Atlético Mineiro vence Paraná e está na final da Primeira Liga

Atlético Mineiro vence Paraná e está na final da Primeira Liga Foto Pedro Souza  -O Atlético Mineiro venceu o Paraná, no Independência, com gol do volante Elias, para se colocar na decisão da Primeira Liga. O Galo espera o adversário do encontro entre Cruzeiro e Londrina, no domingo.
Para vencer a partida, os mineiros tiveram de furar a defesa paranaense, muito fechada na primeira parte. Mas o time de Rogério Micale mostrou intensidade e qualidade para vencer a retranca.
Mesmo pressionado, o Tricolor ainda teve uma chance de sair na frente. Foi na bola parada, claro: após levantamento na área, Brock acertou o poste.

Só que o Galo manteve a pressão até chegar ao gol. Luan fez boa jogada pela direita e mandou para Elias, que mandou um chute certeiro, sem chance para Richard.

O Alvinegro poderia até ter ido ao intervalo com uma vantagem maior. Na segunda etapa, apertou menos e, em determinado momento, preferiu até administrar a vitória.

O Paraná fez muito pouco para deixar o jogo atrativo. Só foi conseguir ameaçar a vitória atleticana no último lance do jogo, em cobrança de falta nos acréscimos. João Pedro ficou perto de empatar, mas a bola pegou no travessão e os mineiros estão mesmo na final.

Por oGol

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Brasil vence o Equador e assegura primeiro lugar das Eliminatórias

 Ainda com 100% de aproveitamento sob o comando de Tite nas Eliminatórias para a Copa do Mundo, a Seleção Brasileira já não pode mais ser ultrapassada no torneio. A primeira colocação foi assegurada com uma vitória por 2 a 0 sobre o Equador, na noite desta quinta-feira, na Arena do Grêmio.

Apesar de ter confirmado o favoritismo contra o Equador, mesmo adversário da estreia de Tite, o Brasil demorou a deslanchar. O time teve dificuldades para superar a marcação visitante no primeiro tempo e melhorou consideravelmente a partir da entrada de Philippe Coutinho na vaga de Renato Augusto no segundo.

Aos 23 minutos, o Brasil chegou ao primeiro gol, com Paulinho aproveitando uma sobra de bola após cobrança de escanteio. O segundo foi do próprio Coutinho (foco de atenção por sua polêmica negociação para trocar o Liverpool pelo Barcelona), em bela tabela com Gabriel Jesus, aos 30.

Esses gols levaram a Seleção Brasileira aos 36 pontos ganhos nas Eliminatórias, bem à frente de Colômbia (25), Uruguai (24), Chile (23) e Argentina (23), que completam o grupo dos cinco primeiros colocados. O Equador totaliza 20, ocupando somente a sétima posição.

Em seu próximo compromisso, o Brasil jogará contra a Colômbia, na terça-feira, em Barranquilla – no mesmo dia, o Equador tentará se reabilitar diante do Peru, em Quito. Os últimos adversários da equipe dirigida por Tite serão Bolívia e Chile, no começo de outubro.

O jogo – Conforme esperado, a Seleção Brasileira tomou a iniciativa de atacar o Equador desde os primeiros minutos de partida. O time de Tite ocupou o campo ofensivo e rodou a bola de um lado a outro do gramado, na tentativa de se aproximar do goleiro Banguera, mas esbarrou nos defensores que o protegiam.

Assim, a torcida presente na Arena do Grêmio só se levantou com verdadeiro entusiasmo no princípio do confronto em uma jogada individual de Paulinho. O agora volante do Barcelona passou por três marcadores dentro da área e bateu cruzado, aos sete minutos. Banguera defendeu.

O chute de Paulinho foi uma rara finalização na etapa inicial do Brasil, que, embora tivesse volume de jogo e não sofresse ameaça na defesa, era pouco criativo e veloz para se desvencilhar da forte marcação equatoriana. Neymar ficava muito preso à ponta esquerda, e Willian não se mostrava inventivo na direita. No meio, Renato Augusto pouco participava do jogo.

A escassez de chances de gol fez o público antecipar um grito que Tite já imaginava escutar na Arena do Grêmio. “Luan! Luan! Luan!”, clamaram os torcedores, pedindo a entrada do grande destaque gremista. O coro se intensificou quando Marcelo protagonizou uma jogada feia, devolvendo uma bola para a lateral após a cobrança de um já irritadiço Neymar – sofreu uma falta dura, viu Martínez ser advertido com o cartão amarelo e ele mesmo acabou punido depois, por acertar Velasco.

Tite agiu no intervalo, mas não para mudar o ataque brasileiro. Quem entrou foi o zagueiro Thiago Silva, na vaga do combalido Miranda. E o Brasil continuou buscando meios para furar o bloqueio do Equador – Neymar abusava do individualismo, carregando a bola do meio para a ponta e novamente para o meio, e Gabriel Jesus já recuava para ajudar na armação.

Aos 11 minutos, Jesus enfim fez os torcedores vibrarem. Daniel Alves cruzou a bola da direita, e o centroavante do Manchester City cabeceou firme. Parou em Banguera. Ainda sem estar plenamente satisfeito com a evolução brasileira, contudo, Tite trocou o muito apagado Renato Augusto por Philippe Coutinho quase em seguida.

Dez minutos mais tarde, a bola entrou. Willian cobrou escanteio da direita na área, e a bola sobrou para Paulinho perto da marca do pênalti. O volante encheu o pé. Banguera ainda tocou na bola, que estufou a rede da Arena do Grêmio.

O gol do Brasil fez o Equador se soltar, com o atleticano Cazares e Felipe Caicedo nas vagas de Gaibor e Enner Valencia. Com 73% de posse de bola àquela altura, a Seleção de Tite aproveitou para incomodar a defesa adversária, agora com contundência, fazendo até com que os gremistas se esquecessem momentaneamente de Luan.

Aos 30 minutos, a Seleção ampliou o marcador. Philippe Coutinho, um dos responsáveis pela melhora da equipe da casa, carregou a bola pela ponta esquerda e acionou Gabriel Jesus, que aplicou um belo chapéu no seu marcador dentro da área e devolveu de cabeça. O meia do Liverpool, cobiçado pelo Barcelona, completou para dentro. Golaço.

Com mais uma vitória e a liderança das Eliminatórias asseguradas, Tite já estava tranquilo para satisfazer os torcedores do seu ex-clube. Luan substituiu Willian aos 39 minutos, quando o público já aplaudia até os erros da Seleção Brasileira.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 2 X 0 EQUADOR

Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)

Data: 31 de agosto de 2017, quinta-feira

Horário: 21h45 (de Brasília)

Árbitro: Mario Díaz Vivar (Paraguai)

Assistentes: Milcíades Saldivar e Rodney Aquino (ambos do Paraguai)

Cartões amarelos: Neymar, Gabriel Jesus e Marcelo (Brasil); Fidel Martínez e Velasco (Equador)

Gols: BRASIL: Paulinho, aos 23, e Philippe Coutinho, aos 30 minutos do segundo tempo

BRASIL: Alisson; Daniel Alves, Marquinhos, Miranda (Thiago Silva) e Marcelo; Casemiro, Paulinho, Willian (Luan), Renato Augusto (Philippe Coutinho) e Neymar; Gabriel Jesus

Técnico: Tite

EQUADOR: Banguera; Velasco, Arboleda, Achilier e Cristian Ramírez; Pedro Quiñónez, Noboa, Antonio Valencia, Gaibor (Cazares) e Fidel Martínez (Marcos Caicedo); Enner Valencia (Felipe Caicedo)

Técnico: Gustavo Quinteros

Fonte: Gazeta Esportiva.
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Brasil vence o Equador e assegura primeiro lugar das Eliminatórias

Por Gazeta Esportiva – Ainda com 100% de aproveitamento sob o comando de Tite nas Eliminatórias para a Copa do Mundo, a Seleção Brasileira já não pode mais ser ultrapassada no torneio. A primeira colocação foi assegurada com uma vitória por 2 a 0 sobre o Equador, na noite desta quinta-feira, na Arena do Grêmio.

Apesar de ter confirmado o favoritismo contra o Equador, mesmo adversário da estreia de Tite, o Brasil demorou a deslanchar. O time teve dificuldades para superar a marcação visitante no primeiro tempo e melhorou consideravelmente a partir da entrada de Philippe Coutinho na vaga de Renato Augusto no segundo.

Aos 23 minutos, o Brasil chegou ao primeiro gol, com Paulinho aproveitando uma sobra de bola após cobrança de escanteio. O segundo foi do próprio Coutinho (foco de atenção por sua polêmica negociação para trocar o Liverpool pelo Barcelona), em bela tabela com Gabriel Jesus, aos 30.

Esses gols levaram a Seleção Brasileira aos 36 pontos ganhos nas Eliminatórias, bem à frente de Colômbia (25), Uruguai (24), Chile (23) e Argentina (23), que completam o grupo dos cinco primeiros colocados. O Equador totaliza 20, ocupando somente a sétima posição.

Em seu próximo compromisso, o Brasil jogará contra a Colômbia, na terça-feira, em Barranquilla – no mesmo dia, o Equador tentará se reabilitar diante do Peru, em Quito. Os últimos adversários da equipe dirigida por Tite serão Bolívia e Chile, no começo de outubro.

O jogo – Conforme esperado, a Seleção Brasileira tomou a iniciativa de atacar o Equador desde os primeiros minutos de partida. O time de Tite ocupou o campo ofensivo e rodou a bola de um lado a outro do gramado, na tentativa de se aproximar do goleiro Banguera, mas esbarrou nos defensores que o protegiam.

Assim, a torcida presente na Arena do Grêmio só se levantou com verdadeiro entusiasmo no princípio do confronto em uma jogada individual de Paulinho. O agora volante do Barcelona passou por três marcadores dentro da área e bateu cruzado, aos sete minutos. Banguera defendeu.

O chute de Paulinho foi uma rara finalização na etapa inicial do Brasil, que, embora tivesse volume de jogo e não sofresse ameaça na defesa, era pouco criativo e veloz para se desvencilhar da forte marcação equatoriana. Neymar ficava muito preso à ponta esquerda, e Willian não se mostrava inventivo na direita. No meio, Renato Augusto pouco participava do jogo.

A escassez de chances de gol fez o público antecipar um grito que Tite já imaginava escutar na Arena do Grêmio. “Luan! Luan! Luan!”, clamaram os torcedores, pedindo a entrada do grande destaque gremista. O coro se intensificou quando Marcelo protagonizou uma jogada feia, devolvendo uma bola para a lateral após a cobrança de um já irritadiço Neymar – sofreu uma falta dura, viu Martínez ser advertido com o cartão amarelo e ele mesmo acabou punido depois, por acertar Velasco.

Tite agiu no intervalo, mas não para mudar o ataque brasileiro. Quem entrou foi o zagueiro Thiago Silva, na vaga do combalido Miranda. E o Brasil continuou buscando meios para furar o bloqueio do Equador – Neymar abusava do individualismo, carregando a bola do meio para a ponta e novamente para o meio, e Gabriel Jesus já recuava para ajudar na armação.

Aos 11 minutos, Jesus enfim fez os torcedores vibrarem. Daniel Alves cruzou a bola da direita, e o centroavante do Manchester City cabeceou firme. Parou em Banguera. Ainda sem estar plenamente satisfeito com a evolução brasileira, contudo, Tite trocou o muito apagado Renato Augusto por Philippe Coutinho quase em seguida.

Dez minutos mais tarde, a bola entrou. Willian cobrou escanteio da direita na área, e a bola sobrou para Paulinho perto da marca do pênalti. O volante encheu o pé. Banguera ainda tocou na bola, que estufou a rede da Arena do Grêmio.

O gol do Brasil fez o Equador se soltar, com o atleticano Cazares e Felipe Caicedo nas vagas de Gaibor e Enner Valencia. Com 73% de posse de bola àquela altura, a Seleção de Tite aproveitou para incomodar a defesa adversária, agora com contundência, fazendo até com que os gremistas se esquecessem momentaneamente de Luan.

Aos 30 minutos, a Seleção ampliou o marcador. Philippe Coutinho, um dos responsáveis pela melhora da equipe da casa, carregou a bola pela ponta esquerda e acionou Gabriel Jesus, que aplicou um belo chapéu no seu marcador dentro da área e devolveu de cabeça. O meia do Liverpool, cobiçado pelo Barcelona, completou para dentro. Golaço.

Com mais uma vitória e a liderança das Eliminatórias asseguradas, Tite já estava tranquilo para satisfazer os torcedores do seu ex-clube. Luan substituiu Willian aos 39 minutos, quando o público já aplaudia até os erros da Seleção Brasileira.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 2 X 0 EQUADOR

Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)

Data: 31 de agosto de 2017, quinta-feira

Horário: 21h45 (de Brasília)

Árbitro: Mario Díaz Vivar (Paraguai)

Assistentes: Milcíades Saldivar e Rodney Aquino (ambos do Paraguai)

Cartões amarelos: Neymar, Gabriel Jesus e Marcelo (Brasil); Fidel Martínez e Velasco (Equador)

Gols: BRASIL: Paulinho, aos 23, e Philippe Coutinho, aos 30 minutos do segundo tempo

BRASIL: Alisson; Daniel Alves, Marquinhos, Miranda (Thiago Silva) e Marcelo; Casemiro, Paulinho, Willian (Luan), Renato Augusto (Philippe Coutinho) e Neymar; Gabriel Jesus

Técnico: Tite

EQUADOR: Banguera; Velasco, Arboleda, Achilier e Cristian Ramírez; Pedro Quiñónez, Noboa, Antonio Valencia, Gaibor (Cazares) e Fidel Martínez (Marcos Caicedo); Enner Valencia (Felipe Caicedo)

Técnico: Gustavo Quinteros
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Torcedora do Bahia denuncia racismo em montagem com gremistas

Negra, Edna Matos está junto à filha em foto colocada acima de outra com cinco torcedoras brancas do Grêmio, que circula pelas redes sociais com a legenda ‘Ainda tem gente que acha que time é tudo igual’

Vítima de uma montagem que compara torcedoras de Bahia e Grêmio, a baiana Edna Matos desabafou após tomar conhecimento da viralização da imagem pelas redes sociais. Negra, ela fala em racismo, xenofobia e machismo na montagem que coloca a ela e a filha acima de uma foto com cinco gremistas brancas – a publicação circula com a legenda “Ainda tem gente que acha que time é tudo igual”.

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“Não tem essa questão de beleza, quem acha isso não está enxergando ou não quer enxergar. Ali está embutida a ideia de que uma raça é mais bonita que a outra, que o nordestino é feio, pobre, inferior e preto, em sua grande maioria… e também o machismo, como se a mulher servisse só para enfeitar a torcida e não para torcer por um time”, disse à revista Veja.

“O racismo no Brasil até o advento das redes sociais era velado, e hoje ele é camuflado. As pessoas se escondem atrás de um anonimato para destilar seu preconceito. Antes, quando tinha de ser cara a cara, as pessoas não falavam abertamente, mas a gente identificava nos gestos, no trato com as pessoas”, prosseguiu.

Edna diz ainda que as gremistas também são vítimas, pois duvida “que elas tenham autorizado o uso daquela foto”.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Brasil termina Universíade em 28º lugar no quadro de medalhas

Brasil levou 19 atletas olímpicos disputou medalhas em 14 modalidades

Com dois ouros, quatro pratas e seis bronzes, o Brasil terminou a Universíade em 28º lugar no quadro geral de medalhas. O país competiu em Taipei com a maior delegação de sua história, de 180 atletas, e teve a maior parte das conquistas no judô, esporte em que foram garantidas sete das 12 medalhas brasileiras.

O Brasil levou 19 atletas olímpicos para a Universíade e disputou medalhas em 14 modalidades.

O último pódio foi o ouro no futebol feminino, conquistado na prorrogação da final contra o Japão. As brasileiras venceram por um a zero, com gol marcado por Diany.

Na Universíade de 2017, o Brasil buscava reduzir a distância para o top 10 no quadro geral, porém perdeu colocações em relação à competição de 2015, quando ficou em 23º. Apesar disso, o número de medalhas aumentou de oito para 12, com a manutenção da marca de duas medalhas de ouro e o incremento de duas pratas e dois bronzes.

Além do futebol, os pódios brasileiros se concentram em três esportes: natação, taekwondo e judô.

A judoca Bárbara Timo conquistou o ouro na categoria até 70kg. Gabriela Chibana (-48kg) e Eleudis Valentim (-52kg) foram prata. A equipe masculina levou para casa o bronze, assim como Vinicius Panini (-81kg), Ruan Isquierdo (absoluta) e Tamires Crude (-57kg).

No taekwondo, Maicon Andrade chegou à final da categoria mais de 87kg, mas sofreu uma lesão e recebeu recomendação médica para não disputar a última luta. Por isso, ficou com a prata.

Na natação, Henrique Martins ficou em terceiro lugar nos 50 e nos 100 metros borboleta, e Ítalo Manzine subiu ao segundo lugar do pódio por seu tempo nos 50 metros livre.

O resultado brasileiro foi o melhor entre os países sul-americanos, mas ficou atrás do México, que chegou à 13ª colocação com seis ouros, e da República Dominicana, que ficou em 18º lugar, com quatro.

Taipei Chinesa em terceiro

A delegação anfitriã da Universíade de 2017 superou as próprias expectativas e terminou a competição com o terceiro lugar no quadro geral de medalhas. Segundo o ministro da Educação de Taiwan, Pan Wen-chung, a meta era conquistar 11 medalhas de ouro, e Taipei Chinesa chegou a 26 com as conquistas do badminton na noite de ontem (29).

A delegação que reúne os atletas de Taiwan competiu com 371 participantes na Universíade e conquistou 90 medalhas no total. O resultado motivou a organização de uma “Parada dos Heróis”, marcada para a tarde de hoje (30), antes da cerimônia de encerramento.

A maior parte das medalhas de ouro conquistadas por Taipei veio da patinação (10),  do badminton (5), do tênis (4) e do bilhar (4). No levantamento de peso e no atletismo, os taiwaneses conquistaram mais duas medalhas, incluindo os 100 metros rasos masculino.

Uma medalha de ouro veio do wushu, uma da demonstração do taekwondo e outra na disputa masculina do cavalo com alças, na ginástica artística.

Em 2015, a delegação asiática havia conquistado seis ouros na Universíade de Gwangju, na Coreia do Sul, o que resultou na classificação de 10º lugar no quadro de medalhas.

Taipei Chinesa ou Chinês (Chinese Taipei)  é o nome usado pela delegação de Taiwan para participar de competições esportivas internacionais. Taiwan reivindica reconhecimento internacional como país independente da China, mas Pequim considera a ilha parte de seu território.

Quadro geral

O Japão foi o país que liderou o quadro geral, com 37 ouros e 101 medalhas no total. O país levou para a ilha vizinha uma delegação de 336 atletas.

Em segundo lugar ficou a Coreia do Sul, que teve 30 ouros e 82 pódios. Os sul-coreanos inscreveram 318 competidores na disputa por medalhas nas 21 modalidades esportivas.

Os Estados Unidos levaram a segunda maior delegação, com 348 atletas, e conquistaram 16 ouros. Os russos foram à competição com 347, que garantiram 25 ouros.

Fonte: ORMNews.
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Santos e Cruzeiro ficam no empate no Mineirão

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Washington Alves/assessoria) – Santos e Cruzeiro fizeram um jogo de tempos diferentes na noite deste domingo, no Mineirão, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Peixe começou muito melhor, dominou completamente a primeira etapa e abriu o placar com Bruno Henrique. A Raposa, por sua vez, se recuperou após o intervalo, pressionou o time comandado por Levir Culpi e chegou ao empate com Rafinha.

Com a igualdade, o alvinegro terminou a rodada com 38 pontos, manteve-se em terceiro, mas segue bem distante do líder Corinthians, que perdeu para o Atlético-GO no último sábado e parou nos 50. Já o time mineiro ficou com 31 e segue estacionado na sexta posição no torneio nacional.

Na próxima rodada, o Peixe pode diminuir a diferença para o rival alvinegro, já que as duas equipes fazem clássico na Vila Belmiro, no próximo dia 10 de setembro, às 16h (de Brasília).

O Cruzeiro, por sua vez, esquece o Brasileirão e mira suas forças no primeiro jogo da decisão da Copa do Brasil, contra o Flamengo, que acontece no próximo dia 7, às 21h45, no Maracanã.

O jogo começou bem morno e estudado no Mineirão. De ressaca após a classificação para a final da Copa do Brasil, na última quarta-feira, o Cruzeiro até tentou ditar o ritmo nos primeiros minutos, mas não conseguiu penetrar na defesa santista. Tanto que a maior chance da Raposa surgiu em um chute de longe de Thiago Neves, aos 7 minutos, defendido por Vanderlei.

O Peixe, por sua vez, cadenciava o jogo no meio de campo e espera o momento certo para dar o bote. Ele veio aos 21 minutos, quando Lucas Lima deu lindo lançamento para Copete do lado direito. O colombiano dominou, levantou a cabeça e cruzou para Bruno Henrique, que apenas escorou para abrir o placar e colocar o alvinegro em vantagem no Mineirão.

O Cruzeiro sentiu o tento e viu o Santos crescer no confronto. Aos 30, Bruno Henrique tocou para Ricardo Oliveira, que arriscou de fora da área. A bola, porém, subiu muito e passou por cima do gol de Fábio.

Já aos 35 minutos, o zagueiro Digão errou na saída de bola e entregou no pé de Lucas Lima. Mesmo com o gol aberto, o camisa 10 tentou tocar para Ricardo Oliveira e acabou desperdiçando a jogada.

A equipe comandada por Levir Culpi seguiu muito superior e teve a chance de sair para o intervalo com um 2 a 0 no placar. Porém, após belo toque de cabeça de Ricardo Oliveira, Bruno Henrique, que saiu na cara de Fábio, tenta tocar por cima, mas acabou acertando a rede pelo lado de fora.

Após ser envolvido pelo Santos na primeira etapa, o Cruzeiro voltou do intervalo partindo para cima em busca do empate. Logo aos 4 minutos, Rafael Sóbis recebeu dentro da área, fez o pivô e rolou para Ezequiel. O lateral bateu de esquerda e mandou por cima do gol de Vanderlei.

Cinco minutos depois, a pressão cruzeirense deu resultado. Após lindo lançamento de Lucas Silva, a defesa santista parou na jogada e Rafinha apareceu livre para bater cruzado e empatar o duelo no Mineirão.

O tento animou a Raposa, que se lançou ao ataque para buscar a virada. Aos 22 minutos, Rafinha saiu na cara de Vanderlei após erro na saída de bola do Peixe. O atacante tocou por cima do goleiro e já se preparava para comemorar a virada. Porém, Lucas Veríssimo tirou de cabeça, em cima da linha, e salvou o Santos.

Nos minutos restantes, o Cruzeiro seguiu melhor, enquanto o Santos buscava um contra-ataque que não veio. Sendo assim, a partida terminou mesmo no empate em 1 a 1.

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Palmeiras de virada goleia e mantém o São Paulo na zona de rebaixamento

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press) –  O Palmeiras voltou a vencer no Campeonato Brasileiro, manteve a freguesia do São Paulo no Palestra Itália e triunfou sobre um rival regional pela primeira vez neste Brasileirão. Após sair atrás no placar com Marcos Guilherme, Willian anotou dois gols e virou o jogo, mas Hernanes igualou novamente o marcador no primeiro tempo. Na etapa final, Keno colocou o Alviverde na frente novamente e Hyoran definiu a emocionante vitória por 4 a 2.

Modificado, o campeão brasileiro abandonou o 4-3-3 e entrou em campo no 4-2-2-2. Com a torcida ressabiada e pouco participativa, o Palmeiras jogava bem e tinha Tchê Tchê, retomando o bom desempenho, e Willian, se movimentando entre as linhas adversárias, como principais destaques. As arquibancadas viam um time que lutava pelo G4.

O Tricolor, armado no 4-1-4-1, sofria com as investidas alviverdes pelo lado direito, em que Cueva deveria ajudar Edimar na marcação, problema corrigido apenas depois por Dorival Junior, que inverteu o lado do peruano. Com quase 65% de posse de bola, o Verdão dominava o rival e só poderia sofrer um gol em falha individual. Pois foi justamente o que ocorreu.

Bruno Henrique perdeu disputa com Cueva pelo alto, Luan ameaçou sair para abafar o passe de Lucas Pratto, mas manteve posição e levou uma bola nas costas, que acabou com Marcos Guilherme mandando para as redes. O silêncio tomou conta do Palestra Itália e apenas xingamentos eram ouvidos.

Esperando ver a equipe que havia marcado 12 gols e sofrido apenas um contra o São Paulo em sua Arena, a única lembrança de clássicos anteriores ocorreu quando Sidão cobrou tiro de meta errado nos pés de Willian, e a massa imediatamente gritou: “De cobertura!” Mas o palmeirense mandou para fora, ao lado da meta.

Foram necessários dois sustos para o estádio voltar a vibrar. Primeiro, Lucas Pratto levou joelhada de Hernanes, caiu desacordado em campo e foi retirado de ambulância, com aplauso dos palmeirenses. Depois, em nova falha defensiva do Palmeiras, Marcos Guilherme fez jogada individual e acertou o travessão.

Após seis minutos de paralisação para atendimento do argentino, Willian, o mais lúcido em campo, despertou novamente a torcida alviverde. Primeiro, dominou cruzamento de Michel Bastos, que Edimar não conseguiu cortar, e bateu cruzado para empatar. Três minutos depois, avançou pela esquerda, aplicou uma caneta em Jucilei e mandou no ângulo de Sidão para fazer o segundo. A torcida via novamente via o campeão brasileiro em campo.

No duelo dos Profetas entre Moisés e Hernanes, o palmeirense estava sumido, e o são paulino, candidato óbvio a brilhar, marcou seu quarto gol consecutivo em partidas fora de casa. Em falha de Jean, o camisa 10 tricolor dominou no peito o cruzamento de Buffarini e bateu no cantinho de Prass.

Na etapa final, os visitantes mantiveram a postura de contra-ataque, mas não conseguiram ter sucesso. Já os mandantes abdicaram dos quatro homens no meio-campo e retomaram o 4-3-3, com a entrada de Keno na vaga de Bruno Henrique. A alteração mostrou resultado, e o atacante anotou um golaço para virar o marcador. Por fim, Hyoran ainda definiu a goleada alviverde. E foi assim que o Palestra Itália reviveu 2016, com uma vitória marcante sobre um rival, e a festa restabelecida nas arquibancadas.

Apoiado no discurso de que ainda está em busca da formação ideal para o Palmeiras, Cuca resolveu inovar no clássico e mandou o time a campo no 4-4-2, com Bruno Henrique e Tchê Tchê dando suporte à zaga e Willian com mais liberdade para encostar em Deyverson. Pelo lado tricolor, nenhuma novidade. Dorival voltou a apostar no 4-1-4-1 e com uma postura de cadência e disciplina tática.

Mas, não precisaram muitos minutos para o Verdão perder uma deficiência grave dos rivais. Cueva, aberto pela esquerda, não dava o suporte necessário a Edimar. O Palmeiras, então, investiu por ali e colocou o São Paulo em apuros pelo menos três vezes.

E quando a torcida da casa começa a se animar de verdade, veio a surpresa. Bruno Henrique, de 1,80m, perdeu no alto para Cueva, que mede 1,69m. Lucas Pratto recebeu e colocou Marcos Guilherme na cara de Fernando Prass. O meia tricolor deixou Michel Bastos para trás e abriu o placar.

O gol dos visitantes abalou o Palestra, que silenciou por alguns minutos e só voltou a ser ouvindo diante das reclamações com os erros de passe da equipe alviverde. A essa altura, Cueva e Marcos Guilherme já haviam trocado de lado para acabar com a farra palmeirense em cima de Edimar.

Tudo corria bem até os 21 minutos, quando Lucas Pratto deu um susto daqueles em todos que acompanhavam o clássico. Em um lance rotineiro, o argentino apareceu na defesa para ajudar na marcação, mas acabou levando uma joelhada do companheiro Hernanes. O argentino ficou desacordado e, desesperados, os jogadores suplicaram pela ambulância. Em cerca de seis minutos, Pratto já estava a caminho do hospital, consciente, para uma tranquilidade maior de todos.
Quem imaginou que a paralisação pudesse esfriar o jogo em campo se enganou. Assim que a bola voltou a rolar, o São Paulo teve uma grande oportunidade de ampliar a vantagem de novo com Marcos Guilherme, que acertou o travessão e viu a bola quicar fora do gol.

O Palmeiras parecia abatido e desencontrado quando Michel Bastos, aos 35, cruzou para a área. Edimar falhou e Willian não perdoou. Bastou para o Verdão acordar. Três minutos depois, em nova jogada de Willian, dessa vez toda ela individual, o Palmeiras virou em grande estilo. O atacante palmeirense acertou o ângulo e Sidão e finalização de fora da área.

O Choque-Rei estava imprevisível. Nos acréscimos da primeira etapa, dessa vez era o Palmeiras que parecia senhor do jogo quando o rival foi lá e aprontou. Buffarini alçou bola na área, Jean fez a vez de Edimar e falhou. Hernanes dominou e estufou as redes, levando o clássico para o intervalo com o 2 a 2 no placar.

Com um segundo tempo, truncado, de poucas oportunidades, Dorival resolveu sacar Cueva para colocar o jovem Lucas Fernandes. Cuca respondeu com Keno na vaga de Bruno Henrique e mandou o Palmeiras para frente, agora no 4-3-3.

O panorama, no entanto, pouco mudou. O excesso de erros de passe minava as chances das duas equipes. Sidão ainda assustou os são-paulino ao furar bisonhamente uma bola recuada, mas se redimiu ao evitar o gol de Deyverson com uma defesa espetacular.

Na melhor chance do São Paulo em toda a etapa final, Rodrigo Caio acabou sendo o vilão. O zagueiro ficou livre, dentro da pequena área e também furou de forma incrível. De joelhos, desacreditado, o defensor chegou a olhar para o bandeira, que deu condição legal no lance.

Cuca ainda colocou Hyoran no lugar de Guerra, mas o clássico perdeu parte de sua organização. Palmeiras e São Paulo passaram a se contra-atacar seguidamente e o jogo ficou imprevisível.

Nesse ritmo, o São Paulo pagou caro por um erro de escolha de Marcos Guilherme, que carregou a bola com duas opções de passe contra apenas dois defensores palmeirenses. O meia acabou nem finalizando nem tocando a bola. Em resposta, o Verdão acionou Deyverson na esquerda. O centroavante viu Keno livre na meia-lua, serviu. Sem dominar, o ex-jogador do Santa Cruz bateu firme, sem chance para Sidão.

Pronto para colocar Roger Guedes em campo, Cuca imediatamente mudou sua alteração. Thiago Santos entrou no lugar de Deyverson. Dorival apostou em Denilson na vaga de Marcos Guilherme.

O fim do Choque-Rei foi dramático, com todos no estádio em pé. O alívio para a torcida local só veio nos acréscimos, quando Tchê Tchê lançou Willian nas costas da zaga tricolor. O atacante só teve o trabalho de cruzar para Hyoran, que livre, mandou para o fundo do gol e transformou a vitória em goleada.

Depois de três rodadas, o Palmeiras voltou a vencer e, de quebra, ainda manteve o tabu de não perder para o rival do Morumbi no Allianz Parque. Já o Tricolor terá de amargar mais uma rodada na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.

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Cuiabá vence o Asa de virada pela série C do Brasileiro

Fonte: Redação Só Notícias (foto: assessoria/arquivo) – O Cuiabá acaba de vencer, por 3 a 2, o Asa de Arapiraca (AL). O jogo foi no Estádio Municipal. Com a conquista dos três pontos o time mato-grossense subiu uma posição na tabela. É o 5º colocado com 22 pontos. Já o time alagoano continua na lanterna com 12 pontos.

O jogo em Arapiraca começou pegado e com os dois times cometendo faltas. A primeira oportunidade saiu aos 6 minutos em um escanteio para os donos da casa. Doda cobrou para o Asa, mas o goleiro Douglas Dias saiu para fazer a defesa. Aos 11, foi a oportunidade do Cuiabá, o time pressionou e ganhou escanteio. Rafael Estevam cobrou, mas a zaga do ASA tira a bola da área. E aos 15 minutos. O volante Juninho aproveitou o cruzamento de Kanu e mandou no canto do goleiro do Cuiabá. Asa 1 a 0.

Depois do gol o time do Asa ganhou um pouco mais de confiança, mas o Cuiabá não se intimidou, continuou partindo para o ataque jogadas para buscar o empate. Porém, os dois times não conseguiram boas finalizações.

No segundo tempo já nos primeiros minutos, o Cuiabá perdeu a chance de empatar. Pereira fez jogada individual e finalizou. Mas o goleiro Carlão estava atento para fazer a defesa. O time mato-grossense continuou insistindo, até que aos 10 minutos, Bruno Sávio recebeu livre e chutou forte, sem defesa para o goleiro Carlão, deixando tudo igual 1 a 1.

Depois do empate o técnico do Asa fez duas alterações. O time deu uma melhorada, Doda desperdiçou o que poderia ter sido um golaço para o time alagoano. O atacante recebeu livre, mas preferiu fazer o cruzamento, levando a torcida a loucura.

Aos 32, o time de Mato Grosso conseguiu a virada. Dakson fez boa jogada e deixou Pereira livre para chutar rasteiro e fazer Cuiabá 2 a 1. Quando o jogo já parecia ganho o Asa reagiu e aos 45, Leandro Kível bateu no canto e deixou tudo igual 2 a 2.

A vitória do Cuiabá só se confirmou nos acréscimos, no último lance da partida, aos 5o minutos, Daniel Amorim com categoria mandou a bola para o fundo do gol. Cuiabá 3 a 2.

O próximo desafio do Cuiabá será no próximo sábado, contra o Moto Clube, no Estádio Castelão, no Maranhão.

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Flamengo derrota o Atlético-PR com facilidade na Ilha do Urubu

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gilvan de Souza/assessoria) – O Flamengo não encontrou a menor dificuldade para derrotar o Atlético-PR por 2 a 0, em partida disputada na tarde deste domingo, na Ilha do Urubu, pelo Campeonato Brasileiro. O resultado fez o time carioca chegar aos 35 pontos ganhos, na quinta posição. O Furacão seguiu com 30, na sétima. Os gols foram marcados por Diego e Willian Arão, ambos no primeiro tempo.

O Flamengo foi superior durante os 90 minutos e não deu muitas chances para o adversário. O time dirigido por Reinaldo Rueda mostrou um futebol agressivo e soube aproveitar a boa forma do colombiano Berrío, que criou as melhores jogadas de ataque. O Atlético-PR não perdia há cinco jogos e mostrou um desempenho irregular, principalmente no primeiro tempo. Melhorou na segunda etapa, mas não criou condições para mudar o resultado.

Na próxima rodada, os dois times terão clássicos pela frente. O Flamengo enfrentará o Botafogo no Engenhão, enquanto o Atlético-PR receberá o Coritiba na Arena da Baixada.

O jogo – O Flamengo iniciou a partida com espírito ofensivo. Seus atacantes marcavam a saída de bola do adversário com a intenção de retardar a movimentação do Atlético-PR. O meia Diego centralizava todas as jogadas de ataque e tentava colocar seus companheiros em condições de concluir.

Depois dos 10 minutos, o time paranaense também passou a adotar a marcação adiantada, o que obrigou o goleiro Diego Alves a apelar para o chutão após receber uma bola recuada por Rhodolfo. Aos 11 minutos, Eduardo Henrique recebeu na entrada da área, sem marcação, mas chutou fraco e facilitou a defesa de Diego Alves.

Aos 16 minutos, o Flamengo marcou o primeiro gol. Everton cobrou escanteio, e Guerrero cabeceou. Weverton espalmou, mas Diego, livre, apenas empurrou para dentro.

O Atlético-PR tentou dar o troco um minuto depois com um chute de Ribamar, mas Diego Alves defendeu sem dificuldades. A resposta do Flamengo assustou. Após levantamento de Juan, Wanderson rebateu mal, e Guerrero emendou, mas a bola saiu.

O time dirigido por Reinaldo Rueda ditava o ritmo da partida, e a dupla formada por Rodinei e Berrío dava muito trabalho aos zagueiros da equipe visitante.

Aos 30 minutos, quase o Atlético-PR marcou o gol do empate. Após cruzamento na área, o goleiro Diego Alves saiu mal, trombou com Juan, mas conseguiu se recuperar e defender o chute de Sidcley.

Um minuto depois, o time carioca ampliou. Berrío cruzou, a zaga rebateu mal, e Willian Arão, na entrada da área, bateu de primeira, sem chances para Weverton.

Aos 33 minutos, o Flamengo teve a chance de marcar o terceiro gol. Berrío ganhou mais uma vez de Fabrício e cruzou. Weverton rebateu para a frente, e Paulo André bloqueou o chute de Rodinei.

O Atlético-PR voltou a ameaçar aos 36 minutos, com um chute perigoso de Pavez. Logo depois, Ribamar foi lançado na corrida, e Diego Alves saiu bem do gol para abafar o perigo, no último lance importante da etapa inicial.

O time paranaense voltou modificado para o segundo tempo. Douglas Coutinho e Pablo entraram nas vagas de Sidcley e Ribamar.

Assim, o jogo recomeçou com o Atlético-PR tentando ficar mais tempo com a bola, para impedir a pressão do Flamengo, mas encontrando dificuldades para mudar o panorama do jogo. O Rubro-negro da Gávea, por sua vez, administrou a vantagem com muito toque de bola, impedindo que o Atlético-PR criasse condições de ameaçar o gol defendido por Diego Alves.

Com essa postura do Flamengo, a partida ficou mais monótona e com poucos lances de emoção. Só aos 13 minutos o Furacão ameaçou em lance de bola parada. Guilherme levantou na área, Paulo André cabeceou, e Diego Alves impediu a conclusão de Pablo, que demorou a chutar.

O jogo continuou monótono porque o Flamengo apenas se preocupava em administrar a vantagem, e o Atlético-PR não mostrava forças para ameaçar a defesa da equipe carioca.

Aos 21 minutos, a torcida da casa voltou a se agitar. Guerrero recebeu na área e chutou em cima da zaga. A bola sobrou para Berrío, que tocou para Willian Arão, livre na área, mas o volante furou de forma bisonha.

O Atlético-PR respondeu aos 25, em momento de grande perigo. Após cruzamento de Eduardo Henrique, Pablo ganhou de Juan, mas cabeceou para fora, desperdiçando uma boa chance.

Depois desse lance, o técnico Reinaldo Rueda decidiu mudar a formação da equipe e substituiu o atacante Berrío pelo volante Rômulo.

Aos 34 minutos, Guerrero recebeu na entrada da área, livrou-se da marcação e tocou no ângulo, mas a bola saiu. Logo depois, o goleiro Weverton evitou o terceiro gol ao defender cabeçada de Rômulo. O goleiro atleticano voltou a aparecer bem aos 45, ao defender uma cabeçada perigosa de Juan, após cruzamento de Everton.

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Atlético-MG marca no finalzinho e vence a Ponte Preta de virada em Campinas

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Bruno Cantini/assessoria) – O relógio do árbitro já virava para 44 e o fim do jogo era próximo. Mas Otero, de falta, acreditou até o fim e deu os três pontos ao Atlético. Em duelo truncado, na tarde deste domingo, no Moisés Lucarelli, o Galo venceu a Ponte Preta, por 2 a 1, de virada. O resultado deixa o time mineiro na 11ª colocação, com 29 pontos conquistados.

O Campeonato Brasileiro está muito disputado. No início da rodada, o torcedor atleticano tinha o medo de não vencer e entrar na zona de rebaixamento, dependendo da combinação de resultados poderia acontecer. A vitória deixa o Galo a apenas dois tentos do G6.

O jogo foi bastante truncado, com as equipes travando o duelo no meio campo, sobretudo, no primeiro tempo. A etapa final foi mais aberta. Nos dois tempos o Galo foi superior, algo que foi fundamental para conseguir os gols necessários.

O Galo volta a campo pelo Brasileirão no sábado (9), na outra semana, contra o Palmeiras, às 16h (de Brasília), no Independência. A Ponte Preta enfrenta o São Paulo, no mesmo dia, no Morumbi, às 19h.

A partida começou bastante truncada. O jogo era bastante travado no meio de campo, com as duas equipes encontrando dificuldades em criar jogadas mais claras de gol. Com este cenário, no entanto, o Galo era o time que permanecia mais tempo com a bola, dominava o jogo e pouco sofria sustos.

O Galo, porém, encontrava dificuldades na saída de bola. A Ponte deixou o meio campo cheio e a saída por este setor era prejudicada. Com o excesso de bolas deixadas com a zaga, sobretudo, com Bremmer, Gilson Kleina encontrou ali uma oportunidade para agredir.

Mas não funcionou. Diogo Giacominni observou a situação e atrasou o posicionamento de Adílson, facilitando a saída de bola.

Mesmo com o Galo sendo melhor em campo, ficando mais com a bola e sendo mais criativo, a Ponte conseguiu seu primeiro gol. Em cruzamento pela direita, a bola chegou em Léo Gamalho, sem marcação, que colocou no fundo das redes, aos 44 minutos do primeiro tempo.

O tento sofrido pelo Galo mostrou novamente as falhas de marcação. Assim como ocorreu no jogo contra o Fluminense, contra a Macaca, em Campinas, o Atlético voltou a falha na defesa.

O Galo tinha os mesmos problemas na volta do intervalo. O time contava com lentidão na saída de bola, usava muito o meio e com claras dificuldades, e não conseguia fazer uma transição rápida.

Mas em uma jogada de sorte, o Galo chegou ao empate. Após troca de passes, pelo meio de campo, a redonda sobrou para Elias. Ele deixou para Marcos Rocha que fez o cruzamento rasteiro. Aranha tentou tirar a redonda, mas ele caiu nos pés de Elias que empurrou para o fundo das redes.

E o Galo seguiu melhor mesmo após o gol. A postura do jogo era a mesma, a equipe mineira tendo mais a bola e criando com mais perigo, enquanto a equipe de Campinas fazia um jogo burocrático com pouca intensidade.

No finalzinho, com Otero, o Galo marcou um belo gol e levou para Belo Horizonte os três pontos.

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