Desfalcado, Cruzeiro é goleado na Argentina na estreia da Libertadores

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Juan Mabromata/AFP) – Não era a estreia na Copa Libertadores que o Cruzeiro queria. No entanto, vários foram os problemas na derrota para o Racing, por 4 a 2, na noite desta quarta-feira, na Argentina.

O que não faltou para o técnico Mano Menezes, antes e até durante o jogo, foram desafios e problemas a serem resolvidos.
Na segunda-feira, a equipe recebeu a péssima noticia da morte do pai do goleiro Fábio. O arqueiro foi liberado para acompanhar o velório do familiar.

Pouco antes do jogo, a agremiação confirmou que Edilson e Léo, ambos com problemas em competições anteriores da Conmebol, não poderiam ir para a partida contra o Racing. Já no gramado, o atacante Fred demorou cinco minutos em campo, depois precisou sair acusando dores na panturrilha direita.

O Cruzeiro agora se prepara para o jogo contra o Atlético, no próximo domingo, às 11h (de Brasília), no Independência, em duelo válido pelo Campeonato Mineiro.

Em campo, duas propostas diferentes de jogo. O Racing com mais posse, segurava a redonda, trocava passes, girava o jogo. O Cruzeiro era mais objetivo, buscava as descidas e criava chances reais.

Mas a capacidade de segurar a bola nos pés do Racing lhe proporcionou o gol primeiro. Em um vacilo da defesa, Lautaro Martínez apareceu livre para empurrar para dentro da meta de Rafael.

O Cruzeiro sentia a falta da qualidade do volante Ariel Cabral, que não fazia um bom jogo. O zagueiro Manoel também não fazia boa partida. O time celeste encontrava dificuldades de entrar em campo.

Aos 29, o Cruzeiro chegou ao empate. Em bela jogada da Raposa, Robinho virou para Egídio que cruzou para Arrascaeta. O camisa 10 meteu a cabeça na bola para conseguir a igualdade para a Raposa.

Logo após conseguir o tento, o Cruzeiro foi para o abafa. A equipe mineira pressionou bastante e tentou o gol de desempate. Em três chegadas seguidas, Arrascaeta pegou a bola e mandou na trave. No rebote, Sóbis não conseguiu aproveitar.

Aos poucos, o Racing se recuperou do susto aplicado pelo Cruzeiro e passou a voltar a segurar melhor o jogo. Com isso, a equipe teve mais posse de bola e avança nas linhas defensivas da Raposa. Isso, por outro lado, era ruim para o time celeste, que tinha claras dificuldades em campo.

O resultado disso ocorreu aos 44 minutos, quando Lautaro Martínez desempatou. Em um vacilo da zaga da Raposa, que bateu cabeça, a redonda sobrou para o goleador argentino que mandou para o fundo das redes.

Na volta do intervalo, o Cruzeiro equilibrou as ações de jogo. A Raposa conseguia chegar ao ataque, mas criava poucas

oportunidades. O Racing, entretanto, não conseguia velocidade para revidar.

Aos 16 minutos, o Racing chegou com bastante perigo, mas Rafael fez bela defesa e mandar para escanteio. Na cobrança, Lautaro Martinez, de cabeça, em nova bola parada, mandou para o fundo do gol.

Com Thiago Neves em campo, o técnico Mano Menezes esperava se manter mais no ataque. E funcionou.
O camisa 30 levou uma falta na entrada da área. Aos 24 minutos, Robinho bateu muito bem e diminuiu a diferença.

Mas novamente quando o Cruzeiro era melhor em campo, a Raposa levou o gol. Solari tinha acabado de entrar na partida e recebeu na frente, chutou cruzado e, aos 31 minutos, correu para o abraço.

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Grêmio cede empate no fim em estreia na Libertadores contra o Defensor do Uruguai

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Lucas Uebel/arquivo) -Não faltou iniciativa ao Grêmio na noite desta terça-feira, dia da estreia na atual edição da Copa Libertadores, porém, o time acabou tendo de se contentar com o empate em 1 a 1 contra o Defensor, do Uruguai, no estádio Luis Franzini, em Montevidéu. Dominando o jogo, os comandados de Renato Gaúcho acabaram esbarrando na forte retranca dos donos da casa, mas ainda assim conseguiram balançar as redes no final do confronto. O que eles não contavam era com a reação tardia dos anfitriões, que empataram aos 39 do segundo tempo para estragarem a festa tricolor no país vizinho.

Com o resultado, Grêmio e Defensor-URU dividem agora a segunda colocação do Grupo 1. O Cerro Porteño, que venceu o Monagas, fora de casa, figura na liderança, enquanto os venezuelanos amargam a lanterna da chave.

O Grêmio só volta a entrar em ação no próximo dia 4 de abril, uma quarta-feira, quando recebe o Monagas, na Arena do Grêmio, às 19h15 (de Brasília). O Defensor-URU, por sua vez, visita o Cerro Porteño, no estádio General Pablo Rojas, em Assunção, no Paraguai.

O Grêmio enfrentou bastante dificuldades para conseguir chegar com perigo ao gol adversário no primeiro tempo. Dona da maior posse de bola, a equipe do técnico Renato Gaúcho mostrava facilidade para trocar passes, porém, no último terço do campo, batia de frente com duas linhas de, no mínimo, quatro jogadores muito bem organizadas e que não deram qualquer espaço aos tricolores.

O primeiro lance mais agudo aconteceu aos 14 minutos, quando Castro levou pela direita e tocou para Suárez. O lateral mandou para a área e encontrou Cougo na esquerda, que bateu cruzado, mas viu a bola sair pela linha de fundo, assustando Marcelo Grohe. Tentando responder, o Grêmio incomodou três minutos depois, quando Madson tentou acionar Cícero dentro da área, mas o goleiro Reyes saiu bem para fazer a interceptação.

Daí em diante o Grêmio tocou de um lado, tocou de outro, mas na hora de invadir a área e estufar as redes, não conseguia evoluir. Contando com Maicon e Cícero como duas cabeças pensantes no meio-campo e Ramiro como elemento surpresa, os atuais campeões da Libertadores pareciam impacientes com a retranca do Defensor-URU. Nem mesmo a presença de Luan e Everton fizeram com que a equipe pudesse desconstruir a marcação através do talento individual, já que ambos tiveram atuações bastante apagadas nos 45 minutos iniciais.

Já no segundo tempo o Grêmio voltou completamente diferente e não demorou muito para assustar o Defensor-URU. Logo aos seis minutos, em cobrança de falta, Luan rolou para Cícero, que soltou uma bomba da entrada da área e exigiu grande defesa do goleiro Reyes no canto esquerdo. Aos sete, foi a vez de Madson chegar batendo de primeira após novo passe de Luan, porém, o lateral-direito mandou por cima do travessão.

Mais confiante, o Grêmio teve um momento de desatenção aos dez minutos, quando Geromel tentou sair jogando, foi desarmado, e Cougo, que estava justamente na região em que o zagueiro deveria ter permanecido, foi acionado, invadindo a área e batendo no cantinho, porém, Marcelo Grohe estava atento para fazer a defesa e salvar o Tricolor no estádio Luis Franzini.

O segundo tempo seguiu mais agitado que a etapa inicial e aos 23 minutos o Grêmio novamente esteve perto de abrir o placar. Desta vez Everton recebeu em profundidade na esquerda e tentou acionar Cícero dentro da área. Era só o volante improvisado como “camisa 9” empurrar para o fundo das redes, porém, no meio do caminho a zaga do Defensor-URU apareceu de maneira providencial para cortar o passe.

Já na reta final do confronto, Renato Gaúcho ousou e decidiu acionar Jael no lugar de Jailson, volante. Contando com mais um atacante, o treinador viu sua decisão surtir efeito. Aos 35 minutos, Maicon, dentro da área, aproveitou o rebote do arremate de Everton, que foi tirado em cima da linha pela zaga rival, para bater forte, estufar as redes e calar a torcida local. Porém, o que era festa para os tricolores acabou se tornando decepção quatro minutos depois, quando Maulella, após cobrança de escanteio, cabeceou livre na área, sem sequer tirar os pés do chão, para deixar tudo igual e garantir o empate com sabor de vitória aos uruguaios.
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Santos vence Santo André, mas perde Gabigol para clássico

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Ivo Sorti/arquivo) – O Santos venceu o Santo André por 2 a 0 na noite deste domingo, na Vila Belmiro, pela nona rodada do Campeonato Paulista. O resultado deixou o torcedor totalmente feliz? Não.

Gabigol fez o primeiro gol, mas, logo na sequência, finalizou após estar impedido e recebeu o terceiro cartão amarelo. Ele desfalcará o Peixe no clássico contra o Corinthians, no próximo domingo, no Pacaembu. Em bela atuação, Eduardo Sasha fez o segundo gol do alvinegro na Vila.

O Santos dominou o jogo desde os primeiros minutos, mas só abriu o placar na segunda metade da etapa final. O Peixe martelou, teve paciência para abrir espaços e construiu a vitória, que poderia até ter sido maior nos minutos finais, com boas chances para Vitor Bueno e Rodrygo.

Na rodada 10, o Peixe enfrentará o Corinthians. Antes, porém, estreará na Libertadores contra o Real Garcilaso, na quinta-feira, em Cuzco, no Peru. No próximo compromisso pelo Paulistão, o Santo André receberá o Botafogo, sábado, às 19h, no Bruno José Daniel.

O Santos pressionou o Santo André nos primeiros minutos, principalmente com bons passes de Eduardo Sasha. Arthur Gomes não aproveitou ótimo cruzamento de Daniel Guedes aos oito minutos. A partida apresentou bom duelo entre Gabigol e o zagueiro Domingos. Foram três carrinhos e um cartão amarelo em 14 minutos.

O domínio era do Santos, mas as chances claras de gol não vinham. E a melhor oportunidade veio com o Santo André, aos 32 minutos. Garré chutou, a bola desviou e no, reflexo, Vanderlei conseguiu espalmar.

Aos 40 minutos, o alvinegro teve a melhor chance de marcar. Léo Cittadini roubou a bola no campo de ataque, fez fila e rolou para Gabigol, perto da marca do pênalti, isolar. O Santos ensaiou uma pressão nos instantes finais, mas não assustou mais o goleiro Neneca.

Segundo tempo

Pressão nos primeiros minutos, como na etapa inicial. Três cruzamentos em sequência, nenhum aproveitado. Aos 4′, Gabigol arriscou de muito longe e Neneca espalmou de “manchete”. Dois minutos depois, David Braz também tentou da intermediária. A bola desviou e passou com perigo por cima do travessão.

Aos 13 minutos de jogo, o Santos quase saiu na frente. Jean Mota cruzou, Domingos afastou mal e Gabigol chutou forte, para grande defesa do goleiro Neneca. Sasha, na sequência, tentou de bicicleta para fora.

A pressão continuou. Quando o placar marcava 18, Sasha apareceu no segundo pau após bate-rebate e chutou fraco. Neneca, na segurança, desviou para escanteio.

Sasha teve ótima atuação (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

Na base do abafa, mas sem espaços e grande criatividade, o Santos seguiu tentando até marcar. Aos 28 minutos, Eduardo Sasha chutou cruzado, Neneca falhou e Gabigol, sozinho, só teve o trabalho de empurrar. Quatro gols em quatro jogos para o camisa 10.

Segundos depois, porém, a alegria virou raiva. Gabigol recebeu, impedido, driblou Neneca e balançou as redes, desrespeitando a arbitragem. Recebeu o terceiro cartão amarelo e não enfrentará o Corinthians, no próximo domingo, no Pacaembu.

Aos 35 minutos, Vitor Bueno recebeu da entrada da área e bateu bonito, colocado. A bola beijou a trave esquerda de Neneca. E aos 42′, o Santos matou o jogo. Domingos falhou, Sasha dominou e saiu cara a cara com Neneca antes de deslocar o goleiro.

Nos minutos finais, Rodrygo quase deu a goleada ao Santos. E Vanderlei, no último lance, fez grande defesa para manter a invencibilidade da defesa.

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Botafogo supera Cabofriense e segue 100% na Taça Rio

Fonte: Gazeta Esportiva – O Botafogo obteve a segunda vitória consecutiva na Taça Rio. Em partida disputada na noite deste domingo, no estádio Nilton Santos, a equipe alvinegra derrotou a Cabofriense por 1 a 0, gol marcado por Kieza, no primeiro tempo. O resultado fez o Botafogo chegar aos seis pontos ganhos no Grupo C, mesma pontuação de Fluminense e Portuguesa, mas o time de General Severiano ocupa a terceira colocação por critérios técnicos. A Cabofriense segue sem pontuar e ocupa a quarta posição do Grupo B.

Mesmo sem mostrar um grande futebol, a equipe dirigida por Alberto Valentim foi sempre superior ao adversário e poderia ter aplicado um placar mais elástico se tivesse aproveitado as chances que surgiram durante os 90 minutos. A Cabofriense entrou com uma proposta defensiva e pouco ameaçou o gol defendido por Gatito Fernández.

Na próxima rodada, o Botafogo vai enfrentar o Flamengo, no Nilton Santos. A Cabofriense vai receber o Macaé, No Correão.

O jogo – O Botafogo iniciou a partida com mais posse de bola, trocando passes para buscar espaços na defesa da Cabofriense. Aos três minutos, o lateral Marcinho mostrou o cartão de visitas, batendo por cima do travessão. Um minuto depois, Leonardo Valencia se aproveitou de uma saída errada da defesa para chutar com muito perigo.

A pressão continuou e aos sete minutos, o Alvinegro marcou o primeiro gol. Rodrigo Pimpão cruzou e Kieza desviou, de cabeça, para o fundo das redes. A Cabofriense, muito retraída, só conseguiu chegar no gol adversário aos 14 minutos em cabeçada de Kaká Mendes.

Depois da parada técnica, o jogo ficou mais equilibrado. O Botafogo continuou com mais posse de bola, mas a equipe de Cabo Frio deixou a postura cautelosa dos primeiros minutos e passou a buscar o ataque com mais intensidade. Por volta dos 30 minutos, o experiente zagueiro Leandro Euzébio sentiu um problema muscular e obrigou o técnico Antonio Carlos Roy a queimar sua primeira substituição.

Aos 34 minutos, Pimpão foi derrubado na intermediária. Leonardo Valencia bateu forte, mas a bola desviou na zaga e saiu para escanteio. Aos 41 minutos, Kieza recebeu outro bom lançamento de Rodrigo Pimpão, matou no peito, mas perdeu o controle da bola e a zaga acabou bloqueando o chute do atacante alvinegro. Dois minutos depois, Valencia cruzou na área, João Paulo desviou para Igor Rabello que chegou atrasado e perdeu a chance de concluir.

O Botafogo voltou para o segundo tempo sem mudanças e com a mesma disposição ofensiva. Aos oito minutos, Leonardo Valencia foi derrubado nas imediações da área do time de Cabo Frio. O meia chileno bateu, mas a bola bateu na barreira. A Cabofriense encontrava muita dificuldade para penetrar na defesa alvinegra. Sem alternativa, arriscava chutes de longe que não dava trabalho ao goleiro Gatito Fernández.

Aos 15 minutos, o técnico Alberto Valentim trocou o apagado Ezequiel por Luiz Fernando. E aos 19, livre na pequena área, Igor Rabello cabeceia para fora quando tinha tudo para marcar. A Cabofriense não levava perigo e o Botafogo seguia desperdiçando oportunidades para ampliar o marcador. Aos 25 minutos, Marcinho cruzou e a bola passou por Kieza e Pimpão que chegaram atrasados.

Só aos 29 minutos é que a torcida botafoguense se assustou quando Maranhão se aproveitou da hesitação dos zagueiros para cabecaear com perigo, mas a bola saiu. Alberto Valentim colocou o lateral Luis Ricardo no lugar de Rodrigo Pimpão com instruções para atuar bem adiantado pela direita, enquanto Luiz Fernando se deslocava para o lado esquerdo do ataque.
Aos 44 minutos, Valencia fez outro bom cruzamento e Luiz Fernando não conseguiu concluir na última jogada importante da partida.

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Portuguesa quebra jejum de 54 anos e derrota o Vasco

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Paulo Fernandes/arquivo) – O Vasco não foi feliz na sua estreia na Taça Rio, segundo turno do Campeonato Carioca. Escalado com um time reserva, o time de São Januário foi derrotado pela Portuguesa por 1 a 0, gol marcado por Tiago Amaral, no primeiro tempo. O resultado fez o Vasco ocupar a quarta posição no Grupo B sem qualquer ponto ganho, enquanto a Lusa da Ilha do Governador é o segundo colocado do Grupo C com seis pontos ganhos. A vitória fez a Portuguesa quebrar um jejum de 54 anos sem derrotar o Vasco.

O resultado foi justo. A Portuguesa esteve sempre melhor organizada em campo e poderia até ter vencido por um placar maior. O Vasco mostrou desentrosamento e não conseguiu, em nenhum momento, ameaçar a vitória do adversário.

Na próxima rodada, o Vasco vai enfrentar o Macaé em São Januário, ainda pela primeira rodada, enquanto a Portuguesa vai visitar o Bangu em Moça Bonita;

O jogo – Com o incentivo da torcida, o Vasco partiu para o ataque e chegou ao gol da Portuguesa, logo aos três minutos, com um chute do lateral Romário. Logo depois, Rafael Galhardo bateu falta e quase surpreendeu o goleiro Milton Raphael. A Lusa da Ilha do Governador respondeu com um chute forte de Romarinho que obrigou Gabriel Félix a se empenhar para espalmar para escanteio. Na cobrança, a zaga hesitou e Marcão cabeceou na trave.

O jogo seguia movimentado e, aos oito minutos, o estreante Giovanni Augusto lançou Riascos que chutou para boa defesa de Milton Raphael. O mesmo Riascos voltou a aparecer aos 14 minutos. O colombiano se livrou de Marcão e bateu de esquerda, mas a bola subiu muito.

O time dirigido por Zé Ricardo seguia mais agressivo e, aos 18 minutos, Rafael Galhardo investiu pela direita e cruzou na pequena área, mas Milton Raphael chegou antes de Riascos.

Mesmo pressionado durante a maior parte do tempo, a Portuguesa não deixava de aproveitar as chances para fustigar a defesa do Vasco em lançamentos para Romarinho e Tiago Amaral.

Aos 29 minutos, a Portuguesa marcou o primeiro gol. Após cobrança de escanteio, Maicon Assis tocou pelo alto, Marcão e Adriano cabecearam e Tiago Amaral, também de cabeça, ganhou a dividida com o goleiro Gabriel Félix e desviou para as redes.

O Vasco tentou responder imediatamente, mas o chute de Riascos não levou perigo. A Portuguesa não recuou para segurar o resultado e quase ampliou quando Romarinho recebeu passe de Sassá e tentou colocar no canto esquerdo de Gabriel Félix, mas a bola saiu.

O Vasco seguia com dificuldade para penetrar na área adversária e tentava chutar de longe, como aconteceu com Andrey, aos 41 minutos, sem qualquer pontaria.

Aos 43 minutos, Riascos fez ótima jogada individual pela direita e quase surpreendeu o goleiro da Portuguesa. No último lance da primeira etapa, Giovanni Augusto deu ótimo passe para Rildo que chegou a encobrir Milton Raphael, mas Adriano salvou na linha de gol.

O Vasco voltou com o atacante Caio Monteiro no lugar do volante Bruno Paulista e , aos dois minutos, Rildo iludiu seu marcador pela esquerda e bateu cruzado para ótima defesa de Milton Raphael. Aos seis minutos, Fabricio cobrou falta com perigo, mas a bola saiu.

O time de São Januário tentava impedir que a Lusa saísse jogando, mas não conseguia criar jogadas que levassem muito perigo ao gol de Milton Raphael. Aos 16 minutos, Thiago Galhardo arriscou, de fora da área, mas mandou bem longe do gol.

O Vasco encontrava grande dificuldade para chegar na área da Lusa. O adversário, bem postado, dificultava as investidas da equipe cruz-maltina.

Aos 31 minutos, a Portuguesa quase ampliou o marcador. Após boa jogada de Romarinho, Tiago Amaral concluiu e Gabriel Félix fez ótima defesa, espalmando para escanteio.

Nos minutos finais, o Vasco pressionou de forma desordenada, mas a defesa da Portuguesa se segurou com eficiência e garantiu a vitória.

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Internacional fica no 0 a 0 no gauchão com destaque para Marcelo Lomba

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Ricardo Duarte/arquivo) – O Internacional visitou o São Luiz neste domingo, no estádio do Vale, pela nona rodada do Campeonato Gaúcho. Precisando da vitória para se isolar na liderança do Estadual, a equipe comandada pelo técnico Odair Hellmann sofreu no primeiro tempo, quando o goleiro Marcelo Lomba fez excelentes defesas para evitar que os rivais saíssem na frente, melhorou na etapa complementar, porém, não conseguiu sair do 0 a 0 com o rival de Ijuí.

Mesmo com o empate, o Internacional assumiu a ponta da tabela de maneira provisória pelo fato de já ter disputado a décima rodada do Gauchão. Com os mesmo número de pontos do Brasil de Pelotas (17), o Colorado pode ser ultrapassado pelo Xavante caso o rival vença o Novo Hamburgo, na próxima sexta-feira, fora de casa.

O jogo – Quem pensava que o Internacional não teria dificuldades para dominar a partida deste domingo se enganou. Logo aos seis minutos o São Luiz mostrou a que veio com Michel, que saiu na cara do gol, porém, Marcelo Lomba, mesmo já caído, conseguiu bloquear o arremate do atacante rival, que perdeu uma ótima oportunidade para abrir o placar.

Quatro minutos depois os donos da casa voltaram a assustar os colorados. Maicon fez cruzamento rasteiro, o goleiro do Inter interceptou o passe, mas, na sobra, o ataque do São Luiz conseguiu finalizar de carrinho, tirando tinta da trave esquerda de Marcelo Lomba, que só acompanhou a bola sair pela linha de fundo.

Embora o Inter tenha carimbado o travessão do São Luiz aos 14 minutos, em cruzamento errado de Wellington Silva, foram os donos da casa que seguiram mais próximos do gol. Aos 19, Maicon cruzou na medida para Michel, que cabeceou em direção ao chão, como manda a cartilha do bom artilheiro, entretanto, Marcelo Lomba novamente foi muito bem, fazendo outra defesa difícil.

No segundo tempo o Internacional voltou a campo com uma postura mais agressiva. Aos quatro minutos Marcinho recebeu na esquerda, invadiu a área e, ao driblar o marcador, acabou derrubado. Os jogadores colorados prontamente pediram pênalti, no entanto, o árbitro da partida mandou o jogo seguir.

O São Luiz, por mais que tenha caído no segundo tempo, seguiu esbarrando em Marcelo Lomba. Aos 23 minutos, o goleiro colorado voltou a frustrar os planos dos donos da casa ao defender a cabeçada de Henrique na pequena área. Como resposta, a equipe de Odair Hellmann esteve muito próxima de comemorar o gol aos 28, quando Roger desviou o cruzamento de Nico López, mas mandou para fora.

Antes do apito final, Henrique e, posteriormente, Tairone, ambos do São Luiz, ainda foram expulsos, deixando o caminho mais livre para o Internacional garantir o triunfo, contudo, nem a vantagem numérica em campo fez com que o Colorado pudesse balançar as redes.

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Jael desencanta e Grêmio bate o Novo Hamburgo no Gauchão

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Lucas Webel/arquivo) – O Grêmio conquistou uma importante vitória na noite deste sábado, na Arena do Grêmio. Recebendo o Novo Hamburgo pela nona rodada do Campeonato Gaúcho, o Tricolor precisou de 27 segundos para abrir o placar com Thonny Anderson, que marcou o gol mais rápido da história da nova casa gremista. Posteriormente, Michel anotou o segundo, e, de pênalti, Jael, que jamais havia balançado as redes vestindo as cores do clube, enfim, desencantou para garantir o triunfo dos donos da casa por 3 a 0.

Com o resultado, o Grêmio se aproximou do grupo dos oito primeiros colocados do Estadual, que se classificam à próxima fase da competição. Depois de iniciar o torneio com um time repleto de jovens da base, o Tricolor agora corre atrás do prejuízo com seu time profissional para tentar, enfim, voltar a erguer a tala do Gauchão, o que não acontece desde 2010.

O time alternativo de Renato Gaúcho fez questão de provar ao treinador que também tem potencial para trazer alegrias ao torcedor gremista logo no primeiro minuto de jogo. Jael acionou Thonny Anderson de primeira na esquerda, que cortou o marcador de letra antes de bater no contrapé do goleiro rival, que nada pôde fazer senão torcer para a bola sair pela linha de fundo, o que não aconteceu.

Aos 12 minutos, Thonny Anderson mostrou novamente que seria um dos destaques do time neste sábado. O meia cobrou escanteio na cabeça de Michel, que, por sua vez, arrematou no travessão. Após não contar com a sorte no início da partida, o volante foi mais feliz aos 34, recebendo de Jael na pequena área e empurrando para o fundo das redes – foi a segunda assistência do centroavante gremista que resultou em gol.

No segundo tempo, Jael, que vinha trabalhando bem no ataque, mas sem fazer gols, quase acabou com o jejum. Aos 13 minutos o atacante recebeu bom cruzamento de Madson, pela direita, e cabeceou certeiro, porém, o goleiro Michel Alves estava ligado para fazer boa defesa e impedir o primeiro tento do camisa 9 em 2018.

Na reta final da partida, o Novo Hamburgo ainda tentou uma reação com Branquinho. Primeiro, aos 30 minutos, o atacante arriscou de longe e acabou carimbando o travessão de Paulo Victor. No minuto seguinte, o jogador que entrou para “incendiar” o segundo tempo exigiu boa defesa do goleiro gremista, em novo chute de fora da área. Como resposta, o Grêmio novamente mostrou eficiência, desta vez com Jael, que até então jamais havia balançado as redes como jogador tricolor. Aos 42, o camisa 9 cobrou o pênalti sofrido por Maicosuel e não desperdiçou a oportunidade, deslocando o arqueiro rival e garantindo o importante triunfo dos donos da casa.

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Em Cuiabá, Fluminense goleia reservas do Flamengo pela Taça Rio

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Lucas Merçon/ass) – O Fluminense passeou na Arena Pantanal na tarde deste sábado e goleou com facilidade um time de reservas do Flamengo pela segunda rodada da Taça Rio, segundo turno do Campeonato Carioca. Co a esteria na Libertadores marcada para a próxima quarta-feira, o técnico Paulo César Carpegiani escalou um time com nove reservas e acabou vendo seu time perder de 4 a 0 em Cuiabá.

Marcos Junior (2), Gilberto e Pedro marcaram os gols do Fluminense, que agora lidera o grupo C da Taça Rio com 6 pontos em dois jogos. Mesmo com a derrota, o Flamengo ainda segue líder do grupo B com 3 pontos, mas pode perder a posição no complemento da rodada neste domingo e segunda-feira.

O Flamengo volta a campo na quarta-feira para a estreia na Libertadores contra o River Palte, da Argentina. O jogo será no Rio de Janeiro, mas sem torcida. Já o Flu tem compromisso pela terceira fase da Copa do Brasil na quinta-feira, contra o Avaí, também no Rio.

O Flamengo volta a entrar em ação pelo Carioca no próximo sábado, quando encara o Botafogo, em casa. No domingo, o Flu pega o Volta Redonda, também em casa.

A partida na Arena Pantanal mal começou e já teve rede balançando. Junior Sornorza dominou na intermediária pela esquerda e lançou Marcos Junior na entrada da área. O volante Romulo tentou cortar mas falhou feio com uma furada que acabou matando seu companheiro Léo Duarte na jogada. A bola sobrou limpa para o atacante do Flu bater cruzado e abrir o placar com apenas um minuto.

O Flamengo tentou não se abater com o gol, mas a formação alternativa escalada por Paulo César Carpegiani tinha muitas dificuldades na criação de jogadas, e sofria com a falta de entrosamento. Mesmo assim, aos cinco, a bola quase entrou. Vinícius Júnior deu belo toque para Trauco na esquerda do ataque. O lateral levantou na área e Felipe Vizeu escorou para Marlos acertar chute na trave de Júlio César.

O Fluminense, entretanto, era melhor em campo e mantinha pressão sobre a saída de bola do Fla. Aos 17, na cobrança de um escanteio pela esquerda, ampliou. Sornoza levantou na área, Trauco não consegue afastar e a bola sobra para Pedro mandar para o fundo da rede.

Com dois a zero em menos de 20 minutos, o Flamengo já mostrava sinais de desânimo, mas ainda tentava. Aos 23, Trauco fez lançamento longo e achou Vizeu na entrada da área. O atacante tocou de cabeça para Vinícius Jr., que ajeitou e mandou um balaço por cima do travessão.

O Flu chegou com perigo aos 27 com Jadson, que recebeu na área pela direita e tentou a conclusão, mas a bola subiu demais. Aos 42, Marlos recebe aberto na ponta esquerda, sem marcação, e cruza na área. Marcos Juinior acerta chute de primeira e Diego Alves defende. No rebote, Gilberto só empurra para o gol e faz o terceiro.

Carpegiani fez duas modificações no intervalo para tentar mudar o panorama da partida. Saíram Romulo e Marlos para as entradas de Jean Lucas e Geuvânio. As alterações deram novo ânimo ao Rubro-Negro, mas não foram suficientes para parar o Tricolor. Com Marcos Junior e Gilberto em grande fase, e aproveitando as falhas de marcação do lado esquerdo da defesa do Flamengo, o Flu continuou mandando no jogo e ampliou a goleada aos 10 minutos. Sornoza abriu para Gilberto completamente livre na direita, o atacante avançou e mandou na área, encontrando Marcos Junior, que entrou em diagonal e desviou de cabeça para fazer o seu segundo gol da tarde e o quarto do Fluminense.

Com 4 a 0, o Flamengo se perdeu em campo. Carpegiani ainda tirou o lateral Trauco para colocar o zagueiro Patrick, na tentativa de reforçar a marcação pelo lado esquerdo, mas sem um setor de criação e com o Flu bem postado na defesa, o Fla não conseguia chegar perto do gol adversário.

Se o jogo serviu alguma coisa para o Rubro-Negro, foi para dar ritmo ao goleiro Diego Alves, que retornou de longa ausência por lesão na última quarta-feira. O goleirão garantiu o placar até o final. Aos 31, foram duas grandes defesas. Tabela do ataque do Flu, Gilberto enfiou para Pedro, que ficou cara a cara mas parou na saída providencial do goleiro. Na sequência, Sornoza chutou de dentro da área e Diego Alves mais uma vez salvou o Fla.

Cinco minutos depois, outro lance de muito perigo. Gilberto cruzou da direita, Thuler afastou de cabeça e Marlon aproveitou o rebote e tentou o chute de fora da área. Sornoza desviou e a bola passou rente ao travessão. A situação ficou ainda mais complicada para o Flamengo aos 38, quando Cuellar recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. No final, os 4 a zero ficaram barato para o Rubro-Negro.

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Com golaço e polêmica, Corinthians encerra invencibilidade do Palmeiras

LANCE! Guilherme Amaro – O meia Rodriguinho teve uma atuação de gala no clássico, tendo feito um golaço e ainda cavado um pênalti para o Corinthians (Luis Moura / WPP) (Foto Fornecido por Areté Editorial S/A )-

O Corinthians acabou com a invencibilidade do Palmeiras, neste sábado, em Itaquera, pela nona rodada do Paulistão. Em jogo com golaço e polêmica, o Timão venceu o quarto Dérbi seguido, por 2 a 0, e reabilitou-se após três tropeços. Já o Verdão, que tinha seis vitórias e dois empates, agora acumula três jogos sem vitória.

O Palmeiras, por sua vez, segue confortável na liderança geral do Paulistão, com 20 pontos. O Corinthians voltou a ser o segundo, com 16 pontos, mas pode ser ultrapassado pelo Santos neste domingo.

Que esquema foi esse?

O Corinthians surpreendeu ao entrar em campo em um esquema sem centroavante, numa espécie de 4-2-4, com Romero e Clayson abertos em cada ponta e Jadson e Rodriguinho por dentro. A formação era parecida com a do Timão campeão da Libertadores em 2012.

O Palmeiras, em seu tradicional 4-1-4-1, demorou para entender o esquema adversário e ajustar a marcação. Após os primeiros minutos, porém, o Verdão bloqueou o adversário.

Golaço!

O Timão sofria com a falta de profundidade, mas conseguiu abrir o placar com um golaço. A equipe ficou com a bola por 1 minuto e 23 segundos, com 28 passes trocados, até Rodriguinho receber, deixar Borja e Antônio Carlos no chão e chutar com calma.

Cássio sai bem

Antes do gol corintiano, o Palmeiras havia tido as duas melhores chances, ambas com Borja. Após um chute para fora, o colombiano foi lançado, mas viu Cássio sair em seus pés. Um lance praticamente igual aconteceu na etapa final, com o goleiro corintiano também salvando.

Polêmica

O segundo tempo teve um lance recheado de polêmicas. Após chute de Rodriguinho, a bola sobrou para Renê Júnior, que foi travado por Jailson. A jogada prosseguiu e terminou com finalização para fora de Henrique.

Alguns segundos depois, porém, o árbitro Raphael Claus marcou pênalti e expulsou Jailson. Isso porque o goleiro levantou muito o pé na hora de travar Renê Júnior. O pênalti foi claro, mas o cartão vermelho foi discutível. O que chamou a atenção foi o fato de o quarto árbitro ter avisado o juiz. Na cobrança, já com Fernando Prass na meta alviverde, Jadson chutou para fora.

Agora entrou!

O Corinthians teve outro pênalti, quando Rodriguinho foi derrubado por Dudu. Sem Jadson, que já havia sido substituído, Clayson foi para a bola e marcou o segundo gol do Timão, acabando com alguma chance de recuperação palmeirense.

FICHA TÉCNICA

CORINTHIANS 2×0 PALMEIRAS

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)

Data-Hora: 24/2/2018 – 17h

Árbitro: Raphael Claus (SP)

Auxiliares: Danilo Ricardo Simon Manis e Anderson Jose de Moraes Coelho (ambos de SP)

Público/renda: 42.178 pagantes / R$ 2.476.111,10

Cartões amarelos: Fagner (24’/1ºT), Lucas Lima (25’/1ºT), Clayson (28’/2ºT), Dudu (36’/2ºT) e Borja (46’/2ºT)

Cartões vermelhos: Jailson (14’/2ºT)

Gols: Rodriguinho (39’/1ºT) (1-0), Clayson (38’/2ºT) (2-0)

CORINTHIANS: Cassio; Fagner, Balbuena, Henrique e Maycon; Gabriel, Renê Júnior, Jadson (Mateus Vital, aos 30’/2ºT), Clayson (Júnior Dutra, aos 40’/2ºT) e Rodriguinho; Romero (Lucca, aos 43’/2ºT). Técnico: Fábio Carille

PALMEIRAS: Jailson, Marcos Rocha, Antônio Carlos, Thiago Martins e Michel Bastos; Felipe Melo, Tchê Tchê (Keno, aos 33’/2ºT) e Lucas Lima (Fernando Prass, aos 18’/2ºT); William (Gustavo Scarpa, no intervalo), Borja e Dudu. Técnico: Roger Machado

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Wilstermann devolve 4 a 0, mas Vasco leva vaga nos pênaltis

(Foto: Aizar Raldes/AFP) -Cruz-maltino, que tinha vantagem da ida, leva quatro gols na Bolívia, mas consegue avançar de fase após Martin Silva defender três pênaltis

O Vasco viu o Jorge Wilstermann devolver o 4 a 0, na partida da noite desta quarta (21), no estádio Olímpico Pátria, em Sucre, na Bolívia, e foi obrigado a disputar a vaga nas cobranças de pênaltis. O goleiro Martin Silva defendeu três pênaltis e colocou o cruz-maltino na próxima fase da Taça Libertadores. Agora, o Vasco ocupa a vaga do Grupo 5, que tem Cruzeiro, Racing e Universidad de Chile.

Tranquilo demais com a vantagem, o cruz-maltino começou mal, sem se encontrar em campo, e levou três gols em 16 minutos. O primeiro do Jorge Wilstermann veio aos 5, com Zenteno de cabeça, após uma cobrança de escanteio de Serginho. Um minuto depois, de novo na bola alta, veio o 2º, com Pedriel, de cabeça, após jogada de Serginho na esquerda.

Os donos da casa, com a altitude a seu favor, continuaram pressionando. Chávez quase fez, após jogada de Serginho com Álvarez, aos 14. Dois minutos depois, numa jogada muito parecida, de novo na esquerda com Serginho, veio o 3º, marcado por Cháves.

O Vasco só foi chutar a gol pela primeira vez aos 19, com Evander, numa finalização forte, de longe. O goleiro defendeu em dois tempos. A melhor jogada do cruz-maltino no 1º tempo foi em tabela entre Henrique e Evander, que arriscou da entrada da área, aos 43. Na volta do intervalo, Evander ainda teve boa chance, aos 8, chutando sobre o gol, após cruzamento de Desábato na linha de fundo.

Pesadelo dos cruz-maltinos, novamente Serginho, agora em cobrança de falta, colocou Zenteno em ótima posição para, mais uma vez, concluir de cabeça, aos 25, e levar a partida para os pênaltis.

Rildo foi derrubado na linha da área e reclamou de pênalti, mas o juiz deu falta. Pikachu cobrou mal e desperdiçou. Aos 38, Thiago Galhardo foi expulso, após cair na catimba de Serginho e jogar a bola no rosto do rival na frente do juiz.

Alex Silva levou perigo aos 42, após cobrança de escanteio de Serginho na segunda trave, mas não teve jeito: o destino da partida seriam os pênaltis.

Cobranças de pênaltis

Na decisão por pênaltis, o Vasco começou batendo e fez o primeiro, com Andrés Rios, na esquerda do goleiro Arnaldo Giménez, que caiu para a direita. Na sequência, Lucas Gaúcho cobrou e o goleiro Martin Silva defendeu, dando a vantagem ao cruz-maltino.Yago Pikachu foi o segundo a cobrar e bateu muito bem, na gaveta direita, sem chances para o goleiro. Melgar, na sequência, diminuiu para o Jorge Wilstermann. Desábato foi o terceiro a bater e mandou a bola na trave direita. Mas Martin Silva espalmou a cobrança de Meleán e garantiu a vantagem cruz-maltina.

Wellington assustou os cardíacos: a bola bateu na trave esquerda do goleiro e entrou. Na sequência, Jorge Ortiz converteu e manteve o Jorge Wilstermann vivo no jogo. A decisão ficou nos pés de Rildo, mas o atacante deu uma paradinha e acabou perdendo: Arnaldo Giménez conseguiu defender.
A classificação cruz-maltina veio com Martin Silva, que defendeu o pênalti seguinte, cobrado por Alex Silva.

PorTV Destak

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