No sufoco, Papão vence o Manaus na Arena da Amazônia e vai à final da Copa Verde

Cassiano abriu para o Papão, Rossini empatou para o Manaus e Magno fez o da vitória bicolor no último lance
(Foto   Divulgação/Arquivo)Por: Redação Portal ORM /*Foi no sufoco e no último lance, mas o Paysandu conseguiu sacramentar presença na terceira final consecutiva da Copa Verde. O Bicola pisou no gramado da Arena da Amazônia, na capital amazonense, com a vantagem do empate e ainda abriu o placar na noite desta quarta-feira (11), contra o Manaus. A tranquilidade acabou quando Rossini empatou para os donos da casa. Desde então, foi pressão manauara até que, no último lance, Magno garantiu a vitória para o Papão.

O primeiro gol do jogo saiu aos 15 minutos do primeiro tempo, em um lance de oportunismo de Cassiano. Ele desviou um chute sem direção de Mateus Müller e mandou no ângulo de Jonathan. Aos 31 da primeira etapa, Deurick jogou a redonda na área bicolor, Diego Ivo não alcançou e a redonda chegou em Rossini, que dominou com estilo e encheu o pé para estufar as redes do Papão. No último lance do jogo, aos 50, Magno saiu em uma arrancada incrível pela esquerda, entrou na área e bateu no cantinho de Jonathan para fechar a vitória.

O Bicola, agora, fica no aguardo para saber com quem disputará a taça da Copa Verde. O concorrente sairá do duelo entre Atlético do Espírito Santo e Luverdense, que se enfrentam amanhã. A final deve ocorrer nas duas próximas quartas-feiras.

1º tempo: um gol pra cada e jogo a mil por hora

O Manaus entrou com todos os investimentos aplicados nas jogadas de bola aérea. A zaga do Paysandu se defendia como podia. Aos 14 minutos, em uma jogada despretenciosa do Bicola, a sobra ficou com Mateus Müller, que bateu da intermediária e viu Cassiano, na área, desviar para dentro da rede.

A partir de então, só deu Manaus. O Paysandu tentava ‘cortar as asas’ do Gavião de todas as formas, mas uma ‘asa aberta’ na área bicolor e quase o empate manauara vem de um pênalti. Aos 27, o cruzamento de Panda foi desviado por Nena e bateu no braço de Mateus Müller. O árbitro tocantinense Alisson Sidnei Furtado (CBF) mandou o jogo seguir e os donos da casa ficaram na bronca.

Aos 31, porém, a Arena da Amazônia foi só festa. Em um dos vários levantamentos na defesa do Papão, Diego Ivo tentou cortar e não alcançou a redonda, que passou e ficou para Rossini, livre de marcação, encher o pé e empatar o confronto.

O Manaus ainda teve duas chances de conseguir a virada. Aos 41, Cleitinho cobrou escanteio e o paraense Derlan testou forte para a defesa segura de Renan Rocha. Dois minutos depois, Negueba bateu falta com violência da intermediária e o goleiro bicolor caiu para encaixar. A bola ainda conseguiu escapar e quase ficou a feição para Cleitinho, mas o camisa 1 se recuperou a tempo e abraçou a redonda.

2º tempo: Papão segura o Manaus e Magno mata o jogo

Ainda aos quatro minutos do segundo tempo, o Manaus chegou perto de festejar o segundo gol. No lance, Negueba bateu falta perigosa e viu a bola passar por todos e ser tirada do rumo da rede em uma grande defesa de Renan Rocha. Três minutos depois, Cleitinho recebeu passe em profundidade dentro da área e, livre de marcação, tentou tirar do goleiro do Papão e tirou também da trave. Linha de fundo! Aos 34, Negueba tentou repetir a dose e Rossini tentou desviar, mas viu Renan Rocha encaixar mais uma vez.

Os manauaras se desorganizaram completamente em campo. O time ficou com cinco jogadores ofensivos em campo e esbarraram em uma defesa montada por quatro zagueiros do Paysandu. O técnico Dado Cavalcanti lançou o velocista Magno para tentar um contra-ataque. Aos 48, o atacante velocista foi parado com falta por trás do zagueiro/lateral direito paraense, Derlan. Cartão vermelho para o camisa 13 do Gavião. Aos 50, uma sobra na frente da área do Papão caiu no pé de Mateus Müller, que lançou Magno. O atacante de Parauapebas disparou e, aos 50 minutos, jogou no cantinho de Jonathan para selar a vitória bicolor.

Ficha técnica (Manaus 1 x 2 Paysandu)

Manaus – Jonathan; Derlan, Deurick, Paulão e Negueba; Panda (Wander), Juninho (Tiago Granja), Cleitinho e Rossini; Hamilton e Nena (Romarinho). Técnico: Igor Cearense

Paysandu – Renan Rocha; Matheus Silva (Perema), Diego Ivo, Edimar e Mateus Müller; Willyam (Douglas Mendes), Nando Carandina, Danilo Pires e Pedro Carmona; Moisés e Cassiano (Magno). Técnico: Dado Cavalcanti

Gols: Cassiano 15’/1ºT (Paysandu), Rossini 31’/1ºT (Manaus) e Magno 50’/2ºT (Paysandu)

Cartões amarelos: Wander, Juninho, Rossini e Hamilton (Manaus); Renan Rocha, Matheus Silva, Diego Ivo, Willyam, Danilo Pires, Pedro Carmona e Cassiano (Paysandu)

Cartão vermelho: Derlan (Manaus)

Data: 11/04

Hora: 21h

Local: Arena da Amazônia (Manaus/AM)

Árbitro: Alisson Sidnei Furtado – TO (CBF)

Assistentes: Fabio Pereira – TO (CBF) e Cipriano da Silva Sousa – TO (CBF)

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Palmeiras fica no empate com Boca Júniors pela Libertadores e sai vaiado

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Fernando Dantas/Gazeta Press) – No primeiro jogo após o Derby do Campeonato Paulista, o Palmeiras tentou deixar de lado todas as polêmicas, mas não conseguiu mostrar um bom futebol nesta quarta-feira e, mesmo marcando com Keno aos 44 minutos do segundo tempo, sofreu o empate do Boca Juniors em gol de Tevez, aos 46, pela Copa Libertadores, no Allianz Parque. Antes, a impaciência dos 37.192 presentes foi aparecendo aos poucos, resultou em vaias para Lucas Lima e Borja, e ao apito final, para todo o time.

Antes de a bola rolar, a torcida fez questão de separar a partida desta noite do que aconteceu no último final de semana: “Federação, vai se f…., o meu Palmeiras não precisa de você”. Em campo, porém, (a falta de) futebol do time pouco mudou.

As duas equipes vieram para o primeiro tempo com esquemas táticos e propostas de jogo muito parecidas. O Palmeiras no 4-2-3-1 se postava quase igual ao 4-1-2-3 do Boca Juniors, e ambos defendiam quase a partir do meio-campo, com suas formações compactas e bom postadas. Resultado: ninguém jogou na primeira etapa.

No Verdão, o principal problema foi a enorme quantidade de passes errados. No quesito, Keno foi o destaque negativo, mas até Felipe Melo e Jailson erraram toques. Além disso, a improdutividade de Lucas Lima e os consecutivos erros de Borja, tanto para fazer o pivô, quanto para dominar a bola, também prejudicaram.

Na reta final do primeiro tempo, Roger Machado inverteu o posicionamento de Keno e Dudu. Com o capitão na esquerda, surgiu a única chance de gol, já no final dos primeiros 45 minutos, quando o camisa 7 virou o jogo para Lucas Lima, que chegou sozinho, mas quis finalizar de primeira e mandou fraco para fora.

Para a etapa final, pouco mudou e, com apenas 11 minutos, Roger sacou Borja e colocou Willian, que passou ao comando de ataque alviverde. O colombiano deixou o campo sob algumas vaias, mas nada próximo às ouvidas por Lucas Lima, que saiu para a entrada de Moisés pouco depois.

A partir da metade final do segundo tempo, o jogo ganhou em emoção e ficou mais aberto. O Boca, que atacava com oito, e sem a bola deixava apenas Ábila na frente, foi tendo dificuldades físicas em manter seu esquema de jogo. Isso, aliado às mudanças de Roger Machado, permitiram que o Palmeiras ganhasse presença ofensiva.

A melhora palestrina resultou em chances criadas pela equipe, especialmente com a participação de Keno, que subiu de produção na etapa final. Entretanto, o Verdão pecou nas finalizações de fora da área, e na falta dela, em jogada que Willian poderia ter rolado para Moisés.

Com Keno, o mais lúcido dos últimos 45 minutos, o gol do Palmeiras saiu aos 44. Jara furou na saída de bola, Guerra atacou pela esquerda e cruzou de três dedos para o camisa 11 completar de primeira para as redes.

O Allianz Parque veio abaixo com o tento, mas a festa durou menos de três minutos. No primeiro ataque xeneize, Antônio Carlos voltou a falhar feio, furou, e Pavón levou para a linha de fundo. O atacante cruzou na área e Tevez desviou para as redes. Depois disso, houve tempo apenas para as vaias das arquibancadas ao apito final.

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Inter conta com falha de goleiro no último minuto para vencer o Vitória na Copa do Brasil

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: divulgação/arquivo) – Há um ano Internacional e Vitória travavam uma briga intensa nos tribunais no caso Victor Ramos. O julgamento acabou com vitória dos baianos e, assim, o Inter teve de se conformar com o rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro.

Na noite dessa quarta, as equipes se reencontraram pela primeira vez desde então. Além do sentimento amargo dos colorados, o adversário rubro-negro não trazia boas lembranças em campo, já que conseguido duas vitórias e um empate nos últimos três confrontos.

Tudo isso foi deixado de lado nessa quarta, no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, diante de 16.599 pagantes, pelo duelo de ida da quarta fase da Copa do Brasil. No fim, o Internacional conseguiu superar os traumas e os tabus para abrir vantagem com uma vitória por 2 a 1 e, assim, ficar com o direito de confirmar sua classificação com qualquer empate na quinta-feira (19), às 19h15, no estádio do Barradão, em Salvador. Pelo gol qualificado, o Vitória só precisa de uma vitória por 1 a 0.

O papel de vilão da noite é o que chamou mais atenção. Depois de Patrick abrir o placar, Rodrigo Dourado acabou entregando a bola em uma saída da defesa e deu empate de presente a Denílson. Mas, o jovem goleiro Caíque resolveu ser o protagonista infeliz. Aos 45 do segundo tempo, o arqueiro rubro-negro foi tentar encaixar e soltou uma bola boba para dentro da própria meta.

Aproveitando a condição física melhor (o Inter estava há 21 dias sem jogos oficiais, enquanto o Vitória disputou as finais do Estadual) e até uma certa desatenção dos visitantes, os donos da casa começaram melhor, dominando as ações e pressionando. O Vitória se atrapalhava na saída de bola, enquanto o Inter incomodava com toques rápidos e jogadas pelas beiradas.

O bom momento Colorado foi coroado com um belo gol aos 17 minutos. Rossi recebeu na esquerda, fez jogada individual e serviu Patrick, que de frente para o goleiro não desperdiçou a chance e abriu o placar.

O gol, no entanto, não serviu para dar mais apetite ao Inter. Pelo contrário, acordou o Vitória. Pouco a pouco, os baianos passaram a incomodar Marcelo Lomba. Os sustos foram ficando cada vez mais perigosos, até que aos 42 minutos Rodrigo Dourado acabou dando uma força para os rivais.

O volante saiu jogando errado na intermediária defensiva e deu um presente para o Rhayner, que exigiu grande defesa de Lomba. No rebote, Denílson, ex-São Paulo, mandou para as redes e empatou o jogo.

Na etapa final, depois de 10 minutos e nenhuma mudança significativa, o técnico Odair Hellmann resolver agir e mandou William Pottker para o jogo na vaga de Roger. O camisa 99 não entrava em campo há 50 dias por causa de uma lesão na coxa.

Em sua primeira jogada, Pottker, talvez pela falta de ritmo, jogou para fora uma grande oportunidade de colocar o Inter à frente no placar novamente. Nico López e Brenner também saíram do banco para tentar o gol da vitória, mas a noite era de pouca inspiração para os colorados.

O Vitória, que surpreendeu pelo bom primeiro tempo, se deu por satisfeito com o empate fora de casa e não teve vergonha nenhuma de ficar o segundo tempo todo apenas se defendendo.

O que nenhum rubro-negro esperava era uma falha grosseira de Caíque. O goleiro do Vitória, que havia salvado o time aos 40 minutos, acabou deixando escapar uma bola fácil de espalmar, depois de cobrança de falta de D’Alessandro, aos 45.

Sorte do Inter, que pôde comemorar a vitória e a vantagem para o confronto de volta.

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Fluminense estreia com vitória sobre bolivianos na Copa Sul-Americana

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Mauro Pimentel/AFP)- O Fluminense derrotou o Nacional de Potosí por 3 a 0 na noite desta quarta-feira, no Maracanã, na estreia das duas equipes na Copa Sul-Americana. O Tricolor das Laranjeiras defenderá a sua grande vantagem no jogo da volta marcado para 10 de maio, na altitude boliviana Os gols da equipe brasileira foram marcados por Pablo Dyego, Gum e Pedro, todos no segundo tempo.

Só o Fluminense se mostrou interessado em atacar no jogo deste meio de semana. O Nacional entrou disposto a retardar o andamento da partida, com excesso de faltas e paralisações, e acabou castigado na etapa final, quando o time dirigido por Abel Braga conseguiu achar os espaços e garantir o importante resultado.

Como era esperado, o Fluminense começou a partida no ataque, mas encontrou um adversário bem postado e marcando forte para tentar impedir as investidas do Tricolor das Laranjeiras.

Aos três minutos, Ayrton Lucas fez boa jogada e arrancou pela esquerda, mas tropeçou em um buraco do gramado e perdeu a chance de concluir a jogada.

Aos nove minutos, após troca de passes de Jadson e Sornoza, a bola sobrou para Pedro, que mandou a bomba, mas a bola encobriu o travessão.

O Fluminense não conseguia dar velocidade ao jogo por causa da boa marcação do time boliviano. Mas, aos 16 minutos, após combinação pela direita, a bola foi aproveitada na esquerda por Ayrton Lucas, que cruzou para a conclusão de Jadson, mas Romero defendeu sem dificuldades.

Ayrton era mesmo o principal jogador do Tricolor das Laranjeiras, mas sofria uma marcação muita dura por parte dos defensores bolivianos. Aos 26 minutos, ele fez ótima jogada pela esquerda e invadiu a área, acabando bloqueado pelo goleiro Romero na pequena área.

Três minutos depois, o time visitante chegou à área carioca, e Salazar bateu para boa defesa de Júlio César.

A partida seguiu muito truncada. Sem qualquer ambição ofensiva, o Nacional apenas se preocupava em parar as jogadas ofensivas do Fluminense, levando o jogo a ficar monótono pelo excesso de interrupções.

Aos 41 minutos, Ayrton Lucas tabelou com Pedro e entrou na área, mas Romero foi mais rápido e ficou com a bola.
Dois minutos depois, Sornoza bateu falta e a bola passou perto da trave esquerda do Nacional.

Nos acréscimos, o Fluminense quase marcou o primeiro gol. Após cobrança de escanteio, Gum cabeceou e Romero fez grande defesa.

Os dois times voltaram sem mudanças para o segundo tempo, e o panorama continuou o mesmo da fase inicial, com o Fluminense pressionando e o Nacional truncando a partida e cometendo faltas para impedir que a equipe brasileira acelerasse rumo ao ataque.

Aos cinco minutos, Ayrton Lucas cruzou, Pedro cabeceou, mas a bola explodiu na zaga. Aos 11, Ayrton Lucas cruzou para a entrada de Renato Chaves, e o zagueiro concluiu por cima do gol. Três minutos depois, Gilberto cruzou da direita, a bola passou por Pedro, e Sornoza não conseguiu aproveitar a chance.

O Fluminense continuava melhor, mas não conseguia encontrar espaços na defesa da equipe da Bolívia. Aos 18 minutos, Gilberto cruzou, Pedro subiu mais do que o goleiro Romero e cabeceou por cima, desperdiçando a chance.

O Nacional se aproveitava da passibilidade da arbitragem para fazer o tempo passar, retardando as cobranças de bola parada, como tiro de meta, faltas e laterais. Os jogadores do Fluminense reclamavam muito da cera boliviana.

Para tentar dar mais força ao ataque, o técnico Abel Braga colocou Matheus Alessandro e Pablo Dyego nos lugares de Jadson e Marcos Júnior.

E, no primeiro toque na bola, aos 27 minutos, Pablo Dyego marcou o primeiro gol, aproveitando uma cabeçada de Renato Chaves.

Aos 31, o Tricolor carioca quase ampliou em bela jogada de Pablo Dyego. Após cobrança de falta, o atacante, de bicicleta, jogou a bola no travessão depois de dar um chapéu no marcador.

O Fluminense ampliou aos 36 minutos. Após cruzamento de Sornoza, Renato Chaves escorou de cabeça, e Gum, também de cabeça, mandou para as redes de Romero.

Aos 43 minutos, Pedro, cobrando pênalti cometido por Jorge Flores sobre Renato Chaves, anotou o terceiro gol do Fluminense e definiu o resultado.

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Bahia perde na Bolívia em estreia pela Copa Sul-Americana

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Aizar Raldes/AFP) – O Bahia voltou a disputar a Copa Sul-Americana na noite dessa quarta-feira depois de três anos fora da competição, quando acabou eliminado pelo Sport Recife. E o reencontro com a competição da Conmebol não foi dos melhores.

No estádio Ramón Tahuichi Aguilera, o Esquadrão Tricolor acabou derrotado por 1 a 0 pelo Blooming, na Bolívia, e agora terá de correr atrás do prejuízo. A partida de volta está marcada para o dia 8 de maio, uma quinta-feira, na Fonte Nova, às 19h15 (horário de Brasília).

Campeão Estadual no último fim de semana, o Bahia acabou poupando a maioria de seus melhores jogadores para o início da partida. Mesmo assim, o time de Salvador não se intimidou fora de casa.

Em um primeiro tempo bastante equilibrado e truncado, o Bahia teve chances para sair na frente. Pecou na hora das finalizações. Brumado teve a melhor de todas as oportunidades, mas, cara a cara, chutou em cima do goleiro.

O castigo veio no segundo tempo, com apenas cinco minutos. Douglas até evitou gol de cabeça de Vaca, mas, não conseguiu impedir que o atacante aproveitasse o rebote e balançasse a rede.

Precisando do resultado, Guto Ferreira resolveu mandar a campo Zé Rafael, Edigar Junio e Flávio. Mas, não teve jeito. Os bolivianos se fecharam e seguraram a vitória até o apito final.

Com os titulares de volta, o Bahia volta as atenções para a estreia do time no Campeonato Brasileiro. A estreia está marcada para domingo, no Beira-Rio, contra o Internacional.

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Atlético Mineiro perde para o San Lorenzo na estreia da Copa Sul-Americana

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Bruno Cantini/Atlético)- Ainda juntando os cacos da perda do título do Campeonato Mineiro, ao ser derrotado para o Cruzeiro por 2 a 0, no Mineirão, no último domingo, o Galo voltou a ser batido, na noite dessa quarta-feira, na Argentina. Desta vez, o clube mineiro sofreu um revés para o San Lorenzo, por 1 a 0, na estreia das equipes na edição 2018 da Copa Sul-Americana.

O Galo não foi bem neste jogo em solo argentino. A equipe alvinegra criou pouco, e teve setores bastante comprometidos durante a partida. O zagueiro Gabriel e o volante Elias voltaram a fazer partidas ruins. A oscilação também voltou a aparecer. O San Lorenzo também não foi tão eficiente, poderia ter aproveitado mais as chances, mas fez, pelo menos, um gol.

As equipes voltam a se encontrar no dia 8 de maio, uma terça-feira, às 21h45 (de Brasília), no Independência.

O Atlético começou melhor em campo. A equipe alvinegra buscava mais o ataque e queria decidir a partida. No entanto, o time de Thiago Larghi encontrava dificuldades.

Isso porque o Galo não colocava no campo do adversário uma quantidade suficiente de jogadores. Com isso, quando a bola chegava ao ataque, os homens da frente tinham poucas opções de passe. À beira do gramado, Larghi pedia para o Atlético chegar ao ataque em blocos, com seis atletas no minimo, mas isso não acontecia.

O San Lorenzo ainda não foi citado no primeiro tempo. Isso porque a equipe adotava uma postura defensiva e pouco atacava. No primeiro tempo, o time que jogava em casa pouco risco apresentou contra a meta do goleiro Victor.

No entanto, quando resolveu se arriscar, marcou. Aos 40 minutos, em chute de fora da área, Victor deu rebote e Gudinõ aproveitou para marcar o tento.

Após o tento, o Atlético sofreu para ficar em campo. O time parecia desconcentrado, os jogadores não conseguiam mais segurar a bola e o San Lorenzo passou a encontrar mais espaços.

Os primeiros minutos da etapa complementar atleticana foi um show de horrores. O Atlético virou um time totalmente desorganizado defensivamente. Elias estava perdido e atrapalhava o restante. No efeito dominó, Gabriel e Bremer pareciam jogar vendados. Fábio Santos e Patric sentiam os efeitos.

O Galo só conseguiu levar alguma dificuldade aos 16 minutos. Em uma boa troca de passes, Gustavo Blanco que tinha acabado de entrar, cruzou e a zaga teve dificuldade para tirar.

O San Lorenzo seguia sendo médio agressivo. Não era muito, mas tinha algumas chegadas. Algumas delas poderiam ser mais bem aproveitadas, sobretudo, diante da defesa atleticana perdida em campo.

O Galo, por sua vez, não conseguia chegar. Nem mesmo o placar contrário fazia o time conseguia atacar com qualidade, criar chances.

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Isac marca, Vinícius brilha, Remo vence de novo do Papão e é campeão

Se o futebol paraense é representado pelos titãs, Remo e Paysandu, pode-se dizer que 2018 foi azul marinho na terra do açaí. Após ter vencido os três jogos anteriores no campeonato paraense, o Leão derrubou o Bicola mais uma vez na finalíssima do estadual e conquistou o seu 45º título local na história. A partida foi realizada às 16h deste domingo (8), no Mangueirão, em Belém.remo pa

Assim como nos demais clássicos do ano, o Paysandu teve a bola no pé por mais tempo, mas faltou objetividade para alterar o placar. No entanto, aos 27 minutos, Marcão cometeu um pênalti em Felipe Marques e viu Isac fazer, mais uma vez, o único gol do clássico.

O Leão se segurou até os 51 minutos do segundo tempo, quando o árbitro FIFA Anderson Daronco soprou o apito final e presenciou a festa azulina no Mangueirão. Foi o 45º título paraense do Clube de Periçá.

1º tempo: Paysandu ataca e Remo é quem faz

O primeiro tempo do 745º Re-Pa da história foi uma tônica do que ocorreu nos últimos três deste ano: o Paysandu teve mais posse de bola e o Remo foi quem conseguiu sair ganhando. Pela necessidade de vencer por dois gols de diferença, o Paysandu se lançou e conseguiu a primeira boa finalização aos três minutos, quando Walter arriscou cruzado e viu Vinícius espalmar. Aos seis, a resposta azulina foi a partir de uma saída errada de Marcão, mas Diego Ivo tirou a redonda de dentro da área antes da chegada de Elielton.

Aos 21, Pedro Carmona arriscou da entrada da área e Vinícius mostrou estilo para segurar com firmeza. Três minutos mais tarde, foi a vez de Cassiano ser parado pelo camisa 1 do Leão. Aos 26, porém, Felipe Marques foi parado por Marcão no corpo e dentro da área. O árbito FIFA, Anderson Daronco, assinalou a penalidade e Isac converteu para abrir o placar no Mangueirão. A partir de então, o Paysandu tentou de todas as formas, mas não conseguiu nem assustar a meta defendida por Vinícius.

2º tempo: Vinícius se agiganta e assegura título remista

O Papão voltou com duas substituições ofensivas e até conseguiu melhorar o rendimento ofensivo, mas parou nas luvas do goleiro Vinícius, que esbanjava frieza e segurança em intervenções.

Os chutes de fora da área e os cabeceios do Bicola continuavam sem resultado, mas um dos reflexos foi a exposição da equipe aos conta-ataques remistas. Em um deles, Felipe Marques disputou com Edimar na velocidade, entrou na área e o zagueiro bicolor, ao tentar cortar, deu um passe para Adenílson sozinho dentro da área. O camisa 10 mergulhou e testou de peixinho, mas sem força alguma. Marcão defendeu tranquilo.

Do outro lado do campo, seguia a saga do Papão em tentar vencer Vinícius. Moisés desviou de cabeça e jogou rente à trave azulina. Diego Ivo cabeceou com categoria um cruzamento de Danilo Pires e o goleiro remista jogou para fora.

Aos 37, Moisés recebeu na área, driblou a marcação e chutou no cantinho para outra intervenção do camisa 1. Aos 45, Danilo Pires tentou de cabeça e Vinícius saltou para encaixar.

No finalzinho, já sobe gritos de ‘É campeão!’ o Remo saiu em contra-ataque. Eram três jogadores remistas contra um defensor bicolor. Levy disparou com a redonda pela direita e tocou para Jayme, sozinho na área, só completar para o gol, mas o atacante do Leão fez o inacreditável e chutou por cima da trave. Nada que atrapalhasse a festa remista.

Ficha técnica (Remo 1 x 0 Paysandu)

Paysandu – Marcão; Matheus Silva (Moisés), Diego Ivo, Edimar e Mateus Müller; Willyam (Danilo Pires), Nando Carandina e Pedro Carmona; Mike (Peu), Walter e Cassiano. Técnico: Dado Cavalcanti

Remo – Vinícius; Levy, Mimica, Bruno Maia e Esquerdinha; Dudu, Felipe Recife (Fernandes) e Adenílson; Elielton (Jayme), Felipe Marques (Rodriguinho) e Isac. Técnico: Givanildo Oliveira

Gols: Isac 27’/1ºT (Remo)

Cartões amarelos: Adenílson (Remo); Mateus Müller (Paysandu)

Local: Mangueirão (Belém/PA)

Data: 08/04

Hora: 16h

Árbitro: Anderson Daronco (FIFA/RS)

Assistente: Alessandro Alvaro de Matos (FIFA/BA) e Guilherme Dias Camilo (FIFA/MG)

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Corinthians vence o jogo e os pênaltis e é campeão na casa do Palmeiras

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Fernando Dantas ) – A torcida do Corinthians tinha razão em acreditar. Neste domingo, dois dias após receber 37.000 pessoas em um treinamento aberto em Itaquera, o time de Fábio Carille enfrentou um Allianz Parque tomado apenas por torcedores do Palmeiras. Venceu por 1 a 0, com gol marcado por Rodriguinho no primeiro minuto, e levou a decisão para os pênaltis. Da marca da cal, Dudu e Lucas Lima (Fagner Também ) erraram as suas cobranças, definindo o triunfo visitante por 4 a 3 e a conquista do 29º título do Campeonato Paulista.

O Derby foi marcado por polêmicas. Após Rodriguinho aproveitar uma boa jogada de Mateus Vital pelo lado esquerdo do campo para abrir o placar, o Palmeiras se lançou ao ataque em busca do gol que lhe daria o título. Chegou a ter um pênalti assinalado a seu favor pelo árbitro Marcelo Aparecido, que voltou atrás na decisão, e teve que lidar com a disputa da marca da cal.

O Corinthians iniciará a defesa de outro título obtido em 2017 no dia 15 de abril, quando receberá o Fluminense em Itaquera, pelo Campeonato Brasileiro. Por sua vez, o Palmeiras precisará se reabilitar rapidamente, já que jogará contra o argentino Boca Juniors logo na noite de quarta-feira, de novo no Allianz Parque, pela Copa Libertadores da América.

Na entrevista coletiva de sexta-feira, a última antes da final, Roger Machado fez todo o possível para esconder sua estratégia para o Derby. E o questionamento se o Palmeiras iria se defender ou atacar pergunta ficará mesmo sem resposta, já que o Verdão nem teve tempo de se estabelecer em campo antes de o placar ser aberto.

No primeiro minuto, Marcos Rocha deixou a marcação de Mateus Vital para Antônio Carlos. O corintiano passou fácil pelo zagueiro, foi à linha de fundo e tocou para Rodriguinho inaugurar o marcador. Pouco depois, o Verdão empatou com Willian, mas o tento foi corretamente anulado.

O Alviverde passou a aplicar sua marcação pressão, mas o Timão conseguia o desafogo pelo lado esquerdo com Mateus Vital e Rodriguinho. Na mesma faixa do campo, Dudu era o jogador mais agudo do Palestra. O camisa 7 chamou a responsabilidade para receber as bolas e todas passaram por seu pé para armar o time, mas não o capitão não criou jogadas de perigo.

O problema na defesa palestrina nem precisou de orientações de Roger Machado para ser resolvido, já que Fabio Carille colocou Romero pelo lado esquerdo para tentar conter os avanços de Dudu, o que causou o deslocamento de Rodriguinho e Vital.

O Corinthians terminou a etapa inicial mostrando o futebol que o consagrou nas últimas temporadas, enquanto os mandantes não conseguiram apresentar a qualidade que os credenciou a chegar à final. Foram 69% de posse de bola para o Palmeiras e oito finalizações, mas poucas com perigo, contra apenas duas rivais, sendo um gol.

Ao final do primeiro tempo, ficou clara a falta que Felipe Melo faz ao Palmeiras. Mesmo com Moisés, seu substituto, bem na partida, o Alviverde perdeu a saída de três do campo defensivo e não conseguiu inverter uma bola perigosa durante os primeiros 45 minutos.

Polêmica no segundo tempo

O Palmeiras voltou do intervalo com Keno na vaga de Willian. A mudança, além de explorar a jogada individual do camisa 11, visava abrir a defesa corintiana posicionando o atacante na extremidade esquerda, o que poderia permitir infiltrações pelo dos zagueiros rivais.

Keno passou a levar perigo com seus dribles, a posse de bola do Palmeiras só aumentou e o Corinthians apostava cada vez mais em uma postura defensiva para tentar explorar contra-ataques.

Aos 26, a torcida alviverde finalmente pôde comemorar, mas por apenas oito minutos. Dudu tabelou com Lucas Lima e caiu na área, o árbitro anotou pênalti de Ralf e confusão se instaurou no gramado.

À princípio, por mais que os corintianos argumentassem que o volante havia tocado apenas a bola, Marcelo Aparecido se mostrava convicto em sua marcação. A pressão alvinegra, porém, foi forte e após uma conversa com um auxiliar que estava fora do gramado, o árbitro voltou atrás na penalidade.

Os presentes, que bateram recorde de público da história do Allianz Parque gritaram em coro: “Tem um palhaço querendo aparecer e vai morrer”, seguido de “Se o Palmeiras não ganhar olêolêolá, o pau vai quebrar” e “Vergonha”. Oito minutos depois, a partida recomeçou, mas sem emoção e apenas para seguir às penalidades.

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Botafogo vence Vasco e é campeão nos pênaltis

Fonte: Gazeta Esportiva Foto: Paulo Fernandes) – O Botafogo conquistou o título Carioca ao derrotar o Vasco, na cobrança de pênaltis, por 4 a 3, depois de ter vencido por 1 a 0, no tempo normal. Como o Vasco havia vencido a primeira partida, a vitória do Alvinegro de General Severiano levou a decisão para a disputa de penalidades máximas.

Mais de 60 mil torcedores estiveram presentes ao jogo realizado na tarde deste domingo, no Maracanã e presenciaram uma partida dramática.

O Vasco jogou desde os 36 minutos do primeiro tempo com um jogador a menos por causa da expulsão do lateral Fabrício. O time de General Severiano pressionou o tempo inteiro, mas só conseguiu marcar nos acréscimos, com o zagueiro Joel Carli.

Na cobrança de pênaltis, Gatito Fernández foi o grande herói, defendendo as cobranças de Werley e Henrique. Brenner, Gilson, Marcinho e Renatinho converteram para o Botafogo, enquanto Pimpão desperdiçou sua chance. No Vasco, Wagner, Andrés Rios e Yago Pikachu converteram suas cobranças.

O jogo – Diante de um grande público, o jogo começou truncado com forte marcação das duas equipes. Necessitando de vitória, o Botafogo adotou uma postura mais ofensiva, com Leo Valencia se aproximando de Brenner. Só aos sete minutos é que o Vasco chegou na área alvinegra em cobrança de escanteio que foi bem defendida pela defesa botafoguense.

O jogo era disputado com muita intensidade, com as duas equipes disputando os lances com muita disposição.

O Vasco usava os laterais Fabricio e Henrique para se revezarem pela esquerda com o objetivo de bloquear as investidas do lateral-direito Marcinho.Aos 13 minutos, Leo Valencia empurrou Pikachu ao lado da área, mas a cobrança não deu em nada.

O Botafogo respondeu com um lançamento para Brenner, mas Martín Silva chegou primeiro e ficou com a bola.

Aos 21 minutos, após rebatida na área cruz-maltina, a bola sobrou para Matheus Fernandes que encheu o pé. A bola bateu no braço de Rafael Galhardo, mas o árbitro considerou o lance acidental para desespero dos jogadores botafoguenses que queriam a marcação de pênalti.

Três minutos depois, após cobrança de escanteio, Gatito saiu para desviar a bola e evitar que ela chegasse para o zagueiro Erazo.

Aos 25 minutos, o Vasco desperdiçou a primeira grande chance para marcar. Pikachu bateu de fora da área, Gatito foi mal e deu rebote, mas Riascos, livre, na pequena área, não conseguiu fazer a conclusão. Logo depois, Desábato enfiou para a penetração de Pikachu, mas Igor Rabello conseguiu bloquear o lançamento e aliviar o perigo.

O Vasco seguia bem melhor e aos 35 minutos, Pikachu recebeu na pequena área e mandou por cima. O jogador cruz-maltino estava adiantado, mas a arbitragem nada marcou.

O Botafogo não conseguia chegar na área do Vasco e o goleiro Martín Silva chegou aos 35 minutos sem fazer uma defesa.

Aos 36 minutos, Fabrício atingiu Luiz Fernando de forma violenta e recebeu cartão vermelho. O atacante do Botafogo, chorando muito, precisou deixar o campo por causa das fortes dores.

Com um jogador a mais, o Botafogo se encheu de entusiasmo e tentou fazer pressão. Já nos acréscimos, Moisés foi lançado pela esquerda e tentou achar Brenner na área, mas Martín Silva se antecipou e fez a defesa.

O Botafogo voltou para o segundo tempo com Gilson e Kieza nas vagas de Moisés e Marcelo. E partiu para cima do Vasco. Mas foi o time de São Januário que criou a primeira oportunidade. Gatito se atrapalhou para cortar um cruzamento e Igor Rabello conseguiu salvar. O Botafogo respondeu com um cruzamento na área. Martín Silva saiu mal e Paulão salvou na linha do gol.

Aos 11 minutos, após cobrança de escanteio, Rafael Galhardo agarrou Carli na pequena área, mas o árbitro nada marcou. A bola ainda sobrou para Renatinho que chutou forte para Martín Silva defender.
O técnico Zé Ricardo trocou o lateral Rafael Galhardo pelo zagueiro Werley.

Aos 18 minutos, Gilson derrubou Pikachu na entrada da área. O próprio Pikachu bateu e a bola passou perto da trave esquerda.

Três minutos depois, o Botafogo quase marcou. Valencia levantou na área e Brenner escorou, mas a bola explodiu no peito de Martín Silva.

O time dirigido por Alberto Valentim mantinha a pressão, mas abusava dos cruzamentos e facilitava a tarefa da defesa do Vasco que se comportava muito bem no jogo aéreo.

Para aumentar a resistência da defesa, Zé Ricardo colocou mais um zagueiro em campo e tirou um atacante. Saiu Riascos para a entrada de Ricardo.

Aos 46 minutos, Rodrigo Pimpão bateu rasteiro e Martín Silva defendeu com segurança.

Aos 48 minutos, Leo Valencia recebeu o segundo cartão amarelo e também foi excluído da partida.

Aos 49 minutos, após confusão na área, a bola sobrou para Joel Carli que bateu rasteiro para marcar o gol que garantiu a vitória do Botafogo.

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Cuiabá vence Sinop novamente e conquista invicto o Campeonato Mato-grossense

Fonte: Só Notícias/Editoria com Cleber Romero (fotos: Julio César Tabile e reprodução)

O Cuiabá Esporte Clube conquistou, há pouco, de forma invicta, o título do Campeonato Mato-grossense Eletromóveis Martinello 2018, após vencer o Sinop Futebol Clube por 3 a 1, na Arena Pantanal. O Dourado entrou em campo folgado por ter vencido a primeira partida por 2 a 0, no estádio Gigante do Norte. Já o Galo do Norte, precisava desfazer a vantagem para levar a decisão para os pênaltis, mas não conseguiu. Com isso, o time cuiabano conquistou o 8º título Estadual.

O time sinopense abriu o placar logo no começo da partida com Gilmar, que tabelou bonito com Tiarinha e acertou uma bomba. No entanto, o Dourado foi superior, manteve a vantagem ainda no primeiro tempo com gol de André, que chutou forte da entrada da grande área. No segundo tempo, Jenison, artilheiro da competição, com 7 gols, ampliou o placar para o Cuiabá, em cobrança de pênalti. O terceiro e último gol foi marcado por Giovani também de pênalti.

Esse e o segundo ano consecutivo que os dois times se enfrentam na final da competição. No ano passado, o Dourado também foi campeão mato-grossense. O Galo até venceu o Cuiabá por 1 a 0, no tempo normal, resultado que levou a decisão para as penalidades, no estádio Gigante do Norte.

Conforme Só Notícias informou lance a lance, o Cuiabá começou armando ataque perigoso. Já o Sinop apresentava dificuldade para chegar no setor defensivo. Porém, surpreendeu abrindo o  marcador com Gilmar e melhorou significativamente a produção em campo. Aos 8, Cuiabá quase marcou. Jeferson cruzou da direita, Hiltinho mandou de primeira e o goleiro Fernando, do Sinop, espalmou. Aos 10, o Dourado chegou novamente. Hiltinho entrou na grande área, tentou driblar, derrubou zagueiro do Sinop e levou amarelo. Aos 13, Jeferson entrou pela direita, chutou e o goleiro Galo, Fernando, defendeu. Aos 14, Gilmar acertou uma bomba e abriu o placar para o time sinopense. Ele fez tabela com Tiarinha, avançou rápido pela direita, viu o goleiro adiantado, chutou e abriu o marcador. Cuiabá 0 x 1 Sino.

Aos 18, Sinop melhorou a produção após marcação do gol e impôs ritmo de jogo. Aos 22, linda jogada do Cuiabá com Hiltinho se livrando de dois jogadores do Sinop, pela direita, entrou na grande área, chutou e o goleiro Fernando segurou. Aos 24, Cuiabá chegou novamente  com Fernando, que chutou e ganhou escanteio. Na cobrança, Ednei mandou para fora. Aos 27, Dourado tenta empate com cruzamento pela direita e o goleiro sinopense defendeu. Aos 37, Pity do Sinop foi expulso. Ele fez falta dura atingindo Hiltinho no joelho levou vermelho direto. Aos 39, após expulsão ocorreu uma confusão entre a equipe técnica do Sinop e jogadores do Cuiabá. O jogo ficou cerca de três minutos parado. Aos 44, André empatou a partida para o Cuiabá com um chute forte da entrada da grande área e acertou no ângulo. Aos 45,  Jean, do Dourado, levou amarelo após comemorar o gol provocando os jogadores do Sinop que estavam no banco reserva. Cuiabá 1 x 1 Sinop. No final do primeiro tempo, Gilmar, do Sinop, driblou pela direita, avançou, chutou  e a bola sai para linha de fundo sem perigo.

O segundo tempo, começou com mudanças no Sinop. Cabralzinho entrou no lugar de Jeferson Maranhão. No Cuiabá, não houve alterações. Aos 2 minutos, a bola foi cruzada para a grande área, Hiltinho escorou de cabeça, a bola pegou na mão de Juazeiro, o goleiro defendeu mas o árbitro marcou penalidade. Jenison foi para cobrança e mandou no ângulo esquerdo. Sem chance para goleiro do Sinop. Cuiaba 2 x 1 Sinop.

Aos 10, com um a mais o Cuiabá apresentou melhores condições de ataque. Já o Sinop não deixou de pressionar mesmo precisando marcar 3 gols para levar a decisão para as penalidades. Aos 13, Cabralzinho tentou driblar zagueiro do Cuiabá, caiu e o árbitro mandou seguir o jogo. Aos 15, o Cuiabá chegou com perigo. André pela esquerda chutou e a bola saiu pela linha de fundo. Aos 16, Itamar Schulle tirou Jean e colocou Zaqueu para defender o Cuiabá. Aos 20, Dourado ataca mais. Na cobrança de escanteio, atacante cabeceou e a bola passou perto do travessão. Aos 21, João Artur, do Sinop, chutou pela direita e a bola saiu pela linha de fundo. Aos 24, Juazeiro, do Sinop, recebeu lançamento na grande área, mas o goleiro do Cuiabá ficou com a bola. Aos 25, Sinop joga mal no segundo tempo, bem diferente da etapa inicial. Aos 27, Juazeiro sofreu falta. Ele mandou para a grande área, mas saiu sem perigo. Aos 32, mais uma pênalti para o Cuiabá. Geovani chega pela direita, chutou, o goleiro Fernando, do Sinop, faz linda defesa mas o árbitro Alinor Paixão marcou pênalti de Gilmar. O lance foi questionado pelo jogadores do Sinop. Fim de jogo: Cuiabá 3 x 1 Sinop.

Agora, o Dourado vai começar o Brasileiro da Série C e o Sinop a Série D. Ambos estarão na Copa do Brasil do ano que vem

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