Em Re-Pa-Remo vence com golaço e ganha vantagem na final

Por: Redação Portal ORM  – Em Re-Pa de pênaltis ‘duvidosos’, Remo vence com golaço e ganha vantagem na final
Isac (Remo) e Cassiano (Paysandu) anotaram as penalidades, mas Rodriguinho acertou golaço para o Leão no Mangueirão
(Foto  Fábio Will / Ascom Remo) -O jogo começou fazendo jus ao Dia da Mentira. Tanto o Remo, quanto o Paysandu tiveram penalidades duvidosas ao seu favor e as converteram. No segundo tempo, porém, o meia Rodriguinho saiu do banco de reservas para mostrar seu valor na ‘hora da verdade’ e fazer um belo gol de fora da área para o Leão, na tarde deste domingo (1), no Mangueirão, em Belém.

As penalidades ocorreram no primeiro tempo, com gol de Isac aos 29 minutos, para o Remo. O empate do Papão saiu da mesma forma, mas com Cassiano, aos 43. O gol da vitória remista saiu aos 34 minutos da etapa final, em chute forte de Rodriguinho.

A vitória garante a vantagem do empate para o Leão no confronto que vai definir quem será o campeão paraense de 2018. Ao Paysandu, só resta uma vitória por dois gols de diferença para poder levar a taça direto. Isso porque, caso o Bicola também ganhe por um de vantagem, a decisão será nas penalidades.

O Re-Pa decisivo está marcado para as 16h do próximo domingo (8), também no estádio Olímpico do Pará, em Belém, com transmissão lance a lance e vídeos dos melhores momentos pelo Portal ORM.

1º tempo: dois pênaltis duvidosos e dois gols

Diferente dos dois últimos clássicos, quando o Remo sobressaía-se na vontade em campo, o Paysandu igualou o nível de entrega e o clássico ficou emparelhado. O Remo foi para o confronto com a missão de apostar, como nos jogos anteriores, na velocidade dos pontas Elielton e Felipe Marques. Este último, porém, foi vetado ao sentir dores durante o aquecimento do jogo e Jayme foi a campo. A velocidade caiu!

O Paysandu, por sua vez, conseguiu mostrar a superioridade técnica de um elenco com jogadores mais rodados e obrigou o goleiro Vinícius a fazer boas defesas. A primeira saiu logo aos cinco minutos, quando Walter bateu da entrada da área. O camisa 1 espalmou. Aos 20, Mike colocou Moisés dentro da área e o camisa 9 chutou de primeira, mas teve o arremate afastado mais uma vez por Vinícius.
O Leão seguia buscando os lançamentos longos para as pontas. Aos 28, o lançamento foi vertical para o meio da área. Elielton dominou mau e Maicon Silva, ao tentar se antecipar ao chute do atacante remista, atirou-se de carrinho. Apesar de não ter acontecido contato entre os dois atletas, o árbitro Raphael Claus (FIFA) assinalou a penalidade. Isac foi para a cobrança e jogou no meio do gol para abrir o placar aos 29.

Aos 41 minutos, Mateus Müller cruzou na área do Remo e, depois de disputa entre Cassiano e Dudu, a bola sobrou para Perema que tentou o chute. Mimica tentou travá-lo e os dois caíram. O árbitro apitou mais uma vez e marcou outro pênalti. Foi a vez de Cassiano se apresentar. Ele colocou no cantinho esquerdo de Vinícius, que ainda foi na redonda, mas não evitou o empate bicolor.

 Foto: Igor Mota / O Liberal

Foto: Igor Mota / O Liberal

2º tempo: Paysandu martela, martela e Remo vence com golaço

O Papão voltou para a segunda etapa com a entrada de Willyam (volante) no lugar do lesionado Cassiano (atacante). Aos três minutos, foi a vez de Maicon Silva também pedir para sair por lesão e Matheus Silva entrou no mesmo posto. Cinco minutos depois, o Paysandu perdeu Cáceres também por lesão e Fábio Matos foi lançado. Apesar das mudanças forçadas, o Bicola manteve maior volume de jogo.

Aos 23 minutos, Mateus Müller colocou na área e Walter finalizou de calcanhar. A redonda sair muito perto do gol. Três minutos depois, Willyam recebeu na ponta, saiu de dois marcadores e tocou rasteiro para a área. Vinícius não alcançou e Gustavo cortou antes da chegada de Walter e salvou o Leão. O garoto bicolor voltou a sair pela ponta. Willyam driblou três e tocou para Fábio Matos, mas Fernandes se antecipou e cortou pela lateral.

Em mais uma saída de bola do Remo com chutão, Perema cortou – outra vez – de cabeça e a sobra acabou ficando no pé de Rodriguinho. O meia só ajeitou para a perna direita e finalizou de fora da área. Marcão tocou na redonda, mas ela caiu dentro do gol bicolor. Remo 2 a 1! Embalado pelo gol marcado, Rodriguinho foi para a cobrança de escanteio e tentou fazer olímpico, mas Marcão espalmou pela linha de fundo novamente.

Foto: Fábio Will / Ascom Remo
Foto: Fábio Will / Ascom Remo

No final do confronto, aos 43, Willyam recebeu a redonda no meio campo e jogou a bola dentro da área do Remo, na cabeça de Walter, que desviou e obrigou o goleiro Vinícius a desviar para fora. Quatro minutos depois, no entanto, o Remo quase aumentou a vantagem, com Jefferson Recife, que tabelou na esquerda, entrou na área e foi travado por Perema.

Ficha técnica (Paysandu 1 x 2 Remo)

Paysandu – Marcão; Maicon Silva, Perema, Edimar e Mateus Müller; Cáceres (Fábio Matos), Danilo Pires e Walter; Moisés, Mike e Cassiano (Willyam). Técnico: Dado Cavalcanti

Remo – Vinícius; Gustavo, Mimica, Bruno Maia e Esquerdinha; Dudu, Felipe Recife (Fernandes) e Adenílson (Rodriguinho); Elielton, Jayme e Isac (Jefferson Recife). Técnico: Givanildo Oliveira

Gols: Isac 29’/1ºT (Remo), Cassiano 43’/1ºT (Paysandu) e Rodriguinho 34’/2ºT (Paysandu)

Cartões amarelos: Maicon Silva, Edimar e Danilo Pires (Paysandu); Gustavo e Esquerdinha (Remo)

Data: 01/04

Hora: 16h

Local: Mangueirão (Belém/PA)

Árbitro: Raphael Claus (FIFA)

Assistentes: Fabrício Vilarinho (FIFA) e Rogério Pablos Zanardo (CBF)

Público: 19.019 (16.019 pag. e 3.000 cred.)

Renda: R$ 448.375,00

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Vasco vence Botafogo com gol no fim e sai em vantagem na decisão

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Paulo Fernandes/assessoria/arquivo) – O Vasco saiu na frente na decisão do Campeonato Carioca. Em partida disputada na tarde deste domingo, no estádio Nilton Santos, a equipe de São Januário derrotou o Botafogo por 3 a 2 e agora só precisa de um empate no segundo jogo, para ficar com o título estadual. E a exemplo do que aconteceu nas semifinais diante do Fluminense, o Vasco garantiu a vitória nos acréscimos, com um gol de Andrés Rios. Yago Pikachu marcou os outros gols gols da equipe cruz-maltina, enquanto Renatinho e Brenner anotaram para o Botafogo.

A partida foi de bom nível técnico e marcada por lances emocionantes. Os dois times procuraram o gol desde o primeiro minuto e proporcionaram um belo espetáculo para o público que acompanhou o clássico. O  próximo jogo será realizado no próximo domingo, no Maracanã.

Vasco abriu vantagem na final do Carioca (Foto: Paulo Fernandes/Vasco)

O jogo –  O jogo começou equilibrado e o primeiro momento de perigo aconteceu aos dois minutos quando Wellington errou o passe e Leo Valencia arriscou, de fora da área, e mandou para fora. Logo depois, Lindoso mandou a bomba e Martín Silva defendeu.

A pressão alvinegra funcionou e , aos três minutos, o Botafogo marcou o primeiro gol. Paulão falhou ao tentar dominar na entrada da área, Renatinho roubou e a bola e bateu antes da chegada de Martín Silva que saiu para tentar evitar a conclusão.

O Vasco não mostrou ter se abalado com o gol sofrido e aos sete minutos, quase consegue o empate. Wagner lançou Rafael Galhardo que entrou pela direita e bateu cruzado. A bola passou por Gatito Fernândez, mas Riascos não conseguiu alcançar a bola. Na jogada seguinte, o goleiro paraguaio voltou a aparecer bem em cruzamento fechado de Pikachu.

Aos 11 minutos, Riascos foi lançado na área e Gatito Fernández saiu nos pés do atacante para ficar com a bola. O Botafogo voltou a incomodar aos 13 minutos quando Leo Valencia foi lançado na esquerda, chegou a encobrir Martín Silva, mas a zaga cruz-maltina aliviou o perigo.

O jogo ficou equilibrado com as duas equipes se alternando na posse de bola. O Botafogo mantinha Brenner isolado na frente, mas o atacante recebia a companhia frequente de Renatinho e Leo Valencia.

Mais tranquilo depois do golpe sofrido, o Vasco contava com o avanço dos laterais e a infiltração de Pikachu para chegar na área adversária.

Depois da parada técnica, o Vasco criou a primeira oportunidade.Após boa jogada de Renato Augusto, a bola ficou para Riascos que concluiu para boa defesa de Gatito. O time de São Januário empatou aos 28 minutos. Wagner fez ótimo lançamento para Yago Pikachu. Igor Rabello não conseguiu cortar e Pikachu emendou, de primeira, sem chances para o goleiro do Botafogo.

O Vasco virou aos 30 minutos. Riascos recebeu na esquerda, se livrou de Marcinho e cruzou rasteiro. Pikachu se antecipou aos marcadores e tocou para as redes de Gatito Fernândez. Logo depois da virada, o técnico Zé Ricardo foi obrigado a queimar uma substituição. Giovanni Augusto sentiu uma lesão e foi substituido por Paulinho.

O Botafogo quase marcou o gol do empate aos 39 minutos. Após cobrança de falta, Igor Rabello, na pequena área, cabeceou em cima de Martín Silva que desviou para escanteio.

Aos 44 minutos, o Botafogo empatou. Marcinho que vinha sendo vaiado fez boa jogada pela direita e lançou Luiz Fernando. O meia cruzou na cabeça de Brenner que deslocou o goleiro Martín Silva, colocando a bola no ângulo esquerdo.

As duas equipes voltaram sem modificações para o segundo tempo. Aos dois minutos, Renatinho foi derrubado por Paulão na entrada da área e o árbitro nada marcou. Aos seis minutos, Paulinho fez boa jogada pela esquerda e bateu cruzado. Gatito defendeu parcialmente, Igor Rabello tentou afastar e jogou em cima de Paulinho que se atrapalhou e deixou a bola sair.

O Botafogo chegou, pela primeira vez, aos onze minutos. Leo Valencia bateu falta da esquerda, a bola passou por todo mundo e acabou saindo perto da trave esquerda.

Também por lesão, Zé Ricardo fez a segunda substituição no Vasco. Saiu Riascos para a entrada de Andrés Rios. No Botafogo, Rodrigo Pimpão entrou na vaga de Leo Valencia que deixou o campo muito irritado com a decisão do técnico.

O ritmo da segunda etapa era mais lento. Os dois times trocaram a agressividade do primeiro tempo e passaram a usar cautela nas suas ações, com muitos passes laterais e pouca profundidade.

Aos 30 minutos, o Botafogo desperdiçou uma ótima chance. Renatinho bateu falta, pela direita, e Rodrigo Lindoso, inteiramente livre, cabeceou para fora.

A resposta do Vasco foi imediata. Thiago Galhardo foi lançado na área, tirou de Gatito Fernández, mas Marcinho salvou na linha do gol.

Aos 34 minutos, após levantamento na área, Carli ganhou de cabeça e mandou com perigo. Três minutos depois, Kieza colocou para dentro, mas o árbitro marcou impedimento.

Gatito Fernández apareceu bem para salvar o Botafogo em conclusão de Paulinho após ótima manobra ofensiva do Vasco.

Aos 48 minutos, no último lance do jogo. após cobrança de escanteio, Andrés Rios acertou um belo voleio e marcou o terceiro gol, garantindo a vitória do Vasco.

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Grêmio goleia Brasil de Pelotas e fica perto do título Gaúcho

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Lucas Uebel/arquivo)- Grêmio saiu na frente do Brasil de Pelotas na final do Campeonato Gaúcho durante a tarde deste domingo. Jogando em sua arena, diante de mais de 32 mil torcedores, o time tricolor se aproveitou da vantagem numérica após expulsão no fim do primeiro tempo para golear o Xavante por 4 a 0, com tentos de Everton (2), Alisson e Ramiro, todos anotados na etapa complementar.

Bem perto de findar um jejum de oito anos sem ganhar o torneio estadual, o Grêmio pode perder por até três gols de diferença na partida de volta, marcada para o próximo domingo, às 16 horas (de Brasília), no Estádio Bento Freitas, em Pelotas. Já o Brasil precisa devolver a diferença de tentos para, ao menos, levar a decisão para os pênaltis.

Antes da segunda final do Gauchão, contudo, o Grêmio terá um compromisso pela Copa Libertadores. O Tricolor receberá o Monagas, da Venezuela, na arena, nesta quarta-feira, às 19h15, pela segunda rodada da fase de grupos do torneio continental.

O Jogo – Como era de se esperar, o Grêmio começou tomando a iniciativa. A primeira chegada ocorreu aos dez minutos. Após boa troca de passes pela direita, Luan recebeu livre na área, mas chutou fraco e facilitou para o goleiro Marcelo Pitol.

Pouco depois, Everton fez fila pela direita e encontrou Jael na entrada da área. Livre de marcação, o centroavante bateu forte, exigindo grande defesa de Pitol, que saltou para espalmar a bola.

Apesar do domínio gremista, a principal chance de gol no primeiro tempo foi do Xavante. Aos 31 minutos, Artur cruzou na cabeça de Calyson, que subiu sozinho na área do Grêmio. O meia testou firme, e a bola passou rente ao travessão de Marcelo Grohe.

No fim do primeiro tempo, o técnico Renato Portaluppi não escondeu a irritação com os erros de passe de sua equipe. Por outro lado, Clemer se estressou com o árbitro Anderson Daronco após a expulsão do lateral direito Éder Sciola, que recebeu o segundo cartão amarelo após dar uma joelhada nas costas de Luan aos 45 minutos.

O Grêmio voltou para a etapa complementar com o meia-atacante Alisson no lugar do lateral direito Léo Moura, que havia sido advertido com cartão amarelo no primeiro tempo.

Batendo de esquerda e cruzado, Everton abriu o caminho para a goleada tricolor

E a equipe da casa não precisou nem de um minuto para se aproveitar da vantagem numérica. Após boa troca de passes, Jael recebeu na meia-lua e deu grande passe para Everton no lado esquerdo da área. O atacante bateu de primeira, cruzado, sem chances para o arqueiro.

Com o domínio completo da partida, o Grêmio ampliou o placar aos nove minutos. Maicon cruzou na área e achou Jael, que cabeceou para grande defesa de Pitol. No rebote, Alisson se enroscou com a bola, mas mesmo assim conseguiu empurrá-la para o fundo do gol.

Tentando diminuir a desvantagem, o Brasil-RS saiu um pouco mais para o jogo, porém passou a dar ainda mais espaços. O Tricolor, então, se aproveitou disso para marcar o terceiro gol. Aos 25 minutos, Ramiro acionou Jael que, de letra, deixou Everton na cara de Pitol. O atacante tocou na saída do goleiro e arrancou sorrisos de seu treinador.

O que era uma vitória elástica se tornou goleada aos 32 minutos. Da intermediária, Ramiro arriscou e soltou a bomba. O goleiro Marcelo Pitol estava bem colocado, mas se atrapalhou e espalmou a bola para dentro de sua própria meta.

Nos minutos finais, Everton ainda acertou a trave e por pouco não marcou o seu terceiro gol na partida. Já o Xavante finalmente fez Marcelo Grohe trabalhar. Após chute forte de Alisson Farias, a bola desviou no meio do caminho, e o arqueiro tricolor, atento, fez grande defesa para manter a goleada intacta.

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Atlético Mineiro faz 3 a 1 no Cruzeiro na primeira final do campeonato mineiro

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: arquivo/assessoria) – O Atlético-MG saiu em vantagem sobre o Cruzeiro na primeira final do Campeonato Mineiro durante a tarde deste domingo. No Estádio Independência, a equipe alvinegra foi eficiente nas jogadas de bola parada e conseguiu bater o arquirrival por 3 a 1.

O segundo e decisivo confronto pela decisão do título do Campeonato Mineiro está marcado para as 16 horas (de Brasília) do próximo domingo, no Estádio do Mineirão. Com o placar alcançado no Independência, o Atlético-MG pode perder por até um gol de diferença. O Cruzeiro, com melhor campanha, é campeão se vencer por dois gols.

O time comandado pelo técnico Thiago Larghi definiu a vitória ainda no primeiro tempo. Em apenas nove minutos, com o venezuelano Otero e o centroavante Ricardo Oliveira inspirados, o Atlético-MG marcou três gols originados em jogadas e bola parada. Arrascaeta diminuiu na etapa complementar.

O Atlético-MG inaugurou o marcador aos 36 minutos do primeiro tempo. Em uma cobrança de falta pelo lado direito, Otero cruzou na segunda trave. A bola passou por todo o mundo, até chegar no artilheiro Ricardo Oliveira, que completou para o fundo das redes.

O time alvinegro conseguiu aumentar sua vantagem aos 41 minutos da etapa inicial, em mais um lance originado em cobrança de bola parada efetuada por Otero. O venezuelano bateu escanteio pela direita, Adilson desviou levemente com a cabeça e Fábio acabou vencido.

O terceiro gol do Atlético-MG saiu no último minuto regulamentar da etapa inicial. Pelo lado esquerdo, Otero bateu escanteio curto e recebeu novamente. O venezuelano cruzou e o veterano Ricardo Oliveira apareceu novamente para completar, desta vez com a cabeça.

Na tentativa de diminuir a vantagem do Atlético-MG para o segundo jogo da decisão, o Cruzeiro procurou pressionar e marcou aos 37 minutos do segundo tempo. Thiago Neves recebeu de Sassá e ajeitou para finalização certeira do uruguaio Arrascaeta pela direita.

Assim que o jogo terminou, o volante argentino Lucas Romero correu na direção do banco do Atlético-MG com o dedo em riste e foi contido por Elias, o que causou um princípio de confusão. O meio-campista estrangeiro deixou o gramado do Estádio Independência sem conceder entrevista.
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Vasco alcança virada histórica sobre o Flu e vai à final após gol aos 50

LANCE! Lazlo Dalfovo – O Time da Virada se fez presente ontem. Na base do coração, o torcedor do Vasco saiu em êxtase do Maracanã após Fabrício marcar o gol do 3 a 2 aos 50 minutos do segundo tempo. Ou seja, o placar que precisava para avançar à final do Carioca, a ser disputado em dois jogos contra o Botafogo. Giovanni Augusto abriu o placar, enquanto Pedro e Sornoza fizeram para o Fluminense, que tinha a vantagem do empate.

TOMA QUE É DE GRAÇA

Enquanto o agradável duelo das torcidas ocorria nas arquibancadas, dentro de campo, a partida devia em emoção nos minutos iniciais. Até a parada técnica, via-se um jogo de poucas ideias e com o Vasco, sem o vetado Evander, optar mais pelas ações do lado direito, com Yago Pikachu e Rafael Galhardo. No entanto, veio da esquerda o primeiro gol. Por lá, Pikachu protagonizou um lance memorável. Aplicou uma humilhante caneta em Richard e cruzou; na bola mal rebatida por Renato Chaves, Giovanni Augusto encheu o pé e guardou.

HORA DO ARTILHEIRO APARECER
O gol cruz-maltino saiu na casa dos 26 minutos. Neste momento, o Flu não inspirava confiança. Faltava uma jogada individual para furar a defesa de Zé Ricardo. E, pouco mais de dez minutos depois de sofrer, ela veio, de Gilberto, que fintou bonito e cruzou para Pedro. O camisa 32, cada vez mais xodó dos tricolores, deixou tudo igual em seu sétimo gol no Carioca – o que o tornou artilheiro isolado da competição.

GOL DE MARACA

Dúvida antes da partida, Sornoza marcou, logo na volta do intervalo, um gol à la Maracanã e de um típico camisa 10: de falta, da entrada da área. A bola ainda chorou na trave antes de descansar na rede.

O MOLEQUE É ATREVIDO!

A pedido da torcida, Paulinho foi acionado na vaga do nulo Wagner. O jovem provou que chama a responsabilidade, não importa o tamanho do jogo, ao arriscar de fora: golaço que deu nova cara ao embate.

FINAL TENSO

Quando o jogo parecia que encerraria empatado, Fabrício arriscou uma bola “espírita”, já aos 50 minutos e mudou a história do jogo. E do campeonato. E na memória dos torcedores.

Fluminense x Vasco © J Ricardo / Freelancer / Lancepress Fluminense x Vasco

FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE 2X3 VASCO

Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)

Data-horário: 29/03/2018, às 21h

Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)

Assistentes: Silbert Faria Sisquim e Jackson Lourenço Massara (RJ)

Público/Renda: 18.999 pagantes / R$ 580.325,00

Cartões amarelos: Renato Chaves, Marcos Júnior e Ibañez (FLU); Rafael Galhardo, Paulão, Fabrício e Wellington (VAS)

Gols: Giovanni Augusto (26’/1ºT – 1×0), Pedro (38’/1ºT – 1×1), Sornoza (3’/2ºT – 2×1), Paulinho (24’/2ºT – 2×2) e Fabrício (49’/2ºT – 2×3)

FLUMINENSE: Júlio César; Gum, Renato Chaves e Ibañez; Gilberto, Jadson, Richard, Ayrton Lucas e Sornoza (Douglas, 39’/2ºT); Marcos Júnior (Marlon, 30’/2ºT) e Pedro (Pablo Dyego, 38’/2ºT). T: Abel Braga.

VASCO: Martín Silva; Rafael Galhardo (Andrés Ríos, 10’/2ºT), Paulão, Erazo (Thiago Galhardo, 36’/2ºT) e Fabrício; Desábato, Wellington e Wagner (Paulinho, 10’/2ºT); Yago Pikachu, Giovanni Augusto e Riascos. T: Zé Ricardo.

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Rodriguinho marca no fim e Corinthians vence o São Paulo nos pênaltis

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/arquivo) – O jogo foi bastante disputado na Arena Corinthians, com um São Paulo muito diferente da postura apresentada durante todo o Campeonato Paulista, mas, no fim, falou mais alto a força do Timão dentro da sua casa. Aos 47 minutos da etapa final, quando a vaga são-paulina parecia encaminhada, Rodriguinho marcou de cabeça e deu a chance de Cássio pegar dois pênaltis, assegurando a vaga alvinegra na final.

Com o resultado, o clube do Parque São Jorge agora encara a equipe do Palmeiras na final da competição. O primeiro jogo está marcado para sábado, às 16h30 (de Brasília), novamente na Arena, com a segunda partida agendada para o dia 8, no Allianz Parque. O Tricolor, por sua vez, terá duas semanas de treinamento até a estreia no Campeonato Brasileiro, contra o Paraná, no dia 16, no estádio do Morumbi.

Jogo muito pegado e pouco jogado

O primeiro tempo começou com o São Paulo marcando de forma adiantada, dificultando a saída de bola corintiana. Apostando em uma pressão, principalmente quando Fagner era acionado pelo lado direito, o Tricolor conseguiu travar os lances corintianos e se manteve tranquilo com o 0 a 0, fazendo a temperatura se elevar somente quando Gabriel tirou a bola de Trellez, que estava no chão, causando um princípio de confusão em Itaquera.

Em termos de chances de gol, a inicial saiu em escanteio cobrado por Nenê, que tentou surpreender Cássio ao bater direto para o gol. O goleiro alvinegro, no entanto, conseguiu salvar em cima da linha. Na resposta, após outro escanteio, Emerson Sheik dominou bola na segunda trave e conseguiu chutar, mas acabou mandando por cima do gol de Sidão, arrancando gritos de “uh” dos presentes à arena.

Com o Tricolor baixando sua marcação, quase que naturalmente, para aguentar o ritmo da partida, o Timão rondou a área adversária por diversas vezes, mas não conseguiu entrar. Em resposta pontual, Trellez ganhou de Pedro Henrique e só não parou dentro do gol porque Cássio saiu muito bem da sua meta. Pouco depois, Sheik viu cruzamento de Fagner passar por Rodriguinho e sobrar limpo para ele chutar. A bola, no entanto, foi para a arquibancada.

Preocupado com os avanços corintianos, Diego Aguirre pediu seguidas vezes para os seus comandados avançarem a marcação e não deixarem o Alvinegro ficar tanto tempo com a bola. Em uma rara jogada trabalhada do seu time, ele quase foi para o itnervalo em vantagem. Liziero recebeu na entrada da área e entrou driblando até a linha de fundo. O volante cruzou, a zaga não afastou e Militão bateu forte, exigindo outra boa intervenção de Cássio.

Defesa são-paulina falha uma vez

O segundo tempo foi de uma tônica sò: Corinthians rondando a área e a zaga do São Paulo afastando todas as vezes em que a redonda entrava na área tricolor. Arboleda e Bruno Alves, facilitados pela ausência de um homem de referência na área para marcar, conseguiram afastar quase sempre que Clayson e Mateus Vital levaram a bola até o fundo, sem precisar fazer Sidão trabalhar.

Preocupado em fazer o time ter mais perigo, Carille acionou Pedrinho pela ponta direita, na vaga de um sem função Gabriel. Logo na sua primeira bola, o canhoto foi para cima da marcação acionou Rodriguinho e o meia cruzou forte para o meio da área, onde Emerson Sheik não alcançou. A bola ainda quase sobrou para Clayson na esquerda, mas Éder Militão, como em quase todo o jogo, ganhou a disputa.

Preocupado também em não deixar o seu time muito exposto, Carille demorou a mexer, esperando que a formação escolhida fosse para cima do adversário. A mudança seguinte do treinador corintiano veio já na casa dos 30 minutos da etapa final, quando Mantuan substituiu um esgotado Fagner. O lateral, que estava com a Seleção Brasileira na Alemanha, aguentou mais tempo do que o esperado.

A última escolha foi Danilo, que entrou na vaga de Emerson Sheik para tentar dar mais presença de área ao time. O experiente armador nem sequer conseguiu receber uma bola em boa condição dentro da área, saindo mais para ajudar na armação. Quando tudo parecia perdido, no entanto, Clayson bateu escanteio pelo lado direito e achou Rodriguinho livre no meio da área para testar e vencer Sidão, levando a decisão aos pênaltis.

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Grêmio empata e está nas finais do Gauchão

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: arquivo/assessoria) – Depois de abrir vantagem de 2 a 0 em cima do Avenida no primeiro jogo da semifinal do Campeonato Gaúcho, o Grêmio só empatou na noite dessa quarta-feira, dessa vez diante de seu torcedor, na Arena. Com um time mesclado de reservas e titulares, a equipe de Renato Gaúcho não precisou se esforçar muito para garantir o 1 a 1 no placar e confirmar sua classificação. Na grande final, o Tricolor vai encarar o Brasil de Pelotas. Serão dois confrontos. O primeiro dia 1º de abril, na Arena, e o segundo dia 8, no Bento de Freitas.

Sob os olhares de André, ex-Sport Recife e novo centroavante gremista, os donos da casa deixaram claro que não se acomodariam na vantagem conquistada em Santa Cruz do Sul. Já o Avenida, apesar da necessidade de uma goleada histórica, reconheceu a própria limitação e se fechou atrás, talvez na tentativa de evitar uma nova derrota acachapante.

Mesmo assim, em poucos minutos o Grêmio já exigiu boas defesas do goleiro Rodrigo. A pressão surtiu efeito aos 30 minutos, quando Arthur chegou dentro da área, recebeu de Hernane e mandou de primeira para dentro do gol.

Na etapa final, como já era de se esperar, o Grêmio se acomodou e diminuiu o ritmo. Bom para o Avenida, que aproveitou para marcar pelo menos seu gol de honra com Diego Torres. Mas, não passou disso, e os gremistas puderam comemorar a classificação à final depois de ficar com a última vaga na primeira fase.

Mais cedo, diferente do que aconteceu na Arena, Brasil de Pelotas e São José fizeram um confronto marcado pelo equilíbrio do estádio Bento de Freitas. E assim como no duelo de ida, o jogo mais uma vez terminou empatado em 1 a 1. Dessa vez, Clayton abriu o placar para os visitantes e Lourency empatou aos 18 minutos da etapa final.

Nos pênaltis, o goleiro Marcelo Pitol se transformou em herói ao defender a cobrança de Porcellis. Antes, Rafinha acertou a trave. Como o Brasil converteu todas suas cobranças, ficou com a vitória por 4 a 3.

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Botafogo vence Flamengo e está na final do Carioca

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Vitor Silva/arquivo) – O Botafogo se classificou para a decisão do Campeonato Carioca ao derrotar o Flamengo por 1 a 0, em partida disputada na noite desta quarta-feira, no Maracanã. Agora, o Alvinegro de General Severiano vai decidir o título estadual com o vencedor do confronto entre Fluminense e Vasco que acontece nesta quinta-feira. O único gol do jogo foi marcado por Luiz Fernando, no primeiro tempo.

O resultado fez justiça ao desempenho do Botafogo que soube superar o adversário, principalmente no primeiro tempo, para buscar a vitória, único resultado que interessava. O Flamengo entrou acomodado e só reagiu no segundo tempo, quando partiu de forma desesperada para buscar o empate que lhe daria a vaga, mas encontrou o Botafogo se defendendo com muita determinação para alcançar o primeiro resultado positivo sobre o rival na atual temporada.

O jogo – A partida começou equilibrada com as duas equipes buscando o ataque. Aos três minutos, Leonardo Valencia arriscou de fora da área e Diego Alves segurou sem problemas. O Botafogo foi o primeiro a criar um momento de perigo. Aos oito minutos, Luiz Fernando desarmou Rhodolfo nas imediações da grande área e chutou com perigo.

Sem muita pressa, o Flamengo tocava a bola, esperando que aparecessem espaços na defesa alvinegra, enquanto o Botafogo, precisando da vitória, assumia uma postura mais agressiva, mas não conseguia criar condições para finalizar com sucesso. Aos 14 minutos, o volante Marcelo arriscou da entrada da área, mas mandou para fora.
Aos 19 minutos, após levantamento na área, o zagueiro Igor Rabello mete a cabeça e obriga Diego Alves a praticar sua primeira grande defesa.

Precoupado com o baixo rendimento ofensivo da sua equipe, o técnico Carpegiani inverteu a posição dos atacantes Vinicius Junior e Lucas Paquetá. Aos 23 minutos, Diego bateu falta, a zaga rebateu mal e Willian Arão aproveitou a sobra para chutar com perigo. Logo depois, o mesmo Arão aparece na área após cobrança de escanteio. O volante rubro-negro cabeceou com muito perigo.

O Flamengo se animou e voltou a ameaçar aos 29 minutos em cabeçada de Réver que Jefferson desviou para escanteio. A partida voltou a ficar equilibrada com as duas equipes se alternando na posse de bola, mas o time dirigido por Alberto Valentim se mostrava um pouco mais objetivo.

Aos 38 minutos, o Botafogo marcou o primeiro gol. Rodrigo Lindoso fez ótimo passe para Marcinho que investiu pela direita e cruzou para Luiz Fernando entrar e tocar para as redes de Diego Alves. Depois do gol, o volante Willian Arão que já vinha sendo vaiado pela torcida do Botafogo, passou a ser vaiado também pela torcida rubro-negra.

O Flamengo voltou modificado para o segundo tempo. O técnico Paulo César Carpegiani tirou os volantes Jonas e William Arão e colocou o volante Cuéllar e o atacante Geuvânio numa tentativa de dar maior poder ofensivo ao time.
E as mudanças tornaram o Flamengo mais agressivo. Aos dez minutos, Vinicius Junior recebeu na esquerda, derivou para o meio e bateu para defesa fácil de Jefferson.

O Botafogo só apareceu na área aos doze minutos em cobrança de falta executada por Renatinho, mas a bola encobriu o travessão defendido por Diego Alves. Um minuto depois, Diego bateu escanteio e Paquetá cabeceou para boa defesa de Jefferson.

O treinador rubro-negro decidiu queimar todas as substuições e colocou o atacante colombiano Marlos na vaga do apagado Lucas Paquetá. Aos 18 minutos, novamente Vinicius Junior assusta Jefferson com um chute perigoso. O Flamengo aumentou a pressão em busca do gol do empate, enquanto o Botafogo não conseguia repetir a boa atuação do primeiro tempo.

Aos 20 minutos, após cruzamento na área, a bola sobra para Vinicius Junior que fura na hora do chute e desperdiça grande oportunidade. A pressão rubro-negra aumentou e o Botafogo não conseguia sair do campo de defesa. O time comandado por Alberto Valentim se limitava a defender a vantagem.

Aos 30 minutos, Everton cruzou da esquerda e Henrique Dourado cabeceou na trave, para desespero da torcida do Flamengo que já contava com o gol.

Depois de mais um susto, o técnico do Botafogo trocou o chileno Leonardo Valencia por Rodrigo Pimpão. E o time de General Severiano criou a primeira grande oportunidade no segundo tempo aos 32 minutos. Após cruzamento na área, Joel Carli desviou, de cabeça, e Luiz Fernando chutou com muito perigo, mas a bola saiu.

O Flamengo respondeu em lance de grande perigo. Diego chutou forte, Jefferson defendeu parcialmente e a bola ficou com Marlos que concluiu, mas a bola desviou na zaga alvinegra e saiu para escanteio.

Preocupado com a pressão adversária, Alberto Valentim trocou o meia Renatinho pelo zagueiro Marcelo Benevenuto.
Aos 38 minutos, novamente Geuvânio, de esquerda, chutou com grande perigo e a bola passou raspando. Aos 43 minutos, Jefferson voltou a salvar o Botafogo, espalmando para escanteio uma cabeçada de Marlos.
Aos 48 minutos, Rhodolfo mandou uma bomba e a bola passou perto da trave esquerda na última chance do Flamengo na partida.

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Brasileira é suspensa do UFC por dois anos após flagra no doping

Amanda Lemos foi campeã do Jungle Fight antes de ser contratada pelo UFC (Foto Leonardo Fabri ) – Após ser nocauteada em sua estreia no UFC para Leslie Smith em julho passado, Amanda Lemos teve uma nova queda em sua carreira. A brasileira testou positivo em um exame antidoping fora do período de competição feito pela USADA (agência antidoping americana) e precisará ficar afastada do MMA até novembro de 2019.

A amostra coletada no dia 8 de novembro de 2017 apontou a presença de estanozolol – esteroide usado para melhora o desempenho – e, nesta quarta-feira (28), a agência anunciou que a lutadora recebeu a punição de dois anos – que conta a partir da data em que o teste foi realizado. Desde o início da parceria entre a USADA e o UFC, Lemos é a quarta atleta que falha em um exame antidoping devido ao uso dessa substância.

Até a sua estreia na maior organização de MMA do mundo, em julho passado, Lemos se manteve invicta como profissional, com seis vitórias – sendo cinco por nocaute e uma por finalização. Antes de ser contratada pelo UFC, a brasileira atuava pela organização Jungle Fight, onde ganhou o cinturão da categoria peso-galo (61 kg) em junho de 2016, depois de nocautear Mayra Cantuaria Rodrigues.

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Por Ag. Fight Ag. Fight

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Santos reverte vantagem, mas Palmeiras vai à final nos pênaltis

Fonte: Gazeta Esportiva (Djalma Vassão/Gazeta Press/arquivo) – Com Jailson herói nas duas partidas contra o Santos, o Palmeiras está na final do Campeonato Paulista. O Verdão esteve longe de apresentar um grande futebol, mas mesmo assim, mostrou garra e buscou o resultado pelos mais 37 mil presentes no Pacaembu e todos os que acompanharam de longe a derrota por 2 a 1 no tempo normal e a classificação emocionante nas penalidades por 5 a 3.

O Palmeiras começou o duelo decisivo marcando apenas a partir do meio-campo. Provavelmente, por um misto de cansaço físico da equipe, que não reuniu condições de treinar desde a primeira partida semifinal, e estratégia para administrar a vantagem.

A estratégia, inédita com Roger Machado este ano (tirando o segundo tempo do primeiro duelo contra o Santos), não surtiu efeito. Mesmo assim, o Verdão só alterou sua postura após ver o Peixe abrir o placar.

Arthur Gomes enfiou bola para Daniel Guedes, às costas de Victor Luis. O lateral cruzou para a área, Antônio Carlos não acompanhou e Eduardo Sasha cabeceou para as redes. Foi o quarto tento de cabeça do atacante na temporada.

A torcida palestrina logo ensaiou gritos de incentivo, mas claramente ficou assustada com o gol sofrido, algo que não acontecia há cinco partidas. Em campo, porém, tudo mudou e o Alviverde se lançou ao ataque para pressionar o adversário e retomar seu estilo de jogo. Funcionou.

Tchê Tchê cobrou lateral para a área e Felipe Melo subiu bem para dividir a bola, que bateu em Alison e sobrou para Bruno Henrique. O volante chegou batendo firme nela e mandou para as redes anotando um golaço.

Mesmo com o gol de empate, as primeiras reclamações das arquibancadas começaram a surgir. Se a torcida santista estivesse presente no Pacaembu, entretanto, certamente estaria chiando o dobro.

A equipe de Jair Ventura apostava na velocidade do trio de frente, municiado por Rodrygo, outro veloz jogador, mas que atuando recuado, não mostrou poder de organização de jogo. O Palmeiras era absoluto na partida e, apesar de não criar tanto, mandava no clássico. Mesmo assim, sofreu o segundo gol.

Quando abriu pela esquerda, Rodrygo decidiu. Em velocidade, o jovem cortou fácil Antônio Carlos e abola sobrou para Gabriel, que arriscou o chute. A bola desviou em Sasha e sobrou de novo para Rodrygo, que mandou para as redes.

O Palmeiras voltou do intervalo ainda com apoio dos 36.591 presentes. Mas a atmosfera não chegava próxima do que a equipe encontra no Allianz Parque, e o nervosismo nas arquibancadas só foi crescendo e sendo refletido nos atletas em campo.

Quando o segundo tempo começou, o Santos se defendia como se tivesse a classificação assegurada (o resultado levaria para as penalidades). Já o Palmeiras atacava como se restasse apenas cinco minutos no marcador para balançar as redes, com absoluto desespero. Era como se o Verdão tentasse emplacar contra-ataques em todas as jogadas, mesmo com a defesa adversária bem postada.

Em dado momento, ficou difícil definir se o time transmitia nervosismo para a torcida, ou se era o contrário. Ao contrário do habitual, Roger não demorou a fazer mudanças e trocou Lucas Lima, apagado nas duas partidas contra o ex-time, e Willian por Guerra e Deyverson. Jair respondeu fechando ainda mais sua equipe: Rodrygo deixou o campo e Jean Mota entrou.

Palmeiras e Santos seguiram sem criar absolutamente nenhuma oportunidade no segundo tempo. A única celebração dos alviverdes foi quando Moisés foi chamado para entrar na vaga de Bruno Henrique. De novo, Jair respondeu rápido e, mais uma vez, de forma defensiva: Diogo Vitor e Leandro Donizete entraram para as saídas de Sasha e Renato.

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