Fluminense elimina a LDU e garante vaga nas quartas de final da Copa Sul-Americana

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Nelson Perez/assessoria/arquivo) -O Fluminense conseguiu uma classificação heróica nesta quinta-feira, em Quito. Mesmo com a derrota por 2 a 1 para a LDU-EQU, tradicional carrasco da equipe em mata-matas, os tricolores avançaram às quartas de final da Copa Sul-Americana pelo gol feito fora de casa. Agora, a equipe das Laranjeiras terá pela frente o rival Flamengo na próxima fase da competição.

O Fluminense foi até bem no primeiro tempo e manteve a LDU controlada. No entanto, na etapa final, os donos da casa aproveitaram as falhas de marcação da defesa tricolor para marcar com Barcos e Cevallos. Só que, nos minutos finais, Pedro fez o gol que classificou os tricolores.

O Fluminense surpreendeu no início e começou melhor a partida. Logo aos três minutos, Peu aproveitou cruzamento e cabeceou na trave. O susto fez a LDU acertar a marcação em sua defesa para parar o ataque tricolor.

Aos poucos, a LDU passou a dominar a partida, mas tinha dificuldade em criar boas jogadas. Na melhor chance, aos 14 minutos, Barcos aproveitou cruzamento e cabeceou para fácil defesa de Julio Cesar.

O confronto seguia em ritmo acelerado, com a alternância de domínio entre as equipes. No entanto, tanto LDU quanto Fluminense erravam muito no setor ofensivo e levavam pouco perigo ao adversário. Somente aos 31 minutos, os donos da casa conseguiram uma boa oportunidade para abrir o placar. Após cruzamento, Betancourt finalizou sozinho, só que para fora. A bola passou muito perto da trave tricolor.

O panorama da partida seguia a mesma. No entanto, o Fluminense errava muito e aos 38 minutos proporcionou contra-ataque a LDU. Cevallos recebeu passe na área e chutou para grande defesa de Julio Cesar. Nos minutos finais, os tricolores conseguiram segurar a posse de bola e o empate até o intervalo.

No segundo tempo, a LDU voltou melhor e criou sua primeira chance aos sete minutos. Após cobrança de escanteio, Barcos cabeceou para boa defesa de Julio Cesar. A resposta do Fluminense veio em seguida. Em contra-ataque rápido, Scarpa foi lançado, entrou na área, mas acabou travado antes da finalização.

Só que aos 12 minutos, a LDU chegou ao gol. Barcos foi lançado pro Cevallos na área e cabeceou sem chance para Julio Cesar. Com o resultado, os equatorianos, pelo menos, já levavam o confronto para os pênaltis.

No entanto, os donos da casa cresceram de produção e chegaram ao segundo gol aos 15 minutos. Anderson Julio cruzou rasteiro pela direita e achou Cevallos livre na área. O meia chutou no canto, longe do alcance de Julio Cesar, para colocar a LDU mais próxima da classificação.

Com a vantagem no placar, a LDU diminuiu o ritmo e passou a aguardar o Fluminense em seu campo de defesa. Mesmo com mais posse de bola, os tricolores continuavam com os erros ofensivos e não levavam perigo ao gol de Nazareno.

O Fluminense só conseguiu assustar aos 32 minutos, em cobrança de falta de Scarpa para fora. A resposta da LDU veio dois minutos depois, com Quintero. O meia aproveitou cruzamento, mas chutou por cima do travessão. Depois, foi a vez de Bolaños arriscar de longe e obrigar Julio Cesar a fazer boa defesa.

Na parte final da partida, quando parecia que a eliminação era certa, o Fluminense chegou ao gol da classificação, aos 41 minutos. Após cobrança de escanteio, a bola chegou em Pedro, que cabeceou para a rede.

Após o gol, os cariocas passaram a se defender com todas as forças. A LDU foi para cima no desespero e não conseguiu o terceiro. Com isso, o Fluminense pôde comemorar a classificação para as quartas de final da Sul-Americana.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Santos perde para o Barcelona-Equador e dá adeus à Libertadores

No dia 10 de agosto, o Santos foi pressionado desde o início pelo Atlético-PR em plena Vila Belmiro, mas conseguiu ‘achar’ um tento no fim e avançou na Libertadores. Na noite desta quarta-feira, a história se repetiu. Mesmo jogando em casa e com a vantagem do empate sem gols, o Peixe foi amplamente dominado pelo Barcelona de Guaiaquil. Desta vez, porém, o desfecho foi triste para os mais de 12 mil presentes em Urbano Caldeira. Aos 22 minutos do segundo tempo, Jonatan Álvez fez 1 a 0 para o time equatoriano, que saiu da Baixada Santista com a classificação.

Fora da competição continental, os santistas concentram-se apenas no Campeonato Brasileiro no restante da temporada. No próximo sábado, às 21h (de Brasília), o alvinegro recebe o Atlético-PR, na Vila, pela 25ª rodada.

Como é típico de Libertadores, o jogo começou bastante truncado e cheio de contato físico na Vila Belmiro. Explorando a velocidade de Daniel Guedes, o Peixe chegou duas vezes pelo lado direito antes dos 5 minutos, mas não conseguiu concluir em gol.

O Barcelona, por sua vez, chegou pela primeira vez aos 11, quando Esterilla desviou cruzamento de Velasco. A cabeçada, porém, passou longe do gol de Vanderlei.

Com Alison e Leandro Donizete no meio de campo, o Santos optou por fazer um jogo mais de marcação, ‘deixando a bola’ nos pés do time equatoriano, que pressionou muito. Aos 14, Oyola arriscou de longe e Vanderlei salvou. Na cobrança de escanteio, a redonda passou dentro da pequena área e ninguém desviou.

Mesmo acuado, Peixe quase abriu o placar aos 18 minutos, quando David Braz desviou cobrança de falta e cabeceou no travessão.

Apesar do susto santista, quem seguiu dominando as ações foi o Barcelona. Aos 28, Caicedo recebeu bola na área e soltou uma bomba por cima do gol.

Nos minutos seguintes, porém, o time equatoriano não conseguiu fazer o domínio se transformar em boas chances e a partida foi para o intervalo no 0 a 0.

Equatorianos marcam, ‘esfriam’ jogo e avançam
A partida seguiu na mesma toada após o intervalo, com o Peixe recuado e o Barcelona pressionando. Porém, a equipe equatoriana não conseguia furar a forte marcação santista e acabava arriscando de longe.

Mesmo assim, aos 12 minutos, o Barcelona arrancou suspiros da torcida na Vila. Após cruzamento rasteiro de Ayovi, Caicedo apareceu livre na área e bateu forte. A bola, porém, explodiu na zaga. No rebote, Oyola mandou por cima do gol.

A pressão equatoriana surtiu efeito aos 22 minutos, quando Castillo cruzou na área e Jonatan Álvez apareceu livre entre os zagueiros para desviar de cabeça e abrir o placar na Vila.

Após o tento, os papeis se inverteram dentro de campo. Vencendo, o Barcelona se posicionou totalmente atrás, enquanto o Peixe foi em busca do empate.

Porém, a pressão santista não foi tão grande como o esperado. Mesmo com um a mais dentro de campo, já que Jonatan Álvez foi expulso, de forma injusta aos 25, a equipe comandada por Levir Culpi não conseguiu assustar o goleiro Banguera.

Os minutos foram passando, o time equatoriano ‘esfriou’ o jogo e a torcida, e o Santos não conseguiu fazer o gol que levaria a decisão para os pênaltis. Ainda teve tempo para Bruno Henrique e Gabriel Marques serem expulsos, além de uma chance clara perdida pelo time da Vila Belmiro no último lance.

Fonte: Só Notícias.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Grêmio vence o Botafogo e avança para as semifinais da Copa Libertadores

Deu Grêmio no choque entre brasileiros das quartas de final da Copa Libertadores da América. Na Arena, o Tricolor venceu o Botafogo por 1 a 0. O único gol da partida foi marcado por Lucas Barrios. Como o primeiro duelo terminou empatado sem gols, o time gaúcho garantiu a classificação para as semifinais do torneio.

Os gremistas aproveitaram o feriado regional do dia 20 de setembro, no qual os gaúchos celebram o aniversário da Revolução Farroupilha, e fizeram festa durante todo o dia. Com os todos os ingressos vendidos para o duelo, mais 50 mil pessoas acompanharam o confronto na Arena.

Uma hora antes de iniciar a partida, o técnico Renato Portaluppi confirmou a escalação e encerrou o mistério. Utilizando a braçadeira de capitão, o zagueiro Pedro Geromel começou como titular e o garoto Luan no banco de reservas. Ainda no vestiário, o meia-atacante fez testes para saber se teria condições de atuar. A Comissão Técnica achou melhor preservar o atleta, contudo, o camisa 7 gremista pediu para ficar à disposição e entrou como alternativa para o decorrer do jogo. Assim, o lateral direito Léo Moura foi mais uma vez improvisado na posição.

No Botafogo, o técnico Jair Ventura confirmou a equipe com retornos. Na lateral esquerda, Víctor Luís, que não atuou no primeiro duelo, pois estava suspenso pelo terceiro cartão, retomou a posição e Gilson foi suplente. No meio campo, Rodrigo Lindoso voltou para o time. Com isso, o chileno Leonardo Valencia foi ao banco de reservas.

Como a primeira partida terminou empatada sem gols, os dois times buscavam bastante o ataque. A primeira oportunidade foi do Grêmio aos quatro minutos. O lateral esquerdo Bruno Cortez recebeu perto da área e concluiu com força. A bola passou com perigo próxima à trave de defesa do goleiro Gatito.

O Botafogo respondeu aos 8 minutos. Após cobrança de escanteio, iniciou um bate-rebate dentro da área gremista. No lance, Bruno Silva tentou de calcanhar e Marcelo Grohe espalmou. Na sobra, o zagueiro Igor Rabello concluiu, mas a bola desviou na zaga adversária e saiu pela linha de fundo.

Aos 13 minutos, o meia-atacante Fernandinho iniciou jogada individual arrancando pelo meio até chegar na entrada da área e chutar forte cruzado. Contudo, a bola saiu pela linha de fundo, sem perigos à meta.

Em ataque do Botafogo, Lindoso sofreu falta na entrada da área após o zagueiro Pedro Geromel entrar no lance com o pé alto demais. Na cobrança, de dois toques, João Paulo acertou a barreira gremista.

Em ótima oportunidade, o Grêmio acertou o travessão adversário. Bruno Cortez cobrou um lateral lançando para a área, o atacante Lucas Barrios deu um desvio na bola, que sobrou para Fernandinho encher o pé. A redonda explodiu no travessão, levando ainda mais a torcida presente.

Após o lance, o Botafogo começou um abafa no Tricolor Gaúcho criando duas oportunidades. Aos 23 minutos, Kannemann errou o passe e Pimpão arrancou pela esquerda. O meia botafoguense entortou o zagueiro gremista, que caiu ao chão, e chutou forte no gol. Marcelo Grohe defendeu em dois tempos. Um minuto depois, Bruno Silva carregou pelo meio campo e arriscou uma bomba. A bola acertou a trave esquerda defendida pelo goleiro gremista.

O Botafogo crescia na partida. Em cobrança de falta, aos 33 minutos, o lateral Víctor Luís acertou um foguete e Marcelo Grohe voou no canto para espalmar a bola e salvar o Grêmio mais uma vez.

Com o desempenho do time abaixo do esperado, o técnico Renato mexeu na equipe ainda na primeira etapa. O treinador tirou o improvisado Léo Moura e colocou o meia-atacante Everton na posição. Com a troca, Fernandinho passou a jogar no lado direito e Everton na esquerda.

Em linda jogada do Botafogo, Bruno Silva fez um passe de letra para Arnaldo, que carregou a bola pela esquerda e cruzou. A bola cruzou a área e João Paulo, que entrava pelo meio, acabou furando, desperdiçando outra chance da Estrela Solitária.

A primeira etapa terminou com um Botafogo melhor que o Grêmio e a torcida carioca presente na Arena fazendo bastante barulho.

A segunda etapa começou movimentada. Em cobrança de falta, Fernandinho ergueu a bola na área e o volante Michel subiu cabeceando. A redonda ia entrando no ângulo, mas o goleiro Gatito Fernández fez bela defesa, dando um toquinho na redonda, que ainda resvalou no travessão antes de sair pela linha de fundo.

O Grêmio ensaiava bons ataques, mas pecava nos passes erradas. O time demonstrava nervosismo e a equipe carioca tentava se aproveitar dos erros gremistas.

Aos 12 minutos, em cobrança de falta para o Botafogo, a bola foi alçada na área gremista e o goleiro Marcelo Grohe se atrapalhou ao agarrar a redonda, mas conseguiu se recuperar antes da chegada do atacante Roger.

Em boa troca de passes, o Grêmio inverteu a jogada da direita para esquerda, onde encontrou Bruno Cortez. O lateral arriscou uma conclusão e Gatito Fernández defendeu.

A torcida do Grêmio já estava apreensiva quando o time gaúcho balançou as redes. Em cobrança de falta, Edílson colocou a bola na segunda trave, o atacante Lucas Barrios ganhou a dividida com o Matheus Fernandes e cabeceou para o fundo do gol. Explodia de alegria a torcida gaúcha.

Aos 21 minutos, o Botafogo teve boa oportunidade de empatar com uma falta na entrada da área. João Paulo cobrou com uma perfeição, mas a bola desviou na barreira e passou por cima do travessão.

O Grêmio parou no goleiro Gatito Fernández aos 27 minutos. Após cobrança de escanteio, o zagueiro Walter Kannemann deu uma casquinha na bola. A redonda desviou nas costas de Michel e Gatito espalmou. No rebote, a zaga do Botafogo afastou o perigo.

Com a vantagem no placar, Renato apostou na marcação. O treinador tirou Lucas Barrios e colocou o volante Jailson. Do outro lado, Jair Ventura tirou o volante João Paulo e colocou o atacante Brenner, para o time buscar mais o ataque.

Assim, começou uma pressão enorme do Botafogo até o final da partida. A equipe carioca apostava bastante no chuveirinho para a área.

Fonte: Só Notícias.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Dani Alves reuniu Neymar e Cavani em ‘jantar de reconciliação’

Neymar e Cavani discutiram no jogo contra o Lyon para definir quem bateria um pênalti

O jornal francês L’Équipe noticiou que o lateral direito Daniel Alves promoveu um jantar em um restaurante de Paris com todo o elenco do PSG, no qual estiveram presentes Neymar e Edinson Cavani. A publicação chamou o evento de “jantar da reconciliação” depois do desentendimento entre o brasileiro e o uruguaio no jogo contra o Lyon, no último domingo (17).

Segundo o jornal, Neymar e Cavani já estavam em um “clima amigável” durante a tarde, e a situação se manteve calma no jantar. O veículo também destacou o “papel central” de Daniel Alves no vestiário do PSG, mesmo o lateral direito estando no clube há apenas dois meses.

Neymar e Cavani discutiram no jogo contra o Lyon para definir quem bateria um pênalti, com o uruguaio negando o pedido do brasileiro para efetuar a cobrança. Os dois também protagonizaram outro momento de disputa antes de uma falta perto da área -Daniel Alves impediu que Cavani pegasse a bola e a entregou para Neymar bater.

Ainda segundo o L’Équipe, os dois jogadores discutiram feio no vestiário após a partida e quase chegaram a trocar agressões físicas, tendo sido separados por atletas como Thiago Silva e Marquinhos. O PSG ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso. Com informações da Folhapress.

Fonte: Notícias ao Minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Corinthians é eliminado da Copa Sul-Americana

Racing segurar um empate sem gols na Argentina para se classificar às quartas de final

“Jogo de Copa”. A definição dos argentinos para o empate em 0 a 0 entre Racing e Corinthians nesta quarta-feira é perfeita. Em duelo marcado por muitas faltas e poucas chances claras de gol, foram dois cartões vermelhos que tiraram as esperanças de classificação do time brasileiro. Sem Rodriguinho e Jô nos minutos finais, o Timão teve sua reação atrapalhada, pois empatou em 1 a 1 no Brasil e agora está fora da Copa Sul-Americana pelo gol sofrido dentro de casa.

Os argentinos agora enfrentam o Libertad (PAR) nas quartas de final, enquanto o Corinthians segue apenas na briga pelo título do Campeonato Brasileiro.

Marcação pesada e abuso do contato físico. Assim como ocorreu na Arena Corinthians, o Racing manteve suas características atuando em Avellaneda, com cinco defensores, dois volantes marcadores e pouca criatividade ofensiva. Foi isso, aliás, que também faltou ao Timão na Argentina. Em resumo: o time brasileiro contava com uma defesa segura, mas na hora de atacar sofria que só. Ou seja, foi um primeiro tempo de poucas situações de gol.

Do lado do Racing, um chute de Lisandro López após tirada parcial de Camacho que passou à direita de Cássio e uma recuperação impecável de Pablo em lance com Triverio que foi a melhor chance. Já pelo Corinthians houve um bom lançamento de Cássio para Romero puxar contra-ataque e ser derrubado por Barbieri. Na falta, Jadson bateu à direita do gol. Ainda houve um cruzamento de Marciel escorado por Jô e que terminou com o rebote mal aproveitado por Jadson. Não foi muita coisa: duas chances de gol para cada lado. Mas faltas… dez do Corinthians e 11 do Racing. Um show. Só que não.

O Corinthians voltou para o segundo tempo com a ideia de agredir mais pelos lados, mas um lance aos 19 minutos atrapalhou os planos. Acionado dois minutos antes na vaga de Jadson e responsável por segurar uma bola no ataque que quase rendeu gol, Rodriguinho deu uma solada em González e foi expulso com menos de dois minutos em campo. Pilhado, o titular poupado do primeiro tempo precisou sair de campo sob acompanhamento de seguranças e diante de revolta geral dos corintianos no gramado.

A mal sucedida demonstração de raça de Rodriguinho deixou o Corinthians com um a menos e diante de seu maior desafio no ano: fazer o placar contra um adversário forte na defesa, em um torneio sul-americano, com uma torcida forte do outro lado e em desvantagem numérica. Marquinhos Gabriel até tentou criar chances, Carille acionou Giovanni Augusto e Kazim para jogar o time à frente, mas nada feito. No finzinho, uma falta de Jô em Solari causou mais um cartão vermelho no Corinthians. Não era noite… Festa da torcida argentina e frustração brasileira em Avellaneda.

Fonte: ORMNews.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Jean marca, Palmeiras vence o Coritiba e se mantém no G4

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/Fernando Dantas/arquivo) – Na volta de Dudu ao time titular do Palmeiras, nesta segunda-feira, o Verdão venceu o Coritiba por 1 a 0 no Pacaembu, no fechamento da 24ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com assistência do camisa 7, Jean anotou o único gol do jogo.

Na prática, o Palmeiras iniciou e terminou a rodada na quarta colocação a 13 pontos do líder. No entanto, os tropeços de Grêmio e Santos, e a dificuldade do Corinthians para vencer o Vasco em Itaquera animaram ainda mais os palmeirenses. O tom foi dado pelo locutor alviverde no Pacaembu antes do início do confronto: “É difícil, mas seguimos acreditando porque somos o maior clube do Brasil”.

Em campo, o Verdão apresentou sua superioridade desde o primeiro minuto. Antes dos dez minutos, Deyverson acertou chute forte após receber assistência de calcanhar de Dudu, mas Wilson defendeu. O lance, porém, foi o único lampejo do camisa 7 até que Cuca alterasse seu posicionamento em campo.

Retornando ao time titular após quase 40 dias, o capitão foi escalado na função de Guerra, como meio-campista aberto pela direita, com Keno fazendo sua função original: de ponta, pela esquerda. Assim, Dudu ficou encarregado de buscar a bola no campo defensivo e ajudar na armação da equipe, mas encontrava sucesso.

Com muito mais posse de bola, o time de Cuca concentrava seus ataques pela esquerda, com a dupla Egídio e Keno funcionando bem ofensivamente, apesar de pecar na marcação. O Coritiba apenas assistia ao jogo, se defendendo com duas linhas de quatro, mas conseguiu equilibrar o confronto em dois lances de perigo. Carleto cobrou falta à direita de Prass, e o goleiro fez grande defesa em cabeçada de Walisson Maia, um minuto depois.

A partir das ameaças do Coxa, Cuca alterou o esquema de jogo alviverde, voltou ao 4-3-3 e inverteu os lados de Keno e Dudu. Assim, a pressão dos mandantes se tornou insuportável e, após algumas oportunidades desperdiçadas, Jean abriu o placar, justamente em jogada de Dudu, que driblou seu marcador pelo lado esquerdo e cruzou rasteiro para o camisa 2.

Marcelo Oliveira obviamente não aprovou a atuação do Coritiba na etapa inicial e voltou do intervalo com Iago e Rafael Longuine nas vagas de Anderson e Getterson. As mudanças pareciam que iriam surtir efeito, com o Coxa criando oportunidades de perigo logo nos primeiros minutos. Entretanto, o Verdão só não ampliou a vantagem pouco depois graças a um milagre de Wilson, que impediu gol contra de Walisson Maia.

A partida caiu de ritmo e os dois pontas palmeirenses aparentavam cansaço. Sob os aplausos das arquibancadas, Cuca chamou Róger Guedes e o colocou na vaga de Keno, ainda mais ovacionado pelos torcedores presentes no Pacaembu. A intenção do treinador foi chamar o adversário para o seu campo e definir o triunfo em um contra-ataque, mas o Alviverde pecava nos passes na transição em velocidade.

O plano quase virou tragédia na metade da etapa final, quando Prass precisou salvar o Palmeiras de levar o empate após bola cruzada por Carleto na área. Depois, o goleiro passou novo sufoco, desta vez só observando o chute de Galdezani, do meio da rua, que passou próximo ao ângulo do camisa 1.

Na reta final, Marcelo Oliveira fez sua última mexida e trocou Henrique Almeida pelo também atacante Filigrana. Cuca respondeu com Borja e Thiago Santos nas vagas de Deyverson e Jean. A dupla alviverde e o atacante do Coxa, porém, pouco apareceram em campo, e Dudu seguiu como protagonista, desta vez por conta de duas oportunidades claras desperdiçadas antes do apito final.

Com o resultado, o Palmeiras foi aos 40 pontos e segue na quarta colocação do Campeonato Brasileiro, mas agora a apenas três do vice-líder Grêmio, e um do terceiro colocado Santos. Já o Coritiba caiu duas posições e está no 18º lugar, com apenas 27 pontos.

Na próxima rodada, o Palmeiras visita o Fluminense, domingo, às 16h (de Brasília), no Maracanã. Já o Coritiba recebe o Botafogo no Couto Pereira, no mesmo dia e horário.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Flamengo vence Sport e se mantém no G6 do Campeonato Brasileiro

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gilvan de Souza/arquivo) – O Flamengo superou sem muitas dificuldades o Sport por 2 a 0 na tarde deste domingo, na Ilha do Urubu, no Rio de Janeiro, em jogo válido pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro. Paolo Guerrero e Everton Ribeiro marcaram os gols do Rubro-Negro.

Com a vitória, o Flamengo sobe para quarto lugar na classificação com 38 pontos, mas pode ser ultrapassado nesta segunda pelo Palmeiras, que encerra a rodada em partida contra o Coritiba. Já o Sport chega à quarta derrota seguida e vai caindo na tabela. Com 29 pontos, o Leão pernambucano está em 12º, mas apenas dois pontos acima da zona do rebaixamento.

No meio de semana, Fla e Sport têm compromisso na Copa Sul-Americana, com as partidas de volta das oitavas de final. Na quarta-feira, o Fla recebe a Chapecoense e o Sport visita a Ponte Preta em Campinas.

Já na 25ª rodada do Brasileirão, o Flamengo volta a jogar em casa e recebe o Avaí no sábado, dia 23 de setembro. No dia seguinte, o Sport joga na Ilha do Retiro diente do Vasco.

O técnico Reinaldo Rueda voltou a surpreender na escalação do Flamengo, e colocou os meias Diego e Everton Ribeiro juntos entre os onze iniciais. Desde que assumiu o comando do Rubro-Negro, o técnico colombiano somente havia alternado os dois na mesma posição.

Com Diego pelo meio e Everton Ribeiro caindo pelo lado esquerdo, o Flamengo foi bem superior ao Sport no primeiro tempo. A equipe carioca não só dominou a posse de bola como ameaçou mais o gol advesário. Já os pernambucanos mostraram fragilidade na defesa, especialmente pelo lado esquerdo.

O Flamengo não demorou a abrir o placar, mas acabou diminuindo o ritmo no fim e foi para o intervalo com a vantagem mínima.

Aos oito, Everton Ribeiro recebeu na esquerda, próximo à linha lateral e saiu costurando até chagar na linha da área e abri no fundo para Trauco. O peruano avançou e cruzou rasteiro para o meio da área. Magrão cortou mas deu rebote pelo meio. A bola ficou para Paolo Guerrero tocar para o fundo da rede e abrir o placar na Ilha do Urubu.

O Sport tentou responder aos 10 em jogada individual de Patrick. O volante recebeu próximo ao grande círculo e avançou até a entrada da área, de onde arriscou um chute de longe. A bola foi direto nos braços de Muralha, que segurou sem dificuldades.

Aos 15, o Sport chegou com perigo em jogada de velocidade. Osvaldo puxou o contra-ataque pelo meio, e ao chegar perto da área tocou na esquerda para Patrick. O volante chutou cruzado mas errou o alvo e a bola saiu pela linha de fundo, do outro lado.

O Flamengo levou perigo aos 25. Escanteio cobrado pela esquerda, a zaga rebateu pelo alto, Trauco recuperou na esquerda e tocou para trás para Gabriel. O atacante chutou cruzado e a bola passou perto da trave do outro lado, mas saiu pela linha de fundo.

O Sport ainda teve uma chance antes do apito final da primeira etapa. Falta de Gabriel sobre Mena na direita da defesa. O próprio Mena cobrou e levantou na área, a zaga afastou e Raul Prata arrisocu de fora da área e Muralha defendeu.

Na volta para o segundo tempo, o Sport veio com o meia Thallyson no lugar do atacente Lenis. Mas a alteração não mudou o panorama da partida, e o Flamengo voltou com mais disposição em busca do segundo gol.

Aos 4, Éverton Ribeiro arrancou em velocidade em direção à área e rolou para Diego, que entrava livre pela direita. O meia ajeitou, entrou na área e soltou a bomba. Magrão fez grande defesa e salvou o Sport.

Só dava Mengo no início do segundo tempo. Pressão na entrada da área, a bola é recuada para Willian Arão, que lança Everton Ribeiro com uma bola pingada pelo alto. O meia acerta um chute cruzado de primeira, de canhota, e a bola tira tinta da trave de Magrão.

Aos 18, Patrick faz falta dura em Márcio Araújo e recebe o amarelo. Insatisfeito com a marcação, o volante foi reclamar com o árbitro e foi expulso.

Rueda e Luxemburgo mexem em sua equipes. No Fla, Cuellar substituiu Gabriel, e, depois da expulsão de Patrick, Berrío entrou no lugar de Willian Arão. Já no Sport, o primeiro a sair foi Rithely, que deu lugar a anselmo. Logo depois Osvaldo saiu para a entrada de Rogério.

Memso com um a menos, o Sport não desistiu. Aos 28, Anselmo trabalhou pelo meio e fez ótimo lançamento na esquerda para Mena. O lateral cruzou para Rogério na área, o atacante, de frente para o gol, finalizou mal e mandou para fora.

O Flamengo diminuiu o ritmo e o Sport voltou a levar perigo aos 37. Tabela na frente da área, Rogério tocou na esquerda para Wesley livre e o volante acertou belo chute no canto, obrigando Muralha a se esticar para salvar o empate.

Mas antes do apito final, o Fla consegiu ampliar em bela troca de passes. Guerrero dominou no peito e tocou para Paquetá. O atacante deu para Berrío na direita e o colombiano levantou na área. Everton Ribeiro cabeceou e deu números finais ao confronto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Grêmio perde para a Chapecoense e vê Corinthians disparar

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Lucas Uebel/assessoria) – Na Arena do Grêmio, a Chapecoense bateu o Grêmiopelo placar de 1 a 0 na 24ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o Tricolor Gaúcho viu o líder Corinthians disparar e abrir 10 pontos de vantagem, já os catarinenses saem da zona de rebaixamento. O único gol da partida foi marcado por Arthur Caike aos 40 segundos do segundo tempo.

Como esperado, o técnico Renato Portaluppi montou uma equipe mista para o jogo. O treinador poupou os jogadores Edílson, Walter Kannemann e Lucas Barrios, que começaram no banco de reservas. Assim, Léo Moura, Rafael Thyere e Jael iniciaram entre os titulares. O Tricolor Gaúcho ainda não teve a presença do zagueiro Pedro Geromel e do meia-atacante Luan que ainda estão em fase final de recuperação de lesões.

No lado da Chape, o atacante Túlio de Melo acabou vetado de última hora para o duelo. O jogador sentiu dores no quadril e Arthur Caike iniciou o confronto como titular.

O primeiro ataque da partida foi do Grêmio aos três minutos. O atacante Fernandinho recebeu de Léo Moura e fez jogada individual pelo meio até ficar de frente para o gol na entrada da área e arriscou uma finalização rasteira. A bola passou rente à trave esquerda de defesa do goleiro Jandrei.

Aos 6 minutos, Léo Moura cobrou falta no setor direito ofensivo para a área. O volante Michel apareceu desviando com qualidade perto da meta. Contudo, o assistente já assinalava a posição de impedimento do volante gremista.

Em boa movimentação de Ramiro, o jogador passou pelos zagueiros da Chape e recebeu bom lançamento de Arthur. O gremista dominou e ajeitou a bola para chutar cruzado, mas a bola saiu pela linha de fundo. Aos 27 minutos, o lateral Léo Moura carregou a bola pela direita e cruzou para a área onde Jael apareceu cabeceando forte e rasteiro no centro do gol. O arqueiro Jandrei defendeu com tranquilidade

A Chapecoense se fechava bem e obrigava os jogadores do Grêmio a forçar as jogadas pelas laterais com cruzamentos para a área ou arriscarem conclusões de fora de área. Aos 40 minutos, o atacante Everton ajeitou e chutou de direita de fora da área, mas a redonda foi no meio da meta. O goleiro Jandrei defendeu com facilidade.

Na melhor oportunidade da partida, até então, Reinaldo cobrou o lateral na área, a zaga gremista vacilou e Wellington Paulista cabeceou livre, mas Marcelo Grohe fez bela defesa, mandando para escanteio.

Aos 45 minutos, o atacante Wellington Paulista quase marca um golaço. O jogador observou que o goleiro Marcelo Grohe estava adiantado e arriscou do próprio do campo. A bola ia entrando no ângulo esquerdo de ataque, mas o arqueiro gremista conseguiu dar um tapinha e salvar o time gaúcho.

A Chapecoense retornou do vestiário com mudanças. O técnico Emerson Cris tirou Alan Ruschel e colocou Penilla. O Grêmio voltou com a mesma equipe que terminou a primeira etapa. A mudança deu resultado. Logo aos 40 segundos, o atacante Arthur Caike recebeu na frente da área e arriscou dali. A bola desviou no zagueiro Rafael Thyere e foi parar no fundo das redes, abrindo o marcador na Arena.

Aos 5 minutos, Fernandinho recebeu, limpou a jogada e puxou a bola para a clássica finalização com o pé esquerdo. No chute, a bola foi para a linha de fundo.

O gol fez o técnico Renato Portaluppi optar por mudanças. O treinador fez duas substituições. Ele tirou Ramiro e Everton para a entrada de Patrick e Michael Arroyo. Aos 15 minutos, num bate-rebate no círculo central, a bola sobrou para o atacante Wellington Paulista que finalizou de primeira, mas a redonda bateu na parte superior da rede.

A Chape protegia a meta com quase todos os jogadores atrás da bola e buscava o contra-ataque rápido com Arthur Caike. Em dois destes ataques, o time catarinense entrou na área e criou boas chances de marcar, mas demorou muito para a conclusão ao gol.

A partida ficou monótona, com o time gaúcho sem conseguir criar chances claras para empatar e desperdiçava oportunidades em bolas paradas como faltas próximas à área e escanteios. A equipe catarinense também apostava bastante na linha de impedimento

Em uma das poucas chances, aos 46 minutos, Bruno Cortez cobrou o lateral para a área e no rebote, o centroavante Lucas Barrios chutou para fora.

Pelo Campeonato Brasileiro, os times retornam a campo no próximo domingo. Às 16h (de Brasília), a Chapecoense enfrenta a Ponte Preta na Arena Condá. Mais tarde, às 19h (de Brasília), o Grêmio encara o Bahia na Fonte Nova.

Antes, na quarta-feira, as duas equipes possuem compromissos em competições internacionais. Pela segunda partida das oitavas de finais da Sul-Americana, a Chapecoense tem um duelo contra o Flamengo. Já o Grêmio recebe o Botafogo pelo segundo jogo das quartas de final da Copa Libertadores da América.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Com gol polêmico Corinthians bate o Vasco e volta a vencer no Brasileiro

Fonte: Gazeta Esportiva – Demorou, mas aconteceu. Em um de seus melhores jogos no ano, o Corinthians venceu o Vasco pelo placar mínimo em casa e voltou a vencer no Brasileiro. Depois de muito tentar, criar e errar gols feitos, além de reclamar dois pênaltis em Jô, o Timão contou com uma mão do juiz e do seu centroavante para sair do desespero. Em cruzamento de Marquinhos Gabriel, o camisa 7 usou o braço direito para colocar para dentro e fazer o 1 a 0.

Com o resultado, o Timão chega aos 53 pontos conquistados, abrindo dez de vantagem para o Grêmio, que perdeu para a Chapecoense dentro da sua casa. De quebra, ainda voltou a vencer após três jogos sem triunfo dentro de casa. Do outro lado, o Cruzmaltino estacionou nos 31 pontos conquistados, ficando mais longe da briga por uma vaga na Libertadores da América.

Na próxima rodada, os comandados de Fábio Carille terão pela frente o clássico contra o São Paulo, marcado para as 11h (de Brasília) do domingo, no estádio do Morumbi. Antes, porém, fecham as oitavas de final da Sul-Americana contra o Racing, na Argentina, quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), precisando de uma vitória ou empate por dois gols ou mais para avançar. Do outro lado, Zé Ricardo e sua trupe visitam o Sport, na segunda-feira, dia 25, na Ilha do Retiro.

Pressionado pelo mau momento e empurrado pelo estádio lotado, o Corinthians fez um bom primeiro tempo diante de um bem montado, mas pouco criativo Vasco. Contando com grande atuação coletiva, o Timão envolveu o adversário em diversas oportunidades, principalmente quando o trio Romero, Rodriguinho e Jadson trocava de posição e confundia a desatenta marcação adversária.

O primeiro lance de perigo veio aos seis minutos de bola rolando, quando Madson furou cabeçada no meio-campo e a bola ficou para Romero. O paraguaio acionou Jadson, que se livrou facilmente de Breno e tocou para Rodriguinho, livre entre os zagueiros. O meia girou e chutou forte, mas mandou na rede pelo lado de fora. Dez minutos depois, em outro vacilo da zaga, Jô dominou a bola na área e levou uma trombada de Anderson Martins. O juiz nada marcou.

O Vasco buscou alguns contra-ataques, principalmente pelos pés do meia Nenê, que levou perigo em um chute da entrada da área. Cássio espalmou e a zaga afastou. Na sequência, Ramon foi quem arriscou e viu o arqueiro novamente espalmar, dessa vez com mais segurança, para o lado. Na resposta corintiana, Jô recebeu dentro da área e foi calçado por Breno, mas mais uma vez o árbitro não viu qualquer irregularidade.

O melhor lance corintiano, no entanto, saiu já nos acréscimos. Romero recebeu pelo lado esquerdo, passou pela marcação de Madson e cruzou ao chegar na linha de fundo. Jô passou pela bola e Rodriguinho, completamente livre, na pequena área, conseguiu cabecear muito mal, por cima do gol, para desespero tanto dos companheiros em campo quanto da torcida, inconformada com o 0 a 0 no placar no intervalo.

A etapa final começou no mesmo ritmo da primeira, com o Timão sufocando os cariocas e jogando praticamente todo o tempo no seu campo de ataque. O lance de perigo mais uma vez caiu nos pés de Rodriguinho, que apareceu livre no meio da área em contra-ataque e chutou de primeira. Martin SIlva, bem posicionado, conseguiu uma grande defesa e mandou para escanteio. Na cobrança, Balbuena, livre, não conseguiu cabecear.

A pressão foi constante, mas os erros de finalização do Alvinegro seguiram incríveis. Em ótimas jogada construída pelo lado direito, Rodriguinho chutou cruzado e Jô não conseguiu concluir o lance, aos 14 minutos. Pouco depois, em linda tabela de Rodriguinho e Fagner, o meia deixou o lateral livre dentro da área. Consciente, ele rolou para trás e achou Jadson livre na marca do pênalti, mas o meia pegou mal e chutou por cima do gol.

O erro foi a senha para Carille optar por tirar o camisa 10 e mandar a campo Marquinhos Gabriel, ganhando mais velocidade pelas pontas. E a tentativa deu certo aos 28 minutos de bola rolando, quando o camisa 31 recebeu na esquerda e deu um rolinho em Madson. Rápido, ele ganhou do lateral e chegou à linha de fundo para cruzar. A bola desviou na marcação e encobriu Martin Silva. Em cima da linha, Jô desviou com o braço e marcou, mas o juiz não marcou qualquer irregularidade.

O gol fez com que o Vasco saísse mais para o jogo, usando o jovem Paulinho, que ingressou na vaga de Ríos, para formar uma dobradinha com Nenê. Quem levou mais perigo, porém, foi o Timão, que só não ampliou a vantagem porque Romero e Jô não conseguiram concluir os lances a gol.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




São Paulo bate o Vitória fora de casa e volta a respirar no Brasileiro

Fonte: Gazeta Esportiva (Djalma Vassão/Gazeta Press/arquivo) – A torcida do São Paulo, enfim, ganhou um motivo para se encher de esperanças na luta do time contra o rebaixamento. Em confronto direto na parte de baixo da tabela, o Tricolor de Dorival Júnior dominou e derrotou o Vitória, por 2 a 1, na tarde deste domingo, em pleno Barradão, encerrando um jejum de mais de um mês sem triunfos.

Em duelo válido pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro, o jovem Éder Militão foi a grata surpresa tricolor. Improvisado na lateral direita, o jogador de 19 anos foi seguro defensivamente e apareceu bem no ataque, inclusive marcando o gol da vitória são-paulina. O segundo tento foi de Fillipe Soutto, que desviou contra a própria meta após cobrança de escanteio. O colombiano Tréllez descontou para os baianos.

Esta foi apenas a segunda  vitória do São Paulo como visitante no torneio. Com o resultado, o clube do Morumbi ganhou duas posições e agora é o 17º colocado, com 27 pontos ganhos, ainda ocupando a zona de rebaixamento, portanto. Para sair dela, a equipe precisa de uma derrota do Bahia para o Cruzeiro por dois gols de diferença, nesta noite, no Mineirão. O Vitória, por sua vez, caiu para o 19º e penúltimo lugar, com 26 pontos.

Ainda sob pressão, o São Paulo terá um clássico em seu próximo compromisso: o líder Corinthians, no domingo (24), às 11 horas (de Brasília), no Morumbi. No mesmo dia, mas às 19h, o Vitória visitará o Atlético-MG, no Estádio Independência.

O São Paulo começou ligeiramente melhor e com o controle das ações. Militão foi o protagonista das melhores chances do time visitante no etapa inicial. Aos 15 minutos, ele roubou a bola na direita, avançou e fez ótimo lançamento para Lucas Pratto na área. O argentino ajeitou e tocou para Hernanes, que bateu mascado, à direita da meta de Fernando Miguel.

Após uma queda de ritmo de ambas as equipes, o Tricolor voltou a assustar aos 36: após cobrança de escanteio pela direita com Lucas Fernandes, Militão ganhou do zagueiro no alto e testou firme, tirando tinta da trave esquerda. No minuto seguinte, Militão fez a ‘casquinha’ no meio campo, achando Marcos Guilherme, que acionou Hernanes. O meia experimentou de primeira, mas Fernando Miguel agarrou.

Apesar de a bola ter ficado 62% do tempo nos pés dos jogadores do São Paulo na primeira etapa, foi do Vitória a principal oportunidade de gol antes do intervalo. Em cobrança de falta frontal aos 45 minutos, Fillipe Soutto rolou para Uillian Correia soltar a bomba. A bola saiu com força e bateu no pé da trave direita de Sidão.

O segundo tempo começou elétrico. Logo aos dois minutos, Cueva, que entrou no lugar de Gomez, deu grande passe para Marcos Guilherme, que invadiu a área pela direita e chutou em cima do goleiro. No rebote, Pratto finalizou em cima de Wallace. Aos quatro, a reposta do Vitória: Neilton arriscou de fora e Sidão espalmou para o lado. Na sobra, o arqueiro salvou em chute de Patric.

O jogo não permitia respiro e o São Paulo contra-atacou perigosamente no lance seguinte, conseguindo escanteio em chute de Pratto. Na cobrança de Cueva pela direita, Militão voltou a ganhar no alto, mas desta vez acertou o cabeceio para fazer a festa da torcida tricolor no Barradão aos sete minutos – foi o primeiro gol do jogador de 19 anos com profissional.

Aos 36 minutos, em cobrança de escanteio pela esquerda, Cueva colocou efeito na bola e viu Fillipe Soutto desviar contra a própria meta, deixando o São Paulo em situação ainda mais confortável. Que não duraria muito, no entanto. Aos 44, o atacante colombiano Tréllez aproveitou bate-rebate na área e descontou para o Vitória, que na base do abafa sufocou o Tricolor nos acréscimos, mas não conseguiu o empate.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br