Corinthians sofre dois gols de escanteio e perde para o Botafogo

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Vitor Silva/SSPress) – O Corinthians mais uma vez não soube parar a boa arma do seu adversário e acumulou outro resultado adverso no Campeonato Brasileiro, nesta segunda-feira. Depois de um primeiro tempo morno, o Alvinegro paulista viu o Botafogo abrir o placar em escanteio, com Brenner. Jô ainda empatou, mas Igor Rabello, aos 31, fez o 2 a 1. No último lance da partida, Jô ainda reclamou de pênalti, mas o juiz ignorou e o placar foi definido no Nilton Santos, no Rio de Janeiro.

Com o resultado, o Timão permanece com 59 pontos conquistados, na liderança da competição, mas vê Santos e Palmeiras, ambos com 53, encurtarem a distância. Os cariocas, por sua vez, chegam aos 47 pontos, ultrapassam o Flamengo e assumem a sexta colocação.

Na próxima rodada, os comandados de Fábio Carille terão pela frente a Ponte Preta, em duelo marcado para as 17h (de Brasília) do domingo, no estádio Moisés Lucarelli. Já Jair Ventura e a sua trupe farão uma visita ao Independência, casa do Atlético-MG, rival no mesmo dia e horário.

O primeiro tempo no Nilton Santos foi bastante movimentado, principalmente em comparação com os últimos jogos do Corinthians. Apostando em Marquinhos Gabriel para ter uma opção mais ofensiva pelo lado esquerdo, Carille viu o meia criar a primeira boa chance de gol. Aos 15 minutos de bola rolando, ele pegou sobra de bola na entrada da área, cortou para o meio e acertou no travessão.

Dez minutos depois, os donos da casa, que não conseguiam finalizar com perigo, fizeram uma boa jogada para assustar Cássio. Em cobrança de escanteio, João Paulo bateu para trás, quase na linha do meio-campo. Arnaldo dominou e, em meio às reclamações da torcida, completou o lance ensaiado com belo lançamento para Victor Luís, que dominou e bateu cruzado, exigindo boa defesa de Cássio.

Pouco depois, com as defesas ainda mais ligadas, dois chutes de fora da área ameaçaram Gatito e Cássio. O primeiro com Gabriel, que arriscou da intermediária e viu o arqueiro rival espalmar para o lado. Na resposta, Marcos Vinícius recebeu na entrada da área, limpou a marcação e bateu com o pé esquerdo. Cássio, no meio do gol, defendeu em dois tempos.

O duelo só foi zerado para o intervalo, porém, por duas grandes intervenções dos zagueiros. O primeiro foi Balbuena, que viu um lançamento de João Paulo encobri-lo e chegar a Pimpão. O atacante colocou na frente e bateu cruzado, mas o paraguaio, de carrinho, fez belo desarme. Pelo lado corintiano, no último lance, Rodriguinho se livrou de dois rivais, tabelou com Marquinhos Gabriel e cruzou para Maycon. O volante dominou e chutou, mas Igor Rabello, também de carrinho, travou o lance.

Na volta para o segundo tempo, o pesadelo recente do Corinthians voltou a se materializar na forma de bolas paradas. No primeiro escanteio que teve o Botafogo, logo aos sete minutos do recomeço da partida, João Paulo bateu na primeira trave, Rodrigo Pimpão desviou para trás e Brenner, livre de marcação, só complementou para a rede, em posição legal.

Quando parecia que o Alvinegro paulista se complicaria todo, o gol ao menos fez com que o time trocasse passes com calma no ataque. Em uma boa descida pela esquerda, Jô recebeu na frente de Gatito e girou para chutar, mas mandou fraco, facilitando para o goleiro. Logo na sequência, porém, o centroavante recebeu em lance parecido e chutou cruzado, rasteiro. Gatito chegou a encostar na bola, mas não evitou o gol.

O gol fez bem ao Timão, que passou a ficar mais com a bola, rodar no seu ataque e ameaçar o adversário. Em duas ocasiões, porém, Romero não conseguiu ganhar na disputa direta com os zagueiros. Quando o Botafogo parecia já sem forças para fazer gol, porém, outra vez apareceu o escanteio. Igor Rabello, pelo alto, ganhou de Rodriguinho e cabeceou no canto de Cássio, que nem se mexeu.

No desespero, Carille acionou Clayson e Kazim para tentar mudar o panorama da partida. Já dedicado apenas a se defender, os donos da casa ganharam a maioria das disputas pelo alto, menos no último lance. Após desvio de Rodriguinho, Jô dominou na área e girou sobre a marcação de Igor Rabello, que lhe deu um carrinho. O juiz, porém, nada marcou.
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Santistas fazem ‘lei do silêncio’ após vitória sobre o Atlético-GO

Fonte: A Gazeta Esportiva – Apesar da vitória do Santos por 1 a 0 sobre o Atlético-GO, em partida válida pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro, o clima na Vila Belmiro foi tenso na tarde deste domingo. Os mais de 4 mil torcedores presentes no estádio vaiaram e protestaram contra o time do começo ao fim da partida. Os jogadores, por sua vez, optaram pelo silêncio após o triunfo.

O único atleta que falou com a imprensa foi Zeca, desacatando um pedido da comissão técnica. O lateral, que foi um dos mais perseguidos pela torcida, deu entrevista somente na saída.

“É hora de dar a cara. Tem de ter personalidade. Amo o Santos e vou lutar por ele”, resumiu o camisa 37, sob xingamentos e vaias.

Com a vitória, o alvinegro chegou aos 53 pontos, assumiu a terceira posição, e diminuiu a diferença para o líder Corinthians, que tem 59 e entrará em campo só nesta segunda, contra o Botafogo, no Rio de Janeiro.

No próximo sábado, às 17h (de Brasília), o Santos encara o clássico contra o São Paulo, no Pacaembu, pela 31ª rodada do Brasileirão.
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Chapecoense vence Fluminense em casa e mantém jejum

Fonte: Gazeta Esportivam (foto: arquivo/assessoria) – A Chapecoense interrompeu a sequência de bons resultados do Fluminense no Campeonato Brasileiro e venceu por 2 a 0, em partida disputada na noite deste domingo, na Arena Condá. O resultado manteve o jejum do Tricolor que nunca conseguiu derrotar a equipe catarinense em competições oficiais. Com a vitória, a Chapecoense chegou a 38 pontos ganhos e agora ocupa a 11ª posição. O Tricolor parou nos mesmos 38 pontos, mas caiu para a 13ª colocação. Os gols foram marcados por Arthur, no primeiro tempo e Wellington Paulista, em lance polêmico, na segunda etapa.

O resultado fez justiça ao time de Chapecó que foi mais objetivo do que o adversário e conseguiu estabelecer a vantagem com todos os méritos. O Fluminense parecia mais preocupado com o duelo contra o Flamengo pela Sul-Americana e poupou alguns titulares como o artilheiro Henrique Dourado e o meia Sornoza. Sem força ofensiva, o Tricolor das Laranjeiras não conseguiu criar condições para obter um resultado melhor.

Na próxima rodada, o Fluminense vai receber o Bahia no Maracanã. A Chapecoense vai visitar o Atlético – PR na Arena da Baixada.

Os dois times ainda nem tinham esquentado dentro de campo quando a Chapecoense marcou o primeiro gol. Reinaldo cruzou da esquerda e Arthur se aproveitou da desatenção da defesa tricolor para cabecear e colocar a bola nas redes de Diego Cavalieri. O gol surpreendeu o Fluminese que passou a encontrar dificuldades para se organizar ofensivamente.

Aos 14 minutos, Reinaldo voltou a investir pela esquerda e cruzou para Arthur que escorou para a conclusão de Wellington Paulista, mas Diego Cavalieri fez a defesa. O Tricolor das Laranjeiras chegou pela primeira vez na área catarinense aos 16 minutos com um chute longo do lateral Lucas. O goleiro Jandrei defendeu em dois tempos, com alguma dificuldade.

A partir dos 20 minutos, o jogo ficou mais equilibrado com as duas equipes se alternando na posse de bola, mas encontrando dificuldades para concluir as jogadas ofensivas.Aos 26 minutos, Gustavo Scarpa decidiu arriscar de longe, mas o chute saiu torto e sem levar perigo para o gol defendido por Jandrei. Três minutos depois, a Chape ficou bem próxima de marcar o segundo gol. Luiz Antonio cobrou escanteio e Amaral cabeceou para fora, depois da saída errada de Diego Cavalieri.
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Dom Bosco vence Cuiabá e está nas semifinais da Copa FMF

Fonte: Só Notícias (foto: arquivo/assessoria) – O Dom Bosco venceu o Cuiabá, na Arena Pantanal,  por 2 a 1, e já garantiu sua vaga no mata- mata na Copa FMF. O jogo foi muito disputado e o Azulão dominou o Dourado na briga direta por uma das vagas na próxima fase. As próximas três vagas será conhecidas no próximo final de semana, na última rodada.

Em Lucas do Rio Verde, o Luverdense empatou em 2 a 2 com o Mixto e o time de Lucas do Rio Verde está eliminado da Copa FMF. O Mixto terá que vencer o União, na capital, na próxima rodada, para brigar por um das vagas. Em Sinop, o Galo do Norte empatou com o Cacerense, em 1 a 1.

Nesta fase se classificam os quatro com melhor pontuação.
Classificação
Dom Bosco 13 pontos
Sinop 8
Cuiabá 7
Cacerense 5
Mixto 4
Luverdense 2

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Com primeiro tempo avassalador, São Paulo bate o Flamengo e respira

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/arquivo) – O São Paulo precisou apenas do primeiro tempo para garantir uma grande vitória em cima do Flamengo na chuvosa tarde paulistana de domingo. O Tricolor do Morumbi sobrou nos 45 minutos iniciais, abriu 2 a 0 e teve apenas o trabalho de administrar sua vantagem na etapa final. Lucas Pratto abriu o placar em um gol polêmico, já que o argentino acabou tocando com o braço na bola, e Hernanes completou o triunfo no estádio do Pacaembu, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os três pontos levam o São Paulo para a 13ª colocação, agora com 37 somados, distante da zona de rebaixamento. Por outro lado, os rubro-negros estacionam nos 46 pontos e podem perder a sexta posição na tabela de classificação até o fim da rodada.

Depois de reclamar muito da apatia de sua equipe na derrota para o Fluminense, Dorival Júnior resolveu mexer no time: Mandou Jucilei a campo, liberou um pouco mais Petros, sacou Lucas Fernandes e colocou Edimar na vaga de Júnior Tavares. Por outro lado, além de não ter Guerrero, machucado, Rueda também abriu mão de Diego, de olho nas quartas de final da Copa Sul-Americana, que será decidida em um Fla-Flu a partir de quarta-feira.

O resumo disso tudo foi um São Paulo muito superior, sobrando em campo. A equipe de Dorival Júnior impôs muita correria desde o apito inicial, não deu chances para o adversário na marcação, principalmente por causa da proteção de Jucilei, mas acabou abrindo o placar em um lance ilegal.

Aos 13 minutos, Edimar conseguiu um escanteio pela esquerda. Na cobrança, o próprio lateral deu a famosa casquinha na primeira trave para o Lucas Pratto completar para as redes. O argentino levou a bola com o braço, mas a arbitragem ignorou o lance e a festa foi toda dos tricolores.

Éverton teve a melhor chance do Flamengo no primeiro tempo, quando entrou com liberdade dentro da área, mas parou na defesa de Sidão. A resposta do São Paulo foi imediata. Contra-ataque e Cueva deixou Pratto em ótima condição para finalizar. Dessa vez, porém, Diego Alves foi quem brilhou.

Mas, com tantos buracos deixados pelos flamenguistas, o segundo gol tricolor era questão de tempo. Aos 39, de novo o meia peruano teve toda liberdade do mundo para dominar, levantar a cabeça e cruzar na cabeça de Hernanes, que chegou na área também sem marcação e cabeceou sem chances para o goleiro rubro-negro.

Ciente de que as coisas não estavam bem, Rueda voltou para a etapa final com Lucas Paquetá na vaga de Geuvânio, que mal foi visto em campo. E logo em sua primeira jogada pela beirada, Berrío silenciou o Pacaembu por alguns segundos ao acertar a trave de Sidão. Mas, foi só.

O Flamengo até passou a controlar mais a bola, ter mais posse, domínio, mas o São Paulo soube se defender, não se abalou com a pressão e teve até certa tranquilidade para, aos poucos, esfriar o ímpeto dos visitantes. Deu tempo até para divertir os torcedores com o famoso “olé” a cada toque de bola. Ainda deu tempo de Sidão completar a festa com uma grande defesa no último golpe do Flamengo.

Mais aliviados, os comandados de Dorival Júnior terão a semana livre agora depois de quatro jogos em 12 dias. No sábado, a equipe reencontra seu torcedor de novo no Pacaembu, no clássico com o Santos. Já o Mengão terá o Fluminense pela frente na quarta-feira, pela Copa Sul-Americana, e volta a jogar pelo Brasileirão também no sábado, quando receberá o Vasco no Maracanã

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Atlético se supera e vence o clássico de virada em Belo Horizonte

Fonte: Gazeta Esportivam (foto: arquivo/assessoria) – O Cruzeiro vem melhor na temporada, com título da Copa do Brasil e mais bem posicionado na tabela do Brasileirão. Mas o Galo não tomou conhecimento de nada disso, nem mesmo de jogar no Mineirão, com maior parte da torcida azul celeste, e, na tarde deste domingo, venceu a Raposa, por 3 a 1, em duelo válido pelo Campeonato Brasileiro. O resultado deixa o Galo na 9ª posição, com 41 pontos. O Cruzeiro segue em 5º, com 47.

Foi o clássico da superação para o Atlético. Após sair perdendo e ser pior no primeiro tempo, o Galo conseguiu uma ótima virada, com as substituições do técnico Oswaldo Oliveira surtindo mais efeito. Pelo lado da Raposa, vale destacar o bom primeiro tempo.

O Galo volta a campo no domingo, às 17h (de Brasília), contra o Botafogo. Já o Cruzeiro vai até São Paulo enfrentar o Palmeiras, na segunda-feira.

O clássico se mostrou um confronto mais tático do que qualquer outra coisa nos primeiros minutos. Sem grandes lances, sem oportunidades claras, com as duas equipes se estudando bastante.

O técnico Mano Menezes decidiu entrar para a partida sem um homem de referência na área, situação que deixava o grupo celeste mais técnico, mas com menos profundidade. Oswaldo Oliveira, por sua vez, trocou a técnica de Cazares pela força de Otero. Ele perdeu qualidade em campo, mas ganhou um homem a mais na recomposição, voltando para ajudar na marcação no lado direito do campo – local que vem ganhando as críticas com Marcos Rocha puxando a fila.

Até pela postura das equipes em campo, o Cruzeiro tinha mais o domínio da bola em campo, girando o jogo e fazendo a bola rodar. O Atlético se segurava e buscava o ataque concentrando a saída em Otero, pela direita, e Robinho pela esquerda e, em alguns momentos, no meio campo.

Aos 18 minutos o torcedor atleticano sofreu um susto. Mas não por uma jogada cruzeirense, mas sim pelo tiro de meta do goleiro Victor. O arqueiro atleticano, após a cobrança, ficou caído no chão, com dores no joelho esquerdo. O reserva imediato também está lesionado e cairia sobre Uilson a responsabilidade de defender a meta. Com auxilio dos médicos o camisa 1 preto e branco se recuperou.

Minutos depois Victor foi importante em um defesa. Em boa jogada do ataque cruzeirense, a bola sobrou para Diogo Barbosa que, com a perna ruim, a direita, mandou no cantinho e o arqueiro preto e branco fez a defesa.

Aos 30 minutos, o Cruzeiro abriu o placar. Em descida veloz, aproveitando a falta de recomposição do Atlético, a bola chegou até Rafinha que deixou Thiago Neves na cara do gol para, de perna direita, colocar a Raposa na frente.

E o tento só fez o Cruzeiro crescer. O Galo não conseguia agredir, exagerava nas tentativas pela direita – mesmo sendo inúteis e parava sempre na boa marcação celeste. Neste momento, o time de Mano Menezes conseguia controlar totalmente o jogo, quando tinha a bola nos pés sabia o que fazer e, sem ela, sabia marcar, chegando ao número de 22 contra 6 desarmes.

Na volta do intervalo, logo no primeiro minuto uma polêmica. Em lançamento para a área alvinegra, Léo Silva desviou de cabeça e a bola bate em Hudson. Os atleticanos ficaram reclamando de toque de mão, o árbitro deu apenas o escanteio.

Mas o perigo real, mais uma vez, chegou pelo lado do Cruzeiro. Rafinha recebeu a bola no meio e chutou. A bola passou por Victor e a trave foi o que salvou o Atlético.

Poucos minutos depois, Diogo Barbosa recebeu um passe na frente e chutou, quase sem ângulo, para Victor fazer uma nova defesa. O jogo estava todo desenhado para o Cruzeiro. Maior disposição, maior controle, mais potência e criação. No entanto, o futebol pode surpreender. E muito!

O Galo trocava mais passes em relação ao primeiro tempo. E Robinho lançou para Fábio Santos que fez um bom cruzamento. A bola sobrou no alto para o baixinho Otero. Mas o 1,60m de altura do venezuelano foi o suficiente para ele meter a testa na bola e conseguir o empate.

As entradas de Yago e Cazares melhoraram o time consideravelmente. O Galo conseguia agredir mais, ser mais consistente e ir com qualidade ao ataque. Aos 21 minutos, Robinho recebeu na frente, levou a bola para o pé bom, já dentro da área, e colocou no canto esquerdo do goleiro Fábio.

Após o tento, Mano Menezes decidiu colocar seu time para frente. Ele queria o resultado, queria a aproximação o grupo superior do Campeonato Brasileiro. Ele escalou Rafael Sóbis e Rafael Marques.

Mas não adiantou. A pressão do Cruzeiro deixava o Galo mais livre. Aos 35, Robinho, mais uma vez, marcou para o Atlético. Em chute no alto, ele tirou Fábio completamente da jogada e balançou as redes.

E mesmo após o gol, o Galo seguiu melhor, com mais oportunidades e mais eficiência em campo.
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Bahia derrota o Vitória em clássico e complica o rival no Brasileirão

Fonte: A Gazeta Esportiva – O maior clássico do estado da Bahia teve um vencedor definido. Neste domingo, na disputa do Ba-Vi, o Bahia derrotou o Vitória pelo placar de 2 a 1, em partida válida pela 30ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Os gols do confronto foram marcados por Mendoza e Edigar Junio, para os donos da casa, e Wallace, a favor dos visitantes.

Com o resultado, o Esquadrão de Aço chegou aos 38 pontos conquistados na tabela de classificação e se distanciou da zona de rebaixamento. O mesmo não pode ser dito do Leão: com a derrota, os comandados de Vagner Mancini estacionam nos 33 pontos e podem acabar a rodada dentro do Z4.

Na rodada seguinte, o Bahia viaja até o Rio de Janeiro para encarar o Fluminense, no Maracanã, às 17h00 (horário de Brasília) do próximo domingo. Já o Vitória recebe a visita do Atlético Goianiense, também no domingo, às 18h00 (horário de Brasília). Jogar no Barradão tem sido um pesadelo para a equipe, que tem o pior aproveitamento como mandante nesta edição da competição nacional.

Com a presença de Fred na zaga e a inclusão de Ramon no meio de campo, a intenção de Vagner Mancini era fortificar o poderio defensivo do Vitória contra a jogada aérea do Bahia. A mudança parece ter surtido efeito, já que os mandantes não conseguiram oferecer perigo à meta de Caíque por meio dos cruzamentos.

O primeiro tempo foi de maior domínio do Esquadrão de Aço. Controlando as ações, os mandantes tomavam a iniciativa da criação de jogadas, mas não conseguiam concluir ao gol. Os rubro-negros se limitavam a organizar suas linhas defensivas e conter o avanço ofensivo do adversário.

A primeira grande chance da etapa inicial, entretanto, saiu dos pés de um jogador do Leão. Após receber passe do campo defensivo, David aproveitou contra-ataque e disparou com a bola nos pés. Carregando até o início da grande área, o atacante chutou, mas acertou as redes pelo lado de fora.

As primeiras finalizações do Bahia saíram em jogadas consecutivas, com um cabeceio de Allione e um chute cruzado de Mendoza, após contra-ataque. Nos dois ataques, Caíque fez a defesa e assegurou que ambas as equipes fossem para o intervalo sem balançar as redes.

Logo no início do segundo tempo, os donos da casa inauguraram o marcador. Zé Rafael tentou enfiar uma bola em profundidade para a área, Wallace cortou mal e a bola caiu nos pés de Mendoza, que não precisou nem dominar para chutar para o gol. Caíque chegou a resvalar na bola com a ponta do pé, mas o desvio não foi suficiente para evitar o tento do Bahia.

Atrás no placar, o Vitória precisou mudar seu plano de jogo: ao invés de apostar no contra-ataque, teve que partir para cima do rival. As chances de perigo vieram com David, que após roubada de bola carimbou a trave, e com o colombiano Tréllez.

As alterações iniciais dos treinadores Vagner Mancini e Paulo Cézar Carpegiani mostravam bem suas intenções para o restante do confronto. Enquanto o técnico do Vitória substituiu Yago, um meia, por Danilinho, atacante, o comandante do Bahia também alterou o esquema tático colocando mais um zagueiro em campo, com a entrada de Thiago Martins no lugar de Allione.

Nos minutos finais, os rubro-negros se lançaram totalmente ao ataque, enquanto o Bahia tentava neutralizar as ações com trocas de passes no meio de campo. Todas as mudanças dos visitantes surtiram efeito: aos 37 minutos, após cobrança de escanteio, a zaga do Esquadrão de Aço não conseguiu afastar completamente a bola, que sobrou livre para Wallace marcar e se redimir da falha no gol adversário.

Entretanto, quem iria sair com a vitória do Ba-Vi seria mesmo o Bahia. Aos 42 minutos da etapa final, finalmente a jogada aérea dos mandantes funcionou: depois de cobrança de escanteio, Edson desviou de cabeça e Edigar Junio só completou para as redes, livre de marcação, fazendo o 2 a 1 e dando números finais à partida.
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Palmeiras de Valentim vence a 3ª seguida e fica a seis pontos do líder

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria/arquivo) – O Palmeiras de Alberto Valentim segue impecável. Em seu terceiro jogo no comando do Verdão, o treinador interino conquistou o terceiro triunfo, venceu o Grêmio por 3 a 1 em Porto Alegre, e chegou à vice-liderança do Campeonato Brasileiro. Agora, o Alviverde está a apenas seis pontos do líder Corinthians, que atua apenas na segunda-feira.

A opção de Renato Portaluppi de escalar Luan como titular para dar ritmo ao jogador pareceu a mais acertada pelos primeiros minutos de jogo na Arena. Antes dos dez, o camisa 7, atuando como meio-campista, deixou Arroyo em condições de finalizar por duas vezes, mas o equatoriano demorou em uma e teve impedimento erroneamente marcado em outra.

Luan conduzia o Grêmio ao ataque, mas o craque claramente caiu de rendimento após a metade do primeiro tempo. Do lado alviverde, o camisa 7 Dudu tinha atuação apagada e coube a Keno chamar a responsabilidade pela criação das jogadas alviverde. Assim como o gremista, o camisa 27 também foi recuado para atuar mais centralizado, às costas dos volantes Kaio e Michel.

Com Keno, o Verdão teve a primeira boa oportunidade de gol, aos 15 minutos, quando Bruno Henrique ajeitou de calcanhar para o atacante, que bateu de canhota, mas a bola foi desviada para escanteio. Nove depois, Borja invadiu a área e, sem ângulo, tocou na saída de Paulo Victor, mas Léo Moura afastou de novo antes de Keno empurrar para o gol.

O Palmeiras passou a dominar completamente a partida, com Keno e Borja sendo os destaques, mas o confronto ainda tinha muita marcação e pouca inspiração das equipes. Assim, as jogadas ofensivas se limitavam aos dribladores dos dois times.

Na volta do intervalo, Renato Portaluppi alterou o Grêmio taticamente com apenas uma alteração. Jailson entrou na vaga de Bruno Rodrigo, deslocando Michel para a lateral-esquerda e Marcelo Oliveira para a zaga. No entanto, não houve tempo para a mudança ser sentida pelos tricolores.

Logo aos três minutos, Dudu arriscou de fora da área, a bola desviou em Marcelo Oliveira, mudou sua trajetória e entrou no canto direito de Paulo Victor, que não pôde alcançar.

Usando a marcação por zona, o Alviverde passou a se fechar em seu campo e aguardar pela melhor oportunidade de um contra-ataque, que veio logo aos nove minutos. Dudu roubou a bola ainda no campo de defesa e avançou pela esquerda com Borja. Próximo à área, o camisa 7 rolou para o centroavante, que acertou um chutaço de canhota. Paulo Victor espalmou e Moisés pegou a sobra, acertando o travessão antes de ampliar a vantagem.

A posse de bola alviverde se tornou anda maior com o segundo tento. O Grêmio, que levou azar no primeiro gol e não conseguiu parar o ataque palestrino no segundo, apenas assistia a troca de passes dos visitantes que, na segunda etapa, teve seus quatro homens de frente inspirados.

Com a tranquilidade que tocava no meio-campo, o Palmeiras chegou ao terceiro gol. Em boa triangulação do ataque, Mayke recebeu pela direita, chegou à linha de fundo e cruzou rasteiro para Dudu, que ampliou sozinho na pequena área.

Já em verdadeiro ritmo de treino, Alberto Valentim fez três alterações no Palmeiras. Bruno Henrique, Moisés e Borja deixaram o campo para as entradas de Thiago Santos, Raphael Veiga e Deyverson.

Por fim, o Tricolor ainda descontou. Com 33 jogados, Luan cobrou falta na área, Raphael Veiga errou no domínio e Michel girou para diminuir a vantagem do Palmeiras.
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Em jogo fraco, Furacão bate o Sport e segue sonhando com o G7

Fonte: A Gazeta Esportiva – Em uma partida tecnicamente fraca na Arena da Baixada, o Atlético Paranaense sofreu, mas conseguiu bater o Sport por 2 a 1 e segue reagindo no Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o time da casa chegou aos 41 pontos, na nona colocação. Já o Leão, com 35 pontos, cai para a 15ª posição, ameaçado com a proximidade da zona de rebaixamento.

Depois de um primeiro tempo com placar em branco, o Furacão abriu a contagem aos 15 minutos da segunda etapa com Lucho González, acertando um belo chute da entrada da área. Diego Souza, de pênalti, deixou tudo igual, aos 24 minutos. Mas, aos 42 minutos, Gedoz garantiu os três pontos.

Na próxima rodada, o Atlético Paranaense enfrenta a Chapecoense, sábado, na Arena da Baixada, Curitiba. Já o Sport enfrenta o Coritiba, domingo, na Ilha do Retiro, no Recife.

A partida começou bem disputada, com o Leão tentando mostrar as garras, mas parando em uma marcação bem postada do time da casa que, por sua vez, tentava ocupar os espaços para pressionar. Aos quatro minutos, Mena fez o cruzamento e Diego Souza arrematou de primeira, para fora. A resposta veio com Guilherme, de cabeça, aos oito minutos, pela linha de fundo.

O Furacão voltou a aparecer no ataque, aos 10 minutos, com Ribamar encontrando Douglas Coutinho na área para testar e o obrigar Magrão a fazer grande defesa. As duas equipes buscavam espaço para criar, mas as defesas se sobressaiam. Aos 19 minutos, Anselmo pegou sobra de bola e arriscou de longe, por cima da meta atleticana.

André recebeu no meio da defesa adversária, aos 24 minutos, girou o corpo e chutou prensado, nas mãos de Weverton. Nikão recebeu e partiu para a jogada individual, aos 35 minutos, e rolou para Guilherme, que não conseguiu pegar em cheio e facilitou a recuperação de Durval. Quem pegou rebote, aos 42 minutos, foi Guilherme, que dominou na área, mas arrematou fraco, nas mãos de Magrão.

Depois do intervalo, as equipes retornaram sem mudanças. Logo no primeiro minuto, Lucho chutou e longe, mas fraco, fácil para o goleiro pernambucano. Apesar de disputado, as chances reais de gol não davam as caras, mostrando falta de ousadia dos dois lados, que apostavam na ligação direta.

Jogada pela ponta, aos 12 minutos, com cruzamento rasteiro para Douglas Coutinho, que não estava atento na jogada e deixou a bola passar. Até eu, aos 15 minutos, Lucho González recebeu de Ribamar e bateu de primeira, da entrada da área, para fazer um belo gol. Aos 20 minutos, Zé Ivaldo fez o cruzamento, Ribamar se atirou na bola mas, não alcançou, em uma boa chegada do Atlético.

Porém, aos 22 minutos, Zé Ivaldo derrubou Rogério na área e o árbitro marcou a penalidade. Na cobrança, Diego Souza deixou tudo igual. Aos 31 minutos, Gedoz cobrou falta fechada e Diego Souza apareceu para salvar. Aos 37 minutos, Thiago Heleno subiu na área para testar firme, pela linha de fundo, com perigo. Até que, aos 40 minutos, Gedoz foi derrubado na entrada da are e foi derrubado. Penalidade marcada. Na cobrança, o meia garantiu a vitória atleticana.
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Flamengo goleia o Bahia e sobe para sexta colocação do Brasileirão

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gilvan de Souza) – Depois de um primeiro tempo apático, o Flamengo subiu de produção na etapa final e goleou o Bahia por 4 a 1, em partida disputada na noite desta quinta-feira, na Ilha do Urubu. Com o resultado, o time rubro-negro chegou a 46 pontos ganhos, ultrapassou o Botafogo e agora ocupa a sexta colocação no Campeonato Brasileiro. O Bahia, que não perdia há quatro jogos, segue com 35 pontos na 13ª colocação. Réver e Diego foram os maiores responsáveis pela vitória. Eles marcaram dois gols, cada, e saíram muito festejados pela torcida. Mendoza, de pênalti, anotou o gol da equipe baiana.

A vitória refletiu o desenvolvimento da partida.O Flamengo começou mal, irritou a torcida no primeiro tempo, mas acabou se encontrando na etapa final e construiu a merecida vitória. O Bahia chegou a equilibrar o jogo até sofrer o segundo gol, quando se entregou completamente e facilitou a tarefa da equipe comandada por Reinaldo Rueda.

Na próxima rodada, o Flamengo vai enfrentar o São Paulo, no Pacaembu. O Bahia vai encarar o Vitória, na Fonte Nova.

Os dois times começaram a partida mostrando disposição ofensiva. Mesmo fora de casa, o Bahia tentava mostrar que não se sentia pressionado diante da pressão da torcida rubro-negra. Apesar da correria, os times encontravam dificuldades para penetrar na defesa adversária e criar lances de perigo.

Aos dez minutos, Berrio investiu pela direita e cruzou para Guerrero que chegou atrasado. A bola sobrou para Everton que arriscou o chute, mas mandou para fora.

O Flamengo continuava buscando o jogo pela direita onde Berrio tentava explorar o fato de o lateral Juninho Capixaba já ter sido advertido com o cartão amarelo. Aos 14 minutos, Guerrero arriscou de canhota e mandou para fora. O Bahia respondeu com uma boa jogada de Zé Rafael que aproveitou o espaço na defesa rubro-negra para concluir, mas mandou a bola para fora.

Aos 23 minutos, a defesa do time carioca se atrapalhou e a bola ficou com Zé Rafael que chutou forte e Diego Alves fez boa defesa.

O Flamengo só voltou a aparecer bem aos 28 minutos quando Trauco desarmou um adversário que lançou Diego. O meia chutou forte e Jean defendeu com segurança. Um minuto depois, o Bahia teve uma ótima chance para abrir o marcador. Vinicius recebeu livre de Mendoza, invadiu a área e chutou em cima de Diego Alves que voltou a salvar a sua equipe.

A torcida começou a se impacientar com os erros cometidos pela equipe da Gávea que não conseguia se organizar dentro de campo.
Aos 33 minutos, o técnico Carpegiani foi obrigador a substituir Vinicius que se lesionou. Régis entrou em seu lugar.

Depois dos 35 minutos, o jogo voltou a ficar em ritmo lento com as duas equipes trocando passes sem objetividade e sem conseguir criar jogadas de perigo. Os jogadores do time carioca mostravam grande irritação e Paolo Guerrero e Diego foram advertidos com o cartão amarelo por excesso de reclamação.

Aos 49 minutos, no último lance importante do primeiro tempo, Régis bateu falta e Diego Alves saiu para socar a bola e afastar o perigo. Ao final do primeiro tempo, alguns jogadores do Flamengo foram reclamar da arbitragem.

O Flamengo voltou para o segundo tempo com Éverton Ribeiro no lugar de Berrio.
Aos quatro minutos, o meia Diego recebe na área e manda a bomba. Jean espalmou para escanteio. Na cobrança, o time rubro-negro marcou o primeiro gol. Depois de confusão na área e toque de Guerrero, a bola sobrou para Réver chutar e colocar nas redes do Bahia.

Sem outra alternativa, a equipe visitante passou a adiantar sua equipe para tentar buscar o gol do empate. O Flamengo voltou melhor para o segundo tempo e . depois da vantagem, passou a atuar de forma organizada. Aos 15 minutos, Guerrero chutou, mas mandou para fora. Para tentar aumentar a força ofensiva da sua equipe, o técnico Carpegiani colocou Hernane Brocador em campo na vaga de Edigar Junio, completamente apagado. Já o técnico Reinaldo Rueda foi obrigado a tirar Paolo Guerrero que estava se queixando de um problema na coxa esquerda. Lucas Paquetá entrou na vaga do peruano.

Aos 23 minutos, o Bahia empatou. O argentino Allione fez ótima jogada e serviu Hernane na área. O Brocador foi derrubado por Juan e o árbitro marcou pênalti, convertido por Mendoza sem chances para o goleiro Diego Alves.

Irritada com o empate, a torcida rubro-negra passou a reclamar da equipe. O meia Diego passou a ser vaiado, a cada erro de passe. Isolado no ataque, Lucas Paquetá lutava muito para superar a marcação. Aos 27 minutos, o jovem atacante fez boa jogada, mas o cruzamento acabou nas mãos do goleiro Jean.

Aos 31 minutos, o Flamengo desempatou, novamente com o zagueiro Réver. Após cobrança de escanteio, o zagueiro subiu mais do que a zaga baiana e testou sem chances para o goleiro Jean.

A vantagem motivou o Flamengo que chegou ao terceiro gol aos 39 minutos. Após levantamento na área, o árbitro marcou toque de Lucas Fonseca dentro da área. Diego bateu com categoria e ampliou.

Inteiramente batido, o Bahia ainda sofreu o quarto gol, novamente com Diego. O experiente armador recebeu na área e tocou sem defesa para Jean.

Com a vitória garantida, o técnico Reinaldo Rueda ainda tirou Diego antes do final para que o meia recebesse os justos aplausos da torcida.
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