Em jogo com fim polêmico, Santos empata com Botafogo e amplia jejum

O Santos completou a quinta partida consecutiva sem vitória no Campeonato Brasileiro durante a tarde deste sábado. No Estádio do Engenhão, com um gol do Botafogo anulado nos minutos finais, o time comandado por Cuca empatou por 0 a 0, resultado que mantém a equipe perigosamente próxima da zona de rebaixamento.

Com 17 pontos ganhos, o Santos aparece apenas no 15º posto e corre risco de terminar a rodada no grupo da degola, já que pode ser ultrapassado por Bahia e Chapecoense, ambos com 17 pontos. Já o Botafogo, com 21 pontos, detém o 10º posto do torneio nacional.

Em jogo antecipado, válido pela primeira rodada do returno, o Santos volta a campo para enfrentar o Ceará às 19h30 (de Brasília) desta quarta-feira, no Estádio Presidente Vargas. Já o Botafogo pega o Paraná às 11 horas do próximo domingo, no Durival de Britto.

O Jogo – Posicionado em um camarote do Engenhão, o técnico Tite viveu poucas emoções no primeiro tempo. Defendido pelo estreante meio-campista uruguaio Carlos Sanchez, o Santos criou pouco e praticamente não deu trabalho algum ao goleiro Saulo durante a metade inicial.

Já o Botafogo, dirigido interinamente por Bruno Lazaroni, cresceu nos minutos finais do primeiro tempo e chegou ao ataque de forma consistente. Na melhor chance, Gustavo Henrique cortou errado e deu a bola de presente para Pimpão, que cruzou pela direita. Kieza foi travado e, na sobrea, Luiz Fernando mandou para fora.

O Santos respondeu no segundo tempo e quase saiu na frente. Sanchez rolou para esquerda e, após intervenção da defesa botafoguense, a bola sobrou para finalização de Victor Ferraz. Saulo defendeu parcialmente e a bola tocou no travessão. No rebote, com o goleiro caído, Yuri Alberto cabeceou para grande defesa do arqueiro adversário.

Em busca de sua primeira vitória como técnico do Santos, Cuca fez as três alterações e, na última mudança, resolveu promover a estreia do atacante paraguaio Derlis Gonzalez, colocado no lugar de Bruno Henrique. Ainda assim, o placar permaneceu inalterado.

Aos 40 minutos do segundo tempo, Renatinho recebeu nas costas da defesa santista e levou a melhor diante de Vanderlei. No entanto, o trio comandado pelo árbitro Paulo Roberto Alves Junior anulou o gol ao marcar impedimento de Luiz Fernando, o que revoltou atletas e torcedores botafoguenses.

Gazeta Esportiva (foto: Ide Gomes)

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Fluminense marca gol olímpico e abre vantagem sobre o Defensor

Com gols marcados no final da partida, o Fluminense derrotou o Defensor, do Uruguai, por 2 a 0, em partida disputada na noite desta quinta-feira, no Maracanã, pela segunda fase da Copa Sul-Americana. A vitória fez o Tricolor das Laranjeiras abrir boa vantagem para o jogo da volta, que acontecerá no próximo dia 16, em Montevidéu.

O time carioca pode até perder por 1 a 0 para garantir a classificação. O zagueiro Digão, de cabeça, e o meia Sornoza, com belo gol olímpico, marcaram. Quem avançar deste confronto vai enfrentar nas oitavas de final o Deportivo Cuenca, do Equador, que eliminou o Jorge Wilstermann, da Bolívia.

O resultado fez justiça ao desempenho das duas equipes. O Fluminense procurou o gol desde o início da partida e acabou vendo o esforço premiado, enquanto a equipe uruguaia passou a maior parte do jogo tentando paralisar a partida, com faltas e simulações de contusões. E acabou castigada ao sofrer gols quando não tinha mais tempo para reagir.

O Fluminense começou a partida marcando a saída de bola e dificultando a troca de passes do time uruguaio. Logo no primeiro minuto, Marcos Junior desarmou um adversário e criou grande confusão na área do Defensor que teve muita dificuldade para aliviar o perigo.

Aos cinco minutos, o lateral-direito Léo cruzou na área, Pedro se esticou, mas não conseguiu alcançar a bola. Logo depois foi a vez do zagueiro Gum, em cobrança de escanteio, cabecear com perigo para o gol de Reyes.

O Fluminense controlava totalmente a partida e mantinha a pressão sobre a defesa uruguaia. O Defensor apenas procurava bloquear os avanços da equipe brasileira e nem se arriscava a tentar jogadas de ataque.

O dominio da equipe tricolor era total. Aos 19 minutos, o lateral Ayrton Lucas cruzou e Sornoza cabeceou com muito perigo. A bola tirou tinta do poste. Um minuto depois, Ayrton Lucas novamente se livrou da marcação e cruzou para Sornoza. O equatoriano chutou e o goleiro Reyes defendeu parcialmente. A bola bateu em Cardacio e quase entrou, mas a defesa uruguaia conseguiu mandar a bola para escanteio.

Aos 28 minutos, o lateral esquerdo Cougo se lesionou e foi obrigado a deixar o campo para a entrada de Rivero. Logo depois foi a vez de Marcos Junior desperdiçar uma boa chance. Ele foi lançado na corrida, mas adiantou a bola e permitiu que o goleiro Reyes controlasse a situação.

Apesar de ficar com a bola, nos pés, o Fluminense encontrava muita dificuldade para furar a retranca pelo Defensor. A defesa uruguaia congestionava a entrada da área e não permitia que o Tricolor das Laranjeiras criasse condições para finalizar.

O Fluminense voltou sem alterações para o segundo tempo e continuou marterlando, em busca do primeiro gol. Aos quatro minutos, após cobrança de escanteio, o zagueiro Digão subiu mais que todo mundo e cabeceou por cima do travessão. Aos nove, o goleiro Reyes saiu bem do gol para socar a bola para longe, após cruzamento de Léo, pela direita. Logo depois, Marcos Junior ganhou a jogada pela esquerda e tentou lançar Pedro na área, mas a zaga afastou.

O Defensor se preocupava apenas com a defesa e deixava apenas o atacante Waterman isolado na frente, sem qualquer chance de ganhar as disputas de bola.

Para tornar o time mais ofensivo, o técnico Marcelo Oliveira trocou o lateral-direito Léo pelo atacante Everaldo. O volante Jadson foi deslocado para ocupar a lateral. Aos 14 minutos, Matheus Alessandro deu uma pedalada pela esquerda e cruzou rasteiro para a pequena área, mas o goleiro Reyes ficou com a bola.

O Defensor fazia tudo para gastar o tempo e irritava os jogadores do time carioca.
Matheus Alessandro voltou a aparecer bem aos 20 minutos. Ele se livrou de dois marcadores e bateu cruzado, mas a bola saiu fraca e facilitou a defesa de Reyes.
Um minuto depois, o Fluminense perdeu a sua melhor chance. Marcos Junior investiu pela direita e cruzou para Pedro que entrava na pequena área. O artilheiro pegou mal na bola e mandou para fora, frustrando a torcida.

O Tricolor teve mais uma chance para marcar após ótima jogada de Digão na área, a bola acabou nos pés de Marcos Junior que chutou, mas o goleiro Reyes fez defesa parcial e a zaga aliviou para escanteio.

O jogo seguia muito truncado. O Defensor ganhava todo o tempo que podia e ia enervando o time do Fluminense que não tinha tranquilidade para superar a retranca uruguaia.

Aos 40 minutos, Sornoza bateu falta na entrada da área e a bola passou perto do travessão. Logo depois, Ayrton Lucas chutou e o goleiro Reyes desviou para escanteio.
Na cobrança, o Fluminense marcou o primeiro gol aos 41 minutos. O zagueiro subiu mais do que a zaga uruguaia para cabecear sem defesa para o goleiro do Defensor.
O time uruguaio se abriu para buscar o empate e acabou sofrendo o segundo gol. Em cobrança de escanteio, Sornoza marcou um belo gol olímpico e definiu o resultado da partida.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Mauro Pimentel/AFP)

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Palmeiras perde pênalti e fica no empate com o Bahia pela Copa do Brasil

Nas primeiras participações efetivas do VAR no futebol brasileiro, o Palmeiras de Paulo Turra não agradou, jogou mal e ficou no empate sem gols com o Bahia, na Arena Fonte Nova, pela ida das quartas de final da Copa do Brasil. No segundo tempo, Bruno Henrique perdeu pênalti, Anderson Daronco voltou atrás de um cartão vermelho para o tricolor Gregore em ação do vídeo e Deyverson foi expulso em nova cooperação da tecnologia.

Antes de qualquer análise tática, Dudu, pelo terceiro jogo consecutivo, perdeu chance clara de gol de frente para o goleiro. Moisés recebeu no meio-campo e tentou passe na direita para Deyverson, mas a bola desviou na zaga e foi para o lado contrário, onde o camisa 7 dominou e chutou em cima de Anderson.

Apesar da chance perdida, o início era animador para os palmeirenses. Nos primeiros minutos, a filosofia de Turra de “atacar a bola” apareceu bem, com sua equipe pressionando o Bahia em seu campo de defesa e dificultando a saída de bola adversária. A tática, no entanto, durou pouco.

Pela segunda vez na temporada, Deyverson foi escalado como titular do Verdão. No primeiro tempo, a orientação foi clara para que os palestrinos buscassem o jogo aéreo do centroavante, que foi bastante participativo, mas pecou tecnicamente e perdeu a maioria das disputas pelo alto. Em sua oportunidade mais clara, tentou um lindo voleio, mas errou.

A chance do camisa 16, foi a última do Palestra como ‘dono’ do jogo. Se aproveitando do tripé de meio-campo alviverde, que não funcionou com Felipe Melo à frente da zaga, e Moisés e Bruno Henrique como meias, o Bahia passou a dominar o centro de campo e, com isso, a partida.

Até o intervalo, o Bahia cresceu no jogo e a Arena Fonte Nova foi incendiando. Acuado, o Palmeiras não conseguia sair da defesa sem dar chutões na direção de Deyverson, mas o Tricolor pouco criou e o primeiro tempo terminou sem gols.

Na etapa final, o Verdão alterou a característica que vinha mostrando nos primeiros 45 minutos e assumiu de vez a proposta do contra-ataque. Com a entrada de Artur no lugar do contundido Willian, o Palmeiras conseguiu o esperado contragolpe. Dudu avançou pela esquerda e inverteu o jogo para o garoto, que foi derrubado por Gregore na área, aos 30 minutos.

A partir daí o que aconteceu foi história no futebol brasileiro. Anderson Daronco apontou corretamente o pênalti e expulsou o volante Gregore. Após se comunicar com Leandro Vuaden pelo rádio, porém, o árbitro resolveu não apenas revisar a jogada na plataforma do VAR, como discutir com a equipe assistente. Após mais de cinco minutos de paralisação, a penalidade foi confirmada e o cartão vermelho para o baiano substituído pelo amarelo.

Depois de tanta confusão, Bruno Henrique, capitão e terceiro artilheiro da equipe no ano, foi para a bola e carimbou o travessão. Mais uma vez, com o erro dos visitantes, o Bahia cresceu no jogo e Paulo Turra se desesperou e trocou Dudu por Thiago Santos. Com dois marcadores no meio-campo – o camisa 5 jogou ao lado de Felipe Melo – o Maior Campeão do Brasil não teve uma oportunidade sequer de atacar e se limitou a segurar o empate sem gols.

Ainda houve tempo para o VAR aparecer pela segunda vez, já aos 45 minutos. Deyverson disputou bola pelo alto e acertou uma cotovelada no rosto de Mena. Em pouco tempo, Daronco foi avisado pela equipe de vídeo, acabou expulso e deixou o gramado chorando.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Gazeta Press/Djalma Vassão)

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São Paulo domina, mas é castigado e perde para o Colón pelo Sul-Americana

Se no Campeonato Brasileiro o São Paulo vai muito bem, obrigado, nesta quinta-feira, em duelo válido pela segunda fase da Copa Sul-Americana, o time comandado por Diego Aguirre não conseguiu repetir a dose. Recebendo o modesto Colón, da Argentina, no estádio do Morumbi, o Tricolor mandou no jogo, mas não demonstrou a mesma eficiência de outrora e acabou amargando a derrota por 1 a 0, graças ao gol de Matis Fritzler, marcado aos 34 minutos do segundo tempo.

Apostando em Bruno Peres como volante na vaga de Liziero, poupado, Aguirre viu sua equipe não conseguir furar a retranca do time adversário e provar do próprio veneno, já que o Colón matou o jogo em uma das raras chances que teve na partida, a exemplo do que o São Paulo vem tentando fazer quando joga fora de casa.

Diego Aguirre somou sua primeira derrota no estádio do Morumbi. Desde que assumiu, o treinador uruguaio contava com oito vitórias e três empates quando sua equipe atuava em casa.

Agora, o São Paulo terá de decidir a classificação para as oitavas de final da Copa Sul-Americana na Argentina, no próximo dia 16, no estádio Santa Fé. Quem avançar terá pela frente o Junior Barranquilla, da Colômbia, que eliminou o Lanús nos pênaltis.

O São Paulo começou o primeiro tempo comandando as ações ofensivas e praticamente inteiro no campo de ataque. Rodando a bola de um lado para o outro na busca por espaços, o time de Aguirre enfrentou dificuldades para furar a retranca defensiva do rival, muito inferior tecnicamente, mas que conseguiu ir para o intervalo com o placar inalterado após alguns momentos de apuro durante os 45 minutos iniciais.

A primeira boa oportunidade do São Paulo aconteceu aos 16 minutos, em boa trama do ataque. Reinaldo acionou Nenê, que fez o corta-luz para Diego Souza. O camisa 9 tricolor tocou de primeira para Everton, porém, o jogador não teve sorte ao dominar dentro da área, finalizando próximo à trave direita do goleiro Fabián.

Posteriormente, aos 28 minutos, foi a vez de outro ponta do São Paulo desperdiçar uma grande chance. Militão levou pela linha de fundo e cruzou para a área. O zagueiro que marcava Joao Rojas não conseguiu rebater a bola e ela sobrou para o equatoriano, que dominou, mas, ao fazer o arremate, a mandou por cima do travessão, deixando o grito de “gol” entalado na garganta dos torcedores que compareceram ao Morumbi na fria noite desta quinta-feira.

Tentando aproveitar o momento de pressão do São Paulo, Bruno Peres, que fazia sua estreia como titular da equipe, decidiu testar o goleiro adversário experimentando de fora da área. O lateral-direito, improvisado por Diego Aguirre no meio-campo, conseguiu se desvencilhar da marcação e bateu forte aos 32 minutos, mas a bola mais uma vez passou rente à trave direita de Fabián.

Sem reverter sua superioridade em gols, o Tricolor quase foi castigado já no finalzinho do primeiro tempo, mais precisamente aos 44 minutos, quando Godoy completou para o gol após desvio de cabeça de Fritzler em cobrança de escanteio, mas, por sorte, Jean viu a bola resvalar no travessão e sair pela linha de fundo.

Já na etapa complementar o São Paulo não perdeu tempo e por pouco não balançou as redes logo aos quatro minutos. Hudson acionou Diego Souza, que ao tentar fazer o pivô na entrada da área teve a bola rebatida. O próprio volante tricolor que iniciou a jogada ficou com a sobra e bateu de primeira, tirando tinta da trave do goleiro adversário. Dez minutos depois, Hudson voltou a protagonizar ótima chance de gol, desta vez tentando completar de carrinho a bola escorada por Diego Souza na área, mas o goleiro Fabián chegou antes para fazer o bloqueio.

Aos 21 minutos, foi a vez de o São Paulo carimbar o travessão. Nenê cobrou falta, a bola desviou na barreira e na sobra Bruno Alves cabeceou praticamente na pequena área, aproveitando a saída do goleiro, mas foi outro atleta tricolor que não teve sorte em sua investida e carimbou o travessão, gerando grande frisson nas arquibancadas.

A exemplo do primeiro tempo, o Tricolor seguiu muito próximo do gol, mas sem conseguir abrir o placar. Aos 30 minutos, Nenê, com seu já famigerado chute de chapa, mandou a bola muito próxima do ângulo direito de Fabián, que apenas a observou torcendo para que ela saísse pela linha de fundo.

Se na etapa inicial o castigo ao São Paulo não veio, no segundo tempo a história foi diferente. Sem conseguir marcar, o time comandado por Aguirre abriu espaço para o Colón sair no contra-ataque. Aos 34 minutos, Fritzler, na entrada da área, ficou com o rebote do cruzamento feito pela esquerda e mandou para o gol de primeira. A bola ainda desviou na zaga antes de entrar no ângulo direito do goleiro Jean, que nada pôde fazer para evitar a derrota do Tricolor em pleno Morumbi.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press)

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Corinthians encerra tabu e sai na frente da Chapecoense na Copa do Brasil

O Corinthians contou mais uma vez com um Romero inspirado para quebrar um dos poucos tabus negativos da Arena Corinthians. Triunfante pelo placar de 1 a 0, construído com uma cabeçada do paraguaio ainda no primeiro tempo, o Timão venceu a Chapecoense pela primeira vez no seu estádio após quatro duelos. De quebra, o Timão ainda leva a vantagem de poder empatar o o jogo em Chapecó para assegurar uma vaga na semifinal da Copa do Brasil.

O embate de volta está marcado para o dia 15 deste mês, daqui duas semanas, e será realizado na Arena Condá, às 21h45 (de Brasília). Antes disso, no entanto, os comandados de Osmar Loss terão pela frente a equipe do Atlético-PR, às 21h (de Brasília) do sábado, em Itaquera, enquanto a Chape segue em viagem, dessa vez para o Recife, onde, às 19h (de Brasília) do domingo, enfrenta o Sport.

Loss disse na entrevista concedida pré-jogo que os primeiros minutos de um jogo mata-mata normalmente são mais estudados, sem tantos riscos, mas o seu discurso não foi reproduzido no confronto da sua equipe com a Chape. Após uma pressão inicial, o Alvinegro saiu na frente ao mostrar uma virtude já conhecida dos últimos anos, cada vez mais característica também do trabalho do novo treinador.

Aos seis minutos, Cássio saiu bem em escanteio e ficou com a bola. O goleiro pediu alguém pela esquerda, mas não foi atendido, optando por um longo – e preciso – lançamento para Pedrinho. O canhoto dominou bem, cortou para o pé bom e cruzou na medida para Romero, que testou no canto de Jandrei para abrir o placar. Muita festa na Arena, principalmente para o arqueiro, celebrado por todo o banco de reservas.

O Timão seguiu melhor por cerca de 30 minutos, trocando passes rápidos e mantendo a Chape bem longe do seu gol. A vantagem poderia ter sido ampliada aos 25, quando Pedrinho recebeu na entrada da área e chutou forte, carimbando o travessão Pouco depois, Avelar recebeu do garoto dentro da área, mas acabou encaixotado pela marcação e não consegui dar seguimento a outro bom lance do ataque alvinegro.

Até então apenas assistindo os donos da casa, a Chape passou a se soltar aproveitando a velocidade de Eduardo pelo lado direito. Sem pensar muito nas jogadas, o lateral colocou na frente sempre que pôde e conseguiu faltas e escanteios. Em um deles, a bola foi desviada na primeira trave por Amaral, mas Wellington Paulista não alcançou para mandar ao gol. Um susto que os corintianos levaram consigo para o intervalo.

A volta para o segundo tempo mostrou uma Chape mais confiante na troca de passes e retendo a posse de bola. Gilson Kleina, aparentemente satisfeito com a postura da sua equipe e com a desvantagem mínima para o jogo da volta, ele ainda tirou de campo o meia Osman para colocar Márcio Araújo. O volante posicionou-se para dar mais segurança na entrada da área e liberar Elicarlos para o ataque.

Os catarinenses se soltaram para o ataque aos poucos enquanto o Timão parecia mais cansado. Com uma intensidade muito abaixo da demonstrada na primeira etapa, Loss deslocou Pedrinho para a função de centroavante, voltando Romero para a ponta direita. O paraguaio, como sempre, dobrou a marcação com Fagner e facilitou o trabalho de marcação pelos lados, grande trunfo da Chape até então.

Os visitantes, sem se exporem tanto, conseguiram alguns lances de perigo em flatas na entrada da área, ambas cometidas de forma infantil pelo volante Douglas. Bruno Pacheco, porém, não mostrou a mesma precisão do primeiro tempo e isolou os dois chutes a gol. O lance de maior perigo saiu dos pés de Eduardo, que arriscou da entrada da área e exigiu boa defesa de Cássio, espalmando para longe.

Loss procurou dar pernas mais descansadas ao seu ataque trocando todos menos Romero da linha de quatro atletas à frente. Foi do paraguaio, porém, quem continuou a ditar as ações na frente. Único que segurou a posse na frente, criou bom lance ao dar lindo passe para Sheik, que invadiu a área e bateu cruzado, mas para fora. Depois, nos acréscimos, Araos arrancou bem e exigiu boa defesa de Jandrei.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

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Grêmio cede empate para o Flamengo pela Copa do Brasil

O Grêmio empatou nesta quarta com o Flamengo por 1 a 1 na Arena pela primeira partida das quartas de final da Copa do Brasil. Após um começo de jogo que marcou forte o time carioca, o Tricolor Gaúcho acabou cedendo terreno para o Mengão. A equipe gremista abriu vantagem através de Luan, mas após recuar muito no segundo tempo não resistiu a pressão e permitiu a igualdade nos descontos com gol de Lincoln.

Como não tem saldo qualificado na competição um novo empate leva a decisão da vaga para os pênaltis. Uma vitória simples dará classificação tanto os cariocas e gaúchos. O jogo contou com a presença ilustre do técnico da Seleção Brasileira, Tite, que observou atletas para futuras convocações.

O jogo de volta entre Flamengo e Grêmio ocorre no dia 15, quarta, às 21h45(Horário de Brasília), no Maracanã. As duas equipes tem novo encontro neste sábado desta vez pelo Campeonato Brasileiro, às 19h(Horário de Brasília), na Arena.

Logo com a saída de bola o Grêmio foi para cima do Flamengo. Com 01 minuto, Luan avançou e testou Diego Alves da entrada da área. Goleiro faz a defesa. O Tricolor Gaúcho marcou a saída de bola do Mengão dificultando o toque de bola. A primeira chegada mais perigosa do time carioca ocorreu, aos 09, quando Marlos Moreno deixou Geromel para trás, limpou a jogada e chutou de direita. Marcelo Grohe voou para fazer a defesa e colocou para escanteio.
Depois de um começo de pressão gremista, a equipe carioca conseguiu ficar mais com posse de bola.

Os dois sistemas defensivos prevalecem sobre os ataques. Aos 29, sem espaço para criar jogadas, o Grêmio seguiu arriscando de fora da área. Agora, é a vez de Cícero, que levou perigo ao gol de Diego Alves. Um minuto depois veio a resposta do Flamengo através de Rodinei que recebeu do lado esquerdo. Ele foi para cima de Marcelo Oliveira, limpou a jogada e chutou de esquerda. A bola desviou em Kannemann, e Marcelo Grohe voou para fazer linda defesa.
Com dificuldade de entrar na área, Cícero mais uma vez, aos 31, arriscou de longe. Diego Alves espalmou para escanteio. Aos 35, Diego levantou, Paquetá dominou, e a zaga do Grêmio afastou para escanteio. Na cobrança, Cuéllar finalizou e Grohe fez defesa segura.

Em jogada envolvente pelo lado direito, aos 37, Léo Moura passou por Marlos, tabelou com Ramiro e rolou na medida para Luan que escorou de primeira para o fundo da rede. Esse foi o gol de número 300 da equipe gremista na Arena.
Foi uma disputa de xadrez nessa etapa inicial com o Grêmio melhor nos primeiros minutos e logo na sequência o Flamengo tomou conta das ações da partida. Mas na reta final do primeiro tempo, o Tricolor Gaúcho retomou o controle do jogo e chegou ao gol numa linda jogada.

O Grêmio recuou as suas linhas defensivas e apostou nas jogadas de contra-ataque no segundo tempo. Por sua vez, o Flamengo tem mais a posse de bola, porém sem sucesso não conseguiu encontrar espaços. Um velho conhecido dos Colorados fez a sua estreia com a camisa do time carioca, o atacante Vitinho entrou no lugar de Marlos Moreno.
Mais uma vez o centroavante André tem uma atuação apagada e acabou sendo substituído por Jael que foi muito aplaudido pela torcida gremista. Sem poder de penetração na área, o Mengão apelou para chutes de fora da área. Enquanto os comandados de Renato Portaluppi não conseguiram encaixar uma jogada de contra-ataque.

Para chegar ao empate, a equipe carioca explorou as jogadas realizadas por Vitinho. Entretanto mesmo virando o jogo de um lado para o outro, o Flamengo seguiu sem penetrar na área gremista. Muito recuado o Grêmio tratou de administrar a vantagem e não levou perigo a meta de Diego Alves.

A reta final de partida tem pressão do Mengão que quase chegou ao empate. Aos 41, Lucas Paquetá chamou a responsabilidade e faz fila pela esquerda. Camisa 11 entrou na área e chutou forte para mais uma boa defesa de Marcelo Grohe. Aos 44, Cuéllar se soltou, pedalou dentro da área, limpou a jogada e cruzou para Diego no segundo pau. Camisa 10 subiu, com Grohe praticamente batido, cabeceou para fora. De tanto insistir o Flamengo de forma justa conseguiu a igualdade. Aos 48, Renê tabelou bonito com Everton Ribeiro, vai até o fundo e cruzou para Lincoln escorar de primeira.

Por:Gazeta Esportiva (foto: Lucas Uebel/FBPA)

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Bruno Henrique faz dois e Palmeiras atropela o Paraná no Allianz

O Palmeiras de Wesley Carvalho impressionou. Na estreia do técnico interino, que dará lugar a Luiz Felipe Scolari, o Verdão teve mudanças táticas, de escalação e na postura em campo. Assim, com atuação convincente, dois gols de Bruno Henrique e outro de Lucas Lima, o Maior Campeão do Brasil atropelou o Paraná e venceu por 3 a 0 no Allianz Parque.

Com Wesley Carvalho no comando do Alviverde, a equipe teve novidades na escalação. Artur fez sua estreia como titular pela equipe profissional, Scarpa deixou o lado direito e passou a jogar centralizado, e Moisés pôde atuar em sua posição preferida: como segundo volante. Mais uma vez, foi o companheiro do camisa 10, porém, quem orquestrou o Verdão no primeiro tempo.

O início do duelo foi de ritmo lento, com o Paraná armado da maneira prevista pelo interino palmeirense antes do jogo: 4-1-4-1, com duas linhas bem definidas, fechando as ações ofensivas do Verdão e esperando o bote para encaixar um contra-ataque. O Palestra teve dificuldade em achar espaços, especialmente pelo meio, mas quando Bruno Henrique apareceu, o jogo mudou.

Scarpa roubou bola no ataque, Dudu avançou pela esquerda e cruzou rasteiro para Willian. Bigode fez bem o pivô e rolou para Bruno Henrique chegar chutando forte de fora da área e estufar as redes aos 16 minutos.

O tento mudou o panorama do jogo, mas não como vinha acontecendo com Roger Machado, quando o Palmeiras recuava assim que inaugurava o marcador. Scarpa, antes com dificuldade de aparecer às costas da segunda linha de quatro do Paraná, passou a flutuar bastante pelo meio e achar lacunas no ataque. Artur, sumido em campo até então, já não recebeu mais bolas de costas, e enfrentando os marcadores no mano a mano, passou a levar vantagem.

Bem no jogo, o Maior Campão do Brasil não sofreu um susto sequer e ainda ampliou o placar aos 40 minutos. O Paraná errou na saída de bola, Scarpa aproveitou e rolou para Artur finalizar de primeira. Thiago Rodrigues teve dificuldades e rebateu para frente, onde Bruno Henrique apenas tocou para as redes e anotou se 11º gol no ano.

Na etapa final, o Palmeiras ameaçou deixar cair o ritmo e tomou um susto aos 11 minutos, quando Silvinho acertou uma bomba na trave em cobrança de falta. Menos de um minuto depois, Wesley Carvalho não perdeu tempo e mudou sua equipe: Hyoran entrou na vaga de Gustavo Scarpa.

Com a alteração, Dudu passou a jogar centralizado, mas o camisa 7 não fazia a função desde o ano passado, sob o comando de Cuca e depois Alberto Valentim. O Verdão perdeu poder de fogo e Wesley mexeu de novo: muito aplaudido e tendo o nome gritado, Artur deixou o campo para a entrada de Lucas Lima.

As mexidas mostraram um conhecimento impressionante do interino em relação ao elenco, especialmente para alguém que comandou apenas dois treinos na Academia de Futebol durante a semana. O Palmeiras retomou o controle da partida e foi premiado com o terceiro gol aos 32 minutos.

Lucas Lima roubou bola na entrada da área e tocou para Hyoran, que finalizou em cima de Thiago Rodrigues. Após cobrança de escanteio, o goleiro do Paraná tirou de soco e o camisa 20 do Palmeiras acertou um lindo chute de primeira, com a canhota, para fechar o marcador.

Vitória importante para a retomada de confiança da equipe, especialmente considerando as mudanças que podem ocorrer sob o comando de Felipão. Ninguém perder o lugar e isso ficou claro em campo.

Gazeta Esportiva (foro: Sergio Barzaghi/GazetaPress)

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Flamengo goleia o Sport e mantém liderança do Brasileirão

O Flamengo não encontrou a menor dificuldade para manter a liderança do Campeonato Brasileiro Série A. Em partida disputada na tarde deste domingo, no Maracanã, o Rubro-Negro da Gávea goleou o Sport por 4 a 1. O resultado fez o Flamengo chegar aos 34 pontos ganhos, dois a mais do que o São Paulo. Já o Sport completou a quarta derrota seguida.

O Leão da Ilha segue com 19 pontos ganhos, na 12ª posição. Os gols do Flamengo foram marcados por Réver, Lucas Paquetá, Éverton Ribeiro e Uribe. Cláudio Winck descontou para o Leão da Ilha do Retiro.

Foi uma vitória fácil do Flamengo que dominou completamente e não se assustou, nem quando o Sport empatou no final do primeiro tempo. Jogando em velocidade e com ótima atuação de Marlos, o time comandado por Maurício Barbieri poderia até aplicado um placar maior se não tivesse desperdiçado chances importantes. O Sport voltou a mostrar que está em má fase. Um time sem força ofensiva e que tem no espírito de luta a sua única qualidade. A nova derrota ameaça o cargo de Claudinei Oliveira.

Na próxima rodada, o Flamengo vai visitar o Grêmio, em Porto Alegre. O Sport vai receber a Chapecoense, na Ilha do Retiro.

O Flamengo começou no ataque e antes do primeiro minuto, Cuellar arriscou e mandou para fora. No minuto seguinte, após cruzamento de Marlos, a bola sobrou para Diego que concluiu para fora. O time da Gávea seguia pressionando e, aos quatro minutos, Diego bateu escanteio, a defesa rebateu e Éverton Ribeiro concluiu para defesa de Magrão.

Muito recuado, o Sport apenas se preocupava em bloquear as investidas do adversário e não tinha forças para incomodar a defesa carioca.

Aos 13 minutos, o Flamengo marcou o primeiro gol. Diego bateu escanteio, Réver dividiu de cabeça com Ronaldo Alves e depois completou de pé para as redes de Magrão.

A vantagem não fez a equipe da casa reduzir o ritmo. O Flamengo seguiu pressionando, enquanto o Sport se mostrava inofensivo no ataque.

Aos 19 minutos foi a vez de Cuellar mandar uma bomba de fora da área. Magrão espalmou para escanteio.
Aos 20 minutos, o técnico Claudinei Oliveira, preocupado com as investidas pela esquerda, trocou o lateral Raul Prata por Cláudio Winck.

O Sport criou a primeira jogada de perigo aos 28 minutos. Gabriel investiu pela direita e lançou Marlone que chutou para fora.

No Flamengo, Marlos fazia sua melhor exibição e dava muito trabalho aos zagueiros. Aos 31 minutos, ele entrou na área driblando e caiu ao se chocar com Léo Ortiz. A torcida pediu pênalti, mas o árbitro nada marcou.

O time dirigido por Maurício Barbieri criou outro bom momento aos 37 minutos, quando Rodinei arrancou pela direita e cruzou, mas os atacantes chegaram atrasados.

Mesmo sem realizar uma grande partida, o Sport marcou o gol do empate aos 43 minutos. Marlone recebeu de Rafael Marques e cruzou para a entrada de Cláudio Wick que, inteiramente livre, cabeceou sem chances para Diego Alves.

Se o Sport pensava segurar a vantagem, a intenção durou apenas dois minutos. Após cruzamento de Renê, Uribe escorou e Lucas Paquetá chutou forte para marcar. A pressão continuou e o time carioca ampliou a vantagem aos cinco minutos. Éverton Ribeiro recebeu de Marlos e mandou uma bomba no ângulo direito de Magrão que se esticou, mas não conseguiu fazer a defesa.

O Sport se desarvorou completamente e o Flamengo quase ampliou aos sete, mas Lucas Paquetá tentou fazer uma cavadinha e desperdiçou a oportunidade.

Aos 18 minutos, Uribe marcou o quarto gol. O atacante recebeu na entrada da área e chutou fraco, mas Magrão falhou ao tentar a defesa e permitiu que a bola entrasse. Foi o primeiro gol do atacante colombiano com a camisa do rubro-negro carioca.

Com o Sport inteiramente batido, o Flamengo passou a tocar a bola. O técnico Maurício Barbieri fez substituições para poupar alguns titulares. Aos 32 minutos, o time carioca ainda desperdiçou nova oportunidade. Geuvânio investiu pela direita e cruzou para Uribe que pegou mal na bola e desperdiçou a chance. Aos 36, Uribe perdeu outra chance. O atacante foi lançado por Renê e tentou encobrir Magrão, mas mandou por cima do travessão.

O Sport só deu sinal de vida aos 42 minutos quando Carlos Henrique invadiu a área e trombou em dividida com Léo Duarte, mas o árbitro não marcou o pênalti perdido pelo atacante do time pernambucano.

Gazeta Esportiva (foto: Gilvan de Souza)

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Inter bate Botafogo e entra provisoriamente no G4 do Brasileirão

Em meio às comemorações de dez anos de D’Alessandro no Interncaional, o Colorado venceu o Botafogo no Beira-Rio, por 3 a 0, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro, deixando para trás a derrota para o América-MG no meio da semana. Sem o ‘aniversariante’ em campo, que cumpria suspensão, o destaque ficou por conta de William Pottker, que fez os dois primeiros gols da partida e ajudou a garantir a equipe no G4.

No primeiro tempo, um Internacional focado e com boas chances de gol, que finalmente chegou aos 27 minutos, em bonito voleio do camisa 99. Ele ampliou o placar aos 44, em chute cruzado no ângulo. Em relação ao Botafogo, nenhum lance de perigo, exceto uma falta na entrada da área, cobrada em cima da barreira.

No segundo tempo, o alvinegro tentou com Marcinho, mas foi Leandro Damião quem deixou o seu e aumentou a vantagem do Inter. O Colorado continuou avançando, enquanto o clube carioca não conseguiu criar para tentar reverter o placar.

Com o resultado, o Internacional ocupa a terceira posição, com 29 pontos. Na próxima rodada vai até o Independência enfrentar o Atlético-MG, equipe que briga diretamente com o Colorado por uma vaga fixa no G4. Já o Botafogo recebe o Santos, que vive indecisão em relação ao seu técnico e ocupa a segunda parte da tabela da competição.

A bola começou a rolar no Beira-Rio com um Internacional ofensivo. Nos cinco primeiros minutos, dois lances de perigo, muito por conta de falha na defesa botafoguense: o primeiro com furada do zagueiro Igor Rabello em jogada de Igor e Nico López, e o segundo um lançamento para Pottker, que quase conseguiu tirar o goleiro Saulo. Ele tocou de forma involuntária na bola e nada foi marcado.

A resposta dos visitantes veio aos seis minutos, em cobrança de escanteio, com cabeçada de Aguirre passando bem perto do gol de Danilo Fernandes. O Colorado continuou colocando pressão e, aos 10 minutos, teve uma bola na trave com Pottker, em batida cruzada. Um tempo depois, outra oportunidade em bola levantada na área e cabeceada de Emerson Santos para fora. Ele entrou instantes antes do início da partida no lugar de Klaus, que sentiu lesão no aquecimento.

Aos 19, Nico Lopez recebeu na esquerda e chutou no ângulo esquerdo, obrigando Saulo e realizar uma linda defesa. Aos 20 minutos, Zeca sentiu e foi substituído por Fabiano, que, minutos depois, cruzou para William Pottker abrir o placar com um lindo gol de voleio. O camisa 99 ampliou o placar já no fim do primeiro tempo em bola levantada por Nico López, chutando de primeira no ângulo, sem defesa.

A segunda etapa voltou sem modificações, inclusive no estilo de jogo ofensivo do Inter, que queria ampliar a vantagem. O alvinegro chegou com perigo em falta cobrada aos 10 minutos, mas foram os donos da casa que fizeram, com Leandro Damião, aos 12, em mais uma assistência de Nico López.

Depois do tento, a partida ficou mais morna, com troca de passes dos colorados no campo de ataque, à procura de novos espaços para avançar. Aos 29, quase o quarto gol chegou em cruzamento de Nico López, afastado pela zaga. O alvinegro não conseguiu criar oportunidades para diminuir a diferença.
Gazeta Esportiva (foro: Ricardo Duarte/assessoria)

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Gabigol perde chances, Chulapa mexe mal e Santos é derrotado pelo América-MG

  • O Santos perdeu por 1 a 0 para o América-MG neste domingo, na Vila Belmiro, e pode terminar a rodada 16 do Campeonato Brasileiro na zona de rebaixamento se o Bahia empatar com o Atlético-MG, em casa, nesta segunda-feira. O Peixe ficou com a 16ª colocação e o Coelho subiu para 10º.

    O gol do América foi marcado por Ruy, em pênalti inexistente de Alison em Marquinhos aos 38 minutos do primeiro tempo – o goleiro Vanderlei quase defendeu. E na segunda etapa, faltou talento e sorte para o alvinegro.

    Gabigol desperdiçou chances claras e a saída para a entrada de Arthur Gomes foi comemorada pela torcida. Yuri Alberto perdeu oportunidade incrível no rebote do goleiro João Ricardo e Gustavo Henrique e Rodrygo acertaram o travessão.

    É necessário destacar que o técnico interino Serginho Chulapa também foi mal. Eduardo Sasha sentiu a coxa esquerda e foi substituído no intervalo para a entrada de Yuri Alberto. Com isso, Rodrygo, destaque pela direita no primeiro tempo, foi para a armação e sumiu. E aos 14, o treinador sacou Diego Pituca, o melhor da equipe, para dar vaga a Jean Mota. A torcida o chamou de burro.

    O Santos voltará a campo para enfrentar o Cruzeiro na quarta-feira, novamente na Vila Belmiro, pelo jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil. Na sequência, enfrentará o Botafogo, sábado, no Rio de Janeiro. O América-MG receberá o Palmeiras, no domingo.

    O Santos dos primeiros 45 minutos contra o América-MG foi parecido com o time do ex-técnico Jair Ventura. Posse de bola, passes curtos, lançamentos, cruzamentos e poucas chances claras criadas.

    O Peixe parecia controlar o jogo e foi perigoso principalmente pelo lado direito, na afinidade da dupla Victor Ferraz-Rodrygo. Na ala esquerda, porém, Dodô e Bruno Henrique não se entenderam, assim como no empate em 1 a 1 com o Flamengo.

    E quando a partida caminhava para o intervalo com o zero no placar, a arbitragem virou protagonista. Marquinhos caiu após leve toque de Alison e o pênalti foi assinalado aos 38 minutos. O goleiro Vanderlei quase pegou, mas Ruy converteu.

    Depois de sair atrás, o Santos aumentou o ritmo e passou a assustar mais o goleiro João Ricardo. Aos 44, Bruno Henrique chutou na rede pelo lado de fora e enganou alguns torcedores.

    O Santos voltou para o segundo tempo com Yuri Alberto na vaga de Eduardo Sasha, que sentiu um desconforto na coxa esquerda. E a alteração comprometeu a criação ofensiva.

    A substituição forçou Rodrygo a atuar pelo meio e deslocou Gabigol para a direita. A joia sumiu, Gabriel errou em demasia e o time passou a ser dependente do lado esquerdo, onde Dodô e Bruno Henrique passaram a acertar mais.

    E aos 14 minutos, o técnico interino Serginho Chulapa ouviu vaias e gritos de “burro” ao tirar Diego Pituca, o melhor do time, para a entrada de Jean Mota, que nada fez. Gabigol, depois de três boas chances desperdiçadas, recebeu xingamentos a cada vez que pegou na bola. A torcida comemorou a saída do camisa 10 para dar vaga a Arthur Gomes.

    De forma atabalhoada, o Santos se lançou ao ataque e percebeu a partir dos 20 minutos, que a noite não seria de sorte. Rodrygo acertou o travessão em cobrança de falta. Aos 32, Jean Mota arriscou de longe, João Ricardo espalmou e Yuri Alberto, sozinho, com o goleiro caído, chutou para fora. E aos 37, Gustavo Henrique cabeceou no travessão. Os minutos finais foram de desespero e nada da rede balançar.

    A atuação santista neste domingo mostrou a necessidade urgente de um substituto para Jair Ventura e a carência de um centroavante. Gabigol, camisa 10 e maior salário do elenco, está cada vez mais perto do banco de reservas.

    Gazeta Esportiva (foto: assessoria)

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