Paysandu perde para o Londrina em casa e pode cair para zona de rebaixamento da Série B

Fonte: Gazeta Esportiva – O Paysandu perdeu mais uma oportunidade de somar pontos em casa e se distanciar da zona de rebaixamento da Série B nesta terça-feira. Recebendo o Londrina, o Papão começou bem e dava indícios de que iria conseguir o resultado positivo em Belém, no entanto, após os 90 minutos, teve de se contentar com a derrota por 2 a 1 no estádio da Curuzu.

Anunciado como no treinador do Paysandu no último dia 24 de junho, Marquinhos Santos sofreu sua primeira derrota à frente da equipe paraense. O resultado teve um gosto ainda mais amargo pelo fato de o atacante Bérgson ter perdido um pênalti no final do jogo após marcar o gol na primeira cobrança que o árbitro mandou voltar, acusando invasão da defesa adversária na área.

Com a derrota, o Paysandu se manteve na 16ª colocação na tabela, mas poderá ser ultrapassado e figurar a zona de rebaixamento da Série B com as partidas do fim de semana. Já o Londrina assumiu provisoriamente a oitava colocação e segue sem grandes riscos no campeonato.

O primeiro tempo começou pouco movimentado. A primeira grande chance da partida aconteceu apenas aos 18 minutos, quando Renato Augusto subiu na área após cobrança de escanteio de Ayrton e cabeceou para fora, assustando a defesa do Londrina. Dois minutos depois foi a vez do volante do Papão, Augusto Recife, arriscar de fora da área e obrigar o goleiro César a fazer boa defesa.

Precisando de uma vitória para se afastarem da zona de rebaixamento, os jogadores do Paysandu procuravam não dar muitas chances aos rivais, ainda que fossem obrigados a cometer faltas. Mais agressivos, os donos da casa fizeram César trabalhar mais vezes, primeiro com Bérgson e depois com Diogo Oliveira, mas foi o Londrina que mostrou mais eficiência antes de ir para o intervalo.

Aos 40 minutos do primeiro tempo, Jonatas Belusso, artilheiro da Série B, mostrou seu faro de gol e mesmo deixando a bola escapar após passe de Welisson acabou balançando as redes pela nona vez na competição. Ainda deu tempo de o Londrina tentar ampliar aos 46, quando o goleiro Emerson, do Paysandu, teve de sair debaixo das traves para afastar perigo de gol. A bola sobrou para Celsinho, que tentou mandar por cobertura, mas mandou por cima do gol.

A chacoalhada que o técnico Marquinhos Santos deu em sua equipe durante o intervalo surtiu efeito. Logo aos 11 minutos da etapa complementar Ayrton, em cobrança de falta, bateu por cima da barreira e mandou no ângulo do goleiro César para deixar tudo igual no estádio da Curuzu, em Belém.

Embora tenha empatado o jogo, o Paysandu acabou perdendo a oportunidade de crescer ainda mais na partida aos 26 minutos, quando Perema foi expulso. O zagueiro, que já tinha recebido cartão amarelo no primeiro tempo, acabou cometendo falta em Alisson Safira, e o árbitro não perdoou o defensor.

Pouco após a expulsão de Perema, o Londrina mostrou mais uma vez sua eficiência e chegou ao segundo gol. Em cobrança de falta, Jumar manda uma bomba, a bola passa pela barreira e morre no canto do goleiro Emerson, que ainda se jogou para tentar a defesa, mas não conseguiu evitar o tento dos paranaenses.

Mal deu tempo para os visitantes comemorarem o fato de novamente estarem à frente no marcador e o Paysandu reagiu. Dois minutos após o gol de sua equipe, o zagueiro do Londrina, Gustavo Geladeira, foi expulso pelo árbitro ao tentar cortar a bola e tocar com a mão dentro da área. Em cobrança de pênalti, Bérgson marcou o gol, mas José Claudio Rocha Filho mandou voltar acusando invasão da defesa adversária. Indo para a bola novamente, o atacante do Papão mandou no travessão e acabou com a chance do time paraense, ao menos, somar um ponto em casa.

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Grêmio vence Godoy Cruz no primeiro jogo das oitavas da Libertadores

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Lucas Uebel/arquivo)- O Grêmio largou em vantagem nas oitavas de final da Libertadores. O Tricolor Gaúcho venceu o Godoy Cruz-ARG, fora de casa, pelo placar de 1 a 0 e agora pode até empatar a partida de volta que garante classificação para as quartas do torneio continental. O único gol do jogo foi marcado por Ramiro, logo aos 45 segundos da primeira etapa.

Os dois times foram a campo sem surpresas na escalação. O zagueiro Pedro Geromel que sentiu um desconforto no último treino antes do confronto foi ao jogo normalmente. A torcida fez muita festa e barulho desde a entrada das equipes em campo. O duelo marcou a despedida do goleiro Rodrigo Rey vestindo a camisa do Godoy Cruz. O jogador é considerado um dos melhores arqueiros que atuam na Argentina.

O time gaúcho entrou em campo com camisa branco e calção preto, enquanto os argentinos vestiam um uniforme todo azul. Além do gramado ruim, as equipes tiveram como adversidade a chuva incessante e o frio de 5º Celsius.

Logo aos 44 segundos, o Grêmio fez questão de esquentar a partida e abriu o placar da partida. Após Kannemann, ainda na área defensiva, cobrar falta para o ataque, Lucas Barrios desviou para Pedro Rocha. O atacante invadiu a área pela esquerda e cruzou rasteiro para Ramiro, livre, finalizar e balançar as redes.Este foi o gol mais rápido de um visitante em uma partida de mata-mata da Libertadores.

O Godoy tentava ensaiar uma pressão, mas pecava no momento do último passe. Aos 21 minutos, em cobrança de falta, o lateral Edílson chutou muito forte, o goleiro Rodrigo Rey toca na bola, que depois acerta o travessão e sai para escanteio. O time gremista pressionava bastante a equipe mandante.

O Godoy chegou com perigo aos 30 minutos. O volante Michel errou o passe no meio de campo e proporcionou um contra-ataque rápido para os argentinos. Em uma troca de passes rápida, Garro invadiu a área e cruzou rasteiro para Correa, que chutou de primeira no contrapé do goleiro Marcelo Grohe, que defendeu com as pernas.

A equipe hermana começou a melhorar o desempenho em campo. Aos 37 minutos, Abecasis cruzou e Garro cabeceou com perigo, mas a bola saiu por cima do gol defendido por Grohe. Dois minutos depois, o Grêmio respondeu com Cortez cruzando e Ramiro cabeceando. A bola desviou em Barrios antes do goleiro Rey defender.

As equipes retornaram para o gramado sem alterações nos grupos que começaram o jogo. Diferente da primeira etapa, o Godoy Cruz começou melhor o segundo tempo. Aos 3 minutos, após lançamento, García recebeu na área e tentou finalizar, mas o zagueiro Kannemann apareceu no momento certo para bloquear. A bola explodiu no defensor e saiu para escanteio. A cobrança fechada resultou na fácil defesa do goleiro Marcelo Grohe.

Em cobrança de escanteio, aos 10 minutos, a bola ficou para Garro, que concluiu a gol. Então começou um bate-rebate dentro da área. A redonda desviou em Kannemann e sobrou para Correa, que finalizou, mas Marcelo Grohe salvou, mandando a bola para a linha de fundo.

O jogo começou a ficar feio, sem nenhum time conseguindo atuar com a bola no chão. O Godoy Cruz apostava muito em cruzamentos para a área, que não resultavam em perigo. Já o Grêmio esperava os contra-ataques para ampliar o placar, contudo errava muitos passes no meio de campo.

Aos 33 minutos, Marcelo Grohe salvou o time gaúcho do empate. Após cruzamento, Santiago García cabeceou com força, mas o arqueiro gremista pulou para defender e mandar a bola para escanteio.

A pressão do Godoy só aumentava e aos 44 minutos o Grêmio levou um susto. Após mais um cruzamento, o zagueiro Pedro Geromel tentou afastar, mas pegou de rosca e quase marcou contra o próprio gol.

O próximo confronto dos dois times será só daqui um mês, na quarta-feira do dia 9 de agosto, às 19h15 (de Brasília), na Arena do Grêmio. Para este jogo, o time gaúcho pode empatar que se classifica para a próxima fase da competição.

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Fluminense arranca empate contra a Chapecoense pela Série A

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Nelson Perez) – Em partida movimentada, Fluminense e Chapecoense empataram por 3 a 3, nesta segunda-feira, no Rio de Janeiro. Com o resultado, os tricolores chegaram a 16 pontos e terminam a rodada na sétima posição. Já os catarinenses mantiveram a escrita de nunca terem perdidos para os cariocas, alcançaram 14 pontos e estão em 15º na Série A, próximo da zona de rebaixamento.

O jogo foi muito movimentado, tanto que os donos da casa abriram o placar logo com um minuto, com Richarlison. No entanto, a Chapecoense não se intimidou e virou a partida ainda na etapa inicial, com gols de Rossi e Arthur. No segundo tempo, o Fluminense empatou o duelo com Pedro. Só que mesmo com um jogador a menos, os catarinenses chegaram ao terceiro, novamente com Arthur. Nos acréscimos, Marcos Júnior igualou de novo o placar para dar números finais ao confronto.

Na próxima rodada, o Fluminense vai até Salvador para enfrentar o Bahia, no domingo. No mesmo dia, a Chapecoense vai receber o Atlético-PR, em Chapecó.

O Fluminense começou a partida a todo vapor e abriu o placar logo no primeiro minuto. Após boa troca de passes, Gustavo Scarpa passou para Richarlison na área. O atacante só teve o trabalho de chutar para a rede.

O revés no início fez a Chapecoense se voltar ao ataque em busca do empate e quase conseguiu aos cinco minutos. Arthur finalizou cruzado, mas viu Julio Cesar fazer grande defesa. Depois, foi a vez de Rossi não aproveitar bom avanço dos catarinenses. Só que, de tanto insistir, os visitantes chegaram ao ao gol aos 12. Em contra-ataque rápido, Rossi levou a melhor sobre Reginaldo, entrou na área e tocou na saída de Julio Cesar.

Depois do empate, o Fluminense retornar ao ataque, mas viu a Chapecoense continuar melhor em campo. Aos 20 minutos, após cobrança de escanteio, Wellington Paulista quase colocou para a rede. A resposta tricolor veio quatro minutos depois, em chute de Pedro que parou em defesa segura de Jandrei.

O lance animou os donos da casa, que quase marcaram o segundo aos 27 minutos. Após cobrança de escanteio, Henrique cabeceou sozinho, mas colocou por cima do travessão. O Fluminense sofria com os bons avanços da Chapecoense, só que era mais perigoso nas bolas aéreas. Tanto que aos 34, Henrique aproveitou falta cobrada na área, mas cabeceou em cima de Jandrei.

Na parte final, o confronto ficou aberto, com as duas equipes em busca do ataque. A Chapecoense tinha mais posse de bola e chegou a virada aos 41 minutos. Reinaldo cobrou lateral na área, Andrei Girotto escorou para Arthur cabecear para a rede. Assim, os visitantes foram para o intervalo com a vantagem no placar.

No segundo tempo, a Chapecoense não deixou o Fluminense pressionar e assustou aos quatro minutos, em chute de Andrei Girotto. No entanto, os tricolores tinham mais posse de bola, mas não conseguiam criar bons lances.

Na primeira vez que chegou com qualidade ao ataque, o Fluminense empatou a partida, aos 24 minutos. Wellington Silva fez boa jogada individual e cruzou para Pedro, que se esticou todo e colocou para a rede.

Depois do gol, o duelo voltou a ficar aberto. A Chapecoense chegou com perigo aos 27 minutos, quando Fabrício Bruno aproveitou cruzamento e cabeceou próximo do gol. A resposta do Fluminense veio em seguida, em chute de Marcos Calazans.

A situação parecia que tinha ficado melhor para os donos da casa quando o atacante Rossi foi expulso, após cometer falta em Lucas e receber o segundo cartão amarelo. Só que aos 35 minutos, em contra-ataque rápido, a Chapecoense marcou o terceiro em lance polêmico. Arthur aproveitou cruzamento e cabeceou para o gol. O goleiro Julio Cesar tentou fazer a defesa, mas segundo o árbitro a bola passou da linha totalmente.

Nos minutos finais, os tricolores pressionaram em busca do empate e conseguiram chegar a igualdade nos acréscimos, com Marcos Júnior. O Fluminense ainda teve duas oportunidades de virar o jogo, com Richarlison, mas em ambas Jandrei salvou os catarinenses.

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Luverdense empata com Paysandu e segue na zona de rebaixamento

O Luverdense acaba de empatar em 1 a 1, com o Paysandu, jogando fora de casa, no estádio Curuzu, em Belém do Pará. Com o resultado o time de Mato Grosso continua na zona  de rebaixamento. É o 18º colocado, com 12 pontos. Já o Paysandu é 14º colocado, tem 13 pontos.

O primeiro tempo começou com o Paysandu atacando. Aos 3 minutos Marcão sofreu falta próximo a área e Ayrton cobrou para o time paraense, direto para o gol, mas Gabriel Leite tirou de soco, salvando o Luverdense. O Paysandu continuou insistindo criaram outras oportunidades e aos 9 minutos, Ayrton cobrou um escanteio, a bola foi parar na cabeça de Bérgson, que mandou pra dentro do gol, Paysandu 1 a 0.

Aos 14 minutos o Luverdense se aproximou do gol adversário, Rafael Silva foi lançado no meio da zaga, entrou na área e tocou sobre o Emerson, mas a bola passou na frente do gol e não encontrou ninguém para marcar. O jogo deu uma esfriada, os dois times criaram algumas jogadas, mas não conseguiram marcar. Primeiro tempo terminou com o Paysandu vencendo por 1 a 0.

No segundo tempo o primeiro lance de perigo saiu aos 5 minutos, Rodrigo Andrade recebeu passe de cabeça dentro da pequena área, dividiu com a zaga do Luverdense e quase marcou o segundo para o Paysandu.  Aos 15 minutos mais pressão para cima do alviverde. Diogo Oliveira recebeu na entrada da área, chutou forte, mas a bola desviou no Paulinho e explodiu no travessão do Luverdense. No rebote o assistente ainda marcou impedimento no ataque do Paysandu.

Aos 21 mais ataque do Paysandu com perigo para o Luverdensen. Diogo Oliveira entrou na área com a bola dominada pela direita e finalizou cruzado, a bola passou muito perto do gol. A resposta veio aos 23, Léo Cereja cobrou escanteio para o Luverdense, Rafael Silva ganhou a disputa e de cabeça mandou para o gol, a bola ainda bateu na trave antes sair.

O Paysandu não se intimidou na sequência Ayrton recebeu livre dentro da área, ajeitou e finalizou, a bola desviou no Neguete e quase enganou Gabriel Leite, que tirou na ponta dos dedos. Aos 26 em cobrança de escanteio, Perema cabeceou e a bola passou muito perto da trave do Luverdense.

Foi somente aos 44 que o Luverdense conseguiu o empate. Gabriel Passos cruzou a bola na área, Léo Cereja dominou e com calma rolou para Rafael Silva, que finalizou para empatar o jogo: 1 a 1. A partida foi até os 47, mas terminou tudo igual.

O próximo desafio do Luverdense será na sexta-feira contra o Goiás, no estádio Serra Dourada. O time é o 10º colocado com 14 pontos.

Fonte: Só Notícias.
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Corinthians vence e abre sete pontos na ponta

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/Sergio Barzaghi) – O Corinthians esbarrou na retranca do Botafogo na tarde desse domingo. Encontrou dificuldades, terminou o primeiro tempo sem acertar o gol, mas contou com a estrela de seu técnico para vencer o Botafogo diante de 40.658 pessoas em Itaquera e abrir sete pontos de vantagem na liderança do Campeonato Brasileiro depois de 11 rodadas disputadas. Jô, que perdera um pênalti no início da segunda etapa, mais uma vez foi o autor do gol salvador, mas as entradas de Marquinhos Gabriel e, principalmente, de Pedrinho, apostas de Carille, foram cruciais para que o Timão alcançasse o 25º jogo invicto no ano um novo 1 a 0.

Apesar do início promissor do Corinthians, com Clayson já atormentando a defesa botafoguense com menos de um minuto de jogo, aos poucos o time carioca foi minando a empolgação dos mandantes com seu sistema defensivo muito bem montado com todos os homens atrás da própria intermediária.

Apesar de contar com a paciência da Fiel, o excesso de erros de passes fez com que os comandados de Carille não conseguissem ficar em condições de finalizar as jogadas. O Botafogo chegou a dar pelo menos três presentes ao Timão com saídas mal feitas. Nenhuma , porém, acabou bem aproveitada pelo Corinthians.

Na única vez que os visitantes conseguiram encaixar um contra-ataque, João Paulo assustou Cássio, mas concluiu direto pela linha de fundo, de dentro da área do arqueiro corintiano.

E se o termómetro marcava 15ºC, dentro de campo o clima também não era quente. O apito do fim do primeiro tempo veio antes da primeira finalização certeira tanto de Corinthians quanto de Botafogo.

Carille, então, resolveu ousar. Sacou Gabriel e mandou Marquinhos Gabriel para o jogo. Por outro lado, apesar das mesmas peças, o Botafogo se encolheu ainda mais. Em cinco minutos, o Timão fez mais do que havia feito em toda a primeira etapa. Foram cinco finalizações, com destaque para Rodriguinho, que exigiu uma espetacular defesa de Gatito.

A melhor chance, no entanto, veio em seguida. Arana tabelou com Clayson e sofreu falta fora da área. O árbitro, confuso durante todo o tempo, assinalou pênalti. Jô pediu a bola, Jadson autorizou, mas o camisa 7 parou nas mãos de Gatito, que ainda defendeu o rebote da penalidade.

Apesar da frustração, o panorama do jogo não mudou. Carille conseguiu o que queria com dois pontas abertos. A marcação alta matou qualquer chance do Botafogo de contra-atacar. Mesmo assim, sem a bola na rede, com o passar do tempo, o técnico do Corinthians resolveu agir de novo. Mandou Pedrinho a campo.

E a estrela de Carille brilhou de novo. O jovem revelado no “terrão”, logo em sua primeira jogada, foi para dentro da marcação, abusou da habilidade e cruzou para Jô, que teve a primeira chance de estufar as redes, mas parou em Gatito. A queima roupa o goleiro botafoguense ainda defendeu a sobra de Rodriguinho. Tudo quase dentro da pequena área. Mas, na sequência do lance, Gatito nada pôde fazer. Jô dessa vez não perdoou e o grito entalado de mais de 40 mil torcedores saiu da garganta.

Com vantagem e a sensação de alívio, Carille percebeu o momento de reposicionar seu time e sacou Rodriguinho para colocar Camacho. O Corinthians sobrou no fim e, mesmo sem apertar, não sofreu riscos e apenas administrou mais um 1 a 0 que lhe garantiu o 25º jogo de invencibilidade e a liderança folgada no Campeonato Brasileiro.

Na próxima rodada, o Corinthians reedita a decisão do Paulistão contra a Ponte Preta, de novo em Itaquera, sábado, às 19h. O Botafogo entra em campo no domingo, às 16 horas, para buscar a reabilitação frente ao Atlético-MG no estádio Nilton Santos.
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Sport vence o Atlético-PR com gol de Diego Souza em pênalti polêmico

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria/arquivo) – O Sport segue se recuperando no Campeonato Brasileiro. Neste domingo, o Leão recebeu o Atlético-PR, na Ilha do Retiro, e conseguiu a vitória pelo placar de 1 a 0, em jogo válido pela 11ª rodada do torneio. O triunfo, porém, veio com gol polêmico de Diego Souza, anotado após pênalti marcado em bola que não bateu na mão do zagueiro Wanderson.

Apesar da polêmica, o Sport garantiu sua segunda vitória seguida e chegou à 11ª posição no Brasileirão, com 15 pontos. Já o Atlético-PR é o 14º colocado, com 14 pontos.

Ambas as equipes voltam a atuar pelo Campeonato Brasileiro somente no próximo final de semana. No domingo, às 11h(de Brasília), o Atlético-PR visita a Chapecoense, na Arena Condá. Já na segunda-feira, às 20h(de Brasília), o Sport vai ao Couto Pereira para enfrentar o Coritiba.

As duas equipes, porém, têm compromissos por competições internacionais neste meio de semana. Na quarta-feira, às 19h15(de Brasília), o Atlético-PR recebe o Santos, no Durival Britto, pelas oitavas de final da Copa Libertadores. Já na quinta-feira, em duelo válido pela segunda fase da Copa Sul-Americana, o Sport será o anfitrião diante do Arsenal de Sarandí-ARG, na Ilha do Retiro, em jogo marcado para as 21h45(de Brasília).

O jogo – Aos gritos mistos de “É campeão”, devido ao título pernambucano conquistado no meio de semana, e “Fica, Diego”, com a torcida pedindo a permanência de seu principal jogador que pode ir para o Palmeiras, o duelo começou com o Sport pressionando no campo de ataque. O time da casa, porém, pecou na pontaria.

Aos 10 minutos, Osvaldo recebeu cruzamento de Sander, dominou a bola, mas mandou muito longe do gol. Já aos 14, foi a vez de Rithely receber passe de Diego Souza com o peito e finalizar muito mal para fora.

Nos minutos seguintes, porém, o Atlético-PR conseguiu neutralizar o Sport e administrar o jogo morno no meio de campo. Com isso, o duelo ficou truncado, não tendo chances de gol por um bom tempo.

Quando o Leão da Ilha voltou a pressionar, no entanto, só não marcou o gol por muito pouco. Aos 39 minutos, Osvaldo recebeu cruzamento preciso da direita e cabeceou de dentro da pequena área. Weverton, bem posicionado, esticou as pernas e fez uma grande defesa para evitar o gol.

Logo na sequência, aos 40, o Sport teve a principal chance do primeiro tempo. Após novo cruzamento para a área, André recebeu livre e finalizou. O atacante pegou mal na bola e acabou mandando na trave, perdendo chance clara de frente para o gol. Depois desta chance, nenhum dos times tiveram oportunidades e o duelo foi para o intervalo com o placar em branco.

Assim como no primeiro tempo, o Sport voltou melhor na segunda etapa, mas sem efetividade para achar espaços na defesa adversária. Quando encontrava, as finalizações não levavam perigo.

Foi assim durante metade do segundo tempo, com o Leão da Ila rondando a área do Furacão, mas sem conseguir finalizar com perigo.

Com o jogo truncado, um erro do árbitro acabou influenciando na partida. Aos 27 minutos, Rogério chutou a bola em direção ao gol, ela bateu na cabeça de Wanderson e depois na coxa. O juiz da partida, Grazianni Maciel Rocha, porém, viu um toque de mão inexistente e marcou o pênalti, para grande reclamação dos jogadores do Atlético-PR. Diego Souza, que se vê no meio de negociações com o Palmeiras, foi para a cobrança e bateu com perfeição para abrir o placar.

Após o gol, o Sport teve outra boa chance para ampliar. Aos 34, Rogério recebeu a bola na esquerda e finalizou com força, levando perigo ao gol defendido por Weverton.

Aos 38, o Atlético-PR impressionantemente teve sua primeira finalização a gol, mas quase conseguiu o empate. Douglas Coutinho recebeu dentro da área e finalizou de frente para a meta. Bem posicionado, Magrão fez boa defesa e afastou o perigo.

Apesar da chance de gol, esta foi a única do Furacão. Com isso, o Sport apenas administrou o resultado e garantiu a importante vitória.
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Atlético-MG vence o Cruzeiro e espanta a crise no Brasileirão

Fonte: Gazeta Esportiva-  A semana seria decisiva para o Atlético-MG: a sequência de Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro e Copa Libertadores, com Botafogo, Cruzeiro e Jorge Wilstermann, nesta ordem. As suas primeiras batalhas foram vencidas, com a vitória sobre o Glorioso, no meio de semana, e o triunfo sobre o Cruzeiro na tarde deste domingo, no Independência, por 3 a 1, pelo Campeonato Brasileiro.

O resultado coloca o Atlético-MG no G-6, rodadas após estar na zona de rebaixamento, com 16 pontos conquistados. O Cruzeiro, por sua vez, foi ultrapassado pelo Atlético, ficou na 13ª posição, com 14 tentos.

O Cruzeiro foi muito superior nos 30 primeiros minutos do jogo, sendo mais intenso, mas forte, indo pra cima do Galo e espremendo o clube preto e branco no seu campo defensivo. O Atlético passou a ser superior nos 30 minutos do primeiro tempo e seguiu até o fim. E detalhe: foi mais eficiente, pois conseguiu a virada ainda na etapa inicial e complementou na etapa final.

O Galo volta a campo na próxima quarta-feira, pela Copa Libertadores, contra o Jorge Wilstermann. Pelo Campeonato Brasileiro o time alvinegro enfrenta o Botafogo, no domingo, às 16h (de Brasília), no Engenhão. Já os celestes esperam o Palmeiras, no Mineirão, no mesmo dia e horário.

O jogo – O desenho do jogo era o seguinte: mesmo jogando em casa, com o apoio do seu torcedor, o técnico Roger Machado optou por ter seu time mais fechado. Ele utilizou o esquema com três volantes – formação que deu mais tranquilidade para a equipe até agora. O Galo entrou fechado.

O Cruzeiro conseguiu repetir o esquema e formação que vem atuando, inclusive, com a sequência do zagueiro Caicedo, que vive um drama familiar com a mãe doente. O Galo teve seu primeiro problema logo aos quatro minutos de jogo. O zagueiro Leonardo Silva deixou o gramado logo no começo do jogo reclamando de dores na coxa direita. No minuto seguinte o Cruzeiro abriu o placar. Em jogada em velocidade, no contra-ataque pela esquerda da Raposa, Thiago Neves recebeu na área e empurrou para o fundo das redes.

Mesmo após o gol, o Cruzeiro seguia com ampla superioridade. O time azul chegava por todos os lados, de todas as maneiras e pressionava bastante o Galo. O esquema com três volantes, neste momento, se mostrava frágil, sem capacidade para ser colocado em prática, com o Atlético sem conseguir fazer a transição e sofrendo na defesa.

Fred, Robinho e Cazares, os homens da frente, estava completamente isolados, a bola chegava para os três e não tinha como segurar a redonda no campo de ataque, pois a recomposição celeste era muito bem feita, na mesma facilidade que voltava para a ofensiva. Alguns minutos após fazer o gol, o Cruzeiro chegou com bastante perigo e Caicedo, por pouco, não ampliou o placar.

Aos 30 minutos o Galo passou a entrar no jogo. A transição passou a funcionar, os atletas passaram a conseguir avançar nas linhas e os três da frente não ficaram tão sozinhos. Isso fez com que o Atlético conseguisse criar, pelo menos, três chances reais de gol. Apesar disso, o risco era controlado. O Galo chegava, poderia ter feito o gol, entretanto, o Cruzeiro atuava bem ainda.

O Galo se mandou para o ataque. O Cruzeiro diminuiu o ritmo e isso deu a possibilidade da equipe alvinegra conseguir criar mais. Em uma jogada na área celeste, Elias chutou e a bola pegou na mão de Diogo Barbosa. O pênalti não marcado pelo árbitro irritou os atleticanos. O jogo passou a ficar mais pegado. Primeiro Robinho e Rafael Sóbis se desentenderam e o árbitro precisou entrar na situação para evitar maiores transtornos. Pouco adiantou.

No momento seguinte, Thiago Neves, sem a bola, deu um cabeçada no volante Roger Bernardo. O jogo seguiu, e o meia Robinho do Cruzeiro também levou uma entrada dura. A briga teve inicio. Daronco chamou os jogadores para uma conversa rápida.

Com a melhora do Galo, o Cruzeiro ficou mais recuado. E o Atlético foi com tudo. Aos 47, Cazares bateu falta com perfeição e colocou no ângulo do goleiro Fábio, arqueiro que ficou imóvel na jogada. A equipe preto e branca seguiu querendo mais. Dois minutos depois, Alex Silva recebeu na linha de fundo, cruzou e Fred só teve o trabalho de empurrar para o fundo das redes.

O início do segundo tempo foi marcado pelo igualdade. As equipes eram iguais em campo. O Galo, porém, teve a primeira melhor oportunidade. Cazares cobrou falta, pelo lado do campo, e levou muito perigo a Fábio. A partida se mostrou mais calma na etapa final. O Cruzeiro tentava buscar o ataque, mas não conseguia furar o bloqueio atleticano, muito bem armado por Roger Machado e Yago. Já o Galo conseguia dar velocidade na saída de bola, comandado sempre por Cazares.

Quando o jogo tinha perdido em intensidade, Cazares fez a diferença novamente. O camisa 10 fez boa jogada pela direita, cruzou a bola e encontrou Fred na área, sozinho, para colocou no fundo das redes.

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Flamengo vence na Ilha e São Paulo cai para a zona de rebaixamento

Fonte: Gazeta Esportiva – O São Paulo está na zona de rebaixamento. Neste domingo o Flamengo não deu chances ao Tricolor paulista na Ilha do Urubu e confirmou o favoritismo diante dos rivais, que acabaram caindo para a 17ª colocação ao serem derrotados por 2 a 0. Embalados na nova casa – o time ainda não perdeu no estádio Luso Brasileiro -, os rubro-negros mais uma vez mostraram um bom futebol e contaram com dois golaços, um de Guerrero e outro de Diego, para somar três pontos e reassumir a terceira colocação do Campeonato Brasileiro.

Com um elenco cada vez mais enxuto, o São Paulo sofreu novamente e segue sem perspectiva de melhora. Embora tenha dificultado a vida do Flamengo no início de jogo, o time se abalou com o primeiro gol dos rivais e daí em diante pouco assustou o goleiro Thiago.

Já o Flamengo segue demonstrando que deverá brigar pelo título do Brasileirão novamente. Após bater na trave no ano passado, o time de Zé Ricardo se reencontrou na Ilha do Urubu e não perde há seis rodadas. Fora da Libertadores, o renomado elenco rubro-negro deverá se dividir entre a Copa do Brasil e o Nacional, ainda que também dispute a Sul-Americana.

O jogo – Flamengo e São Paulo fizeram um início de jogo bastante equilibrado. Detendo mais a posse de bola, os donos da casa trocaram passes na tentativa de achar algum espaço de infiltração, no entanto, a zaga tricolor conseguiu segurar o ímpeto dos adversários nos primeiros minutos.

A partida seguia um tanto quanto truncada e sem muitas chances claras de gol até a etapa inicial se aproximar do fim. Em cobrança de falta na entrada da área aos 37 minutos, Guerrero colocou a bola no ângulo esquerdo de Renan Ribeiro e abriu o placar para os rubro-negros na Ilha do Urubu.

Se o Flamengo não havia se aproximado de balançar as redes antes da cobrança de falta do atacante peruano, com a vantagem no marcador passou a ser mais contundente. Aos 41 minutos, após uma grande troca de passes, Diego recebe de Éverton Ribeiro dentro da área e bate com a parte externa do pé para marcar um golaço e ampliar.

Antes do apito final o São Paulo ainda teve uma boa chance de descontar em infiltração de Marcinho, que recebeu bom passe de Lucas Pratto já dentro da área, mas acabou travado pelo zagueiro Rhodolfo na hora da finalização.

Diante da necessidade de ser mais ofensivo para correr atrás do prejuízo do primeiro tempo, o técnico Rogério Ceni voltou para a etapa complementar com o atacante Denilson no lugar de Wesley. Do outro lado, mais tranquilos com a vantagem, os jogadores do Flamengo esperaram o momento certo para atacar, explorando os espaços deixados pelos visitantes.

Aos 19 minutos Diego invadiu a área, bateu firme para o gol, mas Renan Ribeiro fez grande defesa. Na sobra, Guerrero finalizou duas vezes, porém, Rodrigo Caio bloqueou a primeira tentativa e amorteceu a segunda para o goleiro tricolor ficar com a bola. Dois minutos depois, o São Paulo respondeu. Em nova enfiada de Pratto, Cueva recebeu dentro da área e tirou do goleito Thiago, entretanto, Réver estava em cima da linha para evitar o primeiro gol tricolor na partida.

Nos minutos finais o São Paulo ainda se jogou para o ataque na tentativa de, ao menos, fazer um gol de honra. Mantendo a estratégia, o Flamengo, por sua vez,  tentava matar a partida através da saída em velocidade. Aos 47 minutos, Denilson levou para a linha de fundo e cruzou na cabeça de Wellington Nem, que acabou cabeceando para fora. Desperdiçando a última grande chance da partida, o Tricolor teve de sair de campo contentado com o 2 a 0 construído no primeiro tempo e com o posto de novo integrante da zona de rebaixamento do Brasileirão.
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Alemanha bate Chile e vence Copa das Confederações pela 1ª vez

Fonte: Gazeta Esportiva – A Alemanha é campeã das Copa das Confederações pela primeira vez! Neste domingo, os atuais campeões do mundo venceram o Chile por 1 a 0 com um gol de Stindl, em falha feia do volante chileno Marcelo Díaz, e garantiram o primeiro título do torneio em sua história.

O título alemão mostra a força de uma seleção que tenta estabelecer a hegemonia no futebol mundial. utilizando uma equipe ‘B’, apenas com revelações e jogadores sem espaço na formação principal, os campeões bateram de frente com Chile e México tendo sua força máxima. Assim, mirando a Copa da Rússia em 2018, revelações como Werner, Goretzka e o já experiente Draxler certamente ganharão espaço na sequência do time de Joachin Low.

Com a conquista, a Alemanha repetiu os feitos de França (2001) e Brasil (1997 e 2005), que conquistaram o torneio após serem campeões mundiais. Para isso, estrearam com vitória por 3 a 2 sobre Austrália, empataram com o Chile por 1 a 1 e triunfaram por 3 a 1 sobre o Camarões, tudo na primeira fase. Nas semifinais, os alemães atropelaram o México por 4 a 1.

O Chile entrou em campo mostrando a confiança que aparentou nas entrevistas coletivas antes da partida, quando Vidal afirmou que a Roja seria a melhor do mundo caso fosse campeã neste domingo. Pressionando o adversário, o time chileno criou boas oportunidades no início e sufocou os alemães, que foram obrigados a dar chutões na defesa.

Logo após uma oportunidade perdida pelo Chile, porém, Marcelo Díaz cometeu erro grosseiro e a Alemanha abriu o placar. O volante tentou girar na meia-lua defensiva, perdeu a bola para Werner, que ficou de frente para Bravo e só rolou para Stindl mandar para as redes.

Mesmo atrás no placar, o Chile teve dificuldade para implementar uma pressão no segundo tempo. Os sul-americanos só conseguiram começar a blitz pelo empate a partir da metade da etapa final, quando Ter Stegen mostrou segurança e parou os chutes de Vargas, Vidal e Sánchez.

O Chile ainda teve a vantagem de terminar os 90 minutos com 11 homens em campo. Na marca dos 20 minutos, Jara acertou uma cotovelada em Werner e a arbitragem não viu. Avisado pelo vídeo, o juiz reviu o lance, mas só puniu o zagueiro com o cartão amarelo.

Na reta final, o Chile até tentou pressionar pelo empate, mas não obteve sucesso. A Alemanha se fechou com a saída de Werner e a entrada de Enre Can, e chegou até mesmo a mostrar uma característica inédita de seu time: a catimba para parar o jogo. Com algumas confusões durante os 90 minutos, que renderam seis cartões amarelos, os jovens alemães mostraram uma maturidade acima do esperado e a fome para buscar ainda mais.

O Chile começou a partida pressionando os alemães e teve sua primeira oportunidade logo aos quatro minutos. Vidal dominou pela esquerda e levantou para Aránguiz no meio da área. O meio-campista dominou bem e tentou a finalização, mas foi travado e rolou para Rei Arturo, que bateu firme e obrigou grande defesa de Ter Stegen

Com as duas equipes se estudando muito, a segunda grande oportunidade veio apenas aos 19 minutos. Vidal dominou na entrada da área, limpou a marcação com facilidade e bateu firme. Ter Stegen deu rebote e Sánchez chegou na bola, mas dividiu com o goleiro e não conseguiu finalizar.

No minuto seguinte, a punição chegou para os chilenos. Marcelo Díaz errou feio na saída de bola na meia-lua defensiva e perdeu para Werner. O centroavante ficou de frente para Cláudio Bravo, não foi fominha e só rolou para Stindl mandar para o gol vazio.

Após abrir o placar, a Alemanha passou a dominar as ações da partida. Antes do final do primeiro tempo, os europeus criara mais duas oportunidades com Goretzka e Draxler, em dois passes de Werner, o melhor em campo.

Já nos acréscimos, o Chile quase entregou mais um gol para os adversários. Jara tentou cruzar a área com um passe rasteiro e mandou nos pés de Draxler, que dominou e rolou para Goretzka. O meio-campista bateu rasteiro na saída de Bravo, mas o chileno fez a defesa.

Mesmo atrás no placar, o Chile teve dificuldade para implementar uma pressão no segundo tempo. Os sul-americanos só conseguiram começar a blitz pelo empate a partir da metade da etapa final, quando Ter Stegen mostrou segurança e parou os chutes de Vargas, Vidal e Sánchez.

Agora, o Chile voltará a campo contra o Paraguai no Estádio Monumental de Santiago, 31 de agosto, às 19h30(de Brasília), em duelo válido pela 15ª rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.
Já a Alemanha visitará a República Checa na Eden Arena, em Praga, 1º de setembro,às 15h45, em jogo pelas Eliminatórias Européias para o Mundial.
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Palmeiras joga melhor e vence o Grêmio com gol contra no final

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/Sergio Barzaghi) – A quarta vitória seguida do Palmeiras no Campeonato Brasileiro veio apenas na reta final da partida, graças a um gol contra de Machado. O placar, porém, não refletiu a superioridade dos reservas do Verdão sobre os suplentes do Grêmio na tarde deste sábado, no Pacaembu.

Apesar da vocação ofensiva, o Grêmio limitou-se a se defender em quase toda a primeira etapa, levando perigo apenas com ataques pelo lado direito, às costas de Egídio, muito mal na partida. Everton, centroavante tricolor, não conseguiu aparecer no jogo em meio aos zagueiros Juninho e Luan.

Já o Palmeiras, mesmo sem conseguir abrir o placar, fez uma boa etapa inicial. O setor de meio-campo, com o estreante Bruno Henrique, Zé Roberto e Michel Bastos, mostrou um entrosamento de quem já atua junto há algum tempo juntos, deu segurança defensiva ao Verdão e ainda criou diversas jogadas. À frente, Borja se mostrou mais participativo, mas pecou nas finalizações, enquanto Keno levou perigo com jogadas individuais.

O desenho da partida se manteve na segunda etapa, com o Palmeiras amplamente superior no confronto, apesar de Michel Bastos cair de rendimento. A única chance gremista veio em jogada que Zé Roberto tentou cortar e mandou contra o próprio gol, mas Egídio salvou em cima da linha.

O Grêmio, porém, não teve a mesma sorte. Aos 32 minutos, Raphael Veiga avançou pela direita, cruzou rasteiro para trás, e Machado mandou contra o próprio gol. Léo até tentou alcançar, mas a bola morreu nas redes.

De quebra, o Palmeiras ainda manteve o tabu de nunca ter perdido para o Grêmio no Pacaembu. No confronto entre os dois times no Paulo Machado de Carvalho, que deixou de ocorrer entre 1993 e 2012, o Verdão soma 12 vitórias e apenas três empates nos 15 jogos disputados. Já pelo Brasileirão o Alviverde acumula cinco triunfos sobre os gaúchos.

As duas equipes agora voltam seus focos para os principais objetivos da temporada. O Palmeiras visita o Barcelona de Guayaquil, quarta-feira, no Equador, pelo primeiro jogo das oitavas de final da Copa Libertadores. Já o Grêmio, na mesma fase da competição, encara o Godoy Cruz, terça-feira, na Argentina.

Com pouco tempo de jogo e as equipes ainda se estudando no Pacaembu, o árbitro Wagner dos Santos Magalhães já teve a primeira polêmica para administrar. Aos 12 minutos, Egídio recebeu belo passe de Keno pelo alto, invadiu a área e foi derrubado, mas a arbitragem anotou falta antes de o camisa 6 entrar na zona de perigo.

Dois minutos depois, houve nova polêmica com o árbitro. Michel Bastos cobrou escanteio na área, Luan disputou bola com Bressan e, na sobra, Borja chutou de primeira, mas Léo fez a defesa. O lance, no entanto, já estava parado, com Wagner dos Santos marcando falta do zagueiro palmeirense, que teve a camisa rasgada na jogada.

A pressão alviverde seguia e, com 18 jogados, o time paulista por pouco não abriu o placar. Bruno Henrique roubou pelo meio e tabelou com Michel Bastos antes de enfiar para Borja. O colombiano entrou na área pela esquerda e cruzou forte e rasteiro para Erik, que deu o carrinho, mas não alcançou.

Só o Palmeiras jogava e Borja teve nova oportunidade aos 28 minutos. Michel Bastos recebeu de Mayke pelo meio e armou o chute de esquerda. A bola desviou na zaga, subiu e caiu dentro da área, onde Borja finalizou de carrinho, mas mandou na rede pelo lado de fora.

Na reta final da primeira etapa, já aos 40 minutos, o Verdão criou outra chance, graças a um toque genial de Zé Roberto. Keno avançou pela esquerda e cruzou para o veterano, que tocou de letra de primeira para Erik. O atacante ajeitou para Michel Bastos, mas o meia bateu fraco e Léo fez a defesa.

O Alviverde voltou do intervalo disposto a manter o bom volume de jogo do primeiro tempo, e, com cinco minutos, Borja perdeu mais uma chance. Michel Bastos cruzou na área o colombiano cabeceou a primeira para o alto, e mandou a segunda também de cabeça, mas jogou para fora.

Toda a superioridade alviverde quase foi por água abaixo aos nove minutos. Everton avançou pela esquerda, passou por Mayke, entrou na área e tirou de Fernando Prass para o meio. Zé Roberto tentou o corte e mandou contra o próprio gol, mas Egídio salvou em cima da linha.

O Grêmio, porém, não teve a mesma sorte. Aos 32 minutos, Raphael Veiga avançou pela direita, cruzou rasteiro para trás, e Machado mandou contra o próprio gol. Léo até tentou alcançar, mas a bola morreu nas redes.

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