Vitória elimina Internacional nos pênaltis e avança às oitavas de final da Copa do Brasil

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Maurícia da Matta/EC Vitoria)- O Vitória segue vivo na Copa do Brasil. Na chuvosa noite desta quinta-feira, uma semana e um dia após perder para o Internacional por 2 a 1 no Beira-Rio, o time baiano reviu o adversário no Barradão e ganhou por 1 a 0, com gol de pênalti de Neílton. Em novas cobranças da marca da cal, levou a melhor outra vez, com triunfo por 4 a 3, e assegurou presença nas oitavas de final. Nico López e Gabriel Dias desperdiçaram os seus chutes pelos visitantes.

O próximo adversário do Vitória no torneio nacional de mata-mata será definido na sexta-feira, em sorteio realizado na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro. Os times classificados na quarta fase se juntarão aos clubes que disputam a Copa Libertadores da América e aos campeões de 2017 da Copa Verde, da Copa do Nordeste e da Série B do Campeonato Brasileiro.

Antes da sequência da Copa do Brasil, o Vitória terá que se preocupar com o Campeonato Brasileiro. Enfrentará o Atlético-MG, no Independência, no domingo. No mesmo dia, o Inter tentará se reabilitar da eliminação contra o Palmeiras, no Pacaembu.

Precisando reverter a derrota sofrida no Beira-Rio, o Vitória ficou mais tempo com a bola nos pés já nos primeiros minutos de partida, mas sem ser efetivo. Do lado do Internacional, a intenção era suportar a pressão inicial do time mandante e, quando possível, dar trabalho ao goleiro Caíque.

Atrapalhado, o Vitória colaborava com a missão dos visitantes. Aos dez minutos, Yago, Uillian Correia e Rhayner protagonizaram um lance bizarro em cobrança de falta. O primeiro rolou a bola, e os outros dois hesitaram. Diante da indecisão, D’Alessandro fez o desarme para o Internacional.

Aos 34 minutos, o Vitória assustou, de fato, o Inter. Rhayner foi acionado na direita e rolou a bola para a área. A zaga colorada não conseguiu cortar e viu Denilson aparecer, girar na frente da marcação e chutar com desvio para fora.

Já no final da primeira etapa, o jogo ficou movimentado. Neílton tentou envolver o Inter à base da velocidade, e Nico López respondeu para o Inter com uma finalização forte após um desarme de William Pottker. A bola passou perto do gol.

Logo no princípio do segundo tempo, o Inter colocou um sorriso nos rostos dos seus torcedores com um chapéu de Víctor Cuesta, que ainda tentou o segundo, mas não deu sequência à jogada. As maiores preocupações do argentino, contudo, eram defensivas.

Jogando a sua sobrevivência na Copa do Brasil, o Vitória partiu para cima do Inter. Aos seis minutos, Rhayner parou em uma boa defesa de Marcelo Lomba. Aos 20, Denilson desviou um cruzamento da esquerda de Yago e acertou a trave, na melhor chance de gol da partida até então.

Vagner Mancini decidiu mexer novamente na sua equipe – já havia trocado Rodrigo Andrade por José Welison na etapa inicial. Primeiro, colocou Nickson na vaga de Willian Farias. Depois, substituiu Yago por Guilherme Costa. No Inter, que voltara do intervalo com Rodrigo Moledo no lugar de Klaus, Marcinho ocupou o posto de William Pottker.

O Vitória levou a melhor depois das mudanças. Aos 34 minutos, Denilson se chocou com Iago dentro da área, e o árbitro Rafael Traci assinalou o pênalti. Sem dar importância à indignação dos jogadores do Inter, Neílton se apresentou para a cobrança, deslocou Marcelo Lomba e converteu.

Antes de novos pênaltis, o Vitória quase sofreu uma baixa. Denilson se encontrou com Marcinho e, com dores na cabeça, deixou o gramado chorando. Ainda assim, retornou a partida para ajudar a equipe baiana nos acréscimos e na decisão que viria.

Nas penalidades, o Internacional colocou a bola na rede com Camilo, Fabiano e Patrick, mas lamentou os erros de Nico López e Gabriel Dias. Para o Vitória, que só desperdiçou com Nickson, o triunfo veio com gols de Denilson, Uillian Correira, José Welison e Neílton.

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Racing goleia e complica o Vasco na Libertadores

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Javier Gonzalez Toledo/AFP)- A situação do Vasco na Libertadores ficou complicada nesta quinta-feira após a equipe ser goleada por 4 a 0 pelo Racing-ARG, em Avellaneda. Com o resultado, os argentinos se isolaram na liderança do grupo 5, com sete pontos. Os cruzmaltinos, com apenas um, estão na lanterna.

O Vasco até criou algumas chances de gol quando a partida estava empatada. No entanto, os vascaínos sofreram com o ataque argentino, que marcou duas vezes em cada tempo. Na etapa inicial, Centurión e Lautaro Martínez abriram vantagem para o donos da casa, que ainda desperdiçaram dois pênaltis com Lisandro López em defesas de Martín Silva. No segundo tempo, Zaracho e Lisandro López, na terceira cobrança de penalidade máxima, decretaram a vitória.

As duas equipes voltam a se encontrar na próxima quinta-feira, desta vez em São Januário. Para o Vasco, somente a vitória interessa para se manter vivo por uma vaga nas oitavas de final da Libertadores.

A partida começou equilibrada, com o Vasco em busca do ataque, sem deixar o Racing pressionar nos primeiros minutos. No entanto, os donos da casa tiveram duas chances de abrir o placar aos seis minutos. Primeiro, Donatti aproveitou cobrança de escanteio e finalizou para grande defesa de Martín Silva. Em seguida, foi a vez de Centurión fazer boa jogada e chutar para nova defesa do goleiro cruzmaltino.

O Vasco não se intimidou com os lances e quase marcou aos oito minutos. Wagner lançou Wellington na área, mas o volante chutou pela linha de fundo. Só que a resposta do Racing veio dois minutos depois. Saravia foi derrubado por Evander na área e o árbitro marcou pênalti. No entanto, Lisandro López cobrou forte no meio e viu Martín Silva defender a penalidade.

Depois do pênalti desperdiçado, o Racing aumentou a pressão em busca do gol. O Vasco passou a se segurar na defesa e pouco avançava ao ataque. Os donos da casa tiveram nova chance aos 21 minutos. Após cobrança de escanteio ensaiada, Soto ficou com a bola fora da área, mas chutou por cima do travessão.

Aos poucos, o Vasco conseguiu melhorar a marcação e criou boa chance aos 26 minutos. Andrés Rios achou Wellington na área. O volante ficou de frente para Musso e devolveu para o atacante. Só que a zaga conseguiu desviar a bola, que foi pela linha de fundo. O lance animou os cariocas, que voltaram a assustar nos minutos seguintes. Primeiro, Wagner furou na área após cruzamento de Henrique. Depois, Evander arriscou de longe e quase acertou o gol argentino.

Quando o Vasco era melhor na partida, o Racing abriu o placar, aos 32 minutos. Lisandro López achou Centurión livre na área e o meia chutou cruzado, sem chance para Martín Silva.

O revés foi sentido pelos cruzmaltinos, que voltaram a sofrer com a pressão do Racing. Os donos da casa aproveitaram o abatimento do Vasco para chegar ao segundo gol aos 38 minutos. Centurión cruzou rasteiro para Lautaro Martínez finalizar para a rede.

Com boa vantagem, o Racing diminuiu o ritmo e permitiu ao Vasco tentar o ataque nos minutos finais. No entanto, os argentinos tiveram a chance de fazer o terceiro já nos acréscimos, quando Erazo derrubou Lautaro Martínez na área. O árbitro marcou novamente o pênalti, que Lisandro López foi para a cobrança e mais uma vez parou em defesa de Martín Silva no último lance antes do intervalo.

No segundo tempo, o Racing continuou tendo mais posse de bola. Os donos da casa quase marcaram logo aos três minutos, com Donatti, mas o zagueiro cabeceou sobre o travessão. Só que aos seis, os argentinos chegaram ao terceiro. Zaracho fez grande jogada individual, passou por Martín Silva e tocou para a rede.

O Vasco só conseguiu criar sua primeira boa chance aos oito minutos. Desábato arriscou de longe e quase surpreendeu Musso. Enquanto os cruzmaltinos sofriam o Racing chegava com facilidade e não demorou para marcar o quatro. Wagner deixou o braço em Saravia na área e o árbitro marcou novo pênalti. Lisandro López foi para a cobrança pela terceira vez e colocou na rede. Martín Silva ainda acertou o canto.

Com a goleia consolidada, o jogo caiu em rendimento. O Vasco não tinha força para buscar diminuir a desvantagem enquanto que o Racing passou a tocar mais a bola. Mesmo assim, os donos da casa quase marcaram o quinto aos 34 minutos. Após boa troca de passes pela esquerda, Soto cruzou para Zaracho cabecear na trave.

Nos minutos finais, os cruzmaltinos tiveram mais posse de bola, mas não acomodaram Musso. O Racing apenas administrou o resultado até o fim.

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Palmeiras sai na frente, mas cede empate ao Botafogo na estreia do Brasileiro

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo/arquivo)- O Palmeiras começou o Campeonato Brasileiro já sentindo um gosto amargo. Após um primeiro tempo horrível, o Verdão marcou com Guerra no início da etapa final, mas cedeu o empate ao Botafogo em falha de Felipe Melo, que resultou em gol de Igor Rabello.

O Palmeiras iniciou o jogo como manda o manual de Roger Machado: pressionando e sufocando o adversário nos primeiros minutos. A estratégia, porém, assim como nos dois últimos jogos, não surtiu resultado.

Logo, o Botafogo equilibrou e passou a dominar o duelo. As melhores chances alvinegras, no entanto, saíram de erros palestrinos e até mesmo Felipe Melo não foi bem na maioria de suas tentativas de passes.

Nas laterais, Marcos Rocha parece ter sentido as críticas dos últimos jogos, não subiu ao ataque e ainda errou diversos fundamentos. Do outro lado, Diogo Barbosa, que venceu disputa com Victor Luis, mostrou qualidade no ataque, mas segue inseguro na marcação.

O meio-campo, como um todo, era o principal problema alviverde. Em entrevista coletiva antes da partida, Roger Machado deixou claro os problemas de posicionamento de Lucas Lima e como isso vem prejudicando a equipe. Além disso, o camisa 20, vaiado no último jogo, voltou a se mostrar pouco participativo.

No intervalo, Roger identificou um dos principais problemas do Palmeiras em campo e trocou Lucas Lima por Guerra. Centralizado, sempre à frente da linha da bola e por vezes recebendo de costas para o adversário, o venezuelano fez tudo o que o treinador pede de seu meia armador e alterou a maneira de o Verdão jogar.

Assim, aos oito minutos, o meia foi premiado e o Palmeiras abriu o placar. Keno lançou Dudu, que venceu Igor Rabello na velocidade e entrou na área. O capitão esperou a passagem de Guerra, rolou de calcanhar e o camisa 18 deu um toquinho na saída de Gatito Fernández para vencer o botafoguense.

Mesmo com o Palmeiras bem na partida, Roger fez novas mudanças. Primeiro, o treinador sacou Willian e colocou Deyverson. Depois, trocou Bruno Henrique por Moisés. Alberto também fez três mudanças que, ao contrário das alviverdes, surtiram resultado.

Com 36 jogados, em novo levantamento na área do Palmeiras, Felipe Melo tentou fazer a parede em Igor Rabello, mas deixou o zagueiro avançar. O botafoguense furou o primeiro chute, a bola pingou e ele conseguiu acertar a finalização para empatar o duelo.

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Com time misto, São Paulo vence Paraná na estreia do Brasileirão

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Rubens Chiri/assessoria/arquivo)- O São Paulo estreou com vitória no Campeonato Brasileiro. Nesta segunda-feira, o time do técnico Diego Aguirre entrou em campo bastante desfigurado, com alguns jogadores poupados, contudo, mesmo não fazendo uma partida brilhante, conseguiu sair de campo com o triunfo por 1 a 0 graças ao zagueiro Bruno Alves, aniversariante do dia, que balançou as redes ainda no primeiro tempo após cobrança de falta de Cueva.

Sem contar com Petros, Tréllez, Liziero e Arboleda, todos poupados, e Diego Souza, com amigdalite, Aguirre fez algumas modificações. Régis atuou boa parte do tempo como lateral-esquerdo, enquanto Brenner iniciou a partida como homem de área. Lucas Fernandes, por sua vez, jogou na ponta esquerda. Mesmo vendo sua equipe não desempenhar um bom futebol, o treinador uruguaio conquistou sua terceira vitória em três jogos no Morumbi, desta vez sem a preocupação de um jogo eliminatório – todas as partidas do treinador à frente do São Paulo até então haviam sido de mata-mata.

O São Paulo volta a entrar em ação pelo Campeonato Brasileiro no próximo domingo, às 16h (de Brasília), quando visita o Ceará, na Arena Castelão. Antes disso, na quinta-feira, o Tricolor recebe o Atlético-PR, pelo jogo de volta da quarta fase da Copa do Brasil – a partida de ida foi vencida pelo Furacão, por 2 a 1.

O São Paulo não fez um grande primeiro tempo, no entanto, precisou de pouco tempo para criar sua boa primeira chance de gol. Logo aos cinco minutos, após cobrança de escanteio, Brenner, que iniciou a partida atuando como homem de área, completou no segundo pau, contudo, mandou para fora, assustando o goleiro do Paraná. Depois, aos 11, novamente o jovem revelado em Cotia esteve envolvido em uma oportunidade para o Tricolor. Marcos Guilherme levantou na área, mas a bola passou em frente a Brenner e Régis, que ainda tentaram finalizar de carrinho, mas não a alcançaram.

A partir daí o São Paulo caiu de rendimento e sofreu na criação. O técnico Diego Aguirre ainda tentou fazer algumas modificações táticas, invertendo os lados de Marcos Guilherme e Lucas Fernandes no gramado, porém, sem muito resultado. Cueva, principal peça de desafogo, também vinha tendo uma atuação um tanto quanto apagada, entretanto, o peruano acordou já na reta final do primeiro tempo para ajudar o Tricolor a abrir o placar.

Primeiro, aos 33 minutos, Cueva tabelou com Lucas Fernandes e deixou o meia em boa posição para invadir a área e bater forte, nas mãos do goleiro Richard. Dois minutos depois, em cobrança de falta, o peruano teve mais sorte em cobrança de falta, colocando a bola na cabeça de Bruno Alves, aniversariante do dia, que cabeceou para o fundo das redes e deixou o São Paulo em vantagem antes de ir para o intervalo.

Já no segundo tempo quem chegou com mais perigo pela primeira vez foi o Paraná. Aos quatro minutos, Brenner vacilou no meio-campo e cedeu contra-ataque aos visitantes. Silvinho foi acionado pela esquerda, ganhou na corrida de Éder Militão e invadiu a área, batendo em cima de Sidão, que fechou bem o ângulo para mandar para escanteio. Gostando do jogo, o time rival seguiu se fechando bem e tentando surpreender o Tricolor através dos contra-ataques, colocando os anfitriões em situação preocupante.

Diante da ineficácia do São Paulo, Diego Aguirre teve de se render a Nenê já na reta final. Salvo o chute de Valdívia, travado na hora “h” aos 28 minutos do segundo tempo, os donos da casa não criaram boas oportunidades na etapa complementar. Desta maneira, Cueva acabou sendo substituído pelo camisa 7, que deu mais dinamicidade ao Tricolor, assim como fez nas últimas partidas.

Antes do apito final, aos 39 minutos, Régis ainda deu ótima assistência para Marcos Guilherme, que saiu cara a cara com o goleiro para ampliar, mas não conseguiu deslocá-lo, vendo seu arremate ser bloqueado pelo guarda-meta rival. Assim, coube ao time misto do Tricolor se contentar com a magra vitória sobre o recém-promovido à Série A do Brasileirão.

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Rodriguinho faz dois e Corinthians vence o Fluminense no fim na Arena

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)- Rodriguinho é o melhor jogador do Corinthians na temporada. Depois de marcar gols decisivos no mata-mata do Paulista, o meia voltou a mostrar que tem muita importância na equipe na tarde deste domingo, na Arena Corinthians. Diante de um bem montado e, por momentos, ousado Fluminense, o armador abriu o placar no fim do primeiro tempo e, quando o Timão parecia aceitar o empate, descolou um belo voleio para determinar o 2 a 1 corintiano. Richard foi quem descontou.

Na próxima rodada, os comandados de Fábio Carille terão pela frente a equipe do Paraná, em partida agendada para o próximo domingo, às 11h (de Brasília), na Vila Capanema, em Curitiba. Antes, porém, eles terão um duro compromisso frente ao Independiente-ARG, na quarta-feira, na Argentina, pela terceira rodada do Grupo 7 da Copa Libertadores da América. Já Abel Braga e sua trupe terão pela frente o Cruzeiro, também no domingo, às 16h (de Brasília), no Maracanã.

O Corinthians apostou em uma equipe semelhante à que encarou os grandes jogos do time no ano, sem jogador de referência no ataque, com quatro meias possuindo a incumbência de se movimentar e abrir espaços na zaga do Flu. Além dos três zagueiros idealizados por Abel, os cariocas se postaram com dois laterais fechando uma primeira linha de cinco e os meio-campistas realizando a segunda marcação em uma linha de quatro.

Dessa forma, coube ao Timão rodar bastante a bola no campo de ataque, atingindo o patamar de mais de 60% da posse da bola, mas sem muita efetividade. A maioria dos lances terminou em chutes arriscados de fora área, com destaque para as tentativas de Renê Júnior e Romero. Na primeira resposta, aos 20, os cariocas viram Pedro dominar incrivelmente livre na área, mas demorar para chutar e ser travado.

Confortável com a marcação encaixada, o time visitante passou a sair um pouco mais do campo de defesa no terço final da etapa, apostando em laterais cobrados na área para Renato Chaves e Gum. No lance mais perigoso, após falta sofrida pelo bom Pedro, a bola foi batida com muita força pelo equatoriano Sornoza, cruzando toda a pequena área sem ninguém para desviá-la à rede de Cássio.

Um dos poucos que conseguiu criar dificuldade para o Fluminense, Romero foi brindado com um lance decisivo pouco antes do intervalo. Em escapada pela direita, cruzou e viu o rebote cair novamente no seu pé. Frente a frente com Frazan, o paraguaio ameaçou cruzar de direita, cortou o rival e abriu espaço para, de esquerda, achar Rodriguinho entre os zagueiros. O meia, então, cabeceou bem, no canto esquerdo, sem chances para Júlio César.

O Alvinegro voltou para o segundo tempo confiante que a vantagem adquirida facilitaria seu trabalho, abrindo mais espaços na zaga do adversário. O 1 a 0, no entanto, durou muito pouco tempo no placar. Após lateral cobrado pelo lado esquerdo por Ayrton Lucas, Gum desviou na primeira trave e deixou a bola viva. Pedro, sem marcação, desviou na segunda trave e achou Richard livre na pequena área para estufar a rede de Cássio.

O gol deu confiança aos cariocas, que passaram a atacar com mais gente do que em todo o primeiro tempo. Pablo Dyego, em boas investidas pelo lado direito, conseguiu criar perigo para a retaguarda corintiana, principalmente quando ia para cima de Sidcley. Do outro lado, aproveitando a boa jornada de Romero, o Timão quase retomou a vantagem em chute do paraguaio que a zaga mandou para escanteio.

Mesmo retraído, o Flu continuou a levar perigo nos contra-ataques, principalmente quando conseguia cortar os passes dos volantes alvinegros na saída de bola. Tanto Ralf quanto Renê Júnior erraram bastante esses lances, dando a Sornoza e Pedro boas chances de concluir. Os dois, no entanto, não conseguiram mostrar a precisão necessária, desperdiçando a chance de colocar os visitantes na frente.

Carille, então, resolveu lançar mão de Emerson Sheik, Maycon e Pedrinho, dando mais vitalidade ao seu ataque. E foi justamente em um lance construído pelos substitutos que veio a vitória. Maycon recebeu na frente após boa jogada construída pelo ataque, acionou Emerson Sheik na linha de fundo e o atacante cruzou na medida para Rodriguinho, que bateu de primeira e fez a festa da torcida em Itaquera.

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Na volta à Série A, Internacional vence Bahia com dois de Nico Lopez

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: divulgação) – O Internacional voltou a entrar em campo pela Série A do Campeonato Brasileiro durante a tarde deste domingo. No Estádio Beira-Rio, com gols marcados pelo inspirado atacante uruguaio Nico Lopez, o time colorado dominou a partida e ganhou do Bahia por 2 a 0.

Colocado no lugar do lesionado Rossi ainda no primeiro tempo, Lopez decidiu a estreia do Inter no torneio nacional com um gol em cada etapa. Com o resultado diante do Bahia, o time de Porto Alegre anota seus primeiros três pontos no Campeonato Brasileiro.

Pela segunda rodada do certame, às 16 horas (de Brasília) de sábado, o Bahia volta a campo para tentar a reabilitação contra o Santos, no Estádio da Fonte Nova. Já o Internacional viaja para duelar com o Palmeiras às 16 horas de domingo, no Pacaembu.

Escalado como titular pelo técnico Odair Hellmann, Rossi sentiu um problema na virilha após finalizar logo aos oito minutos do primeiro tempo e acabou substituído por Nico Lopez. Com a entrada do uruguaio, o setor ofensivo do Internacional passou a fluir melhor.

O time colorado conseguiu inaugurar o marcador diante do Bahia aos 37 minutos do primeiro tempo, justamente com Nico Lopez. O meia D’Alessandro avançou pela esquerda e tocou para o volante Patrick, que cruzou para cabeçada certeira do uruguaio na primeira trave.

O Internacional aumentou sua vantagem no marcador aos 15 minutos do segundo tempo, novamente com o substituto de Rossi. Em tabela com o companheiro Edenilson, Nico Lopez recebeu dentro da área do Bahia e chutou na saída do goleiro Douglas para marcar.

Na tentativa de melhorar o rendimento de sua equipe, o técnico Guto Ferreira trocou Vinícius, Zé Rafael e Marco Antônio por Régis, Allione e Júnior Brumado no segundo tempo. No entanto, o Bahia não conseguiu ameaçar o gol defendido por Marcelo Lomba.

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Vasco sofre mas vence o Atlético-MG de virada nos acréscimos

Fonte: Gazeta Esportiva-O Vasco da Gama recebeu o Atlético Mineiro em São Januário neste domingo, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Apesar de dominar o jogo, o Vasco viu o Atlético sair na frente no primeiro tempo com um golaço de Otero. Depois de muita pressão. a equipe carioca virou o jogo com gols de Wagner e Pikachu, aos 40 e 53 minutos do segundo tempo.

A vitória deixa o cruzmaltino entre os primeiros colocados do Brasileirão. Na próxima rodada, o Vasco visita a Chapecoense na Arena Condá, no Domingo. Antes porém, a equipe carioca vai à Argentina enfrentar o Racing pela Libertadores, na quinta-feira.

Já o Galo recebe, também no domingo, o Vitória, no Independência. Pela Copa do Brasil, os mineiros visitam o Ferroviário no Castelão, na próxima quarta-feira.

O jogo – A partida no Rio de Janeiro começou com o time da casa tomando a iniciativa do duelo. Mal a bola rolou em São Januário, o Vasco assumiu o controle da posse de bola e foi para cima da equipe mineira, que se fechou atrás da linha média e mantinha apenas o centroavante Ricardo Oliveira na altura do círculo central.

A pressão vascaína foi grande nos primeiros minutos. Aos 8, Wellington aproveitou um rebote da defesa e arriscou de longe. O chute saiu forte, mas Victor espalmou e afastou o perigo. No minuto seguinte, boa triangulação pela esquerda, Henrique vai à linha de fundo e cruza para trás. Evander bate de primeira em cima de Luan, e Pikachu pega o rebote e acerta a trave. Na volta, a defesa afastou.

Melhor em campo, o Vasco sofreu um contra-ataque fatal aos 12 minutos. O Galo avançou pela direita, Otero recebeu e soltou um balaço no ângulo oposto que Martín Silva não conseguiu alcançar: 1 a 0 Galo.

O Vasco sentiu o golpe e demorou um pouco para se recuperar em campo, e o Atlético passou a controlar o meio até por volta dos 25 minutos. A partir daí, o Vasco se recompôs e voltou a controlar a posse de bola, se lançando ao ataque em busca do empate.

O Atlético, porém, seguia perigoso nos contra-ataques. Aos 24, Cazares enfiou para Ricardo Oliveira, que entrou na área, tocou por entre as pernas de Paulão e parou na saída de Martín Silva.

O Vasco respondeu aos 30. Primeiro foi Evander que tentou de fora da área mas mandou por cima do gol. Dois minutos depois, Evander recebeu na direita e levantou na área. Riascos acertou bela cabeçada no ângulo, mas Victor voou e tocou para escanteio.

Aos 39, quase o Galo ampliou. Ricardo Oliveira foi lançado na esquerda, avançou e cruzou para o meio da área. Na altura da marca do pênalti, Gustavo Blanco toca de primeira e a bola bate na trave e não entra.

Antes do apito, o Galo ainda chegou com perigo aos 45, novamente pelo lado esquerdo. Cazares arriscou da linha da área e obrigou Martín Silva a se esticar para salvar o segundo gol mineiro.

As duas equipes voltaram sem alterações após o intervalo, e o Vasco continuou persiguindo o gol. Com um minuto de bola rolando, o Vasco espremia o Galo na defesa e Henrique acertou belo chute da frente da meia-lua. Victor mais uma vez estava atento e fez bela defesa.

O panorama do jogo era o mesmo da etapa inicial, com o Vasco controlando a posse de bola e tentando pressionar o Atlético em seu campo. Os mineiros por sua vez, levavam perigo sempre que escapavam em velocidade. Assim foi aos 9, quando após bola cruzada da direita, a defesa rebateu e Blanco acertou chute perigoso que Martín Silva defendeu.

Aos 18, a torcida vascaína chegou a comemorar o gol na cobrança de uma falta por Evander, na esquerda do ataque. O dez do Vasco bateu por cobertura no ândulo, mas a bola bateu na rede pelo lado de fora.

Aos 23, foi a vez de Ríos perder chance incrível. Thiago Galhardo cruzou da direita, Ríos dominou perto da linha da pequena área e bateu. Victor em lance de puro reflexo, salvou o gol.

A pressão do Vasco era total no final da partida. Aos 40, finalmente saiu o empate. Pikachu cruzou da direita, Ríos tentou de cabeça mas a defesa rebateu. Wagner aproveitou a sobra e bateu firme no canto de Victor: 1 a 1.

Com o empate, o Vasco não desistiu e continuou em cima do Galo. Em um final de jogo dramático. nos acréscimos, aos 52, Rildo é derrubado na área e o árbitro assinala pênalti. Pikachu cobrou e decretou a virada.

O Galo ainda teve a chance do empate aos 56, nos pés de Ricardo Oliveira, que chutou por cima do gol em lance diante do goleiro vascaíno.

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Com gol do estreante André, Grêmio vence Cruzeiro no Mineirão

Fonte: Gazeta Esportiva – Abrindo o Campeonato Brasileiro de 2018, o Cruzeiro recebeu o Grêmio no Mineirão para um duelo de campeões estaduais. Após 90 minutos de um jogo truncado, o campeão gaúcho levou a melhor sobre o campeão mineiro, venceu por 1 a 0 e iniciou a nova campanha com três pontos.

Mesmo sem Pedro Geromel, desfalque por virose, o tricolor gaúcho se mostrou sólido na defesa, impedindo boa parte das investidas da Raposa, que tentava principalmente levantar a bola na área, fazendo da bola parada seu principal instrumento de ataque. E foi justamente em cruzamento que o Grêmio, com o estreante André, marcou o único gol da partida. O Grêmio conseguiu segurar a vantagem mesmo com a expulsão de Kannemann.

Na próxima rodada, o Grêmio joga pela primeira vez diante de sua torcida no próximo domingo (22), às 19 horas (de Brasília), contra o Atlético Paranaense. Já o Cruzeiro vai ao Rio de Janeiro encarar o Fluminense também no domingo, mas às 16 horas.

O jogo — Mesmo jogando fora de casa, o Grêmio entrou em campo propondo o jogo. Ainda no oitavo minuto de jogo, o estreante André tentou uma bicicleta em cruzamento de Léo Moura, mas não assustou Fábio. A tentativa do novo atacante gremista foi a única nos primeiros minutos de jogo, bastante truncados e com meio-campo povoado.

O Cruzeiro não queria assistir o Grêmio jogar em sua casa e apostava na bola aérea para ameaçar. Em uma das jogadas pelo alto, aos 21 minutos, Thiago Neves cobrou escanteio fechado e Henrique desviou de cabeça, mas acertou a rede pelo lado de fora.

A bola aérea era a principal arma de ambas as equipes por causa do meio-campo fechado. Ambos os times tentavam cruzamento, com o Grêmio levando perigo com Cícero e o Cruzeiro ameaçando com o zagueiro Dedé. No entanto, nenhum dos times conseguiu sair do zero no placar no primeiro tempo, que acabou sob vaias.

Tentando dar mais vigor físico ao ataque cruzeirense, Mano Menezes . No entanto, foi o Grêmio que saiu na frente em boa jogada de contra-ataque aos nove minutos. Pela direita, Ramiro passou por Egídio com belo drible e cruzou. Cícero desviou na primeira trave e deixou a bola no jeito para André completar para o gol, marcando seu primeiro gol pelo Grêmio logo na estreia.

Em desvantagem, o Cruzeiro teve de atacar mais e levou perigo aos 11 minutos, quando Thiago Neves recebeu na área e chutou para a defesa de Marcelo Grohe. O Grêmio respondeu aos 15 minutos com Everton, que chutou rasteiro de fora da área e viu Fábio fazer grande defesa.

A partida mudou aos 27 minutos, quando Kannemann parou arrancada de Arrascaeta com carrinho desproporcional e recebeu cartão vermelho direto. Com um a menos, Renato Gaúcho abriu mão de André e colocou em campo o zagueiro Bressan para reconstruír o setor defensivo.

Tentando aproveitar a vantagem numérica, o Cruzeiro se lançou ao ataque, abrindo mão da tática e pressionando como pôde, usando Dedé como um centroavante. A pressão quase deu resultado no último dos sete minutos de acréscimo, quando Mancuello chutou forte após escanteio mas parou em Marcelo Grohe, que segurou o 1 a 0 no placar.

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Com arbitragem polêmica, Vitória e Flamengo ficam no empate

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: divulgação) – Em partida recheada de polêmica, Vitória e Flamengo empataram por 2 a 2 neste sábado, no Barradão, pelo Campeonato Brasileiro. As duas equipes fora prejudicadas pela arbitragem durante os 90 minutos e tiveram que se contentar com a igualdade no marcador.

A partida começou com o Flamengo abrindo o placar com 16 segundos, com Lucas Paquetá. Só que aos 12 minutos, o Vitória chegou ao empate com Yago, em cobrança de pênalti mal marcado pela arbitragem e que resultou na expulsão de Éverton Ribeiro. No segundo tempo, os cariocas chegaram ao segundo gol com Réver, em lance irregular. Só que os donos da casa empataram novamente, desta vez com Denílson.

Na próxima rodada, o Flamengo terá pela frente o América-MG, no sábado, no Maracanã, na partida que vai marcar a despedida do goleiro Julio Cesar dos gramados. No domingo, o Vitória vai até Belo Horizonte para encarar o Atlético-MG, no Horto.

O jogo – O Flamengo começou avassalador a partida e abriu o placar logo com 16 segundos. Vinícius Júnior deu passe para Lucas Paquetá, que chutou cruzado, sem chance para Caíque.

O Vitória não se intimidou com o revés e foi para cima em busca do empate. Os donos da casa chegaram ao gol aos 12 minutos, em lance polêmico. Após confusão na área, Denílson chutou para o gol, mas a bola bateu no rosto de Everton Ribeiro. No entanto, o árbitro Wagner Reway assinalou o pênalti e ainda expulsou o meia flamenguista. Yago cobrou a penalidade com categoria.

Com um a mais, o Vitória passou a dominar o confronto. No entanto, os donos da casa tinham dificuldade em criar boas jogadas. O técnico Maurício Barbieri viu que o Flamengo estava mal em campo e tirou o atacante Henrique Dourado para a entrada do volante Willian Arão.

A alteração fez os cariocas melhorarem na marcação e isso possibilitou ao Flamengo os contra-ataques. Tanto que aos 21 minutos, Lucas Paquetá fez boa jogada individual e chutou para boa defesa de Caíque. O lance animou os visitantes, que seguiram tendo as melhores chances de marcar. Primeiro, aos 28, Lucas Paquetá entrou na área pela esquerda e cruzou rasteiro, mas a zaga tirou pela linha de fundo. Na cobrança de escanteio, Réver subiu mais que seu marcador e cabeceou em cima de Caíque.

Na parte final, o jogo ficou aberto, com as duas equipes voltadas ao ataque. O Vitória teve oportunidade de marcar aos 38 minutos, com Denílson, mas o atacante finalizou pela linha de fundo. O Flamengo aproveitava os espaços dados pelos baianos para avançar, mas sem sucesso. Assim, o confronto foi igual para o intervalo no Barradão.

No segundo tempo, o Vitória voltou com a intenção de virar a partida. Tanto que, logo com um minuto, os donos da casa quase marcaram o segundo com Uillian Correia. No entanto, o volante parou em boa defesa de Diego Alves.

Só que, aos poucos, o Flamengo melhorou a marcação e não permitiu mais os bons avanços dos donos da casa. Os cariocas tentavam ir ao ataque, mas erravam muito no setor ofensivo. Com isso, o jogo ficou mais concentrado no meio e sem emoção.

O Flamengo aproveitou um lance de bola parada para chegar ao segundo gol, também com polêmica. Diego cobrou falta na área para Willian Arão, que estava em posição irregular. O volante cabeceou mal, mas Geuvânio pegou a bola e chutou para Réver escorar para a rede.

O Vitória não deixou o Flamengo saborear a liderança no placar, porque, aos 30 minutos, chegou ao empate no Barradão. Rhayner cruzou pela direita e achou Denílson na área. O atacante cabeceou sozinho, sem chance para Diego Alves.

Depois disso, a partida ganhou em emoção novamente. O Flamengo quase marcou o terceiro aos 33 minutos, em cobrança de falta de Diego que passou próximo do gol. O Vitória tinha mais posse de bola, mas insistia nos cruzamento, sem sucesso.

Nos minutos finais, os cariocas abdicaram do ataque e preferiram administrar o resultado. O Vitória ainda esboçou uma pressão, só que esbarrou nos próprios erros. Assim, o duelo permaneceu empatado até o apito final.

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Brasil se classifica para fase final da Copa América de futebol feminino

O Brasil goleou a Venezuela por 4 a 0
( Foto CBF/Direitos reservados ) – A seleção brasileira feminina de futebol está garantida na fase final da Copa América 2018, que está sendo realizada no Chile. Na noite dessa quarta-feira (11), o Brasil goleou a Venezuela por 4 a 0, em partida disputada no Estádio Sánchez Rumoroso, em Coquimbo, alcançando a classificação antecipada para a final da competição. Os gols foram feitos por Mônica, Bia Zaneratto (2) e Marta.

Com o resultado, a equipe do Brasil lidera o Grupo B da competição e fecha a fase de grupos contra a Bolívia nesta sexta-feira (13). Com três vitórias em três jogos, o time comandado pelo técnico Vadão tem nove pontos e 14 gols de saldo.

As duas melhores seleções de cada grupo avançam para o quadrangular final. As quatro seleções se enfrentam e a que somar mais pontos é a campeã. A vencedora da Copa América e a vice se classificam diretamente para a Copa do Mundo da França em 2019.

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Por: Agência Brasil
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