Brasil vence Alemanha em primeiro encontro após ‘7 a 1’

Brasil e Alemanha voltaram a se encontrar, quase quatro anos após o fatídico 7 a 1 do Mineirão. Desta vez, a Alemanha vestia verde, não vermelho e preto, e poucos remanescentes daquele time arrasador de 2014 entraram em campo.

Diretamente de Berlim, Tite armou um time menos ousado que o da última sexta-feira, contra a Rússia, quando venceu por 3 a 0 os donos da casa na Copa. Fernandinho substituiu Douglas Costa. O volante, hoje no Manchester City, foi um dos envolvidos na roda alemã de Belo Horizonte.

Com Tite no banco, no lugar de Felipão, e mais uma vez sem Neymar, o Brasil tentou afastar o fantasma daquele jogo que ficou marcado na história das copas: amistoso, times diferente, treinador diferente, estádio diferente, circunstâncias diferentes. Mas era impossível esquecer aquela derrota.

Logo no início, um jogo sem muita criatividade e, apenas aos oito minutos de jogo, um lance de perigo. A Alemanha invadiu a área, mas Alisson saiu bem para defender.

Após poucos lances de perigo para os dois lados, William chegou com perigo aos 36′, cruzou na área e Gabriel Jesus empurrou pra dentro, após um bate e rebate com Kevin Trapp, goleiro alemão: 1 a 0 para o Brasil.

SEGUNDO TEMPO

(Foto REUTERS/Wolfgang Rattay) – Na segunda etapa, apenas aos 9′ o jogo ganhou fôlego. E com o Brasil. William chegou chutando, Trapp espalmou e Paulinho arriscou no rebote, mas a bola seguiu para escanteio. Três minutos depois, chute de Coutinho perto da trave e quase o segundo gol.

Na sequência, substituições. Em menos de 10 minutos o treinador alemão Joachim Lowe fez quatro trocas: Sané por Stindl, Goretzka por Brandt, Mario Gómez por Sandro Wagner e Boateng por Sule.

Aos 27, chegou a vez de Tite. Philippe Coutinho saiu para entrada de Douglas Costa. O meia da Juventus conhece bem a Alemanha, após se destacar no Bayern de Munique, e foi a campo para um novo teste com o treinador.

Daí pra frente, poucas chances pra cada lado e só aos 39′ a Alemanha voltou com perigo ao gol de Alisson. Timo Werner, que substituiu Gundogan, finalizou sem sucesso, após desvio de Thiago Silva, que mais uma vez assumiu o lugar de Marquinhos na grande área do Brasil.

Antes do apito final, um susto. Draxler acertou um bonito chute de fora da área para defesa de Alisson. No escanteio, a zaga afastou.

Com o resultado, o Brasil voltou a vencer a Alemanha. Quatro anos após a pior derrota da história da seleção brasileira para os atuais campeões mundiais, 1 a 0 na casa do adversário. Mesmo sem ter ‘pago’ o ‘7 a 1’, a vitória não deixa de ser um alívio para jogadores e torcida.

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São Paulo joga melhor, quebra jejum e abre vantagem sobre o Corinthians

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Rubens Chiri)- O São Paulo voltou a vencer o Corinthians, o que não fazia desde a goleada por 4 a 0 de 5 de novembro de 2016, no Morumbi. Também em sua casa, o time agora comandado pelo uruguaio Diego Aguirre voltou a ser melhor do que o rival (não tanto quanto no ano retrasado) na ensolarada tarde deste domingo, ganhou por 1 a 0 e abriu vantagem no confronto válido pelas semifinais do Campeonato Paulista.

Com muitos desfalques (o Corinthians chegou a perder Rodriguinho, substituído por Emerson Sheik, no aquecimento), as duas equipes foram a campo com posturas táticas cautelosas. O São Paulo, porém, tinha ímpeto para atacar e foi dominante no primeiro tempo. Acabou recompensado com um gol de Nenê, no último lance antes do intervalo, gerando uma pequena confusão no gramado – o veterano comemorou diante de Fábio Carille, com quem havia discutido pouco antes.

O técnico corintiano agora terá que ajustar o seu time para reverter uma nova desvantagem no Estadual na noite de quarta-feira, em Itaquera. Na etapa anterior, em que o São Paulo virou o seu duelo com o São Caetano, o Corinthians saiu atrás do Bragantino. Bastará um empate, por outro lado, para os são-paulinos amenizaram a sina de recentes derrotas em jogos eliminatórios diante do rival – foram nove tropeços nos últimos 10 mata-matas.

O jogo – Com uma estratégia espelhada na do São Paulo, com três volantes, Fábio Carille se viu obrigado a mudar o Corinthians minutos antes de a partida começar. Emerson Sheik, alvo predileto dos insultos da torcida rival durante o aquecimento, foi o escolhido para substituir Rodriguinho, que reclamou de dores na coxa.

Sem imprevistos, o São Paulo fez o que se esperava dele quando a bola rolou. Tentou tirar proveito do fato de jogar em casa, com o apoio de sua torcida, para encurralar o Corinthians. Como o meio-campo estava congestionado, usou as pontas para abusar do jogo aéreo – problema crônico da defesa adversária. Arboleda servia ao time como um centroavante a cada levantamento.

Quando continha as investidas do São Paulo, o Corinthians tinha grandes dificuldades para chegar ao ataque. Os visitantes sucumbiam à marcação alta dos donos da casa, recorrendo a Sidcley (que confiava bastante nas faltas assinaladas por Raphael Claus) na esquerda e a Júnior Dutra (tão ineficiente como um ponta quanto se mostrava como um centroavante) na direita para sair para o jogo.

A vazão corintiana não era suficiente para incomodar a defesa do São Paulo. Sheik e Vital até tentavam ser envolventes à base de movimentação, mas quase sempre não tinham com quem fazer suas jogadas evoluírem. Melhor para o São Paulo, que, mesmo sem tanta criatividade, dominava o Majestoso.

Da metade para o final do primeiro tempo, o clássico ficou mais truculento, com jogadas ríspidas de um lado a outro e muita discussão. O São Paulo gritou por último. Aos 47 minutos, Mantuan errou ao chutar a bola para a frente e entregou para Tréllez. O centroavante colombiano que o Corinthians tentou contratar no início do ano avançou até a área e parou em Cássio. No rebote do goleiro, Nenê bateu mascado para dentro.

Com o público do Morumbi em êxtase, Nenê escolheu o banco de reservas do Corinthians para comemorar. Ali, estava Fábio Carille, com quem o experiente atacante havia se desentendido minutos antes. Foi o estopim de nova confusão no gramado. “Isso só incentiva ainda mais a violência. Espero que, quando tomarem gol, eles não se sintam ofendidos também”, chiou Ralf. “Eu já esperava perto do banco. Não incitei nada. Se passei essa impressão, peço desculpas”, respondeu o são-paulino.

Nenê se desculpou pessoalmente com Carille após o intervalo. Mais preocupado com o rendimento do Corinthians àquela altura, Carille abriu um sorriso na frente do jogador e do colega Diego Aguirre antes de retornar ao seu banco de reservas. Lá, permaneceram sentados os mesmos atletas do primeiro tempo – o treinador corintiano preferiu esperar um pouco mais para mexer na sua equipe.

Houve uma mudança, porém, tática. Júnior Dutra passou a jogar centralizado, como se esperava antes da partida, e Mateus Vital foi deslocado para a ponta direita. A nova postura deixou o Corinthians mais organizado, porém ainda suscetível a sofrer com os avanços, mais esporádicos do que no primeiro tempo, do São Paulo.

Para a sua equipe voltar a ser envolvente, Aguirre apostou na entrada de Lucas Fernandes na vaga de Marcos Guilherme. Carille, então, sacou um jogador contestado pela torcida corintiana para colocar outro no lugar. Júnior Dutra cedeu espaço a Lucca, que cobrou uma falta completamente torta logo em sua primeira participação na partida.

Apesar dos erros técnicos, o Corinthians seguiu presente no ataque, também porque o São Paulo não tinha a mesma disposição e fôlego para pressionar. Sonhando com o empate, Carille recorreu ao jogador que a sua torcida estaria pedindo há muito tempo se tivesse acesso ao Morumbi neste fim de semana – Pedrinho. O novato substituiu Sheik. Do outro lado, Aguirre trocou Liziero, que saiu de maca, por Araruna.

O Corinthians enfim ganhou em ousadia com Pedrinho, apesar de oferecer mais espaços para o São Paulo tentar ampliar a sua vantagem nas semifinais. Nenhum dos dois times, contudo, produziu o suficiente para tornar o Majestoso menos nervoso e mais emocionante ofensivamente. Na quarta-feira, em Itaquera, terão nova chance de mostrar um futebol digno de um finalista do Campeonato Paulista.

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Atlético Mineiro faz aniversário, bate o América e está na final do estadual

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: arquivo/assessoria) – “Parabéns pra você. Nesta data querida. Muitas felicidades, muitos anos de vida”. Esse era o canto das arquibancadas do Independência, aos 32 minutos do segundo tempo. Neste momento, a classificação já estava encaminhada, com a vitória do Atlético sobre o América, por 2 a 0, na segunda partida das semifinais do Campeonato Mineiro.

Os gritos desejando felicidades eram destinados ao Atlético, que completa neste domingo, 110 anos de vida. O presente foi dado pelos jogadores a agremiação e torcedores: a classificação para a final do Campeonato Mineiro.

Todos têm motivos para comemorar, afinal, 2018 tem se mostrado um ano bastante complicado até aqui. O Atlético ainda oscila – embora tenha mostrado crescimento nas últimas partidas.

O duelo deste domingo iniciou após o apito final da última quinta-feira, quando o Galo venceu por 1 a 0 e inverteu a vantagem que o Coelho tinha. A pressão da diretoria fez a Federação Mineira de Futebol colocar arbitragem de fora de Minas Gerais para o jogo. O time alviverde reclama muito da influência do dono do apito.

O América entrou em campo com roupa vermelha. O clube teve atitude igual quando protestou contra a implantação do profissionalismo no futebol mineiro, em 1933.

Hoje não há o que reclamar. O Atlético foi novamente superior, sem qualquer interferência da arbitragem. O Galo marcou os dois gols no segundo tempo, o primeiro com Fábio Santos e o segundo com Elias e agora se prepara para enfrentar o Cruzeiro, no próximo fim de semana.

Primeiro tempo

Os minutos iniciais do confronto mostraram um Galo mais confiante. A equipe preto e branca, nos seis primeiros minutos, chegou, pelo menos, quatro vezes. Na maioria das oportunidades, o Atlético chegava pelas pontas.

O América se defendia. Não conseguia agredir. Os atletas eram ouvintes do técnico Enderson Moreira que pediu mais cuidado aos alas com os avanços pelas pontas. Norberto e Giovanni realmente encontravam problemas pela frente: de um lado Luan, do outro Otero.

Junto com isso, o nervosismo levava ao Coelho o erro. Em uma bola simples, aos 15 minutos, o Galo levou perigo. Isso porque Rafael Lima deixou para Jory e Jory deixou para Rafael Lima. Luan decidiu entrar na brincadeira e a defesa teve trabalho para conseguir mandar a bola pela linha lateral.

Após os 20 minutos, o América passou a segurar a bola. A equipe de Enderson Moreira buscava o ataque de maneira tranquila, trocando passes. Enquanto isso, o Galo recuava. A estratégia atleticana é antiga: deixa o adversário com a bola e buscar o contra-ataque utilizando a velocidade.

E assim o Galo conseguiu levar perigo claro pela primeira vez. Em descida rápida, Cazares foi parado com falta, na entrada da área. Na cobrança, Jory precisou se esticar todo para fazer a defesa. A bola ainda pegou na trave ainda de ficar com os zagueiros.

Após os 30, o jogo ficou equilibrado. As duas equipes encontravam dificuldades de levar perigo, não chegavam ao ataque e o duelo ficava concentrado em jogadas ríspidas no meio campo.

A polêmica no clássico não poderia faltar. Assim como nos dois primeiros encontros entre os rivais mineiros, neste também aconteceu. Em cruzamento na área, no finalzinho, Rafael Lima desviou de cabeça e Victor tirou a bola em cima da linha. A reclamação começou.

Na saída do gramado, o zagueiro admitiu que a bola não entrou.

Segundo tempo

O América voltou com intensidade para a etapa complementar. O resultado não era interessante para o Coelho. Um gol já ajudava. E era atrás dele que o clube alviverde corria.

Mas errar na decisão é fatal. O volante Zé Ricardo vacilou no meio campo e Luan roubou a bola. O jovem deixou para Ricardo Oliveira, na ponta esquerda. Em uma inversão de papeis, o camisa 9 cruzou de perna esquerda e encontrou Fábio Santos na pequena área, aos 6. A bola parou no fundo das redes.

Depois de marcar o tento, o técnico atleticano, Thiago Larghi, tirou Luan de campo e lançou Gustavo Blanco. Na teoria, o time alvinegro ficaria mais retrancado, com três volantes. No entanto, no momento ofensivo, Elias se comporta como um meia e isso seria utilizado.

Pelo lado do banco do América, Enderson Moreira mandou seu time para o ataque. Colocou Marquinhos na vaga de David. O Coelho ficou bastante ofensivo.

Aos 32, o Galo ampliou. O América se lançou ao ataque, mas deixou muito espaço aberto. Cazares recuperou a bola, ainda na área alvinegra, e carregou a redonda. A equipe preto e branca chegou a frente com quatro jogadores, contra apenas um americano. O camisa 10 deixou com Elias que empurrou para o fundo das redes.

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Fluminense goleia o Botafogo e é campeão da Taça Rio

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Lucas Merçon/assessoria) – O Fluminense conquistou neste domingo a Taça Rio ao vencer por 3 a 0 o Botafogo, no Maracanã. Com o título do segundo turno, os tricolores garantiram a vantagem de poder atuar pelo empate nas semifinais do Campeonato Carioca.

O Fluminense foi mais organizado durante os 90 minutos e abriu o placar com Pedro, no primeiro tempo. O Botafogo teve seu melhor momento na etapa inicial quando desperdiçou algumas boas chances de empatar o clássico. No segundo tempo, os tricolores chegaram ao segundo gol com Marcos Júnior. Já nos acréscimos, Jadson decretou o titulo para a equipe das Laranjeiras.

Nas semifinais do Campeonato Carioca, o Fluminense encara o Vasco, na quinta-feira, no Maracanã. Já o Botafogo terá pela frente o Flamengo, na quarta-feira, com a necessidade da vitória para chegar à decisão do Estadual.

O jogo – Mesmo sob forte calor, a final começou em ritmo acelerado, com as duas equipes impondo muita correria. A primeira boa chance de gol aconteceu logo com um minuto. Marcos Vinícius arriscou de fora da área e obrigou Julio Cesar a fazer boa defesa.

O susto não mudou a atuação do Fluminense, que buscava os avanços pelas laterais, sem sucesso. Já o Botafogo voltou a criar boa chance aos nove minutos. Leo Valencia lançou Brenner na área, mas o atacante finalizou pela linha de fundo.

Enquanto só alvinegros tentavam, o Fluminense chegou ao gol em sua primeira chance, aos 12 minutos. Após boa troca de passes, Ayrton Lucas rolou para Pedro na área. O atacante só teve o trabalho de chutar para a rede, sem chance para Jéfferson.

Revés foi sentido pelo Botafogo, que parou de criar boas jogadas no ataque. O Fluminense melhorou na marcação e chegou com perigo aos 19 minutos. Ibañez recebeu passe de Sornoza na área e chutou por cima do travessão.

Os alvinegros só foram finalizar aos 22 minutos, com Leo Valencia. No entanto, a bola passou sobre o travessão de Julio Cesar. Só que este foi o único bom lance alvinegro, que via o Fluminense ser melhor em campo. Os tricolores chegavam com mais facilidade ao ataque, mas pecavam no último passe.

O Botafogo voltou a ser perigoso aos 30 minutos. Primeiro, Moisés chutou de longe, a bola quicou e dificultou a defesa de Julio Cesar, que deu rebote. A bola ficou com Leo Valencia, que finalizou colocado, mas parou no goleiro tricolor. Depois, foi a vez de Marcos Vinícius chutar na pequena área e ver Julio Cesar fazer um milagre. Só que o meia estava em posição de impedimento.

Os lances animaram os alvinegros, que chegaram novamente aos 31 minutos. Leo Valencia foi lançado na área, passou pelo marcador, mas chutou pela linha de fundo.

A partida só voltou a ter emoção nos minutos finais. Aos 42, Pedro aproveitou cruzamento, mas cabeceou para fora, quase ampliando a vantagem do Fluminense. O Botafogo ainda respondeu em dois lances, com Luiz Fernando e Rodrigo Lindoso, só que ambos erraram o alvo. Assim, os tricolores foram o intervalo a frente no placar no Maracanã.

No segundo tempo, o Fluminense voltou melhor e explorou o nervosismo do Botafogo desde os primeiros minutos. Após criar algumas jogadas de perigo, os tricolores chegaram ao gol aos 11 minutos. Ayrton Lucas cruzou para a entrada da área, Pedro escorou de peito para Marcos Júnior. O atacante dominou a bola de frente para Jefferson e tocou na saída do goleiro.

O novo revés fez o Botafogo se lançar ao ataque, mas os alvinegros sofriam coma falta de criatividade. O Fluminense se fechou e só saia nos contra-ataques. Com isso, o jogo ficou concentrado entre as intermediárias. Os tricolores tiveram chance de marcar aos 27 minutos, em cabeceio de Ibañez que parou em defesa de Jéfferson.

O Botafogo, na base da vontade, só começou e chegar com perigo ao ataque na parte final do jogo. Aos 36 minutos, Brenner recebeu passe na entrada da área e chutou sobre o travessão. No último minuto do tempo regular, os alvinegros viram Luiz Fernando finalizar para grande defesa de Julio Cesar. No contra-ataque, Jadson foi lançado, entrou na ;área e tocou na saída de Jéfferson para decretar o titulo da Taça Rio para o Fluminense.

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Grêmio goleia Avenida e dá passo gigante rumo a final do Gauchão

Fonte: Lance (foto: Lucas Uebel/arquivo) – Com menos de 10 minutos de jogo, o time do Grêmio não só tomou as rédeas da partida no sentido técnico como foram muito efetivos em transformar chances em gols. Aos sete, Ramiro dominou a bola próxima a grande área depois do passe de Luan e acertou um lindo chute no ângulo do goleiro Fabiano Heves.

Um minuto depois, em lance de profundidade no ataque gremista, o cruzamento de Jael bateu na mão do lateral Itaqui dentro da grande área e resultou em penalidade marcada pela arbitragem. O camisa 7 Luan foi para a cobrança e mostrou categoria para bater bem no canto do arqueiro do Avenida.

Depois dos dois gols, o Grêmio seguiu dominante e ainda teve uma excelente oportunidade em lance onde Everton e, no rebote, Luan errou chute de primeira. Situação essa que marcou uma transição do domínio da partida.

O Avenida começou a ser mais “corajoso” e, percebendo o cenário que se complicou bastante para o seu lado, conseguiu segurar mais a bola no campo de ataque. Com isso, duas oportunidades incríveis foram criadas, porém não-convertidas pelo Periquito.

Em cruzamento vindo da esquerda, Cléverson cabeceou com muito perigo no canto oposto de Marcelo Grohe levando muito perigo ao passar próxima a trave direita. Mas o lance envolvendo Claudinho e Grohe seria ainda mais impressionante.

Depois de toque de Felipe Tchelé dentro da área, Claudinho, aos 42 minutos, estava frente a frente com o arqueiro do Tricolor e chutou no seu contrapé, mas não contava com uma incrível intervenção com os pés.

Logo aos 12 minutos do tempo complementar, Arthur recebeu a bola bem próximo a pequena área e bateu por baixo, 3 a 0 Grêmio. Gol esse que ratificou o domínio da equipe dirigida por Renato Portaluppi.

No restante da partida, o time da casa “acusou o golpe”, não conseguindo ter a mesma reação dos 45 minutos iniciais de assumir o controle do confronto. Algo que ficou sob a batuta gremista com troca de passes e aproveitando as brechas dadas nas saídas ao ataque do Periquito.

Com isso, a partida caminhou a mercê do Grêmio até o apito final de Jean Pierre Lima confirmar a vitória visitante.

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Vettel aproveita desastre da Haas, tira sorriso de Hamilton e abre temporada 2018 com vitória na Austrália

Minutos depois de ter conquistado a pole-position do GP da Austrália, Lewis Hamilton comemorou e tripudiou do seu rival, Sebastian Vettel: “Estava esperando para acertar uma boa volta e tirar o sorriso do seu rosto”. Mas tudo mudou neste domingo (25) em que deu tudo certo para o alemão tetracampeão. Com uma performance sólida da Ferrari e um enorme golpe de sorte, Seb começou na frente do rival a luta pelo pentacampeonato com vitória em Melbourne. A Hamilton, restou se conformar com o segundo lugar depois de tentar uma pressão nas voltas finais, porém sem sucesso.

A sorte de Vettel foi o enorme azar da Haas. Um verdadeiro desastre. A equipe norte-americana vinha com totais condições de colocar seus dois carros no top-5. Mas Kevin Magnussen e Romain Grosjean abandonaram depois do pit-stop pelo mesmo problema: a roda traseira esquerda mal fixada. No caso do franco-suíço, seu carro ficou parado em trecho perigoso, o que proporcionou a entrada do safety-car. Vettel, que havia retardado sua parada para troca de pneus, aproveitou a bandeira amarela, fez o pit-stop e voltou à frente de Hamilton, que havia liderado toda a primeira parte da corrida após ter largado na pole.
Sebastian Vettel suportou a pressão de Lewis Hamilton para vencer na Austrália (Foto: Channel 4/Twitter))© Fornecido por Grande Prêmio Sebastian Vettel suportou a pressão de Lewis Hamilton para vencer na Austrália (Foto: Channel 4/Twitter))
Com categoria e experiência, Vettel deu de ombros para os ataques de Hamilton e partiu para sua vitória 48 na F1. E para comemorar a festa da Ferrari, Kimi Räikkönen completou o pódio. Daniel Ricciardo fez uma boa corrida de recuperação depois de partir em oitavo e finalizou em quarto na sua corrida em casa. E Fernando Alonso, com a nova McLaren-Renault, suportou a pressão final de Max Verstappen para cruzar a linha de chegada em quinto lugar.

Nico Hülkenberg foi o sétimo com a Renault e terminou à frente de Valtteri Bottas, que partiu em 15º, mas fez corrida bem discreta. Stoffel Vandoorne foi o nono, enquanto Carlos Sainz enfrentou problemas no estômago e até náuseas para superar Sergio Pérez e marcar o último ponto em disputa neste domingo.

A F1 agora realiza a segunda etapa da temporada 2018 dentro de duas semanas, o GP do Bahrein, no circuito de Sakhir.

A espera de três meses finalmente se acabou. A F1 largou para a primeira etapa da temporada 2018 sem incidentes na Austrália. Hamilton manteve a ponta, seguido por Räikkönen e Vettel. O grande nome foi Kevin Magnussen, que ganhou a posição de Max Verstappen e subiu para quarto. Fernando Alonso também manteve sua posição, a décima.

Logo nas primeiras voltas, Hamilton mostrou todo o poderio da Mercedes e abria ligeira vantagem para Räikkönen. Mais atrás, Magnussen sustentava a excelente quarta posição, mas já tinha Verstappen no seu encalço. Ricciardo buscava sua evolução na prova e fazia a ultrapassagem sobre Nico Hülkenberg, subindo para sétimo. E Sergey Sirotkin abandonava a corrida no começo, na sétima volta, com problemas nos freios da sua Williams. Em seguida, era a vez de Marcus Ericsson deixar a disputa.

Hamilton continuava nadando de braçada e já abria 2s5 de frente para Räikkönen após nove voltas. Mas a outra Mercedes, de Valtteri Bottas, tinha enormes dificuldades para escalar o pelotão. O finlandês levou muito tempo atrás de Esteban Ocon até fazer a ultrapassagem e subir para 13º. E Verstappen, disposto a partir para cima de Magnussen, errou na saída da curva 2, rodou e caiu para oitavo. A Haas tinha dois carros no top-5.
O ‘Homem de Gelo’ forçava o ritmo para não perder Hamilton de vista e diminuía a diferença para 2s3. Mas o tetracampeão tratava de responder em seguida para reafirmar o controle da corrida. Vettel aparecia de forma discreta, em terceiro, seguido pelos carros da Haas e Ricciardo, que buscava um lugar entre os cinco primeiros. Alonso fazia uma corrida quase isolada e aparecia em décimo. O espanhol se queixava de muitas dificuldades para acompanhar o carro da frente. E reclamava do engenheiro que falava com ele no rádio.

Na volta 15, Pierre Gasly também abandonava a corrida. O novato francês recolheu sua Toro Rosso de volta aos boxes com o indicativo de problemas no motor Honda. Quem não tinha problema algum era Hamilton, que mesmo com o ótimo ritmo de Räikkönen conseguia responder à altura e abria vantagem na frente, já subindo para 3s. Naquele momento, com 19 voltas, Räikkönen era o primeiro dos líderes a fazer seu pit-stop. A Ferrari trocou os pneus ultramacios pelos macios. A tática era de não parar mais até o fim da prova.

Desastre da Haas muda a história da corrida

No giro seguinte, era a vez de Hamilton fazer seu pit-stop. A tática foi a mesma de Räikkönen: pneus macios para ir até o fim. Vettel assumia a liderança da corrida. Verstappen também antecipou sua parada, com a Red Bull trocando os supermacios pelos macios. Bottas, apagadíssimo, lutava com a Force India de Sergio Pérez, enquanto Carlos Sainz perdeu o controle da sua Renault e passava reto na curva 9, permitindo a ultrapassagem de Alonso. Por sua vez, Magnussen encerrava uma grande corrida e abandonava logo após seu pit-stop por conta da roda traseira esquerda, que estava solta.
A notícia já era ruim para a Haas e tornou-se dramática na volta seguinte. Grosjean teve exatamente o mesmo problema de roda traseira esquerda solta no seu carro logo após seu pit-stop e, uma volta depois da falha com Magnussen, também abandonava uma corrida até então incrível. Por conta da posição do carro da Haas, a direção de prova acionou o safety-car virtual. Foi aí o ‘pulo do gato’ de Vettel, que aproveitou para fazer seu pit-stop e voltar à frente de Hamilton.

Em seguida, a direção de prova determinou a entrada do safety-car na pista para que os fiscais pudessem tirar o carro de Grosjean na saída da curva 2. Vettel era o líder, com Hamilton em segundo, Räikkönen em terceiro, Ricciardo, Alonso e Verstappen — após o holandês tê-lo passado sob bandeira amarela antes de devolver a posição — vindo na sequência.
A relargada foi autorizada na volta 32. Vettel defendeu a liderança e tinha Hamilton logo atrás. Seb tinha pneus macios dez voltas mais novo que os de Hamilton, o que representava uma considerável vantagem. Após cinco voltas, a diferença entre os dois era mínima, 0s8, só que a Mercedes alertava Lewis sobre um risco de superaquecimento do motor. Mais atrás, Räikkönen e Ricciardo lutavam pela terceira posição.

O fato é que Hamilton andava perto, mas não conseguia ritmo o bastante para tentar ultrapassar Vettel. O ferrarista, ao contrário, parecia ter tudo sob controle e caminhava com autoridade para a vitória depois de ter virado o jogo de forma surpreendente. Räikkönen se sustentava em terceiro, enquanto Alonso segurava a pressão de Ricciardo.
Durante a briga pela liderança, a transmissão proporcionou um desses momentos inusitados e ‘trocou’ os nomes de Vettel e Hamilton por ‘Lastname’ — sobrenome, numa tradução literal, na exibição do gerador de caracteres.

Quando restavam dez voltas para o fim, Hamilton acelerou tudo para tentar ganhar a liderança de Vettel. Mas cometeu um erro no miolo do circuito e permitiu que a vantagem aumentasse de 0s2 para mais de 2s. Assim, era o alemão quem se aproximava da vitória em Melbourne. Mais atrás, Carlos Sainz se segurava em décimo, mas reportava problemas de estômago e náuseas. O espanhol lutava contra Sergio Pérez para pontuar.

No fim das contas, Vettel confirmou uma vitória inesperada, que veio na esteira de sorte, mas também de competência para segurar Hamilton, que acabou perdendo performance no fim com problemas nos pneus. Seb venceu e tirou o sorriso de Hamilton. E Räikkönen completou o pódio em dia de grande festa para a Ferrari, choro para a Haas e lamento para Hamilton. Quem também teve motivos para comemorar foi Ricciardo, quarto, e Alonso completou ótima corrida para fechar em quinto.
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Por Grande Prêmio
FERNANDO SILVA

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Palmeiras vence o Santos no Pacaembu e tem vantagem por vaga na final no Paulista

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria/arquivo) – O Palmeiras largou na frente do Santos na semifinal do Campeonato Paulista. No jogo de ida, no Pacaembu, o Peixe venceu por 1 a 0, com gol de Willian, aos cinco minutos do primeiro tempo.

Os 45 minutos iniciais foram de domínio alviverde. Nos instantes finais, o alvinegro assustou e obrigou o goleiro Jailson a fazer duas grandes defesas.

Na segunda etapa, o Santos melhorou, acuou o Palmeiras e teve boas chances para empatar e até virar, mas esbarrou em Jailson, nos erros de passes e na falta de pontaria.

O classificado para a semifinal será definido na terça-feira, às 20h30 (de Brasília), novamente no Pacaembu, dessa vez com torcida única do Palmeiras. Os visitantes terão a vantagem do empate para avançar à final. O Peixe precisará vencer por um gol para levar aos pênaltis e dois gols de diferença por vaga direta.

O Palmeiras dominou o Santos na maior parte do primeiro tempo. O Peixe só assustou nos minutos finais, quando o rival relaxou e passou a errar passes na defesa.

Nos primeiros 30 minutos, foi um passeio alviverde. O Verdão marcou com Willian, após linda jogada coletiva e falha geral da defesa santista logo aos 5’, e teve outras oportunidades para ampliar. O meio-campo foi dominado pelos visitantes no Pacaembu.

Na segunda metade dos primeiros 45 minutos, o alvinegro melhorou a marcação e adiantou as linhas. Jailson precisou fazer duas grandes defesas para evitar o empate. Gabigol, cara a cara, chutou em cima do goleiro. E no escanteio, Renato subiu bem, mas parou no palmeirense.

Com Lucas Lima hostilizado e apagado, Bruno Henrique e Felipe Melo ditaram o ritmo, Dudu e Keno levaram a melhor diante dos laterais e Willian foi decisivo. No Santos, Alison e Dodô foram os melhores. Daniel Guedes e Diogo Vitor, os piores.

Na segunda etapa, o cenário foi alterado. Nos primeiros lances, Victor Luis e Keno, ambos pelo lado esquerdo, tiveram boas chances para ampliar. O lateral parou em Vanderlei e o atacante finalizou para fora.

Só que o Santos, mesmo bagunçado, passou a criar mais chances e respondeu logo em seguida. Arthur Gomes arrancou e cruzou bem, Jailson deu rebote e Gabigol não honrou o apelido e isolou.

Aos 17 minutos, o Peixe quase empatou em bate-rebate na área. A bola ficou viva na pequena área, Gabigol tocou mal para Sasha, que não dominou. Segundos depois, Rodrygo acertou belo chute da entrada da área, para nova defesa de Jailson.

O Santos seguiu na pressão e, aos 29, Gabigol teve nova chance. Dessa vez, o atacante finalizou bonito de fora da área, e Jailson salvou outra vez. Três minutos depois, Gabriel deu ótimo cruzamento para Bueno, que cabeceou nas mãos do goleiro.

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Brasil deslancha no 2º tempo e bate Rússia no palco da final da Copa

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Kirill Kudryavtsev/AFP) – Com uma atuação consistente durante o segundo tempo, a Seleção Brasileira ganhou da Rússia por 3 a 0 na tarde desta sexta-feira. O time dirigido pelo técnico Tite bateu os donos da casa no Estádio Luzhniki, palco da final da Copa do Mundo no dia 15 de julho.

Após um primeiro tempo com escassas chances de gol, o time deslanchou na etapa final e conseguiu furar o bloqueio russo. O zagueiro Miranda abriu o placar, Philippe Coutinho aumentou em cobrança de pênalti e o volante Paulinho usou a cabeça para fechar o marcador.

No último amistoso antes da convocação definitiva para a Copa do Mundo, a Seleção Brasileira reencontra a Alemanha às 16h45 (de Brasília) de terça-feira, no Estádio Olímpico de Berlim. O jogo marca o primeiro duelo com o adversário germânico após a goleada por 7 a 1 de 2014.

O primeiro tempo do amistoso foi de poucas emoções no Estádio Luzhniki. A Seleção Brasileira dominou as ações e manteve a posse de bola durante a maior parte do tempo, mas não conseguiu furar o bloqueio russo para articular jogadas consistentes no campo de ataque.

A única oportunidade da Seleção Brasileira no primeiro tempo surgiu logo no começo da partida. Em jogada pelo lado direito, Daniel Alves descolou lançamento para Gabriel Jesus dentro da área. O atacante do Manchester City dominou e bateu de virada para defesa do goleiro Akinfeev.

A Rússia melhorou um pouco durante o primeiro tempo e também deu algum trabalho ao goleiro Alisson. Na melhor chance russa na etapa inicial, em uma tabela pelo lado esquerdo, Smolov cruzou rasteiro e Miranchuk completou por cima da meta brasileira.

A Seleção Brasileira voltou inspirada para a etapa complementar e inaugurou o marcador aos sete minutos do primeiro tempo. Willian cruzou pela direita e Thiago Silva cabeceou para defesa de Akinfeev. Miranda aproveitou o rebote e completou para o fundo das redes.

Amplamente superior, o time comandado pelo técnico Tite aumentou a vantagem aos 17 minutos do segundo tempo, quando Paulinho sofreu pênalti de Golovin. Encarregado de executar a cobrança, Philippe Coutinho bateu no canto esquerdo de Akinfeev e converteu.

O terceiro e último gol da Seleção Brasileira no Estádio Luzhniki saiu aos 21 minutos da etapa complementar. O atacante Willian fez boa jogada pela direita e cruzou na medida para cabeçada certeira do volante Paulinho. Com vantagem confortável, a equipe visitante soube como manter sua meta intacta até o final.

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Tite ensaia possível time titular, mas seleção faz mistério

Tite ensaia possível time titular, mas seleção faz mistério: Willian e Coutinho têm boas chances de começarem o jogo (Foto Lucas Figueiredo/CBF )

De olho no amistoso das 13h (de Brasília) desta sexta-feira contra a Rússia, a seleção brasileira fez seu principal treino da semana nesta quarta-feira (21). Tite ensaiou a provável formação titular, mas preferiu fazer mistério.

Sob neve pela primeira vez na semana, o treinador não deixou que ninguém acompanhasse aos seus trabalhos e ainda orientou que seus atletas não falassem sobre o tema na coletiva.

Willian e Coutinho, que foram os entrevistados desta tarde, têm boas chances de começarem o jogo. Assim, Renato Augusto perderia a sua vaga no meio-campo. Paulinho e Douglas Costa completariam a linha de quatro à frente, com Gabriel Jesus atuando como camisa 9, e Casemiro fazendo a proteção da zaga.

Neste caso, Douglas Costa atuaria como o substituto de Neymar e teria a sua chance de mostrar a Tite, depois de diversos cortes por lesão, que merece uma vaga na lista do Mundial.

“O Tite vai responder para vocês quem é o titular”, disse Willian aos risos. Philippe Coutinho seguiu linha parecida. “Todo treinamento é importante pelo curto período na seleção. Temos que aproveitar para assimilar o que os treinadores estão passando e hoje com certeza foi mais um treinamento importante. Sobre o time a gente deixa para o professor”.

Uma outra possibilidade fica por conta da escalação de Fernandinho como titular também no lugar de Renato Augusto. Neste caso, Willian e Douglas Costa concorreriam pela vaga deixada pelo machucado Neymar.

Por fim, em uma bem pouca provável escalação de Renato Augusto, o time voltaria a ter a sua formação original, restando apenas a dúvida de quem substituiria Neymar: Willian ou Douglas.

A linha defensiva não deve sofrer alterações: Alisson; Daniel Alves, Miranda, Marquinhos e Marcelo. Durante os treinos, Tite e sua comissão observarão de perto Neto, que concorre para a vaga de terceiro goleiro, Pedro Geromel e Rodrigo Caio, que disputam a quarta vaga na zaga, e Fagner, que briga com Danilo para ser reserva na lateral direita. Com informações da Folhapress.

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Botafogo vence clássico contra o Vasco e vai à final da Taça Rio

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Vitor Silva/SSPress/assessoria) – Em mais um clássico emocionante entre Botafogo e Vasco, os alvinegros desta vez levaram a melhor e venceram por 3 a 2, nesta quarta-feira, no Nilton Santos. Com o resultado, os botafoguenses avançaram para a final da Taça Rio.

A partida foi muito movimentada, principalmente no primeiro tempo. O Botafogo abriu o placar com Brenner, mas viu o Vasco virar com gols de Erazo e Riascos. Antes do intervalo, os alvinegros empataram com Luiz Fernando. No segundo tempo, os botafoguenses chegaram a vitoria com gol de Igor Rabello.

O Botafogo espera seu adversário, que sai do vencedor do confronto entre Fluminense e Flamengo, nesta quinta-feira. Os tricolores jogam por um empate para chegarem a decisão. O Vasco agora se prepara para as semifinais do Campeonato Carioca.

O clássico iniciou com muita correria das duas equipes. O Vasco tinha mais posse de bola e busca o ataque com mais organização. No entanto, quem abriu o placar foi o Botafogo, aos 12 minutos, na primeira chance real do jogo. Leo Valencia fez boa jogada pela direita e cruzou para Brenner cabecear para a rede.

O revés fez o Vasco se lançar ao ataque com mais intensidade. Tanto que aos 14 minutos, Wagner arriscou de fora da área e obrigou Gatito Fernández a fazer grande defesa. Quatro minutos depois, Yago Pikachu cruzou pela direita para Riascos. O colombiano tocou para o gol, mas viu a bola bater no travessão, bater no chão, mas não entrar.

De tanto insistir, os vascaínos chegaram ao empate aos 19 minutos. Após cobrança de escanteio, Erazo subiu mais que a zaga e cabeceou para a rede.

O Botafogo foi obrigado a atacar novamente e quase marcou o segundo aos 20 minutos. Após cruzamento de Moisés, Luiz Fernando acertou belo chute de primeira, mas a bola foi pela linha de fundo. Só que o Vasco seguiu melhor em campo e voltou a dominar o clássico. Os vascaínos rodavam a área alvinegra e chegaram ao empate aos 30. Depois de outra cobrança de escanteio, Riascos cabeceou sem chance para Gatito Fernández.

Os vascaínos poderiam ter aumentado a vantagem aos 31 minutos. Andrés Rios aproveitou erro na saída de bola do Botafogo, mas chutou fraco para facilitar a defesa de Gatito Fernández. Riascos e Wagner estavam livres no lance. Como castigo, aos 33, os alvinegros chegaram ao empate no Nilton Santos. Luiz Fernando foi lançado na área, levou a melhor sobre Fabrício e chutou sem chance para Gabriel Félix.

O gol animou os botafoguenses, que equilibraram o jogo e quase viraram aos 37 minutos. Moisés chutou cruzado e viu Erazo quase colocar para a própria rede. Nos minutos finais, o Vasco voltou a ser dominar e tentou sair para o intervalo a frente no placar. No entanto, a zaga alvinegra soube segurar a igualdade.

No segundo tempo, as duas equipes mantiveram a vontade em campo. O Vasco era mais organizado e tinha mais posse de bola. Os vascaínos também criaram a primeira boa chance aos oito minutos. Após boa troca de passes, Paulinho chutou cruzado na área. Riascos tocou para a rede, mas Igor Rabello apareceu para salvar o Botafogo.

Enquanto o Botafogo não levava perigo para Gabriel Félix, o Vasco se aproveitava para avançar nos contra-ataques. Em duas oportunidades, Riascos fez boa jogada, mas viu Wagner e Andrés Rios desperdiçarem as finalizações.

Aos poucos, o Botafogo melhorou a marcação e equilibrou o clássico. Com isso, os alvinegros passaram a se aventurar mais ao ataque, mas continuava sem levar perigo. O Vasco tocava mais a bola, mas perdeu objetividade. Assim, o jogo ficou concentrado entre as intermediárias.

Com a necessidade da vitória, os alvinegros passaram a buscar mais o ataque e chegaram ao gol aos 39 minutos. Após falta cobrada na área, Igor Rabello cabeceou para a rede.

Nos minutos finais, o nervosismo tomou conta dos vascaínos, que pouco produziram no ataque. O Botafogo conseguiu segurar a bola no campo ofensivo para poderem comemorar a classificação para a final da Taça Rio.

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