Cueva joga, mas São Paulo só empata com o Botafogo no Pacaembu

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Sérgio Barzaghi/ Gazeta Esportiva) – Não adiantou ‘perdoar’ Cueva. Mesmo com o peruano em campo no segundo tempo, o São Paulo não passou de um empate sem gols contra o Botafogo nesse domingo e chegou ao quatro jogo seguido sem vitória. Com Hernanes suspenso, faltou criatividade ao time de Dorival Júnior, que pouco criou com Lucas Fernandes e Shaylon na armação da equipe. Mesmo assim, Lucas Pratto ainda teve a bola do jogo, mas acabou carimbando a trave. Dessa forma, agora a duas rodadas do fim do Campeonato Brasileiro e com 46 pontos, o Tricolor já não corre mais risco de rebaixamento. Por outro lado, o Botafogo segue firme na briga por uma vaga na próxima Libertadores da América ao alcançar os 40 pontos mesmo com a fase ruim. Agora são três partidas sem saber o que é vencer.

Antes da bola rolar, surgiu uma notícia que mexeu com os torcedores são-paulinos. Cueva, que havia ‘sumido’ no sábado, chegou na Capital Paulista de madrugada, se apresentou e, depois de uma conversa com a comissão técnica e a diretoria tricolor, foi integrado ao grupo às pressas. Dorival, no entanto, manteve a formação inicial intacta e deixou o peruano no banco de reservas.

Sem seu camisa 10, o São Paulo iniciou o jogo desatento e por pouco não pagou caro por isso. Antes do primeiro minuto de jogo, Pimpão roubou a bola de Bruno Alves na meia-lua e exigiu a primeira intervenção de Sidão, que enfrentou seu ex-clube pela primeira vez.

A marcação alta atrapalhou os planos do time de Dorival Júnior, que até tentava distribuir o jogo sem o famoso bicão, mas encontrava muitas dificuldades e ainda deixava o torcedor aflito nas arquibancadas.

A primeira boa chegada dos mandantes foi um chute de fora da área de Shaylon. Gatito voou para espalmar. No mais, São Paulo e Botafogo fizeram um primeiro tempo digno da garoa fria que caia no Pacaembu.

Jair Ventura e Dorival Júnior preferiram não mexer no intervalo e o segundo tempo começou idêntico a etapa inicial. Novamente o São Paulo se viu em apuros nos primeiros segundos. Dessa vez Lindoso isolou de frente para o gol.

A torcida, então, não quis saber de castigo ao seu camisa 10. Certo ou errado por não ter se apresentado na data programada depois de ajudar a classificar sua seleção à Copa do Mundo, Cueva teve o nome gritado já aos 10 minutos. A má atuação de Lucas Fernandes contribuiu muito para a manifestação. E, aos 15, o técnico tricolor acatou o desejo da massa.

Com o armador em campo, o São Paulo melhorou, acelerou o jogo e só não abriu o placar porque Lucas Pratto não teve faro de gol. Livre de marcação, cara a cara com Gatito, o argentino recebeu passe de Edimar e carimbou a trave.

O desperdício da oportunidade de gol mais clara do jogo mexeu com o time são-paulino, que novamente caiu de rendimento e ainda levou alguns sustos com os contra-ataques do Glorioso. Quando precisou, principalmente depois de boa finalização de Pimpão de média distância, Sidão trabalhou bem.

Dorival ainda postou em Júnior Tavares e Gilberto nas vagas de Shaylon e Pratto, respectivamente, como cartadas finais. Jair respondeu com Marcos Vinicius no lugar de Léo Valencia, mas a verdade é que o jogo em si não engrenou mais. Menos mal para o Botafogo, que arrancou um ponto importante longe de seus domínios. Ao São Paulo, a luta para evitar um inédito rebaixamento já não preocupa mais, mas a vaga na Libertadores ficou  mais complicada de ser alcançada.

Com apenas mais seis pontos em disputa no Campeonato Brasileiro, o Tricolor terá pela frente o Coritiba no domingo, fora de casa, e o Bahia, dia 3, no retorno ao Morumbi. Já o Botafogo visitará o Palmeiras na próxima segunda e fechará sua campanha diante do Cruzeiro, no Rio de Janeiro.
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Sport vence o Bahia e segue vivo na luta contra o rebaixamento

Fonte: Gazeta Esportiva (Foto: Williams Aguiar/Sport) – O Sport segue somando pontos na briga contra o rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro. Neste domingo, a equipe recebeu a visita do Bahia e, após muito martelar, venceu pelo placar de 1 a 0 – após quase quatro meses sem vencer no Brasileirão.

O único gol da partida foi marcado por Marquinhos, após passe de André. O Leão da Ilha não fez uma partida impecável, e perdeu muitas chances claras de gol. Diego Souza, principal nome do time, não esteve em seu melhor jogo. Pelo lado do Bahia, a equipe entrou com o pensamento na vaga para a Libertadores e pouco produziu.

Com o resultado, o Sport chegou à 39 pontos e igualou a Ponte Preta em número de pontos, mas o clube paulista ainda entra em campo nesta segunda. Com duas rodadas para o fim da competição, o Leão ocupa a 18ª colocação e enfrenta Fluminense e Corinthians. Já o Bahia, com 49 pontos, desceu para a décima posição e vê o sonho de ir à Libertadores cada vez mais longe. O Tricolor tem pela frente Chapecoense e São Paulo.

Apoiado por sua torcida, o Sport entrou em campo com uma postura ofensiva e buscando o primeiro gol do jogo a todo momento. Apesar de encontrar muitos espaços, a equipe pecava nas finalizações e apresentou um aproveitamento muito abaixo do ideal.

Logo no início de jogo, o Leão da Ilha pressionou com Diego Souza, que perdeu gol incrível. Após o Sport recuperar a bola na saída de jogo do Bahia, André ajeitou para o camisa 87, que dominou no peito e bateu firme, mas mandou por cima do gol defendido por Jean.

O Bahia apostava suas fichas nos contra-ataques, com a velocidade de Mendoza e Junio. No entanto, não conseguiu incomodar o goleiro Magrão, apenas em cobrança de bola parada. Com o Tricolor tímido em campo, o Sport avançou ao ataque. Responsável pelas finalizações da equipe, Diego Souza novamente perdeu uma boa chance de fazer gol, ao chutar para fora.

Se Diego Souza e André não estavam com a mira calibrada, coube a Marquinhos abrir o placar. Após cobrança de lateral, Diego Souza deu um leve desviou para a área. André fez o pivô e ajeitou a bola para Marquinhos, que chegou batendo e abriu o placar: 1 a 0.

Com o revés sofrido, o Bahia voltou para o segundo tempo em busca do gol de empate. O time do Nordeste passou a ter mais posse de bola, mas não construía grandes jogadas ofensivas. A solução, então, foi a bola parada.

O goleiro Jean cobrou falta perto da meia-lua e viu a bola explodir no travessão de Magrão, que não teve reação. O lance fez com que o Tricolor crescesse na partida, e a equipe voltou a assustar, dessa vez com Mendoza.

Após o momento de pressão, o Bahia perdeu ritmo de jogo e o Sport, com a entrada de Rogério e Rithely, ficou perto de ampliar o placar. Henríquez pegou rebote na cobrança de falta e chutou de longe, exigindo defesa espetacular de Jean.
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Árbitro erra e Internacional se mantém na briga pelo título com vitória em Goiás

Fonte: Gazeta Esportiva (Foto: Ricardo Duarte/SCI) – Acabou o jejum do Internacional no Campeonato Brasileiro da Série B. Na tarde desse sábado, o Colorado se aproveitou de um erro incompreensível da arbitragem, bateu o Goiás por 2 a 0 no estádio Serra Dourada, em Goiânia, e voltou a vencer após cinco rodadas (desde 21 de outubro, quando superou o Criciúma). Dessa forma, com o empate do América-MG em Londrina, os gaúchos vão para a última rodada da competição ainda com chance de título, já que os mineiros seguem na liderança com 70 pontos, dois a mais que o Inter. Enquanto isso, o Goiás, aliviado pela permanência garantida na Série B, chega ao sexto jogo seguido sem vitória, fica nos 44 pontos, na primeira posição acima da zona de rebaixamento.

A 38ª e última rodada terá o Internacional recebendo o Guarani no Beira-Rio e o América, também em casa, diante do CRB. Ambos os jogos estão marcados para às 17h30 (de Brasília) do sábado. No mesmo dia e horário, o Goiás fechará sua campanha contra o Oeste, em Barueri.

Como já não corria mais qualquer risco de rebaixamento, o Goiás entrou em campo mais relaxado e corajoso. Em um primeiro tempo sem grandes emoções, o Esmeraldino foi pelo menos o time com mais ímpeto no ataque. Sonolento, o Colorado irritou Odair Hellmann e seus torcedores na maior parte do tempo.

Mesmo assim, o lance de maior destaque de toda a primeira etapa acabou sendo dos gaúchos. Aos 44, Thales completou escanteio cobrado por D’Alessandro e marcou o gol. No entanto, a jogada já estava anulada por Heber Roberto Lopes, que viu falta de Cuesta fora do lance da bola.

O árbitro catarinense, porém, se tornaria alvo de críticas pesadas no inicio do segundo tempo. Logo aos três minutos, o Goiás chegou ao gol em jogada bem trabalhada. Bolt lançou Carlinhos, que infiltrou na área com liberdade e, na saída de Danilo Fernandes, só rolou para o meio, onde chegava Gustavo para mandar para as redes. Jogada toda legal, mas, de repente, depois de toda a comemoração, Heber Roberto Lopes acabou anulando o lance.

Por muitos minutos, mesmo com o jogo transcorrendo, as pessoas no Serra Dourada, fossem em campo ou nas arquibancadas, tentavam entender o que o árbitro marcou no gol do Esmeraldino. Nem o quarto árbitro soube informar a causa da anulação do gol.

Para piorar ainda mais o clima, o Goiás perdeu uma segunda chance clara de gol com Carlos Eduardo, que ficou cara a cara com Danilo Fernandes, mas acertou o peito do goleiro Colorado. E o castigo veio logo em seguida, assim que Camilo entrou na vaga de Sasha.

Em seu primeiro toque na bola, Camilo deixou William Pottker livre para cabecear para o fundo do gol de Marcelo Rangel. Apenas seis minutos depois, aos 19, Camilo acertou outra linda assistência para o camisa 99, que teve tranquilidade para deslocar o goleiro rival e marcou o segundo gol, seu e do Inter.

Daí para frente, o Goiás se desmotivou de vez, a torcida passou a cobrar os atletas em campo e o Inter não teve muitos problemas para administrar a vitória até o apito final de Heber Roberto Lopes, o grande protagonista do duelo, apesar dos dois gols de Pottker.

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Britânico Hegarty morre aos 31 anos em decorrência de grave acidente em prova de moto no GP de Macau

Grande Prêmio Redação GP -Daniel Hegarty (Foto: Divulgação/GP de Macau)) © Fornecido por Grande Prêmio Daniel Hegarty (Foto: Divulgação/GP de Macau)) O GP de Macau de moto terminou de maneira trágica. O britânico Daniel Hegarty sofreu um acidente neste sábado (18) e não resistiu às lesões.

O piloto da Topgun Honda caiu na Fisherman na sexta volta da corrida, bateu nas barreiras de proteção e chegou até mesmo a perder o capacete. A prova foi imediatamente interrompida em bandeira vermelha e, por conta da gravidade do acidente, não foi mais reiniciada.

Hegarty, de 31 anos, foi socorrido e levado ao hospital, mas a organização da prova anunciou em um comunicado que o britânico faleceu no caminho.

© Foto: Reprodução/Facebook
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“A família e o time foram contatados, e o Comitê vai garantir que toda assistência seja estendida a eles”, diz o comunicado. “O Comitê do GP de Macau estende suas mais profundas condolências à família e aos amigos de Daniel”.

Natural de Nottingham, Hegarty participava do GP de Macau pela segunda vez, tendo sido 16º colocado na edição do ano passado. O britânico também competia de forma regular no TT da Ilha de Man, participando nas categorias Supersport e Superbike desde 2011.

Hegarty é o primeiro piloto a perder a vida em Macau desde o acidente fatal do português Luis Carreira, na classificação da prova de 2012.

Com o encerramento da corrida, a vitória da ficou com Gleen Irwin, com o resultado da prova validado na quinta volta.

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Palmeiras goleia o Sport e garante vaga direta na fase de grupos da Libertadores

Por ESPN – O time alviverde até sofreu um pouco, mas conseguiu deslanchar no segundo tempo para golear o Sport por 5 a 1 e garantir a vaga que tanto buscava. Deyverson marcou duas vezes, Luan, Dudu e Keno marcaram mais um gol cada, e Diego Souza descontou para os pernambucanos.

Com o resultado, o Palmeiras chegou aos 60 pontos e até poderia ser alcançado pelo Botafogo, que acabou derrotado pelo lanterna Atlético-GO. Mesmo assim, o time alviverde se manteria na frente pelo número de vitórias.

Assim, o time alviverde terminaria a competição no mínimo na sexta colocação.

O próximo compromisso palmeirense é contra o Avaí, fora de casa, na segunda-feira.

Do outro lado, o Sport se complica bastante na luta contra o rebaixamento. Com 36 pontos, o time segue três atrás do Vitória, primeiro time fora da área de degola. O problema é que só há mais nove pontos em disputa.

O próximo compromisso é em casa, no domingo, diante do Bahia.

O jogo

O Sport criou as melhores oportunidades durante o primeiro tempo e deu trabalho ao goleiro Fernando Prass. Na melhor chance, Raul Prata recebeu pela direita e cruzou. A bola desviou e foi no rumo do gol, mas o experiente arqueiro conseguiu salvar.

Diego Souza, de volta da seleção brasileira, levou perigo em cobrança de falta, defendida por Prass, e também cabeceou uma bola perigosa para fora. O goleiro palmeirense ainda espalmou chute forte de Raul Prata em jogada de contra-ataque pela direita.

O Palmeiras, com dificuldades na criação, levou algum perigo no momento em que Jean cruzou da direita, Deyverson desviou de cabeça e a bola sobrou para Keno, mas o atacante bateu em cima da marcação. Insatisfeita, a torcida vaiou o time mandante na saída para o intervalo.

Após tomar um susto logo no começo do segundo tempo em chance desperdiçada por Marquinhos, o Palmeiras inaugurou o marcador aos 11 minutos. Dudu desceu pela direita e cruzou para Deyverson completar na primeira trave – criticado pela torcida por perder oportunidade incrível pouco antes, o centroavante não comemorou.

O Palmeiras soube como aproveitar o momento favorável e aumentou a vantagem sete minutos depois. Após cobrança de escanteio de Dudu pelo lado esquerdo, o zagueiro Luan usou a cabeça para marcar o primeiro gol de sua carreira com a camisa do Palmeiras.

O time alviverde marcou mais um aos 33 minutos do segundo tempo. Após receber passe de Keno, Deyverson finalizou com precisão diante do Magrão e, desta vez, comemorou timidamente. Com a vitória assegurada, a torcida local ainda pediu ironicamente a entrada de Wesley, reserva do Sport.

O Sport marcou seu único gol aos 37 minutos da etapa complementar. A bola atravessou de um lado para o outro da defesa palmeirense e terminou com Rogério, que cruzou para cabeçada certeira de Diego Souza. O time rubro-negro correu para recomeçar o jogo, mas ainda sofreu mais dois gols.

Aos 44 minutos, Dudu recebeu de Tchê Tchê, carregou e finalizou no canto esquerdo de Magrão. Dois minutos depois, Keno recebeu de Willian pela esquerda e tocou na saída de Magrão.

Nos instantes finais, o Sport ainda ouviu gritos de “Segunda Divisão” da torcida rival no Allianz Parque.

FICHA TÉCNICA:
PALMEIRAS 5 x 1 SPORT

Data: 16 de novembro de 2017, quinta-feira
Local: Estádio Allianz Parque, em São Paulo-SP
Horário: 20 horas (de Brasília)
Árbitro: Rafael Traci
Assistentes: Ivan Carlos Bohn e Luciano Roggenbaum
Público: 18.744 pagantes
Renda: R$ 935.034,56
Cartões amarelos: Diego Souza, Anselmo (SPO)
Gols:
PALMEIRAS: Deyverson, aos 11 e aos 33 minutos do 2º Tempo, Luan, aos 18 minutos do 2º Tempo, e Dudu, aos 44 minutos do 2º T
SPORT: Diego Souza, aos 37 minutos do 2º Tempo

PALMEIRAS: Fernando Prass; Jean, Edu Dracena (Antônio Carlos), Luan e Michel Bastos; Felipe Melo (Thiago Santos), Tchê Tchê e Moisés (Willian); Keno, Dudu e Deyverson. Técnico: Alberto Valentim

SPORT: Magrão; Raul Prata, Henríquez, Durval e Sander; Anselmo, Patrick e Mena (Índio); Marquinhos (Rogério), Diego Souza e André. Técnico: Daniel Paulista

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Bahia vence Santos e fica a um ponto do G7

Por oGol  – O Bahia segue sua incrível arrancada no Campeonato Brasileiro. Dessa vez, a vítima foi o Santos, que terminou derrotado na Fonte Nova por 3 a 1.

Com outro resultado positivo, o Tricolor chegou aos 49 pontos, ficando a um do G7. Já o Peixe fica estacionado nos 56, em quarto lugar.

Santos começa melhor

O Santos sabia que quando a criatividade de Lucas Lima achasse o oportunismo de Ricardo Oliveira, a chance de gol seria maior. Aos cinco minutos, o meia deu boa bola para o atacante, mas o chute parou em Jean.

Bruno Henrique também se mostrava boa opção para o meia e, aos 15 minutos, após receber de Lucas Lima, arriscou chute forte de fora e acabou parando em Jean.
Gol de Bahia 3 x 1 Santos (Via ESPN)bhaia santos

Pouco depois, quem foi o garçom para Bruno Henrique foi David Braz. O zagueiro apareceu no ataque para cruzar e Bruno Henrique só empurrou para dentro.

Por muito pouco, Ricardo Oliveira não aumentou a vantagem santista. Após o susto, o Bahia conseguiu arrumar um pênalti, com Zé Rafael, e Mendoza empatou.

O gol empolgou a Fonte Nova, que passou a empurrar o time. Até Jean se animou para bater falta, mas o goleiro acertou na barreira. Mais bola na rede, só no segundo tempo.

Virada para manter arrancada baiana

Foi nos primeiros minutos da segunda etapa que o Tricolor virou. Após rápido contragolpe, Zé Rafael tentou mandar para Mendoza, mas Alisson se antecipou ao atacante e marcou contra.

Se por muito tempo quis colocar fogo no jogo, o Bahia, após a virada, buscou o contrário. Queria mais era esfriar o jogo e fazer o tempo, agora amigo, passar. Apesar disso, Zé Rafael quase fez 3 a 1, mas Vanderlei evitou.

O Peixe foi se abrindo cada vez mais. Até o jovem Yuri Alberto entrou. Mas, aos 31, o árbitro viu falta de Jean Mota em Edigar Junio na área: pênalti. O próprio atacante bateu e confirmou a vitória baiana.

Nem que o chute de Ricardo Oliveira que parou na trave aos 39 entrasse, o Santos conseguiria evitar a derrota. A Libertadores segue como sonho baiano.

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Botafogo oscila, perde mais uma em casa e dá sobrevida ao Atlético-GO

Por LANCE! Rafael Bortoloti  – Não foi a noite do Botafogo. Com futebol irreconhecível, o Alvinegro perdeu mais uma vez em casa. Nesta quinta-feira, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro, o algoz do Glorioso foi o Atlético-GO, que venceu por 2 a 1 com gols de Jorginho e Luiz Fernando. Ainda houve um terceiro gol, anulado pela arbitragem. João Paulo descontou para o Glorioso.

O resultado simboliza o terceiro revés seguido do time comandado por Jair Ventura em casa. Nos dois últimos finais de semana, foram derrotas para Fluminense e Atlético-PR. O Botafogo mantém-se em sexto, com 51 pontos, a quatro do Cruzeiro, o quinto. Já o Dragão ganha uma sobrevida no Brasileirão, pula para 33 pontos e ainda sonha em escapar do rebaixamento, mesmo na lanterna.

Bota começa bem, mas toma sustos

O Botafogo, como as circunstâncias do jogo pediam, começou buscando mais o ataque, mas foi o Atlético-GO quem ofereceu perigo primeiro, com o gol de Gilvan, impedido, após cobrança de falta batida por Breno Lopes e cometida por Bruno Silva.

O gol, apesar de não valer, acordou o Atlético-GO. A cabeçada para fora de Jorginho foi a melhor chegada. Um pouco antes dela, foi Igor Rabello, para o Botafogo, quem cabeceou para fora. Depois desta oportunidade desperdiçada pelo Rubro-Negro, lentamente, o Botafogo voltou a retomar o protagonismo do jogo. Aos 25, mais uma cabeçada para fora: esta de Carli, em impedimento.

Cinco minutos depois, João Paulo deu um lindo cruzamento para Bruno Silva, o volante levou perigo, mas cabeceou para fora. Três minutos depois, Marcos Vinicius tentou de fora da área e mais uma vez a bola foi para fora. Nem assustou o goleiro Klever.

Neste momento o domínio já tinha voltado a ser total do Botafogo e Arnaldo fez questão de reforçar isso, aos 35, com um bom chute da entrada da área. Este, porém, na direção do gol, que exigiu rebote do goleiro.

O gol do Botafogo parecia maduro neste momento, mas foi o Atlético-GO quem tirou o zero do placar, com Jorginho, em lindo balaço de fora da área e indefensável para Gatito. Apesar do gol, o momento era mesmo do Alvinegro, que empatou de maneira semelhante dois minutos depois, com João Paulo.

O segundo tempo começou com um cenário idêntico: Botafogo ditando o ritmo do jogo, como com Marcos Vinicius aos 2, de fora, e com o Atlético surpreendendo em ocasiões esporádicas. Foi o que aconteceu aos 14. Igor chutou, Gatito espalmou, Breno Lopes pegou o rebote e encontrou Luiz Fernando livre para desempatar: 2 a 1.

Bruno Silva, vaiado, deixa o campo, e dá entender que sairá do time

A torcida da casa, perplexa com a terceira derrota consecutiva em casa, xingou e exigiu mudanças. Foram logo duas: Valencia e Tanque, para as saídas de M. Vinicius e Brenner. Pouco depois, foi a vez do muito vaiado Bruno Silva dar lugar a Rodrigo Pimpão. Na saída do campo, ele fez um gesto típico de quem estará de casa nova em 2018.

O Botafogo não se entregou com tantas adversidades e aos 28 Klever fez ótima defesa após chute de Arnaldo, da pequena área. Dois minutos depois, outra chegada perigosa: Valencia cruzou, mas Tanque não alcançou. Ainda houve tempo de Andrigo, do Dragão, cobrar uma falta e exigir nova grande defesa de Gatito. Não foi a noite do Botafogo.

FICHA TÉCNICA

BOTAFOGO 1 X 2 ATLÉTICO-GO

Local: Estádio Nilton Santos (RJ)

Data-Hora: 16/11/2017 – 11h

Árbitro: Claudio Francisco Lima e Silva (SE)

Auxiliares: Cleriston Rios (SE) e Fábio Pereira (TO)

Público/renda:

Cartões amarelos: Luiz Fernando (ACG)

Cartões vermelhos: –

Gols: Jorginho (40’/1ºT) (0-1), João Paulo (42/1ºT) (1-1), Luiz Fernando (14/2ºT) (1-2)

BOTAFOGO: Gatito Fernández; Arnaldo, Carli, Igor Rabello e Gilson; Rodrigo Lindoso, Bruno Silva (Rodrigo Pimpão, aos 22’/2ºT) João Paulo e Marcos Vinicius (Valencia, aos 16’/2ºT); Guilherme e Brenner(Tanque, aos 16’/2ºT) Téc: Jair Ventura

ATLÉTICO-GO: Klever; Jonathan (Marcão Silva, aos 34’/2ºT) William Alves, Gilvan e Breno Lopes; André Castro, Igor (Ronaldo, aos 23’/2ºT) Andrigo, Jorginho e Luiz Fernando; Diego Rosa. Téc: João Paulo Sanches
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Com gol de zagueiro, Coritiba vence e aumenta a pressão no Flamengo

Gol de Coritiba 1 x 0 Flamengo (Via ESPN)

Por LANCE! Paulo Victor Reis – O Flamengo foi novamente derrotado fora de casa neste Campeonato Brasileiro. O Rubro-Negro caiu diante do Coritiba, por 1 a 0, na noite desta quinta-feira, no Couto Pereira, pela 35ª rodada. O time carioca permaneceu na sétima colocação, com 50 pontos, enquanto o Coxa deu um passo importante na luta contra o rebaixamento, chegando aos 43. O gol da partida foi marcado pelo zagueiro Cléber Reis em mais um vacilo da zaga da equipe da Gávea.

O JOGO

O jogo começou interessante, com ambas as equipes em busca do gol. Não demorou muito e o Coritiba abriu o placar. Carleto cobrou uma falta que parecia pouco perigosa da intermediária e jogou a bola na área. Cléber Reis ganhou a disputa pelo alto e cabeceou. A bola desviou em Juan e entrou. Mais um vacilo do setor defensivo rubro-negro.

O Flamengo chegou perto do empate aos 17 minutos. Everton recebeu na área e finalizou, mas parou em Wilson. A bola sobrou para Paquetá, mas o goleiro do Coxa estava atento e fez mais uma boa defesa. O Fla passou a dominar as ações, mas não conseguiu criar outras chances claras de gol. Já o Coritiba segurava a vantagem e fazia faltas para frear o ímpeto rubro-negro.

Nos últimos minutos da primeira etapa, o time carioca levou perigo em algumas bolas alçadas na área adversária. Faltou, porém, mais criatividade e jogadas individuais para superar o bloqueio adversário.

O segundo tempo começou no mesmo ritmo de reta final da primeira etapa, com o Flamengo melhor, dominando e procurando espaços. O Coxa estava satisfeito com a vantagem, mas não conseguia atingir o seu objetivo: sair no contra-ataque para matar o jogo.

O Rubro-Negro tinha grande vantagem na posse de bola, mas não conseguia criar uma chance para balançar a rede. Na oportunidade que chegou mais perto, o Flamengo não conseguiu finalizar. Para mudar este panorama, o técnico Reinaldo Rueda lançou o garoto Vinicius Júnior em campo.

Com mais fôlego, o time carioca amassou o Coxa, mas não houve outra alteração no placar. Os donos da casa praticamente abdicaram do ataque para segurar a vitória. Apesar de magro, o resultado foi muito importante para o Coritiba na luta contra a degola. Já o Fla, mais uma vez, decepcionou.
FICHA TÉCNICA:
CORITIBA 1 X 0 FLAMENGO

Local: Couto Pereira, Curitiba (PR)

Data/horário: 16/11/2017 – 21h

Árbitro: Alex Ang Ribeiro (SP)

Assistentes: Tatiane Sacilotti (SP) e Alberto Poletto (SP)

Cartões amarelos: Renê, Diego Alves, Vinicius Júnior, Cuéllar (FLA); Carleto, Cléber Reis, Rildo (COR)

Público e renda: 14.821 pagantes / R$ 389.820,00

Gol: Cléber Reis (7’/1°T);

CORITIBA: Wilson, Léo, Cléber Reis, Werley e Carleto; Jonas, Alan Santos e Tiago Real; Dodô (Matheus Galdezani, 26’/2°T), Henrique Almeida (Kleber Gladiador, 9’/2°T) e Rildo (Getterson, 34’/2°T). Técnico: Marcelo Oliveira.

FLAMENGO: Diego Alves, Pará, Rhodolfo, Juan e Renê; Cuéllar, Márcio Araújo (Vinicius Júnior, 13’/2°T) e Diego (Geuvânio, 34’/2°T); Everton Ribeiro, Everton (Vizeu, 25’/2°T) e Paquetá. Técnico: Reinaldo Rueda.

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‘São’ Victor salva e garante empate em grande jogo entre Atlético e Vasco no Rio

Por Superesportes – Atlético e Vasco fizeram uma partida movimentada no São Januário e ficaram no empate por 1 a 1
Se o movimentado confronto entre Vasco e Atlético terminou empatado por 1 a 1, muito se deve a Victor. O goleiro teve atuação decisiva, fez pelo menos quatro grandes defesas na noite desta quarta-feira, em São Januário, e garantiu um ponto para o time visitante, em jogo válido pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. Andrés Rios, de cabeça, abriu o placar para os donos da casa. Fred empatou e manteve a equipe mineira na briga por uma vaga na próxima edição da Copa Libertadores..

O empate deixa o Atlético, ainda que momentaneamente, na nona colocação. A equipe mineira soma 47 pontos na competição – um a mais que o Bahia, que encara o Santos nesta quinta-feira e pode retomar a posição. A Chapecoense também pode ultrapassar o time alvinegro. Para isso, precisaria derrotar o Vitória e tirar quatro gols de diferença de saldo.

O Vasco, por sua vez, chega ao sétimo empate em 11 jogos de invencibilidade no Campeonato Brasileiro. A equipe carioca ocupa a oitava posição, com 50 pontos, o mesmo número do Flamengo, primeiro time do G7.

As equipes voltam a campo neste domingo, às 19h (de Brasília). O Atlético recebe o Coritiba, no Independência. O Vasco visita o Atlético-PR, na Arena da Baixada.

Atlético conquistou um ponto em duelo direto contra o Vasco por vaga na Copa Libertadores

Correria e domínio vascaíno

A partida começou em alta velocidade. Apesar de atuar fora de casa, o Atlético propunha o jogo. A equipe mineira chegou com Fred e Valdívia. Em seguida, o Vasco levou perigo em cabeçada de Paulão na trave. Tudo isso em apenas cinco minutos. A partir daí, os mandantes tomaram o controle da posse de bola.

Até os 20’, o Vasco havia ficado com a bola em 56% do tempo. O Atlético armava duas linhas de quatro, com Robinho e Fred à frente. Mesmo com a estratégia defensiva do time mineiro, a equipe mandante conseguia chegar. Aos 21’, Nenê encontrou Paulinho nas costas de Bremer. O jovem atacante saiu na cara de Victor, mas parou em boa defesa do goleiro.

Apenas quatro minutos depois, o Vasco abriu o placar. Aposta de Zé Ricardo, Evander fazia grande partida. O jovem meio-campista cobrou escanteio com curva, na cabeça de Andres Rios. O argentino subiu, impediu a marcação de Fábio Santos, e testou para as redes. Victor tentou, mas não conseguiu impedir o gol: 1 a 0.

A desvantagem obrigou o Atlético a sair para o ataque. Após cobrança de escanteio, Leonardo Silva cabeceou no travessão. A trave foi acertada novamente no primeiro tempo, desta vez por um jogador do Vasco. Andres Rios roubou a bola no campo de ataque e passou para Paulinho, que não conseguiu fazer o segundo no finalzinho do primeiro tempo.

Empate e ‘milagres’

O Atlético voltou para a segunda etapa com outra postura. Logo no começo, Otero acertou o travessão após chutaço de fora da área. Aos 7’, a marca do artilheiro. A bola sobrou para Leonardo Silva, que encontrou Fred. O atacante finalizou cruzado, rasteiro, e matou o goleiro Gabriel Felix: 1 a 1.

O Atlético tentou manter a pressão, mas o Vasco conseguiu reequlibrar as ações ofensivas da partida. Foi a vez de ‘São’ Victor aparecer. O goleiro operou ‘milagres’ e evitou gols de Wagner, Andrés Rios, Paulinho e Caio Monteiro. O time mineiro, por sua vez, chegava nos contra-ataques e também desperdiçou chances de virar a partida.

A partida continuou aberta e cheia de possibilidades até o final. O Vasco tinha mais a bola, enquanto o Atlético apostava em arrancadas dos atacantes para tentar o segundo gol. Oswaldo de Oliveira optou por ‘fechar a casinha’, colocou os volantes Roger Bernardo e Gustavo Blanco nos lugares dos pontas e garantiu o empate.

VASCO 1 x 1 ATLÉTICO

Vasco

Gabriel; Madson, Breno, Paulão e Henrique; Wellington e Evander (Caio Monteiro); Yago Pikachu (Wagner), Nenê e Paulinho; Andrés Rios.

Técnico: Zé Ricardo

Atlético

Victor; Marcos Rocha, Bremer, Leonardo Silva e Fábio Santos; Adilson (Yago) e Elias; Otero (Gustavo Blanco), Robinho e Valdívia (Roger Bernardo); Fred

Técnico: Oswaldo de Oliveira

Gols: Andrés Rios, aos 25 minutos do primeiro tempo (VAS); Fred, aos

Cartões amarelos: Evander (VAS)

Motivo: 35ª rodada do Campeonato Brasileiro

Local: São Januário, no Rio de Janeiro

Data e hora: quarta-feira, 15 de novembro, às 21h45 (de Brasília)

Público pagante: 11.486 torcedores

Público total: 12.059 torcedores

Renda: R$ 351.480,00

Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza – SP (CBF)

Assistentes: Daniel Paulo Ziolli – SP (CBF) e Daniel Luis Marques – SP (CBF)
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São Paulo perde para o Grêmio e ainda corre risco de queda

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA/arquivo) – Não foi nesta quarta-feira que o São Paulo atingiu a meta de se livrar de vez do risco de rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Jogando na Arena do Grêmio, nesta noite, o time comandado por Dorival Júnior perdeu por 1 a 0, em duelo válido pela 35ª rodada do torneio nacional.

Tendo uma invencibilidade de cinco jogos encerrada, o São Paulo fica no 11º lugar, com 45 pontos, seis a mais que a Ponte Preta, primeira equipe dentro da zona de rebaixamento, e dois a menos que a meta estipulada para escapar da degola. Com gol do zagueiro Kannemann, o Grêmio, por sua vez, garante a manutenção da vice-liderança ao final da rodada, com 61 pontos.

No próximo domingo, o São Paulo tentará retomar o caminho das vitórias diante do Botafogo, no Pacaembu, às 17 horas (de Brasília). No mesmo dia, mas às 19h, o Grêmio visitará o Santos, na Vila Belmiro, com os reservas, já que disputará a primeira final da Copa Libertadores na outra quarta-feira, contra o Lanús, da Argentina, em casa.

O Grêmio começou melhor, pressionando na frente e com marcação alta, dificultando a saída de bola do São Paulo, que parava a partida com muitas faltas. Tanto que foi advertido três vezes com cartão amarelo no primeiro tempo.

Na parte final do primeiro tempo, o Grêmio foi recompensado pelo melhor futebol e abriu o placar aos 33 minutos. Após rebote em cobrança de escanteio, Geromel recebeu livre na direita e cruzou rasteiro para o meio da área. Na tentativa de fazer o corte, Arboleda mandou no rosto do zagueiro Kannemann e a bola entrou no gol defendido por Sidão.

Apático, o São Paulo se lançou um pouco mais à frente em busca do empate ainda antes do intervalo. No entanto, o máximo que conseguiu foi um chute rasteiro e fraco de Hernanes, que parou nas mãos de Marcelo Grohe, acionado pela primeira vez na partida.

A equipe treinada por Dorival Júnior voltou para a etapa complementar com Lucas Fernandes na vaga do apagado Maicosuel. Mas foi o Grêmio que assustou primeiro. Logo após a saída de bola, Fernandinho disparou pela esquerda, fez fila, invadiu a área e, meio sem ângulo, chutou na rede pelo lado de fora.

Recuado, o time gaúcho passou a postar nos contra-ataques e quase ampliou a vantagem em um deles. Aos nove minutos, Sidão espalmou chute cruzado de Edílson. No rebote, de dentro da área, Ramiro bateu forte, mas o goleiro são-paulino salvou com grande defesa.

Dorival ainda colocou Júnior Tavares e Gilberto nos lugares de Petros e Araruna, respectivamente, para buscar o empate. Aos 40 minutos, Lucas Pratto saiu na cara de Marcelo Grohe, que fechou o ângulo e evitou o empate do São Paulo. No último minuto, o argentino saiu mais uma vez na frente do arqueiro gremista, mas novamente mandou no corpo do adversário.
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