Inter não joga bem, perde em casa para o Boa Esporte e é vaiado

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria) – O Internacional perdeu a invencibilidade no estádio Beira-Rio. Neste sábado, o Colorado recebeu a visita do Boa Esporte, em partida válida pela 11ª rodada da Série B, e sem apresentar um grande futebol, acabou derrotado pelo placar de 1 a 0. Ao final da partida, parte da torcida colorada vaiou o time.

O Inter acabou pagando pela fragilidade da defesa. O sistema, que não sofria gols a três partidas, acabou deixando o Boa Esporte tocar a bola com tranquilidade na entrada da área e Diones marcou o gol da vitória. O clube também sofreu para criar jogadas e pouco incomodou o time mineiro.

Com a derrota em casa, o Inter pode até deixar o G4 da Série B do Brasileirão. O time do técnico Guto Ferreira estacionou na quarta posição, com 17 pontos e pode ser ultrapassado pelo América-MG, que entra em campo às 19h00 (de Brasília) e possui um ponto a menos que os gaúchos. Já o Boa Esporte chegou à 15 pontos e subiu para a décima posição.

No próximo sábado, o Inter enfrenta o Criciúma, novamente em casa. Enquanto o BEC recebe o CRB, também no sábado.

O jogo – O Internacional começou a partida buscando o gol, enquanto o Boa Esporte mantinha a postura defensiva. O time visitante se livrava rapidamente da bola e o Colorado somava mais posse de bola. No entanto, pouco conseguia criar e esbarrava na retranca do time mineiro.

Com dificuldades para furar a defesa, o Inter passou a apostar em chutes de fora da área. Apesar de contar com jogadores que têm bom aproveitamento de média distância, o Colorado não conseguiu aproveitar as chances. Quem também não aproveitou a chance de abrir o placar foi o BEC.

Em rápido contra-ataque, o lateral direito Ruan recebeu bom lançamento nas costas de Carlinhos e saiu cara a cara com o goleiro Danilo Fernandes. Na hora de finalizar, o jovem do time mineiro tentou acertar o canto direito do arqueiro, mas acabou chutando para fora e desperdiçando a melhor chance do primeiro tempo.

Perto do final da primeira etapa o Boa Esporte cresceu na partida e levou perigo ao gol de Danilo Fernandes. Em duas cobranças de falta, Fellipe Matheus quase acertou o ângulo direito do goleiro, que voou para salvar o Colorado. Ao final do primeiro tempo, parte da torcida gaúcha vaiou o time.

Logo no começo do segundo tempo, o Boa Esporte precisou de apenas uma jogada de ataque para abrir o placar. Após bom toque de bola no meio-campo, Ramon tocou para Diones que apareceu bem posicionado entre os zagueiros colorados e finalizou rasteiro, sem chances para Danilo Fernandes: 1 a 0.

Com a vantagem no placar, o Boa passou a se fechar ainda mais e apostar em mais um contra-ataque. Enquanto isso, o Colorado mantinha a bola nos pés, aumentava a posse de bola, mas voltava a encontrar dificuldades para criar jogadas.

Já na reta final da partida, o zagueiro Júlio Santos levou a pior em uma discussão contra o jovem atacante Diego e levou o segundo cartão amarelo, seguido do vermelho. Com 38 minutos no relógio, o Boa se fechou e conseguiu segurar a boa vitória fora de casa.

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Mistão do Santos ‘acorda’ no 2º tempo e empata com lanterna Atlético-GO

Fonte: Gazeta Esportiva – O torcedor do Santos acompanhou dois times diferentes neste sábado. O primeiro, que iniciou o jogo contra o Atlético-GO, no estádio Olímpico, em Goiânia, foi apático, mal tecnicamente e facilmente dominado pelo Dragão, que abriu o placar com Andrigo. Já a outra equipe, beneficiada com a expulsão de Jorginho logo na volta do intervalo, mostrou força para pressionar o adversário durante toda a segunda etapa e buscar o empate em 1 a 1 com Thiago Maia, em duelo válido pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O empate foi ruim para os dois clubes. Com 17 pontos, o alvinegro subiu para a quarta colocação, mas pode ser ultrapassado por até seis times. Já o Atlético-GO, por sua vez, segue na lanterna do Brasileirão, com apenas sete pontos.

Agora, o Peixe ‘vira a chavinha’ e mira suas forças na competição mais importante para os santistas na temporada. Na próxima quarta-feira, às 19h15 (de Brasília), o Santos pega o Atlético-PR, na Vila Capanema, no Paraná, pelo confronto de ida das oitavas de final da Libertadores.

Já o Dragão de Goiânia preocupa-se apenas com o Campeonato Brasileiro, onde entrará em campo no próximo sábado, diante do Vitória, no Serra Dourada. Já o Alvinegro Praiano, pela competição nacional, joga somente no dia 9, na Vila Belmiro, contra o rival São Paulo.

O jogo começou bastante trucado em Goiânia. Com apenas três titulares, o Santos mostrava muito desentrosamento e errava diversos passes. Já o Atlético-GO, por sua vez, seguia com a pouca qualidade técnica apresentada nos últimos jogos e repetia os erros do Peixe.

Porém, a partida saiu da chatice após um erro coletivo da zaga santista. Aos 11 minutos, Caju perdeu a bola para o adversário, Noguera não acompanhou a sequência da jogada e Vanderlei acabou derrubando Breno Lopes dentro da área. Pênalti para o Dragão.

Na cobrança, o goleiro santista se redimiu e defendeu o chute de Everaldo. No rebote, porém, a zaga alvinegra não acompanhou Andrigo, que chegou em velocidade e empurrou para o fundo das redes, abrindo o placar no estádio Olímpico.

O tento animou os atleticanos. Aos 16 minutos, Luiz Fernando cobrou falta direto para o gol e Vanderlei se esticou todo para salvar o Peixe.

Mesmo com a vantagem no marcador, o Dragão seguiu apertando o Santos, que ficou acuado, sofreu com a pressão e não assustou o goleiro Felipe.

Além da derrota parcial no placar, o técnico Levir Culpi também perdeu Vitor Bueno. Aos 29 minutos, o camisa 7 caiu no gramado após choque com Marcão Silva. Por conta disso, o meia Lucas Lima, que estava sendo poupado, precisou entrar em campo.

O camisa 10, porém, pouco acrescentou na reta final do primeiro tempo. O Peixe seguiu jogando mal e só não foi para o intervalo com uma desvantagem maior porque a pontaria dos atleticanos estava ruim.

Precisando da virada para voltar ao G4 do Brasileirão, o técnico Levir Culpi voltou para a segunda etapa com Thiago Maia na vaga de Alison. Porém, que ajudou mesmo o Santos foi Jorginho, do Atlético-GO.

O meia, que já tinha amarelo, deu uma entrada dura em Vladimir Hernández e acabou expulso pelo árbitro Claudio Francisco Lima e Silva.

Com a vantagem numérica dentro de campo, o Peixe cresceu no jogo. O problema é que mesmo com a posse de bola, a equipe santista não conseguia chegar com qualidade ao gol de Felipe.

Porém, aos 23 minutos, o Dragão repetiu o Santos e sofreu o empate após falha coletiva da defesa. Abuda saiu jogando errado e perdeu a bola. Na sequência, Lucas Lima tocou para Thiago Maia. O volante mandou uma bomba de fora da área e contou com a ‘ajuda’ do goleiro Felipe para empatar a partida.

O empate animou os santistas. Com um homem a mais no gramado, o alvinegro se lançou ao ataque em busca da vitória. Os últimos minutos do jogo marcaram uma pressão tremenda do Santos em cima do acuado Atlético-GO.
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Em jogo polêmico, Atlético-MG bate o Botafogo pela Copa do Brasil

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria/arquivo) – A vitória do Atlético sobre o Botafogo por 1 a 0 na noite desta quinta-feira, no Independência, válido pela partida de ida das quartas de final da Copa do Brasil, teve dois ingredientes especiais: foi um jogo muito movimentado e contou com várias polêmicas.

As polêmicas em sua maior parte estavam vinculadas ao árbitro Dewson Fernando Freitas da Silva (Fifa-PA), que inverteu faltas, conseguiu irritar as duas equipes e ainda mandou para os vestiários mais cedo o atacante Fred e o técnico Roger Machado. No cartão vermelho ao centroavante atleticano, o juiz foi coerente, entretanto, em lances parecidos não fez o mesmo, deixando a situação confusa.

Sobre o jogo, Atlético e Botafogo fizeram uma boa partida de ida da Copa do Brasil. O confronto foi bastante movimentado e cada time dominou uma parte do jogo. No primeiro tempo, o Galo foi muito superior e só não saiu com placar maior porque Fred não estava em sua melhor noite. Na etapa complementar, o Botafogo se superou e aproveitou que o time mineiro estava com menos um jogador para se lançar ao ataque. No entanto, não conseguiu um gol e teve poucas chances claras, mesmo com a superioridade numérica.

A grande decisão será no dia 26 de julho, no Rio de Janeiro. Antes disso, as equipes voltam a campo no domingo, o Glorioso contra o Corinthians e o Atlético terá o clássico contra o Cruzeiro, no Independência, ambos jogos pelo Campeonato Brasileiro.

O duelo começou muito movimentado. O Galo mostrava que seria uma equipe diferente da que vinha se apresentando, mostrava intensidade e vontade.

Aos 7 minutos, o Atlético colocou alegria na torcida atleticana. Em ótima jogada construída pelo Galo, Fred abriu com Elias que lançou para Robinho. O camisa 7 atleticano dominou no peito e partiu pra cima, mas viu Cazares na infiltração. O passe para o camisa 10 foi perfeito, ele precisou apenas de um toque para limpar o lance e o segundo foi para soltar o grito de gol de cada garganta alvinegra mineira.

E o Galo queria mais. Pelo ânimo, muito mais! Dois minutos depois, o Atlético fez jogada parecida. Fred para Cazares, que mandou para Robinho, que devolveu no camisa 9, que deixou para o armador, que colocou para o R7 alvinegro: Robinho recebeu na frente, mas Joel Carli se esticou todo para tirar o perigo. A bola foi para escanteio. Na cobrança, nova jogada na linha de fundo e Fred, por pouco, na amplia.

O Galo em campo era intenso. Tinha a organização de Roger Machado, mas a força de tempos atrás que se perdeu ao longo do tempo. Era visível isso no momento do jogo: o Galo tinha o placar a seu favor e seguia tentando marcar, enquanto o Glorioso não tinha chegado contra a meta preto e branca.

A partir dos 15, o Galo esfriou na partida. O Botafogo conseguiu dar mais igualdade em campo, apesar de não ter tido qualquer chance clara de igualar o resultado, pois existia grande consistência defensiva do Atlético. Por outro lado, o excesso de confiança dos jogadores do Galo forçavam alguns erros com as tentativas de jogadas de efeito.

Aos 24, o Galo voltou a ter uma grande chance. O alvinegro carioca se arriscou ao ataque, mas perdeu a bola e o contra-ataque atleticano aconteceu. Em descida muito rápida, Luan recebeu na ponta direita e encontrou Fred na área, sozinho, livre de marcação. O 9 atleticano, porém, fez algo que não costuma fazer, chutou por cima, em uma oportunidade única.

A primeira grande chegada do Botafogo aconteceu aos 33 minutos. Em um vacilo da defesa atleticana, Victor Luiz conseguiu bom cruzamento e a bola passou por toda a área. O atacante Roger chutou, mas não pegou bem na bola. Na sequência, Robinho, Fred e Luan conseguiram um bom contra-ataque, mas sem conclusão.

O jogo voltou diferente. O Galo estava mais frio, mais calculista, pensava melhor as jogadas. O Botafogo não reconhecia mais o Galo em sua casa.

Antes dos 10 minutos, um lance mudou o rumo atleticano. O atacante Fred, que não fazia boa partida, foi expulso, após uma falta no meio campo. Como ele já tinha cartão amarelo, levou o vermelho. O camisa 9 deixou o gramado reclamando dizendo que o juiz estava mal intencionado.

Após a expulsão, o Galo passou aperto. O Botafogo chegava com mais facilidade e o Galo sofria bastante vendo o adversário chegar sempre com grande facilidade.

Para segurar os zagueiros, Roger Machado colocou em campo Rafael Moura, mas pouco adiantou, pois o Galo não conseguia sair jogando e o campo defensivo passou a ser mais frequentado.

Aos 38, o Galo teve sua principal oportunidade de ampliar o marcador. Em cruzamento na área, após falta, a redonda sobrou para Rafael Moura e o goleirão do Glorioso fez uma ótima defesa.
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Ponte Preta abre vantagem na Copa Sul-Americana

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/Fernando Dantas/arquivo) – A Ponte Preta sofreu sem seu artilheiro na noite dessa quinta-feira. Mas, se Lucca não estava em campo por ter de cumprir suspensão, Emerson Sheik assumiu a responsabilidade e garantiu a vitória da Macaca por 1 a 0 sobre o Sol de América, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, no duelo de ida pela segunda fase da Copa Sul-Americana. A vantagem foi conquistada apenas aos 44 minutos do segundo tempo e deixou a Ponte a um empate, no Paraguai, dia 26 de julho, de chegar às oitavas de final da competição continental.

De quebra, os brasileiros acabaram com uma invencibilidade de quatro jogos ou um mês do Sol de América, que apostou na tradicional “cera” para se dar bem nessa quinta, mas acabou castigado pelo veterano atacante da Macaca.

Já nos primeiros movimentos de jogo ficou clara a postura da equipe paraguaia: todos atrás da linha da bola com a esperança de um contra-ataque. O problema, então, ficou com a Ponte Preta, que até começou bem o jogo, usando as laterais, mas as jogadas acabavam sempre esbarrando na marcação adversária.

Um chute de Lins só aos 19 minutos de jogo foi o primeiro teste para o goleiro Agustín Silva, que não mostrou muita firmeza na defesa. Cinco minutos depois, Claudinho também decidiu arriscar e novamente o arqueiro pegou a bola sem tanta confiança.

E foi só. Apesar de todo o empenho da Macaca, o Sol de América soube se fechar, como costuma fazer no seu país, já que o time sofreu apenas uma derrota nos últimos 14 jogos e está invicto há um mês sustentado pelo seu forte sistema defensivo.

Para complicar ainda mais as coisas, a Ponte Preta
Na segunda etapa, a Ponte até chegou a levar um susto na única vez que os paraguaios conseguiram criar uma oportunidade e concluir em gol. Aranha, no entanto, estava atendo e fez a intervenção.

Após isso, com a partida se encaminhando para sua parte final, o duelo se transformou em um ataque contra defesa escancarado. O Sol de América se fechou todo e a Ponte foi com tudo para cima, usando até mesmo seus zagueiros à frente do meio de campo. Para segurar o ímpeto dos campineiros, os visitantes, como de costume, abusaram da cera. Até o técnico Fernando Ortiz , quando expulso, passou por todo o campo com a pura intenção de atrasar ainda mais a partida e enervar os ponte-pretanos, já sem paciência a essa altura.

Mas, de tanto martelar, a Macaca acabou recompensada aos 44 minutos do segundo tempo. Se Lucca não estava em campo, coube a Emerson Sheik ser a estrela do time brasileiro nessa quinta. O camisa 9, que ainda não tinha feito nenhum gol com a camisa da Ponte, arriscou de fora da área e contou com um desvio na zaga para estufar as redes e correr para o abraço.

O apito final soou logo em seguida, mas o que se ouvia era a festa da torcida da Ponte Preta nas arquibancadas. Agora, um simples empate no Paraguai garante os alvinegros nas oitavas de final da Copa Sul-Americana.
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Fluminense goleia e fica com a vaga na mão na Copa Sul-Americana

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria/arquivo) – O Fluminense está bem perto de carimbar sua passagem para a próxima fase da Copa Sul-Americana. Em partida disputada na noite desta quinta-feira, no Maracanã, o Tricolor das Laranjeiras goleou o Universidad Católica, do Equador por 4 a 0 e abriu grande vantagem para o jogo da volta que acontecerá no dia 26 de julho, em Quito. A equipe dirigida por Abel Braga pode até perder por 3 gols de diferença para garantir a classificação. Os gols foram marcados por Henrique Dourado, dois, Richarlison e Wendel.

O resultado fez completa justiça ao time carioca que manteve o controle da partida durante os 90 minutos, dando pouquíssimas chances ao adversário de ameaçar o gol defendido por Júlio César. A Universidad Católica que faz má campanha no campeonato do seu país, mostrou ser uma equipe de recursos limitados que não conseguiu, em nenhum momento, fazer frente ao Fluminense.

Diante de um público pequeno, mas entusiasmado, o Fluminense tentou partir para o ataque logo no início, mas encontrou um adversário bem postado na defesa. O primeiro lance de perigo só aconteceu aos seis minutos quando Marquinhos Calazans entrou entre os zagueiros, mas foi tocado pelo zagueiro Obando e caiu pedindo falta, mas o árbitro nada marcou.

O time equatoriano encontrava muita dificuldade para sair da defesa e a bola quase nunca chegava na área tricolor. Aos oito minutos, Léo cobrou lateral na área, Reginaldo desviou de cabeça e Henrique Dourado chutou cruzado, levando perigo ao gol defendido por Galindez. A resposta dos visitantes foi imediata e Cifuentes bateu rasteiro no canto, mas Júlio César fez a defesa.

O time dirigido por Abel Brga tinha o controle do jogo, com os meias Wendel e Gustavo Scarpa se movimentando muito e confundindo a marcação da equipe equatoriana.

Aos 20 minutos, o Fluminense criou outra chance de perigo. Léo cruzou da esquerda, o goleiro nada pegou, mas Richarlison não conseguiu cabecear e reclamou de empurrão do zagueiro. Logo depois, Gustavo Scarpa recebeu de Wendel e bateu colocado, mas a bola tirou tinta do poste direito. Dois minutos depois, o ataque tricolor criou outra chance e após rebote do goleiro, Lucas bateu cruzado e Dourado completou, mas a bola bateu no peito de López e facilitou a tarefa da zaga equatoriana.

Aos 26 minutos, o Fluminense marcou o primeiro gol. Após cruzamento de Léo, a defesa rebate mal e a sobra fica nos pés de Henrique Dourado que tocpu, com categoria, no canto direito de Galindez.

Dois minutos depois, Henrique Dourado recebeu na esquerda e cruzou, O goleiro Galindez soltou a bola nos pés de Richarlison que não teve a menor dificuldade para colocar a bola nas redes.

Só depois de sofrer o segundo gol, é que o time visitante decidiu se arriscar mais um pouco no ataque e, aos 31 minutos, Cifuentes bateu forte e assustou o goleiro Júlio César. A resposta da equipe carioca veio com um chute forte de Richarlison que explodiu no peito do goleiro Galíndez.

O jogo ficou mais aberto com as duas equipe procurando o caminho do gol. E o Fluminense é que marcou o terceiro gol, aos 44 minutos. Após boa jogada de Léo, pela esquerda, Calazans cruzou e a bola bateu no braço de Godoy. O árbitro marcou pênalti e Henrique Dourado bateu com a habitual categoria para ampliar a vantagem tricolor.

O segundo tempo começou com o mesmo panorama da primeira etapa; E logo aos dois minutos, o Fluminense criou uma boa chance para marcar. Depois de boa troca de passes, Scarpa tocou para Henrique Dourado que bateu para boa defesa de Mosquera que entrou no lugar de Galíndez. No lance, o Ceifador sentiu uma fisgada na virilha esquerda e pediu para sair. Pedro entrou em seu lugar.

Aos nove minutos, o Fluminense marcou o quarto gol. O meia Wendel recebeu na intermediária e arriscou o chute. A bola entrou no ângulo esquerdo, sem qualquer chance de defesa para Mosquera.

Sem outra alternativa, o Universidad partiu para o ataque e Cifuentes voltou a assustar Júlio César, aos 17 minutos, com outro chute perigoso. O Fluminense passou a administrar o resultado e, aos 31 minutos, quase marcou o quinto gol. Gustavo Scarpa fez grande jogada pela direita e recuou para o chute de Pedro. A bola desviou na zaga e saiu para escanteio. Na cobrança, Henrique subiu mais do que a zaga, mas cabeceou para fora.

Aos 39 minutos, o Tricolor desperdiçou outra oportunidade para marcar, quando Wellington Silva cabeceou com grande perigo.

Só aos 42 minutos é que o time do Equador criou uma grande chance , quando Henrique cometeu falta na entrada da grande área. Defederico bateu e mandou por cima do travessão. Nos acréscimos, Defederico fez ótimo passe para Cifuentes que entrou livre e tocou por cima do travessão.
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Avaí surpreende e vence o Botafogo na Série A

Fonte: Gazeta Esportiva – O Botafogo decepcionou a sua torcida ao ser derrotado pelo Avaí por 2 a 0, em partida disputada na noite desta segunda-feira, no estádio Nilton Santos, no encerramento da décima rodada do Campeonato Brasileiro. A torcida alvinegra, que esperava ver seu time subir para a terceira posição, voltou para a casa frustrada. O time de General Severiano segue com 15 pontos, mas caiu para a oitava posição. O Avaí, que alcançou a segunda vitória na competição, chegou aos oito pontos ganhos e deixou a lanterna para o Atlético Goianiense. Joel, ex- Botafogo, foi o carrasco da sua ex-equipe, marcando os dois gols da equipe catarinense.

O Avaí mereceu o resultado por ter aproveitado as oportunidades que apareceram para definir o jogo. E ainda contou com o goleiro Douglas, que teve uma grande atuação. O Botafogo foi surpreendido pelo adversário no começo da partida e depois não conseguiu transformar a grande pressão em gols. Seus jogadores desperdiçaram muitas chances para marcar e ainda tiveram pela frente, um goleiro muito inspirado.

Na próxima rodada, o Botafogo vai enfrentar o Corinthians, em São Paulo. O Avaí vai receber a Ponte Preta, em Florianópolis.

A partida começou em ritmo lento com os dois times tocando a bola sem demonstrar muita pressa. E no primeiro ataque organizado, aos cinco minutos, o Avaí marcou o primeiro gol. Juan cruzou da esquerda, Pedro Castro completou, mas a bola acabou nos pés de Joel que chutou em cima de Igor Rabelo. No rebote, o mesmo Joel mandou para as redes defendidas por Gatito.

Além de sofrer o gol, o Botafogo levou outro baque na sequência. O meia Montillo que começava como titular depois de muito tempo, sentiu uma lesão na panturrilha e foi obrigado a deixar o campo aos sete minutos. Guilherme entrou no lugar do argentino que saiu muito chateado.

O time de Jair Ventura se mostrava inteiramente desorganizado em campo e acabou sofrendo o segundo gol, aos 16 minutos. Novamente Joel. O camaronês recebeu uma bola escorada por Pedro Castro e chutou para marcar.
Um minuto depois, o Botafogo quase marcou o primeiro gol quando Camilo cabeceou, por cima da trave, um cruzamento de Rodrigo Pimpão. Aos 19 minutos, o time carioca chegou outra vez na área com uma conclusão de Rodrigo Lindoso.

A pressão alvinegra aumentou e, aos 21, foi a vez de Arnaldo mandar uma bomba, mas Douglas fez grande defesa. Três minutos depois foi a vez de Roger cabecear com perigo. Com uma vantagem de dois gols, o Avaí se limitava a tentar bloquear as investidas do adversário e mantinha apenas Joel na frente.

O Botafogo pressionava em busca do primeiro gol e, aos 28 minutos, Capa quase marcou contra, após cruzamento de Victor Luis.

A pressão do Alvinegro não diminuía, mas o time carioca seguia desperdiçando oportunidades. Aos 38 minutos, após cruzamento na área, Marcelo concluiu, a bola bateu na zaga e ficou livre para Igor Rabello, na entrada da pequena área, mas o zagueiro chutou por cima do travessão, para desespero da torcida alvinegra.

No último lance do primeiro tempo, Guilherme lançou Pimpão na corrida, mas o goleiro Douglas chegou primeiro e ficou com a bola.

Os dois times voltaram sem alterações para o segundo tempo. Aos cinco minutos, o Botafogo criou a primeira oportunidade. Rodrigo Pimpão fez bom lançamento para Roger na área, mas o atacante não conseguiu dominar a bola.

O Avaí manteve sua postura defensiva, mas quase acabou marcando o terceiro gol, aos nove minutos. Rômulo foi lançado na corrida, Victor Luis chegou primeiro, tentou atrasar para Gatito Fernándes, mas cabeceou fraco e Rômulo chegou antes do goleiro, mas concluiu para fora.

O Botafogo seguia pressionando em busca do primeiro gol. Aos 18 minutos, Bruno Silva tocou para Camilo que fez ótimo para a entrada de Rodrigo Lindoso. O volante tentou encobrir o goleiro do Avaí e mandou para fora. Um minuto depois, Pimpão cruzou e Roger, que cabeceou nas mãos de Douglas. Aos 26 minutos, o goleiro do Avaí voltou a aparecer bem ao defender chute forte de Rodrigo Lindoso.

O Avaí teve a chance de liquidar a fatura aos 35 minutos. Júnior Dutra recebeu na intermediária, se livrou da marcação e chutou forte. Gatito ainda desviou, mas a bola se chocou com a trave do time carioca.

Aos 44 minutos, o Botafogo desperdiçou mais uma oportunidade para tirar o zero, quando Bruno Silva recebeu na área e chutou forte, mas mandou para fora. Nos acréscimos, o goleiro Douglas fez três defesas seguidas em chutes de Guilherme, Leandrinho e Rodrigo Pimpão, de bicicleta.

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Atlético Paranaense goleia o Vitória pela Série A

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria/arquivo) – De virada, o Atlético Paranaense chegou a sua quarta vitória consecutiva no Campeonato Brasileiro ao bater o Vitória por 4 a 1, na Arena da Baixada, seguindo com sua arrancada de recuperação dentro da competição. Com o resultado, o Furacão chegou aos 14 pontos, embolado no meio da tabela, na 11ª posição. Já o Leão, com oito pontos, segue na zona de rebaixamento.

O jogo começou movimentado, mas foi de bola parada, aos 16 minutos da primeira etapa, que Fred abriu o placar para os visitantes, em cobrança de falta perfeita. De cabeça, Wanderson deixou tudo igual, aos 43 minutos. Na segunda etapa, Nikão recebeu e chutou no cantinho para virar. Ederson ampliou, aos 11 minutos e Matheus Rosseto fechou a contagem, aos 35 minutos.

Na próxima rodada, o Atlético Paranaense encara o Sport, domingo, na Ilha do Recife. Já o Vitória recebe no mesmo dia o Bahia, em clássico a ser disputado no Barradão.

Os dois times entraram com mudanças no ataque e, nos primeiros movimentos mostravam um jogo aberto. Aos três minutos, o time baiano partiu com velocidade no contra-ataque e Neiton serviu Gabriel Xavier, que na cara do gol chutou cruzado, para fora. O Vitoria jogava no erro do adversário e, aos sete minutos, Yago chegou Kieza, que bateu forte para boa defesa de Weverton.

O Furacão apareceu bem aos 11 minutos, com Ederson invadindo a área e batendo para ótima intervenção de Fernando Miguel. Falta na entrada da área atleticana, aos 16 minutos, e Fred, com perfeição, estufou a rede para abrir a contagem. O gol fez o jogo mudar um pouco, com o Atlético tentando manter mais a bola nos pés. Aos 25 minutos, Otávio arriscou de longe e Fernando Miguel agarrou sem dificuldade.

Aos 29 minutos, Lucho González deixou o jogo, lesionado, para a entrada de Nikão. Aos 36 minutos, Kanu buscando recuou de bola quase enganou o goleiro, desviando pela linha de fundo. Aos 40 minutos, Matheus Anjos cobrou fala e a bola foi para fora, com perigo. Mas, aos 43 minutos, Wanderson aproveitou cobrança de escanteio para subir e testar para o gol para deixar tudo igual.

Depois do intervalo, o Leão voltou com Ramon no lugar de Fred. Aos três minutos, recuo de bola esquisito de Kanu, que quase entregou para Ederson. Fernando Miguel, ligado, chegou antes. Aos seis minutos, Sidcley cruzou para Nikão, que dominou, soltou um petardo e obrigou o goleiro a fazer grande defesa. Mas, aos oito minutos, Sidcley e a jogada e serviu Nikão, que achou espaço e chutou no canto para decretar a virada.

O Furacão aproveitou o bom momento e, aos 11 minutos foi a vez de Ederson marcar aproveitando cruzamento de Douglas Coutinho. A sequência de gols deixou o Vitória desorganizado e o domínio passou a ser atleticano. Aos 22 minutos, Matheus Rosseto recebeu lançamento e saiu em velocidade, mas o árbitro marcou impedimento.

O quarto quase aconteceu aos 25 minutos, com Ederson entrando na área e carimbando a trave. O Vitória chegava esporadicamente, os 32 minutos, Patric cobrou falta e a bola foi direto pela linha de fundo. Virou goleada aos 35 minutos, com Matheus Rosseto arriscando de longe porá fazer um golaço. Com a vitóri a encaminhada, o Atlético deixava o tempo passar e tocava bola.
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Grêmio x Corinthians bate o recorde de público pagante do Brasileirão 2017

Confronto superou Fla x Atlético-MG, na primeira rodada. Dos cinco jogos com mais torcedores este ano até agora, o Timão está presente em quatro, sendo que só contra o Tricolor gaúcho foi visitante

Globo Esporte Por Eduardo de Sousa e Leandro Silva, Rio de Janeiro – Mesmo atuando na sua Arena, o Grêmio não conseguiu impor o seu ritmo de jogo e foi derrotado pelo Corinthians por 1 a 0, gol do meia Jadson, aos seis minutos da segunda etapa. Com o resultado, o Tricolor gaúcho não conseguiu ultrapassar o Timão, que segue na ponta do Brasileirão, agora 26 pontos em 10 rodadas disputadas, quatro a mais que o Tricolor gaúcho, que permanece na vice-liderança.

Motivados com as recentes atuações do time comandado pelo técnico Renato Gaúcho, que vinha de quatro vitórias (sobre Chapecoense, Bahia, Fluminense e Coritiba) e um empate com o Cruzeiro nas últimas cinco partidas, os gremistas fizeram a sua parte e lotaram o estádio. Ao todo, 50.116 espectadores adquiriram ingresso para conferir o duelo, registrando o maior público pagante do campeonato até o momento – público presente: 54.022 / renda: R$ 2,09 milhões. A antiga marca pertencia ao jogo Flamengo x Atlético-MG, pela primeira rodada da competição. Na ocasião, 42.575 torcedores foram ao Maracanã para acompanhar o jogo, que terminou empatado por 1 a 1.

Dos cinco jogos com maior presença de torcedores pagantes na edição deste ano, o Corinthians está presente em quatro, sendo que apenas contra o Grêmio foi visitante. Nos duelos em que teve o mando de campo contra o São Paulo (42.443), o Santos (40.169) e o Bahia (34.250), o Timão registrou o terceiro, o quarto e o quinto melhor público, respectivamente. Dentro de campo, a equipe dirigida por Fábio Carille correspondeu ao apoio das arquibancadas e fez a sua parte, conseguindo três vitórias – 3 a 2 sobre o Tricolor Paulista, 2 a 0 diante do Peixe e 3 a 0 contra o Esquadrão de Aço.

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Flamengo bate o Bahia pela Série A

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gilvan de Souza/assessoria/arquivo) O Flamengo não mostrou um bom futebol neste domingo, mas venceu por 1 a 0 o Bahia, na Fonte Nova, pelo Campeonato Brasileiro. Com o resultado, os rubro-negros chegaram a 17 pontos e vão dormir na terceira colocação da Série A. Já os baianos seguem com dez e entram na zona de rebaixamento.

O Esquadrão de Aço foi melhor na partida até a expulsão do zagueiro Lucas Fonseca, ainda no primeiro tempo. A partir daí, o Rubro-Negro teve mais posse de bola, mas sofria com os contra-ataques dos donos da casa, que eram mais perigosos. Só que no segundo tempo, após assistência sem querer de Éverton Ribeiro, a bola sobrou para Berrío finalizar para a rede e decretar a vitória carioca em Salvador.

Na próxima rodada, o Flamengo terá pela frente o São Paulo, no domingo, no Rio de Janeiro. No mesmo dia, o Bahia joga o clássico contra o Vitória, no Barradão.

O duelo começou movimentado, com as duas equipes em busca do ataque. O Bahia teve a primeira boa chance de gol aos nove minutos. Zé Rafael roubou a bola de Willian Arão e arriscou de longe, mas para fora. A resposta do Flamengo veio aos 13, quando Diego achou Guerrero na área, só que o peruano chutou fraco, facilitando a defesa de Jean.

Aos poucos, o Bahia dominou as ações e passou a pressionar o Flamengo. Aos 20 minutos, Zé Rafael levou a melhor sobre Rafael Vaz na linha de fundo e cruzou, mas viu Rhodolfo salvar os rubro-negros. Depois, aos 29, Lucas Fonseca quase abriu o placar, só que cabeceou errado.

Quando o Bahia era superior em campo acabou ficando com um homem a menos após Lucas Fonseca receber o segundo cartão amarelo. O zagueiro acertou chute sem bola em Guerrero e ficou discutindo com o peruano após o lance.

Mesmo com um homem a menos, o Bahia permanecia mais perigoso. Zé Rafael roubou a bola de Diego no meio, foi em direção ao gol e chutou para boa defesa de Thiago. O Flamengo respondeu no minuto seguinte, em finalização em força de Guerrero que parou em Jean.

Nos minutos finais, a partida ganhou em emoção, pois o Flamengo passou a pressionar, mas dava espaço para os contra-ataques do Esquadrão de Aço. Os donos da casa quase marcaram aos 44 minutos, em chute de Allione que parou em grande defesa de Thiago. Nos acréscimos, foi a vez dos cariocas responderem em cabeceio de Willian Arão que foi próximo do gol de Jean. Assim, o duelo foi para o intervalo com o placar inalterado na Fonte Nova.

No segundo tempo, o time carioca voltou pressionando os mandantes em busca do gol, mas sofria com os erros de passes. Assim como na etapa inicial, os donos da casa tinham espaço para avançar e tiveram a primeira boa chance de marcar aos 11 minutos. Zé Rafael cobrou falta e quase acertou o ângulo de Thiago. Os rubro-negros só finalizaram aos 16, com Trauco, de longe, que parou em defesa de Jean.

O Bahia permanecia sendo mais perigoso e teve nova chance de marcar aos 20 minutos. Mendoza recebeu passe na entrada da área e finalizou para o gol. O goleiro Thiago tentou a defesa, mas a bola escorregou de mão e passou por cima do travessão para sua sorte.

Quando o Flamengo mais sofria no segundo tempo, acabou “achando” o gol, aos 28 minutos. Éverton Ribeiro tentou o chute, mas deu um passe para Berrío. O colombiano finalizou cruzado,m sem chance para Jean.

Depois do gol, os cariocas passaram a administrar o resultado. Com isso, o Bahia perdeu o espaço para os contra-ataques e teve dificuldade em buscar o empate. Assim, o duelo diminuiu o ritmo até o apito final do árbitro.
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Atlético Paranaense goleia o Vitória pela Série A

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria/arquivo) – De virada, o Atlético Paranaense chegou a sua quarta vitória consecutiva no Campeonato Brasileiro ao bater o Vitória por 4 a 1, na Arena da Baixada, seguindo com sua arrancada de recuperação dentro da competição. Com o resultado, o Furacão chegou aos 14 pontos, embolado no meio da tabela, na 11ª posição. Já o Leão, com oito pontos, segue na zona de rebaixamento.

O jogo começou movimentado, mas foi de bola parada, aos 16 minutos da primeira etapa, que Fred abriu o placar para os visitantes, em cobrança de falta perfeita. De cabeça, Wanderson deixou tudo igual, aos 43 minutos. Na segunda etapa, Nikão recebeu e chutou no cantinho para virar. Ederson ampliou, aos 11 minutos e Matheus Rosseto fechou a contagem, aos 35 minutos.

Na próxima rodada, o Atlético Paranaense encara o Sport, domingo, na Ilha do Recife. Já o Vitória recebe no mesmo dia o Bahia, em clássico a ser disputado no Barradão.

Os dois times entraram com mudanças no ataque e, nos primeiros movimentos mostravam um jogo aberto. Aos três minutos, o time baiano partiu com velocidade no contra-ataque e Neiton serviu Gabriel Xavier, que na cara do gol chutou cruzado, para fora. O Vitoria jogava no erro do adversário e, aos sete minutos, Yago chegou Kieza, que bateu forte para boa defesa de Weverton.

O Furacão apareceu bem aos 11 minutos, com Ederson invadindo a área e batendo para ótima intervenção de Fernando Miguel. Falta na entrada da área atleticana, aos 16 minutos, e Fred, com perfeição, estufou a rede para abrir a contagem. O gol fez o jogo mudar um pouco, com o Atlético tentando manter mais a bola nos pés. Aos 25 minutos, Otávio arriscou de longe e Fernando Miguel agarrou sem dificuldade.

Aos 29 minutos, Lucho González deixou o jogo, lesionado, para a entrada de Nikão. Aos 36 minutos, Kanu buscando recuou de bola quase enganou o goleiro, desviando pela linha de fundo. Aos 40 minutos, Matheus Anjos cobrou fala e a bola foi para fora, com perigo. Mas, aos 43 minutos, Wanderson aproveitou cobrança de escanteio para subir e testar para o gol para deixar tudo igual.

Depois do intervalo, o Leão voltou com Ramon no lugar de Fred. Aos três minutos, recuo de bola esquisito de Kanu, que quase entregou para Ederson. Fernando Miguel, ligado, chegou antes. Aos seis minutos, Sidcley cruzou para Nikão, que dominou, soltou um petardo e obrigou o goleiro a fazer grande defesa. Mas, aos oito minutos, Sidcley e a jogada e serviu Nikão, que achou espaço e chutou no canto para decretar a virada.

O Furacão aproveitou o bom momento e, aos 11 minutos foi a vez de Ederson marcar aproveitando cruzamento de Douglas Coutinho. A sequência de gols deixou o Vitória desorganizado e o domínio passou a ser atleticano. Aos 22 minutos, Matheus Rosseto recebeu lançamento e saiu em velocidade, mas o árbitro marcou impedimento.

O quarto quase aconteceu aos 25 minutos, com Ederson entrando na área e carimbando a trave. O Vitória chegava esporadicamente, os 32 minutos, Patric cobrou falta e a bola foi direto pela linha de fundo. Virou goleada aos 35 minutos, com Matheus Rosseto arriscando de longe porá fazer um golaço. Com a vitóri a encaminhada, o Atlético deixava o tempo passar e tocava bola.
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