Cuiabá: Brasil supera Estados Unidos e vai às finais do Grand Prix de vôlei

A Seleção Brasileira feminina superou os Estados Unidos por 3 sets a 1, neste domingo, e garantiu vaga na fase final do Grand Prix de vôlei. As parciais do duelo, disputado em Cuiabá, foram 25/20, 25/13, 18/25 e 25/18.

Com a vitória do Japão sobre a Rússia, durante a madrugada, as comandadas de José Roberto Guimarães se viram obrigadas a vencer as norte-americanas. Em caso de derrota, o time acabaria eliminado precocemente, ficando fora das finais.

A Seleção começou bem a partida. Na primeira parcial, após início bastante equilibrado, a equipe de Zé Roberto cresceu na metade final, conquistando a vitória por tranquilos 25/20, dando o primeiro passou rumo à vitória e a classificação.

No segundo set, o domínio brasileiro foi ainda maior em Cuiabá. Bem no bloqueio e eficiente no ataque, as anfitriãs mostraram uma superioridade muito grande, marcando surpreendentes 25/13, ficando a um set do triunfo.

Porém, a boa margem parece ter relaxado o time verde e amarelo. Na terceira parcial, o desempenho ficou abaixo da média e, com o crescimento das americanas, o jogo ficou difícil. Assim, após ver as rivais abrirem larga margem, as meninas do Brasil até ensaiaram uma evolução, mas perderam por 25/18.

O quarto set começou ruim, com os Estados Unidos abrindo 3/0. Porém, a reação veio de imediato, com empate em 5/5. E a partir disso, com bloqueio excelente, a Seleção deslanchou novamente. Na segunda parada técnica, a vantagem já era de 16/11. Depois disso, bastou administrar para fechar em 25/18.

Após ficarem ameaçadas de eliminação, as meninas do Brasil vão à fase final do Grand Prix. A disputa será em Nanjing, na China, entre os dias 2 e 6 de agosto. A busca é pelo 12º título. O País é o maior vencedor na história, com 11 conquistas.

Fonte: Só Notícias.
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Contrato com o PSG está pronto à espera da assinatura de Neymar, diz jornal

“Sport” noticia que advogados do astro brasileiro já revisaram o documento. Reunião entre catalães e pai do jogador tem desfecho negativo, e diretoria do Barça se nega a melhorar atual vínculo

O domingo é de boas notícias para o torcedor do PSG que quer ver Neymar com a camisa do seu time. O jornal “Sport” noticiou, inclusive, que o contrato da transferência está redigido à espera da assinatura das partes envolvidas. Como trata-se de uma negociação complexa a nível legal e fiscal, os advogados do jogador, assim como o diretor do paris Saint-Germain, Jean Claude Blanc, já teriam revisado tudo, faltando apenas o sinal positivo por parte de Neymar.

A verdade é que a questão ainda está indefinida, apesar dos rumores a respeito de uma possível transferência terem ganhado força neste domingo. Sobretudo após uma reunião entre o pai do jogador e representantes do Barcelona mais cedo. A rádio “RAC1” noticiou que o desfecho não foi dos mais favoráveis.

Em relação aos números discutidos no encontro, os catalães “Sport” e “Mundo Deportivo” informaram que o Barcelona não está disposto a melhor o contrato de Neymar – meses após renová-lo, ampliando o salário do jogador. Na época, a imprensa catalã noticiou que o brasileiro passou seus ganhos anuais de € 8,8 milhões a € 15 milhões (cerca de R$ 51 milhões).

De qualquer forma, o Barça tampouco está disposto a negociar a venda do seu camisa 11 com o PSG e aceita apenas receber o valor da multa rescisória, de € 222 milhões (cerca de R$ 812 milhões).

Neste domingo, a expectativa é que o presidente Josep Maria Bartomeu, o vice Jordi Mestre, os diretores esportivos Javier Bordas e Raúl Sanllehí e Óscar Grau, CEO do clube, voltem a conversar com o representante do jogador.

Depois do treino deste domingo, o time catalão foi liberado para folga. Na segunda-feira, está prevista a participação do elenco na inauguração da Academia Barça em Long Island, com dirigentes e os ex-jogadores Belletti, Henry e Rafa Márquez, embaixadores do clube.

O GloboEsporte.com também apurou que alguns companheiros de Neymar têm atuado para que o brasileiro não saia do clube e estão confiantes em um final feliz para o time espanhol, com a permanência do brasileiro.

Fonte: Globo Esporte.
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Brasil vence Portugal e conquista o Mundialito de futebol de areia pela 12ª vez

Seleção bate os donos da casa por 6 a 4 e leva oitavo título em oito competições sob o comando de Gilberto Costa; Rússia derrota a França e fica com bronze

Uma dezena. Esse é o número de títulos do Brasil no Mundialito de futebol de areia. A seleção venceu Portugal por 6 a 4 neste domingo, na praia de Carcavelos, em Cascais, e levantou mais um troféu sob o comando do técnico Gilberto Costa – o oitavo em oito competições. Ou seja, 100% de aproveitamento. Esta foi a 38ª vitória consecutiva da equipe verde e amarela, que é pentacampeã da Copa do Mundo. A Rússia ficou com a terceira colocação ao bater a França, por 5 a 2.

Os gols brasileiros foram marcados por Datinha (2), Rodrigo (2), Mauricinho e Bruno Xavier. Os donos da casa descontaram com Léo Martins (2), Madjer e Coimbra. O Brasil ainda garantiu prêmios individuais: Mão foi eleito “Melhor Goleiro”, Rodrigo e Mauricinho dividiram a “Artilharia”, com cinco gols cada, e Rodrigo ficou com o troféu de “Melhor Jogador” da competição.

– Todos estão de parabéns, pela campanha, pela união e por mais um título nessa nossa história pela seleção brasileira. Temos muito orgulho de vestir a camisa do Brasil, entramos sempre para jogar com o coração e estou muito feliz por mais uma conquista, uma vitória contra o nosso maior rival, na primeira competição depois do título da Copa do Mundo. É um título para comemorarmos muito – afirmou o camisa 10 Datinha.

O Brasil terminou o Mundialito com uma campanha impecável: três vitórias, 24 gols (média de 8 por partida) e apenas oito gols sofridos (2,7 por jogo).

A campanha da seleção
Brasil 9 x 4 Rússia
Brasil 9 x 0 França
Brasil 6 x 4 Portugal

Fonte: Globo Esporte.
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Brasil chega a seis medalhas de ouro no Mundial Paralímpico

Mateus Evangelista conquistou o primeiro lugar nos 100m T37 em Londres

O Brasil conquisto, nesta quinta-feira, a sua sexta medalha de ouro no Mundial de Atletismo Paralímpico, disputado no Estádio Olímpico de Londres. O rondoniense Mateus Evangelista, de 23 anos, foi o melhor nos 100m T37 (paralisados cerebrais), com o tempo de 11s48. Após a prova, o atleta brasileiro dedicou a vitória ao seu estado.

– Eu queria demais essa medalha de ouro. Era algo que estava engasgado. Essa vitória mostra que a minha mudança de Rondônia para São Paulo há quatro anos valeu a pena. Minha casa é Rondônia, apesar de morar em São Paulo. Meu coração segue lá.

Mateus foi seguido pela estrela sul-africana Charl du Toit (11s55) e pelo ucraniano Vladyslav Zahrebelnyi (11s69). O egípcio Mostafa Fathalla Mohamed, atual campeão olímpico, chegou apenas em quarto lugar (11s78). Na última terça-feira, o atleta já havia conquistado a medalha de prata nos 200m da classe T37.

Mateus ainda retorna nesta sexta-feira, 21, à pista do Estádio Olímpico. O brasileiro disputará o salto em distância, prova da qual é especialista e na qual conquistou a medalha de prata nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro, no ano passado. Ele terá a missão de destronar o chinês Guangxu Shang, dono do ouro no Rio ao alcançar 6,77m – vinte e quatro centímetros a mais do que Mateus (6,53m).

Em Londres, Mateus garantiu o sexto ouro para o Brasil – ©Marcio Rodrigues/MPIX / Divulgação/Marcio Rodrigues/MPIX/CPB

O outro brasileiro a competir nesta quinta-feira foi Fabrício Junior. Ele ficou em terceiro lugar em sua semifinal dos 200m T12 (baixa visão), com o tempo de 22s90. Como apenas o primeiro colocado de cada uma das três baterias e o melhor tempo no geral se classificavam, ele ficou fora da decisão por medalha.

O Brasil soma 15 medalhas até o momento, sendo seis ouros, cinco pratas e quatro bronzes na competição que segue até domingo, dia 23. Confira, abaixo, a participação dos brasileiros nesta sexta, 21, sétimo dia do Mundial de Londres. A página do Comitê Paralímpico Brasileiro no Facebook transmite ao vivo.

Programação dos brasileiros – sexta-feira (21/7)

15h10 – Edson Pinheiro (semifinal dos 100m T38)

15h14 – Elizabeth Gomes (final do lançamento de disco F55)

15h26 – Yohansson Nascimento (semifinal dos 200m T47)

15h34 – Petrúcio Ferreira (semifinal dos 200m T47)

16h13 – Daniel Martins (semifinal dos 800m T20)

16h35 – Mateus Evangelista (final do salto em distância T37)

17h03 – Edson Pinheiro (final dos 100m T38) – caso avance

Fonte: ORMNews.
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Atlético Paranaense e Botafogo empatam pela Série A

Fonte: Gazeta Digital (foto: SS Press/arquivo) – No primeiro jogo de Fabiano Soares comandando o time do banco, o Atlético Paranaense não passou de um empate sem gols em casa diante do Botafogo, seguindo com um incômodo jejum dentro do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o Furacão chegou aos 17 pontos, na 16ª colocação, colado na zona de rebaixamento. O Alvinegro caiu para sétimo, com 23 pontos.

Na próxima rodada, o Atlético Paranaense encara a Ponte Preta, domingo, novamente na Arena da Baixada. Já o Botafogo terá pela frente, no mesmo dia, o Atlético Goianiense, no estádio Olímpico Pedro Ludovico, em Goiânia.

O jogo – A partida começou movimentada, em velocidade, com as duas equipes tentando explorar os lançamentos. Aos cinco minutos, Sidcley apareceu pelo lado esquerdo e levantou para Pablo, que desviou de cabeça para boa defesa de Jefferson. O Furacão tentava se soltar mais. Aos oito minutos, Douglas Coutinho partiu para a jogada individual, fez fila, mas foi travado por Roger.

Lançamento de Thiago Heleno para Pablo, aos 13 minutos, mas o atacante entrou em impedimento. Cobrança de falta ensaiada para o Rubro-Negro, aos 17 minutos, com Nikão rolando para Sidcley cruzar e Douglas Coutinho desviar de cabeça, por cima da meta. Mais um ataque do Atlético, aos 24 minutos, com Sidcley arriscando da entrada da área, pela linha de fundo.

O Botafogo respondeu, aos 25 minutos, com Roger recebendo na entrada da área e pegando de primeira, para fora, mas com perigo. Aos 32 minutos, Jonathan saiu machucado para a entrada de Cascardo no Furacão. Cobrança de falta na entrada da área carioca, mas Nikão desperdiça carimbando a barreira. De cabeça, aos 49 minutos, Roger deu trabalho para Weverton.

Depois do intervalo, as equipes retornaram sem novidades. A disputa voltou mais equilibrada, as a chances reais de gol eram raras. Porém, logo aos sete minutos, Fabiano Soares apostou na entrada de Ederson no lugar de Douglas Coutinho, que saiu vaiado de campo. Aos 12 minutos, Pimpão saiu em disparada e parou apenas na saída de Weverton.

A posse de bola seguia com o Furacão, mas o Botafogo era mais agudo. Aos 23 minutos, Pimpão ajeitou a bola para Matheus Fernandes, que finalizou por cima da meta, desperdiçando o ataque. Tecnicamente o jogo era ruim, com pouca emoção na Arena. Aos 31 minutos, Guilherme desviou cruzamento, a bola passou por todo mundo e se perdeu.

O Atlético apareceu com perigo aos 34 minutos, depois de chute forte de Nikão que Jefferson defendeu. No rebote, Ederson teve a chance de finalizar, mas Victor Luís apareceu para salvar. Pelo segundo amarelo, Emerson Santos foi expulso, aos 39 minutos. Com um a mais, o Rubro-Negro poderia pressionar, aproveitando ainda o longo acréscimo dado, mas tinha dificuldade e não conseguiu tirar o zero do placar em um jogo sem inspiração.
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Fluminense e Cruzeiro ficam no empate e perdem chance de subir na tabela

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Mailson Santana/arquivo) – Em duelo entre duas equipes que sonhavam terminar a rodada no G6, Fluminense e Cruzeiro empataram por 1 a 1, nesta quinta-feira, no Giulite Coutinho. O resultado não foi bom para nenhum dos times. Os mineiros chegaram a 22 pontos, enquanto os cariocas têm um a menos.

O primeiro tempo foi muito movimentado e proporcionou os gols da partida. O Cruzeiro abriu o placar com Sassá, mas viu o Fluminense empatar logo depois, com Richarlison, em cobrança de pênalti.

Na próxima rodada, o Fluminense terá pela frente o líder Corinthians, no domingo, no Maracanã. No mesmo dia, o Cruzeiro volta a atuar longe de casa. Desta vez, o adversário será o Avaí, na Ressacada, em Florianópolis.

A partida começou com as duas equipes em busca do ataque. No entanto, a primeira boa chance do confronto aconteceu somente aos 15 minutos. Após cobrança de escanteio, Léo apareceu livre, mas chutou sobre o travessão de Julio Cesar.

Enquanto o Fluminense não conseguia levar perigo a Fábio, o Cruzeiro era mais organizado e chegava com mais qualidade. Os mineiros assustaram em chutes de fora da área de Henrique e Thiago Neves, que obrigaram Julio Cesar a fazer boas defesas.

Os visitantes continuaram tendo o domínio da partida e criaram nova chance aos 31 minutos. Sassá tocou para Thiago Neves na entrada na área. O meia chutou para o gol, mas viu o arqueiro do Tricolor se esticar para salvar. Aos 35 não teve jeito. Thiago Neves achou Sassá na área e o atacante só teve o trabalho de mandar para a rede.

O Fluminense só conseguiu criar sua primeira oportunidade aos 37. Após cobrança de escanteio, Léo desviou para o gol, mas o goleiro Fábio estava atento para realizar grande defesa salvar os cruzeirenses.

O lance animou os donos da casa, que chegaram ao empate aos 40. Richarlison foi derrubado por Lucas Romero e o árbitro marcou pênalti. O próprio atacante cobrou com categoria. Assim, o jogo foi para o intervalo com a igualdade no marcador.

O segundo tempo iniciou da mesma forma que o primeiro. O Cruzeiro, mais organizado, novamente criou a primeira chance, aos seis. Thiago Neves recebeu na área, girou e acertou a trave.

Depois disso, o jogo caiu de rendimento, pois as duas equipes passaram a priorizar a marcação. O Fluminense só conseguiu criar boa oportunidade aos 22 minutos. Gustavo Scarpa aproveitou cruzamento e desviou para o gol, mas viu Fábio fazer a defesa em dois tempos.

A partida permaneceu truncada, tanto que os donos da casa chegaram novamente com perigo somente aos 37. Scarpa recebeu passe na área, mas chutou errado. Após o susto, o Cruzeiro passou a administrar o resultado e preferiu não dar espaços aos cariocas.

Nos minutos finais, os mineiros conseguiram impedir a pressão do Fluminense. Os tricolores erraram muitos passes e não levaram perigo . Assim, os donos da casa tiveram que se contentar com mais um empate, o sexto em 15 jogos na Série A.
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Com pênalti perdido, Palmeiras e Flamengo empatam e veem rivais mais longe

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria/arquivo) – Palmeiras e Flamengo viveram mais um capítulo de uma crescente rivalidade na noite desta quarta-feira. Na Ilha do Urubu, com gols no primeiro tempo e um pênalti perdido por Diego diante de Jailson, a partida terminou com empate por 2 a 2, resultado que deixa ambos mais longe dos primeiros colocados.

O Flamengo, quarto colocado, contou com gols de Pará e Guerrero para chegar aos 25 pontos. O Palmeiras, que marcou com Willian e Roger Guedes, vem logo em seguida com 23 pontos. Grêmio (31) e Santos (27) venceram na rodada, enquanto o Botafogo (22) pega o Atlético-PR às 21 horas (de Brasília) desta quinta, em Curitiba.

Pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro, às 19 horas (de Brasília) deste sábado, o Flamengo volta a campo para encarar o Coritiba, novamente na Ilha do Urubu. Já o Palmeiras enfrenta o Sport em duelo programado para as 16 horas de domingo, na Arena Pernambuco.

O Jogo – Empurrado por sua torcida na Ilha do Urubu, o Flamengo saiu na frente logo aos sete minutos do primeiro tempo. Em uma jogada iniciada pelo lado esquerdo, a bola sobrou na entrada da área para Guerrero, que ajeitou na direita para chute cruzado e certeiro do lateral Pará.

O Palmeiras foi completamente dominado pelo adversário até os 31 minutos da etapa inicial, quando aproveitou sua primeira chance para empatar. Escalado como meia, Zé Roberto deu belo passe para Willian do lado esquerdo da grande área. Com um toque sutil na saída do goleiro Thiago, o atacante mandou para as redes.

O time alviverde tomou a liderança no placar aos 42 minutos da etapa inicial. Em uma subida ao campo de ataque, o zagueiro Mina lançou Roger Guedes pela direita, nas costas de Trauco. O veloz atacante invadiu a área e tocou rasteiro na saída de Thiago.

A vantagem do Palmeiras durou pouco, já que o Flamengo empatou um minuto depois. Após um chutão do goleiro Thiago, o experiente Paolo Guerrero aproveitou vacilo do palmeirense Luan para ganhar a disputa de bola. Na cara do goleiro Jailson, o peruano fuzilou. Em seguida, lesionado, Willian acabou substituído por Borja.

No começo do segundo tempo, Cuca passou Michel Bastos para o meio de campo e deslocou Zé Roberto para a lateral esquerda. Em uma jogada perigosa do modificado time alviverde, Michel Bastos cobrou escanteio do lado direito, Luan cabeceou e Thiago salvou o Flamengo.

Pouco depois de substituir Everton Ribeiro, Geuvânio entrou na área pela direita e foi claramente derrubado por Michel Bastos. Jailson Macedo Freitas marcou pênalti. Na cobrança, o meia Diego bateu no canto esquerdo do goleiro e viu o palmeirense defender.

Em busca da vitória, os dois treinadores fizeram alterações ofensivas. Cuca, por exemplo, tirou Michel Bastos para a entrada de Keno, enquanto Zé Ricardo trocou Márcio Araújo por Berrio. Na última chance do jogo, Dudu puxou contra-ataque e tocou para Borja pela esquerda. O colombiano entrou na área e bateu para defesa de Thiago.
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Com gol relâmpago São Paulo bate Vasco e quebra jejum

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Sérgio Barzaghi/Gazeta Press/arquivo) – O São Paulo, enfim, encerrou o jejum de vitórias que tanto o atormentava. Na gélida noite desta quarta-feira, no Morumbi, o Tricolor voltou a vencer após nove jogos ou 41 dias ao derrotar o Vasco da Gama, por 1 a 0, em duelo válido pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. O resultado também é o primeiro triunfo de Dorival Júnior, que completou a sua terceira partida à frente da equipe.

Com gol relâmpago de Lucas Pratto, o São Paulo ganhou uma posição na tabela, chegando ao 17º lugar, com 15 pontos. Com a goleada por 4 a 0 da Ponte Preta sobre o Coritiba, no entanto, o time do Morumbi completou a quinta rodada consecutiva dentro da zona de rebaixamento. Já o Vasco, que não perdia há duas partidas, segue na nona colocação, com 20 pontos.

Para finalmente deixar a zona de descenso, o Tricolor terá que ir bem contra o Grêmio, na próxima segunda-feira, às 20 horas (de Brasília), novamente no Morumbi. O Cruz-Maltino, por sua vez, continua sua excursão fora do Rio de Janeiro: no domingo estará em Belo Horizonte para encarar o Atlético-MG, às 19h, no Estádio Independência.

Além do resultado, a partida apresentou aspectos positivos individuais no São Paulo. Depois de muito tempo, Christian Cueva voltou a ser decisivo ao dar a assistência no gol de Pratto. Aplaudido pela torcida, o peruano foi bastante participativo no embate, ajudando até na marcação. Quem também se destacou foi o argentino Jonatan Gomez, imprimindo boa movimentação no ataque tricolor. Já Edimar, que foi titular no lugar de Júnior Tavares na esquerda, não comprometeu.

O jogo – Diante de mais de 22 mil torcedores, o São Paulo começou avassalador e balançou as redes vascaínas logo no primeiro minuto de jogo. Após saída errada do time cruz-maltino, Cueva recebeu no meio, limpou a jogada e deixou Lucas Pratto na cara do gol. O argentino bateu rasteiro, sem chances para Martín Silva, que viu a bola entrar e o Tricolor largar na frente. Na comemoração, o centroavante foi até o banco para abraçar Júnior Tavares, que iniciou na reserva de Edimar.

Encurralado pelo São Paulo, o Vasco tinha muitas dificuldades de se aproximar da área tricolor – muito em função da marcação alta imposta pela equipe de Dorival Júnior. Tanto que os cariocas só foram dar o seu primeiro chute a gol aos 20 minutos, quando o volante Bruno Paulista arriscou de longe, obrigando Renan Ribeiro mandar a bola para escanteio.

Com o controle da partida, os mandantes por pouco não ampliaram a vantagem antes do intervalo. Aos 33 minutos, Petros fez ótimo lançamento para Cueva – que foi bastante participativo no primeiro tempo – na esquerda. O peruano saiu na cara de Martín Silva, mas mandou em cima do arqueiro vascaíno. No rebote, Lucas Pratto, com o gol livre, mandou a bola para fora, passando rente à trave esquerda.

O Vasco insinuou pressionar os donos da casa no início da etapa final, mas acabou dando mais espaços para o adversário, que quase se aproveitou disso para marcar o segundo gol. Aos 13 minutos, Cueva deu ótimo passe para Marcinho, que, de frente para Martín Silva, isolou por cima, desperdiçando grande oportunidade.

Desesperados pelo empate, os visitantes se lançaram ao ataque de vez. Aos 25, a torcida tricolor se assustou no Morumbi, após Escudero lançar e deixar Jean na cara do gol. Renan Ribeiro, porém, ganhou do volante na corrida e afastou o perigo com os pés.

Nos minutos finais, o São Paulo decidiu só se defender, manteve apenas Pratto no campo de ataque e passou sufoco. Aos 43 minutos, após uma série de cruzamentos na área tricolor, Evander cabeceou, exigindo grande intervenção de Renan Ribeiro. No rebote, Rodrigo Caio afastou e garantiu o triunfo da equipe paulista.
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Corinthians não sai do zero contra o Avaí e diminui a distância do vice-líder

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/Sergio Barzaghi/arquivo) – O Corinthians perdeu mais uma vez um pouco da “gordura” construída pela equipe neste início de Campeonato Brasileiro. Jogando diante de um Avaí incomodado pela zona de rebaixamento e totalmente fechado no seu campo de defesa, o time paulista parou na trave duas vezes, sofreu com as lesões de Pablo e Jadson e não saiu do zero na noite desta quarta-feira, na Ressacada.

Com o resultado, o Timão chega aos 37 pontos e agora está a seis do Grêmio, vice-líder, que derrotou o Vitória no Barradão, tirando a vantagem dos paulistanos pela segunda rodada consecutiva. O Avaí, por sua vez, conseguiu um ponto na luta contra a degola e agora tem 14, ainda entre os times que cairiam para a Série B.

Na próxima rodada, os comandados de Fábio Carille terão pela frente o Fluminense, em duelo marcado para as 16 (de Brasília) do domingo, no estádio do Maracanã. Os catarinenses, por sua vez, continuam em Florianópolis, onde recebem o Cruzeiro, no mesmo horário.

O Corinthians celebrou na terça-feira o fato de poder utilizar sua “equipe ideal”, que havia entrado em campo em apenas dez oportunidades na temporada. A escalação, porém, não durou dez minutos dentro de campo. O zagueiro Pablo, que era dúvida por conta de uma contratura muscular na coxa direita, voltou a sentir o problema em seu primeiro pique e logo pediu substituição.

Para piorar a situação de Carille, logo após a saída do defensor, Jadson sofreu uma pancada na região do tórax e, com muitas dores na costela, pediu para ser substituído. Com Pedro Henrique na zaga e Marquinhos Gabriel como armador, o time demorou a retomar a fluidez nas jogadas ofensivas, enquanto os donos da casa não faziam a menor questão de passar da linha do meio-campo.

O único que conseguia sobressair era Jô, ganhando com tranquilidade o embate direto com Fagner Alemão. No primeiro lance de perigo, ele recebeu de Maycon, segurou o zagueiro às suas costas e devolveu para o volante. Cara a cara com Douglas, o camisa 8 deixou a bola correr demais e não conseguiu finalizar com precisão. Pouco depois, Pedro cabeceou fraco escanteio cobrado pela esquerda e viu Douglas defender.

Bem armado na sua proposta de jogo, o Avái teve uma boa chance para abrir o placar aos 24 minutos, mas Juan parou em boa defesa de Cássio, sem marcação dentro da área. Depois disso, com muitos erros de passe pelo lado corintiano e tímidas investidas ofensivas dos anfitriões, o placar seguiu inalterado até que o juiz apitasse o fim do primeiro tempo.

O Alvinegro voltou para o segundo tempo com mais dificuldades ainda para jogar bola, errando diversos passes na hora de armar os lances. O Avaí manteve a ideia de jogo praticada por Claudinei Oliveira, sem dar espaços e buscando se aproveitar de alguma falha da defesa corintiana. Até os 30 minutos da etapa final, o estilo de jogo dos donos da casa prevaleceu.

Mesmo sem conseguir aproveitar duas falhas feias de Pedro Henrique, os avaianos tiveram uma grande chance de abrir o placar aos 29 minutos do segundo tempo, quando Joel recebeu bom passe de Júnior Dutra dentro da área, ajeitou para a perna esquerda e chutou cruzado. A bola bateu no pé da trave de Cássio, voltou para o meio da área e Balbuena afastou.

Temeroso para mexer devido às lesões de Pablo e Jadson, Carille enfim modificou a equipe para uma pressão final, colocando Kazim na vaga do volante Gabriel e apostando na força física do turco. No primeiro lance dele, Guilherme Arana cruzou bola na área e ela se encaminhava para o camisa 18, mas Betão cortou para trás e mandou no travessão. Na sobra, Jô caiu e reclamou de pênalti.

O Timão continuou pressionando, Rodriguinho e Jô pararam em boas defesas de Douglas, e a última chance veio quase nos acréscimos. Rodriguinho tabelou com Kazim e chutou com a esquerda, carimbando mais uma vez a trave avaiana.
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Grêmio derrota o Vitória e mantém perseguição ao Corinthians

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Lucas Uebel/arquivo) – O Grêmio continua à caça do Corinthians na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro. No início da noite desta quarta-feira, o vice-líder foi ao Barradão e não encontrou dificuldades para derrotar o Vitória por 3 a 1, mesmos sem contar com o atacante Luan, poupado. Os gols foram de Fernandinho, Arthur e Ramiro. David descontou.

Com o resultado, o Grêmio chegou aos 31 pontos na tabela – o Corinthians, que enfrenta o Avaí na Ressacada, iniciou a rodada com 36. Já o Vitória está em situação cada vez mais delicada, somando 12 e à frente apenas do Atlético-GO, que tem 8.

O Grêmio voltará a campo na segunda-feira para enfrentar outro time que tenta fugir da zona de rebaixamento, o São Paulo, no Morumbi. No sábado, o Vitória estará novamente no Barradão para jogar contra a Chapecoense.

O jogo – Sem atrair muitos torcedores ao Barradão, o Vitória ainda viu aqueles que foram ao estádio ficarem frustrados logo no princípio da partida contra o Grêmio. Aos sete minutos, Fernandinho cobrou uma falta que ele mesmo sofreu e acertou a rede.

A vantagem no marcador fez o Grêmio, em situação muito melhor na tabela, ganhar ainda mais confiança em Salvador. O time de Renato Gaúcho não encontrava problemas para dominar as ações, enquanto o de Alexandre Gallo precisava apelar a chutes de longa distância, principalmente com Uillian Correia.

Com esse cenário, o Grêmio ampliou o placar ainda no primeiro tempo. Aos 43, em jogada bem trabalhada por Maicon, Pedro Rocha e Fernandinho, Ramiro recebeu a bola dentro da área e teve tranquilidade para finalizar para o gol.

A paciência da torcida do Vitória, então, esgotou-se. A equipe de Gallo passou a ser vaiada antes mesmo do intervalo – Caíque Sá era o único voltado da revolta do público. Para amenizar a situação, o técnico recorreu à entrada de David no lugar de René no segundo tempo. Mais tarde, Yago substituiu o hostilizado Cleiton Xavier.

O Vitória até conseguiu mudar também o marcador, aos 12 minutos. David, a aposta de Gallo, aproveitou desvio pelo alto em cobrança de escanteio e cabeceou para descontar no Barradão, reanimando parte da torcida rubro-negra.

As esperanças de reação, contudo, duraram pouco. Aos 17, Ramiro recebeu cruzamento da esquerda de Everton, que acabara de ocupar o posto de Barrios, e soltou o pé da entrada. Mandou a bola no ângulo.

Gallo gastou a sua última ficha com Patric, substituto de Caíque Sá. Renato Gaúcho trocou Maicon por Jailson e depois Pedro Rocha por Marcelo Oliveira. Àquela altura, no entanto, o Grêmio só administrava o resultado positivo. Mesmo no campo de ataque, o abatido Vitória não tinha forças nem criatividade para alcançar ao menos ao segundo gol.
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