Chapecoense marca no fim, vence fora de casa e segue viva na Libertadores

A Chapecoense segue viva no grupo 7 da Libertadores. A equipe foi à Argentina nesta quarta-feira e venceu o Lanús por 2 a 1, mantendo vivas as chances de classificação. Os gols foram de Wellington Paulista e Luiz Otávio. Sand fez para os argentinos.

Com o resultado, a equipe de Vagner Mancini foi a sete pontos, dependendo apenas de si para avançar às oitavas. O Lanús, também com sete, está na briga por um lugar na próxima fase.

Na última rodada da chave, a Chapecoense recebe o Zulia-VEN, na próxima terça-feira, às 19h30 (de Brasília). No mesmo horário, o Lanús vai ao Uruguai encarar o Nacional, em confronto direto pela liderança da chave.

Logo aos 2 minutos, os argentinos assustaram em cabeçada de Aguirre, defendida por Jandrei. Mesmo com o momento inicial a favor dos mandantes, a Chape não se assustou e conseguiu manter os rivais distantes, sem pressionarem.

Nova chance do Lanús surgiu apenas aos 19, quando Sand recebeu na área, mas finalizou para fora. Quatro minutos depois, na primeira chance clara, os brasileiros abriram o placar. Arthur cruzou na medida para Wellington Paulista, que de cabeça estufou as redes: 1 a 0.

Na parte final da primeira etapa, cada equipe criou chance de marcar uma vez. Luiz Antônio salvou a Chape, tirando finalização de Sand. Pelo lado dos catarinenses, Wellington Paulista quase fez seu segundo. Como a rede não balançou, os times foram aos vestiários com o placar mínimo a favor dos visitantes.

O segundo tempo começou movimentado, com os dois times tentando atacar. Aos 6, os argentinos quase empataram em lance de sorte. Grolli acertou Reinaldo e a bola quase encobriu Jandrei, que conseguiu fazer a defesa.

Precisando do gol, os donos da casa foram pressionando e deixando a Chape cada vez mais recuada. Tentando sair, a equipe de Mancini arriscou com Reinaldo, aos 19, em chute de fora da área.

Já com o jogo entrando nos minutos finais, o Lanús voltou a ter boas chances. Aos 30, Sand saiu na cara de Jandrei, mas o arqueiro fez bela defesa. Aos 33, na pressão dos argentinos, Wellington Paulista tocou com a mão na bola, dentro da área, fazendo o pênalti. Na cobrança, Sand empatou.

Porém, quando parecia que o empate não sairia do marcador, os brasileiros chegaram ao gol. Aos 43, Reinaldo cobrou lateral direto para a área, e o zagueiro Luiz Otávio acertou a cabeçada: 2 a 1, placar que se manteve até o fim.

Fonte: Só NOTÍCIAS.
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Flamengo perde para San Lorenzo e está fora da Libertadores

O sonho de voltar a conquistar a Libertadores acabou para o Flamengo. A equipe rubro-negra foi eliminada da competição ao ser derrotada pelo San Lorenzo, de virada, por 2 a 1, em partida disputada na noite desta quarta-feira, no estádio Nueno Gasometro, em Buenos Aires.

O time carioca encerrou a fase de grupos na terceira posição com nove pontos ganhos, sendo superado pelo próprio San Lorenzo e pelo Atlético-PR, que ficaram com as duas vagas do Grupo 4. O Flamengo saiu na frente com Rodinei, mas a equipe do Papa Francisco virou o marcador com gols de Angeleri e Belluschi.

O resultado acabou fazendo justiça ao melhor desempenho do San Lorenzo, que partiu para buscar a vitória desde os primeiros minutos. O Flamengo conseguiu sair na frente, mas recuou para defender o resultado e acabou sofrendo grande pressão durante todo o segundo tempo. Os argentino não desistiram e acabaram sendo premiados pelo esforço.

O jogo –  Os dois times começaram a partida com formações ofensivas. E, logo aos três minutos, o Flamengo levou o primeiro susto. Após cruzamento de Ortigoza, Márcio Araújo tentou desviar para escanteio e assustou o goleiro Alex Muralha, pois a bola passou perto da trave do goleiro da equipe carioca.

A resposta rubro-negra aconteceu aos seis minutos, quando Everton cruzou, Guerrero ajeitou de cabeça, mas ninguém chegou para concluir.

Aos dez minutos, em falta cobrada na entrada da área, Botta bateu e a bola passou bem perto da trave rubro-negra. O time argentino tentava empurrar o Flamengo para trás, mas o time carioca se defendia bem da pressão.

E o time brasileiro acabou marcando o primeiro gol, aos 14 minutos, com Rodinei. Após cobrança de escanteio, a zaga portenha rebateu mal e Rodinei bateu, de primeira, colocando a bola no canto direito de Navarro. Foi o terceiro gol seguido marcado pelo lateral direito.

Em desvantagem, o San Lorenzo partiu para o ataque, mas encontrava dificuldade para superar a marcação da equipe brasileira e acabava trocando passes sem objetividade.

Aos 28 minutos, o Flamengo chegou novamente. Rodinei cruzou para Guerrero, que dominou e chutou forte. O goleiro Navarro fez a defesa em dois tempos. A resposta argentina veio em lançamento longo para Ramiro, mas Muralha saiu bem e ficou com a bola, acabando com o perigo.

O Flamengo recuou demais e fazia muitas faltas, provocando seguidos cruzamentos na área defendida por Muralha, mas o time argentino não conseguia aproveitar as jogadas de bola parada. Aos 39 minutos, o arqueiro brasileiro saiu muito mal em cruzamento de Belluschi, mas nenhum atacante alcançou a bola e desperdiçou a chance.

Logo no primeiro minuto do segundo tempo, os argentinos pediram a marcação de pênalti, depois que Belluschi caiu na área após choque com Willian Arão, mas o árbitro nada marcou.

Aos cinco minutos, Berrio fez boa jogada pela direita, entrou na área e, quando o goleiro Navarro saiu do gol, tocou para o meio, mas Guerrero chegou atrasado. O San Lorenzo ficava muito tempo com a bola, mas abusava dos cruzamentos, que eram facilmente neutralizados pela zaga rubro-negra.

Para reforçar o sistema defensivo, Zé Ricardo trocou o atacante Berrio pelo volante Romulo. Aos 19 minutos, Márcio Araújo cometeu um erro grotesco e deixou a bola com Mussis, mas Rodinei conseguiu bloquear a conclusão do meia do San Lorenzo. O Flamengo pouco se arriscava no ataque, mas, aos 23 minutos, Everton tentou, de fora da área, e obrigou Navarro a uma defesa difícil.

Aos 29 minutos, o San Lorenzo empatou. Após cruzamento na área, Matheus Sávio afastou com defeito e Barrios tocou para o zagueiro Angeleri mandar para as redes, deixando tudo igual no placar.

O San Lorenzo partiu para buscar o segundo gol que lhe garantiria a classificação, enquanto o Flamengo recuou para segurar o empate. O time argentino marcando o segundo, o da classificação, aos 46 minutos, através de Belluschi, depois de confusão na área.
Fonte: Só Notícias.
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Luverdense arranca empate do Paysandu e conquista a Copa Verde

O LEC conseguiu o empate em 1 a 1 com o Papão e levantou a taça – (Foto: Carlos Fellip/Portal ORM)- O sonho do bicampeonato poderia ter se tornado realidade nesta terça-feira (16). No Mangueirão, o Paysandu precisava de uma vitória por 2 gols de diferença para ser campeão da Copa Verde, mas não conseguiu ir além de um empate em 1 a 1 com o Luverdense. O Papão saiu na frente com Leandro Carvalho, mas o LEC empatou com Rafael.

Confira o lance a lance da partida

Primeiro tempo

O Paysandu começou o jogo pressionando,foi para cima do Luverdense nos minutos iniciais e teve duas boas chances: em cobranças de falta de na área do adversário. O maior volume de jogo do Papão foi traduzido na inauguração do placar. Aos 3 minutos, Diogo Oliveira chutou cruzado na área, a defesa do LEC cortou mal e Leandro Carvalho pegou de primeira, na entrada da área, e mandou uma bomba no canto direito do gol.

O Luverdense chegava timidamente ao ataque. Jogava acuado na defesa, esperando oportunidades de contra-ataque. O Bicola se aproveitou do começou de jogo apático do adversário e foi pra cima.

Em uma dessas subidas aconteceu aos 11, Leandro Carvalho apareceu bem pelo meio e chutou da entrada da área. A bola passou perto, mas foi para fora. Outra chegada de perigo bicolor foi com Ayrton aos 29, o lateral se livrou da marcação e disparou em velocidade pela direita. Ele cruzou na área, mas a bola passou por Bergson e sai pela linha de fundo.

O time mato-grossense acordou aos 33. Macena fez boa jogada pela esquerda, chegou à linha de fundo e cruzou rasteiro. Douglas Baggio pegou de primeira, na meia lua, mas mandou para fora! Melhor chance do LEC até agora na partida.

Aos 34, em contra-ataque fulminante, Rafael Silva recebeu pela esquerda e chutou forte para o gol, mas goleiro do Paysandu conseguiu fazer a defesa. No minuto seguinte, O Luverdense começou a trocar passes com facilidade na defesa bicolor. A bola chegou até Ricardo, que arriscou de longe, mas mandou para fora.

Segundo tempo

No início da segunda etapa, Alfredo disparou em velocidade pela esquerda, entrou na área e chutou cruzado, mas o goleiro Diogo Silva segurou a bola. A resposta do Luverdense veio aos 9, Marcos Aurélio bateu com muita força, no canto, e a bola explodiu na trave direita. Ela ainda voltou para a área, mas Erik não conseguiu dominar e desperdiçou chance do empate.

Aos 12, o Paysandu trocou passes no campo de ataque até que Ayrton foi lançado dentro da área. Meio sem ângulo, ele tentou bater no canto, mas a bola acabou saindo pela linha de fundo. O lateral participou de mais uma jogada perigosa, ele cobrou falta pela direita, Wesley desviou no primeiro pau, mas Will e Diogo Oliveira não alcançaram na segunda trave, e a bola sal.

O empate do Luverdense aconteceu aos 33. Em cobrança de falta, Erik arriscou o chute de longe, a bola bateu em Fumaça, ele tentou o arremate para o gol, mas Marcão derrubou Rodrigo Fumaça na área e árbitro apontou para a marca do cal. Rafael Silva foi par a acobrança e bateu colocado, na direita, o goleiro do Bicola acertou o lado, mas não alcançao. Tudo Igual no Mangueirão.

Após o gol do adversário, o Papão se jogou todo no ataque e começou uma pressão. O time Alviceleste chegou ao ataque com Sobralense e Leandro Carvalho. O Luverdense se fechou na defesa e Paysandu tentou furar bloqueio. A última tentativa de ataque de Paysandu foi na bola parada. Em bola alçada na área, Diogo Silva não conseguiu a defesa e Gilvan desviou para fora.
Ficha técnica: Paysandu 1 x 1 Luverdense

Paysandu: Emerson (Marcão), Ayrton, Perema, Gilvan, Wilian Simões (Daniel Sobralense), Wesley, Rodrigo Andrade, Diogo Oliveira, Leandro Carvalho, Bérgson (Will), Alfredo

Luverdense: Diogo Silva, Aderlan, Pierre, Dalton (Neguete), Paulinho, Ricardo, Erik, Marcos Aurélio (Alaor Júnior), Rafael, Douglas Baggio, Macena (Rodrigo Fumaça)

Gols: Leandro Carvalho 03’/1°T (Paysandu); Rafael 33’/2°T (Luverdense)

Cartões amarelos: Diogo Oliveira, Daniel Sobralense e Leandro Carvalho (Paysanduy); Diogo Silva, Ricardo, Erick e Rodrigo Fumaça (Luverdense)

Data: 16 de maio de 2017, terça-feira

Horário: 20 horas

Local: Mangueirão (Belém-Pa)

Árbitro: Rodrigo Batista Raposo (DF)

Auxiliares: Daniel Henrique da Silva Andrade (DF) e Ciro Chaban Junqueira (DF)

Renda: R$ 668.225,00

Pagantes: 26.653

Não pagantes: 1.900

Total: 28.553
Por: Redação Portal ORM
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Coritiba atropela o Atlético-GO e mantém média de gols na 1ª rodada do Brasileiro alta

Por ESPN.com.br – Coritiba e Atlético-GO encerraram a primeira rodada do Campeonato Brasileiro com uma chuva de gols, em Curitiba. Melhor para os donos da casa, que triunfaram por 4 a 1, no estádio Couto Pereira, na noite desta segunda-feira.

Assim, a alta média de tentos do nacional na abertura foi mantida.

Os cinco tentos do duelo fizeram a média ficar em 3,3 gols por jogo (foram 33 gols em 10 partidas), atrás apenas do torneio de 2007, que registrou 3,9 gols na rodada inicial.

O resultado deixou o Coritiba provisoramente na quarta colocação, com três pontos, pelo saldo de gols. Bahia, Palmeiras e Ponte Preta têm saldo melhor que os coxa-brancas.

Já o Atlético-GO, último campeão da Série B e de volta à elite do país após quatro anos, é por enquanto o 17º colocado, sem pontos e também pelo saldo.

Veja a média de gols das primeiras rodadas do Brasileirão na era dos pontos corridos:

2003 – 2,9
2004 – 2,4
2005 – 2,5
2006 – 1,8
2007 – 3,9
2008 – 2,6
2009 – 2,5
2010 – 2,7
2011 – 2,4
2012 – 2,0
2013 – 2,6
2014 – 1,6
2015 – 2,8
2016 – 1,4
2017 – 3,3

Coritiba tranquilo

Os donos da casa tiveram facilidade para se impor desde os minutos iniciais frente ao adversário goiano. Mas o primeiro gol custou a sair.

Foi apenas aos 31 minutos do primeiro tempo, quando o atacante Henrique recebeu a bola dentro da área e bateu entre as pernas do goleiro Kléver.

Quatro minutos depois foi marcado o segundo. De fora da área, o meia Neto Berola arriscou o chute, a bola quicou no gramado, enganou o goleiro e entrou no canto direito.

Virou goleada

O segundo tempo enganou os torcedores do Atlético-GO. Aos 16, Walter, acima do peso, diminuiu o placar. Ele aproveitou um cruzamento de Bruno Pacheco e, de primeira, fez.

A resposta do Coritiba foi muito rápida. Aos 21 e aos 25 fez mais dois gols, ambos com Tomas Bastos. No primeiro, ele cobrou falta por cima da barreira. A bola bateu no travessão e entrou. No segundo, ele cobrou falta direto para o gol e a bola entra no canto esquerdo.

Próximos jogos

No sábado, o Coritiba vai visitar o Santos, na Vila Belmiro, pela segunda rodada do Brasileiro. No mesmo dia, o Atlético-GO receberá o Flamengo, no Serra Dourada.

FICHA TÉCNICA

CORITIBA 4 X 1 ATLÉTICO-GO

Local: Estádio Major Antônio Couto Pereira, em Curitiba (PR)
Data: 15 de maio de 2017, segunda-feira
Horário: 20 horas (de Brasília)
Árbitro: Luiz César de Oliveira Magalhães (CE)
Assistentes: Nailton Junior de Sousa Oliveira (CE) e Marcione Mardonio da Silva Ribeiro (CE)
Cartões amarelos : Alan Santos (Coritiba); Ricardo Silva, Marcão Silva (Atlético-GO)

GOLS: CORITIBA : Henrique Almeida, aos 31 minutos e Neto Berola, aos 34 minutos do primeiro tempo; Tomas Bastos, aos 20 minutos e aos 25 minutos do segundo tempo

ATLÉTICO-GO: Wilson, aos 17 minutos do segundo tempo

CORITIBA: Wilson; Dodô, Werley, Walisson Maia e William Matheus; Alan Santos (Jonas), Matheus Galdezani e Anderson (Tomas Bastos); Henrique Almeida, Kleber e Neto Berola (Getterson). Técnico: Pachequinho

ATLÉTICO-GO: Kléver, Eduardo, Ricardo Silva, Roger Carvalho e Bruno Pacheco; Marcão, Igor (Andrigo), Jorginho e Walterson (Júnior Viçosa); Walter e Everaldo. Técnico: Marcelo Cabo

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No primeiro duelo real, deu Hamilton

Lewis Hamilton vence o GP da Espanha

Quem esperava um Grande Prêmio da Espanha monótono e sem ultrapassagens se enganou redondamente. A corrida em Barcelona teve todos os elementos para deixar o público animado da primeira à última volta. Teve também o primeiro duelo real dos dois candidatos ao título deste ano: Lewis Hamilton e Sebastian Vettel. O alemão levou a melhor na largada, assumiu a ponta, mas o inglês não se entregou: arriscou uma tática ousada de duas paradas, colocou os pneus médios no meio da prova e fez seu último stint de macios, enquanto o rival da Ferrari colocou os médios na parte final da prova. Apesar disso, não foi a estratégia que decidiu a prova. Foram os dois pilotos, na pista. O tetra contra o tricampeão.

Na volta 38, o primeiro embate. Vettel saía dos boxes após sua segunda parada enquanto Hamilton vinha pela reta em velocidade. Os dois ficaram lado a lado na primeira curva, se tocaram e o inglês acabou brevemente fora da pista, mas retornou sem problemas. Hamilton então acelerou. Começou a tirar a vantagem de Vettel. E na 44ª passagem, abriu a asa móvel e fez uma tranquila ultrapassagem sobre o alemão da Ferrari. O piloto da Mercedes, então, teve de encarar um enorme desafio: fazer seus pneus macios durarem mais 28 voltas. E conseguiu, com direito até a melhor volta na 64ª. Um show de Hamilton, que reduziu a vantagem de Vettel para apenas seis pontos. O campeonato deste ano está aberto.

Foi uma corrida recheada de alternativas, sem dúvidas. E tudo começou na largada. Bottas saltou melhor que o companheiro Hamilton e teria condições de fazer a primeira curva lado a lado com o inglês. Mas o finlandês freou na placa de 150 metros, muito antes do aceitável até para uma trajetória conservadora, e deixou o companheiro livre para se manter na segunda posição. Fez o jogo da Mercedes. Por causa disso, acabou se colocando em risco: tocou em Kimi Raikkonen, da Ferrari, que bateu em Max Verstappen, da RBR. Tanto o finlandês quanto o holandês abandonaram a prova. Bottas seguiu na terceira posição.

Só que mais tarde, ele seria novamente decisivo na corrida. Ao segurar Vettel por nove voltas, Bottas permitiu a reaproximação de Hamilton. O alemão da Ferrari teve de passar o finlandês da Mercedes na marra, em uma belíssima manobra. Mas a ação do companheiro de Hamilton permitiu que a estratégia escolhida pela equipe alemã funcionasse. Mas isso é parte do jogo, claro. Bottas trabalhou pela Mercedes, que já mostra claramente em quem vai apostar neste ano. O finlandês acabaria abandonando a prova algumas voltas depois, com o motor quebrado. Aliás, seu segundo problema do tipo neste fim de semana.

Os abandonos de Raikkonen, Bottas e Verstappen permitiram o primeiro pódio de Daniel Ricciardo na temporada. O australiano da RBR fez uma corrida segura, sem ser ameaçado e foi o único piloto além de Hamilton e Vettel a não tomar uma volta na corrida. Quem pode comemorar muito na Espanha é a Force India, sem dúvidas. A equipe anglo-indiana aumentou sua sequência com os dois carros na zona de pontuação para cinco corridas e com seu melhor resultado no ano: o mexicano Sergio Pérez em quarto e o francês Esteban Ocon em quinto. De quebra, o time se consolidou na quarta posição do Mundial de Construtores e ainda se aproximou da RBR no campeonato. Um belíssimo resultado.

Belíssimo resultado também do alemão Pascal Wehrlein, com a carroça da Sauber, que corre ainda com o motor de 2016 da Ferrari. Ele foi o único a apostar em uma tática de apenas uma parada, teve um desempenho constante e acabou em uma brilhante oitava posição, marcando os primeiros quatro pontos da equipe suíça na temporada. Não dá para dizer o mesmo da McLaren, que terminou apenas em 12º com Fernando Alonso, após sofrer um toque de Felipe Massa na confusão da primeira curva. Já Stoffel Vandoorne cometeu um erro primário, bateu no brasileiro da Williams e acabou fora da corrida. De positivo, apenas que o motor Honda não apresentou problemas. Um alento para a única equipe zerada no ano.

A Williams teve um desempenho decepcionante durante todo o fim de semana. A equipe não conseguiu fazer os pneus funcionarem em seus carros. Ainda assim, Felipe Massa fez uma boa largada, chegou a estar em quinto, mas deu azar no toque com Alonso na primeira curva e perdeu muito tempo. Depois ainda se envolveu na disputa de Hamilton e Vettel pela liderança nas voltas finais. Massa tentou abrir para o tetracampeão, mas a curva era complicada e o alemão reclamou do brasileiro, que terminou em 13º, pela segunda corrida seguida. O novato canadense Lance Stroll teve mais um desempenho pífio e acabou apenas na 16ª e última posição. Mais uma prova para a equipe inglesa esquecer.

Para encerrar, a imagem do fim de semana. Quem não ficou com o coração partido ao ver aquele garotinho chorar com o abandono de Kimi Raikkonen logo na largada? Pois a Fórmula 1 resolveu fazer alguma coisa por ele. Thomas, de cinco anos, veio de Amiens, norte da França para assistir à corrida com seus pais, Jourdain e Coralice. Eles foram convidados pela Ferrari e pela organização da F1 para conhecer os boxes e ter um encontro com Raikkonen, que até sorriu! O garotinho ganhou um boné autografado e o dia mais feliz de sua vida, com certeza. E a Fórmula 1 ganhou um fã para sempre, com certeza. Humanizar a categoria. É a americana Liberty Media, sua nova dona, no caminho certo para aumentar a base de torcedores ao redor do mundo. Sensibilidade e marketing caminhando juntos.

Fonte: Globo Esporte.
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Palmeiras estreia Cuca com dois de Borja e goleada sobre Vasco

O Palmeiras iniciou a defesa do título brasileiro de maneira bem-sucedida durante a tarde deste domingo. Na partida que marcou o retorno do técnico Cuca, disputada no Estádio Palestra Itália, o time alviverde dominou o Vasco e goleou por 4 a 0, com dois de Miguel Borja.

Na segunda rodada do Campeonato Brasileiro, às 19 horas (de Brasília) do próximo sábado, o Palmeiras enfrenta a Chapecoense, na Arena Condá. Às 21h45 de quarta-feira, pelas oitavas de final da Copa do Brasil, recebe o Internacional. Já o Vasco, às 11 horas de domingo, pega o Bahia, em São Januário.

Diante de mais de 33.425 torcedores, muitos trajados de calça vinho para homenagear Cuca, o Palmeiras abriu o placar com Jean e aumentou por meio de Guerra. No segundo tempo, Miguel Borja, que trocou a camisa 9 pela 12, alcançou a marca de seis gols em 14 partidas.

O Jogo – Cuca foi mais festejado pela torcida do que todos os jogadores e, de calça vinho, viu seu time abrir o placar logo aos seis minutos do primeiro tempo. Em uma jogada do lado direito da grande área, Dudu sofreu pênalti de Jomar. Na cobrança, Jean converteu.

Na metade final do primeiro tempo, Jean trocou de lugar com Tchê Tchê e passou para o meio de campo. Aos 40 minutos, em um lance com o dedo de Cuca, Jean recebeu de Tchê Tchê pela direita e bateu para defesa do goleiro Martin Silva. No rebote, Guerra aumentou a vantagem palmeirense.

A equipe visitante teve sua melhor chance de marcar nos instantes finais do primeiro tempo. Em uma saída de bola, Jean recebeu de Fernando Prass de costas e, desatento, perdeu para Douglas. Completamente livre, o vascaíno saiu na cara do gol e acertou o travessão.

O Palmeiras voltou para o segundo tempo com Jean mantido no meio de campo e chegou ao terceiro gol antes do minuto inicial. Em uma nova jogada pelo lado direito, Tchê Tchê cruzou para cabeçada certeira de Borja – na comemoração, os reservas saíram do banco para abraçar o colombiano.

Amplamente superior, o Palmeiras desperdiçou várias chances para marca o quarto. Em duas jogadas pela esquerda, Dudu sobrou livre, mas Martin Silva defendeu. Pela direita, Guerra também teve sua oportunidade e parou em defesa do goleiro vascaíno. Já Jean, livre no meio da área, mandou para fora.

Em vantagem, Cuca sacou o atacante Willian para a entrada do lateral direito Fabiano, recolocando Tchê Tchê no meio. O Palmeiras fechou o placar aos 34 minutos, quando Dudu sofreu novo pênalti de Jomar. Borja pediu para cobrar e furou a rede do Palestra Itália. Satisfeito, o técnico ainda trocou Guerra e Dudu por Roger Guedes e Keno.

Fonte: Só notícias.
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Avaí e Vitória empatam em primeiro jogo sem gols do Brasileirão

Em sua reestreia na elite do futebol brasileiro, o Avaí recebeu o Vitória em casa, no Estádio da Ressacada, e marcou o primeiro jogo sem gols da atual edição do Campeonato Brasileiro.

Com fraca criatividade e poucas chances de gols, o time catarinense apostou nas bolas paradas de Marquinhos, enquanto os visitantes até chegaram ao gol, mas o tento foi anulado por posição irregular. Os jogadores do time catarinense ainda saíram reclamando de um pênalti não marcado em cima de Dutra.

O confronto em Florianópolis também marcou a primeira partida do sérvio Petkovic como técnico do Vitória no Brasileirão. O treinador terá a missão de manter o rubro-negro mais um ano na série A do campeonato nacional.

O próximo adversário do Avaí é o São Paulo, no Morumbi, na próxima segunda-feira, dia 22, às 20h (de Brasília), enquanto o Vitória pega o Corinthians, em casa, no Barradão, no domingo, 21, às 16h.

O Jogo – Aos 32 minutos, a maior chance do jogo. Em contra-ataque, o volante do Vitória Willian Farias driblou seu marcador e chutou forte na trave direita de Kozlinski.

Dois minutos mais tarde, o atacante David recebeu sozinho no meio da área, matou no peito e mandou para o fundo das redes. O bandeira, contudo, já marcava posição irregular do jogador do Vitória.

Já no sexto minuto da etapa complementar, Marquinhos cobrou falta na área do rubro-negro, Fernando Miguel saiu muito mal e o zagueiro Fagner Alemão cabeceou com perigo por cima do gol, mas o lance não valia mais nada por impedimento.

Explorando muito as batidas de falta e escanteios fechados, o capitão e batedor oficial Marquinhos foi substituído por Simião. Em seu primeiro lance, o jogador recebeu passe na entrada da área e bateu cruzado, tirando tinta da trave.

Já nos dez minutos finais, Júnior Dutra teve a oportunidade de marcar o gol do Avaí, mas foi derrubado na área e ficou pedindo pênalti, não assinalado pelo juiz Felipe Gomes.

Fonte: Só Notícias.
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São Paulo perde do Cruzeiro na estreia do Brasileiro

O São Paulo não conseguiu mostrar um futebol diferente daquele praticado no vexame diante do Defensa y Justicia, voltou a mostrar diversas falhas individuais e deu um alento ao Cruzeiro, outro que vinha em uma série de atuações ruins. No estádio do Mineirão, o Tricolor foi vítima de uma atuação insegura dos zagueiros Maicon e Rodrigo Caio, e acabou sendo derrotado por 1 a 0 pelos donos da casa, com gol do argentino Ábila.

O resultado é uma boa largada para os mineiros, que acabaram de ser eliminados da Copa Sul-Americana pelo Nacional-PAR, conseguindo defender o seu mando de campo na estreia do torneio nacional. Do outro lado, o clube do Morumbi terá mais uma semana cheia para tentar corrigir seus erros dentro de campo.

Na próxima rodada, os comandados de Rogério Ceni, já eliminados das outras competições da temporada, terão pela frente o Avaí, no estádio do Morumbi, marcado para segunda-feira, dia 22, às 20h (de Brasília). Já Mano Menezes e sua trupe, que terão ainda ao menos um jogo pela Copa do Brasil, contra a Chapecoense, no dia 1º de junho, visitam o Sport, no domingo, às 19h (de Brasília), na Ilha do Retiro.

O primeiro tempo da partida no Mineirão pouco lembrou o duelo de três semanas atrás, pela Copa do Brasil, quando os dois times, principalmente o Tricolor, mostraram um futebol para frente, em busca de gols. Com novidades na escalação, promovendo a estreia do zagueiro Éder Militão, em uma linha com Maicon e Rodrigo Caio, além do meia Marcinho, os paulista preferiram fechar os espaços a arriscar no início.

Bem posicionados, só viram a Raposa levar perigo aos 30 minutos de bola rolando, por falha individual de Rodrigo. Após chutão de Lucas Romero na defesa, a bola ficou tranquila para o defensor, mas ele deixou-a dar dois quiques e possibilitou a chegada de Ábila. O centroavante fez o desarme, avançou livre para a área e chutou cruzado, parando em ótima defesa de Renan Ribeiro.

Pouco antes, em boa escapada do melhor são-paulino em campo, os visitantes tiveram um lampejo. Marcinho recebeu pelo lado direito e invadiu a área, cruzando rasteiro. Romero não conseguiu afastar e a bola ficou para Júnior Tavares. Mesmo sem marcação, o lateral esquerdo preferiu chutar com a perna direita, pegou fraco na redonda e viu Fábio fazer defesa tranquila.

Passada a insegurança inicial, os tricolores se soltaram na parte final e, mais uma vez pelos pés de Marcinho, quase abriram o placar. O jovem ex-São Bernardo conseguiu bom lance pela direita e cruzou na segunda trave. Cueva, livre de marcação, tentou chutar de primeira, mas mandou para fora. No último lance, Marcinho recebeu do peruano e cabeceou, mas viu o goleiro cruzeirense agarrar, assegurando o 0 a 0 até o intervalo.

Os dois times mal tinham voltado a campo para a etapa final quando mais um erro do São Paulo resultou na vantagem dos anfitriões. Maicon ganhou disputa de Alisson pela direita e, mesmo com a bola fora do campo, deu um chute para longe. Enquanto tentava se explicar para não levar o amarelo, o defensor esqueceu-se de acompanhar Alisson, Henrique cobrou rápido e deixou o atacante livre para invadir a área e servir Ábila, sem trabalho para abrir o placar.

Incomodado com o tento sofrido, Ceni, que já havia sacado Cueva para a entrada de Luiz Araújo, abriu mão do terceiro zagueiro, tirou Militão e colocou Thomaz no jogo. A ideia era ter mais profundidade em seu jogo, aproximando o meio-campo de Lucas Pratto, mas nada parecia dar mais ânimo ao time da capital paulista.

O melhor lance de perigo, por sinal, se deu ainda nos minutos iniciais. Logo após Arrascaeta receber dentro da área e chutar fraco, perdendo boa chance, Luiz Araújo ganhou no corpo de Dedé, colocou a bola na frente pelo lado esquerdo, invadiu a área e chutou cruzado. Léo conseguiu o desvio e mandou para a linha de fundo.

Incomodado com a apatia dos comandados, o treinador promoveu a entrada de Gilberto no lugar de Marcinho, que não conseguiu repetir o bom nível do primeiro tempo. Do outro lado, Mano recuou sua equipe, apostou em três volantes e conseguiu segurar um importante resultado para a combalida Raposa.

Fonte: Só Notícias.
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Ponte Preta goleia o Sport em jogo em Campinas

A Ponte Preta estreou no Campeonato Brasileiro com uma convincente vitória sobre o Sport por 4 a 0, no Moisés Lucarelli. Diante de sua torcida, a Macaca queria esquecer de vez a derrota na final do Paulistão para o Corinthians e parece já ter superado não só o vice-campeonato estadual, mas também a saída de um dos principais jogadores da equipe: William Pottker.

Herdando a camisa 9 do atacante que rumou para o Internacional, Lucca foi o jogador mais perigoso no primeiro tempo da partida e desperdiçou grandes chances. Antes do intervalol, no entanto, ele se redimiu com a torcida e abriu o placar. Cinco minutos depois Nino Paraíba ainda ampliou para a Ponte ir ainda mais tranquila para o intervalo. Já na etapa complementar Clayson, prestes a ir para o Corinthians, fez de pênalti e ainda marcou o quaro gol da Macaca.

O Sport por sua vez foi a Campinas sem duas referências: Diego Souza e Durval. Ambos foram poupados da estreia no Campeonato Brasileiro pela comissão técnica, que já pensa no primeiro jogo da final da Copa do Nordeste, contra o Bahia, na próxima quarta-feira, em Recife. Em contrapartida, o atacante Osvaldo e o zagueiro Igor estrearam com a camisa rubro-negra neste domingo, mas ambos tiveram atuação apagada.

O jogo – Logo no início do duelo o Sport procurou marcar no campo adversário e dificultar a saída de bola da Ponte Preta. Por sua vez, os donos da casa aos poucos iam se soltando mais na medida que entendiam o jogo do rival rubro-negro. Aos dez minutos Lucca cobrou escanteio fechado e obrigou Magrão a fazer importante defesa para evitar o gol olímpico.

Depois de um início cauteloso, a Ponte decidiu se jogar mais para o ataque. Aos 20 minutos Clayson deu bom passe para Lucca, que cara a cara com o goleiro adversário acabou isolando. No minuto seguinte Matheus Ferraz respondeu para o Sport com uma cabeçada perigosa após cobrança de falta de Everton Felipe.

Lucca, o mais perigoso do primeiro tempo ainda perdeu outra grande oportunidade aos 26 minutos, quando recebeu lançamento de Nino Paraíba e bateu fraco. O atacante que herdou a camisa 9 de Pottker, novo jogador do Internacional, só se redimiu minutos antes de ir para o intervalo. Aos 39 Lucca aproveitou o escanteio cobrado por Ravanelli para subir mais alto que a zaga e, enfim, estufar as redes. Cinco minutos depois Nino Paraíba aproveitou a bola de João Lucas para vencer o goleiro Magrão, que novamente não conseguiu defender o arremate de cabeça.

Precisando correr atrás do prejuízo no segundo tempo, o técnico Ney Franco teve de abrir mão de um homem no meio-campo para colocar mais um atacante. Tentando o empate, o Sport, no entanto, não deu sinais de melhora após as alterações e seguiu inferior à Ponte Preta, mais tranquila com o controle do jogo.

Em seu possível último jogo com a camisa da Macaca, Clayson, que está muito próximo do Corinthians, pôde recompensar a torcida com mais um gol. Aos 26 minutos o árbitro marcou pênalti após a bola bater na mão de Evandro. Na cobrança, o atacante não decepcionou, batendo firme no alto. Sem chances para Magrão, herói do Sport nas penalidades da última quinta-feira contra o Danúbio, pela Sul-Americana.

Antes do árbitro apitar o fim do jogo Clayson voltou a aparecer. Se no primeiro tempo Lucca foi a principal arma ofensiva da Ponte, na etapa complementar o atacante que está próximo de acertar com o Corinthians incendiou a partida e ainda fechou o placar ao completar a jogada de Nino Paraíba.

O segundo compromisso da Ponte Preta pelo Campeonato Brasileiro acontece no próximo domingo, contra o Botafogo, fora de casa. Já o Sport enfrenta o Cruzeiro, no mesmo dia, na Ilha do Retiro.

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Atlético Paranaense toma seis do Bahia na estreia em Salvador

O Atlético Paranaense foi a Salvador tentar encerrar o jejum de quatro seguidas partidas sem vencer e, em sua estreia pelo Campeonato Brasileiro 2017, mas sofreu uma goleada histórica de 6 a 2 para o Bahia, na Arena Fonte Nova. Com o resultado, o Tricolor assumiu a liderança, com três pontos e ótimo saldo. Já o Rubro-Negro começa a competição na zona de rebaixamento.

O Furacão abriu o placar aos 14 minutos da primeira etapa, com o estreante Guilherme, após tabela com Sidcley. Aos 33 minutos, Tiago aproveitou cobrança de escanteio para testar e deixar tudo igual. Mas, aos 37 minutos, Marcão fez o dele. Dois minutos depois, Zé Rafael empatou, por cobertura. A virada veio com Régis, aos 41 minutos. Edgar Junio e o próprio Régis ampliaram, aos 43 e aos 46 minutos. No segundo tempo, Edson, aos 26 minutos, marcou o sexto.

Na próxima rodada, o Bahia enfrenta o Vasco da Gama, domingo, em São Januário, no Rio de Janeiro. Já o Atlético Paranaense encara o Grêmio, no mesmo dia, na Arena da Baixada. Antes, encara a Universidad Catolica, quarta-feira, pela Libertadores da América.

O jogo – O Esquadrão de Aço começou a partida tocando bola, esperando por um espaço para atacar. Aos sete minutos, Régis lançou Allione, que cruzou fechado na área atleticana para Marcão afastar o perigo. Pressão tricolor, aos 10 minutos, com Régis recebendo na área, mas se atrapalhando no momento do arremate, para sorte do Furacão.

Porém, em sua primeira chegada mais efetiva, o Rubro-Negro abriu o placar, com o estreante Guilherme, aos 14 minutos, que recebeu de Sidcley e arrematou rasteiro para balançar a rede. O Bahia tentou responder, aos 18 minutos, com Régis, que pegou sobra de bola e bateu por cima da meta. Aos 21 minutos, foi a vez de Zé Rafael chutar no cantinho e Weverton espalmar para salvar.

O time da casa dominava a partida, mas errava demais no momento da finalização. Até que, aos 33 minutos, Tiago aproveitou cobrança de escanteio de Juninho e, sozinho, subiu para deixar tudo igual no placar. Nem deu tempo para comemorar. Aos 37 minutos, Marcão tentou duas vezes, na segunda, empurrou para o gol.

A resposta foi rápida. Em contra-ataque, aos 39 minutos, Zé Rafael aproveitou vacilo da zaga rubro-negra e tocou por cobertura para empatar. O jogo era movimentado demais e, aos 41 minutos, Régis recebeu de Allione e desta vez acertou o chute para virar. O ritmo baiano era alucinante. Aos 43 minutos, Edgar Junio, velho conhecido do Atlético, deixou o dele, aos 43 minutos. E teve mais. Régis, aos 46 minutos, encobriu Weverton para fazer o quinto.

Depois do intervalo, os times voltaram sem modificações. Aos cinco minutos, Bruno Mota arriscou o chute de fora da área e a bola subiu demais. Autuori não mexeu no time no intervalo, mas chamou Matheus Rosseto antes dos 10 minutos para o lugar de Bruno Mota, jogador que reestreava coma camisa rubro-negra.

O Furacão voltou um pouco melhor, mas não conseguia criar. O Bahia por sua vez, administrava bem a posse de bola. Aos 18 minutos, Eduardo recebeu lançamento, dividiu com Weverton, que levou a melhor no lance e tocou para fora. Aos 22 minutos, Diego Rosa foi acionado e o goleiro atleticano saiu mais uma vez para intervir. O time baiano tocava bola, deixava o tempo passar.

O Tricolor voltou a pressionar e, aos 26 minutos, após cruzamento, mas uma falha na zaga e Edson apareceu para completar para a rede. Na sequência, Marcão recebeu o segundo cartão amarelo e foi mais cedo para o vestiário. Aos 33 minutos, Maikon Leite invadiu a área e foi travado pela zaga. Aos 40 minutos, Maikon Leite tocou por cima de Weverton e Zé Ivaldo salvou no meio do caminho. Seis, mas poderia ter sido mais pelo futebol apresentado pelas equipes.

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