Ceará vence de novo e Fortaleza de Rogério Ceni é vice-campeão estadual

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: arquivo/assessoria)- Rogério Ceni levou o Fortaleza a melhor campanha do Campeonato Cearense, mas não conseguiu fazer seu time mais forte justamente nas finais. Diante do Ceará, o tricolor do técnico ex-São Paulo sucumbiu nesse domingo por 2 a 1, na Arena Castelão, mesmo placar no primeiro duelo válido pelo título Estadual. Com isso, o Vovô foi quem fez a festa de campeão.

Com a bola rolando, muitos olhos em cima de Gustavo e Arthur, artilheiros do país com 16 gols cada. E o centroavante do Fortaleza foi o primeiro a ter a oportunidade de mostrar seu faro de gol. A torcida tricolor só não contava que seu camisa 9 desperdiçasse uma chance incrível com 15 minutos de jogo.

A falha custou caro. Três minutos depois, Pio resilveu arriscar chute de longe e acabou acertando um petardo, no ângulo. Um golaço do Ceará, que já tinha a vantagem do empate e passou a ficar com a situação ainda mais favorável.

Tão festejado pela torcida do Vovô, Pio foi do céu ao inferno em pouco tempo. Aos 34, o autor do único gol do jogo cometeu pênalti infantil em Osvaldo. Sorte dele que Bruno Melo acertou a trave e manteve o placar inalterado.

Após isso, os atendimentos médicos acabaram dando o tom do Clássico-Rei. O técnico Marcelo Chamusca sofreu uma queda de pressão e precisou ser atendido pelos paramédicos. Em seguida, a ambulância precisou entrar em campo devido a um choque entre de cabeça com cabeça. Ligger levou a pior.

Por isso, o primeiro tempo foi até os 60 minutos. Ao menos as notícias que vieram em seguida foram boas, com todos os envolvidos já passando bem.

Na segunda etapa, o jogo tomou outro panorama. O Ceará colocou o regulamento embaixo do braço e passou a administrar a pressão imposta pelo Fortaleza. Assim, o Vovô levou o clássico até os 39 minutos da etapa final, quando Felipe Azevedo estufou as redes em contra-ataque e colocou a taça nas mãos do Vovô.

O Fortaleza ainda descontou aos 45 com Adalberto, mas, era tarde demais. Veio o apito final e a festa foi alvinegra na Arena Castelão.

O Fortaleza volta a campo pelo Campeonato Brasileiro da Série B, sexta-feira, de novo na Arena Castelão, contra o Guarani, às 19h15. No dia seguinte, o Ceará estreia na Série A, diante do Santos, às 21 horas, no Pacaembu.

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Cruzeiro vence o Galo, vira placar contrário e conquista Campeonato Mineiro

Fonte: Gazeta Esportiva (Foto: Washington Alves/Light Press) – O Botafogo conquistou o título Carioca ao derrotar o Vasco, na cobrança de pênaltis, por 4 a 3, depois de ter vencido por 1 a 0, no tempo normal. Como o Vasco havia vencido a primeira partida, a vitória do Alvinegro de General Severiano levou a decisão para a disputa de penalidades máximas.

Mais de 60 mil torcedores estiveram presentes ao jogo realizado na tarde deste domingo, no Maracanã e presenciaram uma partida dramática.

O Vasco jogou desde os 36 minutos do primeiro tempo com um jogador a menos por causa da expulsão do lateral Fabrício. O time de General Severiano pressionou o tempo inteiro, mas só conseguiu marcar nos acréscimos, com o zagueiro Joel Carli.

Na cobrança de pênaltis, Gatito Fernández foi o grande herói, defendendo as cobranças de Werley e Henrique. Brenner, Gilson, Marcinho e Renatinho converteram para o Botafogo, enquanto Pimpão desperdiçou sua chance. No Vasco, Wagner, Andrés Rios e Yago Pikachu converteram suas cobranças.

O jogo – Diante de um grande público, o jogo começou truncado com forte marcação das duas equipes. Necessitando de vitória, o Botafogo adotou uma postura mais ofensiva, com Leo Valencia se aproximando de Brenner. Só aos sete minutos é que o Vasco chegou na área alvinegra em cobrança de escanteio que foi bem defendida pela defesa botafoguense.

O jogo era disputado com muita intensidade, com as duas equipes disputando os lances com muita disposição.

O Vasco usava os laterais Fabricio e Henrique para se revezarem pela esquerda com o objetivo de bloquear as investidas do lateral-direito Marcinho.Aos 13 minutos, Leo Valencia empurrou Pikachu ao lado da área, mas a cobrança não deu em nada.

O Botafogo respondeu com um lançamento para Brenner, mas Martín Silva chegou primeiro e ficou com a bola.

Aos 21 minutos, após rebatida na área cruz-maltina, a bola sobrou para Matheus Fernandes que encheu o pé. A bola bateu no braço de Rafael Galhardo, mas o árbitro considerou o lance acidental para desespero dos jogadores botafoguenses que queriam a marcação de pênalti.

Três minutos depois, após cobrança de escanteio, Gatito saiu para desviar a bola e evitar que ela chegasse para o zagueiro Erazo.

Aos 25 minutos, o Vasco desperdiçou a primeira grande chance para marcar. Pikachu bateu de fora da área, Gatito foi mal e deu rebote, mas Riascos, livre, na pequena área, não conseguiu fazer a conclusão. Logo depois, Desábato enfiou para a penetração de Pikachu, mas Igor Rabello conseguiu bloquear o lançamento e aliviar o perigo.

O Vasco seguia bem melhor e aos 35 minutos, Pikachu recebeu na pequena área e mandou por cima. O jogador cruz-maltino estava adiantado, mas a arbitragem nada marcou.

O Botafogo não conseguia chegar na área do Vasco e o goleiro Martín Silva chegou aos 35 minutos sem fazer uma defesa.

Aos 36 minutos, Fabrício atingiu Luiz Fernando de forma violenta e recebeu cartão vermelho. O atacante do Botafogo, chorando muito, precisou deixar o campo por causa das fortes dores.

Com um jogador a mais, o Botafogo se encheu de entusiasmo e tentou fazer pressão. Já nos acréscimos, Moisés foi lançado pela esquerda e tentou achar Brenner na área, mas Martín Silva se antecipou e fez a defesa.

O Botafogo voltou para o segundo tempo com Gilson e Kieza nas vagas de Moisés e Marcelo. E partiu para cima do Vasco. Mas foi o time de São Januário que criou a primeira oportunidade. Gatito se atrapalhou para cortar um cruzamento e Igor Rabello conseguiu salvar. O Botafogo respondeu com um cruzamento na área. Martín Silva saiu mal e Paulão salvou na linha do gol.

Aos 11 minutos, após cobrança de escanteio, Rafael Galhardo agarrou Carli na pequena área, mas o árbitro nada marcou. A bola ainda sobrou para Renatinho que chutou forte para Martín Silva defender.
O técnico Zé Ricardo trocou o lateral Rafael Galhardo pelo zagueiro Werley.

Aos 18 minutos, Gilson derrubou Pikachu na entrada da área. O próprio Pikachu bateu e a bola passou perto da trave esquerda.

Três minutos depois, o Botafogo quase marcou. Valencia levantou na área e Brenner escorou, mas a bola explodiu no peito de Martín Silva.

O time dirigido por Alberto Valentim mantinha a pressão, mas abusava dos cruzamentos e facilitava a tarefa da defesa do Vasco que se comportava muito bem no jogo aéreo.

Para aumentar a resistência da defesa, Zé Ricardo colocou mais um zagueiro em campo e tirou um atacante. Saiu Riascos para a entrada de Ricardo.

Aos 46 minutos, Rodrigo Pimpão bateu rasteiro e Martín Silva defendeu com segurança.

Aos 48 minutos, Leo Valencia recebeu o segundo cartão amarelo e também foi excluído da partida.

Aos 49 minutos, após confusão na área, a bola sobrou para Joel Carli que bateu rasteiro para marcar o gol que garantiu a vitória do Botafogo.

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Figueirense vence Chape na Arena Condá e é campeão do Catarinense

Fonte: Gazeta Esportiva – Na Arena Condá, o Figueirense se sagrou campeão do Catarinense ao vencer a dona da casa, Chapecoense, por 2 a 0, neste domingo, às 16h (de Brasília). Os gols da partida foram marcados por Gustavo Ferrareis, aos 13 minutos do primeiro tempo, e aos 40 da segunda etapa, por Maikon Leite, saído do banco.

A partida teve início melhor para o Figueirense, que culminou em belo gol do camisa 17 Ferrareis, mas a Chape buscou o equilíbrio e dominou a segunda etapa. No único lance de perigo do segundo tempo, o Figueira ampliou o placar com Maikon Leite, sacramentando o título.

O Furacão, segundo colocado na tabela geral em uma campanha com dez vitórias, seis empates e duas derrotas, é o maior vencedor da competição e agora soma 18 títulos, enquanto a Chape, bicampeã, deixou para trás o sonho do tri e do seu sétimo caneco. O Verdão do Oeste, apesar da melhor campanha e melhor saldo de gols, não conseguiu passar pelo rival.

Extracampo, a partida ficou marcada pela estreia do árbitro de vídeo no Campeonato Catarinense. Apenas em uma oportunidade ele foi acionado, sem polêmicas.

O jogo. Com saída do Figueirense, a primeira chance aconteceu logo aos 2 minutos, com chute forte de Lazaroni de fora da área. Os primeiros instantes foram dominados pelos visitantes, que tiveram mais uma oportunidade com o camisa 28, que parou no goleiro Jandrei. Na primeira chance da Chape, aos 8 minutos, Wellington Paulista estava impedido.

Aos 13 minutos, Jandrei falhou e o Figueirense abriu o placar com chute de fora da área de Gustavo Ferrareis, de primeira. Minutos depois, Diego Renan cruzou na medida para André Luis, que cabeceou para fora. A resposta da Chape veio no lance seguinte, com chute de longa distância de Bruno Pacheco e defesa de Denis.

Para tentar correr atrás do prejuízo, a Chapecoense deixou alguns espaços na defesa e, aos 23, bom ataque do Figueira. Betinho cruzou, Renan Mota ajeitou e Jorge Henrique bateu de primeira, indo por cima do gol. Após a parada técnica para hidratação, boa chance para a Chape com cruzamento de Canteros para Guilherme, que cabeceou alto e obrigou Denis a fazer boa defesa.

Aos 36, nova defesa do goleiro após cobrança fechada de escanteio de Canteros. Apesar das muitas falhas de ambas as equipes, o Figueirense estava bem postado em campo e não permitiu o empate da Chape, que investia mais em lances de bola parada.

Na volta para a etapa complementar, a Chapecoense continuou pressionando. Aos 13, lançamento de Canteros para Apodi, toque para Guilherme e chute de primeira. No lance seguinte, mais uma defesa de Denis após belo lance de Wellington Paulista, que recebeu na entrada da área, dominou de peito e chutou rasteiro. Aos 18, o goleiro defendeu chute de Guilherme e, três minutos depois, Arthur, que entrou exatamente no lugar de Guilherme, mandou a bola na trave.

Aos 35 minutos, a Chape quase alcançou o empate com Canteros, em cobrança de falta que explodiu no travessão de Denis. No único lance de perigo para o Figueirense na segunda etapa, Maikon Leite, que entrou no lugar do autor do primeiro gol, Ferrareis, recebeu belo passe de André Luis e sacramentou a vitória para o Furacão.

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Grêmio vence de novo e conquista o Campeonato Gaúcho após oito anos

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: arquivo/assessoria) – Depois de vencer o jogo de ida por 4 x 0, o Grêmio visitou o Brasil de Pelotas podendo perder por até três gols de diferença que se sagraria campeão do Campeonato Gaúcho de 2018. Mesmo com a ótima vantagem, os gremistas fizeram mais do que isso: venceram por 3 a 0, gols de Cícero, Alisson e Léo Moura respectivamente, e conquistou o título estadual depois de oito anos de espera, o 37° da história do clube.

O Jogo – Precisando de um resultado histórico e improvável, o Brasil de Pelotas aproveitou que jogava diante da sua torcida e foi pra cima dos atuais campeões da Libertadores da América. Com isso, as chances começaram a aparecer para os donos da casa e aos 13 minutos o atacante Alisson Farias recebeu na frente da área e acertou a trave do gol defendido por Marcelo Grohe.

Logo em seguida, o Grêmio respondeu com Luan, que deu belo drible no defensor do time Pelotas e chutou com perigo, mas pra fora do gol. Com o tempo passando, os visitantes começavam a equilibrar o jogo e a ter as melhores situações de perigo, complicando ainda mais a situação do Brasil, que precisava fazer ao menos quatro gols para ter chance de conquistar o título estadual.

Aos 41 minutos, outra boa chance dos gremistas, novamente com Luan, que recebeu de Jael e deu um belo chute que foi defendido pelo goleiro Pitol. Depois do começo um pouco abaixo do esperado, os visitantes melhoraram consideravelmente e começaram a dominar as ações ofensivas do jogo, além de dar pouco espaço para o Brasil de Pelotas chegar ao gol do arqueiro do Grêmio.

No segundo tempo, a situação dos donos da casa ficou ainda mais difícil. O volante Leandro Leite levou o segundo cartão amarelo ao acertar Jael com o joelho. Para piorar, cinco minutos depois da expulsão, o também volante Valdemir fez bela jogada, driblou Geromel e perdeu chance impressionante  de abrir o placar.

Com o tempo passando, o Brasil de Pelotas teve que adiantar as linhas e tentar a todo custo fazer ao menos um gol. Porém, a defesa gremista continuava extremamente sólida e dando poucas chances claras de gol para os donos da casa. A final foi definida aos 36 minutos, quando Cícero recebeu cruzamento de Thonny Anderson e marcou o primeiro gol do jogo. Logo depois, Alisson recebeu passe na entrada da área e marcou o segundo gol do jogo e por fim, Léo Moura anotou aos 47 o gol do título do Grêmio.

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Santos vence o Estudiantes e vira líder da Libertadores

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Javier Gonzalez Toledo/AFP) – O Santos sofreu, mas venceu o Estudiantes por 1 a 0 na noite desta quinta-feira, em Quilmes, pela terceira rodada da fase de grupos da Libertadores. Com o resultado, o Peixe assumiu a liderança do Grupo 6, com sete pontos.

O alvinegro segurou a pressão dos argentinos nos minutos iniciais e abriu o placar em contra-ataque perfeito aos 19′, criado por Rodrygo e encerrado por Arthur Gomes após finalização na trave de Eduardo Sasha.

No segundo tempo, depois de perder grandes chances para ampliar, o Santos sofreu, mas viu Vanderlei fazer pelo menos quatro ótimas defesas para garantir o resultado. Depois de trauma na mão esquerda sofrido no treino da última quarta, o goleiro foi para campo no sacrifício e se destacou.

Na próxima rodada, Santos e Estudiantes voltarão a se enfrentar, dessa vez na Vila Belmiro, no dia 24 de abril. Chance para o Peixe encaminhar a classificação.

O Estudiantes começou o jogo pressionando o Santos. Sem saída de bola, o Peixe só tentava se marcar e viu os argentinos ficarem perto do primeiro gol. Aos nove minutos, Melano finalizou na trave. Na sequência, Schunke cabeceou para linda defesa do goleiro Vanderlei.

E quando o alvinegro parecia perto de sofrer o gol, veio a luz. Eduardo Sasha iniciou o contra-ataque, Rodrygo deu bom passe para Arthur Gomes, a bola voltou para Sasha, que deu uma meia-lua em Desábato e finalizou na trave. Arthur, impedido, só empurrou no rebote para abrir o placar.

Depois do gol, o Santos passou a controlar mais o jogo e sofrer menos. O Estudiantes, pouco criativo, abusou da bola parada e do jogo aéreo. O único susto veio em contra-ataque puxado por Melano. O atacante arrancou sozinho, mas finalizou longe.

E aos 44, o Peixe quase ampliou. Rodrygo arrancou pela esquerda e cruzou, Arthur Gomes chutou para rebote de Andújar e Jean Mota, sozinho na pequena, chutou por cima do travessão de forma inacreditável.

O Estudiantes veio para o tudo ou nada e o Santos se postou para o contra-ataque. Aos 10, veio nova oportunidade de fazer o segundo gol. Jean Mota foi à ponta e tocou para trás, Eduardo Sasha serviu Arthur, e o atacante foi à linha de fundo, mas exagerou na força do cruzamento e ninguém empurrou.

Aos 14 minutos, o time de La Plata respondeu. Lattanzio se antecipou a Daniel Guedes no segundo pau e bateu de barriga. Vanderlei, no reflexo, salvou mais uma. E a pressão só voltou aos 36′.

Campi cruzou na área, Melano cabeceou, Vanderlei não segurou e, no rebote, o goleiro fez milagre em finalização de Pavone à queima-roupa. Aos 42, o camisa 1 fez nova intervenção espetacular em cabeceio de Pavone, garantindo o 1 a 0.

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Com erros da defesa, São Paulo perde para o Atlético-PR e não quebra tabu na Arena

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Miguel Locatelli/CAP) – O São Paulo saiu atrás do Atlético-PR na quarta fase da Copa do Brasil. Na noite desta quarta-feira, na Arena da Baixada, o Tricolor não demonstrou a mesma atitude dos jogos anteriores, falhou defensivamente e acabou derrotado por 2 a 1. Pablo e Paulo André abriram vantagem para o Furacão, enquanto Tréllez diminuiu para o time visitante.

Como não há o critério do gol fora de casa nesta edição do torneio nacional, o São Paulo precisará vencer o jogo de volta por dois gols de diferença para avançar de forma direta às oitavas de final. A decisão está marcada para o dia 19, às 19h15 (de Brasília), no Morumbi.

Para piorar, o clube do Morumbi segue amargando o tabu de jamais ter vencido o Atlético-PR na Arena da Baixada. Com o resultado desta noite, o Tricolor soma 13 derrotas e cinco empates desde a inauguração do estádio, em 1999.

Antes do duelo decisivo, contudo, as equipes terão compromissos por outros torneios. No próximo dia 12, às 21h30, o Tricolor visita o Rosario Central-ARG, pelo jogo de ida da primeira fase da Copa Sul-Americana. Na sequência, recebe o Paraná, no dia 16, às 20 horas, no Morumbi, onde fará sua estreia pelo Campeonato Brasileiro.

Já o Furacão terá três jogos seguidos na Arena da Baixada antes de ir a São Paulo. O primeiro deles será contra o Coritiba, neste domingo, às 16 horas, pela final do Paranaense. Em seguida, no dia 12, às 19h15, receberá o Newell’s Old Boys pela Sul-Americana. Por fim, em 15 de abril, às 19 horas, a Chapecoense será a adversária pelo Brasileirão.

Após acenar com um esquema com três zagueiros no treino de segunda-feira, Diego Aguirre mudou de ideia e mandou a campo uma formação bem parecida à da derrota para o Corinthians. A volta de Rodrigo Caio no lugar de Bruno Alves foi a única mudança, de modo que Cueva e Diego Souza iniciaram no banco.

O São Paulo começou oferecendo a posse de bola ao adversário e apostando nos contra-ataques. Já o Furacão iniciou explorando o lado esquerdo do rival, envolvido pela troca de passes implementada pelo técnico Fernando Diniz.

E foi por aquele lado que o time da casa abriu o placar. Aos 23 minutos, após lançamento longo, Pablo ganhou de Rodrigo Caio pelo alto, invadiu a área e tentou o cruzamento. A bola bateu em Arboleda e voltou para o atacante, que bateu cruzado, sem chances para Sidão.

O gol não acordou o Tricolor, que não conseguia chegar com perigo. As únicas tentativas de se buscar o empate no primeiro tempo eram em chutes de longa distância – todos passaram longe, contudo. Já o Atlético-PR, com a esmagadora de posse de bola, controlou a vantagem nos 45 minutos iniciais.

Sem mudanças na volta do intervalo, o São Paulo esboçou uma pressão no início da etapa final, mas esbarrava no bloqueio rubro-negro. Sem conseguir ameaçar a meta do goleiro Santos, o time visitante levou um susto aos nove minutos, quando Nikão recebeu de Pablo livre na área. O meia chutou de primeira, mas mandou à esquerda do gol de Sidão.

Ciente das dificuldades de sua equipe, Aguirre lançou mão de Cueva e Régis nas vagas de Petros e Marcos Guilherme. Pouco depois, no entanto, a expectativa do empate se transformou em frustração. Aos 15 minutos, Carleto cobrou escanteio, Rodrigo Caio e Éder Militão não cortaram, e Reinaldo tocou na bola em direção ao gol. O desvio ajudou Paulo André, que, de calcanhar, empurrou para ampliar a vantagem do Furacão.

Praticamente no lance seguinte, o São Paulo diminuiu o prejuízo. Reinaldo recebeu lançamento de Liziero na esquerda e cruzou rasteiro. Tréllez se antecipou a Paulo André e deslocou o arqueiro. Em jogada parecida, o São Paulo quase empatou aos 27 minutos, quando Reinaldo bateu cruzado para defesa parcial de Santos. No rebote, Tréllez tentou de carrinho, mas a finalização saiu fraca, e o goleiro ficou com a bola.

Nos minutos finais, o jogou ficou aberto. Após rápido contra-ataque, Nikão chutou forte para boa defesa de Sidão. Aos 42, Nenê recebeu dentro da área, girou e bateu. A bola passou rente à trave esquerda do goleiro Santos. Mesmo com o sufoco nos instantes derradeiros, o Atlético-PR suportou a pressão e confirmou a vitória no primeiro encontro com os paulistas.

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Cruzeiro e Vasco ficam no empate no Mineirão pela Libertadores

Fonte: Gazeta Esportiva – Em confronto brasileiro pelo grupo 5 daLibertadores, Cruzeiro e Vasco empataram por 0 a 0, nesta quarta-feira, no Mineirão. Com o resultado, as duas equipes seguem sem vencer na Fase de grupos, mas somaram seu primeiro ponto. Racing-ARG e Universidad de Chile-CHI, com quatro, são os líderes.

O Cruzeiro começou melhor a partida e perdeu algumas boas chances. Só que o Vasco não se limitou a defender e também desperdiçou oportunidades de marcar. Na etapa final, o confronto ganhou em emoção e os goleiros foram fundamentais para o empate no Mineirão.

Na próxima rodada, o Vasco recebe o Racing, no dia 19 de abril, em São Januário. No mesmo dia, o Cruzeiro vai até Santiago para enfrentar a Universidad de Chile.

O Cruzeiro iniciou a partida pressionando o Vasco. Logo com 11 segundos, os mineiros assustaram em chute de Arrascaeta. O lance animou os donos da casa, que voltaram a ter chance de marcar aos três minutos. Arrascaeta cruzou para Thiago Neves finalizar sobre o travessão.

Aos poucos, o Vasco melhorou a marcação e passou a impedir as boas jogadas por partido Cruzeiro. Os cruzmaltinos tentavam avançar, mas não levava perigo ao gol de Fábio. Os mineiros tinham mais posse de bola e insistiam nos cruzamento, sem sucesso. Os cariocas tiveram sua primeira chance aos 24 minutos. Após falta cobrada na área, Paulão tenta cabecear, mas vê a bola passar próxima da trave.

O Cruzeiro só voltou a ter boa chance de abrir o placar aos 31 minutos. Após escanteio, a bola sobrou para Dedé. O zagueiro finalizou, mas foi bloqueado por Paulão. No minuto seguinte, foi a vez de Rafinha receber passe na área e tentar o cruzamento rasteiro. Sö que ninguém apareceu para empurrar para a rede.

Só que o Vasco aproveitou os espaços deixados pelos donos da casa para quase marcar aos 36 minutos. Wagner cruzou para Riascos na área, mas Egídio apareceu para salvar os mineiros. Nos minutos finais, o Cruzeiro ainda tentou esboçar uma pressão, mas os cruzmaltinos souberam segurar a posse de bola e seguraram o empate até o intervalo.

No segundo tempo, o Cruzeiro tentou pressionar nos primeiros minutos, mas viu o Vasco ir bem na marcação e saída de bola. Com isso, o jogo permaneceu com o mesmo panorama da etapa inicial, sem muitos lances de perigo.

A primeira boa chance foi do Vasco, aos 12 minutos. Após boa troca de passe do setor ofensivo, Paulinho chutou da entrada da área para boa defesa de Fábio. Os visitantes seguiram melhores e tiveram nova oportunidade três minutos depois. Mais uma vez, Paulinho arriscou de fora da área, a bola desviou na zaga e obrigou Fábio a fazer grande defesa para salvar os mineiros.

O Cruzeiro respondeu aos 19 minutos. Primeiro, Robinho chutou de fora da área para defesa de Martín Silva, que deu rebote. Sassá aproveitou para chutar para nova defesa do goleiro vascaíno.

A partir dai, o jogo ganhou em emoção. O Vasco voltou a assustar aos 22 minutos, com Riascos, mas o atacante parou em defesa de Fábio. Em seguida, foi a vez de Sassá aproveitar contra-ataque, mas finalizar em cima de Martín Silva.

Aos 25 minutos, o Vasco teve baixa importante quando Paulinho caiu de mau jeito. O cotovelo do jogador saiu do lugar e o jovem cruzmaltino precisou ser substituído de campo. Depois disso, o Cruzeiro passou a dominar o confronto. Tanto que Thiago Neves chutou para defesa de Martín Silva, que saiu nos pés de Sassá após dar rebote.

O Vasco conseguiu se reequilibrar e voltou a impedir os bons avanços do Cruzeiro, que passou a errar muito. Com isso, o confronto voltou e ficar concentrado entre as intermediárias. Nos minutos finais, os cruzmaltinos recuaram e permitiram os donos da casa pressionarem, mas sem qualquer inspiração. Assim, o duelo seguiu empatado até o apito final.

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Grêmio goleia Monagas em casa e vence a primeira na Libertadores

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Lucas Uebel/GFBPA/arquivo) – O Grêmio fez seu primeiro jogo em casa pela Copa Libertadores na noite desta quarta-feira e, mesmo contando com um público abaixo das expectativas, não decepcionou os tricolores que compareceram à Arena. Após um primeiro tempo fraco tecnicamente e com poucas oportunidades de gol, o comandados do técnico Renato Gaúcho voltaram para a etapa complementar mais eficientes e, graças aos gols de Jael, Everton, Luan e Cícero, conseguiram sair de campo com a goleada por 4 a 0.

Com o resultado, o Grêmio foi a quatro pontos e se estabeleceu na vice-liderança do Grupo 1, que tem o Cerro Porteño, do Paraguai, como líder, com seis tentos. Os dois times irão se enfrentar no próximo dia 17, no estádio General Pablo Rojas, em Assunção.

Agora, o Grêmio concentrará seus esforços para a decisão do próximo domingo, quando visita o Brasil de Pelotas, pelo jogo de volta da grande final do Campeonato Gaúcho. Na ida, o Tricolor goleou o rival por 4 a 0 e somente se acontecer uma tragédia o time não quebrará o jejum de oito anos sem conquistar o Estadual.

O primeiro tempo do Grêmio não foi muito animador. Embora tenha dominado as ações ofensivas, o time do técnico Renato Gaúcho sofreu para furar o bloqueio defensivo dos rivais e encontrar espaços para chegar ao gol. Tanto é que a primeira boa oportunidade do jogo foi, surpreendentemente, do Monagas. Aos 26 minutos Cádiz aproveitou o cruzamento de Luis González na medida e cabeceou firme, contudo, Marcelo Grohe estava bem colocado para fazer a defesa.

O Grêmio, por sua vez, só melhorou na reta final da primeira etapa. Trocando passes de um lado para o outro e apostando na inversão de bola como uma boa maneira para desvencilhar a defesa venezuelana, os donos da casa iam se mostrando pacientes, mas até então sem sucesso na busca pelo primeiro gol na Libertadores diante de sua torcida.

Somente aos 35 minutos, enfim, o Tricolor gaúcho chegou, de fato, com perigo à meta adversária. Bruno Cortez cruzou rasteiro da esquerda, Jael fez um corta-luz, e abola sobrou limpa para Ramiro, que bateu certeiro, mas parou no goleiro Baroja. Cinco minutos depois foi a vez Kanneman aproveitar o passe de cabeça de Geromel e finalizar rápido, porém, o arremate saiu pela linha de fundo.

Sem conseguir converter a superioridade em gols, o Grêmio foi para o intervalo e voltou a campo indicando que a conversa que o técnico Renato Gaúcho teve com o elenco surtiu efeito. Logo aos cinco minutos Bruno Cortez desceu pela esquerda e cruzou para Jael, que teve, inclusive, que se abaixar um pouco para cabecear a bola e vencer o goleiro Baroja para abrir o placar na Arena.

Daí em diante o Grêmio se soltou mais e ficou mais confortável para ampliar o marcador. Dez minutos depois de Jael abrir o placar foi a vez de Everton aproveitar o rebote do chute de Maicon e tocar no alto, sem chances para o goleiro rival, que já estava caído no chão e nada pôde fazer.

Antes do apito final ainda deu tempo para Luan, principal nome do Grêmio, ajeitar dentro da área, bater cruzado e fazer o terceiro, e Cícero, de cabeça, transformar o triunfo em goleada aos 45 minutos e matar o jogo em Porto Alegre.

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Jogos dos Povos Indígenas trazem como tema o empoderamento da mulher indígena

(Foto  Oswaldo Forte)- A cidade de São Félix do Xingu, no sudeste do Pará, sediará, no período de 15 a 19 deste mês, a VI Semana dos Povos Indígenas, que deverá reunir aproximadamente 5,5 mil índios das etnias Kayapó, Tembé, Wai Wai, Kaxuyana, Xikrin, Gavião, Guajajara, Parakanã, Surui, Munduruku, Juruna e Baré.

Com o tema “O Empoderamento da Mulher Indígena”, o evento, considerado o maior do gênero no Estado, vai levar até as comunidades tradicionais uma discussão que é pauta obrigatória na sociedade atual.

São aguardados para participar do evento os principais militantes dos direitos indigenistas no Brasil. Eles vão debater acerca das lutas por avanços, enquanto o esporte praticado nas aldeias e a cultura ancestral serão descortinados na praça principal da cidade.

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Por ORM
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Palmeiras vence Alianza com facilidade pela Libertadores

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassão/ Gazeta Press/arquivo)-A taça Libertadores é obsessão (mas talvez não seja prioridade esta semana). Nesta terça-feira, o Palmeiras recebeu o Alianza Lima no Allianz Parque, impôs seu típico ‘ritmo de Libertadores’, com marcação pressão e início avassalador, e não teve dificuldades para vencer por 2 a 0. Thiago Martins e Miguel Borja marcaram os gols.

Antes de a bola rolar, a dúvida passava pela cabeça de todos os 30.456 torcedores pagantes no Allianz Parque: ‘o Verdão deveria ou não ir com força máxima para o jogo desta noite?’. Um sentimento também era unânime entre os presentes: ‘expectativa sem tamanho para o Derby de domingo, que definirá o Campeonato Paulista’. Pois em campo, os palestrinos focaram no que era prioridade até poucas semanas atrás.

Poupando apenas Marcos Rocha, Victor Luis, Bruno Henrique e Willian (este ficou no banco), Roger Machado manteve sua base titular e escalou Mayke, Diogo Barbosa, Moisés e Keno na vaga dos citados. Mostrando a força do elenco alviverde, porém, a atuação da equipe não sofreu alterações.

Desde o primeiro minuto, o Maior Campeão do Brasil empurrou o Alianza Lima para seu campo defensivo. Os peruanos até vieram com três atacantes para o duelo, mas a ofensividade ficou apenas no papel. Na primeira chance alviverde, Lucas Lima cobrou falta, Antônio Carlos cabeceou na trave direita e Thiago Martins apenas empurrou para o gol vazio no rebote.

O time mostrava concentração na partida, mas a torcida não precisava seguir o mesmo discurso e, com o início animador, já emendou: “Olêlê, olálá, se segura gambazada que o bicho vai pegar”. E se as arquibancadas clamavam por um treino aberto ao público para apoiar o time antes do Derby decisivo de domingo, tiveram a oportunidade nesta terça, já que o Palmeiras atuou em ritmo de treinamento (o que não quer dizer lento) em campo.

Borja acertou a trave, Dudu teve grande chance e o Palestra só não ampliou na primeira etapa por apresentar um problema já rotineiro, o cansaço. Nos minutos finais, Dudu chegou a parar em campo com as mãos na cintura, Keno, Lucas Lima e Felipe também foram para o intervalo exaustos.

A partida poderia ficar perigosa na etapa final devido ao desgaste físico dos atletas, mas Borja fez questão de afastar qualquer problema antes que o relógio completasse um minuto. Keno avançou pela esquerda passando por toda a defesa até chegar à linha de fundo e chutou para o meio da área, Prieto falhou feio e o colombiano, com apenas um toque, mandou para as redes.

Com a vantagem ainda maior no placar, o Palmeiras diminuiu o ritmo. Seguiu buscando o ataque e o terceiro gol, mas com menos ímpeto. Do outro lado, o Alianza Lima cresceu no jogo em termos de posse de bola, mas pouquíssimo no que tange à criação de jogadas.

Na metade final do duelo, Deyverson, Guerra e Tchê Tchê entraram nas vagas de Borja, Lucas Lima e Diogo Barbosa. A torcida, já celebrando mais um triunfo, só queria saber de uma coisa: “Ôôôôôô é dia 8!”.

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