Com dois gols de Willian, Palmeiras vence o Grêmio e sobe para terceiro na classificação do Brasileiro

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Fernando Dantas/Gazeta Press/arquivo)- No duelo entre dois times candidatos a vencer tudo que disputam em 2018, Palmeiras e Grêmio jogaram um futebol de campeão, mas foi o Verdão quem venceu. No que para muitos foi o melhor jogo do Brasileirão até aqui, o Alviverde bateu o Tricolor por 2 a 0 com dois gols de Willian, que jogou com a faixa de capitão e ainda acertou a trave duas vezes. Duelo ainda marcou o reencontro de Roger Machado com sua ex-equipe.

A missão palestrina não era fácil no Sul. Em 27 jogos na temporada, o Grêmio sofreu apenas nove gols, além disso, estava a cinco sem ver suas redes balançarem. Os números impressionam, mas além da qualidade gremista, as marcas só não foram quebrados no primeiro tempo por sorte.

Antes de dois minutos do primeiro tempo, Willian carimbou a trave de Marcelo Grohe pela primeira vez – ele ainda acertaria o travessão antes do intervalo. O Tricolor, acostumado a adversários retrancados na Arena, se surpreendeu com a ousadia do Alviverde, que dominou a primeira metade dos 45 minutos iniciais.

O Palmeiras seguiu disposto a atacar, mas o Grêmio, com o tempo, conseguiu impor seu estilo de jogo. Trocando passes, a equipe da casa chegou a ter 64% de posse de bola, porém, sem entrar na área alviverde. Assim, a solução foi arriscar de longe, mas Jailson se mostrou seguro em todas as tentativas.

Se a sorte ajudou o Grêmio no segundo tempo, foi parceira do Maior Campeão do Brasil na etapa final. Logo no início, Arthur tentou cruzamento, a bola não bateu em ninguém, tomou o caminho do gol e bateu no travessão, em lance que seria falha clara de Jaison.

A estratégia de Roger Machado mudou para a etapa final, de maneira que poderia ser discutível. Jogando de igual para igual no primeiro tempo, o Palmeiras passou a esperar o Grêmio em busca do contra-ataque. O Tricolor se lançou à frente, e a ideia do treinador palestrino se mostrou acertada.

Aos 21 minutos, Felipe Melo dominou chutão da defesa no peito, e já abriu com Dudu. Na esquerda, o camisa 7 tabelou com Moisés, avançou para cima de dois marcadores e tocou entre eles para Willian. Bigode bateu de primeira, com a canhota, entre Marcelo Grohe e a trave, e abriu o marcador.

O Grêmio passou a pressionar demais e encurralar o Verdão em seu campo. Durante alguns minutos, a impressão foi de que era uma questão de tempo para o Tricolor chegar ao empate. Mas foi o Palmeiras quem matou o jogo.

No contra-ataque, Hyoran fez lindo lançamento para a esquerda, Leonardo Gomes tentou o corte e não conseguiu. A bola sobrou para Willian, que disparou em velocidade e tocou na saída de Marcelo Grohe.

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Corinthians e Santos empatam em jogo quente na Arena

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)- Corinthians e Santos entraram em campo na noite desta quarta-feira buscando paz para os seus treinadores, mas acharam um jogo movimentado no gramado da Arena Corinthians. Em grande atuação de Rodrygo, o Santos foi superior ao Timão e só não saiu com a vitória porque Gabigol não honrou seu nome. O time da casa, que saiu na frente com Roger, não soube se segurar e levou o empate de Victor Ferraz.

Com o resultado, o clube do Parque São Jorge fica cada vez mais longe dos líderes da competição, podendo ver o Flamengo abrir oito pontos de vantagem ao final da rodada. O Peixe, por sua vez, tem 10 pontos conquistados, com um jogo a menos que os adversários, ainda mais próximo da zona de rebaixamento do que do grupo de cima.

Na próxima rodada, os comandados de Osmar Loss terão pela frente o Vitória, novamente em Itaquera, às 21h (de Brasília) do sábado, no penúltimo duelo antes da parada para a disputa da Copa do Mundo. Jair e os seus atletas, por outro lado, encaram o Internacional às 19h (de Brasília) do domingo, na Vila Belmiro.

O primeiro tempo começou com as duas equipes impondo um ritmo muito abaixo da expectativa para o clássico, recheado de passes laterais e pouca objetividade. Os únicos que quebravam essa lógica eram Romero e Pedrinho, sempre tentando movimentar-se para o meio e trocar de posição. Rodriguinho e Roger, no entanto, destoaram bastante e mataram a maioria das jogadas corintianas.

Do outro lado, o Peixe postou-se para aproveitar os contra-ataques, principalmente na habilidade do ótimo Rodrygo. No jogo de xadrez entre Loss e Ventura, quem começou melhor foi o time da casa. O lance de maior perigo no começo veio com Sidcley, que recebeu pela esquerda após boa jogada de Pedrinho e bateu cruzado. A bola passou rente à trave de Vanderlei, à direita do gol santista.

O Timão seguiu rondando a área a adversária, mas sem conseguir finalizações de qualidade. Os lances mais perigosos saíam de fora da área, como uma tentativa de Gabriel, por cima do gol. Na resposta, Rodrygo ganhou a jogada pela esquerda e conseguiu espaço na entrada da área para bater. Walter, bem posicionado mandou para escanteio. Foi a senha, no entanto, para o Peixe se sentir confortável.

Pouco depois, em novo escanteio, Jean Mota bateu fechado, a defesa corintiana falhou, Walter ficou plantado e a bola sobrou para Gabigol sem goleiro. O atacante, porém, não honrou o cenário perfeito para quem tem esse apelido, viu a bola quicar, bater no seu joelho e ir por cima do gol. Na resposta, Romero deu lindo “rolinho” no próprio Gabigol, puxou contragolpe e Maycon tentou finalizar na entrada da área, mas mandou fácil para Vanderlei.

O atacante santista, no entanto, teve uma segunda chance de mostrar que merece o apelido, mas falhou novamente. Depois de puxar bom contra-ataque, ele acalmou o lance e, depois de o Santos rodar a bola, recebeu na entrada da área. Em uma rara tabela realizada na defesa corintiana, ele tocou e ganhou na frente de Sasha. Cara a cara com Walter, no entanto, tentou tirar demais do goleiro e mandou para fora.

A resposta do Corinthians saiu de maneira cruel, um dos adjetivos que a torcida santista costuma dar ao seu centroavante. Em uma rara jogada em que Rodriguinho movimentou-se bem, Pedrinho acionou o armador na lateral direita da área e ele cruzou rasteiro para Roger. O centroavante, que também não havia se achado em campo até aquele momento, bateu Veríssimo na movimentação e chutou cruzado, rasteiro, vencendo Vanderlei.

O gol, no entanto, foi um momento fortuito do Timão, que seguiu pior do que o rival, mesmo em vantagem e jogando em casa. É verdade que o juiz ignorou um pênalti claro quando a bola ricocheteou na mão de Renato dentro da grande área, mas aquele lance ofensivo foi apenas um respiro alvinegro em meio às diversas bolas alçadas na área pelos santistas. E logo elas resultaram no empate do Peixe.

Após tanto tentar, Rodrygo conseguiu descolar bom lance pela esquerda após Pedrinho ser desarmado. Romero teve de ajudar no lado direito e deixou um buraco na esquerda. O ponta santista cruzou no segundo pau e Victor Ferraz, acompanhado por um atrasado Rodriguinho, testou para fazer o gol. Walter, que falhou no lance ao cair para dentro do gol, ainda salvou sua barra – e o empate – ao fazer linda defesa em finalização de Rodrygo, assegurando o 1 a 1.

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Vasco arranca empate do Cruzeiro no Mineirão

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: divulgação)- No meio de um momento bastante turbulento, o Vasco arrancou um importante empate do Cruzeiro, 1 a 1, na noite desta quarta-feira, no Mineirão, em confronto válido pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, a Raposa perdeu a vice-liderança e ocupa agora a quarta posição, com 17 pontos. O Vasco com 12 tentos está na 13ª colocação.

O Vasco chegou ao Mineirão, para o duelo contra o Cruzeiro, na noite desta quarta-feira, tentando se reencontrar. O time perdeu o técnico Zé Ricardo recentemente e Valdir Bigode foi o treinador interino, com Jorginho já nas arquibancadas observando seus futuros comandados.

Os atletas gostaram de ser vistos pelo novo treinador. O Vasco fez uma atuação consistente, tendo comportamento defensivo interessante. O primeiro gol da noite foi do clube carioca. No segundo tempo, após várias tentativas da Raposa – que era melhor em campo – o empate foi conquistado.

O Cruzeiro volta a campo no próximo sábado, na Arena Condá, às 19h (de Brasília). O Vasco recebe o Sport, no mesmo dia e horário, no São Januário.

O Cruzeiro começou a partida com bastante intensidade. O técnico Mano Menezes tem como costume, sobretudo, atuando em casa, fazer sua equipe ter chegadas fortes ao ataque.

Logo aos 7 minutos, em cobrança de escanteio, Dedé subiu mais que todo mundo e desviou de cabeça. A bola tirou tinta da trave. No minuto seguinte, Raniel ganha a bola da defesa e cruza. Thiago Neves chuta, mas a bola passa por cima.

O Vasco se segurava. Enquanto o Cruzeiro pressionava, o clube carioca esperava no campo defensivo, com uma postura bem retrancada. O time de Valdir Bigode ficava todo atrás da linha da bola.

Aos 15 minutos, em cobrança de falta, o Vasco teve sua melhor chance nos primeiros minutos de jogo. Pikachu colocou a bola com veneno e Fábio se esticou todo para conseguir desviar levemente a bola e fazer com que a redonda toque na trave superior.

O futebol brasileiro parece que precisa de polêmica para se manter ativo. Entre Cruzeiro e Vasco a primeira ocorreu logo aos 19 minutos. O lateral Edilson chegou a frente, já dentro da área faz o drible e recebeu a carga por baixo. O árbitro mandou seguir.

Aos 21 o Vasco marcou seu primeiro gol. Aproveitando um vacilo da defesa do Cruzeiro, especialmente com Egídio que falhou em um toque simples, Andrey pegou a bola na área e chutou forte para marcar.

Mesmo com o tento, a situação permaneceu igual. O Cruzeiro atacando muito e o Vasco esperando. A marcação cruz-maltina estava muito bem encaixada, algo que dificultava a vida da Raposa. A Raposa, por sua vez, passou a errar passes simples, algo que também atrapalhava consideravelmente.

Com isso, as oportunidades criadas pelo Cruzeiro não eram tão claras e o Vasco conseguia segurar o jogo com tranquilidade.

Na tentativa de mudar alguma coisa, Mano pediu para Thiago Neves encostar mais na defesa, para contribuir com a saída de bola – muito concentrada em Lucas Silva. A ideia também era abrir espaços na dura retranca. Não adiantou.

Na volta do intervalo, as equipes voltaram com a mesma postura. O Cruzeiro passou a intensificar suas ações em campo. Mano Menezes percebeu que o Vasco seguiria da mesma maneira até a reta final, e sacou o volante Lucas Silva – que já vem reclamando de desgaste há algum tempo. O atacante Marcelo entrou no lugar.

Aos 15, a insistência da Raposa deu resultado. Em jogada que começou com o zagueiro Dedé, Rafael Sóbis deu passe por cima e Raniel, de cobertura, mandou para o fundo das redes.

O gol não mudou em nada a postura das equipes. Aliás, o Vasco tentou segurar mais a partida. O duelo ficou parado por três vezes para atendimento médico – a água milagrosa.

O Cruzeiro seguiu intenso, mas não conseguiu. O zagueiro Dedé deixou a defesa e virou atacante. E as bolas eram todas nele, na área, mas o Vasco conseguiu se segurar.

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São Paulo tropeça no Morumbi, empata com o Internacional e pode sair do G4

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press)- O São Paulo desperdiçou, na fria noite desta terça-feira, a chance de se reabilitar do revés para o Palmeiras e de se garantir entre os líderes ao final da décima rodada do Campeonato Brasileiro. Repleto de desfalques e com Jucilei poupado, o Tricolor sentiu a ausência de Nenê e não saiu de um monótono empate por 0 a 0 com o Internacional, em duelo direto por um lugar no G4.

Com 17 pontos ganhos, o time dirigido por Diego Aguirre assumiu provisoriamente a vice-liderança, mas pode perder posições no complemento da rodada. O Colorado, por sua vez, segue no quinto lugar, agora com 16 pontos, e também deve cair na tabela entre quarta e quinta-feira.

Em seu penúltimo jogo antes da pausa para a Copa do Mundo, o São Paulo tentará pôr fim ao tabu de jamais ter vencido o Atlético-PR na Arena da Baixada, a partir das 16 horas (de Brasília) do próximo sábado. Já o Inter visitará o Santos, na Vila Belmiro, no domingo, às 19 horas.

Em grande jogada individual de Lucas Fernandes, o São Paulo foi o primeiro a chegar com perigo. Logo aos cinco minutos, o jovem meia passou a bola entre as pernas do marcador na direita e tocou para Liziero, que arriscou de fora da área. A bola saiu com força e chegou quicando, mas Danilo Fernandes fez a defesa em dois tempos.

Embora tivesse o domínio da posse de bola, o Tricolor só voltou a assustar a meta gaúcha aos 36 minutos. Após cobrança de escanteio pela direita, a bola sobrou para Reinaldo na intermediária. O lateral esquerdo chutou forte, de primeira, e exigiu grande defesa do arqueiro colorado, que se esticou todo para evitar o primeiro gol da partida.

Pouco depois, Zeca bobeou dentro da área e Everton tomou a bola dele. Na sequência do lance, o camisa 18 cruzou rasteiro para o meio, mas a defesa não deixou que ela chegasse no apagado Diego Souza. Apesar da superioridade, os donos da casa não conseguiram abrir vantagem antes do intervalo.

A etapa complementar começou agitada. Em menos de dois minutos, os gaúchos arriscaram duas vezes de fora da área. O São Paulo respondeu com Lucas Fernandes, que chutou de primeira após cruzamento de Reinaldo. Bem colocado, Danilo Fernandes fez a defesa. No rebote, depois de dividida entre Diego Souza e Cuesta, a bola voltou para o goleiro.

Mas o Inter voltou determinado a dar mais trabalho para os mandantes. Aos seis minutos, aproveitando vacilo de Anderson Martins na linha de fundo, William Pottker finalizou em cima de Sidão. Na sobra, Damião tentou de bicicleta, mas mandou à direita da meta tricolor. Logo em seguida, novamente de bicicleta, o centroavante colorado tirou tinta do travessão.

Diego Aguirre, então, fez duas substituições simultâneas: entraram Shaylon e Araruna nos lugares de Lucas Fernandes e Tréllez. Odair Hellmann respondeu tirando o meia Lucca e colocando o atacante Rossi. O duelo, contudo, continuou morno e sem chances de gols para ambos os lados.

Como última cartada, o treinador uruguaio lançou mão de Paulinho na vaga de Liziero, ao passo que o comandante colorado sacou Charles e Pottker para as entradas de Camilo e Nico López. Mesmo com as novas mudanças, os times não melhoraram de rendimento e o confronto persistiu monótono, terminando empatado sem gols.

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Cinco brasileiros jogarão a Copa do Mundo por outros países

Tite anunciou há tempos os 23 jogadores que defenderão a seleção brasileira na Copa do Mundo. Apesar disso, não são apenas eles que levarão um pouco do Brasil para o torneio que será disputado na Rússia. Com o fechamento das listas nesta segunda-feira (4), cinco brasileiros garantiram vaga por outras seleções.

O caso mais antigo e clássico é o de Pepe. O veterano zagueiro irá para sua terceira Copa defendendo as cores de Portugal. Natural de Maceió, Alagoas, o defensor se naturalizou português em 2007, quando ainda defendia o Porto.

O país com mais brasileiros sem ser a seleção brasileira, no entanto, será a Espanha. A equipe de Julen Lopetegui conta com dois naturalizados: os atacantes Diego Costa e Rodrigo Moreno.

Também presente na lista, Thiago Alcântara é um caso diferente. Ele nasceu na Itália e possui cidadania brasileira por ser filho do ex-jogador Mazinho, que é brasileiro. Por causa disso, não entra na lista dos “naturalizados”.

Os outros dois representantes brasileiros vêm do Leste Europeu. Após recusar a convocação de Mano Menezes em 2011, Mario Fernandes se naturalizou russo e disputará a Copa do Mundo com a camisa da equipe da casa.

O último caso é de Thiago Cionek. Aos 32 anos, ele irá para a sua primeira Copa do Mundo com a camisa da Polônia. O zagueiro se naturalizou polonês no período em que atuou pelo Jagiellonia Białystok, entre 2008 e 2012. Com informações da Folhapress.

 

Pepe abraça o companheiro Cristiano Ronaldo
Pepe abraça o companheiro Cristiano Ronaldo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Diego Costa
Diego Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mario Fernandes
Mario Fernandes

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Thiago Alcântara
Thiago Alcântara

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Thiago Cionek
Thiago Cionek

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: FOLHAPRESS / Foto: © Rafael Marchante/Reuters

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Libertadores: Cruzeiro e Flamengo se enfrentam nas oitavas; veja duelos

Sorteio da Conmebol definiu os confrontos do mata-mata do torneio. Quartas podem ter Corinthians x Palmeiras
A Conmebol sorteou nesta segunda-feira os confrontos das oitavas de final da Copa Libertadores. A primeira fase do mata-mata terá um duelo brasileiro: Cruzeiro e Flamengo. Como o time carioca se classificou em segundo em seu grupo, a equipe mineira decide em casa. O confronto tem rivalidade recente: os dois clubes fizeram a final da Copa do Brasil de 2017, com o time de Belo Horizonte levando o título nos pênaltis.

Entre as outras equipes brasileiras, o Corinthians enfrenta o Colo-Colo (Chile), o Grêmio pega o Estudiantes (Argentina), o Palmeiras encara o Cerro Porteño (Paraguai) e o Santos joga contra o Independiente (Argentina). Os confrontos acontecem em agosto, depois da Copa do Mundo.

O sorteio também definiu o chaveamento da competição até a grande final. Caso Corinthians e Palmeiras passem de fase, se enfrentam em um clássico paulista já nas quartas de final. O sempre respeitado Boca Juniors vai jogar contra o vencedor do duelo brasileiro entre Cruzeiro e Flamengo caso elimine o Libertad nas oitavas.

Confira abaixo os duelos das oitavas e as chaves da Libertadores:
Clubes à esquerda decidem em casa

River Plate (ARG) x Racing (ARG)

Corinthians x Colo-Colo (CHI)

Cruzeiro x Flamengo

Grêmio x Estudiantes (ARG)

Atlético Nacional (COL) x Atlético Tucumán (ARG)

Libertad (PAR) x Boca Juniors (ARG)

Palmeiras x Cerro Porteño (PAR)

Santos x Independiente (ARG)
Por Da redação
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Grêmio vence o Bahia fora de casa

Neste domingo, o Grêmio subiu oito posições e chegou à vice-liderança do Campeonato Brasileiro (acabou caindo para terceiro com a vitória do Cruzeiro). Em partida na Arena Fonte Nova, a equipe de Renato Gaúcho venceu o Bahia por 2 a 0, com um gol no início marcado por Maicon, no rebote de um pênalti perdido pelo próprio meio-campista, e outro de Thaciano, no último minuto de jogo.

O triunfo em Salvador encerrou a sequência de empates do Grêmio. Junto a São Paulo e Chapecoense, o Tricolor é o time que mais empatou neste Brasileirão, com quatro igualdades, sendo que três dos últimos quatro jogos haviam terminado desta maneira.

Se o duelo na Arena Fonte Nova prometia ser aberto, tudo mudou com poucos minutos do primeiro tempo. Logo aos sete, Lucas Fonseca derrubou Ramiro na área e o árbitro Péricles Bassols marcou a penalidade. Na cobrança, Maicon foi para a bola e Douglas Friedrich fez a defesa, mas a bola voltou para o meio-campista abrir o marcador.

À frente no placar, o Grêmio pôde fazer o que mais gota: controlar a partida. Obstinado pela bola, o Tricolor passou a trocar passes rápidos e manter a posse a ponto de fazer ‘rodas de bobinho’ com o Bahia em alguns momentos.

O Bahia não conseguiu assustar e o Grêmio sentiu muito a falta de um meia mais criativo em campo. O garoto Thonny Anderson não conseguiu dar o ritmo que os gaúchos precisavam, pouco tocou na bola e passou apenas nove vezes. Renato enxergou o problema e, ainda no intervalo, sacou Ramiro para a entrada de Lima.

Na etapa final, porém, o Grêmio passou a se comportar como os visitantes na Arena. O Bahia chegou a 52% de posse de bola, mas marcando forte, bem fechado na defesa, e com cinco cartões amarelos recebidos, o Tricolor não deu chances ao adversário.

No fim, os visitantes ainda foram premiados com o segundo gol. Everton disparou pela esquerda, tocou para o meio e Pepê errou a bola. O goleiro Douglas tentou afastar com um tapa no rebote, mas Thaciano apareceu para completar para as redes.
Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Lucas Uebel/assessoria)

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Corinthians cai no Maracanã e Flamengo dispara na liderança

O Corinthians poderia encostar na liderança do Campeonato Brasileiro com o confronto direto diante do Flamengo, mas vai acabar o fim de semana fora até mesmo do G4, mais precisamente na sétima colocação, com 14 pontos, podendo cair ainda mais na tabela de classificação no caso de o Fluminense não perder nessa segunda, no encerramento da nona rodada.

Nesse domingo, um gol de Felipe Vizeu no rebote de Walter garantiu a vitória do Flamengo por 1 a 0 no Maracanã, onde a equipe rubro-negra não vencia os corintianos desde 2014, e deixou os cariocas ainda mais isolados na liderança, com 20 pontos, temporariamente quatro pontos acima do segundo colocado.

Apesar da disponibilidade de Roger, Osmar Loss novamente preferiu armar seu time sem um centroavante de origem. O plano certamente não previa uma dificuldade tão grande na transição entre a defesa e o ataque. Os excessivos erros na saída de bola dos corintianos colaboraram para a pressão flamenguista na primeira metade do primeiro tempo.

O time rubro-negro tentava encontrar os espaços pelas laterais. Mantuan teve muito trabalho contra o abusado Vinicius Júnior, mas sobreviveu bem ao teste de fogo. Sem conseguir infiltrar, os cariocas forçaram além da conta as jogadas de bola aérea, e nesse quesito a defesa alvinegra também se comportou bem.

O panorama do clássico se alterou depois dos 33 minutos, e não por ação pensada de nenhum dos técnicos. Uma lesão na coxa direita de Jadson culminou com a entrada de Roger e forçou o Corinthians a mudar sua postura em campo. Sorte de Loss, que passou a assistir seu time com mais posse de bola e perigoso nas ações ofensivas.

Apesar das estratégias bem definidas e do clima favorável no Maracanã, o duelo das duas maiores torcidas do Brasil foi para o intervalo sem gols e sem ações efetivas dos dois goleiros.

O ritmo se manteve na etapa final. Lucas Paquetá, como de costume, se doava no gramado molhado, Diego chamava a responsabilidade, enquanto Éverton Ribeiro e e Henrique Dourado pouco faziam.

Do outro lado, Rodriguinho, talvez a maior esperança dos visitantes, vivia péssima tarde, errando praticamente tudo que tentava. Mateus Vital, de volta ao Rio desde sua saída do Vasco, não mostrava algo tão diferente. Pedrinho é quem carregava o ataque alvinegro, mas novamente acabou substituído por Marquinhos Gabriel.

Sem muito brilho, com mais luta do que futebol, mais erros do que acertos, o jogo seguiu arrastado. O Flamengo ao menos continuou na luta por um gol, insistiu, se lançou contra um Corinthians que aparentemente se satisfazia com o empate fora de casa.

O castigo pela falta de ousadia dos alvinegros se coincidiu com o prêmio pela coragem rubro-negra. Perto do fim, Lucas Paquetá obrigou Walter a executar grande defesa. O goleiro, no entanto, não conseguiu espalmar para fora, e a bola sobrou limpa para Felipe Vizeu estufar as redes pouco depois de entrar no lugar do vaiado Henrique Dourado.

Osmar Loss, na base do desespero, tentou o empate até com Kazim, mas era tarde demais e o Corinthians não tinha criatividade nesse domingo para chegar ao gol. Quando esteve mais perto de balançar as redes, o árbitro Anderson Daronco resolveu encerrar o jogo, apesar da bola dentro da área, nos pés de Roger, de frente para Diego Alves. Assim, o clássico terminou com muita reclamação dos paulistas, enquanto os flamenguistas não se poupavam na comemoração da vitória.

Na próxima rodada, as duas equipes têm clássicos regionais pela frente. Enquanto o Timão recebe o Santos às 21h da quarta-feira, em Itaquera, o Mengão visita o Fluminense, às 20h de quinta, no Mané Garrincha.

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Gilvan de Souza)

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Neymar volta e comanda a vitória do Brasil em teste contra a Croácia

Neymar está de volta. Neste domingo, após um primeiro tempo sonolento, o astro do Paris Saint-Germain substituiu o volante Fernandinho no amistoso contra a Croácia e provou estar plenamente recuperado da contusão que o afastou dos gramados nos últimos três meses. Foi dele o primeiro gol da vitória por 2 a 0 em Anfield, casa do Liverpool. Roberto Firmino, atacante do time inglês, fechou o placar nos acréscimos.

O amistoso foi o penúltimo da Seleção Brasileira antes da estreia na Copa do Mundo da Rússia. No domingo que vem, em Viena, o time dirigido por Tite será testado diante da Áustria, que não estará no Mundial, mas derrotou a Alemanha por 2 a 1 no sábado. Já a Croácia ainda jogará contra Senegal na sexta-feira, diante do seu povo.

No grupo E da Copa do Mundo, o Brasil terá pela frente a Suíça (17/06), a Costa Rica (22/06) e a Sérvia (27/06). A Croácia está na chave D, pela qual enfrentará a Nigéria (16/06), a Argentina (21/06) e a Islândia (26/06).

Com o volante Fernandinho como armador central, a Seleção Brasileira era pouco criativa diante de um time que não tinha interesse de propor o jogo, como ocorreu no último amistoso, contra a Alemanha. Mesmo com a postura comedida, a Croácia passou bastante tempo com a bola nos primeiros minutos.

O Brasil só foi finalizar pela primeira vez aos 22 minutos, quando Philippe Coutinho arriscou um chute de fora da área e mandou a bola por cima do gol. Tentando se sentir em casa no estádio do Liverpool, seu ex-clube, o meia procurou se encarregar de fazer o jogo da Seleção fluir, com mais uma conclusão torta na sequência.

As jogadas violentas, porém, ainda causavam maior preocupação do que os ataques das duas equipes. Thiago Silva, por exemplo, recebeu uma entrada dura no joelho e ficou um tempo considerável caído no gramado. Depois, levantou-se, fazendo com que o concorrente Marquinhos voltasse a se sentar no banco de reservas.

Nos minutos finais da primeira etapa, quem se soltou foi Willian, tentando triangular com Danilo e Paulinho na ponta direita e concluir cruzado. Ainda era muito pouco, contudo, para uma equipe que chegará à Copa do Mundo da Rússia credenciada como uma das favoritas à conquista do troféu.

Tite tinha uma solução óbvia para dar mais mobilidade à Seleção Brasileira no segundo tempo. Recuperado da cirurgia para corrigir uma fratura no quinto metatarso do pé direito, Neymar foi acionado e enfim voltou a jogar. Substituiu Fernandinho, que não conseguia render como um articulador ofensivo.

Bastaram 10 minutos para perceber que o Brasil era outro com a mudança, apresentando um futebol bem mais vistoso. Nesse período, Willian, Coutinho e Marcelo fizeram a defesa da Croácia trabalhar, e o técnico Zlatko Dalic resolveu entrar em ação. Trocou Corluka por Caleta-Car e, depois, Modric por Kovacic.

As alterações croatas foram a senha para Tite começar a fazer testes e a preservar jogadores da formação brasileira. Marcelo e Gabriel Jesus saíram para as entradas de Filipe Luís e Roberto Firmino, atacante do Liverpool, clube anfitrião do amistoso deste final de semana. Mais tarde, Marquinhos substituiu Miranda.

Apesar de bastante mexido, o Brasil conseguiu inaugurar o marcador. Aos 23 minutos, Willian enfiou a bola para Coutinho, que acionou Neymar do lado esquerdo da área. Já sem insegurança por ter se reabilitado há pouco tempo de contusão, o astro clareou entre três defensores e concluiu com força, para o travessão e a rede.

O Brasil passou a jogar mais tranquilo depois de construir a vantagem, com mais espaço e bastante velocidade pelos lados do campo. Nos minutos finais, Tite aproveitou para fazer outras duas alterações. Fred e Taison, ambos do Shakhtar Donetsk, assumiram os postos de Coutinho e Willian, desentrosando o ataque nacional.

Mesmo com a sua equipe já sem tanta organização tática, tal qual ocorria com a Croácia, o Brasil ampliou. Aos 47 minutos do segundo tempo, Roberto Firmino recebeu lançamento de Casemiro dentro da área, matou no peito e encobriu o goleiro Subasic para completar a festa diante de muitos torcedores do Liverpool.
Fonte: Gazeta Esportiva (foto: Pedro Martins)

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Argentino é sondado para assumir vaga de Zidane no Real Madrid

Zinedine Zidane mal saiu do Real Madrid e as especulações sobre quem assumirá o comando do clube espanhol já começaram. Um dos nomes cotados é Mauricio Pochettino, técnico do Tottenham. O Real teria, inclusive, feito um breve contato com o argentino, segundo informações do jornal “Marca”.

Mesmo com um contrato renovado até 2023 com o Spurs, Pochettino teria recebido uma ligação para rever a oferta da equipe inglesa e aceitar uma transferência para o time madrilenho. Na manhã desta quinta-feira (31), o presidente Florentino Pérez se reuniu com membros da diretoria do Real Madrid para debater possíveis nomes.

Entre as cogitações citadas na reunião, conforme a notícia espanhola, estão Arsène Wenger, Allegri, Joachim Löw e Antonio Conte. Zidane anunciou que deixará o Real Madrid na manhã desta quinta.

Por Notícias ao Minuto
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