Lutador brasileiro apaga post após fazer piada infeliz com furacão

Antonio ‘Cara De Sapato’ Jr. deletou foto ao ser criticado por seguidores

O lutador brasileiro de MMA, Antonio “Cara De Sapato” Jr., deletou um post de seu Instagram em que fazia uma piada infeliz com a passagem do furacão Irma, que vem devastando o Caribe e a região sudeste dos Estados Unidos.

“Cara de Sapato” havia publicado uma foto em que simulava estar em uma situação de perigo. Na imagem, ele segurava um bloco de concreto com uma mão e com a outra, a mão de um amigo, em meio à ventania na Flórida.

“Meu primeiro furacão”, tinha escrito na legenda da foto. Muitos seguidores do lutador reprovaram o post e, devido à essa rejeição da maioria, ele apagou a foto.

Fonte: Notícias ao Minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Ederson mostra rosto costurado após chute de jogador do Liverpool; veja

Apesar do susto, o goleiro brasileiro não sofreu fraturas nos ossos da face

Uma fotografia que circula pelas redes sociais mostra o rosto do goleiro Ederson costurado. O brasileiro, que defende o Manchester City, levou pontos por conta de uma entrada dura do atacante Mane, do Liverpool, durante partida disputada no último sábado (9). Após o lance violento, jogador dos Reds recebeu cartão vermelho direto.

O departamento médico do City realizou exames em Ederson e não detectou nenhuma fratura no rosto do brasileiro. Entretanto, o goleiro pode ficar fora da partida do time contra o Feyenoord, na próxima quarta (13), pela Liga dos Campeões da Europa.

O City de Gabriel Jesus e Ederson venceu o Liverpool por 5 a 0 na ocasião.

Fonte: Notícias ao Minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Cruzeiro bate a Chapecoense na Arena Condá e se firma no G6

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Renato Padilha) – Ainda com a memória no empate com o Flamengo, no meio de semana, pela Copa do Brasil, o Cruzeiro foi até Santa Catarina e venceu a Chapecoense, por 2 a 1, na Arena Condá, em duelo válido pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. O resultado deixa o Cruzeiro na sexta colocação, com 34 pontos. O grupo catarinense está na zona de rebaixamento, com 25 pontos.

O triunfo na Arena Condá foi importante para o Cruzeiro. Um dos objetivos na temporada é ficar, pelo menos, entre os seis primeiros colocados. Diante disso, se não conseguisse a vitória, o Botafogo pegaria a posição do time celeste.

O Cruzeiro foi superior na maior parte do jogo. Os primeiros minutos da partida a Chape foi melhor, mas, depois, o time de Mano Menezes conseguiu igualar as ações em campo e passou a ter as condições ideais e foi melhor até o fim.

O Cruzeiro agora terá uma semana livre de trabalhos. Depois de muito tempo, o técnico Mano Menezes poderá descansar seus atletas e treinar melhor o grupo, sendo que o próximo duelo será no domingo, no Mineirão, às 19h (de Brasília), contra o Bahia. A Chape visita o Grêmio, no mesmo dia, às 16h.

O jogo – A Chapecoense começou o jogo melhor. O time da casa comandava o ritmo de jogo e fazia as melhores jogadas. Os primeiros 10 minutos foram de amplo domínio dos donos da casa.

A Raposa tinha dificuldades para sair jogando e encaixar as melhores jogadas. Contudo, o grupo de Mano Menezes conseguiu igualar o duelo quando o primeiro tempo se aproximava da metade.

Com isso, o Cruzeiro conseguia chegar mais, agredir a Chapecoense, no entanto, também sofria pressão. O goleiro Fábio, por conta disso, foi um dos melhores em campo na etapa inicial, com, pelo menos, três defesas importantes.

O time mineiro conseguiu seu gol no finalzinho do primeiro tempo. Em descida rápida da Raposa, Raniel deixou a bola para Rafinha. O camisa 70 driblou um marcador e tocou na saída do goleiro para balançar as redes.

O Cruzeiro voltou superior na etapa complementar. O time azul aproveitava do descontrole da Chape pelo resultado, buscando o ataque a todo custo e deixando espaços na defesa. Com isso, Rafinha e Arrascaeta, que caiam pelos lados, davam velocidade nas pontas e criavam oportunidades.

E a grande capacidade criativa do Cruzeiro teve efeito aos 17 minutos do segundo tempo. Em cruzamento na área, Léo conseguiu desvia de cabeça e o goleiro Jandrei fez bela defesa. Mas o atacante Raniel pegou o rebote e colocou para o fundo das redes, contando, ainda, com ajuda do zagueiro Douglas Grolli.

A Chape, mesmo após o segundo gol, seguiu atacando. O time celeste não recuou, mas mudou a maneira de jogar e deixava sempre um homem aberto nas pontas, sendo ele Alisson ou Thiago Neves. Aos 38, Túlio de Melo conseguiu descontar para os donos da casa.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Botafogo “se vinga” e vence o Flamengo pelo Brasileirão

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Satiro Sodré/arquivo) – Após ser eliminado da Copa do Brasil, o Botafogo mostrou outra atitude e venceu por 2 a 0 o Flamengo, neste domingo, pelo Campeonato Brasileiro. O resultado fez com que os alvinegros chegarem a 34 pontos e seguir na briga pelo G-6. Já os rubro-negros seguem com 35 e veem o rival chegar na classificação.

Após um primeiro tempo movimentado, mas sem gols, o Botafogo aproveitou sua primeira chance na etapa final pra marcar, com Roger. Os alvinegros seguiram mais objetivos e marcaram o segundo, novamente com Roger para decretar a vitória no Nilton Santos.

Na próxima rodada, o Botafogo terá pela frente o Santos, novamente no Nilton Santos, no sábado. Já no domingo, o Flamengo vai encarar o Sport, na Ilha do Urubu. Antes disso, as duas equipes entram em campo por competições internacionais. Os alvinegros recebem o Grêmio pela Libertadores, enquanto que o Flamengo encara a Chapecoense pela Sul-Americana.

O jogo  – O clássico iniciou com as duas equipes mais preocupadas em não dar espaço ao adversário. O Flamengo, assim como nos outros duelos, tinha mais posse de bola. No entanto, os alvinegros pressionavam na marcação e buscavam os contra-ataques.

A primeira boa chance do jogo aconteceu aos 16 minutos. Após escanteio, a zaga cortou mal e a bola sobrou para Rodrigo Pimpão. O atacante dominou, mas chutou em cima de Diego Alves. O lance animou o Botafogo, que chegou com perigo no minuto seguinte. Valencia achou Roger na área e viu o atacante girar sobre a marcação e finalizar com perigo.

O Flamengo teve sua primeira chance somente aos 20 minutos. O atacante Paolo Guerrero cobrou falta da entrada da área no ângulo, mas Gatito Fernández voou para espalmar e salvar os donos da casa.

Depois de um período de muito equilíbrio, o Botafogo teve a melhor chance do jogo aos 34 minutos. Em contra-ataque rápido, Valencia cruzou pela esquerda para Roger, que cabeceou para grande defesa de Diego Alves. A resposta rubro-negra veio no minuto seguinte, em chute de Guerrero para fora.

Nos minutos finais, o Botafogo conseguiu aproveitar mais os espaços dados pelos rubro-negros para criar a última chance de gol da etapa inicial. Aos 42 minutos, Rodrigo Pimpão passou por dois marcadores na entrada da área e tentou chutar cruzado no ângulo, mas colocou para fora. Assim, o clássico foi para o intervalo com o placar inalterado.

O segundo tempo começou da mesma forma do primeiro. Só que desta vez, o Flamengo criou boa chance logo aos quatro minutos. Éverton Ribeiro arriscou de fora da área e obrigou Gatito Fernández a fazer boa defesa.

Só que o Botafogo não se intimidou e abriu o placar aos dez minutos. Após cobrança de escanteio, Igor Rabello cabeceou na trave. No rebote, Roger apareceu livre para cabecear para a rede.

O revés foi sentido pelos rubro-negros, que quase sofreram o segundo aos 12 minutos. A defesa flamenguista errou na saída de bola e deixou para Roger na área. O atacante tentou a finalização colocada, mas mandou pela linha de fundo.

Aos poucos, o Flamengo conseguiu equilibrar o clássico e passou a buscar o ataque com mais intensidade. No entanto, o Botafogo não recuou e aproveitou um avanço rápido aos 23 minutos para ampliar o marcador. Bruno Silva cruzou rasteiro para a área e viu Roger se antecipar a Rhodolfo para tocar sem chance para Diego Alves.

Com a vantagem no placar, o Botafogo recuou e passou a administrar o resultado. O Flamengo começou a entrar em desespero e a abusar dos cruzamentos, sem qualquer perigo. O panorama do clássico seguiu o mesmo até o apito final.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Em final eletrizante, Vitória e Fluminense ficam no empate

Fonte: Gazeta Esportiva – Em partida movimentada, Vitória e Fluminense empataram por 2 a 2, neste domingo, no Barradão, pelo Campeonato Brasileiro. Os baianos chegaram a 26 pontos e entraram na zona de rebaixamento com os demais resultados da rodada. Já os tricolores, com 31, se mantêm no meio da classificação da Série A.

No primeiro tempo, o Vitória foi melhor em campo, mas só traduziu em gol no último minuto, com Neilton. O Fluminense voltou melhor para a etapa final e chegou ao empate com Wendel. Os baianos ficaram com um homem a mais após a expulsão do estreante Robinho, mas viram os tricolores chegarem ao segundo gol com Henrique Dourado, de pênalti. Nos acréscimos, Kanu empatou novamente para dar números finais no Barradão.

Na próxima rodada, o Fluminense vai até Curitiba para enfrentar o Atlético-PR, no domingo. No mesmo dia, o Vitória recebe o desesperado São Paulo, novamente no Barradão.

O jogo – O Vitória começou melhor a partida e quase abriu o placar aos seis minutos. Trellez foi lançado na área e tocou na saída do goleiro Julio Cesar, mas viu a bola bater na zaga no meio do caminho e ir pela linha de fundo.

O lance animou os baianos, que continuaram criando boas chances de gol. Primeiro, foi Fellipe Soutto que arriscou de longe e assustou Julio Cesar Depois, Trellez chutou cruzado e quase acertou a rede.

O Fluminense só conseguiu ter sua primeira chance de gol aos 20 minutos. Após lateral cobrado na área, o zagueiro Renato Chaves cabeceou para a defesa de Fenando Miguel. Os tricolores passaram a aproveitar os espaços dados pelos donos da casa e nova oportunidade de marcar quatro minutos depois. Henrique Dourado recebeu cruzamento de Gustavo Scarpa e escorou para Douglas, mas o volante chutou sobre o travessão.

Depois disso, o confronto diminuiu de ritmo, pois as duas equipes melhoraram a marcação. Somente nos minutos finais, o jogo ganhou em emoção. Aos 44 minutos, o Fluminense saiu mal a bola, que ficou com Patric. O meia cruzou, mas nenhum companheiro chegou para empurrar para a rede. Sò que no minuto seguinte, os baianos abriram o placar no Barradão. Quase como um replay, Patric cruzou, mas desta vez Neilton dominou e finalizou sem chance para Julio Cesar e deixar os donos da casa a frente no intervalo.

No segundo tempo, o Fluminense voltou melhor e conseguiu chegar ao empate aos dois minutos. Após lateral cobrado na área, Henrique Dourado levou a melhor sobre a zaga e finalizou para a defesa de Fernando Miguel. No entanto, o goleiro deu rebote, que ficou com Wendel. O volante chutou com força para a rede.

O revés fez o Vitória acordar e logo equilibrar a partida. Os baianos passaram a ter mais posse de bola, mas só conseguiram chegar com perigo aos 19 minutos. Caíque cruzou pela direita para Neilton, que chutou de primeira, mas em cima de Julio Cesar. A resposta dos tricolores vieram no minuto seguinte. Wendel ficou com a bola após cruzamento, passou por um marcador e chutou para boa defesa de Fernando Miguel.

A partir dai, o confronto ficou mais aberto, com as duas equipes em busca dos três pontos. O Vitória quase chegou ao segundo aos 26 minutos, quando Thallyson cruzou para Caíque, mas o lateral cabeceou a direita da trave. A situação ficou melhor para os donos da casa após o atacante Robinho ser expulso por entrada forte em Caíque. O jogador, que fazia sua estreia, havia acabado de entrar e deixou os tricolores com um homem a menos.

Com a vantagem em campo, o Vitória passou a pressionar em busca do gol e quase conseguiu aos 35 minutos. Caíque fez boa jogada pela direita e cruzou. Junior furou, mas a bola sobrou para Patric, que chutou sobre o travessão.

Nos minutos finais, os donos da casa aumentaram a pressão e criaram nova chance aos 41 minutos. Patric cruzou e Kanu acertou a trave de Julio Cesar. Os tricolores aproveitaram os espaços dados pelos baianos e chegaram a vitória dois minutos depois. Wellington Silva foi derrubado na área por Thalysson e o árbitro marcou pênalti. Henrique Dourado cobrou com categoria virar para os visitantes.

Quando parecia que o Vitória iria sofrer mais uma derrota em casa, os donos da casa chegaram ao empate já nos acréscimos. Após cruzamento na área, Patric desviou e Kanu cabeceou sozinho para decretar a igualdade no Barradão.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Goleiros brilham, mas Santos bate o Corinthians e segue vivo no Brasileirão

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/Sergio Barzaghi) – Vanderlei e Cássio até tentaram, mas não conseguiram fazer com que o clássico deste domingo terminasse em 0 a 0, na Vila Belmiro. No primeiro tempo, o Santos dominou as ações, mas parou no arqueiro do Corinthians, que fez duas defesas extraordinárias. Já na segunda etapa, o Timão foi melhor, mas viu o camisa 1 do Peixe brilhar.

Além disso, o time comandado por Fábio Carille sofreu do próprio veneno, quando Bruno Henrique arrancou um contra-ataque e Lucas Lima pegar a sobra para abrir o marcador. No último minuto, ainda sobrou tempo para Ricardo Oliveira aproveitar mais um contragolpe e decretar a vitória santista por 2 a 0.

Com o triunfo, o Alvinegro Praiano chegou aos 41 pontos e diminuiu a diferença para o Timão, que ficou estacionado com 50, mas segue liderando com folga o torneio nacional.

Agora, as duas equipes esquecem o Campeonato Brasileiro para mirarem suas forças em competições continentais. Enquanto o Peixe viaja até o Equador para encarar o Barcelona de Guayaquil, na próxima quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), pela ida das quartas de final da Libertadores, o Corinthians recebe o Racing-ARG, no mesmo dia e horário, mas pelas oitavas da Copa Sul-Americana.

Já pelo Brasileirão, o time comandado por Levir Culpi entrará em campo só no próximo sábado, às 19h, no Engenhão, contra o Botafogo. No domingo, é a vez do Timão pegar o Vasco, às 16h, em Itaquera, pela 24ª rodada.

O jogo – Como era de se esperar, o jogo começou quente na Vila. Dentro de casa, o Santos tomou a iniciativa e se lançou ao ataque. Logo aos seis minutos, Renato arriscou de longe e Cássio deu um tapinha para salvar o Corinthians. Na cobrança de escanteio, Ricardo Oliveira desviou de cabeça e o goleiro corintiano fez linda defesa.

Na jogada seguinte, o Timão aproveitou vacilo de Alison, disparou em contra-ataque e só parou após Vanderlei defender o chute de Rodriguinho.

Após o início quente, o clássico perdeu qualidade no restante do primeiro tempo. Tanto que o lance mais chamativo foi a lesão de Gustavo Henrique. Aos 22 minutos, o defensor sentiu após dividida com Jô, saiu de maca chorando e precisou ser substituído por Luiz Felipe.

Aos 29, porém, o Peixe assustou novamente. Do lado esquerdo, Victor Ferraz cobrou falta na segunda trave, Copete apareceu em velocidade, mas não alcançou a bola.

A boa chance animou os santistas, que passaram a dominar o Corinthians. O único problema é que tinha um tal de Cássio embaixo da meta corintiana. Aos 43 minutos, Ricardo Oliveira aproveitou sobra e chutou cruzado na entrada da área. Porém, a bola foi fraca e o arqueiro pegou sem dificuldade.

No lance seguinte, Zeca tocou para Bruno Henrique, que rolou para Oliveira. Completamente sozinho dentro da área, o atacante bateu forte, mas viu o goleiro corintiano fazer uma defesa extraordinária, mantendo o 0 a 0 no primeiro tempo.

Na volta do intervalo, Levir trocou Copete por Thiago Ribeiro. O colombiano sentiu dores no músculo adutor da coxa e não conseguiu voltar ao gramado. E logo aos 2 minutos, Alison arriscou de longe e assustou Cássio.

O Corinthians não deixou barato e respondeu no ataque seguinte. Após confusão na entrada da área, Romero chutou com força e Vanderlei salvou. Aos 7 minutos, Fagner cruzou, Jô cabeceou firme e manda a bola raspando o travessão.

Já aos 12, foi a vez de Gabriel mandar chute de longe e o goleiro santistas espalmar. E justamente quando o Timão dominava as ações, foi o Santos quem abriu o placar.

Em contra-ataque, Bruno Henrique deu um verdadeiro baile em Fagner e cruzou para Ricardo Oliveira. Pablo cortou, mas a bola sobrou para Lucas Lima. Livre, o meia encheu o pé para vencer Cássio e fazer 1 a 0 na Vila.

O tento santista fez o Corinthians se lançar com tudo em busca do empate. Aos 18 minutos, Fagner cruzou fechado, Jô cabeceou com força e Vanderlei espalma mais uma. O restante da partida foi resumida em Timão no ataque e Peixe buscando um contragolpe para matar o confronto. E ele veio aos 47 minutos, quando Bruno Henrique serviu Ricardo Oliveira, que só teve o trabalho de bater para garantir a vitória santista.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Palmeiras tem dois expulsos e empata com o Atlético-MG em jogo de três pênaltis

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: César Greco/assessoria) – Foram quatro pênaltis, sendo três marcados e apenas um convertido. Neste sábado, Atlético-MG e Palmeiras empataram por 1 a 1 no estádio Independência, na abertura da 23ª rodada do Campeonato Brasileiro, em partida recheada de polêmicas com arbitragem e dois palmeirenses expulsos.

O início de jogo no Independência já deu mostras das polêmicas de arbitragem que viriam a seguir. Com três minutos, Luan impediu finalização de Willian dentro da área com o braço, mas Leandro Pedro Vuaden deixou o jogo seguir. Ainda no primeiro tempo, o árbitro anotou pênalti de Egídio, que Fred cobrou, mas parou em Fernando Prass e seguiu há seis jogos sem marcar. Na sequência, animado pela defesa, o Verdão abriu o placar com Deyverson.

Antes do intervalo, Vuaden anotou nova penalidade, desta vez de Luan, que acabou expulso pelo segundo cartão amarelo. Desta vez, Fábio Santos foi para a bola e cobrou no ângulo esquerdo de Fernando Pras, sem chances para o goleiro.

Na etapa final, antes dos dez minutos, Leonardo Silva desviou cobrança de escanteio com a mão, mas na cobrança, Deyverson bateu muito mal e parou em Victor. Por fim, o atacante do Palmeiras ainda colocou a mão na bola em sua área, mas a arbitragem marcou primeiramente a falta de Fred sobre o palmeirense.

Ainda houve tempo para, aos 32 minutos, o Palmeiras ficar com nove jogadores em campo. Valdivia entrou por cima da bola em disputa com Willian e solou a coxa do palmeirense, que revidou com um chute na virilha do atleticano. O alviverde acabou expulso, enquanto o alvinegro não receber sequer o cartão amarelo.

Com o resultado, o Verdão mantém a quarta posição, agora com 37 pontos (13 a menos do que o líder Corinthians), mas ainda pode ser ultrapassado pelo Flamengo no domingo. Já o Atlético-MG, com 30, ocupa momentaneamente a nona colocação (ainda pode ser ultrapassado no complemento da rodada).

O jogo – O início de jogo no Independência já deu mostras das polêmicas de arbitragem que viriam a seguir. Com três minutos, Willian recebeu lançamento de Guerra na área e buscou o chute colocado, mas Luan, com os braços abertos, impediu a finalização.

Três minutos depois, o Galo chegou à linha de fundo e cruzou na área, mas a zaga alviverde afastou. No rebote, Luan bateu de primeira e acertou o travessão.

Após o início agitado, o Atlético-MG tomou total controle do jogo, mas não conseguiu criar oportunidades de gol. Apenas Fred tentou voleio dentro da área, mas mandou por cima do gol.

Com 26 jogados, porém, Leandro Pedro Vuaden marcou o primeiro pênalti para o Alvinegro na partida. Egídio disputou bola com Alex Silva na área e o árbitro anulou a penalidade. Há seis jogos sem marcar, Fred foi para a bola, mas Fernando Prass fez linda defesa.

O Alviverde ganhou força com a defesa de pênalti de Fernando Prass e, aos 33 minutos, os visitantes abriram o marcador. Em contra-ataque, Moisés abriu na esquerda para Willian, que driblou fácil a marcação e enfiou para Deyverson. O centroavante bateu de esquerda, rasteiro e mandou para as redes na saída de Victor.

A alegria palmeirense, porém, durou pouco. Aos 39 minutos, Cazares cobrou falta na área, Luan puxou a camisa de Leonardo Silva, e Vuaden marcou nova penalidade. Já amarelado, o zagueiro palmeirense acabou expulso. Na cobrança, desta vez Fábio Santos foi para a bola e cobrou no ângulo esquerdo de Fernando Pras, sem chances para o goleiro.

Na etapa final, a rotina de penalidades seguiu no estádio Independência. Aos 10 minutos, Leonardo Silva desviou cobrança de escanteio com a mão, mas na cobrança, Deyverson bateu muito mal e parou em Victor.

Ainda houve tempo para, aos 32 minutos, o Palmeiras ficar com nove jogadores em campo. Valdivia entrou por cima da bola em disputa com Willian e solou a coxa do palmeirense, que revidou com um chute na virilha do atleticano. O alviverde acabou expulso, enquanto o alvinegro não receber sequer o cartão amarelo.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Inter perde para o Juventude e deixa o América-MG na liderança

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Ricardo Duarte/assessoria) – O Internacional caiu para a segunda colocação da Série B do Campeonato Brasileiro. Na tarde deste sábado, o time comandado por Guto Ferreira acabou derrotado por 2 a 1 pelo Juventude, no Alfredo Jaconi, e perdeu o topo da tabela de classificação para o América-MG. Micael, de cabeça, e Felipe Gutiérrez marcaram um gol para cada lado no primeiro tempo. Yago desempatou no segundo.

Com o resultado, o Inter permaneceu com 42 pontos ganhos, dois atrás do América-MG, que havia derrotado o Paysandu por 1 a 0 na sexta-feira. O Juventude tem 37 e ainda tenta se reaproximar da zona de acesso para a primeira divisão.

Pela 24ª rodada da segunda divisão, o Inter buscará a reabilitação contra o Figueirense apenas no sábado que vem, no Beira-Rio, enquanto o Juventude visitará o Criciúma já na terça-feira, no Heriberto Hülse.

O jogo – Juventude e Internacional protagonizaram um início de partida aberto no Alfredo Jaconi, com oportunidades criadas dos dois lados do campo e algumas tentativas de chutes de fora da área. Após quase meia hora, saíram os gols.

Aos 29 minutos, Micael saltou e cabeceou com pose em escanteio cobrado por Pará. A bola tocou na trave e entrou, para a alegria da torcida da casa.

A festa durou pouco. Dois minutos mais tarde, Felipe Gutiérrez recebeu lançamento de Leandro Damião do lado esquerdo da área e chutou em cima do goleiro Matheus Cavichioli. A bola rebateu no chileno e entrou.

Ainda antes do intervalo, o Inter sofreu uma baixa. Klaus levou a pior depois de uma dividida com Ramon, caindo de mau jeito, e precisou ser substituído por Ernando.

Logo no princípio do segundo tempo, o time visitante sofreu mais um susto. Pará bateu falta colocado, buscando o canto, e obrigou o goleiro Danilo Fernandes a fazer boa defesa para salvar o Inter.

O Juventude, no entanto, também perdeu um jogador contundido. Ramon acusou lesão muscular na coxa esquerda e cedeu lugar a Wesley Natã no momento em que o Inter já recuperava terreno no ataque.

Para a sua equipe ser ainda mais perigosa, Guto Ferreira recorreu à entrada de Nico Lópéz na vaga de William Pottker. O último a entrar no Inter foi Juan, substituindo Felipe Gutiérrez.

Foi o Juventude que levou a melhor depois das mudanças, aproveitando os espaços oferecidos pelo Inter. Aos 36 minutos, Yago foi lançado por Wesley Natã e acabou beneficiado por desatenção de Víctor Cuesta antes de concluir para a rede.

Enquanto a torcida da casa celebrava no Alfredo Jaconi, o Inter se lançou ao ataque nos minutos finais, à procura ao menos do empate, e tentou até com uma bicicleta de Leandro Damião. Não evitou, porém, o tropeço no duelo gaúcho.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




São Paulo leva empate improvável e fica na zona de rebaixamento

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/Sergio Barzaghi) – Feriadão prolongado, muita gente fora da Capital para curtir a praia ou a calmaria do interior, mas 43.724 pessoas – a esmagadora maioria tricolor – escolheram ir Morumbi para apoiar, sofrer e, no fim, amargar um empate do São Paulo com a Ponte Preta. De volta ao Cícero Pompeu de Toledo após quase um mês, a equipe de Dorival Júnior decepcionou mais uma vez e acabou ficando no 2 a 2 com a Macaca mesmo depois de abrir dois gols de vantagem no placar.

O alívio para uma noite de sábado fora da zona de rebaixamento não aconteceu e, pior, a situação pode piorar nesse domingo, quando o Avaí visitará o Sport na Ilha do Retiro e a Chapecoense receberá Cruzeiro pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Falando em zona de rebaixamento, fica difícil entender porque o São Paulo entrou em campo nessa condição se olharmos apenas o primeiro tempo. Militão ‘jantou’ Lucca na lateral direita, Lucas Fernandes jogou como um veterano. Flutuou, como Dorival tanto pede a Cueva, banco nesse sábado, armou, finalizou e sofreu a falta que originou o primeiro gol do jogo.

Pela setima vez nos últimos sete jogos, Hernanes foi às redes, e de novo em uma golaço de falta. Dessa vez a bola tomou o capricho de tocar no travessão antes de entrar, só para dar mais plasticidade ao lance do Profeta.

Gilson Kleina percebeu que precisava mexer para não ser goleado. A derrota magra até ali estava barata. Então, Léo Gamalho entrou na vaga de Elton para fazer companhia a Emerson Sheik, tão isolado no ataque durante toda a etapa inicial.

Não adiantou. O São Paulo, sob a batuta de Hernanes e Lucas Fernandes, continuou melhor e chegou ao segundo gol de forma merecida, mas inusitada. Aranha saiu do gol completamente atrasado e perdeu no alto para o estreante zagueiro Bruno Alves. O gol deu a sensação de que o jogo estava liquidado.

Engano. E que engano. A reação da Ponte Preta começou quando Sidão espalmou uma cabeçada a queima roupa de Luan Peres. Na sequência, um bate rebate incrível dentro da área resultou em pênalti para a Macaca e expulsão de Jucilei. O volante, mesmo caído no chão, evitou o gol de Naldo com o braço. Danilo não desperdiçou a chance na cobrança da penalidade e colocou a Ponte no jogo.

Com um a menos, o São Paulo se perdeu em campo. Não demorou e, após alguns avisos, a Ponte Preta chegou ao empate com Léo Gamalho, de cabeça. O Morumbi silenciou. Nem mesmo críticas eram possíveis ser ouvidas.

Antes do apito final, Sidão ainda evitou o pior, a trave colaborou e o São Paulo, por muito pouco, não levou uma virada histórica diante de seu torcedor. Agora, ao Tricolor, 24 pontos e 19º colocado, resta pensar no Vitória, desafio de domingo, em Salvador. Já a Ponte Preta, 13ª com 28 pontos, terá a chance de embalar em casa, contra o Atlético-GO.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Zé Ricardo estreia no comando do Vasco com vitória sobre o Grêmio

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Paulo Fernandes/assessoria) – Na volta a São Januário, sem torcida, o Vasco derrotou por 1 a 0 o Grêmio, neste sábado, na estreia do técnico Zé Ricardo. Com o resultado, o Cruz-Maltino subiu na classificação do Campeonato Brasileiro e agora se encontra em sexto lugar, figurando, inclusive, na zona de classificação para a Libertadores, com 31 pontos. Já o Tricolor gaúcho segue com 43, na vice-liderança da competição, mas acabaram desperdiçando a chance de encostar no Corinthians.

O Vasco atuou de forma muito segura e não permitiu a criação de boas jogadas do Grêmio durante s 90 minutos. Com menos posse de bola, os donos da casa aproveitaram espaço dado pelos gaúchos para marcar o gol da vitória, ainda no primeiro tempo, com Mateus Vital.

Na próxima rodada, o Vasco vai até a capital paulista para enfrentar o líder Corinthians. No mesmo dia, o Grêmio ira receber a Chapecoense, em Porto Alegre.

O jogo – O Grêmio começou melhor a partida, com mais posse de bola, mas sem conseguir passar pelo boa marcação dos cruzmaltinos. O Vasco, aos poucos, equilibrou o confronto e passou a avançar com mais intensidade, só que sem deixar espaço no setor defensivo. Assim, os lances de perigo não aconteciam em São Januário.

A primeira boa chance do jogo aconteceu somente aos 18 minutos. Léo Moura cruzou pela esquerda e Fernandinho cabeceou com perigo, mas para fora.

Depois disso, o confronto voltou a ficar monótono. Tanto Vasco quanto Grêmio até buscavam o ataque quando tinha a bola, mas trocavam muitos passes e priorizavam não dar espaço para possíveis contra-ataques.

A segunda boa chance do jogo só aconteceu aos 35 minutos. Em avanço rápido, Madson cruzou rasteiro pela direita e achou Nenê livre na área. O meia chutou colocado, só que pela linha de fundo.

O lance animou os donos da casa, que chegaram ao gol aos 42 minutos. Em mais um avanço com velocidade, Ramon cruzou para Mateus Vital. O meia, livre, finalizou para a rede, sem chance para Marcelo Grohe.

Nos minutos finais, enquanto o Grêmio tentou o empate quase viu os vascaínos marcarem o segundo gol, aos 44 minutos. Mateus Vital recebeu passe na entrada da área e chutou com perigo. A bola passou próximo da trave gaúcha. Assim, os cariocas foram para o intervalo a frente no placar em São Januário.

No segundo tempo, o Grêmio pressionou desde o inicio em busca da igualdade no marcador. Os gaúchos tentaram de todas as formas criar boas chances de gol, mas parava na forte marcação carioca. Os cruzmaltinos não conseguiam manter a posse de bola e mal passavam do meio.

Os visitantes só conseguiram criar boa chance de gol aos 16 minutos. Michel arriscou de fora da área e quase acertou o ângulo de Martín Silva. Depois, foi a vez de Cortez cruzar para a área e ver Éverton atrapalhar a finalização de Ramiro.

Aos poucos, o Vasco passou a conseguir avançar nos contra-ataques e quase chegou ao segundo aos 32 minutos. Paulinho tabelou com Bruno Paulista, entrou na área e chutou para grande defesa de Marcelo Grohe. O Gremio respondeu no minuto seguinte, em chute de Fernandinho que obrigou Martín Silva a boa defesa.

Nos minutos finais, os donos da casa recuaram e viram o Grêmio pressionar pelo empate. No entanto, os gaúchos seguiram tendo problemas para criar boas jogadas e viram os cruzmaltinos saírem de com a vitória.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br