No Maracanã, Cruzeiro vence e complica Flamengo na Libertadores

O Cruzeiro saiu na frente no confronto com o Flamengo por uma vaga nas quartas de final da Copa Libertadores. Em partida disputada na noite desta quarta-feira, no Maracanã, o time de Minas Gerais venceu por 2 a 0 e pode até perder por um gol de diferença no jogo da volta que vai acontecer no dia 29 de agosto, no Mineirão, em Belo Horizonte (MG).

O Flamengo vai precisar de uma vantagem de três gols para garantir a vaga. O classificado deste duelo vai encarar na próxima fase da competição sul-americana o vencedor do choque entre o argentino Boca Juniors e o paraguaio Libertad.

O resultado premiou a objetividade da equipe mineira que ficou menos tempo com a bola, mas soube aproveitar as oportunidades que surgiram para construir o placar. O Flamengo foi uma equipe sem qualquer inspiração que pressionou o tempo inteiro, mas pouco ameaçou o goleiro Fábio que só apareceu no primeiro tempo para cortar cruzamentos sobre a sua área. E o goleiro Diego Alves ainda evitou um desastre maior com ótimas defesas no final do jogo. Revoltada com o resultado, a torcida rubro-negra vaiou intensamente a sua equipe na saída de campo.

Apoiado por um grande público, o Flamengo partiu para o ataque, mas encontrou dificuldades para romper o sistema defensivo do Cruzeiro. Aos cinco minutos, Diego lançou Uribe na entrada da área e o atacante tocou para a penetração de Marlos Moreno, mas o goleiro Fábio saiu antes e ficou com a bola. Dois minutos depois, Moreno foi acionado por Renê na esquerda e o cruzamento acabou desviado por Dedé, para escanteio. Na cobrança, Diego tentou surpreender Fábio, mas o goleiro mineiro fez a defesa.

No primeiro ataque organizado na partida, o Cruzeiro abriu o marcador, aos nove minutos. Robinho recebeu na intermediária e descobriu De Arrascaeta livre de marcação. O uruguaio entrou na área e tocou na saída do goleiro Diego Alves para colocar o time mineiro na frente.

Meio atordoado, o Flamengo tentou reagir imediatamente, mas o chute de Marlos Moreno subiu muito e não levou perigo. O time carioca seguia pressionando, mas mostrava muita ansiedade na hora de concluir e acaba não incomodando o goleiro Fábio.

Aos 19 minutos, o Cruzeiro criou nova chance real de gol. De Arrascaeta, cruzou, Robinho ajeitou e Thiago Neves, na pequena área, cabeceou no travessão, dando grande susto na torcida rubro-negra.

O Flamengo respondeu aos 23 minutos. Após cobrança de escanteio, Uribe desviou de cabeça para Diego que chegou atrasado e perdeu a oportunidade de concluir. A pressão continuou. Logo após levantamento na área, Fábio afastou de soco e Uribe, de bicicleta, tentou mandar para o gol, mas errou o alvo. No lance seguinte, o goleiro mineiro voltou a aparecer bem para sair do gol e tirar a bola da sua área.

O Cruzeiro não conseguia sair da defesa e, muito isolado, o atacante Barcos quase não participava do jogo. Aos 34 minutos, Éverton Ribeiro bateu escanteio, Uribe desviou para a entrada de Diego, mas Fábio se antecipou e ficou com a bola.

Só aos 40 minutos é que a equipe de Mano Menezes chegou nas imediações da área carioca, quando De Arrascaeta foi derrubado por Éverton Ribeiro, mas a cobrança da falta não levou perigo para Diego Alves.

Os dois times voltaram sem alterações para o segundo tempo. Como era de se esperar, o Flamengo partiu para cima do Cruzeiro para buscar o gol de empate. Aos três minutos, Rodinei cruzou e Uribe cabeceou forte para baixo, mas Fábio fez grande defesa e evitou o gol. O time dirigido por Maurício Barbieri continuava rondando a área cruzeirense, enquanto o time mineiro encontrava grande dificuldades para se organizar ofensivamente e nem conseguia prender a bola. Aos 13 minutos, o lateral Rodinei derivou para o meio e bateu de canhota, mas a bola passou longe do gol defendido por Fábio.

Depois dos 15 minutos, os dois treinadores decidiram mexer nas suas equipes. No Flamengo, Barbieri trocou o meia Jean Lucas pelo atacante Vitinho, enquanto Mano Menezes tirou o apagado Barcos e colocou o jovem Raniel.
E, aos 24 minutos, Raniel mostrou seu cartão de visitas. O atacante dominou na entrada da área e mandou uma bomba que tirou tinta da trave defendida por Diego Alves.

A entrada de Raniel deu mais mobilidade ao ataque cruzeirense, trazendo mais preocupação para a defesa rubro-negra que não estava enfrentando problemas para marcar o argentino Barcos. Barbieri tentou seguir o exemplo e colocou o atacante Lincoln, de 18 anos, na vaga de Marlos Moreno.

Antes que a mudança fizesse efeito, o Cruzeiro ampliou a vantagem. De Arrascaeta recebeu na entrada da área e recuou para Lucas Silva. O volante chutou e Thiago Neves, dentro da área, desviou e deixou Diego Alves sem ação.
Com dois gols de vantagem, Mano Menezes resolveu reforçar a defesa e trocou o meia-atacante Thiago Neves pelo volante Ariel Cabral.

O apagado Vitinho ainda teve uma chance de concluir, mas furou de forma bisonha. Nos acréscimos, o goleiro Diego Alves apareceu com destaque para evitar que o Cruzeiro ampliasse a vantagem em chutes de Raniel e De Arrascaeta.

Gazeta Esportiva (foto: Carl de Souza/AFP)

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Bahia empata no Uruguai e avança na Copa Sul-Americana

O Bahia não teve grandes dificuldades para confirmar sua classificação à terceira fase da Copa Sul-Americana. Depois de vencer o Cerro-URU por 2 a 0 em casa, na noite dessa quarta-feira o Esquadrão de Aço arrancou um empate por 1 a 1 no estádio Estádio Luis Tócolli, em Montevidéu.

Tudo ficou mais fácil depois que Zé Rafael abriu o placar, ainda aos 18 minutos da etapa inicial. O meia tricolor arriscou chute de fora da área e contou com o desvio na marcação para superar o goleiro Irrazabal.

Apesar do jogo tranquilo, inclusive com estádio praticamente vazio, Nilton conseguiu levar dois cartões amarelos e ser expulso aos 15 minutos do segundo tempo. O exagero do volante foi fatal. No minuto seguinte, Leandro Paiva empatou o jogo depois do Cerro tomar a bola no campo de defesa do Bahia.

Os mandantes até esboçaram uma pressão, buscaram a virada, ao menos para sair de campo com a vitória, já que a classificação era um sonho distante. Mas os brasileiros souberam administrar a vantagem até o apito final.

Agora, o Bahia aguarda o vencedor do confronto entre Botafogo e Nacional-PAR. O time paraguaio saiu em vantagem no primeiro jogo ao vencer os cariocas por 2 a 1. Entretanto, o time comandado por Zé Ricardo decide a vaga em casa, dia 16.

Gazeta Esportiva (assessoria/arquivo)

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Internacional vence o Atlético Mineiro no Independência e segue na cola dos líderes

Um estádio apagado. Um time apedrejado e igualmente sem brilho. Assim é possível definir o duelo entre Atlético e Internacional, na noite desta segunda-feira, no Independência, pelo Campeonato Brasileiro. O Colorado aproveitou todas as condições, adversas para os dois lados, para vencer o Galo, por 1 a 0, em Belo Horizonte, e seguir colocado aos líderes do Brasileirão.

Teve de tudo na noite desta segunda-feira, no Independência. O primeiro tempo foi bem disputado, taticamente interessante, e com as equipes se estudando. A etapa complementar, porém, teve de tudo. Primeiro uma chuva de granizo, que obrigou o duelo ficar parado por quase 10 minutos, depois uma queda na energia no estádio, com ainda mais tempo parados.

Na volta, quando a luz voltou, o Galo ficou apagado. Não conseguiu colocar seu jogo no gramado, não tinha mais tática e a técnica era ruim. O Inter passou por algum momento de instabilidade, mas conseguiu criar mais. O gol saiu no fim da etapa complementar e deixa o Internacional em boas condições.

O Colorado chegou aos 32 pontos, na terceira colocação do Campeonato Brasileiro, bem próximo de São Paulo e Flamengo, líder e vice, respectivamente. O Atlético segue com 27 pontos, na quinta posição.

Na próxima rodada, o Atlético recebe o Santos, às 11h (de Brasília), no domingo, no Independência. O Internacional enfrenta o Fluminense, no Maracanã, na segunda-feira, às 20h.

O Atlético entrou em campo com algumas alterações em relação ao time titular que vem jogando constantemente. As duas principais na defesa: Patric perdeu a vaga para Emerson e Gabriel foi para o banco de reservas.

O duelo começou com um equilíbrio muito grande. Esta igualdade, inclusive, era tanto tecnicamente e taticamente. A propósito, até no jogo proposto pelos treinadores, as equipes usam um volante como elemento surpresa no ataque, como Elias e Patrick.

Toda essa igualdade, porém, fazia o duelo ficar sempre travado, embora criativo, mas com poucas chances claras de gol. As melhores chances aconteceram em lances totalmente isolados. O Galo em um cruzamento do lateral-esquerdo Hulk, que assustou o goleiro Marcelo Lomba. Aos 31, Ricardo Oliveira na entrada da área chutou no cantinho,

Aos 34, Willian Pottker recebeu a bola na área e chutou a bola por cima do gol de Victor, levando muito susto para a torcida atleticana.

O duelo voltou com o Atlético buscando mais o ataque. O Galo chegava mais pelas pontas, com Emerson em duas oportunidades e outra com Hulk.

O calor que fez durante todo o dia em Belo Horizonte repercutiu à noite, quando a chuva resolveu aparecer. Muito granizo em Belo Horizonte e o gramado do estádio Independência ganhou uma tonalidade branca

Sem luz!

Quando o duelo retornou, nove minutos após a paralização, o jogo precisou parar novamente. Isso porque a luz do Independência não suportou e desligou.

Volta o jogo

O jogo voltou 10 minutos depois. A partida perdeu em qualidade. Parte disso pela condição ruim do gramado, com várias poças d’água atrapalhando.

O Inter soube aproveitar. Aos 41 minutos – tempo sequencial – o clube visitante chegou com perigo, Pottker chutou e Maidana se jogou na bola para salvar o Galo.

Dois minutos depois, o próprio Maidana quase abre o placar. Em cruzamento na área, após um escanteio, a bola sobrou para o defensor que chutou forte e obrigou o goleiro Marcelo Lomba a fazer grande defesa.

Aos 49 minutos o Galo desperdiçou uma ótima oportunidade. Em contra-ataque muito rápido, Chará deixou Ricardo Oliveira em boas condições. Ele fez o passe para David Terans que chutou a bola para fora, mas a redonda tirou tinta da trave.

Aos 56, o Inter abriu o placar. Em lançamento para Edenilson, aproveitando uma completa desatenção da defesa atleticana, o jogador Colorado chutou e não teve dificuldades para superar Victor.
Gazeta Esportiva (foto: Bruno Cantini/Atlético)

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Fluminense leva sufoco em casa e fica no empate com o Bahia

Fluminense e Bahia empataram em 1 a 1 na noite deste domingo no Maracanã, em duelo válido pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os donos da casa saíram na frente do placar no primeiro tempo com um belo gol de Pedro, artilheiro da competição, mas sofreram o empate aos 36 da etapa final numa cabeçada de Edigar Junio, que deu números finais ao jogo.

O empate em casa não foi um bom negócio para os cariocas, que não conseguem se aproximar do G6, e seguem na nona colocação com 22 pontos. O Bahia, por sua vez, pode comemorar o empate fora de casa, mas na tabela permanece muito próximo da zona do rebaixamento com 18 pontos, na 15ª posição.

Pelo Campeonato Brasileiro, o Fluminense só volta a campo na segunda-feira, 13 de agosto, quando recebe o Internacional, pela 18ª rodada. Já o Bahia joga no sábado 11, contra o América Mineiro, na Fonte Nova. Enquanto o Flu terá a semana livre para treinar, os baianos viajam ao Uruguai para encarar Cerro, no jogo da volta da segunda fase da Copa Sul-Americana. Na partida de ida, em Salvador, venceram por 2 a 0.

O Bahia surpreendeu com uma postura agressiva no Maracanã, assim que a bola rolou. O Tricolor baiano imprimiu um ritmo acelerado, e adiantou a marcação para dificultar a saída de bola do Fluminense. Brigando por todas as bolas, o Esquadrão de Aço levou perigo ao gol carioca desde o primeiro minuto.

O Flu tinha muitas dificuldades para se organizar e manter a posse de bola. Aos 16, Zé Rafael foi lançado na esquerda e rolou para trás para a chegada de Vinícius, que soltou a bomba de fora da área, pela linha de fundo. O refresco para o Flu veio aos 20 minutos. Matheus Alessandro fez grande jogada pelo lado esquerdo do campo, cortou para o meio e rolou para Pedro, na frente da área. O artilheiro do Brasileirão dominou e chutou sem defesa para Anderson e abriu o placar no Maracanã.

O Bahia continuou em cima e teve duas grandes oportunidades de empatar a partida. Aos 24, Bruno cruza da direita e Vinícius entrou pelo meio da área. O meia do Bahia, de frente para Júlio César, acertou cabeçada para o chão e a bola quicou e saiu por cima do travessão.

Três minutos depois, escanteio pela esquerda, a defesa rebate e a bola sobra com Zé Rafael na entrada da área. O meia do Bahia acerta um belo chute de primeira, e obriga o goleiro do Fluminense a fazer uma grande defesa para evitar o gol de empate. O Bahia desacelerou depois dos 30 minutos e o jogo perdeu em intensidade até o intervalo.

No segundo tempo, as duas equipes retornaram sem modificações, e o Bahia voltou a pressionar o Fluminense. Com três minutos de jogo, bola trabalhada pela direita, Bruno é acionado e cruza na área. Elton entra de cabeça e manda por cima do gol, muito perto do travessão.

O Bahia buscava o empate e o Flu cada vez passava mais sufoco. Tentando se defender como podia, o Tricolor carioca levou 4 cartões amarelos só nos 22 primeiros minutos do segundo tempo. A essa altura, o técnico Marcelo Oliveira optou por tirar o atacante Marcos Júnior para a entrada do volante Richard, sinalizando a intensão de segurar o resultado.

Aos 24, o Bahia perdeu sua melhor chance no jogo. Bola cruzada da esquerda, ninguem consegue o cabeceio e ela sobra para Gilberto livre na linha da pequena área. O atacante em vez de chutar de primeira, esperou o quique da bola, e quando ia tentar o arremate, Airton se esticou e tirou a bola de seus pés com um toque pela linha de fundo.

O Flu respondeu aos 28 em bela tabela jogada pela esquerda. Cercado na linha lateral, Matheus Alessandro tocou para Pedro, que devolveu na frente com um toque de calcanhar. Matheus Alessandro partiu em direção ao gol, entrou na área, mas chutou para fora.

Sem nunca desistir, o Bahia chegou ao empate aos 36. Élber dominou próximo da área pela esquerda e cruzou na altura da marca do pênalti. Edigar Junio se antecipou à zaga e cabeceou para o fundo da rede. Após o empate, o Fluminense, que nada fazia em campo no segundo tempo, acordou e foi no desespero em busca da vitória, enquanto o Bahia passou a segurar o jogo.

POR:Gazeta Esportiva (foto: Nelson Perez/assessoria)

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Sport consegue empate com a Chape e quebra sequência de derrotas

A definição do duelo entree Sport e Chapecoense , na Ilha do Retiro, ficou para os acréscimos. Em jogo de ataque contra a defesa, a recuada Chapecoense saiu na frente, mas o Sport empatou no apagar das luzes e saiu de campo com empate por 1 a 1.

O Sport entrou em campo pressionando, mas foi a Chape que abriu o placar com Wellington Paulista ainda no início do jogo. Atrás no placar, o Leão se lançou ainda mais para o ataque, mas o Verdão do Oeste se segurou até o intervalo.

No segundo tempo, o Leão continuava pressionando, mas não conseguia furar a retranca do Verdão do Oeste. A equipe da casa abusou da bola aérea e levou pouco perigo ao gol de Jandrei até os acréscimos, quando Carlos Henrique igualou o marcador.

Com o resultado, a Chapecoense vai a 18 pontos, fica na 16ª colocação do Campeonato Brasileiro e deixa o Santos na zona de rebaixamento, já que o Bahia empatou com o Fluminense. Por outro lado, o Sport, que pontuou pela primeira vez em cinco jogos, vai a 20 pontos e está na 12ª posição.
Chapecoense marca cedo e segura vantagem

Tentando se livrar do peso de estar há seis rodadas sem vitória, com quatro derrotas nos últimos quatro jogos, o Sport começou a partida pressionando e buscando o ataque. A Chapecoense, por outro lado, entrou em campo bastante recuada para conter a pressão do Leão.

Apesar da pressão do time da casa, foi a Chape que saiu na frente na Ilha do Retiro. Aos 11 minutos, Yann fez boa jogada individual pela ponta esquerda, se livrou da marcação e rolou para Wellington Paulista na pequena área. O atacante, só teve o trabalho de empurrar para o fundo da rede.

Após o gol de Wellington Paulista, a pressão do Sport aumentou e a Chapecoense recuou ainda mais, chegando a ter os 11 jogadores no campo de defesa em alguns momentos. A retranca do time de Gilson Kleina não dava espaços ao time local. Aos 21 minutos, Sander tentou de longe, mas o chute saiu muito alto.

A primeira chance de perigo do Sport demorou, mas aconteceu aos 34 minutos. Após cobrança de falta de Marlone, Fellipe Bastos desviou de cabeça e a bola passou rente à trave de Jandrei, que não teria chance. O Leão voltou a assustar no jogo aéreo aos 38, quando Marlone cobrou falta e Ronaldo Alves cabeceou para fora.

Nos minutos finais do primeiro tempo, o Sport intensificou a pressão e levou perigo novamente no jogo aéreo. Aos 42 minutos, Marlone cruzou fechado demais e assustou Jandrei, que acompanhou a bola sair. Três minutos depois, Fellipe Bastos cabeceou e o goleiro encaixou. Mesmo com a melhora, o time de Claudinei Oliveira saiu para o intervalo sob vaias da torcida.
Sport marca nos acréscimos e escapa da derrota

No segundo tempo, tentando dar mais volume ao ataque do Sport, Claudinei Oliveira colocou o atacante Rafael Marques no lugar do volante Deivid. A equipe deu sinais de melhora e levou perigo aos sete minutos, quando Gabriel pegou rebote de escanteio e chutou forte de fora da área, mas mandou por cima.

A retranca da Chapecoense continuava dando resultado no segundo tempo. Sem espaço, o time da casa abusava dos chutes de longe e, principalmente, dos cruzamentos, que não davam trabalho para a defesa e para o goleiro Jandrei.

Recuada durante praticamente todo o segundo tempo, a Chapecoense obrigou Magrão a fazer duas boas defesas, sendo a segunda um milagre. Aos 32 minutos, Canteros arriscou de fora da área e o goleiro espalmou para escanteio. Na cobrança, a bola sobrou para Thyere, que finalizou frente a frente com o camisa 1, que demonstrou reflexo para evitar o segundo gol.

Com o jogo se aproximando do final, o Sport partiu para o tudo ou nada e chegou ao gol de empate nos acréscimos. Aos 46 minutos, Claudio Winck cruzou pela direita e encontrou Carlos Henrique na área. O atacante cabeceou com categoria, sem chances para Jandrei, e evitou o que seria a quinta derrota seguida do Leão no Brasileirão.
Gazeta Esportiva

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São Paulo vence o Vasco na marra e assume a liderança do Brasileiro

O São Paulo não teve uma grande atuação na tarde deste domingo, sendo até dominado pelo Vasco em parte do segundo tempo, mas contou com um gol logo no começo da partida marcado por Rojas e outro de Trellez, já na parte final, para fazer 2 a 1 no Vasco na marra, conquistando importantíssimos três pontos na briga pelo título nacional. Yago Pikachu foi quem descontou para os cariocas.

Com o resultado, os tricolores agora são os líderes da competição, um ponto à frente do Flamengo, que perdeu para o Grêmio no sábado (35 a 34), um feito que não era conquistado pelo clube desde a edição de 2015 do torneio. Já o Vasco, que acumula três derrotas seguidas, estacionou nos 19 pontos e se aproxima da zona de rebaixamento.

Na próxima rodada, os comandados de Diego Aguirre terão pela frente o Sport, às 16h (de Brasília) do domingo, no Recife, aproveitando uma semana inteira de descanso até lá. Do outro lado, os atletas de Jorginho, que fazem o jogo de volta da segunda fase da Sul-Americana na quinta-feira, contra a LDU, em São Januário, fecham a série de duelos contra paulistas encarando o Palmeiras, às 19h (de Brasília), no Allianz Parque.

Tricolor começa o jogo com 1 a 0

O duelo mal começou no estádio do Morumbi e o placar já marcava 1 a 0 para os donos da casa. Mostrando sua rapidez no ataque, a equipe de Aguirre trocou passes rápidos da esquerda para a direita, evoluindo principalmente quando Rojas deu um balão por cima da defesa para acionar Militão. O lateral tentou cruzar rasteiro, Ricardo chegou para fazer o corte, mas, com azar, o defensor chutou em cima de Rojas, que acompanhou a jogada e viu a bola entrar mansamente no gol de Martin Silva.

O gol deu ao São Paulo o modelo de jogo mais confortável para um time com tanta velocidade na frente. Bem postado na sua defesa, ainda que tenha recuado um pouco demais às vezes, o clube do Morumbi viu os espaços surgirem no contra-ataque e quase ampliou o marcador quando Nenê acionou Diego Souza por cima. O centroavante ganhou de Ricardo no corpo e tentou de primeira, mas a bola saiu fraca, nas mãos do goleiro.

O Vasco, porém, não se entregou com facilidade. Apostando em um bom futebol demonstrado por Giovanni Augusto, o time carioca conseguiu movimentar a bola no ataque, retendo bastante a posse e buscando espaços. O lance de maior perigo, no entanto, saiu em bola parada, quando Ricardo, mais uma vez, ganhou no alto e cabeceou rente à trave de Sidão.

Com as ações de Pikachu e Thiago Galhardo bem controladas pelas pontas, o Tricolor passou segurança ao lançar-se para o ataque. O único lance mais perigoso antes da saída para o intervalo, porém, também saiu em uma bola parada. Nenê cobrou escanteio na primeira trave e Hudson cabeceou, mas Martín Silva agarrou a redonda.

São Paulo volta mal, mas vence na marra

Os dois times voltaram para a etapa final sem modificações, aparentemente com ambos os técnicos felizes pelo futebol praticado até aquele momento. Pelo lado tricolor, o que se viu foi uma tentativa de aumentar a intensidade da marcação, evitando que o jogo esmorecesse e desse chance para o Vasco aproveitar um vacilo. Ainda assim, foi exatamente esse o cenário ocorrido após dez minutos de bola rolando.

Em uma saída complicada do Vasco, Liziero e Hudson acreditaram demais no lance e deixaram desguarnecida a linha defensiva. Luiz Gustavo deu um chutão e, após disputa pelo alto, a bola ficou para Giovanni Augusto. O meia rapidamente acionou Yago Pikachu, no mano a mano com Bruno Alves. Mais rápido, o vascaíno conduziu bem a bola e tocou rasteiro na saída de Sidão, explodindo a torcida vascaína no setor visitante.

O empate foi seguido de um domínio territorial vascaíno, irritando bastante os são-paulinos pela constante perda de bolas do ataque tricolor. Confortável em campo, o time carioca quase ampliou em boa enfiada de bola para Giovanni Augusto. No mano a mano com Arboleda, ele cortou para o meio e bateu colocado, rente à trave de Sidão. Incomodado com o espaço na direita, Aguirre acionou Bruno Peres para a vaga de Militão.

Apostando na imposição física dos centroavantes Trellez e Carneiro, Aguirre sacou Nenê e Diego Souza para mandar a dupla a campo. Deu certo. Em um improvável contra-ataque, Everton ganhou de Luiz Gustavo e foi rápido para levantar na cabeça do colombiano. A cabeçada não saiu com força, mas foi alta o bastante para encobrir Martín Silva e dar vitória e liderança aos donos da casa.
Gazeta Esportiva (Foto: Célio Messia)

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Com reservas, Palmeiras perde penal e empata em BH na volta de Felipão

O técnico Luiz Felipe Scolari reestreou no comando da Sociedade Esportiva Palmeiras na tarde deste domingo. Com uma formação reserva antes de disputar a Copa Libertadores, a equipe alviverde desperdiçou um pênalti no Estádio Independência e ficou no empate sem gols contra o América-MG, pelo Campeonato Brasileiro.

Com 27 pontos ganhos, o Palmeiras permanece no sexto lugar da tabela de classificação do torneio nacional. O São Paulo detém o primeiro posto com 35 pontos. O América-MG, por sua vez, chega aos 21 pontos e figura no 10º lugar do Campeonato Brasileiro.

Às 21h45 (de Brasília) desta quinta-feira, no Estádio La Olla, o Palmeiras volta a campo para encarar o Cerro Porteño, pelas oitavas de final da Copa Libertadores. Já o América-MG, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro, enfrenta o Bahia às 19 horas de sábado, na Fonte Nova.

O Jogo – Com Jean aberto pela direita e Hyoran pela esquerda, o Palmeiras foi o primeiro a levar perigo. Após roubada de bola no campo de ataque, Hyoran recebeu de Lucas Lima e bateu rasteiro para defesa parcial de João Ricardo. No rebote, Lucas Lima cruzou, mas Borja e Moisés não conseguiram completar.

O América-MG respondeu rapidamente. Após falhar no domínio, Marquinhos ainda foi capaz de tocar de carrinho para Giovanni, que deixou Gerson Magrão na cara do gol. Atento, Weverton saiu e defendeu com o abdome na melhor chance criada pelo time da casa no primeiro tempo.

O Palmeiras desperdiçou a oportunidade de sair na frente aos 23 minutos do primeiro tempo, quando Moisés recebeu de Hyoran e sofreu pênalti claro cometido por Matheus Ferraz. O experiente Jean chamou a responsabilidade, mas viu João Ricardo saltar no canto direito para defender.

O América-MG voltou melhor para o segundo tempo e deu um susto no goleiro Weverton. Com vitalidade, Aderlan desceu pela direita e cruzou rasteiro. Thiago Santos desviou e a bola sobrou para chute colocado de Ruy, que acertou a junção da trave com o travessão.

O Palmeiras caiu significativamente durante o segundo tempo, o que motivou Felipão a mexer. O experiente treinador tirou Moisés para colocar Bruno Henrique e trocou Borja por Deyverson. Apesar das alterações, o time alviverde não conseguiu elevar o nível.

O ex-zagueiro Adilson Batista, ex-pupilo de Felipão, também mexeu na tentativa de aumentar o poder de fogo do América-MG e colocou Rafael Moura na vaga do meio-campista Wesley. O centroavante, porém, não teve boas oportunidades diante de Weverton até o final da partida.
Gazeta Esportiva (Foto: Cesar Greco)

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Joinville vira, goleia e elimina Luverdense da próxima fase da Série C

O Luverdense acaba de ser derrotado por 4 a 2, pelo Joinville, Na Arena Joinville, diante de mais de 8 mil torcedores e está eliminado da próxima fase do Campeonato Brasileiro da Série C.  O Verdão do Norte abriu o marcador  com Paulo Renê que marcou os dois gol para o Verdão e o time de Santa Catarina goleou com  Breno que empatou, Jean Lucas virou e Adriano e Mateus mararam os dois últimos fechando o placar e eliminando o time de Lucas do Rio Verde.

Apesar do placar o Joinville está na lanterna do Grupo B, e está rebaixado ao Campeonato da Série D do ano. Na última rodada enfrenta o Volta Redonda, neste sábado, no estádio Raulinho de Oliveira, às 16h. Já O Luverdense cumpre tabela como o Operário, no Passo das Emas, no mesmo dia e horário.

Rubinho pela ponta direita chutou a bola bateu na zaga, sobrou para Paulo Renê, dentro da pequena não perdoou e abriu o marcador em menos de dois minutos de Jogo para o Verdão do Norte. No contra-ataque muito rápido, pela ponta direita, Breno livre de marcação, bem posicionado, recebeu de cruzamento e de cabeça empatou o jogo. Na sequência em movimentação  rápida Jean Lucas, deu um corte no marcador e de perna direita soltou uma bomba sem chances para o goleiro Diogo Silva: 2 a 1 Joinville,

Rubinho, de pé canhoto levantou no capricho dentro da área, mas ninguém alcançou e o goleiro Mateus fez defesa com facilidade impedido o gol de empate. O Verdão começou a trabalhar o passe de bola buscando o gol de empate, mas não conseguia avança o campo.

Cadu, bateu no canto esquerdo do goleiro Diogo Silva que teve que cair para fazer a defesa. Rubinho, levantou cruzando em cobrança de escanteio, mas a bola saio à esquerda do goleiro do Jec.

Na etapa completamente, Paulinho em cobrança de escanteio chutou na boca do gol, o goleiro Mateus só espalmou. Jean Lucas levantou dentro da área, Michel ganhou no alto, foi de cabeça, mas só foi linha de fundo para o Luverdense. Lucas Braga, passou pelo primeiro, segundo, mas não tocou, fez jogada individual e na área a zaga chegou para impedir.

Mailson em velocidade, chegou dentro da área se preparou para bater e Paulinho chegou de carrinho impedindo o terceiro gol. O Joinville reclamou pênalti.  Na sequência Adriano novamente na jogada, se preparou para bater de dentro da área e levou um tranco de Paulinho por trás, dessa vez o juiz marcou a penalidade, o goleiro Mateus foi para a cobrança e carimbou terceiro gol. Em cobrança de escanteio Paulo Renê aproveito a sobra e diminuiu o marcador: 3 a2 Joinville.

Adriano, novamente na jogada tabelou no meio, partiu em velocidade deslocou goleiro e de perna direita marcou o quarto gol tirando a chance do Luverdense de avançar a próxima fase.

Tabela de classificação

Grupo B
1 Operário-PR 35
2 Botafogo-Sp 34
3Cuiabá 32
4 Bragantino 26
5 Luverdense 21
6Tombense21
7Tupi—MG20
8Volta Redolda
9Ypiramga-RS
10Joinville
Só Notícias/ David Murba (foto: Só Notícias)

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Corinthians fica no 0 a 0 com Atlético Paranaense e agradece muito a Cássio

Por: ogol.com.br  -O Atlético Paranaense ameaçou mais em Itaquera, mas Cássio fez grandes defesas e evitou que o Corinthians saísse derrotado, segurando um empate em 0 a 0.

O Furacão soma um ponto na luta contra o rebaixamento, mas segue no Z4. Já o Timão não evolui na luta por posições mais altas na tabela.
Duelo de equilíbrio

O Corinthians conseguiu duas finalizações logo no início para iniciar o jogo pressionando, mas o Atlético Paranaense logo equilibrou as coisas, igualando na posse de bola e na presença ofensiva.

O Alvinegro conseguia ser mais perigoso através de arremates de fora da área. O time rondava a defesa adversária e, quando pintava algum espaço, arriscava. Só que Santos estava sempre bem colocado.

Já o Rubro-Negro era mais comedido nos chutes. Tentava penetrar na área, ao invés de arriscar de fora. As principais jogadas eram pelo lado canhoto, mas faltava mais eficiência na definição dos lances. Só quando Raphael Veiga tentou de fora, o Furacão conseguiu ameaçar. Cássio fez a defesa.

Os paranaenses até conseguiram controlar o jogo na reta final do primeiro tempo, ameaçando o rival, mas os paulistanos passaram o primeiro tempo sem grandes prejuízos.
Cássio trabalha mais

O segundo tempo seguiu equilibrado, e os chutes de fora seguiram sendo a grande arma dos times. Romero tentou de um lado, Renan Lodi do outro, e os goleiros tiveram de trabalhar.

Cássio voltou a aparecer bem quando Marcinho mandou chute rasteiro no canto. Mais uma boa defesa do goleiro corintiano, e o 0 a 0 insistia em se manter.

Assim como na reta final da primeira parte, o Atlético se mantinha mais perigoso. Renan Lodi acabou por aparecer também na área para dar trabalho a Cássio. O goleiro acabou sendo o grande destaque do jogo, evitando que o prejuízo fosse além do empate para os donos da casa.

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Reservas do Grêmio derrotam Flamengo e encostam no líder do Brasileiro

O Grêmio venceu neste sábado o Flamengo por 2 a 0, na Arena, pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro. Usando reservas, o Tricolor Gaúcho mostrou mais disposição e aplicação em campo. Já o Rubro-Negro foi um time apático e foi presa fácil para os gaúchos.

O grande destaque da partida ficou por conta da atuação do centroavante Jael que fez um gol, perdeu um pênalti e ainda deu assistência para o tento de Marinho. Além disso os gaúchos mantém o tabu de 24 anos que não são derrotados pelo Mengão em Porto Alegre.

Com o resultado, o Grêmio de forma momentânea ocupa o terceiro lugar com 30 pontos. E o Flamengo que tem 34 pontos pode perder a liderança em caso de vitória do São Paulo sobre o Vasco neste domingo.

Agora os dois clubes dão uma pausa no Brasileirão. O Grêmio visita na terça o Estudiantes, às 21h45 (Horário de Brasília), no Estádio Ciudad de La Plata, pela primeira partida das oitavas de final da Libertadores. Pela mesma competição e no mesmo horário, o Flamengo recebe na quarta o Cruzeiro no Maracanã.

Na próxima rodada do Brasileirão o Grêmio enfrenta no dia 12, domingo, o Vitória, às 19h(Horário de Brasília), na Arena. No mesmo dia o Flamengo pega o Cruzeiro, às 16h(Horário de Brasília), no Maracanã.

Um início de partida bastante estudado pela duas equipes. O jogo ficou muito concentrado no meio-campo. Com mais titulares e melhor entrosado, o Mengão tem ficado mais em poder da bola.

Depois de 20 minutos de jogo não surgiu nenhuma grande oportunidade de gol. O Grêmio permaneceu mais recuado e explorando os contra-ataques, enquanto o Flamengo tem mais posse da pelota, mas sem objetividade.

O Tricolor Gaúcho quase abriu o placar em uma penalidade discutível. Aos 23, Bruno Cortez recebeu de Pepê pela esquerda e tentou o cruzamento. A bola bateu na mão de Rodinei, e o árbitro marcou pênalti. Aos 25, Jael tomou longa distância, mas cobrou muito mal e fraco. Diego Alves caiu em seu lado esquerdo e faz a defesa.

Aos 35, o zagueiro Bressan sentiu lesão e foi substituído por Matheus Henrique.

Quando a etapa inicial parecia que se encaminhava para um empate, o Grêmio abriu o marcador. Aos 46, Leonardo Gomes faz um lindo cruzamento da direita e Jael se antecipou de cabeça sem chances para Diego Alves. Apesar de ter mais a bola no pé, o Flamengo não produziu nada ofensivamente. Por sua vez, a equipe gremista manteve uma postura de forte marcação que bloqueou as principais jogadas do time carioca.

Personagem da partida, o centroavante Jael dá uma assistência, aos 02, as costas da defesa do Rubro-Negro e Marinho tocou na saída do arqueiro para ampliar o placar. Irreconhecível em campo, o Mengão não conseguiu se impor no jogo.

Com o segundo gol, os reservas gremistas ganharam mais confiança e não permitem uma reação dos cariocas. Mais uma vez, Jael, puxou o contra-ataque, aos 14, e rolou para Pepê, que chutou cruzado para boa defesa de Diego Alves. As modificações realizadas pelo técnico Maurício Barbieri não surtiram efeito.

A vantagem aberta pelo Tricolor Gaúcho fez o time ficar em seu campo e aproveitar uma escapada no contra-ataque com Marinho para aumentar o placar. Na reta final do jogo, o Grêmio tratou de tocar a bola e segurar o resultado o que acabou conseguindo.

Sem força ofensiva, o Mengão não penetrou na área e arriscou chutes de longe que não levaram perigo a meta de Paulo Victor. Aos 44, Leonardo Gomes é acionado na linha de fundo e cruzou. Diego Alves dá um tapinha, mas a bola sobrou para Jael, que tentou o chute. A bola bateu na zaga e subiu antes de sair para escanteio.

Nos acréscimos, aos 50, Paquetá faz grande jogada pela esquerda e cruzou para Uribe, que apareceu na pequena área e finalizou na trave. Essa foi a única oportunidade de gol para o Flamengo em todo o jogo.

Gazeta Esportiva (foto: assessoria)

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