Zé Roberto se despede do futebol com Palmeiras vencendo o Botafogo e assumindo a vice-liderança

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press)- A partida desta segunda-feira valia a vice-liderança para o Palmeiras, conquistada com um triunfo de 2 a 0 sobre o Botafogo, com gols de Dudu e Keno, mas a grande atração do confronto ficou por conta de Zé Roberto. Aos 43 anos, o veterano atuou como lateral-esquerdo e fez sua última partida como atleta profissional.

Antes de a bola rolar, o ex-jogador da Seleção Brasileira recebeu uma placa, uma camisa enquadrada e diversas homenagens dos 23.562 pagantes, que cantaram que “Zé Roberto é animal”, em diversos momentos da partida. Na condecoração, entregue pelo presidente Mauricio Galiotte, o clube agradeceu pela “enorme contribuição em resgatar o orgulho do torcedor palmeirense”. José Roberto da Silva Júnior marcou um total de 10 gols em 132 partidas com a camisa da Sociedade Esportiva Palmeiras.

Outra atração fora das quatro linhas foi a presença dos pais de Neymar e Lucas Lima na Arena. Ambos tiveram reunião com o Alviverde nesta segunda-feira, na Academia de Futebol, para acertar detalhes da transferência do meia santista – agenciado por Neymar pai – para o Verdão. Roger Machado, treinador da equipe para 2018, também acompanhou o confronto.

Em campo, O Palmeiras iniciou a partida mostrando sérias dificuldades para furar o bloqueio defensivo do Botafogo. Ao Alvinegro, armado no 4-2-3-1, faltou velocidade para explorar o espaço deixado por Moisés e Tchê Tchê, que subiam ao ataque e demoravam na recomposição, deixando Felipe Melo sozinho na marcação com a linha defensiva alviverde.

Taticamente, o Verdão apresentou inovações. A linha de zagueiros alta, criticada nos últimos jogos, foi recuada, e Dudu, que vinha atuando centralizado e produzindo pouco, voltou ao lado esquerdo, onde atua melhor.

Os erros de passe, que causaram dois gols na derrota contra o Avaí, porém, continuaram acontecendo. Principal articulador palmeirense, Moisés esteve irreconhecível na primeira etapa e ouviu reclamações de parte da torcida presente no Palestra Itália. Pela falta de criação, Borja pouco apareceu no jogo, e coube a Dudu e Keno buscar jogadas individuais a todo momento.

Para a segunda etapa, o Botafogo passou a atuar no 4-4-2, com Guilherme e Valencia formando a dupla de ataque. Do lado alviverde, o esquema tático se manteve, assim como os erros ofensivos.

No entanto, se Keno e Dudu tiveram boa atuação em jogadas individuais no primeiro tempo, quando a dupla atuou junta, o nível da apresentação subiu ainda mais. Primeiro, o camisa 7, de trás do meio-campo, deu lançamento espetacular para o companheiro, que foi atrapalhado pela marcação na hora da finalização. Depois, o 27 retribuiu o passe, Borja não alcançou, e o capitão surgiu na segunda trave para completar para as redes. Na comemoração, todo o grupo abraçou o quase aposentado Zé Roberto.

Keno, porém, achou que a homenagem ao Animal ainda era pouca e completou a festa com uma pintura. O atacante recebeu virada de jogo de Felipe Melo na direita, matou no peito, pedalou para cima de Gilson, cortou João Paulo e bateu de pé esquerdo no ângulo de Gatito Fernández. Após o golaço, o camisa 28 apontou para Zé Roberto, e festejou novamente com o veterano.

Com o placar ainda mais adverso, Jair Ventura sacou João Paulo e Guilherme para as entradas de Marcos Vinícius e Vinícius Tanque. Já Alberto Valentim trocou Moisés e Felipe Melo por Willian e Thiago Santos. O Pitbull, inclusive, após nova boa atuação, foi o único a ter o nome gritado pela torcida, além de Zé Roberto.

Assim, Dudu passou a ser o meia centralizado do Palmeiras e Willian ocupou sua vaga na esquerda. No Botafogo, a equipe alvinegra teve três atacantes, o que até melhorou o desempenho do Glorioso, mas não o suficiente para balançar as redes. Por fim, já aos 39 minutos, Dudu saiu de campo sob fortes aplausos da torcida para a entrada de Hyoran, que atuou durante seus primeiros minutos sob o comando de Alberto Valentim.

Ao apito final, os atletas do Palmeiras se reuniram no centro do gramado para saudar Zé Roberto, enquanto o locutor da Arena o homenageava e a torcida repetia os gritos de “Animal”. Depois, deixando todos os holofotes para o camisa 11, o elenco foi para os vestiários e deixou o veterano, visivelmente emocionado, fazer sua volta olímpica, jogando chuteira e caneleiras para a torcida.
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Esposa de meia da seleção diz que jogadores ‘transam entre si’

Blerim Dzemaili pediu divórcio após a declaração de Erjona Sulejmani. Foto: Reprodução/Instagram – Durante participação no reality show italiano “Le Capitane”, a esposa do jogador suíço Blerim Dzemaili, Erjona Sulejmani, causou polêmica ao ser perguntada sobre supostos problemas para os atletas por conta da realização de sexo antes de jogos de futebol.

“Sexo antes das partidas? Os jogadores não são bons amantes. Preferem transar entre eles mesmos”, disparou. Coincidência ou não, Dzemaili entrou com pedido de divórcio após a declaração – alegou “crise prolongada entre o casal.

“A advogada Daniela Missaglia, em nome e em nome do Sr. Blerim Dzemaili, afirma que seu cliente iniciou a separação judicial de sua esposa, Sra. Erjona Sulejmani, diante de uma crise prolongada. Nesta fase delicada, o Sr. Dzemaili condena o uso do sobrenome de sua esposa, Dzemaili, como parte de seu trabalho como modelo. Ele reserva o direito de agir pela proteção de sua própria integridade e privacidade e seu filho”, diz comunicado enviado ao jornal Corriere Della Sera pelo jogador, que atua pelo Montreal Impact, do Canadá, e pela seleção da Suíça.

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Corinthians faz festa com a Fiel e empata por 2 a 2 frente ao Atlético-MG

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press) – Em dia de celebração para os mais de 46 mil corintianos presentes ao estádio de Itaquera, o Corinthians brindou a sua torcida com uma boa atuação, despreocupada em termos defensivos, rendendo um grande jogo no empate por 2 a 2 diante do Atlético-MG, sustentado por uma excelente atuação do venezuelano Otero, autor de um gol e do passe para o outro. Jadson, o melhor corintiano, fez companhia a Marquinhos Gabriel entre os artilheiros da equipe no embate.

Com o resultado, o Timão chega a 72 pontos conquistados na liderança da competição, já campeão desde 35ª rodada, com a taça entregue após o apito final neste final de semana. O Galo, que mostrou virtudes essencialmente individuais em campo, vai para a última rodada com 51 pontos na tabela de classificação, precisando de uma vitória para seguir na briga pela Libertadores.

Na próxima rodada, a última da competição, os comandados de Fábio Carille terão pela frente o desesperado Sport, na luta para fugir do rebaixamento, às 17h (de Brasília) do domingo, dia 3 de dezembro, na Ilha do Retiro. Do outro lado, Oswaldo de Oliveira e sua trupe recebem o Grêmio, no mesmo dia e horário, sonhando com a Libertadores da América do ano que vem.

O primeiro tempo teve a bola a todo momento com o Timão, bastante tranquilo com o título conquistado e apoiado incondicionalmente pela torcida. Com gritos esporádicos de “campeão”, aparentemente só para lembrar o título conquistado há dez dias, os alvinegros aproveitaram o espaço deixado na frente da área dos atleticanos para criar suas melhores jogadas com Jadson e Rodriguinho.

O camisa 10, melhor em campo na etapa inicial, deu chute perigoso antes dos dez minutos. Pouco depois, aos 19, Rodriguinho dominou na área, girou sobre a marcação de Elias e chutou de pé esquerdo, rente à trave de Victor. A mesma trave que, aos 23, chacoalhou com um forte chute de Jadson, da intermediária, pelo lado direito. A bola ainda sobrou para Clayson, mas ele chutou em cima da marcação.

Dependente de espaçados contra-ataques, o Galo viu uma oportunidade de ouro quando Otero foi derrubado por Camacho, pela direita, próximo à entrada da área. O próprio venezuelano, em alta após marcar duas vezes contra o Coritiba, na última rodada, bateu com perfeição, no ângulo de Cássio, que nem se mexeu. Mesmo pegando pouco na bola, o time mineiro chegava à vantagem devido à qualidade individual dos seus atletas ofensivos.

O melhor futebol dos donos da casa, no entanto, voltou a dar as caras na resposta do Timão, que viu Clayson acertar a rede pelo lado de fora. Aos 35, Jadson, em cobrança de falta, contou com a ajuda da movimentação na área para vencer Victor e deixar tudo igual. Ainda antes do intervalo, o meio-campista bateu outra falta na área e viu Jô desviar no canto, mas mandar um pouco mais à direita do que o necessário.

Mesmo com a boa partida executada pela sua equipe, Carille fez questão de testar uma nova alternativa de jogo, colocando Marquinhos Gabriel na vaga de Camacho e deixando Jadson mais centralizado, ao lado de Rodriguinho. A mudança logo deu resultado, quando Rodriguinho achou Marquinhos Gabriel na ponta direita. Diante da frágil marcação de Fábio Santos, o canhoto entrou na área com espaço para cortar para dentro e acertar um lindo chute, no ângulo de Victor, imóvel.

Superior, o Timão parecia rumar para um jogo controlado quando um recuo de Balbuena para Cássio passou pelo goleiro, em furada espetacular do ídolo corintiano, fez com que a bola desviasse na trave e quase entrasse. A partir dali, aparentemente assustado com o lance, o camisa 12 perdeu a confiança para sair do gol nas bolas cruzadas, trunfo muito bem utilizado pelo venezuelano Otero.

Em uma sequência de três escanteios, ele viu Léo Silva cabecear com perigo, depois quase marcou gol olímpico de trivela, ao melhor estilo Marcelinho Carioca, exigindo linda defesa de Cássio, fechando com uma batida seca na pequena área, perfeita para Fred, livre de marcação, desviar para empatar o jogo. O próprio camisa 9 atleticano poderia ter virado o placar logo na sequência. Em contra-ataque puxado por Elias, Otero achou o centroavante livre na área. Ele teve a calma para limpar Cássio, mas, sem goleiro, conseguiu mandar por cima do travessão, incrivelmente.

Depois, o jogo ficou cada vez mais aberto, com ambos os times buscando o gol. Carille lançou Maycon e Pedrinho, dando mais mobilidade ao ataque corintiano. O volante chegou a ameaçar em duas oportunidades de chute de longa distância, mas mandou ambas apenas rente à trave de Victor. Na última oportunidade, um cruzamento de Fagner achou Jô na área, mas o centroavante testou para fora.
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Santos bate Flamengo e se garante na fase de grupos da Libertadores

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gilvan de Souza/assessoria) – O Santos garantiu presença na fase de grupo da Copa Libertadores 2018 durante a noite deste domingo. Na Ilha do Urubu, o time alvinegro começou em desvantagem diante do Flamengo, mas conseguiu no segundo tempo a virada por 2 a 1, resultado que assegura a classificação.

Com 62 pontos ganhos, o Santos dorme na terceira colocação do Campeonato Brasileiro, enquanto o Flamengo, com os mesmos 53 pontos, permanece no sexto lugar. A posição dos dois times pode ser influenciada pelo jogo entre Palmeiras (60) e Botafogo (52), que duelam às 20 horas (de Brasília) de segunda-feira, no Palestra Itália.

Pela 38ª e última rodada do Campeonato Brasileiro, o Santos volta a campo para enfrentar o Avaí, time que ainda luta para evitar o rebaixamento. Já o Flamengo pega o também ameaçado Vitória, no Estádio Barradão. Todos os jogos serão disputados às 17 horas de domingo.

Antes de pensar no Brasileiro, o Flamengo tenta garantir vaga na decisão da Copa Sul-Americana. Às 22h15 da próxima quinta-feira, na Colômbia, o time rubro-negro encara o Junior Barranquilla precisando de um empate para avançar à final do torneio continental.

Em um começo de jogo movimentado na Ilha do Urubu, o Flamengo saiu na gente logo aos seis minutos do primeiro tempo. Em uma jogada aérea, o zagueiro Rafael Vaz levou a melhor. A bola desviou na zaga santista e sobrou para cabeçada certeira de Lucas Paquetá.

O Santos não sentiu o gol e conseguiu empatar quatro minutos depois, com a colaboração de Alex Muralha. O goleiro falhou na tentativa de driblar Ricardo Oliveira e perdeu a bola. O centroavante, então, tocou para Bruno Henrique completar com o gol vazio.

O time visitante marcou o gol da virada aos 28 minutos da etapa complementar, em nova falha de Alex Muralha. Colocado pelo técnico Elano no lugar de Copete, Arthur Gomes limpou a marcação pela esquerda e bateu para outro vacilo do goleiro adversário.

O Flamengo pressionou e buscou o empate nos minutos finais da partida, especialmente com o jovem Vinícius Júnior, posicionado na ponta esquerda. No entanto, o Santos soube como se defender na Ilha do Urubu e garantiu o triunfo para avançar à fase de grupos da Copa Libertadores 2018.
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Chapecoense supera o Bahia e mantém vivo sonho de Libertadores

Fonte: Gazeta Esportiva – A Chapecoense segue firme na luta pela Libertadores. Neste domingo, mesmo fora de casa, a equipe ganhou do Bahia por 1 a 0, em duelo válido pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro. O gol foi de Wellington Paulista.

Com o importante triunfo, os comandados de Gilson Kleina chegaram aos 51 pontos, além de alcançarem nove partidas sem derrotas no Nacional. O time de Paulo Cesar Carpegiani parou nos 49.

Na rodada final do Campeonato Brasileiro, o Bahia joga suas últimas fichas pelo sonho de ir à Libertadores enfrentando o São Paulo, fora de casa. A Chape, também na luta pela vaga no torneio continental, pega o Coritiba em casa.

O jogo – A partida foi movimentada desde o início. Aos 3, Wellington Paulista parou em bela defesa de Jean. Depois, aos 12, Zé Rafael respondeu pelo Bahia, em belo chute de fora da área, que passou perto da trave.

Aos 18, o goleiro do Bahia brilhou novamente, defendendo arremate de Apodi e impedindo o gol dos visitantes. A partir da metade da etapa inicial, o ritmo de chances de gol caiu, com os times se ajustando melhor na defesa.

Porém, em uma falha da defesa dos mandantes, aos 44, a bola sobrou na área com Canteros, que rolou para o meio. Wellington Paulista só teve o trabalho de empurrar para a rede e abrir o marcador para os catarinenses.

No começo da etapa final, o Bahia intensificou a pressão. Aos 2, Mendoza quase fez de cabeça, parando em Jandrei. Aos 7, em toque de mão de Douglas Grolli, o árbitro marcou pênalti. Na cobrança, Edigar Junio acertou a trave, perdendo a chance.

Os mandantes seguiram tentando o empate, mas a Chape se mostrava eficiente na defesa, não permitindo a pressão adversária. Aos 30, Tiago teve chance na área, mas sua finalização subiu muito, indo por cima do gol de Jandrei.

Aos 39, para atrapalhar ainda mais os planos de Carpegiani, o meia Zé Rafael recebeu o segundo amarelo e acabou expulso, deixando o Bahia com dez. Sem o time completo, os mandantes não tiveram forças para buscar o gol e saíram com o revés.
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Com um a menos, Ponte Preta sofre virada para o Vitória e é rebaixada

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Fernando Dantas/Gazeta Press) – A Ponte Preta foi rebaixada para a Série B do Campeonato Brasileiro. Porém, o jogo não foi encerrado. Aos 39 minutos, torcedores invadiram o gramado e iniciou uma confusão generalizada. A opção das autoridades da partida foi pelo fim do jogo antes mesmo do apito final.

Não faltou emoção no duelo entre Ponte Preta e Vitória. Pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro, os dois times não conseguiram se superar e terminaram o duelo empatados em 2 a 2. Com uma expulsão ainda no primeiro tempo, o time de Campinas viu a vantagem de 2 a 0 cair por terra e sofrer o empate na segunda etapa. Melhor, a Macaca ainda teve de se segurar e conter a pressão exercida pelos baianos durante grande parte dos 90 minutos.

O primeiro tempo teve momentos bem distintos. No início, o time da casa se impôs e marcou dois gols com menos de 20 minutos. Entretanto, a expulsão de Rodrigo mudou totalmente a partida. A equipe de Campinas passou do ataque para a defesa e viu o Vitória com maior posse de bola, pressionando a saída da Ponte, mas, inicialmente, com pouca efetividade. Nos minutos finais, o time baiano obrigou Aranha a trabalhar com mais ênfase. O principal lance aconteceu em dois momentos consecutivos, em que o arqueiro fez duas boas defesas.

O segundo tempo contou com amplo domínio do Vitória. A pressão sobre a Ponte Preta surtiu efeito e o que aconteceu na primeira etapa se repetiu na segunda, mas do lado contrário. Em menos de um minutos o time baiano chegou ao empate. Primeiro com André Lima e depois com Tréllez o placar ficou em 2 a 2. Aos 36 minutos veio a virada, novamente com Tréllez, que apenas completou para o gol o contra-ataque puxado por Danilinho.

O jogo – Os primeiros minutos mostraram qual seria a tônica da partida. Pressão na saída de bola, posse e agressividade ofensiva foram as alternativas da Ponte Preta para depender apenas de si e evitar o rebaixamento para a Série B. Acuado no campo de defesa, o Vitória abusava dos chutões e dava a bola para o time de Campinas sair jogando com mais tranquilidade.

Depois da primeira oportunidade perdida com Leo Gamalho, a Ponte chegou ao primeiro gol aos seis minutos. Lucca aproveitou o cruzamento que passou por todo mundo, dominou e bateu firme para as redes, sem chances para Fernando Miguel. Poucos minutos depois, Danilo Barcelos quase marcou o segundo com uma bela cobrança de falta, mas defendida pelo arqueiro do Vitória.

Aos 14 minutos a pressão mesmo após o primeiro gol voltou a surtir efeito. Wallace puxou a camisa de Léo Artur dentro da área e o árbitro marcou pênalti. Na cobrança, Danilo Barcelos deslocou Fernando Miguel para ampliar a vantagem.

Quando o Vitória parecia retomar a confiança para sair jogando, houve uma confusão generalizada. Primeiro, a confusão após uma falta marcada no meio do campo. No lance seguinte, o banco do time baiano começou a cobrar o árbitro de uma suposta agressão de Rodrigo ao atacante Tréllez. Questionando o assistente, Ricardo Marques Ribeiro confirmou o lance e expulsou o defensor da Ponte, que passou a jogar com um a menos.

Com a superioridade numérica, a dinâmica do jogo mudou completamente e o Vitória passou a tomar a iniciativa da partida. A alternativa da Ponte Preta foi se fechar na defesa e começar a apostar no contra-ataque para tentar aumentar a vantagem. Assim, conseguiu chegar com Nino Paraíba, aos 42 minutos. O lateral ganhou a jogada pelo lado direito do ataque e finalizou com muita força, obrigando boa intervenção de Fernando Miguel. Apesar da posse da bola, o time baiano pouco assustou e as chances criadas foram já nos minutos finais, obrigando Aranha a trabalhar.

O segundo tempo começou da mesma forma como acabou a primeira etapa. Com a bola, o Vitória trocava passes e acuava a Ponte Preta no campo de defesa. A primeira chance do time baiano foi aos seis minutos. Yago ganhou na velocidade e saiu na cara de Aranha, mas a bola saiu sem direção.

A pressão do Vitória, enfim, surtiu efeito. Em um minuto, o Leão conseguiu o empate. Aos 12 minutos, Danilinho desviou o escanteio cobrado no primeiro pau. A bola sobrou para André Lima, que apenas empurrou para a meta de Aranha. No lance seguinte, Tréllez arriscou de fora da área e a bola desviou em Luan Peres, tirando o goleiro da jogada e igualando o marcador.

O empate não parecia suficiente para o Vitória. A Ponte sucumbia à pressão e dava muitos espaços para o time baiano. Aos 21 minutos, Aranha saiu muito mal do gol e Danilinho ficou livre para finalizar, porém, a bola foi afastada pela defesa campineira perto da linha da meta.

Depois de perder duas chances incríveis, saiu o gol da virada do Vitória. Em grande contra-ataque, Danilinho carregou pelo lado direito do ataque e apenas rolou para Tréllez, que teve o trabalho de empurrar para o gol.

Antes do apito final começou uma confusão com torcedores da Ponte Preta, que invadiram o gramado aos 39 minutos. A polícia teve de atuar e os dois time foram aos vestiários. O jogo foi finalizado sem os times em campo por falta de segurança.
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América-MG derrota o CRB, quebra recorde e conquista a Série B

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: divulgação) – No mesmo dia em que quebrou o recorde de público do seu estádio, o Independência, o América-MG escreveu a página de mais um título para a galeria de troféus do clube. Foi o jogo da superação. Um confronto nervoso, desde o primeiro minuto do primeiro tempo até o apito final do árbitro Luiz Flávio de Oliveira. Mas, no fim, o América venceu o CRB, por 1 a 0, na tarde deste sábado, no Independência, e garantiu o título da Série B do Campeonato Brasileiro, com 73 pontos contra 71 do Internacional, que também venceu na rodada.

O CRB colocou muita dificuldade durante o confronto. A equipe se segurou em campo e na maior parte do tempo se defendeu com nove homens atrás da linha da bola. Com a cor vermelha no Independência, o time visitante representou bem o Internacional em Belo Horizonte. Até os 20 minutos de jogo, o titulo estava a caminho do Rio Grande do Sul. Mas com o gol de Rafael Lima, após cobrança de escanteio, a taça comprou passagem para Belo Horizonte e desembarcou na capital mineira.

Foi a segunda vez que os americanos chegaram ao ápice na segunda divisão nacional, justamente 20 anos depois da primeira, celebrada em 1997. O requinte de feito histórico ainda contou com a superação do recorde de público do Horto, superando a final do Campeonato Mineiro deste ano, entre Atlético-MG e Cruzeiro. Naquela ocasião, 22.411 pessoas estiveram presentes na vitória do Galo sobre a Raposa. Dessa vez, 22.481 torcedores marcaram presença para acompanhar o Coelho selando com perfeição sua volta à elite nacional.

Há um ano, o torcedor americano chorava a queda para a Série B e lamentava os nomes que deixavam a agremiação em momento ruim. O principal deles permaneceu: Enderson Moreira formou uma boa equipe para a disputa da segundona. Agora é alegria. Com a certeza da Série A em 2018, o Coelho chega em grande estilo, comemorando uma taça nacional, 20 anos depois de ganhar sua primeira, em 2017 desbancando o Internacional.

Primeiro tempo

O confronto entre América e CRB começou bastante equilibrado. O CRB, apesar de não disputar mais nada, não facilitou a vida do Coelho no Independência. O jogo sem chances claras para nenhum dos lados.

O América quando tentava alguma situação de ataque parava na forte marcação armada pela defesa do CRB que colocava vários atletas na primeira linha defensiva e outros tantos na segunda – ambas desorganizadas. Soltos, na frente, apenas o atacante Zé Carlos e o camisa 10, Chico.

Com isso, o América não conseguia nenhuma infiltração e tinha muita dificuldade de abrir espaço para conseguir um ataque que levasse mais perigo contra a meta de Edson Kollin.

Aos 17 minutos, chegou ao Independência a informação que o Internacional marcou seu primeiro gol no Beira-Rio. O resultado no sul do país tirava o título do América.

Aliado ao resultado no sul, o Coelho passou a errar passes seguidos. A equipe mineira tinha dificuldades de se encontrar em campo, algo que impedia a sequência das jogadas americanas e, consequentemente, a manutenção da posse de bola.

A melhor chance americana aconteceu nos acréscimos do primeiro tempo. Em um dos poucos momentos que a defesa do CRB abriu espaço, Bill recebeu a bola na entrada da área e escorou para Ruy. Ele soltou a pancada de canhota e a bola parou na trave.

Já com a certeza do resultado em Porto Alegre, o América voltou para o segundo tempo contra o CRB, em Belo Horizonte. Logo no primeiro minuto, a bola pingou para Norberto, na cara do gol, que desviou a bola de cabeça e a redonda parou nas mãos do goleiro.

Mas quem ataca muito se abre na defesa. Aos 9 minutos, Neto Baiano recebeu a bola na frente, ganhou na corrida do zagueiro Messias e chegou antes do goleiro Fernando Leal que saiu do gol. O zagueiro americano, no entanto, conseguiu chegar na última hora para salvar.

A pressão americana seguiu intensa. O técnico Enderson Moreira mudou o posicionamento de sua equipe, mandou Renan Oliveira para o jogo, mais aberto pela direita, o volante Juninho caiu para a lateral e Norberto, o ala direito, passou a ser meia. A pressão era grande.

Aos 20 minutos o América chegou ao gol. Em cruzamento na área, a bola sobrou para Rafael Lima que, com um leve toque, mandou para o fundo das redes e levou o Independência a loucura.

Após o gol, o CRB se mandou para o ataque. O técnico adversário mandou para o jogo Marion e Tony, colocando sua equipe mais ofensiva. Isso fez com que a equipe adversária chegasse com muita intensidade, mas Fernando Leal se segurou em, pelo menos, três oportunidades.
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Inter vence com dois de Nico López, mas fica sem o título da Série B

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Ricardo Duarte/assessoria) – Sem o título, mas com vitória. Foi assim que o Internacional se despediu da Série B. Na tarde deste sábado, o clube gaúcho venceu o Guarani pelo placar de 2 a 0. Os gols da partida foram marcados pelo uruguaio Nico López, duas vezes. Mesmo com chuva, mais de 30 mil torcedores estiveram presentes no Beira-Rio para apoiar o time.

Mesmo com a vitória, o título da Série B não foi para o clube. Isso porque o América-MG bateu o CRB por 1 a 0, no estádio Independência, em Belo Horizonte. Com 71 pontos, o time colorado teve 20 vitórias, 11 empates e sete derrotas, com aproveitamento de 62,28% na segunda divisão.

Antes do início da partida, o meia argentino D’Alessandro recebeu uma homenagem por ter completando 392 jogos com a camisa do Internacional. O capitão colorado entrou no top 10 e é o oitavo jogador que mais atuou com a camisa do Inter em todos os tempos.

O jogo – A partida começou com o Internacional tendo a posse de bola, mas a primeira chance de gol foi do Guarani. Aos 5 minutos, Richarlyson e Bruno Mendes tabelaram no meio de campo, o atacante carregou a bola pela direita e cruzou rasteiro para o meio-campista chutar na rede pelo lado de fora.

O Inter respondeu aos 8 minutos. Em ataque pela esquerda, Camilo manda uma bola de três dedos para a área e o uruguaio Nico López chegar finalizando alto, sobre o gol de Vagner. No minuto seguinte, após cobrança de escanteio de D’Alessandro, o zagueiro Víctor Cuesta desviou de cabeça, mas o arqueiro do Bugre espalmou para escanteio.

Em boa chance do Guarani, Richarlyson recebeu na área, girou o corpo, mas concluiu em cima do zagueiro Thales, que se jogou na redonda evitando que fosse em direção ao gol.

O Internacional abriu o placar aos 16. Após lançamento para área, Nico López tocou para William Pottker, que recebeu na direita e deu passe rasteiro para o uruguaio, quase na pequena área, empurrar para o fundo das redes. No lance, o meia Camilo, em posição irregular, participou da jogada, mas sem tocar na bola.

Com o gol, o Inter cresceu na partida e começou a pressionar o time visitante. Desta forma, o Internacional marcou o segundo tento. Aos 25 minutos, D’Alessandro lançou a bola para a área, o meia Camilo saiu de trás da zaga e ajeitou para Nico López, que deixou mais um na partida.

Aos 43 minutos, em cobrança de falta, na direita de ataque, o meia Denner mandou direto no gol, o goleiro Danilo Fernandes pulou na bola, mas ela bateu na rede pelo lado de fora. Dois minutos depois, novamente em cobrança de falta pela direita de ataque, Denner ergueu na área e Jussani desviou de cabeça para fora.

Aos 5 minutos, o meia Luiz Fernando, do Guarani, recebeu na esquerda de ataque, carregou até a entrada da área e arriscou um chute forte de canhota. A bola explodiu no travessão e, no rebote, a zaga conseguiu afastar.

O Guarani teve outra boa oportunidade aos 12 minutos. Em cobrança de falta, pela direita de ataque, Richarlyson tocou para Denner, que invadiu a área e chutou cruzado. O goleiro Danilo Fernandes fez boa defesa e mandou para escanteio.

Aos 23 minutos, o zagueiro Philipe Maia deixou o cotovelo no uruguaio Nico López, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso, deixando o Bugre com um a menos.

O Internacional quase marcou o terceiro aos 28 minutos. O capitão D’Alessandro lançou Pottker, que ajeitou para Edenílson. O volante, livre de marcação, ajeitou e mandou uma bomba para o gol, mas a bola subiu muito e passou sobre o gol de Vagner.

Segundos depois, a torcida colorada começou a comemorar e celebrar, como se o próprio Internacional tivesse marcado um gol. A suspeita é de que alguém tenha inventado um possível tento do CRB no duelo em Belo Horizonte.

O confronto foi perdendo o ritmo. O Internacional não buscava tanto o ataque e o Bugre, com um jogador a menos, não conseguia criar boas jogadas.

Aos 40 minutos, o lateral-direito Cláudio Winck recebeu um belo passe de D’Alessandro e dentro da área deu chute cruzado. A redonda saiu pela linha de fundo sem perigo ao gol adversário.

Antes do apito final, o meia D’Alessandro cobrou falta e a redonda passou perto da trave esquerda de defesa do goleiro Vagner.
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Sport supera o Fluminense no Maracanã e dorme fora do Z4

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Lucas Merçon/assessoria) – O Sport segue vivo na briga contra o rebaixamento. Neste sábado, os pernambucanos venceram por 2 a 1 o Fluminense, no Maracanã, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, os rubro-negros chegaram a 42 pontos e vão dormir fora da zona de rebaixamento. Já os tricolores, com 46, só pensam no fim da temporada.

O Sport começou muito bem a partida e abriu vantagem com dois gols de André. Ainda no primeiro tempo, Marcos Júnior marcou para o Fluminense, em belo gol de bicicleta. No segundo tempo, os visitantes seguraram o resultado até o apito final.

Na próxima rodada, o Fluminense vai até Goiânia para enfrentar o rebaixado Atlético-GO, no domingo. No mesmo dia, o Sport recebe o campeão Corinthians na Ilha do Retiro, tentando garantir a permanência na elite.

O jogo – Com a necessidade da vitória, o Sport começou a partida pressionando. No entanto, os pernambucanos não conseguiam criar boas jogadas no ataque. Os donos da casa apenas esperavam o melhor momento para avançar nos contra-ataques. Com isso, os primeiros minutos foram de muita correria, mas pouca emoção.

Na primeira boa chegada, o Sport abriu o placar aos 11 minutos. Marquinhos cruzou rasteiro pela direita, a zaga tricolor ficou indecisa e André apareceu para finalizar para a rede.

Somente após o revés, o Fluminense buscou o ataque e quase empatou aos 17. Douglas lançou Marlon na área, mas o lateral esquerdo finalizou muito mal, por cima, quando ficou de frente para o goleiro Magrão.

O Sport não se intimidou e respondeu aos 22 minutos. Diego Souza recebeu passe na área e chutou para grande defesa de Diego Cavalieri. Só que na cobrança de escanteio, a bola chegou em André, que finalizou para a rede para ampliar o placar no Maracanã.

O novo revés acabou com a paciência da torcida tricolor presente no Maracanã, que passou a vaiar e hostilizar a equipe. Os visitantes aproveitaram o bom momento na partida e quase chegaram ao terceiro. Diego Souza chutou para defesa de Diego Cavalieri, que deu rebote no pé de Marquinhos. Só que o meia chutou mal, para fora.

Quando o Sport dominava o confronto, o Fluminense conseguiu diminuir a desvantagem, aos 37 minutos. Após cruzamento na área, a zaga pernambucana não afastou e viu Marcos Júnior, de bicicleta, colocar no canto de Magrão.

Animado com o gol, o Fluminense pressionou nos minutos finais, mas parou na retranca do Sport, que conseguiu manter a vantagem no marcador até o intervalo.

No segundo tempo, a partida ficou equilibrada, com as duas equipes em busca do ataque, mas sem deixar a marcação de lado. O Fluminense teve a primeira chance, aos seis minutos, quando Marcos Júnior foi lançado na área e finalizou para boa defesa de Magrão. A resposta do Sport veio três minutos depois, com Diego Souza. O meia tabelou com André e chutou para defesa segura de Cavalieri.

Com mais posse de bola, o Fluminense tinha problemas na criação das jogadas. Já o Sport era mais objetivo, mas parava nas defesas de Diego Cavalieri. A melhor chance das duas equipes vieram em lances de bolas na área.

Com o passar do tempo, o Sport recuou e permitiu ao Fluminense pressionar em seu campo de defesa. Só que os tricolores erravam muito no setor ofensivo. Com isso, os visitantes conseguiram administrar o resultado, principalmente com a troca de passes no ataque.

Nos minutos finais, o Sport aproveitou o nervosismo do Fluminense e chegou a desperdiçar algumas boas oportunidades de sacramentar a vitória. Mesmo assim, os pernambucanos não foram ameaçados e puderam comemorar o bom resultado. A torcida tricolor não perdoou, vaiou a equipe e hostilizou o presidente Pedro Abad.
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Luverdense se despede da Série B com goleada sobre o Náutico

Fonte: Só Notícias/Herbert de Souza (foto: assessoria/arquivo) – O Luverdense acaba de derrotar o Náutico, por 3 a 0, em partida válida pela última rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. O jogo foi disputado no estádio Passo das Emas, em Lucas. Com o resultado, o Alviverde se despede da competição em 17º lugar, com 44 pontos. O Náutico termina o campeonato na lanterna, com 32 pontos somados.

O primeiro gol do jogo foi marcado por Douglas Baggio, logo aos 8 do primeiro tempo. Aos 25 do segundo tempo, Paulinho, em cobrança de falta, ampliou. O próprio Douglas Baggio fechou a conta, aos 35, aproveitando rebote do goleiro Bruno, em chute de Eduardo.

Além da Série C e dos campeonatos em Mato Grosso, o Alviverde de Lucas também disputará, em 2018, a Copa do Brasil, a Copa Verde (da qual é atual campeão) e a Copa São Paulo de Futebol Júnior.

O jogo – O Luverdense começou a partida impondo seu próprio ritmo. Aos 5, Douglas Baggio chutou de fora da área, a bola bateu em Rafael Ribeiro e saiu pela linha de fundo. Na cobrança do escanteio, Paulinho subiu mais que a zaga e cabeceou firme, porém, jogou para fora. Aos 7, o Náutico reagiu com Leílson, que arriscou de longe e chutou por cima do gol.

O gol dos donos da casa saiu no minuto seguinte, aos 8. Moacir deu passe em profundidade para Alfredo, que tocou para Douglas Baggio marcar o primeiro gol no ano. Apesar do gol, o Luverdense continuou pressionando e, aos 13, quase ampliou o marcador. Douglas Baggio bateu cruzado e o goleiro Bruno espalmou. Na sequência, David colocou para escanteio. Aos 17, foi a vez do Náutico ameaçar. Gerônimo puxou contra-ataque e tocou para David encher o pé. Atento, Diogo Silva fez boa defesa e jogou pela linha de fundo.

Aos 29, mais uma chance para os visitantes. Jobson bateu falta e a bola saiu à direita do gol, com perigo. Aos 34, Alfredo quase fez uma “pintura” no Passo das Emas. O jogador do Alviverde aproveitou cruzamento de Rafael Silva na pequena área e, de bicicleta, mandou para fora. Na última chance do primeiro tempo, aos 38, Douglas Baggio cortou Rafael Ribeir. Na sequência, cara a cara com Bruno, mandou na rede, pelo lado de fora.

O Alviverde iniciou o segundo tempo pressionando os visitantes. Logo aos 3 minutos, Alfredo recebeu lançamento e tentou tocar na saída de Bruno, que defendeu. Aos 7, novamente Alfredo recebeu na área e tentou o chute, mas mandou pela linha de fundo.

Aos 11, Gerônimo recebeu passe de Henrique Ávila e, de frente para o gol, mandou para fora, desperdiçando grande chance para o Náutico. Aos 23, Eduardo, que substituiu Alfredo, teve grande chance, mas Bruno defendeu. No rebote, Moacir passou para Douglas Baggio que chutou e viu Henrique Ávila salvar em cima da linha.

O segundo gol do Luverdense veio aos 25. Paulinho cobrou falta com maestria e ampliou o marcador. O atleta ainda perdeu grande oportunidade aos 32, quando subiu sozinho, após cobrança de escanteio, e cabeceou para fora. O terceiro do Alviverde saiu aos 35. Eduardo fez o pivô, girou em cima da marcação e Bruno defendeu. No rebote, Douglas Baggio, implacável, empurrou para as redes.

O Luverdense ainda teve tudo para ampliar, aos 44, com Eduardo. O jogador saiu de frente para Bruno, mas o goleiro levou a melhor e defendeu.
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