Balotelli pode reforçar o Borussia Dortmund

Jogador também vem sendo especulado na Roma e no Napoli
Vivendo uma boa fase no Nice, da França, o atacante Mario Balotelli poderá reforçar o Borussia Dortmund, da Alemanha, na próxima temporada, segundo informou nesta terça-feira (15) a imprensa italiana.

De acordo com informações da Mediaset Premium, caso o clube alemão contrate o atual técnico do Nice, Lucien Favre, o francês facilitaria a chegada de Balotelli no Borussia Dortmund.

A transferência do italiano seria sem custos algum ao time alemão, já que o contrato de Balotelli com o Nice termina no final de junho e o clube francês não deu indícios de uma possível renovação.

A Roma e o Napoli também acompanham de perto a situação do atacante de 27 anos.

Após passagens conturbadas pelo Liverpool e Milan, no futebol francês, Balotelli recuperou a boa fase. Desde 2016 no Nice, o atacante anotou 41 gols em 64 partidas pelo clube rubro negro.

Hoje, o atual técnico da seleção italiana, Roberto Mancini, admitiu um possível retorno de Balotelli à Azzurra.

Por: ANSA
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Jogadores alemães são alvos de polêmica por visita a Erdogan

Özil e Gündogan foram criticados por partidos políticos
Os jogadores da seleção alemã Mesut Oezil e Ilkay Guendogan foram criticados pela Federação Alemã de Futebol (DFB) nesta segunda-feira (14) após encontro com o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, em Londres.
Os meio-campistas Gündogan, do Manchester City, e Oezil, do Arsenal, são descendentes de turcos e nasceram na cidade alemã de Gelsenkirchen. Ambos entregaram as camisas de seus respectivos clubes e tiraram fotos com Erdogan.

“O futebol e a DFB defendem valores que não são respeitados suficientemente por Erdogan. Por isso, não é bom quando nossos jogadores são manipulados para sua campanha eleitoral”, disse Reinhard Grindel, presidente da DFB.
“Os dois não tinham consciência do simbolismo e significado dessa foto, mas não aprovamos essa ação e falaremos com eles”, disse o ex-jogador e atual diretor esportivo da seleção alemã, Oliver Bierhoff.

Além de críticas da federação alemã, os dois atletas foram duramente criticados por políticos de diversos partidos alemães.

“Como jogadores da Alemanha, defendemos os valores defendidos pela DFB e estamos cientes da nossa responsabilidade”, disse Guendogan.

O técnico da Alemanha, Joachin Loew, listou ambos os jogadores na relação dos pré-convocados para a Copa do Mundo.

Por: ANSA
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FIFPro pede reunião urgente com a Fifa para discutir punição à Guerrero

Federação Internacional dos jogadores defende que o jogador “não teve intenção de trapacear” e questiona os 14 meses fora de campo impostos ao atacante peruano.
O caso do peruano Guerrero parece ganhar mais um capítulo. Um dia após a sentença imposta pela Corte Arbitral do Esporte (CAS) ao jogador para ficar 14 meses afastado do futebol, a Federação Internacional dos Jogadores Profissionais de Futebol (FIFPro) questionou a punição feita ao atleta e solicitou uma “reunião urgente” com a Fifa para falar sobre o quadro.

Cumpridos já seis meses da punição, Guerrero perderia o restante da temporada pelo Flamengo, além de disputar a Copa do Mundo pelo Peru, que não vai a um Mundial desde 1982. De acordo com a nota emitida pela FIFPro, a entidade considera a pena para o atacante como “tão prejudicial para sua carreira, que desafia o senso comum”.

Veja a nota oficial:

“A FIFPro está convocando uma reunião urgente com a FIFA depois que o jogador de futebol Paolo Guerrero foi suspenso por 14 meses por ingerir acidentalmente uma substância proibida, impedindo-o de representar o Peru na Copa do Mundo.

A FIFPro considera a proibição injusta e desproporcional, e o exemplo mais recente de um Código Mundial Antidoping que muitas vezes leva a sanções inapropriadas, especialmente quando foi estabelecido que não havia intenção de trapacear.

Tanto a Fifa quanto a Corte de Arbitragem do Esporte concordaram que Guerrero não ingeriu conscientemente a substância e que não houve efeito de melhoria de desempenho. Por isso, desafia o senso comum de que ele deveria receber uma punição que é tão prejudicial para sua carreira.

O Código WADA foi imposto e atualizado sem a devida consulta aos jogadores de futebol e seus representantes.

À luz deste caso e de outras decisões recentes, a FIFPro pede à FIFA e a outras partes interessadas do futebol que revisem imediatamente como mudar as regras antidoping no futebol, para que sirvam aos melhores interesses do jogo e protejam os direitos fundamentais dos jogadores.”

Por: Lance
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Em noite de Jefferson, Botafogo reage com vitória diante do Fluminense

Goleiro brilha no triunfo alvinegro por 2 a 1 no Estádio Nilton Santos.
Contando com grande atuação do goleiro Jefferson, o Botafogo derrotou o Fluminense por 2 a 1, na noite desta segunda-feira, e reagiu no Brasileirão. No encerramento da 5ª rodada, o time alvinegro buscou a vitória no clássico com gols de Rodrigo Lindoso e Kieza, além da atuação decisiva de Jefferson no segundo tempo.

O triunfo levou o Botafogo aos oito pontos na tabela, na sexta colocação. O tricolor, que acumulou chances desperdiçadas no clássico, estacionou nos sete pontos e ocupa a nona posição na classificação.

De olho na briga pela liderança do Brasileirão, o Fluminense começou melhor nesta noite. Com ares de mandante da partida, criou as primeiras e melhores chances de gol e assustou a defesa botafoguense. Aos 12, Sornoza acertou a primeira finalização, de fora da área, testando o goleiro Jefferson.

O Flu exibia maior volume de jogo, tinha maior posse de bola e parecia mais perto de abrir o placar. Mas, quando o visitante demonstrava clara superioridade em campo, o Botafogo tirou o zero do placar. Foi aos 26 minutos, quando Marcinho cruzou na área e Rodrigo Lindoso escorou de cabeça, quase de costas, e acertou o canto: 1 a 0.

O gol do mandante não abalou o Fluminense. E a insistência no ataque foi premiada aos 33. Marcos Junior fez boa jogada com Gilberto e levantou na área para Pedro, que escorou de peito para as redes. Motivado pelo gol, o tricolor foi para cima nos minutos finais e quase virou. Jefferson precisou fazer duas boas defesas para manter o empate no placar.

No segundo tempo, o roteiro se repetiu, para azar do Flu. Quando o tricolor retomava o domínio em campo, o Botafogo anotou o segundo gol. Como aconteceu na etapa inicial, Marcinho cruzou na área e, desta vez, foi Kieza quem cabeceou para o gol, aos 18 minutos.

Com o Botafogo novamente na frente, restou ao Flu partir novamente para o ataque em busca ao menos do empate. O técnico Abel Braga trocou o zagueiro Renato Chaves pelo atacante Pablo Dyego e o goleiro Jefferson passou a acumular boas defesas em série, enquanto Marcos Juniors e Pedro seguiam ameaçando o gol dos mandantes.

Tentando sacramentar a vitória, o técnico Alberto Valentim promoveu a estreia de Aguirre. Mas, diante da postura mais recuada do Botafogo, o atacante uruguaio mal teve chance de levar perigo ao gol de Júlio César. Isso porque, do outro lado, o Flu pressionava a todo custo. Mas a defesa alvinegra assegurava o resultado positivo.

Na próxima rodada, os dois times voltam a jogar no domingo. O Botafogo vai enfrentar o América, no Independência. E o Fluminense receberá o Atlético-PR, no Maracanã.

BOTAFOGO 2 x 1 FLUMINENSE

BOTAFOGO
Jefferson; Marcinho, Joel Carli, Igor Rabello e Gilson; Rodrigo Lindoso (Jean), Matheus Fernandes e Renatinho (Gustavo Bochecha); Luiz Fernando, Kieza e Brenner (Aguirre)
Técnico: Alberto Valentim

FLUMINENSE
Júlio César; Renato Chaves (Pablo Dyego), Gum e Luan Peres; Gilberto, Richard (Robinho), Jádson, Sornoza e Ayrton Lucas (Marlon); Pedro e Marcos Júnior
Técnico: Abel Braga

Local: Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 14 de maio de 2018, segunda-feira
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis (SP) e Daniel Paulo Ziolli (SP)
Cartões amarelos: Renatinho e Joel Carli (Botafogo); Richard e Luan Peres (Fluminense)
GOLS: Rodrigo Lindoso, 25, Pedro, aos 32min do 1ºT; Kieza, aos 18min do 2ºT

Por: Agência Estado
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Lista fechada: Tite anuncia os 23 convocados para a Copa do Mundo

(Foto:André Durão)- Técnico da seleção brasileira confirma o lateral Danilo na vaga de Daniel Alves, que ficou fora do Mundial.

ALisson. Ederson. Cássio. Danilo. Fagner. Marcelo. Filipe Luís. Miranda. Marquinhos. Thiago Silva. Geromel. Casemiro. Fernandinho. Paulinho. Renato Augusto. Fred. Philippe Coutinho. Willian. Neymar. Douglas Costa. Gabriel Jesus. Roberto Firmino. Taison.

É para esses 23 jogadores que o brasileiro terá de torcer, é por eles que os dedos serão cruzados e as orações feitas entre 14 de junho e 15 de julho. São os nomes deles que serão estampados nas camisas dos fanáticos. São eles os escolhidos por Tite para tentarem o hexacampeonato na Copa do Mundo, na Rússia.

O técnico anunciou a lista pouco depois das 14h, na sede da CBF, no Rio de Janeiro. Com o auditório lotado e mais jornalistas aos montes do lado de fora, Tite saciou a curiosidade de milhões de pessoas. Sem nenhuma grande surpresa.

Todos os 23 estão entre os 64 que ele convocou desde agosto de 2016, tempo de sua passagem pela Seleção. Todos estavam em muitos dos bolões realizados nas últimas semanas.

Apenas seis são remanescentes na última Copa, marcada pelo 7×1 diante da Alemanha: Marcelo, Thiago Silva, Fernandinho, Paulinho, Willian e Neymar.

Três convocados vão se apresentar à seleção brasileira no dia 28 de maio, em Londres: o lateral-esquerdo Marcelo e o volante Casemiro, do Real Madrid, e o atacante Firmino, do Liverpool, disputarão a final da Liga dos Campeões no dia 26, em Kiev.

O restante do grupo começará a trabalhar já na próxima segunda-feira, dia 21, na Granja Comary, em Teresópolis. No dia 27, todos viajam a Londres para mais uma etapa de treinamentos, que terá um amistoso contra a Croácia, no dia 3, em Liverpool, e será encerrada com outro jogo preparatório, diante da Áustria, em Viena, no dia 10.

A Seleção chegará a Sochi, cidade russa que hospedará a delegação, na noite do dia 10. O primeiro treino no país da Copa será no dia 11, e dia 15 a equipe viaja a Rostov-on-Don, palco da estreia no Mundial, dia 17, às 15h (horário de Brasília), contra a Suíça.

No calendário da seleção, após a convocação de hoje, está a apresentação dos primeiros jogadores, no dia 21 de maio. E no dia 27 de maio, os jogadores já viajam para Londres, para treinamento.
Por: GE/ORM
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Paraense é pré-convocado e pode disputar a Copa da Rússia

Quem estava esperando Yago Pikachu ser convocado para a seleção brasileira para poder torcer por um paraense na Copa do Mundo deve ter outra oportunidade. Pikachu não foi chamado por Tite, mas o meia Rony Lopes, do Mônaco, foi pré-selecionado na lista de 35 atletas que podem representar Portugal na Rússia.
Rony, que no futebol já foi chamado de “Marcos Lopes”, atualmente defende o clube francês, mas começou a carreira na base do Benfica, de Portugal, até se transferir para as categorias de base do Manchester City, da Inglaterra. Profissionalmente, foi emprestado para o Lille, da França, até chegar ao atual clube.

O jogador é filho de brasileiro e mãe portuguesa, e deixou Belém aos 4 anos de idade com destino a Portugal.

Confira a lista completa dos 35 pré-selecionados por Portugal para a Copa do Mundo de 2018:
Goleiros: Anthony Lopes – Lyon (França); Beto – Goztepe (Turquia), Rui Patrício – Sporting (Portugal);

Defensores: Antunes – Getafe (Espanha), Bruno Alves – Rangers (Escócia), Cédric Soares- Southampton (Inglaterra), João Cancelo – Inter de Milão (Itália), José Fonte – Dalian Yifang (China), Luís Neto – Fenerbahçe (Turquia), Mário Rui – Nápoli (Itália), Nélson Semedo – Barcelona (Espanha), Pepe – Besiktas (Turquia), Raphael Guerreiro – Borussia Dortmund (Alemanha), Ricardo Pereira – FC Porto (Portugal), Rolando – Olympique de Marselha (França), Rúben Dias – Benfica (Portugal)

Meio-campistas: Adrien Silva – Leicester (Inglaterra), André Gomes – Barcelona (Espanha), Bruno Fernandes – Sporting (Portugal), João Mário – West Ham (Inglaterra), João Moutinho – Monaco (França), Manuel Fernandes – Lokomotiv de Moscou (Rússia), Rúben Neves – Wolverhampton (Inglaterra), Sérgio Oliveira – FC Porto (Portugal), William Carvalho – Sporting (Portugal);

Atacantes: André Silva – Milan (Itália), Bernardo Silva – Manchester City (Inglaterra), Cristiano Ronaldo – Real Madrid (Espanha), Éder – Lokomotiv de Moscou (Rússia), Gelson Martins – Sporting (Portugal), Gonçalo Guedes – Valencia (Espanha), Nani – Lazio (Itália), Paulinho – SC Braga (Portugal), Ricardo Quaresma – Besiktas (Turquia), Ronny Lopes – Monaco (França).

Fonte: DOL

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TAS amplia suspensão para 14 meses, e Guerrero está fora da Copa do Mundo.

Atacante terá de cumprir mais oito meses de punição e só voltará a jogar em 2019. Contrato com o Flamengo acaba em agosto.
uerrero está fora da Copa do Mundo e talvez não jogue mais pelo Flamengo. O Tribunal Arbitral do Esporte (TAS), na Suíça, ampliou a pena para 14 meses de suspensão por doping. A decisão, em última instância, é definitiva. Não cabe recurso.

Como já cumpriu seis meses de suspensão, Guerrero poderá a voltar a jogar em oito meses. Com isso, o atacante só poderá entrar em campo novamente a partir de 2019. O contrato com o Flamengo acaba no dia 10 de agosto.

Neste domingo, após marcar um gol na derrota por 3 a 2 para a Chapeconese, Guerrero reiterou sua inocência e disse que confiava na Justiça.

– Sou inocente, não fiz nada. Não podem deixar um jogador que não fez nada sem jogar. Não podem tirar minha felicidade de jogar futebol. Estou confiante porque acredito na Justiça

Ainda sem saber da punição, Guerrero posou na manhã desta segunda-feira para fotos da Federação Peruana prevendo a participação na Copa do Mundo.

A punição de Guerrero pegou de surpresa até mesmo o Flamengo. Na Gávea, pouco após coletiva para apresentar o plano operacional para o jogo contra o Emelec, o presidente Eduardo Bandeira soube da ampliação da punição pela imprensa. Ainda não há um posicionamento do clube a respeito. Com a suspensão, atacante não joga mais pelo Flamengo com o contrato atual. COm clube, por ora, não vai se pronunciar.

Relembre o caso

Guerrero foi suspenso provisoriamente por 30 dias em novembro de 2017 após um exame antidoping realizado no confronto entre Argentina e Peru, pelas Eliminatórias da Copa, um mês antes, apontar presença da substância benzoilecgonina, principal metabólito da cocaína. O jogador e a defesa alegam que houve contaminação em um chá tomado no período da concentração.

Guerrero desfalcou o Peru na repescagem para o Mundial da Rússia – mesmo sem o principal jogador em campo, o país selou o retorno à competição após 36 anos ao superar a Nova Zelândia.

Punido em um primeiro momento por seis meses, Guerrero voltou a jogar no dia 6 deste mês, apenas três dias após ser julgado em última instância pelo Tribunal Arbitral do Esporte (TAS), em Lausanne, na Suíça. Ele participou de três jogos do Flamengo neste período, contra Inter, Ponte Preta e Chapeconese. Nesse domingo, diante da equipe catarinense, marcou um gol.

Por: Globo Esporte

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Tite lembra Copa de 1970 ouvida pelo rádio e jornada até a seleção.

O site The Players Tribune postou nesta segunda-feira (14) um depoimento do treinador da seleção com vários momentos de sua carreira.
Horas antes de anunciar os convocados da seleção brasileira para a Copa do Mundo, nesta segunda-feira, na sede da CBF, no Rio, o técnico Tite teve um longo depoimento, concedido ao site The Players Tribune, utilizado para personalidades do esporte mundial contarem suas histórias, divulgado nesta segunda-feira. No texto em primeira pessoa, o treinador lembrou da longa trajetória que trilhou antes de assumir o comando do time nacional, enfatizando como a Copa de 1970 lhe serviu como inspiração para que viesse a aceitar o desafio de assumir a seleção em um momento difícil das Eliminatórias do Mundial de 2018, logo após a demissão do técnico Dunga, em 2016.

“Eu quero contar para vocês a história de um aparelho de rádio. Daqui a algumas horas, vou selecionar 23 jogadores para representar o Brasil na Copa do Mundo. Para mim, é uma honra e também uma grande responsabilidade, porque eu sei o quanto isso significa para os jogadores e para o País. Mas agora, antes de fazer as minhas escolhas, eu quero explicar o que esse trabalho significa para mim. Para tanto, eu preciso começar com a história do aparelho de rádio. Porque quando eu era criança, o rádio não era apenas uma caixa preta. Para mim, era mágica”, afirmou Tite ao iniciar o depoimento.

O comandante lembrou que, na sua infância humilde na qual foi sustentado por pais batalhadores, não tinha uma TV em casa para acompanhar a Copa de 1970, realizada no México, onde a seleção de Pelé conquistou o tricampeonato mundial. Por isso, ele destacou como o rádio serviu para povoar a sua imaginação e os seus sonhos de menino, quando nem passava pela sua cabeça a ideia de um dia de se tornar técnico de futebol.

“Eu me lembro que durante a Copa do Mundo de 1970, o país inteiro se concentrava para focar nos jogos. Eu tinha 9 anos de idade, e a gente sentava na frente do rádio pra ouvir a magia do futebol. Era como se os jogos fossem uma história dramática sendo contada pra gente. É uma espécie de arte, na minha opinião É como um quadro ou um grande romance. O Brasil estava no ataque, e o narrador pintava uma imagem em nossas mentes. Eu não quero dizer com isso que o futebol transmitido pela TV seja ruim Mas é uma experiência muito diferente. Tem menos mistério, talvez. Menos imaginação. Com o rádio, a gente se segura em cada palavra”, destacou Tite, para em seguida detalhar momentos marcantes para ele naquele Mundial.

“Eu me lembro de ouvir a semifinal contra o Uruguai muito vividamente. É parte da minha memória emocional, porque o Brasil estava perdendo o jogo na maior parte do primeiro tempo. Então eu sentei na frente do rádio, criando o gol da vitória na minha mente mais de uma vez. É claro, antes do final do primeiro tempo, a gente ouviu a emoção na voz do narrador aumentar, e a gente sabia que alguma coisa estava acontecendo: “Tostão … Clodoaldo …. Clodoaldoooooooooooooooo!!!!!!”, completou o comandante, se referindo ao gol do empate da seleção, marcando então pelo volante da equipe comandada por Zagallo em um tempo no qual era muito raro um jogador desta posição ir ao ataque para ser decisivo em uma jogada ofensiva.

“E foi um momento tão inacreditável para mim, porque claro nós estávamos absorvidos com alegria, mas eu estava descrente. Eu não conseguia pintar o quadro. Porque do jeito que o narrador descreveu, o Tostão deu o passe e então o Clodoaldo veio e marcou o gol. Perguntei a mim mesmo: ‘Como foi possível o Clodoaldo fazer o gol?’ Porque ele era um volante de marcação. E eu perguntei a mim mesmo novamente: ‘Como o Tostão saiu da área para dar o passe? Ele é atacante! Como é que isso pode funcionar?'”, disse.

DE JOGADOR A TÉCNICO APÓS 7 CIRURGIAS – Ao falar sobre o Mundial disputado há 48 anos, Tite também lembrou que o seu grande objetivo era um dia poder defender o Brasil como um jogador, mas os próprios problemas físicos tornaram esta meta ainda mais difícil do que seria pela própria concorrência e o grande número de craques que havia como opções para atuar pela seleção em seus tempos de atleta profissional.

“Para falar a verdade, eu nunca pensei em me tornar treinador. Como todos os outros garotos que foram marcados pela Copa do Mundo de 1970, eu sonhava em vestir a camisa amarela da seleção brasileira. Infelizmente, esse não foi o meu destino. Tive de passar por sete cirurgias no meu joelho. Aos 27, minha carreira estava encerrada, e eu ainda era um cara jovem. Um cara jovem que ainda vivia para o futebol. Então, eu segui o caminho de me tornar técnico de futebol”, recordou o comandante, que depois enfatizou: “É difícil acreditar que eu tenho feito esse trabalho por quase 30 anos. A história de um treinador, assim como a história de um jogador, é imprevisível”.

DOS EMIRADOS À SELEÇÃO EM OITO ANOS – Ao falar sobre os destinos que a vida o reservou, Tite também lembrou que há menos de uma década estava trabalhando no futebol árabe, distante dos holofotes, mas com uma vida tranquila ao lado de sua família, quando recebeu uma ligação que mudaria o seu destino e que o colocaria em uma rota que o levaria anos mais tarde à seleção brasileira, que ele assumiu em meados de 2016.

“Oito anos atrás, eu estava sentado em meu apartamento em Abu Dhabi, como treinador do Al Wahda FC, quando recebi o telefonema que mudou a minha vida. Andrés Sanchez me ligou para saber se eu queria voltar para o Brasil e ser o treinador do Corinthians. Eu disse a ele que não estava certo a respeito disso”, revelou Tite, que depois acabou se convencendo de que precisava trocar a calmaria pela chance de voltar a dirigir um grande clube do Brasil e então ter a oportunidade de comandar jogadores como Ronaldo e Roberto Carlos, que vestiram a camisa corintiana naquele período.

“Minha esposa, Rose, amava nossa vida em Abu Dhabi. Minha filha já tinha feito exames para começar a frequentar a escola por lá. Nós tínhamos uma vida linda sem muita pressão. Na verdade, era perfeito. Então, claro, eu disse para a minha esposa: ‘Bem…’

E ela respondeu: ‘Ah, você não me engana. Eu sei que você quer voltar’. Ela sabia o que estava no meu coração. Eu peguei o avião para São Paulo poucos dias depois. Eu me lembro que nesse voo de volta para o Brasil disse a mim mesmo: ‘Cara, tu vai treinar Ronaldo e Roberto Carlos, duas lendas. É uma honra incrível’.

Tite, porém, se viu muito próximo de ser demitido pelo Corinthians após a dura eliminação diante do Tolima, na Copa Libertadores de 2010, quando acabou tendo a sua permanência bancada por Andrés Sanchez e depois deu início a uma grande reviravolta que culminaria no título brasileiro de 2011, na inédita conquista da Libertadores de 2012 e ainda do Mundial de Clubes daquele ano.

“Os primeiros meses foram uma experiência formidável. Mas então nós tínhamos um jogo simples de classificação para a fase de grupos da Libertadores contra o Tolima na Colômbia… e acabou não sendo tão simples. Nós perdemos o jogo e fracassamos na classificação para o torneio, o que é simplesmente inaceitável num clube como o Corinthians. E eu me lembro de olhar para os refletores depois do apito final e pensar: ‘É isso, estou acabado’.

“Quando nós voltamos para São Paulo, algumas pessoas tinham invadido o centro de treinamento e apedrejando os carros, e eles estavam ameaçando os jogadores. Foi um momento assustador porque eles não eram torcedores. Eram vagabundos e criminosos que não entendiam a natureza humana do futebol. Nós entramos no centro de treinamento, e houve um momento que eu nunca vou me esquecer. Um dos nossos goleiros, Raphael, levantou e falou para o grupo. Ele disse: ‘Nós não somos ladrões. Nós somos seres humanos. Nós trabalhamos duro. Nós temos família. Eles não podem fazer isso conosco’. E ele começou a chorar na frente do time inteiro. Foi um momento incrível, porque ele estava tão vulnerável, e a emoção foi muito vívida. O que aconteceu naquele dia estava mexendo com a personalidade, com a educação e com os princípios dele”, disse Tite.

Em seguida, o comandante admite que precisou superar a sua própria desconfiança em relação ao futuro para depois vir a se tornar um grande ídolo da torcida corintiana e o principal técnico em atividade trabalhando no Brasil. “Eu me levantei e disse: ‘Não se preocupe, Raphael, nós superaremos isso’. Na verdade, eu não estava tão certo assim. Eu me lembro de voltar para casa com o vidro de trás quebrado, pensando comigo mesmo: ‘Será que eu vou ter emprego amanhã?’ É talvez um milagre que o Corinthians tenha me mantido sob tanta pressão. Um ano depois, minha esposa e eu estávamos sentados na cozinha em São Paulo tomando uma taça de vinho. Eram 4h da manhã, e nós tínhamos acabado de chegar em casa depois da conquista do troféu da Libertadores. Eu não sei por que, mas eu perguntei a ela: ‘Nós merecemos isso?'”

“E ela recontou tudo o que nós tínhamos passado – não apenas o ataque ao centro de treinamento depois do desastre contra o Tolima, mas também todos os sacrifícios que ela e as crianças fizeram ao longo dos anos. E neste exato momento nós ouvimos um barulho lá fora. Nós fomos até a janela, e alguns corintianos estavam do lado de fora, gritando meu nome. Foi surreal. Eu pensava comigo mesmo: ‘Cara, muito pode mudar em apenas um ano’, reforçou o comandante ao recordar aquele episódio.

“Naquela noite, eu segurei o troféu em minhas mãos, eu chorei muito. Algumas pessoas podem imaginar como o futebol pode levar um homem às lágrimas. Eu posso dizer que o motivo não é apenas sobre o jogo em si. A razão é muito mais profunda do que isso. Tem a ver com a sua família”, disse Tite.

ESCOLHAS DIFÍCEIS – Ao traçar um paralelo do seu passado recente no Corinthians com o momento que vive hoje na seleção brasileira, o comandante também enfatizou que nunca é fácil tomar decisões, como por exemplo as que fará definir os 23 convocados para a Copa do Mundo de 2018.

“Agora que nós estamos a um mês do torneio, eu vou precisar tomar algumas decisões difíceis. Eu sei que não vou conseguir convocar todos os jogadores que estão fazendo por merecer. Por exemplo, nós temos três laterais-esquerdos que mereceriam estar no avião para a Rússia, mas nós temos apenas duas vagas. Nós temos de escolher os jogadores que vão nos proporcionar as melhores chances de vencer, independentemente de quem é mais merecedor. Para ficar ainda mais claro o que quero dizer, em 2012, Jorge Henrique não merecia jogar a final do Mundial de Clubes da Fifa pelo Corinthians contra o Chelsea. Douglas e Romarinho estavam jogando mais naquele momento. Mas o time precisava de um jogador com as características do Jorge Henrique para vencer aquele jogo em particular, então eu tive de tomar essa decisão difícil”, relembrou.

DA DECEPÇÃO EM 2014 À SELEÇÃO EM 2016 – Quando vivia grande momento como técnico do Corinthians, em 2014, Tite admite que esperava ter sido chamado para assumir o comandado da seleção brasileira após o fracasso do time nacional na Copa do Mundo daquele ano. Entretanto, de forma surpreendente, a CBF optou por resgatar Dunga ao comando da equipe nacional para substituir Felipão.

“Quando não fui chamado para ser o treinador da seleção brasileira em 2014, aquilo quebrou meu coração. Mas, na verdade, talvez tenha sido a melhor coisa que aconteceu, porque me deu a oportunidade de voltar a estudar e continuar a aprender. Fiquei frustrado, irritado, muito triste. No entanto, naquele momento, eu pensei na minha mãe. Ela era uma lutadora”, disse Tite, que em seu depoimento destacou que sua mãe trabalhava até de madrugada para poder dar uma melhor condição a ele na infância.

“Em junho de 2016, fui chamado para uma reunião na CBF. Quando eles me ofereceram o posto de técnico da seleção brasileira, foi uma emoção indescritível. Mas então a nossa posição na tabela de classificação para a Copa do Mundo se impôs, e eu sabia que se nós perdêssemos o jogo contra o Equador (pelas Eliminatórias) haveria uma crise. Para ser sincero, eu viajei na máquina do tempo, e eu tinha lembranças do que aconteceu quando nós fracassamos para classificar na Libertadores, e eu pensei: ‘Cara, imagina o que vai acontecer se o Brasil não se classificar para a Copa do Mundo. Qual vai ser teu legado?”, afirmou o treinador, que depois se convenceu de que tinha de topar o grande desafio após colocar em dúvida se deveria aceitar a proposta.

“Na manhã seguinte, eu acordei e pensei realmente no seguinte, “Eu não vou aceitar o convite. Não é o momento certo. Mas então eu tive um tempo para refletir, e eu pensei no meu pai e na minha mãe. Pensei na imagem da minha mãe na máquina de costura às 3h da manhã. Pensei no quanto eu costumava sentar à frente do rádio, ouvindo a seleção brasileira. Então, eu disse pra mim mesmo: ‘Ok, você lutou por isso. Agora você tem a chance de fazer teus sonhos se tornarem realidade’. Então eu aceitei o convite com grande honra e responsabilidade”, reforçou Tite.

‘QUERIA QUE MEU PAI ESTIVESSE AQUI’ – No fim do seu depoimento, Tite ainda lamentou o fato de o seu pai não estar mais vivo para vê-lo comandando o Brasil na Rússia. “Depois que meu pai faleceu, minha mãe me contou algo que ele disse quando eu comecei a treinar. Ele nunca me disse essas palavras, porque não era o jeito dele de conversar com os filhos. Mas um dia ele disse pra minha mãe: ‘O Ade (de Adenor Bachi) vai ser um dos grandes’. Isso representou para mim mais do que qualquer outro troféu que eu tenha conquistado. Eu queria que ele estivesse aqui para ver o filho dele na Copa do Mundo”, disse.

“Só Deus sabe o que vai acontecer na Copa do Mundo da Rússia, mas eu espero que o país inteiro esteja unido para nos apoiar. Eu sei que a televisão mudou muita coisa pra esta geração, mas eu gostaria de acreditar que quando nós marcarmos um gol, haverá milhões de crianças brasileiras que estarão em frente ao rádio, imaginando o gol da vitória em suas mentes seguidas vezes. Funcionou para mim em 1970. Era como mágica”, finalizou.

Por: Estadão conteúdo

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Hamilton domina, vence GP da Espanha e Mercedes fica com a dobradinha

Lewis Hamilton (Foto-Lusa) -Neste domingo, Lewis Hamilton dominou o GP da Espanha e conquistou a prova em Barcelona pelo segundo ano consecutivo. A Mercedes conseguiu ficar com a dobradinha com Valtteri Bottas ficando na segunda colocação. Max Vertappen ficou com o terceiro lugar do pódio ao ficar à frente de Sebastian Vettel.

O único momento em que o piloto britânico não ficou na primeira colocação foi quando ele foi para o pitstop. O atual campeão da Fórmula abriu mais de 20 segundos de vantagem em relação ao seu companheiro de equipe.

A prova foi marcada por um acidente logo na largada, que tirou Nico Hulckenberg, Pierre Gasly e Romain Grosjean da prova. Kimmi Rikkonen deixou a prova na 27ª volta depois de ver seu carro perder a potência.

Lewis Hamilton se mantém na liderença do Mundial de Pilotos e agora passa a 95 pontos. Sebastian Vettel segue como vice-líder com 78 pontos e Valtteri Bottas empata com Kimi Raikkonen na terceira colocação com 48 pontos.

A próxima etapa da temporada de 2018 da Fórmula 1 será o GP de Mônaco, que será realizado no dia 27 de maio, às 10h10 (de Brasília).

Logo no começo da corrida, Romain Grosjean saiu da pista e, em seguida voltou no meio do pelotão, colidindo com Nico Hulckenberg e Pierre Gasly. Os três saíram da prova logo após a largada e o safety car entrou em ação até a sexta volta. Além disso, após a luz verde, Sebastian Vettel conseguiu assumir a segunda colocação ao ultrapassar Valtteri Bottas.

Depois de seis voltas com o carro de segurança, foi dada a relargada e Lewis Hamilton começou a dominar, marcando o recorde do circuito (1min18s441) – que depois foi batido por Ricciardo (1min19s147) – e sempre aumentando a sua vantagem em relação ao alemão da Ferrari.

Na 27ª volta, Kimi Raikkonen viu seu carro perder a potência, deixou vários pilotos o ultrapassarem e, ao término da volta, foi para o pitstop e abandonou a prova. O finlandês vinha muito bem e chegou a ser o segundo colocado após o pitstop de Vettel e Bottas.

Lewis Hamilton conseguiu manter a primeira colocação durante quase toda prova e só perdeu ela quando fez o pitstop. No entanto, no momento em que Max Verstappen fez primeira parada, o britânico voltou a ficar em primeiro.

Sebastian Vettel fez a sua segunda parada quando o safety car virtual foi acionado e caiu para a quarta colocação. Apesar de ter pressionado Verstappen, que bateu a frente do carro, durante o fim da corrida, o alemão não conseguiu passar para a terceira colocação.

A Mercedes acabou só fazendo um pitstop depois de perceber que a Red Bull só iria fazer uma parada e, com isso, poderia ter conseguido a primeira colocação caso a escuderia alemão voltasse a mandar seus pilotos para os boxes.

Confira como ficou a classificação do GP da Espanha:

1 – Lewis Hamilton

2 – Valtteri Bottas

3 – Max Verstappen

4 – Sebastian Vettel

5 – Daniel Ricciardo

6 – Kevin Magnussen

7 – Carlos Sainz

8 – Fernando Alonso

9 – Sergio Perez

10 – Charles Lecler

11 – Lance Stroll

12 – Brendon Hartley

13 – Marcus Ericsson

14 – Sergey Sirotkin

Kimi Raikkonen – abandonou

Nico Hulckenberg – abandonou

Pierre Gasly – abandonou

Romain Grosjean – abandonou

Esteban Ocon – abandonou

Stoffel Vandoorne – abandonou

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Fonte: Redação Só Notícias
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Corinthians joga mais, Palmeiras para na trave e Derby segue alvinegro

Fonte: Gazeta Esportiva (Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press) – O Derby ganhou contornos em preto em branco nos últimos dois anos. Após ter 100% de aproveitamento no clássico em 2017, quando foi campeão brasileiro, e vencer o Paulista em cima do arquirrival, o Alvinegro dominou o Alviverde na tarde deste domingo, na Arena, e, contando com a ajuda da trave nas poucas chances palmeirenses, venceu por 1 a 0. O gol, como virou costume, foi de Rodriguinho, ainda no primeiro tempo.

Com o resultado, o Timão chega a dez pontos conquistados na competição, ultrapassando o próprio Palmeiras e se estabelecendo na segunda colocação do torneio, enquanto o time da zona oeste paulistana estacionou nos oito pontos, perdendo pela primeira vez no Brasileiro e, mais uma vez, em Itaquera. As duas quedas na casa corintiana foram as únicas derrotas palmeirenses como visitante na temporada.

Na próxima rodada, os comandados de Roger Carille terão pela frente a equipe do Sport, no domingo, às 16h (de Brasília), no Recife. Antes, porém, encaram um confronto decisivo diante do Deportivo Lara, em Barquisimeto, na Venezuela, ocasião em que uma vitória classifica a equipe para a próxima fase da Copa Libertadores da América. Já Roger Machado e sua trupe, classificados de forma antecipada às oitavas do torneio continental, fecham sua chave contra o Junior Barranquilla, quarta, às 21h45 (de Brasília), no Allianz Parque. Pelo Brasileiro, o rival será o Bahia, sábado, às 21h (de Brasília), também no Allianz.

Um ditado que o leitor nunca deve ter ouvido para falar sobre futebol consegue resumir razoavelmente o que aconteceu no primeiro tempo da partida disputada na Arena. Em uma partida com duas propostas táticas e bem executadas, principalmente a do Palmeiras, melhor visitante da temporada na elite do futebol brasileiro, os dois times tiveram uma chance clara cada, mas só o Corinthians soube aproveitar.

Os primeiros lances de perigo ficaram a cargo do Timão, que tentou uma pressão inicial, rondou a área do adversário e poderia ter aberto o placar em bom chute de fora da área de Maycon, que passou raspando a trave de Jailson. A resposta do Alviverde veio com o melhor jogador da equipe na etapa inicial. Keno recebeu na direita, passou fácil pela marcação de Sidcley e cruzou forte para defesa de Cássio.

Os visitantes adiantaram a marcação e passaram a dar muitas dificuldades para os alvinegros, que se resumiram a rodar a bola defesa e, nas esticadas, verem a defesa prevalecer sobre o baixo ataque corintiano. Em uma rara boa escapada dos donos da casa, Sidcley foi bem ao chegar à lateral da área, tocou para Jadson e o meia ajeitou para Gabriel chutar. A bola desviou e passou raspando a trave de Jailson.

Em meio à marcação pressão, o Verdão teve a chance de ouro para inaugurar o marcador. Lucas Lima e Dudu tramaram, a bola ficou com Keno e ele acionou Thiago Santos, livre na grande área. O meio-campista deixou a bola quicar e chutou forte, mas carimbou a trave de Cássio. A resposta dos anfitriões foi fatal. Pedrinho limpou Bruno Henrique e Thiago no contra-ataque e acionou Jadson. O camisa 10 esperou Maycon e passar e serviu o volante, que chutou rasteiro. Jailson desviou e Rodriguinho, sem goleiro, abriu o placar.

O segundo tempo voltou com o ânimo corintiano aparentemente renovado pela vantagem no placar, trocando passes com mais naturalidade e acionando bastante Romero pelo lado esquerdo, levando vantagem sobre Marcos Rocha no duelo particular. Em grande lance, o paraguaio entrava na área quando foi derrubado pelo defensor palmeirense. Falta batida por Jadson e afastada na pequena área por Thiago Santos.

Incomodado com a falta de criação da sua equipe, que chegou em chute de longe de Bruno Henrique, carimbando a trave, Roger Machado acionou Guerra para a vaga de um discreto Lucas Lima. Quem continuou levando perigo, no entanto, foi o Timão. Após vacilo de Antonio Carlos, Maycon deu belo drible da vaca em Marcos Rocha e partiu pela esquerda, cruzando rasteiro para Pedrinho na sequência. O garoto bateu de primeira e parou em boa defesa de Jailson. No escanteio, Balbuena teve a chance, mas cabeceou por cima do gol.

Mesmo em vantagem, o Alvinegro seguiu jogando em cima do rival, que tentava novas alternativas com Tchê Tchê e Willian nas vagas de Thiago Santos e Borja. Em outro bom lance do ataque, Jadson deu lindo passe por elevação para Rodriguinho, que parou em nova ótima intervenção de Jailson. Depois de uma série de escanteios, o Verdão quase aproveitou em contragolpe, mas Tchê Tchê mandou por cima do gol.

Sem transformar seu domínio em uma vantagem maior, o Corinthians tentou segurar a bola no ataque. No lance mais emblemático, Romero equilibrou a bola com a cabeça, para delírio da torcida e raiva dos adversários. O Timão, porém, viu o Palmeiras partir para a pressão nos minutos finais, apostando nas bolas alçadas na área. Na mais perigosa delas, Antonio Carlos aproveitou a tentativa da defesa de sair em linha de impedimento, subiu livre de marcação e carimbou a trave de Cássio, que tranquilizou a torcida ao ficar com a bola para assegurar o trunfo.

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