Chapecoense marca no último minuto, vai à pré-Libertadores e rebaixa o Coritiba

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: divulgação) – A Chapecoense está novamente na Libertadores. Em duelo válido pela 38ª e última rodada do Campeonato Brasileiro, a Chape recebeu o Coritiba e, em jogo épico na Arena Condá, conseguiu vencer por 2 a 1 com um gol marcado no último lance de partida e garantiu pela segunda temporada consecutiva a vaga no torneio continental, isto apenas um ano após a tragédia que vitimou praticamente todo seu elenco de jogadores.

O gol de Túlio de Melo marcado aos 50 minutos do segundo tempo fez com que a Chapecoense chegasse aos 54 pontos e terminasse o Campeonato Brasileiro na oitava colocação, garantindo vaga na primeira fase da competição continental, mais conhecida como “pré-Libertadores”. Já o Coritiba viveu situação oposta e, com o gol sofrido no fim, teve seu rebaixamento decretado para a Série B. O Coxa encerrou sua campanha na 17ª posição, com 43 pontos.

Em meio à semana que marcou um ano da tragédia que vitimou grande parte de seu elenco, os atuais atletas da Chapecoense fizeram uma homenagem aos ex-colegas de trabalho. Junto da comissão técnica, os jogadores entraram em campo antes do jogo com camisetas com os nomes das vítimas do acidente aéreo no ano passado.

A partida começou equilibrada, mas a primeira chance boa foi da Chapecoense. Aos cinco, Reinaldo cobrou falta fechada na área e obrigou Wilson a se esticar para evitar o gol.

Ao contrário da Chape, o Coritiba aproveitou sua primeira chance no jogo para já sair na frente do placar. Aos 14 minutos, o atacante Kleber recebeu na entrada da área e mandou uma bomba. A bola foi no ângulo, sem nenhuma oportunidade de defesa para Jandrei e o Coxa abriu o marcador com um golaço.

Após sofrer o gol, a Chapecoense tentou o empate em chutes de longa distância. Aos 24, Arthur finalizou com força e obrigou Wilson a tirar com a ponta dos dedos. Já aos 27, foi a vez de Reinaldo arriscar e mandar por cima do travessão.

De tanto insistir, a Chape ainda conseguiu o empate antes dos intervalo. Aos 36, Elicarlos tentou o cruzamento para a área, mas a bola pegou efeito e enganou o goleiro Wilson, acabando no fundo da rede, em outro belo gol. Com isso, o primeiro tempo se encerrou empatado em 1 a 1.

Com as duas equipes brigando por objetivos dentro da partida, o jogo voltou aberto para o segundo tempo. Logo aos seis minutos, o Coxa teve a primeira chance. Em jogada trabalhada, a bola chegou até o atacante Kleber, mas ele bateu em cima da marcação.

Nos minutos seguintes, o jogo seguiu lá e cá, mas ambas as equipes não conseguiam criar grandes jogadas. A chegada de mais perigo veio com a Chape, aos 25, em cobrança de escanteio fechada de Reinaldo, que obrigou Wilson a se esticar para afastar.

Logo na sequência, em novo escanteio, a bola foi desviada dentro da pequena área e Wilson precisou fazer uma defesa espetacular para evitar novamente o gol.

Nos minutos finais, o jogo parou bastante, principalmente em virtude dos atendimentos médicos a Jonas, do Coritiba, e Canteros, da Chape.

Nos acréscimos, porém, o ritmo foi alucinante. Aos 46, Kleber recebeu dentro da área, mas isolou a bola. Logo na sequência, aos 47, a Chape respondeu em chance incrível desperdiçada, com Apodi finalizando no travessão e a bola ainda pegando na linha antes de sair.

Quando parecia que o resultado estava definido, a Chapecoense conseguiu um milagre. Aos 50 minutos do segundo tempo, após levantamento na área, Apodi desviou para trás e Túlio de Melo, livre, apenas empurrou para o gol para decretar a vaga da Chape mais uma vez na Libertadores e rebaixar o Coritiba para a Série B.
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Atlético-MG vence o Grêmio de virada e espera Flamengo por vaga na Libertadores

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Bruno Cantini/assessoria) – Foi na base da raça. O Galo só ficou a frente do placar nos acréscimos, no entanto, os resultados não ajudaram. Em confronto bastante movimentado, o Atlético venceu o Grêmio por 4 a 3, na tarde deste domingo, no Independência, em duelo válido pela última rodada do Campeonato Brasileiro.

As vitórias de Flamengo e Chapecoense deixaram o Galo fora da zona de classificação para a Copa Libertadores. Para conseguir alcançar a principal competição, o Atlético precisa que o Rubro-Negro conquiste a Sul-Americana, ganhando a vaga por esta competição, abrindo uma nova para os times que disputaram o Brasileirão.

O Atlético termina o Campeonato Brasileiro na 9ª colocação, com 54 pontos, e já inicia o planejamento para a próxima temporada. O Grêmio está focado no Mundial de clubes e a 4ª posição na tabela pouco importanta no momento.

O Grêmio tinha o grupo reserva em campo. Com a taça na Copa Libertadores, o grupo de Renato Gaúcho volta aos treinamentos nesta segunda-feira.

Os garotos inicialmente não sentiram a pressão de ter pela frente um Independência lotado. O Galo jogava pra cima, era o dono do jogo, tinha o melhor time, com mais potência ofensiva. No entanto, por jogar com as linhas altas, o time mineiro sofria sustos.

Após os 15 minutos, a equipe mineira passou a criar chances claras de gol. Em duas oportunidades com Elias e outra com Otero. O Atlético avançava suas linhas de marcação e Elias atuava praticamente como um meia.

O primeiro gol do Grêmio saiu em um lance de pura sorte. A equipe chegou em um contra-ataque e Pepê foi parado com falta. Na cobrança, a bola desviou na barreira e sobrou Jean Pyerre que, na cara com Victor, mandou para o fundo das redes.

O Galo respondeu minutos depois. O time preto e branco chegou trocando passes e Elias recebeu na frente, tirou do goleiro e empatou a contagem.

Neste momento, lá no Rio de Janeiro, o Cruzeiro empatou o jogo com o Botafogo e ajudava o Galo. A Chape também, neste momento, não vencia, algo que também era favorável ao time preto e branco.

Mas o próprio Galo não se ajudava. O Grêmio desceu novamente em rápido contra-ataque. Aos 44, Jean Pyerre lançou para Pepê que driblou Victor e colocou no fundo das redes.

A paciência do torcedor atleticano foi ao limite. As vaias para os atletas começaram. Mas o Galo ainda tentava. Em uma falta, na entrada da área, Otero bateu colocado e conseguiu colocar no fundo das redes, levando o empate para os vestiários.

O Atlético voltou intenso para a etapa complementar. O desenho tático era exatamente o mesmo: o Grêmio apostava em contra-ataques. O Galo pressionava. Para corrigir um erro de posicionamento, Oswaldo lançou Gustavo Blanco na vaga de Adílson.

Os jovens do Grêmio, porém, não estavam de brincadeira. Aos 15 minutos, a garotada chegou ao ataque trocando passes, com tranquilidade – e sem um marcador para incomodar. Em cruzamento na área, Matheus Santos ampliou a contagem para o tricolor.

O Atlético, entretanto, queria muito a vaga. A equipe alvivegra lutou pelo empate. Em cruzamento pela esquerda, o atacante Fred colocou para o fundo das redes, de cabeça, deixando o Galo, pela combinação de resultados, a um gol.

Após o tento o Galo foi soberano. O atacante teve uma oportunidade e Gustavo Blanco, na cara do gol, também, mas ambos não conseguiram ampliar a contagem para o alvinegro.

O nervosismo passou da arquibancada para o campo. Os atleticanos erravam vários passes e vacilavam muito em campo.

Aos 37, o Atlético perdeu uma grande oportunidade. Em cruzamento na área, Rafael Moura na pequena área desviou, mas mandou pra fora, tirando tinta da trave.

O jogo ficou parado por cerca de 10 minutos. As luzes no estádio Independência apagaram, uma queda de energia que teve em todo bairro no bairro Horto.

Na volta, o Galo foi com tudo. Em uma falta de longa distância, Otero bateu, novamente com muita qualidade, e colocou o Atlético na frente pela primeira vez. Apesar da vitória, o Galo depende do Flamengo para ir para a pré-libertadores.
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Fluminense só empata com o Atlético-GO, mas garante vaga na Sul-Americana

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Nelson Perez/FFC) – Em uma partida que pouco valia para ambas as equipes, o Fluminense, fora de casa, empatou com a equipe do Atlético Goianiense pelo placar de 1 a 1, pela última rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. A partida foi disputada na tarde deste domingo, no Estádio Olímpico, em Goiânia.

Os gols do confronto ficaram por conta de Wendel, para os visitantes, e Diego Rosa, em favor dos donos da casa.

Os comandados de Abel Braga, que precisavam de apenas um empate para garantir uma vaga na Copa Sul-Americana do ano que vem, conseguiram cumprir com sucesso o objetivo. Entretanto, outra meta traçada para a partida de despedida da temporada não foi alcançada: Henrique Dourado, que precisava de um gol para tornar-se artilheiro isolado da competição, não conseguiu chegar ao tento.

Pelo lado do Atlético-GO, o confronto serviu apenas de despedida da Série A. A equipe de João Paulo Sanches já tinha amargado o posto de lanterna da tabela, tendo como única meta na competição o encerramento da mesma de maneira digna.

Os primeiros quinze minutos de partida foram de muito estudo por parte das duas equipes, tanto que o jogo só começou a ter lances de interesse a partir desta marca. No rebote de cobrança de falta, Jorginho foi lançado e chutou cruzado, pelo alto. Diego Cavalieri saltou para evitar o gol dos mandantes com as pontas dos dedos.

No lance seguinte, a equipe do Fluminense reclamou de um pênalti não assinalado por Anderson Daronco, já que, em finalização de Wendel, a bola bateu no braço de Ricardo Silva, dentro da área. A insatisfação tricolor não perdurou muito tempo, já que, logo depois, o próprio jogador balançou as redes.

Carregando pelo meio, Wendel não teve dificuldades em passar por todo o sistema defensivo do Dragão goiano. Com categoria, o volante bateu colocado, tirando de Kléver, inaugurando o marcador em favor dos visitantes.

A alegria carioca, entretanto, durou pouco tempo. Quatro minutos depois, Luiz Fernando cruzou da esquerda, e a bola sobrou para Andrigo, aproveitando falha do lateral Léo, que não conseguiu afastar. O meia só rolou para Diego Rosa, sem marcação e com o gol livre, empurrar para o fundo das redes.

Após os dois tentos, o ritmo do confronto diminuiu. A única chance contundente do restante da primeira etapa ficou por conta de Lucas, que chutou de longa distância, obrigando Kléver a fazer uma grande defesa.

Na segunda etapa, a qualidade técnica do duelo também caiu. Sem grandes jogadas ofensivas por parte dos dois times, com exceção de uma finalização perigosa de Matheus Alessandro, as equipes não conseguiam criar oportunidades de gol.

Até que, aos 26 minutos da etapa final, Henrique Dourado quase marcou o gol da vitória do Fluminense. Após cruzamento de Gustavo Scarpa, o postulante à artilharia do campeonato cabeceou no chão, firme, mas Kléver impediu o tento.

A resposta do Dragão veio logo depois. Depois de levantamento para a área de Luiz Fernando, destaque da equipe, Jorginho escorou de cabeça, obrigando Cavalieri a se esticar todo para espalmar para escanteio.

Na reta final da partida, o ritmo voltou a cair, muito devido ao clima quente na capital de Goiás. Dourado teve mais uma chance, no último minuto, em cobrança de falta, mas Alison tirou em cima da linha. Com isso, ao apito final de Anderson Daronco, Atlético-GO e Fluminense disputaram sua última partida no ano de 2017, finalizada em empate por 1 a 1.

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Flamengo vence com gol no fim e vai à fase de grupos da Libertadores; Vitória escapa do rebaixamento

Por ESPN – Mesmo com um time misto e enfrentando um adversário pressionado pelo rebaixamento, o Flamengo bateu de virada o Vitória por 2 a 1. O jogo válido pela 38ª rodada do Campeonato Brasileiro foi realizado no estádio do Barradão, em Salvador, neste domingo (03/12).

A equipe do técnico colombiano Reinaldo Rueda foi aos 56 pontos e terminou na sexta posição. Com essa colocação, o time rubro-negro foi direto direto à fase de grupos da Copa Libertadores da América. Além disso, fará a a final da Copa Sul-Americana contra o Independiente-ARG na próxima semana.

Parecia um filme repetido para a torcida do time baiano, que viu a equipe escapar da Série B de forma dramática, assim como foi em 2016. Mesmo com a derrota, o clube de Salvador ficou na 16ª colocação, com 43 pontos.

O Vitória abriu o placar aos 39 minutos do primeiro tempo. Carlos Eduardo recebeu na área, chutou rasteiro no canto esquerdo do goleiro César, que se esticou, mas não conseguiu defender.

No segundo tempo, o Flamengo igualou  o marcador. Vinicius Junior deu belo drible em Caíque Sá e tocou para o meio. Arão dominou e deu assistência para Rafael Vaz, que chutou de pé esquerdo. A bola ainda desviou na zaga antes de balançar as redes.

Aos 48 minutos do segundo tempo, Diego tentou cobrar a falta direto para o gol, mas Uillian Correia tocou com a mão na bola e o juiz marcou a penalidade máximaDiego bateu no canto oposto ao do goleiro e fez o gol do triunfo.

O Flamengo voltará a campo pela primeira partida da final da Copa Sul-Americana contra o Independiente, da Argentina. O duelo será  no Estadio Libertadores de América, em Avellaneda, às 21h45 (de Brasília).

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Botafogo empata com o Cruzeiro e fica fora da Libertadores

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: reprodução) – O Botafogo decepcionou sua torcida ao empatar com o Cruzeiro por 2 a 2, em partida disputada neste domingo, no estádio Nilton Santos, pela última rodada do Campeonato Brasileiro. O resultado fez o Alvinegro carioca acabar na décima colocação com 53 pontos ganhos e sem qualquer chance de disputar a Libertadores do próximo ano. O Cruzeiro ficou na quinta posição com 57 pontos ganhos.

O empate espelhou o desempenho das duas equipes em campo. Botafogo e Cruzeiro mostraram muito empenho, mas em nenhum momento, uma equipe teve supremacia sobre a outra durante a partida. O Botafogo abriu o marcador com Brenner. Thiago Neves e Arrascaeta fizeram o Cruzeiro passar na frente, mas Ezequiel colocou tudo igual no marcador.

Apoiado pela torcida, o Botafogo tentou partir para o ataque , mas foi o Cruzeiro quem criou o primeiro momento de perigo em cabeçada de Murilo que Gatito Fernández defender com facilidade. Aos sete minutos, Lucas Romero tabelou com Thiago Neves e arriscou, da entrada da área, mas a bola encobriu o travessão da equipe carioca.

O Botafogo encontrava grande dificuldade para jogar por causa da marcação adiantada exercida pela equipe dirigida por Mano Menezes. O Alvinegro carioca só chegou na área mineira aos 11 minutos com chute forte de Rodrigo Lindoso que saiu, mas levou perigo. Aos 13 minutos, foi a vez de Dudu Cearense cabecear e o goleiro Rafael defendeu sem dificuldades.

O time comandado por Jair Ventura melhorou e , aos 21 minutos, Brenner recebeu na área e chutou fraco, não dando trabalho para Rafael. Aos 25 minutos, o Botafogo marcou o primeiro gol. Léo Valencia recebeu na direita e cruzou na medida para a cabeçada de Brenner que não deu chances para o goleiro Rafael.

Mesmo em vantagem, o Botafogo seguiu pressionando e quase ampliou a vantagem em cabeçada de Igor Rabello que foi muito bem defendida por Rafael. Um minuto depois, Léo Valencia desarmou Bryan na entrada da área e chutou com muito perigo.

Mesmo sendo inferior ao adversário, o Cruzeiro empatou aos 37 minutos, com Thiago Neves que aproveitou uma meia bicicleta de Arrascaeta para completar para as redes cariocas. Depois de sofrer o gol do empate, o Botafogo tentou buscar o gol do desempate, mas o Cruzeiro se defendeu bem e não permitiu que o Alvinegro criasse qualquer chance para marcar até o final da primeira etapa.

O Cruzeiro desempatou aos quatro minutos. Arrascaeta e Thiago Neves tentaram uma tabela e a zaga alvinegra cortou, mas o volante Rodrigo Lindoso acabou dando um presente para Arrascaeta que só empurrou a bola para o gol. Dois minutos depois, Guilherme se livrou da marcação e mandou a bomba, mas o gleiro Rafael fez grande defesa.

O jogo ficou equilibrado e Rafinha, aos nove minutos, desperdiçou a chance de marcar o terceiro gol do time visitante. O Botafogo respondeu com cabeçada de Dudu Cearense e grande defesa de Rafael.

O time carioca empatou aos 23 minutos. Brenner recebeu na área e tocou para Ezequiel que se livrou da marcação e bateu para deixar tudo igual. Para complicar as coisas para a equipe dirigida por Mano Menezes, o atacante Rafinha se desentendeu com outro jogador e foi expulso de campo. O Botafogo partiu para uma tentativa desesperada para alcançar a vitória e acabou desperdiçando a última oportunidade com Victor Luis. No final, a torcida alvinegra, frustrada, vaiou a equipe.
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Palmeiras é atropelado pelo Atlético-PR mas termina o campeonato como vice-líder

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: divulgação)  – O Palmeiras foi atropelado na última rodada do Campeonato Brasileiro. Neste domingo, na Arena da Baixada, o Verdão entrou em campo buscando confirmar a segunda colocação, foi derrotado por 3 a 0, tendo sofrido os tentos de Ribamar, Éderson e Sidcley ainda na primeira etapa, mas conseguiu manter a vice-liderança. O Furacão, apesar da vitória, não conseguiu chegar ao G9 e vai disputar a Sul-Americana em 2018.

Na primeira partida após renovar seu contrato com o Verdão, Fernando Prass sofreu com a fragilidade defensiva da equipe de Alberto Valentim, e, logo aos cinco minutos, ficou de frente com Ribamar. Em contra-ataque de um escanteio, o atleticano avançou desde o meio-campo e, na saída do goleiro, tocou por cima do camisa 1 para abrir o placar.

Como um replay da partida contra o Avaí, na Ressacada, o Palmeiras tentou o abafa no campo ofensivo, mas um erro individual comprometeu a linha alta palmeirense e proporcionou o segundo gol dos mandantes.  Ribamar foi lançado, Yerry Mina errou um corte simples e Luan derrubou o atacante, que ficou de frente com Prass. A arbitragem marcou pênalti e, na cobrança, Éderson ampliou.

Em uma sequência de repetições de erros, a derrota deste domingo teve gols sofridos em sequência pelo Palmeiras. Contra Corinthians, Avaí e Vitória, a situação se repetiu. Prova da apatia alviverde em campo está no fato de que a primeira chance real de gol dos visitantes aconteceu apenas aos 30 minutos, quando Santos – Weverton foi cortado e deve assinar com o Palestra – impediu gol de Dudu. Aos 33, porém, o Atlético-PR matou o jogo.

Luan errou passe para Michel Bastos na esquerda, foi lento para o bote e permitiu que Éderson avançasse livre com a defesa palmeirense desarrumada. O atacante cruzou rasteiro, Sidcley antecipou Mina e só colocou para as redes, sem chances para Fernando Prass.

A fala do capitão Dudu no intervalo pode explicar o sentimento alviverde na primeira etapa. “A equipe deu um branco, não jogamos bem. Tentar diminuir o placar na segunda etapa. Não sei explicar. Nosso time entrou muito desligado”. Infelizmente para o torcedor alviverde, porém, a situação não mudou no segundo tempo.

O Palmeiras voltou do intervalo com Deyverson no lugar de Fabiano e Tchê Tchê na lateral direita. Guerra e Hyoran vieram depois nas vagas de Moisés e Willian, respectivamente. Após os primeiros dez minutos, em que o Furacão chegou a pressionar, a postura retraída dos mandantes fez o Verdão atuar o tempo todo no campo ofensivo, mas sem criar nenhuma chance de gol.

Apesar da lavada em campo, o Palmeiras conseguiu manter a segunda colocação do Campeonato Brasileiro, o que garantiu R$ 11,3 milhões como premiação da CBF. Grêmio ou Santos poderiam fazer o Verdão cair para o quarto lugar em caso de vitória, mas o Peixe apenas empatou e o Tricolor foi derrotado pelo Grêmio.

A partida deste domingo ainda marcou a última de Alberto Valentim em sua quinta passagem como uma resposta.técnico interino do palmeiras. O treinador somou seis vitórias, dois empates e quatro derrotas, e foi convidado para permanecer como auxiliar na comissão técnica de Roger Machado em 2018, mas ainda não deu uma resposta.
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Sport vence reservas do Corinthians e permanece na primeira divisão

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Williams Aguiar) – A festa dos torcedores do Sport foi digna de um campeão brasileiro, neste domingo. Recebendo o atual detentor do título na Ilha do Retiro, o time pernambucano aproveitou o fato de o Corinthians preservar a maioria dos seus titulares e venceu por 1 a 0, assegurando a sua permanência na Série A. O gol foi do ex-corintiano André.

Com o resultado, o Sport passou a computar 45 pontos ganhos e, na 15ª posição, poderá até se classificar para a Copa Sul-Americana – desde que o Flamengo vença a final deste ano contra o Independiente, da Argentina. Os rebaixados foram Coritiba (43), Avaí (43), Ponte Preta (39) e Atlético-GO (36).

Já o Corinthians encerrou a sua vitoriosa campanha no Campeonato Brasileiro com 72 pontos ganhos, nove de vantagem para Palmeiras e Santos. Na última de suas oito derrotas, começando a projetar 2018, o heptacampeão utilizou apenas três titulares – o goleiro Cássio, o zagueiro Balbuena e o volante Gabriel.

Embora em situação delicada na tabela, jogadores e torcedores do Sport demonstravam tranquilidade antes de a partida contra o Corinthians começar. Os sorrisos que se viam nas arquibancadas eram refletidos no túnel de acesso ao gramado, onde Diego Souza abraçava amistosamente os adversários.

Quando a bola rolou, o Sport tentou justificar rapidamente o seu otimismo. O time dirigido por Daniel Paulista tinha ímpeto ofensivo, mas era desorganizado como foi na maior parte do campeonato. Para tentar contornar o problema, uma alternativa eram os chutes de longa distância, que não davam trabalho a Cássio.

O desfalcado Corinthians, a princípio, também não provocava grande preocupação nos defensores do Sport. O time visitante apostava principalmente na movimentação do jovem Pedrinho e nos lançamentos de Giovanni Augusto, dois dos reservas habituais dispostos a mostrar serviço para Fábio Carille.

Aos 22 minutos, o técnico corintiano enfim ganhou um motivo para se empolgar. Giovanni Augusto ergueu a bola da esquerda, e Kazim desviou com o peito. Pedrinho cabeceou na entrada da pequena área e parou em bela defesa de Magrão, que voltou a salvar o Sport na conclusão de Rodrigo Figueiredo, no rebote.

O lance de perigo, contudo, não foi suficiente para fazer o Corinthians se tornar dominante em campo. O Sport continuou com mais posse de bola – e sem criar oportunidades de gol. “Ei, você aí! O Sport vai cair! O Sport vai cair!”, provocaram os corintianos posicionados no setor visitante, no final do primeiro tempo.

Para evitar a queda, o Sport procurou acelerar o jogo no começo da etapa final. Marquinhos até calibrou o pé, obrigando Cássio a se esticar para defender uma conclusão de fora da área. A jogada reanimou a torcida pernambucana nas arquibancadas da Ilha do Retiro.

Aos dez minutos, a vibração foi maior. Diego Souza protegeu a bola de Cássio, que havia deixado o gol e ido até a lateral da área, e rolou para Mena fazer o cruzamento da esquerda. Na segunda trave, o ex-corintiano André subiu e cabeceou com firmeza para acertar a rede.

Carille resolveu acionar os reservas dos seus reservas. Danilo e Paulo Roberto ocuparam as vagas de Kazim e Fellipe Bastos. Inquieto na outra área técnica, pedindo para o Sport valorizar a posse de bola, Daniel Paulista respondeu com a entrada de Rithelly no lugar de Mena.

Após as modificações, o jogo ficou morno, como o Sport desejava. “Eu sou da primeira!”, passou a cantar a torcida rubro-negra, enquanto a alvinegra voltava a comemorar o título com o tradicional “é campeão”. No final, Carille ainda fez uma troca de pratas da casa, Pedrinho por Mantuan, e Daniel Paulista substituiu Marquinhos por Rogério.

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Santos empata na Vila, rebaixa Avaí e termina o Brasileirão em terceiro

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Ivan Storti/assessoria) – O Santos tinha tudo para terminar o Campeonato Brasileiro em segundo na tabela, garantindo R$ 11,3 milhões no caixa. Porém, o Peixe sofreu contra um desesperado Avaí, na tarde deste domingo, na Vila Belmiro. Em partida recheada de oportunidades para os dois lados, o placar acabou mesmo ficando no empate em 1 a 1, que pulverizou os sonhos das duas equipes.

Com a igualdade em Urbano Caldeira, a equipe comandada por Elano não aproveitou o tropeço do rival Palmeiras, e terminou o torneio nacional na terceiro colocação, com 63 pontos, a vaga direta na fase de grupos da Libertadores garantida e ainda uma premiação de R$ 7,7 milhões.

O Leão da Ressacada, por sua vez, encerrou o Brasileirão em 18º, com 43 pontos, e confirmou a queda para a Série B.

Precisando da vitória para escapar do rebaixamento, o Avaí começou a partida pressionando o Santos na defesa. Em contrapartida, a equipe de Santa Catarina abria espaços para o Peixe criar. Tanto que a primeira boa oportunidade surgiu aos 6 minutos, quando Victor Ferraz avançou pela direita e soltou uma bomba para Douglas espalmar.

O Leão respondeu com João Paulo. Aos 12, o lateral arriscou uma bomba de muito longe e mandou no travessão de Vanderlei.

Com o passar do primeiro tempo, o alvinegro foi sendo mais incisivo e só não abriu o placar porque Douglas estava inspirado. Aos 24, Kayke mandou uma paulada de fora e o goleiro espalmou. Quatro minutos depois, após bate-rebate, a bola sobrou para Lucas Veríssimo dentro da pequena área. O zagueiro bateu fraco e o arqueiro salvou mais uma.

Aos 30, porém, Douglas não conseguiu salvar quando Jean Mota iniciou contra-ataque lançando para Matheus Jesus, que rolou para Copete. Em velocidade, o colombiano passou pelo camisa 1 e empurrou para o fundo das redes.

Mas a alegria dos santistas durou pouco. Na jogada seguinte, Pedro Castro dominou do lado esquerdo e mandou uma pedrada na gaveta, vencendo Vanderlei e empatando o mais uma vez o confronto.

Dois minutos depois do tento, Bruno Henrique dá belo passe para Kayke dentro da área. O atacante, porém, mandou para fora, decretando o 1 a 1 no primeiro tempo.

A partida voltou do intervalo com a mesma tônica da primeira etapa: aberta e com chances para os dois lados. Aos 2 minutos, Maicon cruzou e bola sobrou para Lourenço, que chutou em cima de Lucas Veríssimo. O Santos respondeu na jogada seguinte, quando Vecchio lançou para Bruno Henrique dentro da área. O atacante driblou a marcação, mas mandou pra fora.

Após o bom início, a partida caiu de produção, tanto que uma boa oportunidade surgiu apenas aos 22 minutos, quando Renato arriscou de longe e a redonda passou perto da trave de Douglas.

Na jogada seguinte, Jean Mota aproveitou sobra e também arriscou de fora da área. A bola encobriu o goleiro do Avaí, mas não entrou na meta.

Apesar do Avaí ainda buscar o ataque, foi o Santos que seguiu perdendo as melhores chances. Aos 29, Matheus Jesus finalizou e Yuri Alberto, que havia entrado na vaga do vaiado Kayke, perdeu gol inacreditável. Porém, o bandeirinha já assinalava impedimento na jogada.

Nos últimos minutos, o Avaí se desesperou e foi com tudo em busca do gol que o salvaria do rebaixamento. O Peixe, por sua vez, tinha o contra-ataque como arma para alcançar a vitória e o vice. Porém, nenhuma das equipes aproveitou as chances e o jogo acabou mesmo no 1 a 1.
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César pega pênalti, Vizeu faz dois gols e Flamengo está na final

Mesmo com a vantagem pela vitória no duelo de ida, o Flamengo derrotou por 2 a 0 o Junior-COL nesta quinta e se garantiu na final da Copa Sul-Americana. Os rubro-negros terão pela frente na decisão o Independiente-ARG. É verdade que a equipe carioca sofreu com a pressão do Junior durante grande parte dos 90 minutos, mas soube aproveitar os espaços dados pelos colombianos para chegar à vitória com dois gols de Felipe Vizeu no segundo tempo. O goleiro César ainda foi destaque com duas grandes defesas e principalmente por defender um pênalti cobrado por Chará.

A primeira partida da final será na quarta-feira da próxima semana, na Argentina. O confronto final vai acontecer no Rio de Janeiro. Antes disso, o Flamengo vai buscar a vaga na Libertadores, neste domingo, contra o Vitória, em Salvador.

O jogo
O Junior começou a partida com mais posse de bola e criou a primeira chance de gol aos cinco minutos. Em cobrança de falta, Mier chutou forte e parou em grande defesa de César. O susto não fez o Flamengo mudar de postura. Os cariocas seguiam com a marcação forte, mas sem chegar com perigo ao ataque.

O Junior continuou no domínio da partida e voltou a chegar com perigo aos 16 minutos. Chará arriscou de fora da área e assustou o goleiro César. Depois, foi a vez de Mier aproveitar cruzamento e quase abrir o placar para os colombianos.

O Flamengo conseguiu chegar pela primeira vez ao ataque somente aos 29 minutos. Em cobrança de escanteio, Rhodolfo cabeceou por cima do travessão. A resposta dos donos da casa veio três minutos depois. Chará fez boa jogada individual, mas finalizou mal.

Os rubro-negros começaram a aproveitar os espaços dados pelo Junior e quase abriram o placar aos 38 minutos. Em avanço rápido, Lucas Paquetá cruzou rasteiro para Felipe Vizeu, que finalizou para grande defesa de Vieira. Depois, foi a vez de Willian Arão arriscar de longe para fácil defesa do goleiro colombiano.

Nos minutos finais, o Junior ainda tentou esboçar uma pressão, mas parou na boa marcação do Flamengo. Assim, o duelo foi para o intervalo sem alteração no placar.

No segundo tempo, o Junior voltou disposto a marcar logo no início. Os colombianos reclamaram pênalti em lance na área envolvendo Pará e González. Depois, Teo Gutiérrez chutou rasteiro e viu González quase chegar para empurrar para a rede.

Só que na primeira vez que chegou a frente, o Flamengo abriu o placar, aos seis minutos. Felipe Vizeu recebeu passe no meio campo, passou pelo marcador, levou a bola até a área e finalizou na saída de Vieira.

O revés fez com que o Junior se lançar ao ataque. Os donos da casa quase empataram aos oito minutos. No entanto, Ovelar finalizou pela linha de fundo. No entanto, os colombianos passaram a ficar nervosos e aumentaram o número de erros de passes. Com isso, o Flamengo conseguiu equilibrar o confronto e ter mais posse de bola.

O Junior só voltou a criar boa chance aos 22 minutos. Após boa troca de passes, Ovelar chutou para defesa segura de César. Depois, foi a vez de Diaz receber passe na área e chutar em cima de Rhodolfo.

Na parte final, os flamenguistas acusaram o cansaço e permitiram que o Junior voltasse a pressionar. De tanto insistir, os colombianos tiveram a chance de chegar ao empate aos 43 minutos. Willian Arão derrubou Barrera na área e o árbitro marcou pênalti. No entanto, Chará cobrou para defesa de Cesar, que nesta altura sofria com cãimbras.

O goleiro rubro-negro ainda salvou os cariocas em mais um chute de Chará. O Junior acusou o golpe da perda de pênalti e só ameaçou neste lance. Assim, o Flamengo ainda conseguiu chegar ao segundo gol, novamente com Felipe Vizeu, nos acréscimos, para sacramentar a classificação dos brasileiros.

FICHA TÉCNICA
JUNIOR-COL 0 X 2 FLAMENGO-BRA

Local: Estádio Metropolitano Roberto Meléndez, em Barranquilla (Colômbia)
Data: 30 de nove,bro de 2017 (Quinta-feira)
Horário: 22h30 (de Brasília)
Árbitro: Roberto Tobar (Chile)
Assistentes: Claudio Rios (Chile) e José Retamal (Chile)
Cartões amarelos: Barrera (Junior); Rhodolfo (Flamengo)

GOLS: FLAMENGO: Felipe Vizeu, aos 6 e 46min do segundo tempo

JUNIOR: Sebastián Viera, David Murillo, Rafael Pérez, Jorge Arias e Germán Gutiérrez (Barrera); Luis Naváez, Henry Matías Mier (Ovelar), Víctor Cantillo e Yony González (Diaz); Yimmi Chará e Teófilo Gutíerrez
Técnico: Julio Comesaña

FLAMENGO: César, Pará, Juan, Rhodolfo e Miguel Trauco; Gustavo Cuéllar, Willian Arão, Diego, Éverton Ribeiro (Márcio Araújo) e Lucas Paquetá (Rodinei); Felipe Vizeu (Mancuello)
Técnico: Reinaldo Rueda

Fonte: Gazeta Esportiva
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Soy Louco por Tri América: Grêmio vence Lanús de novo e conquista a Libertadores pela 3ª vez

Grêmio, tricampeão da Libertadores  – Pela terceira vez, a América do Sul é preto, azul e branca. Depois de 22 anos, o Grêmio volta ao topo do continente, e de forma incontestável.

Segura, sofrendo poucos riscos e com golaços, a equipe tricolor confirmou o título da Libertadores ao bater o Lanús por 2 a 1 no Estádio Ciudad de Lanús – Néstor Díaz Pérez, nesta quarta-feira. No confronto de ida da final, os brasileiros já tinham triunfado por 1 a 0 em Porto Alegre.

Fernandinho e Luan marcaram ainda no primeiro tempo para os visitantes. Sand, de pênalti, descontou na etapa final, mas nada que ameaçasse a vitória e o título do adversário.

Com a conquista, o Grêmio iguala-se a São Paulo (1992, 1993 e 2005) e Santos (1962, 1963 e 2011) como time brasileiro com mais títulos da Libertadores. Somente quatro clubes possuem mais taças: Independiente (7), Boca Juniors (6), Peñarol (5) e Estudiantes (4). Os gaúchos tinham ficado no lugar mais alto do continente em 1983 e 1995.

A última vez que um brasileiro havia levantado o troféu do principal torneio de clubes da América do Sul tinha sido em 2013, quando o Atlético-MG superou o Olímpia na decisão.

Além disso, o título faz de Renato Gaúcho o primeiro brasileiro a erguer o troféu da competição na condição de jogador e técnico.

Já o Lanús, fundado em 1915, é frustrado em sua primeira final de Libertadores na história.
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