tempo e chutaram ao gol seis vezes, contra duas investidas do Avaí. Porém, na volta do intervalo, a Chape diminuiu seu ritmo de jogo e deu espaço para a equipe adversária infiltrar, chegando a exigir boas defesas do goleiro Artur Moraes.

Pressionada, a Alviverde voltou a criar somente aos 39 minutos da última etapa, quando o lateral João Pedro arrancou na área adversária e chutou a bola na trave. Na sequência, o atacante Rossi tentou ajeitar, mas chutou para fora, sem goleiro.

A temperatura esquentou nos minutos finais da partida e o árbitro teve que levantar o cartão vermelho para um jogador no banco de reservas. Nenén reclamou de uma falta sofrida por Reinaldo, pedindo cartão ao jogador do Avaí e foi expulso da partida.

O juiz deu cinco minutos de acréscimo, mas o Leão não conseguiu ampliar a diferença no placar e o título ficou com a Alviverde, que conquistou seu hexacampeonato catarinense na Arena Condá.
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