Nos pênaltis, Chape elimina Atlético-MG na Copa do Brasil

Em noite de grandes defesas de Jandrei, a Chapecoense vence por 4 a 3 nas penalidades e segue na briga pelos R$ 50 milhões que serão entregues ao campeão da Copa do Brasil.
Em noite inspirada para Jandrei, a Chapecoense venceu o Atlético-MG nos pênaltis e garantiu vaga nas quartas de final da Copa do Brasil. Nas cobranças, Wellington Paulista, Luiz Antonio, Nadson e Rafael Thyere balançaram as redes a favor do Índio Condá. Luan, Leonardo Silva e Cazares diminuíram para o Galo, mas não resistiram à eliminação. Agora, a Chapecoense aguarda o sorteio das quartas de final para conhecer seu próximo adversário.

MUDANÇAS NOS TIMES
Poupado da partida, Luan deu lugar a Cazares, que passou a atuar ao lado de Róger Guedes e Otero, adotando uma postura mais ofensiva ao time atleticano. O zagueiro Gabriel foi sacado para a entrada de Léo Silva, que fez dupla titular com Bremer pela quarta vez. Pela Chape, a novidade ficou por conta de Luiz Antonio, que retornou como opção no banco de reservas após se recuperar de lesão na coxa direita.

PRIMEIRO TEMPO MORNO
Assim como no primeiro confronto das oitavas de final, no Independência, as equipes iniciaram a partida se estudando. Pressionado pela marcação, o Atlético-MG construiu as melhores oportunidades com chutes de longe de Ricardo Oliveira e Otero, que provocaram duas boas defesas de Jandrei. Do outro lado, a Chapecoense teve suas melhores chances com jogadas aéreas finalizadas por Wellington Paulista.

No decorrer da etapa, a dificuldade do Atlético-MG para avançar cresceu e a Chapecoense tentou aproveitar os espaços intensificando a corrida no campo, principalmente com boas saídas do artilheiro Guilherme. Após um primeiro tempo arrastado, Wellington Paulista quase abriu o placar nos acréscimos com cabeceio perigoso, mas Victor pulou para salvar.

CHAPE ACORDA NA ETAPA FINAL
O Atlético-MG voltou mais ligado para o segundo tempo e quase abriu o placar nos primeiros minutos com chute centralizado de Róger Guedes na entrada da área. Em seguida, Ricardo Oliveira fez o desvio em cobrança de escanteio de Cazares, mas ambos os chutes defendidos por Jandrei. A Chapecoense demorou para acordar, mas embalou a torcida na etapa final. Com boas saídas em contra-ataque, a equipe tirou o descanso do goleiro Victor.

Bruno Pacheco foi o primeiro a chegar com perigo em cobrança de falta fechada. Na sequência, Wellington Paulista viu brecha na defesa alvinegra e tentou o chute rasteiro em direção ao gol, mas foi bloqueado pelo corte de Fábio Santos aos 21 minutos. O Atlético voltou a pressionar com chute de Elias no cantinho de Jandrei e bomba de Cazares, mas enfrentou ainda mais dificuldade com a expulsão de Fábio Santos após falta em Apodi. A Chape ainda teve sua última chance com Bruno Silva, mas a disputa foi decidida nos pênaltis.

Nas cobranças, a Chapecoense levou a melhor com acertos de Wellington Paulista, Luiz Antonio, Nadson e Rafael Thyere e chegou às quartas de final da Copa do Brasil. Pelo Atlético, apenas Luan, Leonardo Silva e Cazares balançaram as redes.

FICHA TÉCNICA
CHAPECOENSE 0 (4) x (3) 0 ATLÉTICO-MG
Local: Arena Condá, Chapecó (SC)
Data-Hora: 16/05/2018 – 19h30
Árbitro: Leandro Bizzio Marinho (SP)
Assistentes: Rogerio Pablos Zanardo (SP) e Daniel Luis Marques (SP)
Público/renda: 8.597 / R$195.620,00
Cartões amarelos: Wellington Paulista (CHA); Patric, Fábio Santos (CAM)
Cartões vermelhos: Fábio Santos

NOS PÊNALTIS:
CHAPECOENSE: Wellington Paulista (GOL), Luiz Antonio (GOL), Nadson (GOL), Bruno Pacheco (PEDEU), Rafael Thyere (GOL)

ATLÉTICO-MG: Ricardo Oliveira (PEDEU), Luan (GOL), Leonardo Silva (GOL), Róger Guedes (PERDEU), Cazares (GOL)

CHAPECOENSE: Jandrei; Apodi, Rafael Thyere, Douglas, Bruno Pacheco; Amaral, Márcio Araújo, Canteros (Nadson, aos 41’/2ºT); Guilherme (Luiz Antonio, aos 38’/2ºT), Wellington Paulista, Arthur (Bruno Silva, aos 31’/2ºT). Técnico: Gilson Kleina.

ATLÉTICO-MG: Victor; Patric, Leonardo Silva, Bremer, Fábio Santos; Adilson (Luan, aos 47’/2ºT), Gustavo Blanco (Elias, aos 25’/2ºT); Otero (Erik, aos 17’/2ºT), Róger Guedes, Ricardo Oliveira, Cazares. Técnico: Thiago Larghi.

Por: LANCE
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Diego valoriza feito do Fla na Liberta: “Ninguém teve classificação mais difícil do que a nossa”

Em entrevista após a vitória por 2 a 0 sobre o Emelec, camisa 10 destacou a vaga garantida nas oitavas de final do torneio continental e as adversidades superadas ao longo da competição.
Depois de três edições de Conmebol Libertadores caindo na fase de grupos, o Flamengo chutou para longe o trauma de sair precocemente da competição. Na última quarta-feira (16 de maio), a equipe carimbou o passaporte às oitavas com a vitória por 2 a 0 sobre o Emelec. Líder do time, o meia Diego comentou sobre a classificação que veio no Maracanã.

Durante a zona mista do Maior do Mundo, o camisa 10 da Gávea preferiu exaltar tudo o que foi feito pelos atletas. Segundo ele, foram muitas adversidades na competição, o que valoriza ainda mais a vaga conquistada dentro de campo. Para ele, ninguém teve uma situação mais difícil do que a do Flamengo no torneio:

“Sensação de dever cumprido, temos o jogo contra o River, mas, parcialmente, sentimento de dever cumprido. Nenhuma equipe na Libertadores teve classificação mais difícil do que a nossa. Pegamos dois jogos em torcida, o fator casa é muito importante neste torneio, grupo equilibrado, superamos tudo isso e estamos classificados. A confiança era grande, assim como a ansiedade, natural, mas era um jogo importante e um grande objetivo que nós tínhamos. Eu falei que tinha certeza que a gente iria se classificar porque acredito trabalho que está sendo feito e nos meus companheiros”, afirmou Diego.

Ainda na competição, o Flamengo fechará a fase de grupos contra o River Plate, líder da chave, na próxima quarta-feira (23). Para terminar na primeira colocação, o time carioca precisa vencer no Monumental de Núñez. Vale lembrar que quem avança em primeiro decide dentro de casa na fase seguinte.

O próximo compromisso da equipe será no Brasileirão. Neste sábado (19), o adversário será o rival Vasco, também no Maracanã. A partida está marcada para às 19h. A equipe lidera o Brasileirão, com 10 pontos conquistados.

Por: FOX SPORTS
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Mano descarta ‘abrir mão’ de competição, mas indica que poupará jogadores do Cruzeiro no clássico

Raposa enfrenta o Atlético neste sábado, às 16h, no Independência.

Mano Menezes ressaltou nessa quarta-feira que o Cruzeiro não abrirá mão de nenhum campeonato, mesmo com a sequência dura de compromissos que o time tem pela frente. Depois de vencer o Atlético-PR por 2 a 1 nas oitavas de final da Copa do Brasil, a Raposa tem pela frente o clássico contra o Atlético no sábado, pelo Brasileirão, e o último jogo da fase de grupos da Copa Libertadores, contra o Racing, na próxima terça-feira, no Mineirão. O treinador, contudo, indicou que preservará alguns jogadores na partida contra o arquirrival de Minas Gerais.

“Não vamos abrir mão de nada. Não faz sentido com o elenco que temos falar em abrir mão de alguma coisa. As opções (contra o Atlético) serão as mais fortes fisicamente, jogadores mais inteiros porque todo mundo viu como corremos aqui (contra o Atlético-PR) e daqui a pouco vamos jogar um clássico. Clássico é num sábado e nosso jogo depois (contra o Racing, pela Libertadores) é na terça-feira”, admitiu o treinador. Ele destacou que as decisões só serão tomadas depois de reavaliações físicas dos atletas.

“Vamos respeitar, ver o que vai acontecer com os jogadores que vão se reapresentar. Vamos avaliar até sábado pela manhã, quando vou tomar as decisões. Sei que os jogadores querem jogar, é jogo grande, mas não adianta querer e não fazer um jogo forte. O clássico tem isso por característica, de ser um jogo disputado. Temos que ter uma equipe capaz de disputar aquilo que nós achamos que vai ser a característica do jogo”, complementou.

O meia Thiago Neves já desfalcou o time nas duas últimas partidas em função de dores na panturrilha direita. Ele também será reavaliado antes do duelo contra o Atlético. Outro que não viajou para Curitiba é Edilson. O lateral-direito se recupera de uma lesão no tornozelo com os preparadores físicos do clube.

Até o fim do mês, o Cruzeiro terá uma partida a cada três dias. E não serão jogos fáceis em teoria. Além dos confrontos contra Atlético e Racing, o time de Mano Menezes enfrentará Santos (casa) e Palmeiras (fora) até o fim de maio. Na 8ª colocação do Campeonato Brasileiro, o time tenta se aproximar do pelotão dos líderes depois de iniciar a competição com duas derrotas. A equipe já venceu seus dois últimos compromissos, contra Botafogo e Sport.

Pela Libertadores, a situação do Cruzeiro é cômoda. Virtualmente classificado para as oitavas de final, o time precisa de uma vitória simples sobre o Racing, no Mineirão, para garantir a liderança do Grupo 5. A Raposa tem 8 pontos e ocupa a 2ª colocação da chave. Na terceira posição com 5 pontos, a Universidad de Chile pode alcançar a pontuação do clube mineiro, mas precisa tirar uma diferença de 16 gols de saldo.

Na Copa do Brasil, o time de Mano Menezes volta a atuar apenas depois da Copa do Mundo. O Cruzeiro recebe o Atlético-PR em 16 de julho (segunda-feira), às 20h. Como venceu por 2 a 1 na Arena da Baixada, a equipe pode até empatar no Mineirão que estará garantida nas quartas de final. Em caso de derrota por um gol de diferença, a vaga será decidida nos pênaltis.

Por: Redação /Superesportes
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Furacão não acaba com jejum e perde para o Cruzeiro

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Douglas Magno/arquivo)- Chegando um jejum de sete partidas sem saber o que é um resultado positivo, o Atlético Paranaense perdeu para o Cruzeiro por 2 a 1, com um gol nas acréscimos, na Arena da Baixada, e saiu atrás no duelo válido pelas oitavas de final da Copa do Brasil 2018. Com o resultado, o Rubro-Negro vai a Minas Gerais precisando de uma vitória para seguir na competição.

Depois de sofrer por quase todo o primeiro tempo, o Furacão conseguiu abrir o placar aos 41 minutos, com Carleto cobrando falta com força para acabar com a invencibilidade de cinco jogos de Fábio. Depois do intervalo, Henrique, de longe, aos 34 minutos, deixou tudo igual. Raniel, nos acréscimos, decretou a virada.

As duas equipes voltam a se encontrar para o jogo da volta, no Mineirão, em Belo Horizonte, apenas no dia 16 de julho.

O jogo – Sem contar com sua torcida, com a exceção de um grupo que conseguiu entrar no estádio com as camisas escondidas, a Raposa começou a partida pressionando os donos da casa. Aos três minutos, Robinho fez a jogada e cruzou fechado para a defesa atleticana afastar. Aos seis, Rafinha passou como quis por Rosseto e arriscou o chute por cima da meta.

O Furacão apareceu pela primeira vez com algum período aos 13 minutos, com Rosseto, que chutou forte para ótima defesa de Fábio. O Rubro-Negro tentava sair um pouco mais para o jogo para equilibrar as ações, mas se mostrava nervoso em campo. Aos 23 minutos, contra-ataque mineiro que a defesa atleticana conseguiu tirar dos pés de Arrascaeta, mas entregou para Sassá, travado na hora certa por Carleto.

Mais Cruzeiro no ataque, aos 26 minutos, com Sassá subindo na área para testar pela linha de fundo, com perigo. Arrascaeta mandou um chute venenoso, aos 33 minutos, e Santos tocou para escanteio e salvou. Na resposta, aos 38 minutos, levantamento para Thiago Heleno, que subiu pressionado e tocou para fora, com desvio no braço de Dedé que o árbitro considerou normal. Mas, aos 41 minutos, Carleto cobrou falta com força e estufou a rede para abrir o placar.

Para a etapa final, as equipes voltaram sem modificações. Aos três minutos, cobrança de escanteio na medida e Pablo desviou para fora, com algum perigo ao gol de Fábio. O Rubro-Negro voltou mais ligado após o intervalo, mas ainda tinha dificuldade para criar no campo de ataque. Aos 11 minutos, cruzamento para Sassá na pequena área e o cruzeirense conseguiu jogar para fora.

O Cruzeiro seguia com maior posse de bola, mas encontrava uma marcação forte e já não criava com a mesma facilidade. Com uma lesão no ombro, Rapahel Veiga precisou sair do jogo para a entrada do Matheus Anjos e deve ser desfalque par aos próximos jogos do Furacão. Aos 25 minutos, mais um levantamento na área atleticana e Raniel não conseguiu alcançar a bola.

Mano tentava colocar o time à frente, mas a defesa do Furacão se portava muito bem na partida. Mas, aos 34 minutos, Henrique chutou de longe, a bola desviou em Thiago Heleno e morreu no fundo da rede. Aos 41 minutos, Pablo ajeitou para Bergson na área, mas o atacante escorregou e ficou sem a bola. Mancuello ainda tentou um arremate, aos 46 minutos, nas mãos de Santos. Quando tudo parecia resolvido, Raniel apareceu no meio da defesa para tocar na saída do goleiro e dar a vitória à Raposa.

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Fernando Prass exalta torcida do Palmeiras após vitória na Libertadores: “Nosso maior trunfo”

Goleiro foi um dos destaques da partida no Allianz Parque e ajudou a garantir o Verdão com a melhor campanha da fase de grupos da competição.
O Palmeiras garantiu a melhor campanha da fase de grupos da Conmebol Libertadores ao derrotar o Junior Barranquilla por 3 a 1, nesta quarta-feira (16 de maio), no Allianz Parque. Um dos maiores responsáveis pela vitória contra o time colombiano, Fernando Prass fez questão de exaltar a torcida alviverde.

Apesar da impaciência de parte da torcida, que protestou antes da bola rolar, o camisa 1 palmeirense elogiou os palmeirenses. “Em 2014, no ano do centenário, o time com uma dificuldade técnica absurda, e a torcida… Certeza que a gente não teve um resultado pior por causa da torcida. A gente jogando em casa, perdendo, empatando e a torcida não vaiava. E assim foram todos os anos. A gente sabe que tem que ter um pouquinho de compreensão nossa, acho que é uma troca, um pouquinho de compreensão deles, por que as vezes as coisas não correm como a gente quer e como eles querem. Mas eu tenho certeza, e isso já foi provado aqui dentro, que nosso maior trunfo é nosso estádio. E o estádio só é o trunfo por causa da torcida”, exaltou o camisa 1 do Verdão.

O clube paulista terminou a participação no Grupo 8 da Libertadores na liderança, com 16 pontos. Com a vitória sobre os colombianos, os brasileiros ajudaram o Boca Juniors também garantir vaga nas oitavas de final, ficando em segundo lugar, com nove pontos.

Por: FOX SPORTS
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Flamengo vence Emelec e assegura vaga na Libertadores

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: arquivo/assessoria) – O Flamengo garantiu a classificação para as oitavas de final da Copa Libertadores da América, ao derrotar o Emelec por 2 a 0, em partida disputada na noite desta quarta-feira, no Maracanã. Com o resultado, o time rubro-negro chegou aos nove pontos ganhos, manteve a segunda posição do Grupo 4 e não pode mais ser alcançado por Santa Fe e Emelec.

O time equatoriano ainda não venceu na competição, segue na lanterna da chave com apenas um ponto ganho e tem pouquíssimas chances de disputar a Copa Sul-Americana. Os gols do Flamengo foram marcados por Éverton Ribeiro, ambos no segundo tempo.

A vitória do Flamengo foi justa porque o time rubro-negro foi superior ao adversário desde o primeiro minuto de jogo. E poderia ter alcançado um resultado mais amplo se tivesse aproveitado as oportunidades criadas. O Emelec voltou a mostrar o futebol limitado que causou a sua eliminação do torneio sul-americano. O time do Equador lutou muito, mas foi batido pela maior categoria do adversário.

O jogo – O Flamengo começou no ataque, tentando aproveitar o incentivo da grande torcida para empurrar o Emelec para a defesa. Aos cinco minutos, o primeiro momento de vibração. Após cruzamento na área, Henrique Dourado ajeitou para Vinicius Júnior que bateu por cima do travessão. O Emelec respondeu aos oito minutos. Paquetá errou passe na intermediária rubro-negra e permitiu um ataque perigoso dos equatorianos. Matamoros lançou Rojas na direita. O goleiro Diego Alves cortou o cruzamento, mas colocou a bola nos pés de Preciado que bateu para o gol, mas a zaga salvou.

O Flamengo tentou adiantar Paquetá para jogar ao lado dos atacantes, mas acabou permitindo que o Emelec ganhasse um bom espaço para manobrar, criando problemas para a zaga rubro-negra.

O time da Gávea só voltou a perturbar a defesa visitante aos 16 minutos quando Paquetá recebeu de Diego e bateu forte. A bola saiu, mas levou perigo para o gol defendido por Dreer.

Aos 23 minutos, Éverton Ribeiro bateu falta, Juan subiu mais do que Lastra e cabeceou. O goleiro Dreer ainda desviou a bola que se chocou com o travessão.

A equipe dirigida por Maurício Barbieri passou a dominar o jogo e criou mais uma chance aos 26 minutos, quando Henrique Dourado recebeu na área, mas a conclusão do Ceifador foi facilmente defendida por Dreer. A pressão carioca aumentou e aos 36 minutos, Henrique Dourado foi derrubado na entrada da área. Diego fez a cobrança, mas mandou para fora, frustrando a torcida rubro-negra.

O Emelec só conseguiu voltar à área rubro-negra aos 38 minutos, mas Renê desviou para escanteio um cruzamento perigoso de Matamoros.

Aos 43 minutos, em nova cobrança de falta, o Flamengo quase chegou lá. Diego bateu falta na lateral da área e Juan cabeceou com muito perigo, mas a bola saiu.Nos acréscimos, o Emelec voltou ao ataque e o Flamengo cedeu escanteio, mas o árbitro encerrou o jogo antes da cobrança, o que revoltou os atletas visitantes.

O Flamengo voltou para o segundo tempo com o zagueiro Léo Duarte no lugar de Juan que sentiu dores na coxa direita e pediu substituição. E logo aos três minutos, marcou o primeiro gol. Renê invadiu a área pela esquerda, e cruzou para o meio da área. A bola sobrou para Diego que chutou para defesa parcial de Dreer. Éverton Ribeiro apanhou o rebote e mandou para o fundo das redes.

Depois de sofrer o gol, o técnico Alfredo Arias colocou mais um atacante em campo para tentar dar mais agressividade à equipe.

Mesmo em vantagem, o time carioca não reduziu a pressão sobre a defesa do Emelec, não permitindo a troca de passes na zaga. Aos 12 minutos, uma falha de Éverton Ribeiro permitiu que o Emelec armasse um bom contra-ataque que terminou com a conclusão de Luna, bem defendida por Diego Alves.

O rubro-negro seguia dominando e,aos 15 minutos, foi a vez de Rodinei experimentar para defesa segura de Dreer. Depois dos 20 minutos, o ritmo do Flamengo caiu, mas o Emelec, apesar de tentar ser mais ofensivo, não conseguia penetrar na defesa rubro-negra.

Aos 27 minutos, em lance confuso na área equatoriana, Henrique Dourado e Vinicius Júnior tiveram chances de concluir, mas acabaram bloqueados. O Flamengo voltou a comandar as ações e a criar situações de perigo, mas seguiu falhando nas conclusões.

Aos 32 minutos, a zaga equatoriana errou e permitiu que Vinicius Júnior recebesse livre na área, mas o jovem atacante desperdiçou a oportunidade de ampliar o marcador ao tentar fazer o passe para um companheiro, quando tinha tudo para marcar.

Aos 39 minutos, o Emelec criou a sua melhor oportunidade. Preciado bateu colocado e Diego Alves fez grande defesa. O rebote ficou para Lastra que mandou para fora e desperdiçou a chance para empatar.
Para tentar fechar a defesa, o volante Jonas entrou no lugar de Diego que ouviu mais aplausos do que vaias na saída. Nos acréscimos, o Flamengo ampliou em cobrança de falta perfeita de Éverton Ribeiro, dando números finais ao jogo.

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Tite convoca seis atletas sub-20 para treinar com a Seleção antes da Copa

Durante três dias, nomes do Palmeiras, São Paulo, Cruzeiro e Vasco estarão na Granja Comary participando de atividades ao lado de jogadores que irão para o Mundial da Rússia.
O técnico Tite convocou nesta quarta-feira seis jogadores com idade para o time sub-20 de olho em compor os treinamentos da Seleção Brasileira antes da Copa do Mundo. O zagueiro Vitão (Palmeiras), os laterais Vitinho (Cruzeiro) e Weverson (São Paulo), e os atacantes Brenner (São Paulo), Marrony (Vasco) e Robinho (Vasco) participarão de atividades na Granja Comary, em Teresópolis (RJ), entre os dias 24 e 26 deste mês.

A Confederação Brasileira de Futebol destacou em comunicado que “dos seis jovens, quatro deles têm experiência na base da Seleção e foram convocados após indicação do técnico da Sub-20, Carlos Amadeu”. Neste caso, Vitão, Weverson e Brenner estiveram na conquista do Sul-Americano Sub-17 e do terceiro lugar do Mundial Sub-17 de 2017. Já Vitinho participou de uma semana de preparação para o Sul-Americano Sub-20 de 2019.

A dupla de atacantes do Vasco, formada por Marrony e Robinho, ainda não teve oportunidade nas categorias de base da Seleção, mas a CBF informou que “estão no radar de observações após boas atuações na Copa São Paulo de Futebol Júnior e no Campeonato Carioca”. A dupla, inclusive, estará em campo sábado, na final do Estadual Sub-20 diante do Flamengo, no Maracanã. Na segunda, a comissão técnica da Seleção Brasileira dá início à preparação visando o Mundial da Rússia.

> Confira a seguir a lista dos convocados sub-20:

Zagueiro
Vitão – Palmeiras

Laterais
Vitinho – Cruzeiro
Weverson – São Paulo

Atacantes
Marrony – Vasco
Robinho – Vasco
Brenner – São Paulo

Por: LANCE
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Paysandu é campeão da Copa Verde ao empatar com Atlético-ES que eliminou Luverdense e Cuiabá

Fonte: Gazeta Esportiva com Só Notícias (foto: Akira Onuma, Carlos Fellip e João Ramos / Portal ORM) – O Paysandu é o primeiro bicampeão da Copa Verde. Vitorioso em 2016, o time paraense voltou a levantar o troféu em 2018 ao empatar por 1 a 1 com o Atlético-ES na noite desta quarta-feira, no Mangueirão. No jogo de ida, em Cariacica, havia vencido por 2 a 0.

Apesar de ter entrado em campo em vantagem, o Paysandu levou um susto ao ser vazado no primeiro tempo. Aos 39 minutos, Eraldo cabeceou firme para dar esperanças ao Atlético-ES.

Na segunda etapa, porém, o Paysandu alcançou o empate. Aos 27, o ex-palmeirense Pedro Carmona chutou bem da entrada da área, no ângulo, e assegurou a conquista da taça.

O título da Copa Verde dará ao Paysandu uma modesta premiação de R$ 168 mil e uma vaga nas oitavas de final da próxima edição da Copa do Brasil. Pela participação no torneio nacional de mata-mata, o time já tem garantido R$ 2,4 milhões.

O Atléticoi-ES chegou a final após eliminar o Cuiabá e o Luverdense (campeão do ano passado da Copa Verde).

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Prass pega pênalti, Borja faz 3 e Palmeiras vence na Libertadores e garante melhor campanha

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/arquivo) – O Palmeiras garantiu a melhor campanha da primeira fase da Copa Libertadores na noite desta quarta-feira. No Allianz Parque, com um pênalti defendido por Fernando Prass e gols de Miguel Borja, o time alviverde ganhou por 3 a 1 do Junior Barranquilla.

O triunfo da equipe alternativa armada por Roger Machado deixa o Palmeiras com 16 pontos e assegura a vantagem de disputar a segunda partida das fases eliminatórias do torneio dentro de casa. Já o Junior Barranquilla, ultrapassado pelo Boca Juniors, fica com sete pontos e acaba eliminado.

O sorteio dos confrontos pelas oitavas de final da Copa Libertadores está marcado para o dia 4 de junho, na sede da Conmebol – os jogos serão disputados de 8 a 29 de agosto, depois da Copa do Mundo. Pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro, às 21 horas (de Brasília) de sábado, o Palmeiras enfrenta o Bahia, no Allianz Parque.

O Jogo – Com os atacantes Dudu e Borja como únicos titulares, o Palmeiras sofreu durante o primeiro tempo. O goleiro Fernando Prass, escalado como capitão, teve trabalho para manter o placar inalterado diante do Junior Barranquilla, que dependia de um triunfo para avançar.

Em chute frontal disparado por Téo Gutierrez, o veterano arqueiro palmeirense fez bela defesa ao saltar no canto direito. Pouco depois, após cruzamento vindo do lado esquerdo, Chará cabeceou e exigiu nova intervenção providencial de Fernando Prass.

O Palmeiras melhorou um pouco nos minutos finais e Dudu, após receber passe de Borja, parou na saída de Sebastian Viera. Em jogada pela direita, Guerra tentou acionar o centroavante colombiano, mas o goleiro do Junior Barranquilla defendeu novamente. A torcida, insatisfeita, vaiou o time local ao fim do primeiro tempo.

O Palmeiras voltou aceso para a etapa complementar e logo acertou o travessão com Tchê Tchê de fora da área. Aos seis minutos, a equipe mandante enfim inaugurou o marcador. Viera espalmou cruzamento feito por Mayke pela direita e Borja aproveitou o rebote para marcar.

Pouco depois, o árbitro paraguaio Enrique Cáceres viu pênalti de Luan sobre Téo Gutierrez. Com um salto para o lado esquerdo, Prass defendeu a cobrança de Barrera e vibrou muito. Aos 14 minutos, após chutão do goleiro palmeirense e vacilo da zaga colombiana, Borja recebeu de Willian e tocou com categoria na saída de Viera.

O Junior Barranquilla diminuiu aos 21 minutos, quando Chará cruzou da direita para Téo Gutierrez, em posição de impedimento, completar. Aos 23, Guerra levantou na área, a zaga colombiana cortou e a bola sobrou para Borja marcar seu terceiro. O colombiano, substituído por Hyoran, deixou o campo ovacionado.

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Chapecoense elimina Atlético Mineiro nos pênaltis e avança na Copa do Brasil

Fonte: Gazeta Esportiva – Em duelo bastante disputado, a Chapecoense eliminou o Atlético, na Copa do Brasil e seguiu para a disputa nas quartas de final da competição. Após dois jogos sem gols, a equipe de Santa Catarina venceu a disputa por penalidades, por 4 a 3, e mandou o Galo para Belo Horizonte com a segunda eliminação em uma semana – a outra foi na Copa Sul-Americana. Os 180 minutos não foram suficientes para Atlético e Chapecoense. As equipes não fizeram nenhum gol nas oitavas de final. Então os pênaltis foram necessários para as equipes decidirem quem avança.

O Atlético fez o primeiro tempo melhor. A equipe mineira conseguiu se impor fora de casa e trocava passes no campo de ataque. Na etapa complementar, a Chape melhorou, conseguiu criar mais e, se não fosse Victor, teria tirado o zero do placar.

Agora após a Copa do Mundo, a Chape inicia a luta para seguir na Copa do Brasil. No fim de semana, o Atlético enfrenta o Cruzeiro, no clássico no Independência, no sábado, às 16h (de Brasília). Já a Chape enfrenta o Inter, no Beira-Rio, na segunda-feira, às 20h.

Primeiro tempo

O técnico Thiago Larghi chegou em Chapecó com algumas dúvidas em sua equipe. Ele não mudaria a estrutura de jogo, porém, pensou em colocar caras novas na equipe. E isso ele fez.

A escalação inicial mostrou a ausência de Gabriel para a entrada de Leonardo Silva, formando a zaga com o jovem Bremer. No meio, Luan deixou a equipe para a formação de Cazares e Otero. No equatoriano a expectativa de melhor organização. No venezuelano, a probabilidade de uma boa bola parada. Na defesa, pensou em ter uma zaga mais alta.

Os primeiros minutos mostraram as equipes se estudando em campo. Ambas tinham suas armas, mas elas eram pouco apresentadas, ficando guardadas para o momento exato.

A criatividade do Galo, entretanto, aflorou inicialmente. A equipe mineira passou a tomar conta da partida, se impor, buscar o jogo. A Chape também buscou o gol, mas em menor quantidade.

Aos 11, Otero, de fora da área, soltou um forte chute e levou bastante perigo contra a meta de Jandrei. Embora tenha tido alguma dificuldade para fazer a defesa, o arqueiro fez. Pouco depois, o Galo chegou com Ricardo Oliveira, mas o goleiro novamente defendeu.

A Chapecoense respondia pelo alto. Na maioria das vezes com Wellington Paulista, o que mostra que Thiago Larghi tinha razão em seu pensamento, colocando uma defesa mais lenta, no entanto, mais alta.

O Galo seguiu até o fim da partida se impondo. A posse de bola mostrava isso: 61% contra 39%. A equipe mineira trocava passes, mas o esquema defensivo de Kleina seguiu bem armado – assim como no encontro inicial.

No último minuto, a Chape quase chegou ao primeiro gol. Em cruzamento da esquerda, Wellington Paulista conseguiu o desvio e Victor precisou se esticar todo para tirar.

Segundo tempo

O Galo voltou para a etapa complementar novamente sendo a equipe que domina a partida. O Atlético trocava passes e, na maioria das vezes, suas linhas defensivas já estavam altas – mostrando, por outro lado, uma Chape fechada toda atrás da linha da bola.

Após os 10 minutos, a Chapecoense passou a sair mais para o jogo. Porém, abusava das bolas aéreas. Aos 15 minutos uma grande chance, em cruzamento na área, Artur por pouco não abre o marcador.

A Chape passou a pressionar o Galo. Em três chegadas muito fortes, em todas com boas defesas de Victor. O Atlético já não tinha oportunidades, passava aperto na defesa e tinha dificuldades para transição.

O Atlético melhorou no fim do jogo, enquanto a Chape se segurou. Mas ambos seguiram com o zero no placar.

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