Em noite de redenções, Santos vence o Estudiantes e encaminha classificação na Libertadores

Fonte: Gazeta Esportiva (Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press) – Em noite de redenção para Copete e Gabigol, o Santos venceu o Estudiantes por 2 a 0 na noite desta terça-feira, na Vila Belmiro, chegou a nove pontos no Grupo 6 e ficou bem perto da vaga nas oitavas de final da Libertadores da América. Os gols foram marcados por Gabriel Barbosa e Lucas Veríssimo.

Copete não atuava desde o dia 11 de março, em derrota para o São Bento. Com Eduardo Sasha fora por causa de pancada no tornozelo esquerdo e Arthur Gomes debilitado por conta de um entorse no joelho direito, o colombiano teve chance de ser titular e foi muito bem. Foi dele a assistência para Gabriel no primeiro gol.

E por falar em Gabigol, ele honrou o apelido. Depois de dois meses de jejum, o camisa 10 desencantou. Com a categoria de seus melhores momentos, o Menino da Vila deslocou Andújar e correu para abraçar o técnico Jair Ventura.

O Peixe controlou o jogo desde o primeiro minuto, pouco sofreu e poderia até ter feito mais gols. Rodrygo não fez gol ou deu assistência, mas foi um dos destaques. Em um lance no segundo tempo, quase fez um golaço. A joia voltou a cansar e foi mais uma vez substituída no segundo tempo.

Perto das oitavas, o Santos voltará a jogar pela Libertadores no dia 1º de maio, contra o Nacional-URU, no Estádio Parque Central. O Estudiantes visitará o Real Garcilaso, no Peru, na mesma data.

O Santos dominou os 46 primeiros minutos de jogo. O Peixe controlou a partida desde o apito inicial e acuou o Estudiantes na Vila Belmiro. O goleiro Vanderlei foi um mero espectador.

As primeiras oportunidades vieram com Rodrygo, pelo lado esquerdo do ataque. Logo aos dois minutos, Copete, de volta ao time após mais de um mês, acertou o travessão.

Com Rodrygo inspirado, Gabigol aceso e Copete melhor do que nas últimas atuações, o Peixe seguiu perto do gol, que quase veio aos 17 minutos, em finalização de chapa do Gabigol rente à trave esquerda de Andújar.

O alvinegro chegava à intermediária ofensiva com facilidade, mas pecava no último passe. Na segunda metade do jogo, o time passou a exagerar nos cruzamentos. Com três zagueiros, o Estudiantes levava a melhor.

E quando parecia mais distante de abrir o placar, o Santos saiu na frente. Copete acertou lindo lançamento de direita para Gabigol, com muita categoria, deslocar Andújar aos 43 minutos. O atacante desencantou depois de dois meses de jejum. Na comemoração, correu para os braços do técnico Jair Ventura. E vários jogadores abraçaram o colombiano.

Vitória e classificação encaminhada

Na segunda etapa, o cenário não mudou. E logo aos quatro minutos, o Santos ampliou. Jean Mota cobrou falta na cabeça de Lucas Veríssimo. O zagueiro marcou pela terceira vez com a camisa do Peixe.

Aos 14 minutos, o Estudiantes criou sua melhor chance. E na verdade, nem teve mérito. Dubarbier cruzou, David Braz afastou mal, a bola bateu em Otero e quase entrou. Vanderlei nem se mexeu.

Os argentinos se lançaram ao atacante e, enquanto isso, o Santos teve espaço no contra-ataque. E foi dessa forma que o terceiro gol quase veio aos 19 minutos, quando Gabigol recebeu longo lançamento de Jean Mota e chutou bem, para boa defesa de Andújar. Na sequência, em nova ligação direta, agora com Dodô, Rodrygo arrancou, mas errou na hora de cruzar.

Aos 27 minutos, Rodrygo quase fez um golaço. Domínio perfeito em cruzamento de Daniel Guedes, drible para a direita e chute raspando o travessão. E aos 37, veio a resposta, em linda defesa do goleiro Vanderlei em voleio de Sanchéz. Nos minutos finais, os argentinos não esboçaram a reação e o Santos confirmou a vitória.

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Grêmio não consegue marcar e empata com Atlético Paranaense no Brasileirão

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Lucas Uebel/assessoria) – Em um dos duelos mais esperados da segunda rodada do Campeonato Brasileiro, Grêmio e Atlético-PR ficaram no empate sem gols. Jogando em casa, na Arena do Grêmio, os comandados de Renato Gaúcho mostraram um ótimo toque de bola e envolveram o adversário no primeiro tempo, porém, esbarraram na ineficiência dos arremates para não conseguirem abrir o placar.

Na segunda etapa, a equipe de Fernando Diniz equilibrou as ações, mas sofreu um baque ao ter Camacho expulso aos 28 minutos. Com um a mais na reta final, o Grêmio pressionou, porém, em uma tarde pouco inspirada nos arremates, não conseguiu marcar.

Com o resultado, o Imortal, que venceu o Cruzeiro na estreia, segue invicto e chega aos quatro pontos, mas perde a oportunidade de conquistar o resultado positivo jogando em casa. Após golear a Chape na estreia, o Furacão também soma quatro pontos e conquista um empate importantíssimo fora de seus domínios contra um dos candidatos ao título da competição. O empate entre as equipes foi bom para o Corinthians, que terminará a rodada como líder isolado do Brasileiro.

Na rodada seguinte, o Grêmio viaja ao Rio de Janeiro, onde enfrentará o Botafogo, no Estádio Nilton Santos, às 16h deste sábado, dia 28. Já o Atlético-PR visita o Bahia, na Arena Fonte Nova, no mesmo horário, mas um dia depois, no domingo.

Como costume das equipes de Fernando Diniz, o Atlético-PR começou ditando o ritmo da partida ao ser dono da posse de bola. O Grêmio, por sua vez, esperava o Furacão em seu campo de defesa, mas pressionava a saída de bola em determinados momentos.

Em um desses períodos de pressão, Lucho González errou passe, a bola caiu para Everton, que tocou para Luan, cara a cara com o goleiro, chutar e carimbar a trave. O rebote sobrou para Ramiro, porém, o volante perdeu ótima oportunidade ao finalizar por cima. A tática gremista dava certo e Everton obrigou Santos fazer boa defesa. O melhor jogador do Campeonato Gaúcho, recebeu na ponta direita, trouxe para o centro e bateu para o arqueiro espalmar.

A partir da segunda metade da etapa inicial, a equipe de Renato Gaúcho começou a envolver o adversário, oferecendo perigo à meta Rubro-Negra em diversas oportunidades. A primeira nasceu de uma tabela entre Maicon e Léo Moura, mas o volante parou em Santos. Mais tarde, Ramiro lançou André, o atacante passou para Luan, que limpou a marcação, mas finalizou sobre a meta.

Nos instantes finais do primeiro tempo, o camisa 7 gremista perdeu outra boa oportunidade. Após saída de bola errada do Furacão, Artur deu passe na medida para o atacante finalizar de bico rente à trave. A equipe de Fernando Diniz não foi párea para o ótimo toque de bola gremista e ficou no lucro ao ir para o intervalo com um empate no placar.

Mesmo com o bom primeiro tempo, Renato Gaúcho decidiu mexer na equipe. O meio-campista Alisson entrou no lugar do lateral-direito Léo Moura. Com isso, Ramiro faria a função do veterano ex-Flamengo. A substituição tornou o Grêmio ainda mais ofensivo. Logo aos cinco minutos, Geromel cruzou na cabeça de Everton, que, sozinho, cabeceou para fora.

A primeira chegada de perigo do Furacão aconteceu apenas aos dez minutos da etapa final. Depois de trama ofensiva, Nikão encontrou Guilherme na entrada da área, o atacante dominou e bateu colocado, assustando Marcelo Grohe. A resposta do Imortal veio na sequência, quando Luan recebeu na extremidade direita da área e finalizou cruzado, mas para fora.

Aos 28, quatro minutos depois de receber o primeiro amarelo, Camacho fez falta dura em Luan, recebeu a segunda advertência e foi expulso. Com isso, Renato lançou sua equipe ao ataque, tirando Arthur e colocando Jael. Aos 32, Everton fez lançamento preciso para André, que parou no goleiro Santos.

O Grêmio seguiu pressionando na reta final, enquanto o Atlético-PR buscava escapar no contra-ataque. No entanto, as duas equipes não tiveram êxito em suas táticas e a partida acabou sem gols.

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Palmeiras mostra evolução, bate o Internacional e vence a primeira no Brasileiro

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press/arquivo) -O Palmeiras mostrou evolução, quebrou o jejum de três jogos e venceu a primeira no Campeonato Brasileiro. Neste domingo, o Verdão teve boa atuação e derrotou o Internacional por 1 a 0 no Pacaembu, com gol marcado por Dudu e que evidenciou a melhora tática da equipe de Roger Machado.

Durante a semana a torcida palestrina deu o recado: exigia uma evolução da equipe neste domingo, diante do Inter. As três partidas sem vencer (Corinthians, Boca Juniors e Botafogo) já ligaram o sinal de alerta para todos e, mesmo com a boa atuação em 65 minutos, o começo não foi animador.

O Colorado dominou o primeiro terço da etapa inicial e só não abriu o placar por duas grandes defesas de Jailson. Surpreendidos pela marcação pressão dos gaúchos, o Palmeiras teve enormes dificuldades para sair jogando do campo defensivo e o Inter forçou diversos erros de passe do Verdão.

Quando o Palmeiras se estabeleceu no campo ofensivo, porém, equilibrou o jogo e, pouco tempo depois, passou a dominá-lo. Assim, os frutos de uma semana livre para treinos começaram a aparecer.

Dudu voltou a se posicionar pela esquerda, onde Roger Machado entende que o capitão traz o jogo para o centro e ajuda mais com a armação das jogadas. Isso colaborou com a atuação de Lucas Lima, que teve o mérito de finalmente fazer o que Roger Machado tanto pede: se posicionar centralizado e às costas dos volantes adversários.

Assim, o Palmeiras abriu o placar aos 39 minutos. Lucas Lima dominou no meio campo e fez o que sabe fazer melhor: enfiou a bola na esquerda para Diogo Barbosa, entre os marcadores colorados. O camisa 6 fez sua primeira assistência pelo Alviverde e colocou a bola na cabeça de Dudu, que desviou para as redes.

Na etapa final, o Inter veio com a mesma proposta de marcação alta e buscou pressionar nos primeiros minutos. O Palmeiras, porém, se postou compacto e marcando quase sempre a partir do meio-campo, tendo no máximo Borja e outro atleta apertando os zagueiros colorados.

Assim, Roger alterou a equipe taticamente mais uma vez. Dudu foi para a direita com o intuito de sempre levar a jogada para o fundo e ser mais incisivo. Seguro na defesa, o Palmeiras seguiu com bom nível de atuação, especialmente de Borja e Lucas Lima, que mostraram muita evolução tática. As chances, porém, pararam em Danilo Fernandes e na trave.

Odair Hellmann trocou Nico López por Leandro Damião e, assim, ganhou (muita) presença de área. O centroavante, inclusive, chegou a balançar as redes em gol anulado pela arbitragem, além de levar perigo em outras oportunidades.

Do outro lado, Roger Machado respondeu tirando Lucas Lima, Dudu e Borja para as entradas de Moisés, Willian e Deyverson. Controlando bem o duelo, o Palmeiras conseguiu manter o placar inalterado para celebrar sua primeira vitória no Brasileiro.

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Com um a menos, Fluminense vence o Cruzeiro de forma heróica

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Lucas Merçon/assesoria) – Mesmo com um jogador a menos desde os 15 minutos do primeiro tempo, o Fluminense derrotou o Cruzeiro por 1 a 0, em partida disputada na tarde deste domingo no Maracanã. Foi a primeira vitória do Tricolor das Laranjeiras no Campeonato Brasileiro e agora o time dirigido por Abel Braga soma três pontos ganhos na 12a posição. Pedro marcou o único gol do jogo. O Cruzeiro sofreu a segunda derrota consecutiva e está na 18a colocação, ainda sem pontos ganhos.

O lateral Gilberto foi expulso aos 15 minutos por agredir Sassá. A partir daí, o Fluminense sofreu grande pressão, mas conseguiu resistir com grande atuação dos zagueiros e do goleiro Júlio César. O Cruzeiro chegou a atuar com cinco atacantes, mas não conseguiu furar o bloqueio tricolor.

Foi a segunda vez que o time mineiro é derrotado por uma equipe inferiorizada numericamente. Na estreia, perdeu para o Grêmio que teve um jogador excluído, também na etapa inicial. Na próxima rodada, o Fluminense vai receber o São Paulo, no Maracanã; o Cruzeiro vai encarar oInter no Beira-Rio.

Os dois times começaram a partida de forma ofensiva. O Fluminense, como acontece habitualmente, atacava pelo lado de Ayrton Lucas, enquanto o Cruzeiro tentava acionar Thiago Neves e Sassá com lançamentos de Robinho.

Aos cinco minuitos, o zagueiro Gum mandou para escanteio e evitou a conclusão de Sassá que tentava aproveitar o cruzamento de Robinho. O Fluminense respondeu com boa jogada de Ayrton Lucas que investiu pela esquerda e cruzou fechado, obrigando o goleiro Fábio a sair de soco para aliviar o perigo.

Aos nove minutos, após boa troca de passes, Thiago Neves foi lançado na área e recuou para Mancuello que bateu rasteiro para boa defesa de Júlio César. Aos 14 minutos, Gilberto ficou irritado porque Sassá ganhou a jogada e atingiu com os pés a cabeça do atacante do time mineiro. Recebeu cartão vermelho e deixou sua equipe com um jogador a menos.

Sem Gilberto, Renato Chaves passou a ocupar o lado direito do campo. Aos 22 minutos, Marcelo Hermes arrancou pela esquerda e cruzou para Sassá, mas Gum evitou que a bola chegasse ao atacante. Mesmo em vantagem numérica, a equipe de Mano Menezes não conseguia pressionar a defesa tricolor porque o Fluminense se defendia bem.

Aos 25 minutos, Jadson desarmou Sassá na área, quando o atacante se preparava para concluir. O Cruzeiro continuava com maior posse de bola, mas não conseguia furar o bem armado bloqueio tricolor. Aos 39 minutos, Lucas Silva arriscou de longe e a bola saiu sem levar perigo.

O Cruzeiro voltou modificado para o segundo tempo com David no lugar do volante Lucas Silva, mas foi o Fluminense que marcou logo aos três minutos. Após cobrança de falta, Gum desviou, a bola bateu no rosto de Pedro e enganou o goleiro Fábio, entrando no canto direito.

Sem outra alternativa, o Cruzeiro partiu para o ataque e aos oito minutos, David cabeceou fraco quando tinha tudo para finalizar com perigo. O Fluminense tentava aproveitar os espaços deixados pelo adversário. Aos dez minutos, Pedro arrancou pela esquerda, mas Dedé conseguiu chegar e desarmar o atacante.

Mano Menezes que estava poupando Arrascaeta, colocou o atacante uruguaio na vaga de Mancuello. A pressão mineira aumentou, mas o Fluminense seguiu se defendendo com muita valentia. Aos 25 minutos, Sassá e Thiago Neves tentaram a conclusão, mas a defesa tricolor aliviou.

Logo depois, Júlio César teve que sair do gol para tentar impedir a chegada de Sassá. Mano Menezes fez a última tentativa, colocando o atacante Rafinha no lugar de Lucas Romero. Aos 32 minutos, após blitz na área, Arrascateta acertou a trave. No rebote, Léo chutou e Gum salvou, mandando para escanteio.

Depois dos 40 minutos, o Cruzeiro entrou no desespero e passou a abusar dos lançamentos para a área, mas a defesa tricolor se comportou de forma impecável e garantiu a primeira vitória na competição da “cera” dos jogadores tricolores, o árbitro deu oito minutos de acréscimo.

Aos 51 minutos, Júlio César salvou o Fluminense ao defender um chute de Arrascaeta, na pequena área. Vitória heroica do  time carioca no Campeonato Brasileiro.

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São Paulo fica no empate com o Ceará pelo Brasileirão

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Rubens Chiri/SPFC)- Não são poucos os exemplos no futebol de empates por 0 a 0 que geram emoção no campo, tensão nas arquibancadas e acabam por fazer o nome dos goleiros. Ceará e São Paulo poderiam pelo menos ter se esforçado para isso, mas, não foi o que aconteceu na tarde desse domingo, na Arena Castelão. Tricolor e Vozão proporcionaram um chato empate sem gols pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro, que também marcou uma estreia pouco empolgante de Everton, contratado junto ao Flamengo por cerca de R$ 16 milhões, pelo lado tricolor.

A igualdade ao menos leva o São Paulo a quatro pontos e à quinta colocação na tabela de classificação. Para o Ceará o resultado é mais frustrante, não só pelo fato de ter atuado como mandante, mas porque mantém a equipe sem vitórias na competição. Com um único ponto, os cearenses ficam na 16ª colocação, a primeira acima da zona de rebaixamento.

Até a bola começar a rolar, ficou a expectativa sobre qual seria a postura do São Paulo em campo. Diego Aguirre optou por trocar quatro peças em relação ao empate com o Atlético-PR, que culminou com a eliminação tricolor na Copa do Brasil. Jucilei, Régis, Valdívia e Nenê deram lugar a Hudson, Edimar, Everton e Cueva.

Mesmo como visitante diante de um bom público na casa do Vozão, os paulistas começaram melhor, dominando as ações, apesar da falta de efetividade. A linha de três zagueiros de Aguirre só era vista quando o time detinha a posse de bola. Na hora de se defender, o time prontamente se posicionava com quatro atrás e apenas Tréllez na referência.

Percebendo a ineficiência do São Paulo, os mandantes deixaram de apenas especular para, enfim, mostrarem ousadia. A jogada principal se dava pela ponta esquerda de ataque, o que gerou muitos problemas para Cueva, que tinha de dar suporte a Militão por ali.

Percebendo a dificuldade de seu camisa 10 e como o São Paulo, em sei, piorou, Aguirre corrigiu. O uruguaio centralizou o peruano e trouxe Tréllez para a beirada. Apesar da melhora evidente, não deu tempo de grande coisa. Na única chance real que construiu, justamente depois de bela assistência de Cueva, Everton finalizou para boa defesa de Éverson.

Para a etapa final, o São Paulo voltou diferente. Apagados, Tréllez e Liziero deram lugar a Nenê e Régis. Na prática, as substituições surtiram pouco efeito. Mais para frente Everton também precisou sair por causa de um incômodo na perda esquerda e Valdívia recebeu oportunidade.

O jogo ficou franco, com as duas equipes se contra-atacando em sequência, mas cometendo erros semelhantes em suas escolhas. Dessa forma, os erros de passes minaram as expectativas de gol de lado a lado.

Os minutos finais foram marcados por muita imprevisibilidade. Nenê e Felipe Azevedo até exigiram boas defesas de Éverson e Sidão, mas, apesar da sensação de que um capricho em uma tomada de decisão poderia dar a vitória tanto a São Paulo quanto a Ceará, os jogadores não colaboraram como poderiam e a partida teve mesmo um melancólico empate sem gols.

O Tricolor agora volta a campo no próximo domingo, quando atuará de novo como visitante, contra o Fluminense, às 16 horas, no Maracanã. No mesmo dia e horário o Vozão recebe o Flamengo, mais uma vez no Castelão.

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Corinthians goleia o Paraná na Vila Capanema e fica no topo da tabela

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Jason Silva/AGIF/Gazeta Press)- O atual campeão brasileiro está em alta na edição de 2018 do torneio. Após estrear com vitória por 2 a 1 sobre o Fluminense, o Corinthians fez o seu primeiro jogo como visitante na manhã deste domingo e somou mais três pontos. Goleou o Paraná por 4 a 0 na Vila Capanema, com gols de Rodriguinho e Sidcley no primeiro tempo e Clayson e Gabriel no segundo.

O resultado deixou o Corinthians no topo da tabela de classificação do Campeonato Brasileiro, com 6 pontos, aguardando o complemento da rodada. O Paraná, que havia sido derrotado por 1 a 0 pelo São Paulo na esteia, ainda não pontuou.

Vindo de um triunfo fora de casa também na Copa Libertadores da América, sobre o Independiente, o Corinthians terá outra competição com que se preocupar neste meio de semana. Enfrentará o Vitória na quarta-feira à noite, no Barradão, pelas oitavas de final da Copa do Brasil.

Pelo Brasileiro, o próximo adversário corintiano será o Atlético-MG, no domingo, que vem, no Independência. No mesmo dia, o Paraná voltará à Vila Capanema para tentar se reabilitar diante do Sport.

A torcida do Paraná fez uma bela festa para o primeiro jogo como mandante no retorno à Série A do Campeonato Brasileiro. O time que enfrentaria o atual campeão foi recepcionado no gramado do seu estádio com fumaça tricolor, foguetório, bandeiras de mastro e muita cantoria.

Entusiasmado pela Vila Capanema lotada, o Paraná tomou a iniciativa de atacar o Corinthians. A equipe de Rogério Micale se movimentava bastante no setor ofensivo e, com uma rápida troca de passes, envolvia os visitantes, que tinham dificuldades para transpor o meio-campo.

As primeiras chances de gol do Paraná não demoraram a aparecer. Aos nove minutos, Jhonny Lucas avançou pela intermediária e arriscou o chute colocado. A bola passou perto da meta. Aos 15, Raphael Alemão fez ainda mais bonito ao aplicar um chapéu em Balbuena dentro da área e finalizar sem deixar a bola cair. Cássio defendeu.

Ao melhor estilo do time campeão brasileiro em 2017, o Corinthians soube sofrer. Sem perder a paciência com o ímpeto dos donos da casa, o time de Fábio Carille ocupou o campo de ataque aos poucos, principalmente pela esquerda, onde estava Mateus Vital, e marcou dois gols em sequência.

O primeiro saiu aos 24 minutos. Vital percebeu a passagem de Sidcley pela esquerda da área e enfiou a bola. O lateral esquerdo girou o corpo e bateu cruzado. Livre na pequena área, Rodriguinho voltou a preencher com maestria o espaço que seria de um centroavante e empurrou para dentro.

Dois minutos mais tarde, Sidcley resolveu tudo sozinho. O jogador emprestado pelo Atlético-PR, rival do Paraná, recebeu a bola na lateral esquerda, passou no meio de dois marcadores, invadiu a área em velocidade e concluiu na saída do goleiro Richard para calar momentaneamente o público paranista.

O Paraná acusou o golpe. Abatido, o time da casa começou a aceitar a troca de passes defensiva do Corinthians, que valorizava a posse de bola e só acelerava o jogo vez ou outra – como quando Rodriguinho foi lançado nas costas da defesa por Jadson, já aos 40 minutos, e bateu por cima do gol.

Para piorar a situação do Paraná, Micale foi obrigado a gastar uma alteração no intervalo, por lesão do goleiro Richard, substituído por Luis Carlos. No Corinthians, com Carille satisfeito com a evolução dos seus atletas na etapa inicial, a ordem era não alimentar qualquer chance de reação do adversário.

Como o Corinthians estava sendo bem-sucedido em sua estratégia, Micale mexeu novamente no Paraná aos 15 minutos. Matheus Pereira, meia revelado pelo clube paulista, entrou na vaga de Wesley Dias. Logo em seguida, Raphael Alemão levou perigo com um chute forte de longa distância. A bola desviou em Sidcley e acertou o lado externo da rede.

Carille respondeu com a troca do desgastado Jadson por Sidcley, ao mesmo tempo em que Micale apostou a sua última ficha em Vitor Feijão, substituto de Raphael Alemão. O que permanecia inalterado era o panorama da partida – o Paraná tinha mais disposição para atacar, mas não criava boas oportunidades para descontar.

O Corinthians parecia até displicente ofensivamente. Clayson, por exemplo, protagonizou um lance bizarro ao cair na cobrança de um escanteio e jogar a bola para tiro de meta. Aos 34 minutos, porém, ele se redimiu. Fagner cruzou da direita, e o atacante escorou. A bola bateu na trave e entrou.

O Paraná se entregou de vez a partir de então. Tranquilo, o Corinthians ainda conseguiu transformar a vitória em goleada aos 40 minutos. Já com Marquinhos Gabriel no posto de Romero, Clayson pedalou do lado esquerdo da área e rolou a bola para trás. Gabriel dominou e chutou no canto para acertar a rede, fazendo a torcida da casa, antes em festa, protestar contra a diretoria.

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Flamengo vence América-MG e se despede de Julio Cesar

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gilvan de Souza/assessoria/arquivo) – Na noite foi de festa e emoção para o Flamengo neste sábado, diante do América Mineiro, no Maracanã. Na despedida dos gramados do goleiro Júlio César, o Rubro-Negro venceu por 2 a 0, e conquistou a primeira vitória no Campeonato Brasileiro. Henrique Dourado marcou os dois gols para a equipe da casa.

Na terceira rodada do Nacional, o Fla visita o Cearã no Castelão no próximo domingo. Antes, na quarta-feira, o compromisso será pela Libertadores, e o adversário o Santa Fé, em Bogotá, na Colômbia. Já o América tentará a reabilitação no Independência diante do Vitória, na segunda-feira dia 30.

Empurrado pelos mais de 50 mil torcedores presentes no Maracanã, o Flamengo foi para cima do América assim que a bola rolou. O time Mineiro começou a partida todo postado na defesa, e esperando uma chance para contra-atacar.

A pressão rubro-negra foi grande até os 15 minutos de jogo, mas não produziu muitas chances reais de gol. O primeiro lance de perigo foi aos três, na cobrança de um escanteio pela direita do ataque. Rodinei levantou no primeiro pau e Lucas Paquetá se antecipou para cabecear, mas a bola cruzou a frente do gol e saiu pela linha de fundo do outro lado.

Aos 11, Cuellar rebece uma bola recuada na intermediária e arrisca de longe. A bola passou perto mas por cima do travessão de Jory.

O América chegou com perigo pela primeira vez aos 15, em trama pela direita. Aylon recebe ao penetrar na área e na hora da conclusão, William Arão aparece para cortar para escanteio.

O Flamengo tinha o domínio territorial, mas o Coelho cresceu no jogo e começou a ameaçar a meta de Júlio César. Aos 22, escanteio pela deireita e a bola foi levantada na área. O goleiro do Fla cortou de soco, e Carlinhos aproveitou o rebote e mandou uma bomba, mas Júlio César estava bem colocado e rebateu novamente.

A equipe carioca deu um banho de água fria nas ambições do Améria aos 28. Vinícius Jr fez trabalou pela ponta esquerda e fez lançamento preciso no segundo pau para a entrada de Henrique Dourado, que tocou para o fundo da rede.

Três minutos depois, Vinícius Jr. puxa o contra-ataque ainda do seu campo com um toque por entre as pernas do marcador, e parte em velocidade. Já na intermediária adversária, Paquetá domina e enfia para Dourado na área. O goleiro Jory sai do gol e derruba o centroavante do Fla.

O árbitro apontou para o tiro de meta, e ouve princípio de tulmulto entre os jogadores. Depois de consultar o juiz de linha, o árbitro marcou pênalti. Dourado cobrou e ampliou a vantagem rubro-negra: 2 a 0.

O América quase surpreende aos 43. Aylon avançou pela intermediária e soltou uma bomba de longe. Renê tentou cortar mas a bola subiu e acertou o travessão de Júlio César, que se esticou todo para tentar a defesa.

O Flamengo voltou sem modificações para o segundo tempo, já o Coelho foi com Marquinhos no lugar de Luan. Os mineiros retornaram com o propósito de reagir e deram trabalho. A despedida de Júlio César foi de muita ação por parte do veterano.

Os primeiros 20 minutos foram de pressão do América. O Flamengo, mais lento, não conseguia criar jogadas e dava espaço para o adversário chegar. Aos 7, o lateral Carlinhos levantou na área e Rafael Moura subiu mais que a zaga para acertar bela cabeçada. Júlio César faz grande defesa e salva o Flamengo.

A mesma jogada se repetiu aos 10. Carlinhos cruzou, mas desta vez foi Serginho quem cabeceou. A bola foi pela linha de fundo.

O Flamnego respondeu aos 12 na cobrança de escanteio pela direita. Paquetá cobrou, Arão desviou de cabeça e Réver tentou a conclusão, mas a bola subiu e saiu por cima do travessão.

O América voltou a carga dois minutos depois. Marquinhos cruzou da direita e levantou no segundo pau. Depois de um bate rebate, a bola sobrou para Juninho livre no meio da área. Ele tenta a conclusão, mas manda para fora.

A equipe carioca foi se rencontrando em campo e deixou de passar sufoco. Aos 23, Arão recebe de Geuvânio na direita e é derrubado. Falta que Paquetá cobrou direto e Jory defendeu.

O Flamengo mostrou desgaste no final da partida e o técnico Maurício Barbieri fez várias substituições. O primeiro a sair foi Vinícius Jr. para a entrada do volante Jonas, que teve a missão de fechar o lado esquerdo da defesa.

Na sequência, saíram Geuvânio, para a entrada de Marlos, e depois Paquetá, para a entrada de Jean Lucas. Júlio César, mesmo com cãibras, não deixou o campo e brilhou com mais defesas importantas e teve seu nome gritado pela torcida.

Aos 40, defendeu chute de Serginho de fora da área. No minuto seguinte, escanteio de direita e Juninho acertou o cabeceio e novamente Júlio César fez grande defesa para garantir o placar.

Após o apito final, com a torcida vibrando muito, o goleiro deu a volta olímpica no Maracanã.

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Bahia marca gol aos 49 e Santos perde a primeira no Brasileirão

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Felipe Oliveira/ECB) – O Santos conseguiu suportar uma forte pressão do Bahia no primeiro tempo, quando Vanderlei e a trave salvaram o time da Baixada Santista, mas acabou pagando caro por não aproveitar as chances claras em contra-ataques na etapa final do confronto com o Bahia na noite desse sábado. No último lance da partida, aos 49 minutos, a defesa santista se perdeu em cobrança de escanteio e Junior Brumado garantiu a vitória do tricolor por 1 a 0 na Fonte Nova, em Salvador, onde os santistas não sabem o que é triunfar desde 2003.

O resultado interrompe a série de três vitórias seguidas da equipe de Jair Ventura e impede que o Alvinegro Praiano alcance a liderança provisória do Campeonato Brasileiro após duas rodadas. Por enquanto, o Peixe fica na quinta posição, com três pontos. O Bahia se recupera da derrota na estreia, mas ocupa a nona posição neste momento.

A partida também marcou o retorno de Bruno Henrique aos gramados. O atacante se lesionou em janeiro, logo em sua primeira partida na temporada. Desde então, lutou contra uma lesão na retina de seu olho. Por outro lado, Gabriel, mais uma vez titular, chegou ao oitavo jogo sem balançar as redes pelo Santos.

Apesar de uma escalação de certa forma ofensiva no papel, o Santos decepcionou seu torcedor no primeiro tempo. Os primeiros 25 minutos de jogo foram de pressão total dos donos da casa. O Peixe se viu encurralado e sem posse de bola.

Vanderlei precisou aparecer com uma grande defesa logo aos quatro minutos. Pouco depois, Elton chegou a balançar as redes, mas cometeu falta em Alison e o lance foi anulado, o que não tirou o ímpeto dos tricolores. Aos oito minutos, Vanderlei pegou, no contrapé, chute de Nino Paraíba. No rebote, Edigar Junior mandou na trave.

O Santos dependia exclusivamente dos lampejos de Rodrygo. O jovem se apresentava como único jogador de ataque do Peixe a dar trabalho aos seus marcados. E dos pés dele por muito pouco o Santos não abriu o placar aos 22, depois de drible desconcertante e tabela com Gabriel.

Mas foi só. Apesar do Bahia aos poucos diminuir o ritmo de forma natural, os tricolores seguiram até o intervalo com o comando das ações, enquanto os visitantes limitaram-se a se defender com muita eficiência.

O panorama não mudou depois do intervalo. No primeiro minuto de boal rolando, novamente Vanderlei teve de mostrar toda sua agilidade em chute rasante de Zé Rafael.

Demorou, mas o Santos cresceu na partida após os dez minutos. Jair Ventura conseguiu organizar sua equipe de uma forma que o Bahia até continuou com o domínio das ações, mas o alvinegro passou a ser perigoso nos contra-ataques.

Rodrygo, Gabriel tiveram oportunidades claras, mas falharam na pontaria. Do outro lado, Zé Rafael seguindo sendo o jogador mais incisivo dos mandantes, mas Vanderlei parecia uma parede no gol.

O jogo ficou tenso do lado de fora. O Árbitro Claudio Francisco Lima e Silva acabou expulsando o técnico Guto Ferreira e o auxiliar de Jair Ventura. Mesmo assim, as duas comissões técnicas apostaram nos jogadores oriundos do banco de reservas em busca do gol da vitória.

O destaque ficou por conta de Bruno Henrique, que não atuava desde janeiro por causa de uma lesão na retina do olho. Os santistas que compareceram a Fonte Nova só não aprovaram a saída de Rodrygo. Vaias também puderam ser ouvidas quando o Bahia decidiu trocar Zé Rafael por Allione.

Com as mexidas, o jogo ficou franco, imprevisível e emocionante em seus minutos finais. O Santos desperdiçou dois contragolpes e pagou caro. No último segundo de jogo, o Bahia chegou ao gol da vitória. Allione cobrou escanteio baixo, Elton tocou de calcanhar e Junior Brumado escorou, à queima roupa com Vanderlei, para o fundo do gol.

Na próxima rodada, o Peixe encara o Vasco no Pacaembu, segunda-feira, às 20 horas, enquanto o Bahia tem nova oportunidade em casa no domingo, diante do Atlético-PR, às 16 horas, sempre em horário de Brasília).

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São Paulo abre 2 a 0, mas cede empate ao Atlético-PR e acaba eliminado da Copa do Brasil

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press)- O São Paulo, vice-campeão em 2000, viu o sonho de conquistar o inédito título da Copa do Brasil em 2018 acabar durante a noite desta quinta-feira, deixando o Morumbi vaiado. Após abrir 2 a 0 e ter a classificação em suas mãos, o Tricolor cedeu o empate ao Atlético-PR por 2 a 2 e foi eliminado pelo segundo ano consecutivo na quarta fase da Copa do Brasil.

Com o resultado, o placar agregado do confronto terminou em 3 a 2 para o Furacão, que venceu o jogo de ida por 2 a 1, na Arena da Baixada. Agora, São Paulo agora foca no Campeonato Brasileiro e na Copa Sul-Americana, competições que lhe restam na temporada. O seu próximo compromisso será o duelo com o Ceará, neste domingo, às 16 horas (de Brasília), pela segunda rodada da Série A.

Já o Furacão conhecerá seu adversário nas oitavas de final da Copa do Brasil em sorteio a ser realizado na manhã desta sexta-feira, na sede da CBF, no Rio de Janeiro. Entre seus possíveis rivais estão todos os clubes que disputam a Libertadores – Palmeiras, Corinthians, Santos, Grêmio, Vasco, Cruzeiro e Flamengo. Pelo Brasileirão, o clube paranaense volta a campo no domingo, às 19 horas, para enfrentar o Grêmio, em Porto Alegre.

Empurrado por mais de 27 mil pessoas, o São Paulo começou pressionando e criou a sua primeira grande chance de gol logo aos cinco minutos do primeiro tempo. Régis cruzou da direita e encontrou Valdívia livre na segunda trave. O meia-atacante ajeitou de cabeça para Petros que, da entrada da pequena área, pegou mal na bola e mandou para fora.

Apesar de ter mais posse, como é de praxe nos times de Fernando Diniz, os visitantes não conseguiam ameaçar a meta de Sidão. O Tricolor, por sua vez, aproveitou para abrir o placar com um golaço. Aos 25 minutos, Nenê recebeu na área e, pressionado pelo zagueiro, tocou para trás, de calcanhar. A bola foi para Valdívia, que girou sobre o marcador e bateu forte no ângulo, sem chances para o goleiro Santos.

Melhor na partida, o time da casa não diminuiu o ímpeto e ampliou a sua vantagem aos 34 minutos, quando Nenê arriscou chute da intermediária e contou com desvio de Thiago Heleno, deixando o arqueiro rival ‘vendido’ no lance.

Com esse resultado, o São Paulo já eliminava a necessidade da disputa por pênaltis. O Furacão, contudo, diminuiu o prejuízo ainda antes do intervalo, graças ao pênalti cometido por Liziero, que encostou a mão na bola ao dar um carrinho dentro da área. Na cobrança, Guilherme deslocou Sidão e recolocou os paranaenses na disputa.

O gol animou o Atlético-PR, que voltou com uma postura mais agressiva para a etapa complementar. Tanto que, aos cinco minutos, empatou a partida após Pablo tabela pela esquerda e cruzar rasteiro para Matheus Rossetto só empurrar para a rede, recuperando a vantagem do Furacão.

Em mais uma falha de posicionamento da zaga tricolor, a equipe rubro-negra quase conseguiu a virada pouco depois. Após cruzamento de Rossetto pela direita, Carleto apareceu livre do outro lado. O meia bateu de primeira e carimbou a trave direita de Sidão, deixando a torcida ainda mais apreensiva no Morumbi.

Diego Aguirre, então, sacou o apagado Tréllez para a entrada de Diego Souza. E o São Paulo melhorou. Em sua primeira ação no jogo, o camisa 9 partiu em velocidade pelo meio e acionou Nenê na direita. O meia cortou para o meia e bateu com efeito, exigindo grande defesa de Santos, que mandou para escanteio com a ponta dos dedos.

Em sua última cartada, o treinador uruguaio colocou Cueva e Lucas Fernandes nas vagas de Valdívia e Petros. O São Paulo tentou pressionar na base do abafa, mas os visitantes se seguraram bem, garantiram o empate e se classificaram às oitavas de final da Copa do Brasil.

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Cruzeiro fica no empate com Universidad de Chile e se complica na Libertadores

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Washington Alves/Light Press/Cruzeiro/arquivo)-A campanha do Cruzeiro até o momento não é boa: apenas dois pontos em nove disputados. A vitória na noite desta quinta-feira, contra a Universidad de Chile, em Santiago, era fundamental, mas o zero insistiu em ficar no placar e complicar a vida celeste.

O Cruzeiro fica na terceira colocação do grupo 5, com dois pontos conquistados. O líder isolado é o Racing, com sete pontos, e a La U está na vice-liderança, com cinco tentos.

A Raposa enfrenta a La U na próxima semana, no Mineirão, pela 4ª rodada e precisará melhorar muito sua campanha para conseguir sonhar em uma classificação sem riscos.

A etapa inicial se mostrou bastante pragmática, sobretudo, analisando a necessidade do clube brasileiro. Ao Cruzeiro, com apenas um ponto anotado até este momento, apenas a vitória interessava. O empate ou derrota eram resultados ruins, que atrapalhariam as possibilidades no futebol.

No entanto, diante de seus homens de frente no departamento médico, o técnico Mano Menezes precisou optar por uma escalação sem atacantes. O falso 9 seria utilizado no jogo, mas não era possível perceber exatamente como funcionaria.

Após a bola rolar foi possível entender que a escalação com três volantes seria para Mancuello ficar mais livre como terceiro homem de meio campo, responsável por ligar a defesa ao ataque e Thiago Neves mais Arrascaeta como os atacantes. Desta forma, mesmo sem um atacante de ofício, a formação foi o 4-4-2, com suas variações.

O Cruzeiro encontrou bastante dificuldades no meio campo. A equipe não conseguia triangular e achar boas jogadas. Com isso, apenas uma chance clara foi conquistada na etapa inicial, com um chute de fora da área do volante Lucas Silva. No entanto, o Universidad de Chile também tinha problemas para agredir a Raposa e também não criou tanto, mas, também, uma chance.

O destaque negativo do clube mineiro no primeiro tempo foi o meia Thiago Neves. Tudo que tentou errou.

O Cruzeiro voltou do intervalo com outra postura. No entanto, a escalação era a mesma. Era claro que o técnico Mano Menezes precisava de alterações no comando de frente para conseguir outros resultados.

O jogo ficava bastante travado no meio campo. O reflexo exato do que foi o primeiro tempo. O jogo com muita postura física e pouca técnica, sem grandes chances.

Após os 20 minutos o Cruzeiro conseguiu ficar mais intenso. O time azul chegou em duas oportunidades com muito perigo, uma com Rafinha e outra com Arrascaeta. A bola do uruguaio chegou a pegar no pé da trave.

O técnico Mano Menezes fez alterações na equipe. Mandou Cabral, Robinho e Sassá para o campo, em busca de seguir com intensidade.

No caso do ataque, a expectativa era aproveitar as chances dadas pela La U, que não se comportava bem defensivamente e, por buscar muito o ataque, sofria nos contra-ataques.

Aos 41 a Raposa quase conseguiu o primeiro gol. Em uma chegada muito rápida, Sassá deixa para Robinho e o meia coloca Thiago Neves em boas condições. A finalização tirou tinta da trave.

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