O jogo do Brasileirão! Cruzeiro busca empate duas vezes e impede Grêmio de virar líder

ESPN ESPN.com.br – O melhor jogo do Campeonato Brasileiro! Sem exageros, foi assim o duelo entre Cruzeiro e Grêmio, nesta segunda-feira, no Mineirão. Com três gols em cada tempo, mineiros e gaúchos empataram por 3 a 3 em duelo pela 8ª rodada da competição.

Everton e Michel fizeram 2 a 0 para os visitantes, mas Thiago Neves ainda descontou no 1º tempo. Já na etapa final, Rafael Sóbis empatou para os donos da casa, Ramiro colocou o time gaúcho novamente na frente e Robinho buscou a igualdade mais uma vez.

O empate ainda evitou que o clube tricolor assumisse a liderança do Brasileirão. Caso vencesse, o Grêmio superaria os 20 pontos do Corinthians, mas, com o empate nesta segunda, a equipe fica com 19 pontos, na segunda colocação. Enquanto o time celeste tem 11 pontos e ocupa o oitavo lugar na tabela.

Na 9ª rodada do Brasileiro, o Cruzeiro visita o a Ponte Preta na próxima quinta-feira, às 19h30 (de Brasília). No mesmo dia, o Grêmio recebe o Coritiba, às 21h.

1º tempo a milhão

A primeira etapa foi a milhão. Os donos da casa acertaram a trave duas vezes, teve um contra-ataque com 4 contra 1 dos visitantes que não deu em nada e três gols marcados.

Aos 15 minutos, Luan cobrou escanteio para dentro da área, Kannemann desviou, a bola bateu na trave, e Everton completou para abrir o placar para os gaúchos. Aos 41, Luan colocou mais uma bola na área, Everton bateu após bate-rebate, e Michel empurrou para o gol vazio no segundo poste: 2 a 0.

Mal deu tempo de comemorar, e o Cruzeiro descontou. Ao 45, Alisson cruzou rasteiro da linha de fundo, Kannemann furou, e Thiago Neves bateu no canto para dar ânimo à torcida no Mineirão.

2 º tempo frenético

O gol no fim da primeira etapa fez com que o time mineiro voltasse com tudo para o segundo tempo. E o gol de empate não demorou para sair. Logo aos dois minutos, Thiago Neves dominou no peito e deu belo passe para Rafael Sóbis, que, livre dentro da área, bateu cruzado de canhota para deixar tudo igual.

O Grêmio, entretanto, voltou a marcar e fez o terceiro aos 14. Após belo contra-ataque, Pedro Rocha recebeu de Luan e chutou. Fábio fez a defesa, mas Ramiro aproveitou o rebote e deixou o dele no Mineirão.

Pouco depois, aos 17 minutos, Robinho recebeu na área após bela jogada e bateu rasteiro no canto direito de Marcelo Grohe para empatar mais uma vez.

De gols, foram três, igual no primeiro tempo. mas outras chances pintaram dos dois lados, e o placar não mudou mais por causa dos goleiros. Foram três defesas de Fábio, com direito a um milagre após chute de Everton, e outra bola defendida por Grohe.

Expulso

Ainda no primeiro tempo, o técnico cruzeirense, Mano Menezes, foi expulso por reclamar com a arbitragem. No lugar do treinador, quem comandou a equipe celeste no restante do jogo foi o auxiliar Sidnei Lobo.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Botafogo supera Chapecoense e volta a vencer após quatro jogos

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Vitor Silva/assessoria) – Buscando continuar no G4, a Chapecoense recebeu o Botafogo neste domingo na Arena Condá. Sem conseguir manter o mesmo desempenho das primeiras rodadas, o Verdão do Oeste teve dificuldades contra os rivais alvinegros, que não se intimidaram com a torcida adversária e com bastante objetividade conquistaram a importante vitória por 2 a 0, gols de Roger e Rodrigo Pimpão, para se aproximar das primeiras posições do Campeonato Brasileiro.

Após quatro jogos sem vencer no Brasileirão, o Botafogo voltará para o Rio de Janeiro bem mais tranquilo. Pressionado por conta dos resultados recentes, o técnico Jair Ventura teve de lidar com as ausências do lesionado Camilo, mas ainda assim pôde conquistar o triunfo em Santa Catarina para diminuir os questionamentos por parte da torcida e da imprensa.

O Botafogo volta a entrar em ação na próxima quarta-feira, quando encara o Vasco, às 21h (de Brasília), no estádio Nilton Santos, o Engenhão. Já a Chapecoense entra em campo na quinta-feira, contra o Flamengo, às 21h, no estádio Luso-Brasileiro, na Ilha do Governador.

O jogo – Logo aos oito minutos a Chapecoense quase abriu o placar na Arena Condá. Recebendo bom passe, Apodi soltou o pé dentro da área, mas Gatito Fernández protagonizou uma grande defesa para evitar o gol dos donos da casa. Mas nem só de bons momentos da Chape o começo do jogo foi marcado. Poucos minutos depois os anfitriões tiveram que queimar uma substituição. Contundido, o atacante Osman deu lugar a Niltinho aos 14 minutos.

Embora a primeira grande chance do jogo tenha sido da Chapecoense, era o Botafogo quem tinha o controle do jogo. Com mais posse de bola, o time carioca conseguiu transformar a superioridade em gol aos 28 minutos. Pimpão recebeu grande bola pelo lado esquerdo, acionou Bruno Silva livre na área que, com a saída do goleiro, tocou para Roger precisar apenas rolar para o fundo das redes. Como Bruno Silva e Roger chegaram a atuar pela Chapecoense no passado, a dupla responsável pelo gol botafoguense preferiu não celebrar o gol.

Antes do intervalo a Chapecoense ainda tentou igualar o placar e esteve muito próxima de ir para o vestiário com o empate. Aos 42 minutos Apodi desarmou Rabello e arriscou da entrada da área, no entanto, não pegou tão bem na bola. Quatro minutos depois foi a vez de Andrei Girotto experimentar de fora da área, assustando o goleiro Gatito Fernández.

Após boa atuação no primeiro tempo, sendo, inclusive, o grande articulador da jogada que abriu o placar na Arena Condá, na etapa final Rodrigo Pimpão foi coroado com um gol. Após cruzamento de Arnaldo pela direita, o zagueiro Luiz Otávio acabou furando, e a bola acabou rebatendo em Pimpão e entrando para o gol aos oito minutos.

Entrando no lugar de Roger, Montillo mostrou que mesmo depois de longo período afastado por lesão segue bastante familiarizado com o jogo. Aos 38 minutos ele lançou Bruno Silva, que saiu cara a cara com o goleiro Jandrei, forçando o rival a fazer grande defesa. A bola ainda resvalou na trave antes de sair para a linha de fundo.

Nos minutos finais a Chapecoense ainda tentou fazer ao menos seu gol de honra dentro de casa. Contando com Apodi como principal arma do ataque, o time se expôs e sofreu com as tentativas de contra-ataque do Botafogo. Mais consciente, a equipe carioca precisou apenas trabalhar a bola nos minutos finais para assegurar o resultado.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Com dois golaços, Palmeiras bate o Bahia e vence a primeira fora

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: César Greco/assessoria) – O Palmeiras finalmente venceu sua primeira partida fora de casa nesta edição do Campeonato Brasileiro. Após quatro derrotas longe do Palestra Itália, o Verdão bateu o Bahia por 4 a 2, na tarde deste domingo, na Arena Fonte Nova.

O torcedor palmeirense que acompanhou a partida deste domingo pôde ver um Palmeiras com uma postura muito diferente em campo. Marcando em cima e sem dar sossego para os zagueiros do Bahia saírem jogando, o Alviverde abriu o placar em cobrança de pênalti de Róger Guedes, sofrido por Keno, aos 15 minutos.

Depois do começo de jogo eletrizante, a partida perdeu em chances de gol, mas seguiu emocionante. O Verdão apostava na marcação alta, enquanto o Bahia abusava das bolas longas no costado da zaga alviverde, o que chegou a levar perigo em algumas oportunidades.

Com 44 jogados, o Tricolor surpreendeu e apostou na jogada individual para empatar o confronto. Zé Rafael deu uma caneta em Mina e ficou de frente com Prass, que fez a defesa. No rebote, Edigar Junio cabeceou e o palmeirense pegou mais uma, mas nada pôde fazer no segundo rebote, quando Vinicius mandou para o fundo das redes.

Na etapa complementar, o Verdão voltou ainda mais ligado na partida. Aos dois minutos, Róger Guedes marcou, mas o tento foi corretamente anulado. Um minuto depois, Keno dominou na entrada da área, limpou para o meio e bateu de direita. A bola explodiu na zaga e ficou com Tchê Tchê na área, que ajeitou para Guerra na meia-lua. O venezuelano dominou, levantou a cabeça e rolou para Keno, que arriscou nova finalização, e desta vez mandou a bola no ângulo.

Depois de muito pressionar, o Palmeiras chegou ao terceiro gol graças a seu zagueiro artilheiro. Jean cobrou falta na área, Juninho cabeceou para o gol e, antes de a bola entrar, Yerry Mina deu o carrinho para conferir e mandar para as redes.

Com o terceiro tento alviverde, a impressão era de que o Palmeiras iria controlar a partida até o seu final. A tranquilidade, porém, durou pouco, já que o Bahia diminuiu no ataque seguinte. Eduardo cruzou na área, Juninho cometeu falha bisonha ao errar o tempo de bola, e João Paulo ganhou disputa pelo alto para mandar para as redes.

Por fim, coroando o belo jogo na Arena Fonte Nova, Willian anotou outro golaço alviverde. Bigode puxou contra-ataque pela direita, Erik ficou com ela na meia-lua e se enrolou com a bola. Na sobra, o atacante dominou e, sem deixar cair, emendou um sem-pulo acertando o canto de Jean, que nada pôde fazer.

Na próxima rodada, o Palmeiras recebe o Atlético-GO, quarta-feira, às 21h (de Brasília), no Estádio Palestra Itália. Já o Bahia volta a campo apenas na quinta-feira, quando visita o Corinthians, às 19h30 (de Brasília), na Arena de Itaquera.

A partida começou a todo vapor na Arena Fonte Nova e o Bahia teve sua primeira oportunidade logo aos cinco minutos. Zé Rafael deu uma linda enfiada pelo alto para Renê Júnior, que invadiu a área pela direita e bateu cruzado. Prass fez uma linda defesa no reflexo e, no rebote, impediu Edigar Junio de cruzar na área.

Após o susto no início, o Verdão passou a marcar no campo de ataque e não deixava o Bahia sair jogando com tranquilidade. Assim, aos 15 minutos, após roubar uma bola no meio-campo, Guerra deu belo lançamento para Keno, que foi derrubado por Rodrigo Becão na área. Na cobrança, Róger Guedes deslocou Jean e abriu o marcador.

O Bahia balançou as redes pouco depois, mas o gol foi anulado. Eduardo cobrou falta na área, Tiago desviou e, na sequência, Mendoza completou para o fundo da rede, mas o zagueiro estava impedido e o assistente Bruno Boschilia anulou corretamente.

Depois do começo de jogo eletrizante, a partida perdeu em chances de gol, mas seguiu emocionante. O Verdão apostava na marcação alta, enquanto o Bahia abusava das bolas longas no costado da zaga alviverde, o que chegou a levar perigo em algumas oportunidades.

Com 44 jogados, o Tricolor surpreendeu e apostou na jogada individual para empatar o confronto. Zé Rafael deu uma caneta em Mina e ficou de frente com Prass, que fez a defesa. No rebote, Edigar Junio cabeceou e o palmeirense pegou mais uma, mas nada pôde fazer no segundo rebote, quando Vinicius mandou para o fundo das redes.

Na etapa complementar, o Verdão voltou ainda mais ligado na partida. Aos dois minutos, Róger Guedes marcou, mas o tento foi corretamente anulado. Um minuto depois, Keno fez um golaço e desta vez o lance foi regular.

Keno dominou na entrada da área, limpou para o meio e bateu de direita. A bola explodiu na zaga e ficou com Tchê Tchê na área, que ajeitou para Guerra na meia-lua. O venezuelano dominou, levantou a cabeça e rolou para Keno, que arriscou nova finalização, e desta vez mandou a bola no ângulo.

O Verdão não se acomodou com o gol marcado e segui marcando firme e buscando o terceiro gol. Aos 15 minutos, Keno avançou pela ponta direita e cruzou na área. A bola já estava passando por cima de Guerra, que conseguiu dominar com a direita e bater firme de esquerda, mas a bola acabou indo para fora.

O venezuelano do Palmeiras era o melhor em campo e voltou a aparecer um minuto depois. Desta vez, Guerra avançou com a bola dominada pela esquerda e enfiou para Egídio, que ficou de frente para Jean. O lateral-esquerdo tentou tirar do goleiro, mas o tricolor fez uma linda defesa.

Com 18 jogados, foi a vez de Jean desperdiçar um presente de Guerra. O meia avançou pela direita, fez linda jogada para cima de Armero e rolou para trás para o lateral-direito, que finalizou de primeira, por cima do gol.

Depois de muito pressionar, o Palmeiras chegou ao terceiro gol graças a seu zagueiro artilheiro. Jean cobrou falta na área, Juninho cabeceou para o gol e, antes de a bola entrar, Yerry Mina deu o carrinho para conferir e mandar para as redes.

Com o terceiro tento alviverde, a impressão era de que o Palmeiras iria controlar a partida até o seu final. A tranquilidade, porém, durou pouco, já que o Bahia diminuiu no ataque seguinte. Eduardo cruzou na área, Juninho cometeu falha bisonha ao errar o tempo de bola, e João Paulo ganhou disputa pelo alto para mandar para as redes.

Por fim, coroando o belo jogo na Arena Fonte Nova, Willian anotou outro golaço alviverde. Bigode puxou contra-ataque pela direita, Erik ficou com ela na meia-lua e se enrolou com a bola. Na sobra, o atacante dominou e, sem deixar cair, emendou um sem-pulo acertando o canto de Jean, que nada pôde fazer.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Atlético-MG vence e acaba com 100% do São Paulo no Morumbi

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Sérgio Barzaghi/Gazeta Press) – Os 22.704 torcedores que foram ao Morumbi viram um filme repetido na noite desse domingo. Assim como no Campeonato Brasileiro do ano passado, o São Paulo acabou derrotado pelo Atlético-MG por 2 a 1. Dessa vez o duelo foi válido pela oitava rodada do nacional por pontos corridos.

Se Maicosuel e Pratto, algozes do Tricolor em 2016, hoje defendem o clube paulista, Cazares e Rafael Moura foram os responsáveis por acabar com os 100% de aproveitamento do time de Rogério Ceni em casa. Marcinho descontou, mas não evitou o revés, que se soma a uma sequência de empate com o Sport e derrota no clássico com o Corinthians.

Para o Galo, o triunfo teve gosto de alívio. Os mineiros tinham apenas uma vitória no Brasileirão até agora. Os primeiros três pontos fora de casa amenizam a pressão sobre o time afastam o clube da zona de rebaixamento. Agora, o alvinegro é 15º, com nove pontos, enquanto o tricolor estaciona nos 10 pontos, mas cai para a 13ª colocação na tabela de classificação.

De novo apostando na defesa postada com três zagueiros, a equipe de Rogério Ceni sofreu nos minutos iniciais para escapar de uma marcação alta dos atleticanos. Pressionados, Militão, Lucão e Maicon recorreram aos lançamentos longos para Júnior Tavares e Marcinho, os pontas do time, pelo menos cinco vezes nos minutos iniciais.

O Galo, apesar de três volantes em campo, percebeu rapidamente o posicionamento do Tricolor e foi inteligente na primeira oportunidade que teve. Cazares de posicionou entre as linhas de marcação do São Paulo, deixou o trio de zagueiros tricolor sem ter quem marcar, fuzilou Renan e abriu o placar.

Foi aí que mais uma vez apareceu o protagonismo de Lucas Pratto. Voluntarioso como sempre, o argentino conseguiu achar espaços na defesa do Galo e em três oportunidades em menos de cinco minutos chegou perto do gol de empate. O São Paulo inflamou e passou a pressionar.

Mas atrás as coisas continuavam inseguras. Pouco antes do intervalo, Rafael Moura teve o gol escancarado na sua frente depois de Militão perder a posse da bola próximo à área. Sorte do Tricolor que o He-man chutou mais o chão do que qualquer outra coisa.

Veio o intervalo e com ele muitas vaias dos são-paulinos. O recado foi dado e Rogério Ceni parece ter entendido. Na volta ao campo, o treinador foi aplaudido por ter trocado Wellington Nem por Thiago Mendes.

A ideia era dar mais liberdade para Junior Tavares e Cícero, devolver Marcinho ao ataque e ter Thiago Mendes pela direita, como sustentação. A ideia demorou apenas 45 segundos para surtir efeito. Marcinho, na primeira bola que recebeu dentro da área, não perdoou e igualou o marcador.

A empolgação tomou conta do estádio do Morumbi e, no embalo da torcida, os donos da casa voltaram a pressionar o Galo por todos os lados e agora com mais homens chegando à área de Victor. Mas, lá atrás…

Em três contra-ataques, o Atlético-MG provocou verdadeiros segundos de tensão. A essa altura, Luan, ‘o menino maluquinho’, já estava em campo no lugar do apagado Robinho. A bola não entrou, mas Ceni de novo percebeu que era preciso mexer. Bruno substituiu Militão e adeus linha de três zagueiros. Roger, então, trocou um volante pelo outro: Ralph entrou, Rafael Carioca saiu.

Com as duas equipes postadas e reorganizadas, o confronto caiu de ritmo, os espaços passaram a ser reduzidos. E como a cartilha do futebol ‘obriga’ o mandante e buscar a vitória diante de seu torcedor, o técnico são-paulino chamou Gilberto.

Durante o percurso do artilheiro, que aquecia atrás do gol de Victor, até o banco de reservas, o Galo se lançou ao ataque. Rogério explicava a Gilberto o que queria dele quando Renan salvou o que seria um gol contra de Lucão. Na sequência, outra pane da defesa tricolor. E quando Lucão chegou para estourar a bola para longe, Rafael Moura levando a bolada. Para o azar de Lucão e sorte do atleticano, a bola ficou limpa, quase dentro da pequena área. Aí não teve jeito. 2 a 1 Galo e o retorno da perseguição a Lucão por parte da torcida do São Paulo.

Abalado, o São Paulo não teve mais forças para reagir e, assim como ocorrera ao fim da etapa inicial, deixou o campo sob vaias, agora mais intensas. Lucão foi o alvo preferido. Já para o Galo, mais do que os três pontos, a primeira vitória fora de casa foi motivo de uma comemoração especial.

Agora, ambas as equipes se concentram para quarta-feira, às 21h45. O São Paulo visitará o Atlético-PR na Arena da Baixada, em Curitiba, enquanto o Atlético-MG receberá o Sport Recife, no Independência, em Belo Horizonte.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Trauco marca no fim e Flamengo arranca empate contra o Fluminense

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Maílson Santana/assessoria) – Um gol marcado pelo peruano Trauco aos 49 minutos do segundo tempo evitou que o Flamengo fosse derrotado no clássico deste domingo, no Maracanã. O Fluminense estava vencendo por 2 a 1 quando sofreu o gol que decretou a igualdade no marcador. Wendel e Henrique Dourado marcaram para o Tricolor das Laranjeiras, enquanto Diego marcou o outro gol do Flamengo.

A nota pitoresca da partida foi que o árbitro do jogo, Vinícius Gonçalves Dias de Araújo sentiu uma lesão na coxa durante o segundo tempo e trocou de função com Flávio Rodrigues de Souza, assistente adicional 1, que estava atuando atrás do gol.

Com o empate, as duas equipes chegaram aos 11 pontos, mas o Fluminense ocupa a 10ª posição, enquanto o Rubro-negro está na 11ª. O resultado espelhou o que aconteceu na partida. O Flamengo foi mais agressivo, enquanto o Tricolor mostrou mais objetividade para aproveitar as poucas oportunidades que apareceram durante o jogo.

Na próxima rodada, o Fluminense vai enfrentar o Avaí, na Ressacada. Já o Flamengo vai receber a Chapecoense, na Ilha do Urubu.

O jogo – Antes do primeiro minuto, o Flamengo já chegou na área tricolor. Após lançamento longo, a zaga tricolor hesitou e a bola ficou com Vinícius Júnior que chutou nas mãos de Júlio César. O Fluminense demorou a chegar no campo adversário, o que só aconteceu aos três minutos. Gustavo Scarpa tentou a conclusão, mas foi bloqueado pela zaga rubro-negra. Aos sete foi a vez de Wendel arriscar de longe e Thiago defendeu sem problemas.

O Flamengo atacava mais pela esquerda com Trauco subindo para apoiar Everton e deixando Lucas em desvantagem no combate. Aos 13 minutos, foi a vez de Vinícius Júnior passar por Mascarenhas e cruzar para Guerrero, mas Júlio César fechou o ângulo e ficou com a bola.

O Flamengo seguia melhor em campo e ficava mais tempo com a bola. O Fluminense, mais preocupado em se defender, não conseguia acionar os atacantes Richarlison e Henrique Dourado.

Aos 23 minutos, o Fluminense criou a primeira grande chance para marcar. Márcio Araújo errou na saída de bola, Wendel recuperou,tabelou com Gustavo Scarpa e chutou, mas Thiago fez boa defesa.

A partida ficou equilibrada com as duas equipes se alternando na posse de bola, mas sem criar jogadas objetivas de ataque. Aos 31 minutos, Vinícius Júnior tabelou com Diego e cruzou para Guerrero, mas o peruano fez falta ao disputar a jogada com Reginaldo.

O Fluminense marcou o primeiro gol aos 36 minutos. Richarlison recebeu pela esquerda e tocou para Wendel que tabelou com Scarpa e chutou na saída de Thiago. A bola bateu na trave e voltou para Wendel que mandou para as redes.

Aos 42 minutos, Rodinei invadiu a área, caiu e pediu pênalti, alegando ter sido puxado por Scarpa. Os rubro-negros protestaram, mas o árbitro considerou que a jogada foi legal.

O Flamengo voltou para o segundo tempo com Willian Arão e Berrio nas vagas de Márcio Araújo e Vinícius Júnior que estiveram muito mal no primeiro tempo. E passou a dominar completamente a partida. Logo aos quatro minutos, o Flamengo quase empatou. Após cruzamento na área, Mascarenhas rebateu mal e Trauco emendou, de primeira, e a bola tirou tinta da trave. A pressão rubro-negra aumentou e após cruzamento de Diego, Willian Arão cabeceou com muito perigo.

E o time rubro-negro marcou o gol do empate aos nove minutos. Após finalização de Everton que bateu em Lucas, Guerrero chutou para defesa parcial de Júlio César. A bola acabou sobrando para Diego que empurrou para as redes, deixando tudo igual no placar. No início da jogada, Everton estava em posição irregular, mas a arbitragem validou o gol.

Aos 17 minutos, o time dirigido por Zé Ricardo quase marcou o segundo gol. Berrio investiu pela direita, se livrou de dois marcadores e cruzou. Diego escorou para o chute forte de Trauco. Júlio César defendeu parcialmente e Everton não conseguiu aproveitar o rebote.

Dois minutos depois, o árbitro da partida, Vinícius Gonçalves Dias de Araújo sentiu uma lesão na coxa e trocou de função com Flávio Rodrigues de Souza, assistente adicional 1, que estava atuando atrás do gol.

O Fluminense seguia inteiramente dominado, sem conseguir armar uma só jogada de ataque que causasse preocupação aos zagueiros rubro-negros. Só aos 28 minutos é que o técnico Abel Braga decidiu fazer alterações na sua equipe, trocando Mascarenhas e Wendel por Léo e Mateus Norton.

Aos 33 minutos, Scarpa errou na saída de bola e Willian Arão acabou recebendo a bola em boas condições, mas o cruzamento saiu defeituoso e acabou nas mãos do goleiro Júlio César.

Mesmo sem jogar bem, o Fluminense desempatou aos 35 minutos. Richarlison foi lançado na área e derrubado por Juan que entrou de carrinho, de forma estabanada. Pênalti que Henrique Dourado converteu com a categoria habitual. O atacante manteve os 100% de aproveitamento em cobrança de penalidades.

Depois de sofrer o segundo gol, o técnico Zé Ricardo chamou Conca para entrar no lugar do volante Cuéllar. O meia argentino foi muito xingado pela torcida tricolor. Assim que entrou em campo, Conca acertou Orejuela de forma violenta e foi advertido com o cartão amarelo. A entrada foi tão violenta que o jogador do Fluminense não conseguiu continuar em campo. O zagueiro Nogueira entrou em seu lugar e recuou para a zaga. Henrique passou a exercer a função de volante.

O Flamengo partiu para o desespero e Guerrero também recebeu cartão amarelo ao atingir o goleiro Júlio César. A pressão funcionou e, aos 49 minutos, Trauco marcou o gol do empate, em belo chute de fora da área. A bola desviou no gramado e enganou o goleiro do Fluminense para alegria da torcida do Flamengo que saiu festejando do Maracanã.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Paysandu empata com o líder da Série B no Mangueirão e torcida vaia

(Foto: Fernando Torres / Paysandu) – Sob vaias direcionadas e generalizadas! Foi assim que o Paysandu deixou o Mangueirão neste sábado (17). O time de Marcelo Chamusca empatou com o Juventude em um jogo truncado e de pouca inspiração, na oitava rodada da Série B do campeonato brasileiro, e não agradou aos bicolores.
O jogo começou com muito estudo das duas equipes. O Juventude se fechou para sair no contra ataque e o Paysandu enfrentou grandes problemas de criação para furar o bloqueio alviverde. Os goleiros dos dois times só foram exigidos em chutes de média distância e em jogadas de escanteio.

Com o placar, o Bicola seguiu no meio da tabela com 10 pontos e ameaçado de cair até duas posições. Da mesma forma, ficou o JEC, isolado na liderança com 18 pontos e sustentando o status de único clube invicto na Segundona. O Papão voltará a jogar nesta terça-feira (20), às 20h30, contra o Boa Esporte (MG), no mesmo Mangueirão. Por outro lado, o Juventude volta para casa para receber o Brasil de Pelotas (RS), às 19h15 do mesmo dia, no estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS).
1º tempo: muita marcação e vaias da torcida

A estratégia foi a tônica do primeiro tempo no Mangueirão. O Juventude se mostrou bem postado defensivamente à espera de um erro do Paysandu para contra atacar, enquanto que os bicolores buscavam uma brecha para chegar à frente. Aos 12 minutos, Diogo Oliveira recebeu na intermediária e surpreendeu com um toque por elevação para acionar Marcão na área. O centroavante chutou cruzado e o goleiro Matheus Cavichioli rebateu para a marca do pênalti. Bergson e Renato Augusto não conseguiram chegar na redonda e Lucas espanou pela lateral.

Três minutos depois, o time de Gilmar Dal Pozzo conseguiu responder e, justamente, em uma saída rápida de contra ataque após passe errado do Papão. Thiago Marques foi lançado na esquerda, puxou para o meio e chutou forte para Emerson saltar e jogar para escanteio. O vice-artilheiro da Série B, com cinco gols, teve nova chance aos 19. Ele foi chamado dentro da área em lançamento de Ramon e dominou de frente para Emerson, que fechou o ângulo. Thiago bateu pela linha de fundo. Àquela altura, a torcida do Paysandu já ensaiava vaias, quando, aos 23 minutos, Diogo Oliveira recebeu no meio novamente, não encontrou opção de passe e chutou forte para a bela defesa do goleiro Matheus Cavichioli.

Já na reta final da primeira etapa, o Juventude voltou a assustar em saída rápida de contra ataque. Vinícius recebeu na direita e cruzou na área para a chegada de Thiago Marques testar, ainda da pequena área. Emerson encaixou sem dificuldades, aos 41. No minuto seguinte, Diogo Oliveira tabelou com Bergson na direita e cruzou para a chegada de Wesley, que finalizou de peixinho, mas pela linha de fundo.

2º tempo: bola na trave e mais vaias

O Paysandu voltou mais centralizado em campo e o Juventude ainda mais bem postado na defesa. O jogo ficou truncado ao extremo e as chances só começaram a sair após jogadas de bolas colocadas na área. Aos 22 minutos, Ayrton cobrou falta na área e Fernando Lombardi desviou. A redonda ficou no pé de Perema, que bateu de canhota e mandou a bola no travessão.

Dois minutos depois, o Juventude respondeu também em uma cobrança de falta em forma de escanteio. Na jogada, Wallacer levantou a redonda na área e Marcão, ao tentar cortar, desviou de cabeça. A bola passou muito perto da trave esquerda de Emerson, que só observou.

O Papão voltou a assustar somente com outra jogada de bola colocada na área. Aos 43, o escanteio foi parar na frente de Perema, que tocou de primeira e finalizou muito perto da trave de Matheus Cavichioli. Aos 46, Perí jogou no alto novamente e Matheus saiu mal. A bola sobrou para Lucas Taylor, que, com gol vazio, tentou o chute, mas foi travado por Maurício.

Ficha técnica (Paysandu 0 x 0 Juventude)

Paysandu – Emerson; Ayrton, Fernando Lombardi, Perema e Perí; Wesley, Renato Augusto (Lucas Taylor) e Diogo Oliveira; Hayner (Daniel Amorim), Bergson e Marcão (Jean). Técnico: Marcelo Chamusca

Juventude – Matheus Cavichioli; Vinícius, Domingues, Ruan Renato e Maurício; Diego Felipe (Wanderson), Lucas, Leílson e Juninho; Ramon (Wallacer) e Thiago Marques (Caprini). Técnico: Gilmar Dal Pozzo

Cartões amarelos: Perema (Paysandu); Lucas (Juventude)

Local: Mangueirão (Belém/PA)

Data: 17/06/2017

Hora: 16h30

Árbitro: Marielson Alves Silva – BA (CBF)

Assistentes: Marcos Welb Rocha de Amorim – BA (CBF) e Jose Carlos Oliveira dos Santos – BA (CBF)
Público: 5.452 (1.660 pag, 2.492 sócios e 1.300 cred.)

Renda: R$ 61.240,00
Por: Redação Portal ORM
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Com apagão e gol de Yago Pikachu, Vasco derrota o Avaí em São Januário

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Paulo Fernandes/assessoria) – O Vasco manteve a regularidade nos jogos disputados em São Januário neste Campeonato Brasileiro e derrotou o Avaí, por 1 a 0 em partida realizada na noite deste sábado. O único gol foi marcado por Yago Pikachu, no primeiro tempo, após bela jogada individual de Nenê. A partida ficou interrompida por quase 30 minutos, na etapa inicial, quando os refletores apagaram. Durante a paralisação, os torcedores brigaram na arquibancada e a polícia precisou intervir para acabar com o tumulto.

O resultado fez o time cruz-maltino subir para a sexta posição com 12 pontos ganhos. O Leão da Ressacada ocupa a última colocação com apenas cinco pontos. O resultado foi justo porque o clube mandante teve sempre o controle das ações diante de um adversário que correu muito, mas não mostrou qualquer inspiração.

Na próxima rodada, o Vasco vai enfrentar o Botafogo, no Engenhão. O Avaí vai receber o Fluminense, na Ressacada.

O Vasco começou a partida no ataque e, antes do primeiro minuto, criou a primeira situação de gol, mas a conclusão de Douglas foi bem defendida por Kozlinski. Muito retraído no início, o Avaí foi se soltando e o goleiro Martín Silva teve que sair de soco para evitar que o cruzamento fechado de Marquinhos chegasse ao gol. O time carioca respondeu com um toque de Luis Fabiano para Mateus Vital, mas o chute do meia saiu, levando perigo ao gol catarinense.

Aos 13 minutos, quando a partida estava equilibrada, faltou luz no estádio de São Januário, interrompendo a partida. Com a luz apagada e sem ter como torcer, a torcida cruz-maltina dirigiu sua bronca para o presidente Eurico Miranda, gritando palavras de ordem contra o dirigente. Torcedores contra e a favor da administração iniciaram uma briga que só foi contida pela chegada da Polícia Militar.

Depois de 27 minutos de paralisação, a partida recomeçou. E o primeiro momento de perigo foi dos catarinenses. Após cruzamento na área, Rômulo cabeceou por cima do travessão. O Vasco respondeu com um cruzamento de Mateus Vital para Luis Fabiano, mas a zaga se antecipou e desviou para escanteio.

Aos 16 minutos, o zagueiro Paulão se atrapalhou com Martín Silva e a bola sobrou para Diego Tavares, mas o atacante não conseguiu concluir.

O Vasco marcou o primeiro gol, aos 19 minutos. Nenê fez grande jogada individual, se livrou da marcação e quando o goleiro Kozlinski saiu, ele tocou para Yago Pikachu que, com o gol vazio, apenas empurrou para as redes. Na comemoração, o meia Evander saiu do banco de reservas, invadiu o campo para comemorar e foi advertido com cartão amarelo.

A vantagem animou o time da casa que quase ampliou aos 22 minutos, quando Douglas recebeu bom passe e chutou para ótima defesa de Kozlinski. Sem alternativa, o Avaí tentou partir para o ataque, mas não conseguia chegar na área carioca em condições de concluir.

Aos 34 minutos, Nenê recebeu pela esquerda e tentou lançar para Luis Fabiano, mas o cruzamento foi fechado e acabou nas mãos do goleiro do time visitante. Dois minutos depois, a equipe catarinense criou a sua melhor oportunidade. Leandro Silva fez bom passe para Rômulo que chutou forte. Martín Silva, com dificuldade, defendeu em dois tempos. A resposta do Vasco veio em cabeçada perigosa de Luis Fabiano, mas a bola saiu.

O jogo ficou mais aberto e Martín Silva novamente apareceu bem para defender um chute perigoso de Juan. O goleiro do Vasco voltou a salvar sua equipe, aos 41 minutos, ao defender um chute de Romulo que desviou no zagueiro.

Na última jogada importante da primeira etapa, Gilberto chutou, o goleiro do Avaí deu rebote e Luis Fabiano concluiu para fora, perdendo boa chance de ampliar a vantagem.

Os dois times voltaram sem mudanças para o segundo tempo que começou em ritmo lento. As equipes não conseguiam criar jogadas de ataque e a partida ficou monótona. Só aos dez minutos, é que o Leão da Ressacada apareceu na área carioca. Após erro de Douglas, a bola ficou com Leandro Silva que arriscou. A bola desviou na zaga e saiu para escanteio.

O Vasco encontrava dificuldades para penetrar na defesa catarinense. O meia Mateus Vital tentava cair pelo lado direito para tabelar com o lateral Gilberto, mas os visitantes bloqueavam bem as investidas. Preocupado com a apatia do ataque, o técnico Milton Mendes trocou o meia Yago Pikachu pelo atacante Manga Escobar.

Na primeira investida, aos 20 minutos, Escobar foi derrubado ao lado da área. Nenê fez a cobrança e o goleiro Kozlinski rebateu, de soco, para fora da área. Aos 25, o goleiro da equipe de Santa Catarina voltou a se destacar, ao desviar para escanteio, um chute forte do lateral Henrique. Na jogada seguinte, Henrique caiu na área após dividida e a torcida pediu pênalti, mas a arbitragem nada marcou.

O Vasco voltou a ameaçar aos 34 minutos. Gilberto cruzou para Nenê que dominou e tocou para o chute de Douglas, mas a bola desviou na zaga e saiu. O Avaí tentou pressionar nos minutos finais, mas o time de Milton Cruz é que teve a chance de ampliar. Após lançamento de Paulão, Andrezinho recebeu em ótimas condições, mas foi bloqueado na hora do chute.

Nos acréscimos, o time catarinense quase empatou, mas Martín Silva salvou com o pé um chute de Leandro Silva que penetrou livre na área.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Santos e Ponte não saem do empate no Pacaembú

Fonte: Gazeta Esportiva – Desde a saída de Dorival Júnior, demitido no último dia 4, o Santos, apesar de ter conquistado três vitórias seguidas, era cobrado para apresentar um futebol de melhor qualidade. Contra a Ponte Preta, na noite deste sábado, no Pacaembu, o Peixe até conseguiu fazer uma boa partida. Porém, mesmo martelando a Macaca, principalmente no segundo tempo, a equipe comandada por Levir Culpi não conseguiu tirar o zero do placar e volta para a Baixada com um empate amargo, que impede a arrancada no Campeonato Brasileiro e ainda encerra com a série perfeita de 20 vitórias seguidas no Paulo Machado de Carvalho.

Com o empate, o Peixe ficou com 13 pontos e segue na quinta colocação. Já a Macaca, por sua vez, terminou com 11 e dormirá como sétima. Porém, o time de Gilson Kleina pode ser ultrapassado por outros seis que ainda não jogaram na rodada.

O Alvinegro Praiano volta a entrar em campo já na próxima quarta-feira, quando viaja até Salvador para pegar o Vitória, no Barradão, às 19h30 (de Brasília), pela nona rodada do Brasileiro. No mesmo horário, mas um dia depois, na quinta, a Ponte recebe o Cruzeiro, no Moisés Lucarelli.
Apesar dos termômetros marcarem 17ºC em São Paulo, o duelo começou quente no Pacaembu. ‘Dono’ da casa, o Santos se impôs nos minutos iniciais e foi em busca do gol. A Ponte, por sua vez, ficava em seu campo de defesa e apenas esperava uma boa chance para sair no contra-ataque.

O Peixe assustou logo aos 4 minutos, quando Lucas Lima tocou para Bruno Henrique dentro da área. O atacante, porém, parou no goleiro Aranha. Na sequência, a Macaca chegou em velocidade com Claudinho. O pontepretano lançou Elton na cara de Vanderlei, que se antecipou e salvou o Peixe.

Aos 10, David Braz tomou a bola da Ponte no campo de defesa e se aventurou no ataque. Como um verdadeiro centroavante, o camisa 14 estava pronto para receber passe de Lucas Lima dentro da área. O zagueiro Rodrigo, porém, fez o corte e impediu a abertura do placar no Pacaembu.

Após as boas chances perdidas, a Macaca conseguiu igualar as ações e até chegou a ‘envolver’ o Alvinegro Praiano no meio. Mesmo assim, quem apareceu novamente no ataque foi o Santos. Aos 21 minutos, Bruno Henrique cruzou da direita, a bola passou por todo mundo e ficou livre para Jean Mota. O lateral improvisado soltou uma bomba, mas Aranha espalmou.

O restante da primeira etapa ficou muito ‘emperrada’, com as duas equipes presas na marcação e pouco conseguindo criar. Apesar disso, ainda sobrou tempo para a Ponte reclamar muito de um impedido marcado pela arbitragem. Aos 39 minutos, Lucca cobrou falta na área e David Braz marcou contra. Porém, o volante Elton, que participa da disputa, estava em posição irregular.
Santos e Ponte voltaram do intervalo do mesmo jeito que começaram no primeiro tempo. Logo na primeira jogada, Copete recebeu de Lucas Lima dentro da área, tirou de Aranha, mas bateu fraco e errou a meta. No lance seguinte, foi a vez de Kayke receber passe do camisa 10. O atacante chutou firme, no canto, mas parou no arqueiro pontepretano.

A Macaca não deixou barato e respondeu com Elton, que recebeu dentro da área e bateu em cima de Vanderlei. O duelo seguiu eletrizante. Aos 15 minutos, Bruno Henrique fez linda jogada pelo lado direito e tocou para Kayke. O centroavante desviou de primeira, mas a bola bateu em Aranha, triscou a trave e saiu pela linha de fundo.

Aos 21, foi a vez de Lucas Lima assustar. Em cobrança de falta, o meia mandou na gaveta, mas a bola subiu um pouco mais que o esperado e passou por cima do travessão de Aranha. Oito minutos depois, Jean Mota, também cobrando falta, chegou até a arrancar alguns gritos de ‘gol’ nas arquibancadas do Pacaembu. A redonda, porém, não entrou no fundo das redes.

Pressionada, a Ponte Preta não conseguiu assustar Vanderlei no restante da segunda etapa. Mesmo assim, o Santos também ficou preso na marcação e o duelo terminou mesmo em 0 a 0 no Pacaembu.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Atlético-GO perde pênalti e Atlético-PR vence a segunda consecutiva

Fonte: Gazeta Esportiva – Atlético-GO e Atlético-PR mostraram neste sábado porque estão brigando contra a zona de rebaixamento. Em uma partida fraca tecnicamente e com pênalti perdido pelos mandantes, o Furacão venceu o Dragão por 1 a 0.

O resultado foi importantíssimo para o Rubro-Negro, que conseguiu seu segundo triunfo no torneio nacional e saltou cinco posições na tabela de classificação, chegando à 15ª colocação com oito pontos. Já o Atlético-GO voltou para a zona de rebaixamento e tem dois pontos a menos.

Na próxima rodada, as duas equipes terão confrontos complicados contra gigantes paulistas. O Atlético-GO vai a São Paulo para encarar o Palmeiras, quarta-feira, às 21h (de Brasília), no estádio Palestra Itália. Já o Atlético-PR recebe o São Paulo, no mesmo dia, às 21h45 (de Brasília), na Arena da Baixada.

O jogo – A partida que parecia não prometer muita coisa começou à todo vapor neste sábado. Logo aos três minutos, Douglas Coutinho recebeu na entrada da área, ajeitou para a esquerda e chutou rasteiro. Felipe Garcia deu rebote, e Sidcley aproveitou o gol vazio para só completar para as redes.

Mesmo à frente no placar logo no início do confronto, o Furacão seguiu no ataque e voltou a assustar aos 10 minutos. Douglas Coutinho avançou pela direita e cruzou rasteiro para Nikão, que bateu de primeira, e mandou a bola com perigo à direita do gol de Felipe Garcia.

Após 15 bons primeiros minutos dos mandantes, o Atlético-GO equilibrou a partida com boas oportunidades de Everaldo. Primeiro, o centroavante aproveitou sobra na área e bateu cruzado, obrigando ótima defesa de Weverton, que desviou a bola antes de ela explodir no travessão.

Na sequência Igor invadiu a área e foi derrubado por Nicolas. O árbitro assinalou pênalti e, na cobrança, Everaldo bateu para fora, à esquerda da meta, desperdiçando a oportunidade.

Na etapa final, o Atlético-GO voltou do intervalo disposto à pressionar pelo empate. Com cinco minutos, Igor avançou, passou pela marcação de Douglas Coutinho e chutou de longe, mas Weverton espalmou e mandou para escanteio.

Aos dez, a torcida do Dragão chegou a gritar gol, mas a bola foi na rede pelo lado de fora. Andrigo recebeu na esquerda, cortou para dentro e bateu firme, mandando a bola no canto direito de Weverton.

Por fim, já aos 35 minutos, o Furacão aproveitou o espaço para contra-atacar e, pela primeira vez, levou perigo. Nikão cruzou para a área e Matheus Rossetto bateu de primeira, mas Felipe Garcia fez uma difícil defesa, no reflexo.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Internacional empata com o Santa Cruz e fica fora do G4 na Série B

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Ricardo Duarte/assessoria) – O Internacional protagonizou um jogo de fraco nível técnico com o Santa Cruz na tarde deste sábado, no Arruda, e não passou de um empate por 0 a 0. Foi a segunda igualdade fora de casa consecutiva da equipe dirigida por Guto Ferreira, que havia ficado no 1 a 1 com o América-MG na rodada passada da Série B do Campeonato Brasileiro.

O período sem ganhar deixou o Inter fora da zona de acesso para a primeira divisão nacional. Está na quinta posição, somando os mesmos 13 pontos ganhos do próprio Santa Cruz, que leva vantagem no número de vitórias e é o quarto colocado.

Os dois times terão pouco tempo para se preparar para a próxima rodada. Já na terça-feira, o Inter receberá o Paraná no Beira-Rio, enquanto o Santa visitará o América-MG no Independência.

O jogo – Santa Cruz e Internacional tinha um oponente a mais no Arruda – o gramado, castigado também pelas chuvas. Com as péssimas condições de partida, os dois times sofreram para criar jogadas de perigo desde os primeiros minutos.

O Santa Cruz ao menos contava com o apoio de sua torcida, presente em bom número nas arquibancadas. Empurrado para a frente pelo público, o time de Adriano Teixeira conseguiu levar preocupação ao goleiro Danilo Fernandes no final do primeiro tempo.

Aos 26 minutos, Elicarlos desviou a bola em cobrança de escanteio de Thiago Primão e obrigou Danilo a se esticar para salvar o Inter. Depois, aos 33, Bruno Paulo, atacante que está emprestado pelo Corinthians, foi acionado na ponta esquerda, invadiu a área, clareou e concluiu cruzado, para fora.

O Inter também colaborou com a melhora do Santa. Já aos 36, Klaus errou feio na inversão de jogo e entregou a bola de presente para Halef Pitbull, que acabou desarmado por Ernando. Pouco depois, o mesmo atacante teve nova chance de finalizar e parou em defesa de Danilo Fernandes.

Com o cenário adverso, o Inter ainda retornou para o segundo tempo com uma baixa. Ernando, lesionado, precisou ser substituído por Léo Ortiz, punido com o cartão amarelo logo em sua primeira participação na partida.

A chuva apertou no Recife àquela altura, e Guto Ferreira resolveu mexer também no pouco criativo ataque do Inter, que tinha Carlos como desfalque de última hora. Diego ocupou a vaga do uruguaio Nico López. Mais tarde, Juan foi a campo no lugar de Eduardo Sasha.

No Santa, Adriano Teixeira trocou o cansado Léo Lima por Augusto e André Luís por Kelvy. O seu time, no entanto, parecia não ter forças para resgatar os lampejos de bom futebol da etapa inicial.

O que não mudou mesmo foi o placar. Nos minutos finais, a partida voltou a ficar bastante monótona, como havia sido na maior parte do tempo, sem chances de gol para Santa Cruz e Internacional.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br